SÃO PAULO - O parlamento grego aprovou nesta quarta-feira (29) o conjunto de medidas de austeridade fiscal exigidas por FMI (Fundo Monetário Internacional) e União Europeia para a liberação de nova parcela do pacote de ajuda financeira, bem como para a elaboração de uma novo resgate.
Após a reforma ministerial, o governo liderado pelo primeiro ministro George Papandreou conseguiu obter apoio da pequena maioria que o da sustentação no parlamento, a despeito da onda violenta de protestos que tomou conta do país nos últimos dois dias.
Sustentação
O governo grego obteve respaldo político com a aprovação da moção de confiança pelos parlamentares na última semana. Desde então, cresceu a confiança entre investidores sobre a capacidade do país em implantar as medidas de restrição fiscal.
Entre as principais medidas previstas estão privatizações de empresas, cortes de gastos públicos e aumento de impostos, os quais buscaram reduzir o déficit fiscal estimado entre 7,5% e 9,5% do PIB (Produto Interno Bruto) em 2011.
Desde a última terça-feira, uma greve geral foi convocada pelas centrais sindicais e novos confrontos entre policiais e manifestantes foram registrados nas ruas da capital, Atenas.
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