Por Cláudio Gradilone | 27/04/2009 - 14:48
Por enquanto, a reação dos investidores tem sido exagerada. Em Wall Street, os investidores têm feito o equivalente ao hipocondríaco que lava as mãos continuamente e anda por aí com uma máscara cirúrgica para evitar contágio.
Essa entidade mística chamada mercado, que é a soma de milhões de indivíduos tomando decisões, vendeu ações de empresas que produzem carne suína e de companhias aéreas, e comprou papéis de empresas farmacêuticas.
A venda de ações de empresas aéreas lá fora afetou os papéis das companhias daqui, também. Tam PN está caindo 5,4% e Gol, cujo faturamento depende menos de vôos internacionais, está recuando 1,6%.
As ações de empresas ligadas à produção animal estão indo muito bem, obrigado. Sadia PN sobe 7,1%, Perdigão PN sobe 3,5% e JHS Friboi avança 5,9%, estimuladas pela compreensão do mercado de que a gripe é transmitida pelo ar, não pela ingestão de carne de um porco gripado. Mesmo que a carne atuasse como um agente transmissor, não há virus da gripe que resista a uma hora de forno ou panela, que é o tempo que a carne de porco demora para ficar cozida. Ou seja, depois de oscilarem, as ações das empresas brasileiras produtoras de proteína animal subiram bastante.
Moral da história: pode ser uma boa hora para comprar ações das empresas produtoras de alimentos. O Brasil tem uma fama razoavelmente boa em ser um produtor de comida saudável (de vez em quando uns fazendeiros contrabandeiam uns bois com aftosa do Paraguai e a Vigilância Sanitária não descobre a tempo, mas tudo bem), e essa qualidade é reconhecida pelos investidores internacionais.
terça-feira, 28 de abril de 2009
A gripe suína e os mercados 1/2
Por Cláudio Gradilone | 27/04/2009 - 14:49
O susto do dia nesta segunda-feira, dia 27 de abril, chama-se gripe suína. Consta que ela já matou 22 pessoas no México, e há rumores não confirmados de vítimas nos Estados Unidos, Canadá e Espanha. Como qualquer susto, a gripe suína leva as pessoas a agir em pânico e a tomar decisões incorretas, o que costuma gerar boas oportunidades de investimento no mercado.
Para entender melhor o que é esse problema, nada como passar a manhã conversando com quem entende do assunto. As conversas renderam o seguinte:
- a gripe suína, como qualquer gripe, é uma doença viral. Ou seja, provocada por um vírus. Isso faz toda a diferença.
- os virus são os microorganismos que mudam mais rapidamente. Enquanto você lê este post, algo que deve levar mais ou menos cinco minutos, já devem ter surgido algumas cepas novas de vírus da gripe. Isso vai continuar enquanto houver vida na Terra.
- por isso os virus são tão difíceis de combater: eles não são muito poderosos, mas são incontáveis. Para ficarmos em uma metáfora militar, pense em um general que pudesse mandar milhões e milhões de soldados para a morte todos os dias, continuamente, sem que o seu estoque de tropas diminuísse. Em algum momento, um desses milhões de soldados encontraria uma brecha nas defesas do corpo e faria um estrago. Por isso pegamos gripe no início do outono, quando a umidade aumenta e as temperaturas baixam. Mais frágeis, nossos organismos exibem mais brechas.
Dito isso, o que a gripe suína tem de novidade? Não muito, infelizmente. Nos últimos cinco anos, duas cepas de gripe, a Sars e a gripe aviária, fizeram estragos na Ásia, e esses estragos se espalharam pelo mundo devido à eficiência das empresas de transporte aéreo (onde não tem Infraero, claro).
Essas doenças surgiram a partir de mutações de virus que atacam galinhas e porcos e que passam a atacar humanos. As irrupções de gripe costumam ocorrer em países pobres e com forte base agrícola, onde animais e pessoas costumam dividir os mesmos ambientes.
Como tudo isso pode afetar os mercados? Leia no post abaixo.
O susto do dia nesta segunda-feira, dia 27 de abril, chama-se gripe suína. Consta que ela já matou 22 pessoas no México, e há rumores não confirmados de vítimas nos Estados Unidos, Canadá e Espanha. Como qualquer susto, a gripe suína leva as pessoas a agir em pânico e a tomar decisões incorretas, o que costuma gerar boas oportunidades de investimento no mercado.
Para entender melhor o que é esse problema, nada como passar a manhã conversando com quem entende do assunto. As conversas renderam o seguinte:
- a gripe suína, como qualquer gripe, é uma doença viral. Ou seja, provocada por um vírus. Isso faz toda a diferença.
- os virus são os microorganismos que mudam mais rapidamente. Enquanto você lê este post, algo que deve levar mais ou menos cinco minutos, já devem ter surgido algumas cepas novas de vírus da gripe. Isso vai continuar enquanto houver vida na Terra.
- por isso os virus são tão difíceis de combater: eles não são muito poderosos, mas são incontáveis. Para ficarmos em uma metáfora militar, pense em um general que pudesse mandar milhões e milhões de soldados para a morte todos os dias, continuamente, sem que o seu estoque de tropas diminuísse. Em algum momento, um desses milhões de soldados encontraria uma brecha nas defesas do corpo e faria um estrago. Por isso pegamos gripe no início do outono, quando a umidade aumenta e as temperaturas baixam. Mais frágeis, nossos organismos exibem mais brechas.
Dito isso, o que a gripe suína tem de novidade? Não muito, infelizmente. Nos últimos cinco anos, duas cepas de gripe, a Sars e a gripe aviária, fizeram estragos na Ásia, e esses estragos se espalharam pelo mundo devido à eficiência das empresas de transporte aéreo (onde não tem Infraero, claro).
Essas doenças surgiram a partir de mutações de virus que atacam galinhas e porcos e que passam a atacar humanos. As irrupções de gripe costumam ocorrer em países pobres e com forte base agrícola, onde animais e pessoas costumam dividir os mesmos ambientes.
Como tudo isso pode afetar os mercados? Leia no post abaixo.
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A gripe suína e os mercados 1/2
VENDA DA KLABIN
Expectativa de venda da Klabin Segall estimula alta de ações
Ações da construtora disparam juntamente com os papéis da Agra e da Abyara, maior interessada na compra
| 27.04.2009 | 15h37
Portal EXAME -
A notícia de que a Klabin Segall foi posta à venda pelos seus controladores fez os papéis da empresa dispararem na Bovespa nesta segunda-feira (27/4). Por volta das 14h50, as ações ordinárias da companhia (KSSA3, com direito a voto) disparavam, com uma alta de 26,11% e preço de 2,27 reais. No mesmo instante, o Ibovespa, principal indicador da bolsa brasileira, caía 2,06%, aos 45.810 pontos. A informação de que a Klabin Segall está à venda foi veiculada pelo jornal Valor Econômico.
A empresa não teria resistido à intensificação da crise econômica e à vultosa dívida de 637 milhões de reais (sendo 461,8 milhões de reais em debêntures). O empresário espanhol Enrique Bañuelos, que vem discutindo a possível aquisição da construtora desde fevereiro, é o mais cotado para fechar o negócio, segundo a reportagem.
Bañuelos ambiciona controlar seis empresas do setor por meio de uma holding, e, a concretização da compra da Klabin Segall contribuiria para a realização de seu plano. Em fevereiro deste ano, o espanhol comprou 70% de participação da Abyara em parceria com a Agra, que detém 30% da companhia.
Os papéis ordinários de ambas as empresas também foram impulsionados pela eventual aquisição da Klabin Segall. Com um crescimento de 17,21%, para 2,52 reais, as ações da Abyara (ABYA3) impulsionavam 666 negociações às 14h50. Enquanto os da Agra (AGIN3) subiam 15,84%, cotados a 2,34 reais, promovendo 888 números de negócios.
Ações da construtora disparam juntamente com os papéis da Agra e da Abyara, maior interessada na compra
| 27.04.2009 | 15h37
Portal EXAME -
A notícia de que a Klabin Segall foi posta à venda pelos seus controladores fez os papéis da empresa dispararem na Bovespa nesta segunda-feira (27/4). Por volta das 14h50, as ações ordinárias da companhia (KSSA3, com direito a voto) disparavam, com uma alta de 26,11% e preço de 2,27 reais. No mesmo instante, o Ibovespa, principal indicador da bolsa brasileira, caía 2,06%, aos 45.810 pontos. A informação de que a Klabin Segall está à venda foi veiculada pelo jornal Valor Econômico.
A empresa não teria resistido à intensificação da crise econômica e à vultosa dívida de 637 milhões de reais (sendo 461,8 milhões de reais em debêntures). O empresário espanhol Enrique Bañuelos, que vem discutindo a possível aquisição da construtora desde fevereiro, é o mais cotado para fechar o negócio, segundo a reportagem.
Bañuelos ambiciona controlar seis empresas do setor por meio de uma holding, e, a concretização da compra da Klabin Segall contribuiria para a realização de seu plano. Em fevereiro deste ano, o espanhol comprou 70% de participação da Abyara em parceria com a Agra, que detém 30% da companhia.
Os papéis ordinários de ambas as empresas também foram impulsionados pela eventual aquisição da Klabin Segall. Com um crescimento de 17,21%, para 2,52 reais, as ações da Abyara (ABYA3) impulsionavam 666 negociações às 14h50. Enquanto os da Agra (AGIN3) subiam 15,84%, cotados a 2,34 reais, promovendo 888 números de negócios.
SADIA NA MIRA
Ações da Sadia disparam com reinício das discussões com Perdigão
Fusão entre companhias de alimentos ainda não é garantida, mas mercado antecipa ganhos
| 27.04.2009 | 12h36
Portal EXAME -
As ações da Sadia estão entre as maiores altas desta segunda-feira devido ao reinício das discussões para fusão com a Perdigão, sua maior concorrente no mercado de alimentos. Às 12h10, os papéis preferenciais da Sadia subiam 9,26%, cotados a 4,13 reais, com um volume de negócio bem superior ao normal.
O comunicado divulgado pela Perdigão, na última sexta-feira, confirmou a viabilidade de uma associação entre ambas, porém ressaltou que nenhum documento legal foi assinado estipulando prazos para o fim das negociações.
A unificação de suas operações já tinha sido proposta pela Sadia em 2006, época que a empresa tinha maior capacidade de caixa. Porém, a Perdigão recusou. Somente no mês de março deste ano que a possível parceria veio à tona novamente, após a Perdigão ter confirmado, em comunicado, discussões com a Sadia.
No mesmo sentido da Sadia, às 11h45, os papéis ordinários da Perdigão ( PRGA3, com direito a voto) estavam em alta de 4,64%, para 32,70 reais, promovendo 1.685 números de negócios.
Segundo o analista da corretora Socopa, Gregório Mancebo Rodrigues, a união entre as empresas é uma alternativa possível que deve gerar importantes ganhos de sinergias.
O relatório ressalta, ainda, que além da parceria, uma possível ajuda do BNDES à Sadia deve resolver as grandes perdas cambiais por que a empresa enfrentou no final do ano passado. A corretora manteve sua preferência pelas ações da Perdigão em sua carteira recomendada.
Em relatório divulgado no início deste mês, a corretora Brascan estimou que o valor de mercado da Sadia e da Perdigão aumentaria cerca de 23% com a fusão das empresas.
A corretora Link, que nos últimos meses costumava recomendar as ações da Perdigão para o setor, mudou seu discurso diante da provável fusão. No relatório de hoje, a Link aconselha os acionistas a ficarem posicionados nos papéis da Sadia (SDIA4), que possuem 80% de tag along e estão com um desconto de quase 23% em relação às ações ordinárias.
No final de março, a corretora Link havia divulgado outro relatório em que analisava os possíveis ganhos para os acionistas da Sadia com o negócio. A Link analisou três cenários: 1) pagamento de 4 reais por ação ordinária (com direito a voto) pela Perdigão, contanto que as famílias controladoras da Sadia permaneçam na administração da nova empresa, 2) pagamento de 6 reais por ação com a troca de comando; 3) pagamento de 8 reais por ação com mudança no controle.
Como tanto as ações ordinárias quanto as preferenciais dão direito a tag along de 80% - o que significa que os acionistas minoritários da Sadia poderão vender seus papéis por 80% do preço pago aos controladores -, a Link acredita que as ações não oferecem potencial de ganho se a Perdigão pagar só 4 reais por ação. Nesse caso, a ação ordinária da Perdigão seria a melhor aposta
Caso o negócio seja fechado por 6 reais, a ação preferencial da Sadia teria de ser recomprada por 4,80 reais - contra os 4,10 reais da cotação atual. Nesse caso, a ação preferencial seria um ótimo negócio.
Já no caso de uma aquisição do controle por 8 reais por ação, tanto as ações preferenciais quanto as ações ordinárias poderiam subir para 6,40 reais - só que o ganho potencial é maior com as preferenciais.
No relatório de março, a Link deixou bem claro que o investimento em ações da Sadia só valerá a pena no curto prazo se a fusão for concluída. Para aqueles que não acreditam no avanço das negociações, o mais prudente seria se posicionar nas ações ordinárias da Perdigão (PRGA3), que tem melhores fundamentos, um caixa mais gordo e uma dívida muito mais fácil de ser administrada.
A Link também calcula que se a aquisição sair por 6 reais a ação, isso seria muito positivo para a Perdigão. O múltiplo pago seria inferior ao da própria Perdigão, de acordo com os valores de mercado das duas companhias, ainda sem contar as benesses decorrentes das sinergias entre as empresas e da saída de um competidor do mercado.
Fusão entre companhias de alimentos ainda não é garantida, mas mercado antecipa ganhos
| 27.04.2009 | 12h36
Portal EXAME -
As ações da Sadia estão entre as maiores altas desta segunda-feira devido ao reinício das discussões para fusão com a Perdigão, sua maior concorrente no mercado de alimentos. Às 12h10, os papéis preferenciais da Sadia subiam 9,26%, cotados a 4,13 reais, com um volume de negócio bem superior ao normal.
O comunicado divulgado pela Perdigão, na última sexta-feira, confirmou a viabilidade de uma associação entre ambas, porém ressaltou que nenhum documento legal foi assinado estipulando prazos para o fim das negociações.
A unificação de suas operações já tinha sido proposta pela Sadia em 2006, época que a empresa tinha maior capacidade de caixa. Porém, a Perdigão recusou. Somente no mês de março deste ano que a possível parceria veio à tona novamente, após a Perdigão ter confirmado, em comunicado, discussões com a Sadia.
No mesmo sentido da Sadia, às 11h45, os papéis ordinários da Perdigão ( PRGA3, com direito a voto) estavam em alta de 4,64%, para 32,70 reais, promovendo 1.685 números de negócios.
Segundo o analista da corretora Socopa, Gregório Mancebo Rodrigues, a união entre as empresas é uma alternativa possível que deve gerar importantes ganhos de sinergias.
O relatório ressalta, ainda, que além da parceria, uma possível ajuda do BNDES à Sadia deve resolver as grandes perdas cambiais por que a empresa enfrentou no final do ano passado. A corretora manteve sua preferência pelas ações da Perdigão em sua carteira recomendada.
Em relatório divulgado no início deste mês, a corretora Brascan estimou que o valor de mercado da Sadia e da Perdigão aumentaria cerca de 23% com a fusão das empresas.
A corretora Link, que nos últimos meses costumava recomendar as ações da Perdigão para o setor, mudou seu discurso diante da provável fusão. No relatório de hoje, a Link aconselha os acionistas a ficarem posicionados nos papéis da Sadia (SDIA4), que possuem 80% de tag along e estão com um desconto de quase 23% em relação às ações ordinárias.
No final de março, a corretora Link havia divulgado outro relatório em que analisava os possíveis ganhos para os acionistas da Sadia com o negócio. A Link analisou três cenários: 1) pagamento de 4 reais por ação ordinária (com direito a voto) pela Perdigão, contanto que as famílias controladoras da Sadia permaneçam na administração da nova empresa, 2) pagamento de 6 reais por ação com a troca de comando; 3) pagamento de 8 reais por ação com mudança no controle.
Como tanto as ações ordinárias quanto as preferenciais dão direito a tag along de 80% - o que significa que os acionistas minoritários da Sadia poderão vender seus papéis por 80% do preço pago aos controladores -, a Link acredita que as ações não oferecem potencial de ganho se a Perdigão pagar só 4 reais por ação. Nesse caso, a ação ordinária da Perdigão seria a melhor aposta
Caso o negócio seja fechado por 6 reais, a ação preferencial da Sadia teria de ser recomprada por 4,80 reais - contra os 4,10 reais da cotação atual. Nesse caso, a ação preferencial seria um ótimo negócio.
Já no caso de uma aquisição do controle por 8 reais por ação, tanto as ações preferenciais quanto as ações ordinárias poderiam subir para 6,40 reais - só que o ganho potencial é maior com as preferenciais.
No relatório de março, a Link deixou bem claro que o investimento em ações da Sadia só valerá a pena no curto prazo se a fusão for concluída. Para aqueles que não acreditam no avanço das negociações, o mais prudente seria se posicionar nas ações ordinárias da Perdigão (PRGA3), que tem melhores fundamentos, um caixa mais gordo e uma dívida muito mais fácil de ser administrada.
A Link também calcula que se a aquisição sair por 6 reais a ação, isso seria muito positivo para a Perdigão. O múltiplo pago seria inferior ao da própria Perdigão, de acordo com os valores de mercado das duas companhias, ainda sem contar as benesses decorrentes das sinergias entre as empresas e da saída de um competidor do mercado.
Produção de minério da Vale cai 37% no 1º trimestre
A produção de minério de ferro da Vale caiu 37% no primeiro trimestre deste ano, na comparação com igual período de 2008, para 46,8 milhões de t, devido à forte queda na demanda global pela matéria-prima do aço, informou a companhia em relatório sobre sua produção divulgado nesta terça-feira.
Na comparação com o quarto trimestre de 2008 a queda foi um pouco menor, de 26%.
"Como produtora de matérias-primas destinadas às indústrias de transformação e construção civil, temos enfrentado redução de demanda sem precedentes derivada da substancial contração da produção industrial global", disse a companhia.
A Vale informou que a produção de pelotas caiu ainda mais no primeiro trimestre, 73,4% na comparação com mesmo período anterior e 70% contra o quarto trimestre de 2008.
A empresa produziu apenas 2,8 milhões de t de pelotas nos primeiros três meses do ano, ante 10,84 milhões de t no primeiro trimestre do ano passado. As vendas externas de minério e de pelotas respondem pela maior parte do faturamento da mineradora.
"A demanda por pelotas tende a ser mais sensível a fatores cíclicos do que a de minério de ferro, dada sua importante contribuição para aumentar a produtividade na produção de aço", explicou a companhia no relatório de 12 páginas, acrescentando que tem observado o início da recuperação na demanda por pelotas por parte do mercado chinês.
Na comparação com o quarto trimestre de 2008 a queda foi um pouco menor, de 26%.
"Como produtora de matérias-primas destinadas às indústrias de transformação e construção civil, temos enfrentado redução de demanda sem precedentes derivada da substancial contração da produção industrial global", disse a companhia.
A Vale informou que a produção de pelotas caiu ainda mais no primeiro trimestre, 73,4% na comparação com mesmo período anterior e 70% contra o quarto trimestre de 2008.
A empresa produziu apenas 2,8 milhões de t de pelotas nos primeiros três meses do ano, ante 10,84 milhões de t no primeiro trimestre do ano passado. As vendas externas de minério e de pelotas respondem pela maior parte do faturamento da mineradora.
"A demanda por pelotas tende a ser mais sensível a fatores cíclicos do que a de minério de ferro, dada sua importante contribuição para aumentar a produtividade na produção de aço", explicou a companhia no relatório de 12 páginas, acrescentando que tem observado o início da recuperação na demanda por pelotas por parte do mercado chinês.
domingo, 26 de abril de 2009
CYRELA
Cyrela compra a outra metade da Goldsztein
Maior incorporadora de imóveis do país, que detinha metade do capital da empresa gaúcha desde 2006, aumenta participação para 100%
| 24.04.2009 | 11h39
Portal EXAME -
Em comunicado divulgado nesta quinta-feira (23/4), a Cyrela informou que se tornará proprietária da Goldsztein Participações, mas não divulgou o valor da aquisição. A maior incorporadora de imóveis do país detinha 50% do capital social da empresa gaúcha desde abril de 2006, quando iniciou uma estratégia de ampliação de mercado. Hoje a construtora está presente em 17 estados.
Com o acordo, o capital social da Cyrela aumentará com a emissão de novas ações a serem entregues aos acionistas da Goldsztein. A atual diretoria da empresa, sediada em Porto Alegre, continuará na gestão dos negócios da Cyrela na região sul.
"A concretização da operação está sujeita à realização de auditoria legal e contábil na Goldsztein Participações S.A. e às aprovações societárias previstas na Lei das Sociedades por Ações", afirma o comunicado.
Às 11h12, os papéis da Cyrela (CYRE3) registravam alta de 3,78%, negociados a 12,64 reais. No mesmo instante o Ibovespa registrava alta de 0,91%, aos 46 217 pontos.
Maior incorporadora de imóveis do país, que detinha metade do capital da empresa gaúcha desde 2006, aumenta participação para 100%
| 24.04.2009 | 11h39
Portal EXAME -
Em comunicado divulgado nesta quinta-feira (23/4), a Cyrela informou que se tornará proprietária da Goldsztein Participações, mas não divulgou o valor da aquisição. A maior incorporadora de imóveis do país detinha 50% do capital social da empresa gaúcha desde abril de 2006, quando iniciou uma estratégia de ampliação de mercado. Hoje a construtora está presente em 17 estados.
Com o acordo, o capital social da Cyrela aumentará com a emissão de novas ações a serem entregues aos acionistas da Goldsztein. A atual diretoria da empresa, sediada em Porto Alegre, continuará na gestão dos negócios da Cyrela na região sul.
"A concretização da operação está sujeita à realização de auditoria legal e contábil na Goldsztein Participações S.A. e às aprovações societárias previstas na Lei das Sociedades por Ações", afirma o comunicado.
Às 11h12, os papéis da Cyrela (CYRE3) registravam alta de 3,78%, negociados a 12,64 reais. No mesmo instante o Ibovespa registrava alta de 0,91%, aos 46 217 pontos.
TAM e DASA
Barclays investe em ações da TAM; Credit Suisse detém 22% da Dasa
Grupo britânico adquiriu 5% das ações preferenciais da companhia aérea; banco suíço aumenta participação de laboratórios
| 24.04.2009 | 13h29
Portal EXAME -
A companhia aérea TAM informou nesta sexta-feira (24/4) ao mercado que o britânico Barclays adquiriu 5,03% das ações preferenciais emitidas da companhia, ou pouco mais de 5 milhões de papéis.
O objetivo das participações societárias é estritamente de investimento. O grupo não pretende alterar o controle acionário ou a estrutura administrativa da TAM.
Em outro comunicado desta sexta, o banco suíço Credit Suisse informou que detém agora o controle 22% das ações da rede de laboratórios Dasa (Diagnósticos da America S.A.).
Desse total, apenas uma parte dos investimentos é detido pelo próprio grupo suíço, que também atua em nome de clientes. Os investidores que têm o Credit Suisse como gestor detêm 10,02% das ações ordinárias emitidas pela rede de laboratórios. Os demais investidores, ligados ao grupo suíço, detém 12,10% das ações ordinárias emitidas pela DASA.
Às 13h os papéis preferenciais da TAM (TAMM4) registravam alta de 0,8%, negociados a 16,23 reais. Já as ações da Dasa (DASA3) valiam 28,55 reais, em alta de 1,6%. No mesmo instante, o Ibovespa registrava alta de 1,82%, aos 46 636 pontos.
Grupo britânico adquiriu 5% das ações preferenciais da companhia aérea; banco suíço aumenta participação de laboratórios
| 24.04.2009 | 13h29
Portal EXAME -
A companhia aérea TAM informou nesta sexta-feira (24/4) ao mercado que o britânico Barclays adquiriu 5,03% das ações preferenciais emitidas da companhia, ou pouco mais de 5 milhões de papéis.
O objetivo das participações societárias é estritamente de investimento. O grupo não pretende alterar o controle acionário ou a estrutura administrativa da TAM.
Em outro comunicado desta sexta, o banco suíço Credit Suisse informou que detém agora o controle 22% das ações da rede de laboratórios Dasa (Diagnósticos da America S.A.).
Desse total, apenas uma parte dos investimentos é detido pelo próprio grupo suíço, que também atua em nome de clientes. Os investidores que têm o Credit Suisse como gestor detêm 10,02% das ações ordinárias emitidas pela rede de laboratórios. Os demais investidores, ligados ao grupo suíço, detém 12,10% das ações ordinárias emitidas pela DASA.
Às 13h os papéis preferenciais da TAM (TAMM4) registravam alta de 0,8%, negociados a 16,23 reais. Já as ações da Dasa (DASA3) valiam 28,55 reais, em alta de 1,6%. No mesmo instante, o Ibovespa registrava alta de 1,82%, aos 46 636 pontos.
Banco do Brasil
Corretora do Santander rebaixa ações do BB
Analistas retiram recomendação de compra e baixam preço-alvo para R$ 16,00
| 24.04.2009 | 15h20
Portal EXAME -
As perspectivas de taxas menores de juros e conseqüente queda de margens do Banco do Brasil fizeram com que a corretora do Santander - que opera separadamente do banco - rebaixasse as ações da instituição financeira.
Em resposta às novas premissas dos analistas, os papéis do banco receberam recomendação underperfom (desempenho abaixo da média do mercado), frente à antiga recomendação de compra. O preço-alvo estabelecido para o fim de 2009 também caiu e passou para 16,00 reais, valor menor do que a cotação do último fechamento de 18,62 reais.
Nesta sessão, as ações (BBAS3) apresentavam alta de 0,85%, negociadas a 18,78 reais às 14h58. O Ibovespa, por sua vez, principal índice de referência da bolsa brasileira, subia 1,60% ao mesmo tempo.
"Prevemos margens menores a partir de taxas de juros mais baixas, menor spread e maior inadimplência no Banco do Brasil devido a políticas potencialmente mais agressivas de crescimento e precificação", afirmou.
A corretora ressaltou que há a expectativa de resultados relativamente fortes no primeiro trimestre, o que pode impulsionar uma alta nas ações do Banco do Brasil nas próximas semanas, juntamente com uma realização de ganhos.
Porém, a equipe recomenda que os investidores tirem vantagem de qualquer recuperação nos preços para reduzir a exposição aos papéis. Em sua visão, os riscos em médio e longo prazo associados às ações do banco compensam o potencial trazido no curto prazo por fatores positivos.
Analistas retiram recomendação de compra e baixam preço-alvo para R$ 16,00
| 24.04.2009 | 15h20
Portal EXAME -
As perspectivas de taxas menores de juros e conseqüente queda de margens do Banco do Brasil fizeram com que a corretora do Santander - que opera separadamente do banco - rebaixasse as ações da instituição financeira.
Em resposta às novas premissas dos analistas, os papéis do banco receberam recomendação underperfom (desempenho abaixo da média do mercado), frente à antiga recomendação de compra. O preço-alvo estabelecido para o fim de 2009 também caiu e passou para 16,00 reais, valor menor do que a cotação do último fechamento de 18,62 reais.
Nesta sessão, as ações (BBAS3) apresentavam alta de 0,85%, negociadas a 18,78 reais às 14h58. O Ibovespa, por sua vez, principal índice de referência da bolsa brasileira, subia 1,60% ao mesmo tempo.
"Prevemos margens menores a partir de taxas de juros mais baixas, menor spread e maior inadimplência no Banco do Brasil devido a políticas potencialmente mais agressivas de crescimento e precificação", afirmou.
A corretora ressaltou que há a expectativa de resultados relativamente fortes no primeiro trimestre, o que pode impulsionar uma alta nas ações do Banco do Brasil nas próximas semanas, juntamente com uma realização de ganhos.
Porém, a equipe recomenda que os investidores tirem vantagem de qualquer recuperação nos preços para reduzir a exposição aos papéis. Em sua visão, os riscos em médio e longo prazo associados às ações do banco compensam o potencial trazido no curto prazo por fatores positivos.
A queda nos preços da CMIG
Cemig lidera queda da Bovespa após anúncio de compra da Terna
Preço pago pela companhia e dúvidas sobre como a aquisição será financiada pesam sobre os papéis da Cemig
Portal EXAME -
O mercado não recebeu bem a aquisição da Terna pela Cemig, fechada na madrugada desta sexta-feira (24/4). Há dúvidas sobre como a companhia mineira vai financiar a compra. Além disso, parte dos analistas avalia que o preço pago pela Terna foi elevado. O descontentamento dos investidores é expresso pela forte queda dos papéis da Cemig neste pregão.
Por volta das 12h45, as ações preferenciais da empresa (CMIG4, sem direito a voto) recuavam 3,70%, cotados a 32,81 reais - a maior queda da sessão. No mesmo instante, o Ibovespa, principal indicador da bolsa brasileira, operava em alta de 1,76%, a 46.608 pontos. Já as units da Terna Participações (TRNA11, composta por duas ações preferenciais e uma ordinária), que serviram de base para o negócio, disparavam 16,80%, cotadas a 36,85 reais.
O valor oferecido pela Cemig aos italianos da Terna SPA, atuais controladores da transmissora de energia brasileira, é de 40,29 reais por unit. Isso equivale a um prêmio de 27,7% sobre os 31,55 reais com que os papéis fecharam a quinta-feira (23/4).
O preço que a Cemig pagará foi considerado alto por alguns analistas. Em relatório reproduzido pela agência de notícias Bloomberg, a corretora Raymond James & Associates declara apoiar a transação, mas afirma que sua primeira impressão é de que o valor da compra foi muito elevado. A Cemig pagará à italiana Terna SPA, atual controladora da companhia, 2,330 bilhões de reais por 65,86% do capital total.
Preço pago pela companhia e dúvidas sobre como a aquisição será financiada pesam sobre os papéis da Cemig
Portal EXAME -
O mercado não recebeu bem a aquisição da Terna pela Cemig, fechada na madrugada desta sexta-feira (24/4). Há dúvidas sobre como a companhia mineira vai financiar a compra. Além disso, parte dos analistas avalia que o preço pago pela Terna foi elevado. O descontentamento dos investidores é expresso pela forte queda dos papéis da Cemig neste pregão.
Por volta das 12h45, as ações preferenciais da empresa (CMIG4, sem direito a voto) recuavam 3,70%, cotados a 32,81 reais - a maior queda da sessão. No mesmo instante, o Ibovespa, principal indicador da bolsa brasileira, operava em alta de 1,76%, a 46.608 pontos. Já as units da Terna Participações (TRNA11, composta por duas ações preferenciais e uma ordinária), que serviram de base para o negócio, disparavam 16,80%, cotadas a 36,85 reais.
O valor oferecido pela Cemig aos italianos da Terna SPA, atuais controladores da transmissora de energia brasileira, é de 40,29 reais por unit. Isso equivale a um prêmio de 27,7% sobre os 31,55 reais com que os papéis fecharam a quinta-feira (23/4).
O preço que a Cemig pagará foi considerado alto por alguns analistas. Em relatório reproduzido pela agência de notícias Bloomberg, a corretora Raymond James & Associates declara apoiar a transação, mas afirma que sua primeira impressão é de que o valor da compra foi muito elevado. A Cemig pagará à italiana Terna SPA, atual controladora da companhia, 2,330 bilhões de reais por 65,86% do capital total.
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A queda nos preços da CMIG
sexta-feira, 24 de abril de 2009
Produção da Petrobras no Brasil bate novo recorde em março
A produção média de petróleo da Petrobras no Brasil atingiu novo recorde em março, em 1,992 milhão de barris por dia, informou a estatal nesta sexta-feira em comunicado.
A produção no mês passado superou em 52 mil barris por dia a marca histórica anterior registrada em fevereiro, de 1,940 milhão de barris.
De acordo com a empresa, a diferença deve-se à entrada em produção de novos poços ligados às plataformas FPSO-Cidade de Niterói e P-53, em Marlim Leste, e P-54 em Roncador.
O novo recorde foi registrado apesar de uma greve de petroleiros de cinco dias em março.
A produção no mês passado superou em 52 mil barris por dia a marca histórica anterior registrada em fevereiro, de 1,940 milhão de barris.
De acordo com a empresa, a diferença deve-se à entrada em produção de novos poços ligados às plataformas FPSO-Cidade de Niterói e P-53, em Marlim Leste, e P-54 em Roncador.
O novo recorde foi registrado apesar de uma greve de petroleiros de cinco dias em março.
Cemig compra holding de energia Terna por R$ 2,33 bilhões
A companhia de energia de Minas Gerais anunciou na madrugada desta sexta-feira a compra da holding de transmissão de eletricidade Terna por R$ 2,33 bilhões.
A companhia mineira comprará 173.527.113 ações ordinárias representando aproximadamente 85,27% do capital votante e cerca de 65,86% do capital total da Terna Participações.
O preço da compra da Terna, que atua em 11 Estados do País, corresponde a R$ 40,29 por unit da companhia - cada unit é formada por uma ação ordinária e duas ações preferenciais. O valor corresponde a ágio de 27,7% sobre o fechamento das units da Terna na quinta-feira.
A companhia comprada pela Cemig é controlada pela italiana Terna SpA.
A Terna Participações detém a Transmissora Sudeste Nordeste; Novatrans Energia; Empresa de Transmissão de Energia do Oeste; Empresa de Transmissão do Alto Uruguai; Brasnorte Transmissora de Energia e Terna Serviços, que juntas possuem mais de 3.330 km de linhas de transmissão construídas e 386 km de linhas em construção.
Com a operação, a Cemig amplia sua rede de transmissão de energia para 9.508 km, crescimento de 65%. Além disso, a companhia aumentará participação no setor de transmissão brasileiro dos atuais 5,4% para 12,6%.
O fechamento da aquisição e o pagamento estão previstos para 30 de setembro, informou a Cemig em comunicado
A companhia mineira comprará 173.527.113 ações ordinárias representando aproximadamente 85,27% do capital votante e cerca de 65,86% do capital total da Terna Participações.
O preço da compra da Terna, que atua em 11 Estados do País, corresponde a R$ 40,29 por unit da companhia - cada unit é formada por uma ação ordinária e duas ações preferenciais. O valor corresponde a ágio de 27,7% sobre o fechamento das units da Terna na quinta-feira.
A companhia comprada pela Cemig é controlada pela italiana Terna SpA.
A Terna Participações detém a Transmissora Sudeste Nordeste; Novatrans Energia; Empresa de Transmissão de Energia do Oeste; Empresa de Transmissão do Alto Uruguai; Brasnorte Transmissora de Energia e Terna Serviços, que juntas possuem mais de 3.330 km de linhas de transmissão construídas e 386 km de linhas em construção.
Com a operação, a Cemig amplia sua rede de transmissão de energia para 9.508 km, crescimento de 65%. Além disso, a companhia aumentará participação no setor de transmissão brasileiro dos atuais 5,4% para 12,6%.
O fechamento da aquisição e o pagamento estão previstos para 30 de setembro, informou a Cemig em comunicado
quinta-feira, 23 de abril de 2009
Aracruz + Votorantim
Comissão da UE aprova controle da Aracruz pela Votorantim
Por 21 de Abril de 2009 | 10:09
BRUXELAS (Reuters) - O conglomerado brasileiro Votorantim ganhou a aprovação das instâncias reguladoras da União Europeia, na terça-feira, para assumir sozinho o controle da empresa de papel e celulose Aracruz Celulose.
Braço executivo da União Europeia, com 27 países, a Comissão Europeia disse em comunicado que o acordo não vai prejudicar a concorrência, já que a entidade resultante da fusão não vai restringir o acesso à celulose, em função da presença restrita da Votorantim nesse mercado.
A Aracruz Celulose hoje é controlada conjuntamente pela Arapar, Arainvest e Votorantim, que também possui ativos em cimento e concreto, mineração e metalurgia, suco de laranja concentrado e substâncias químicas.
Através de sua afiliada VCP, a Votorantim anunciou no ano passado ter assinado um acordo para comprar a participação acionária de 28 por cento da Aracruz que estava nas mãos da Arapar S.A., uma holding do grupo Lorentzen.
Como parte do acordo com os acionistas da Aracruz, a VCP também terá que oferecer-se a comprar a participação de 28 por cento pertencente à Arainvest Participações, a holding dos irmãos Joseph e Moise Safra.
Se a Arainvest aceitar a oferta, a VCP disse que planeja trocar suas ações por ações da Aracruz.
(Reportagem de Bate Felix)
Por 21 de Abril de 2009 | 10:09
BRUXELAS (Reuters) - O conglomerado brasileiro Votorantim ganhou a aprovação das instâncias reguladoras da União Europeia, na terça-feira, para assumir sozinho o controle da empresa de papel e celulose Aracruz Celulose.
Braço executivo da União Europeia, com 27 países, a Comissão Europeia disse em comunicado que o acordo não vai prejudicar a concorrência, já que a entidade resultante da fusão não vai restringir o acesso à celulose, em função da presença restrita da Votorantim nesse mercado.
A Aracruz Celulose hoje é controlada conjuntamente pela Arapar, Arainvest e Votorantim, que também possui ativos em cimento e concreto, mineração e metalurgia, suco de laranja concentrado e substâncias químicas.
Através de sua afiliada VCP, a Votorantim anunciou no ano passado ter assinado um acordo para comprar a participação acionária de 28 por cento da Aracruz que estava nas mãos da Arapar S.A., uma holding do grupo Lorentzen.
Como parte do acordo com os acionistas da Aracruz, a VCP também terá que oferecer-se a comprar a participação de 28 por cento pertencente à Arainvest Participações, a holding dos irmãos Joseph e Moise Safra.
Se a Arainvest aceitar a oferta, a VCP disse que planeja trocar suas ações por ações da Aracruz.
(Reportagem de Bate Felix)
Para Link, o pior já passou para o setor siderúrgico
Demanda no Brasil deve crescer a partir de abril; produção de aço na China e no Oriente Médio cresce em março
| 22.04.2009 | 17h9
Portal EXAME -
A produção de aço continua apresentando fortes declínios anuais, mas na comparação mensal já sinaliza certa melhora em alguns países. A estagnação se manteve presente na maior parte do globo, mas China e Oriente Médio trouxeram um crescimento na produção, sinalizando que o pior pode ter ficado para trás.
Conforme ressaltou a Link Investimentos, a produção chinesa cresceu 11,6% no último mês e atingiu uma estabilidade em relação ao ano anterior. A Cisa (China Iron & Steel Association), porém, ainda aposta em baixa de 8% na produção em 2009, o que, segundo a corretora, é uma estimativa muito pessimista.
O ritmo do setor siderúrgico chinês já voltou aos níveis usuais observados antes das Olimpíadas. "Boa notícia par ao mercado de minério de ferro, já que o gigante setor siderúrgico chinês parece estar se recuperando da crise", explicou.
| 22.04.2009 | 17h9
Portal EXAME -
A produção de aço continua apresentando fortes declínios anuais, mas na comparação mensal já sinaliza certa melhora em alguns países. A estagnação se manteve presente na maior parte do globo, mas China e Oriente Médio trouxeram um crescimento na produção, sinalizando que o pior pode ter ficado para trás.
Conforme ressaltou a Link Investimentos, a produção chinesa cresceu 11,6% no último mês e atingiu uma estabilidade em relação ao ano anterior. A Cisa (China Iron & Steel Association), porém, ainda aposta em baixa de 8% na produção em 2009, o que, segundo a corretora, é uma estimativa muito pessimista.
O ritmo do setor siderúrgico chinês já voltou aos níveis usuais observados antes das Olimpíadas. "Boa notícia par ao mercado de minério de ferro, já que o gigante setor siderúrgico chinês parece estar se recuperando da crise", explicou.
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quarta-feira, 22 de abril de 2009
Petrobrás: Liminar suspende dividendos
Rio de Janeiro, 22 de abril de 2009 – PETRÓLEO BRASILEIRO S/A - PETROBRAS, [Bovespa: PETR3/PETR4, NYSE: PBR/PBRA, Latibex: XPBR/XPBRA, BCBA: APBR/APBRA], uma companhia brasileira de energia com atuação internacional, comunica que o Juízo da 16ª Vara Federal do Rio de Janeiro, nos autos da Ação Popular nº 00.0245122-0, movida por Walter do Amaral, determinou que a Petrobras se abstenha de efetuar o pagamento da primeira parcela de dividendos que seria realizada em 24 de abril de 2009.
Em face da decisão acima, comunicamos que o pagamento de dividendos, deliberado na Assembléia Geral Ordinária realizada em 08/04/2009, previsto para ocorrer a partir de 24 de abril de 2009, no montante total de R$ 3.334.149.161,20 (três bilhões, trezentos e trinta e quatro milhões, cento e quarenta e nove mil, cento e sessenta e um reais e vinte centavos), está suspenso.
A Companhia está tomando as medidas cabíveis para reverter à situação sendo que, tão logo permitido pelo Juízo, divulgará a nova data para o pagamento dos referidos dividendos conforme deliberado.
Almir Guilherme Barbassa
Diretor Financeiro e de Relações com Investidores
Petróleo Brasileiro S.A. – Petrobras
Em face da decisão acima, comunicamos que o pagamento de dividendos, deliberado na Assembléia Geral Ordinária realizada em 08/04/2009, previsto para ocorrer a partir de 24 de abril de 2009, no montante total de R$ 3.334.149.161,20 (três bilhões, trezentos e trinta e quatro milhões, cento e quarenta e nove mil, cento e sessenta e um reais e vinte centavos), está suspenso.
A Companhia está tomando as medidas cabíveis para reverter à situação sendo que, tão logo permitido pelo Juízo, divulgará a nova data para o pagamento dos referidos dividendos conforme deliberado.
Almir Guilherme Barbassa
Diretor Financeiro e de Relações com Investidores
Petróleo Brasileiro S.A. – Petrobras
Rali dos mercados deve ter uma pausa, diz Barclays
Rali dos mercados deve ter uma pausa, diz Barclays
Momento exige seletividade dos investidores; melhora na economia é sentida, guiada pela China
| 20.04.2009 | 10h14
Portal EXAME -
O bom desempenho dos principais mercados globais das últimas semanas instaurou uma ponta de otimismo em investidores pelo mundo. No Brasil, o Ibovespa, principal indicador do pregão, acumulou alta de 9,06% entre os dias 1º e 17 de abril, passando de 41.976 para 45.778 pontos. Para o banco britânico Barclays, porém, o rali recentemente observado deve desacelerar e a tendência de alta nos mercados deve sofrer uma pausa, pedindo certa seletividade por parte dos investidores.
"O que vem agora? Para reiterar o óbvio, a recuperação está destinada a ser lenta e irregular. Acreditamos nisso, enquanto técnicos continuam a apoiar amplamente", afirma relatório do banco.
Apesar de ser uma visão pouco positiva sobre os índices, uma boa perspectiva sobre a economia mundial continua inspirando aumentos nas projeções dos analistas.
China guia recuperação
A nova aposta do Barclays é que a economia americana encolha 2,6% em 2009, um número não tão otimista, mas mais saudável que os 2,9% antes esperados, após estatísticas sobre o consumo e evidências de desaceleração no declínio.
As estimativas para o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) da China neste ano também foram revisadas para cima, após serem rebaixadas ao longo dos seis últimos meses. Os números atuais apontam para um avanço de 7,2% para o valor, um ritmo mais acelerado que os 6,7% antes previstos.
A mudança veio em resposta à notícia de que a economia do país cresceu 6,1% no primeiro trimestre, em comparação com o mesmo período do ano anterior, ficando acima das expectativas de 5,8%. Para os analistas, os dados mostram que os mercados emergentes asiáticos reencontraram um chão.
"A recuperação foi impulsionada por gastos em investimentos, que por sua vez estão baseados no aumento de gastos do governo e no facilitamento das condições de crédito", explica. Com isso, a China parece estar guiando o caminho da volta ao crescimento.
Melhora chega ao Brasil
Assim como o Brasil se viu contaminado pela crise internacional, notícias positivas sobre sua economia voltam a surgir, conforme a tendência mundial. "As últimas estatísticas fazem crescer esperanças de estabilidade, ao menos no Brasil", afirma o Barclays.
Segundo seus analistas, o início do ano ainda apresenta sinais de ser mais enfraquecido do que suas perspectivas já pessimistas, mas o segundo trimestre deve ser melhor. Até mesmo o governo já anunciou mudanças em seu alvo fiscal, de acordo com o atual cenário.
Por aqui, os números positivos ficam por conta da indústria manufatureira e das vendas no varejo, que estão apresentando sucessivas melhoras. Além disso, houve criação de aproximadamente 35 000 empregos formais em março, encerrando a série de perda de postos de trabalho.
"Parte da melhora brasileira é estabilização natural após a queda livre do quarto trimestre de 2008, mas também resultado de políticas de apoio à indústria automobilística e a política monetária em geral", explica.
Contudo, o Barclays chama a atenção para o fato de que a incipiente estabilização coloca em risco a atual política monetária brasileira. Com isso, crescem as expectativas em relação à próxima reunião do Copom, marcada para 28 e 29 de abril, que define a taxa básica de juros.
Momento exige seletividade dos investidores; melhora na economia é sentida, guiada pela China
| 20.04.2009 | 10h14
Portal EXAME -
O bom desempenho dos principais mercados globais das últimas semanas instaurou uma ponta de otimismo em investidores pelo mundo. No Brasil, o Ibovespa, principal indicador do pregão, acumulou alta de 9,06% entre os dias 1º e 17 de abril, passando de 41.976 para 45.778 pontos. Para o banco britânico Barclays, porém, o rali recentemente observado deve desacelerar e a tendência de alta nos mercados deve sofrer uma pausa, pedindo certa seletividade por parte dos investidores.
"O que vem agora? Para reiterar o óbvio, a recuperação está destinada a ser lenta e irregular. Acreditamos nisso, enquanto técnicos continuam a apoiar amplamente", afirma relatório do banco.
Apesar de ser uma visão pouco positiva sobre os índices, uma boa perspectiva sobre a economia mundial continua inspirando aumentos nas projeções dos analistas.
China guia recuperação
A nova aposta do Barclays é que a economia americana encolha 2,6% em 2009, um número não tão otimista, mas mais saudável que os 2,9% antes esperados, após estatísticas sobre o consumo e evidências de desaceleração no declínio.
As estimativas para o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) da China neste ano também foram revisadas para cima, após serem rebaixadas ao longo dos seis últimos meses. Os números atuais apontam para um avanço de 7,2% para o valor, um ritmo mais acelerado que os 6,7% antes previstos.
A mudança veio em resposta à notícia de que a economia do país cresceu 6,1% no primeiro trimestre, em comparação com o mesmo período do ano anterior, ficando acima das expectativas de 5,8%. Para os analistas, os dados mostram que os mercados emergentes asiáticos reencontraram um chão.
"A recuperação foi impulsionada por gastos em investimentos, que por sua vez estão baseados no aumento de gastos do governo e no facilitamento das condições de crédito", explica. Com isso, a China parece estar guiando o caminho da volta ao crescimento.
Melhora chega ao Brasil
Assim como o Brasil se viu contaminado pela crise internacional, notícias positivas sobre sua economia voltam a surgir, conforme a tendência mundial. "As últimas estatísticas fazem crescer esperanças de estabilidade, ao menos no Brasil", afirma o Barclays.
Segundo seus analistas, o início do ano ainda apresenta sinais de ser mais enfraquecido do que suas perspectivas já pessimistas, mas o segundo trimestre deve ser melhor. Até mesmo o governo já anunciou mudanças em seu alvo fiscal, de acordo com o atual cenário.
Por aqui, os números positivos ficam por conta da indústria manufatureira e das vendas no varejo, que estão apresentando sucessivas melhoras. Além disso, houve criação de aproximadamente 35 000 empregos formais em março, encerrando a série de perda de postos de trabalho.
"Parte da melhora brasileira é estabilização natural após a queda livre do quarto trimestre de 2008, mas também resultado de políticas de apoio à indústria automobilística e a política monetária em geral", explica.
Contudo, o Barclays chama a atenção para o fato de que a incipiente estabilização coloca em risco a atual política monetária brasileira. Com isso, crescem as expectativas em relação à próxima reunião do Copom, marcada para 28 e 29 de abril, que define a taxa básica de juros.
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domingo, 19 de abril de 2009
Está ficando (quase) barato
A crise chegou ao mercado de casas de veraneio de luxo - em alguns casos, o preço médio dos imóveis caiu 50% em menos de um ano
Fan Travelstock/Alamy Rodeada por montanhas, a pequena vila turística tem aproximadamente 700 habitantes | 16.04.2009 | 00h01
Revista EXAME -
A bolha imobiliária que deu origem à crise financeira que assola o mundo tem, como se sabe, diferentes faces. A mais famosa foi, sem dúvida, sua versão subprime - o financiamento a consumidores de histórico duvidoso, que acabaram por dar calotes em série em suas hipotecas. Existiu, porém, uma face muito mais glamourosa dessa bolha. Nos últimos anos, houve uma valorização impressionante no preço de casas nos mais badalados pontos de veraneio do mundo. Mas a crise, que começou
no subprime, acabou em lugares como Mallorca (na Espanha), Caribe e sul da França. De acordo com corretores de grandes imobiliárias especializadas no mercado de luxo, casas de veraneio em todo o mundo estão, em média, 30% mais baratas que há um ano. Em regiões onde a bolha foi ainda mais exagerada, como em Dubai, nos Emirados Árabes, os preços caíram 50%. "No ano passado, havia pouca oferta de imóveis. Hoje, há uma seleção muito melhor disponível no mercado, então está mais fácil negociar os preços", diz Lucy Russel, diretora da Quintessentially Estates, companhia inglesa que vende casas de luxo em todo o mundo.
O que está por trás dos generosos descontos é a necessidade de capitalização de investidores. Com a economia mundial em recessão e a falta de crédito, americanos, ingleses e franceses estão vendendo suas casas de veraneio para quitar empréstimos imobiliários nos bancos ou cobrir eventuais perdas na bolsa. A exemplo do que ocorreu nos Estados Unidos, houve uma onda de valorização de imóveis em países como Espanha e França, de até 300%, entre 2000 e 2008. O caso mais notável envolveu os consumidores ingleses. A libra esterlina teve valorização de 12% de 2004 a 2008, o que ocasionou uma invasão inglesa nos balneários portugueses e espanhóis. Com a queda da libra (de 25% desde o início da crise) e a desvalorização das bolsas, o fenômeno sofreu uma reversão completa. Cidades como Banyalbufar, na ilha de Mallorca, estão entre as regiões afetadas pela debandada dos estrangeiros. Uma casa de quatro quartos, avaliada em 2008 por 2,8 milhões de euros, pode ser adquirida hoje por 2,3 milhões de euros.
O Brasil passou nos últimos anos por um movimento semelhante, embora de proporções menores. O Nordeste do país entrou no radar de turistas europeus, dispostos a aproveitar os preços relativamente baixos das casas de veraneio e impulsionados pelo surgimento de voos diretos entre as principais capitais europeias e a região. Até o ano passado, pelo menos um em cada três imóveis lançados nas principais cidades do Nordeste era comprado por um investidor estrangeiro. Nos últimos meses, porém, esses compradores sumiram da região. De acordo com a imobiliária Josinha Pacheco, a maior do Nordeste, hoje apenas 10% dos imóveis lançados acabam nas mãos dos europeus. O surpreendente, no entanto, é que a queda na demanda ainda não se refletiu nos preços.
Fan Travelstock/Alamy Rodeada por montanhas, a pequena vila turística tem aproximadamente 700 habitantes | 16.04.2009 | 00h01
Revista EXAME -
A bolha imobiliária que deu origem à crise financeira que assola o mundo tem, como se sabe, diferentes faces. A mais famosa foi, sem dúvida, sua versão subprime - o financiamento a consumidores de histórico duvidoso, que acabaram por dar calotes em série em suas hipotecas. Existiu, porém, uma face muito mais glamourosa dessa bolha. Nos últimos anos, houve uma valorização impressionante no preço de casas nos mais badalados pontos de veraneio do mundo. Mas a crise, que começou
no subprime, acabou em lugares como Mallorca (na Espanha), Caribe e sul da França. De acordo com corretores de grandes imobiliárias especializadas no mercado de luxo, casas de veraneio em todo o mundo estão, em média, 30% mais baratas que há um ano. Em regiões onde a bolha foi ainda mais exagerada, como em Dubai, nos Emirados Árabes, os preços caíram 50%. "No ano passado, havia pouca oferta de imóveis. Hoje, há uma seleção muito melhor disponível no mercado, então está mais fácil negociar os preços", diz Lucy Russel, diretora da Quintessentially Estates, companhia inglesa que vende casas de luxo em todo o mundo.
O que está por trás dos generosos descontos é a necessidade de capitalização de investidores. Com a economia mundial em recessão e a falta de crédito, americanos, ingleses e franceses estão vendendo suas casas de veraneio para quitar empréstimos imobiliários nos bancos ou cobrir eventuais perdas na bolsa. A exemplo do que ocorreu nos Estados Unidos, houve uma onda de valorização de imóveis em países como Espanha e França, de até 300%, entre 2000 e 2008. O caso mais notável envolveu os consumidores ingleses. A libra esterlina teve valorização de 12% de 2004 a 2008, o que ocasionou uma invasão inglesa nos balneários portugueses e espanhóis. Com a queda da libra (de 25% desde o início da crise) e a desvalorização das bolsas, o fenômeno sofreu uma reversão completa. Cidades como Banyalbufar, na ilha de Mallorca, estão entre as regiões afetadas pela debandada dos estrangeiros. Uma casa de quatro quartos, avaliada em 2008 por 2,8 milhões de euros, pode ser adquirida hoje por 2,3 milhões de euros.
O Brasil passou nos últimos anos por um movimento semelhante, embora de proporções menores. O Nordeste do país entrou no radar de turistas europeus, dispostos a aproveitar os preços relativamente baixos das casas de veraneio e impulsionados pelo surgimento de voos diretos entre as principais capitais europeias e a região. Até o ano passado, pelo menos um em cada três imóveis lançados nas principais cidades do Nordeste era comprado por um investidor estrangeiro. Nos últimos meses, porém, esses compradores sumiram da região. De acordo com a imobiliária Josinha Pacheco, a maior do Nordeste, hoje apenas 10% dos imóveis lançados acabam nas mãos dos europeus. O surpreendente, no entanto, é que a queda na demanda ainda não se refletiu nos preços.
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Camargo Corrêa vê grande potencial na Usiminas
Grupo aproveita decisão da Vale de deixar a siderúrgica para aumentar sua participação na companhia
Por Francine De Lorenzo | 17.04.2009 | 17h12
Portal EXAME -
A decisão da Vale de abrir mão de sua participação na Usiminas foi vista como uma grande oportunidade para os demais acionistas controladores da companhia. A Camargo Corrêa fez questão de exercer seu direito de preferência na compra das ações, apostando num futuro promissor para a siderúrgica. "Vemos um forte potencial de crescimento na Usiminas", afirma Francisco Caprino Neto, presidente da Divisão de Concessões do Grupo Camargo Corrêa.
Segundo o executivo, a Usiminas reúne uma série de fatores que lhe confere perspectiva de bons resultados. Dentre eles estão a qualidade de gestão e a de produtos.
Enquanto a recuperação do mercado não vem, Caprino Neto afirma que a empresa está bem preparada para enfrentar a crise, apresentando uma sólida estrutura financeira. "Além disso, a Usiminas conta com tecnologia de última geração, que lhe permite aproveitar oportunidades e se adaptar rapidamente às mudanças de cenário", afirma.
Pelas ações que pertenciam à Vale, a Camargo Corrêa e os demais acionistas controladores (Nippon, Mitsubishi Corporation e Grupo Votorantim) aceitaram pagar um prêmio de 32,8% sobre o fechamento dos papéis na Bovespa nesta quinta-feira (16/4). Foram adquiridas 14.869.368 ações ordinárias, correspondentes a 5,89% das ações ordinárias e 2,93% do capital total da Usiminas, por 40 reais cada.
Por Francine De Lorenzo | 17.04.2009 | 17h12
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A decisão da Vale de abrir mão de sua participação na Usiminas foi vista como uma grande oportunidade para os demais acionistas controladores da companhia. A Camargo Corrêa fez questão de exercer seu direito de preferência na compra das ações, apostando num futuro promissor para a siderúrgica. "Vemos um forte potencial de crescimento na Usiminas", afirma Francisco Caprino Neto, presidente da Divisão de Concessões do Grupo Camargo Corrêa.
Segundo o executivo, a Usiminas reúne uma série de fatores que lhe confere perspectiva de bons resultados. Dentre eles estão a qualidade de gestão e a de produtos.
Enquanto a recuperação do mercado não vem, Caprino Neto afirma que a empresa está bem preparada para enfrentar a crise, apresentando uma sólida estrutura financeira. "Além disso, a Usiminas conta com tecnologia de última geração, que lhe permite aproveitar oportunidades e se adaptar rapidamente às mudanças de cenário", afirma.
Pelas ações que pertenciam à Vale, a Camargo Corrêa e os demais acionistas controladores (Nippon, Mitsubishi Corporation e Grupo Votorantim) aceitaram pagar um prêmio de 32,8% sobre o fechamento dos papéis na Bovespa nesta quinta-feira (16/4). Foram adquiridas 14.869.368 ações ordinárias, correspondentes a 5,89% das ações ordinárias e 2,93% do capital total da Usiminas, por 40 reais cada.
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quinta-feira, 16 de abril de 2009
Vale vende participação na Usiminas
Rio de Janeiro, 16 de abril de 2009 - A Companhia Vale do Rio Doce (Vale) informa que concluiu a venda da totalidade de suas 14.869.368 ações ordinárias emitidas pelas Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais S/A - Usiminas (Usiminas) e vinculadas ao acordo de acionistas vigente da Usiminas, correspondente a 5,89% das ações ordinárias e 2,93% do capital total da Usiminas, para um grupo de atuais acionistas da Usiminas (Camargo Corrêa, Mitsubishi Corporation, Nippon e Votorantim). O preço foi R$ 40,00 por ação ordinária da Usiminas e a transação totalizou R$ 594,7 milhões.
Consequentemente, a Vale não detém mais participação no capital da Usiminas, e portanto não mais pertence ao seu grupo de controle.
Consequentemente, a Vale não detém mais participação no capital da Usiminas, e portanto não mais pertence ao seu grupo de controle.
Aracruz vai hipotecar unidade para garantir empréstimo
Por 15 de Abril de 2009 | 10:39
O conselho de administração da Aracruz autorizou, em reunião realizada ontem, a diretoria da empresa de celulose a hipotecar em favor do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) sua unidade industrial de Guaíba (RS), incluindo terrenos, benfeitorias e edificações. Em 15 de setembro de 2008, o conjunto era avaliado em R$ 889,158 milhões.
A intenção da empresa é garantir, mediante hipoteca de primeiro grau, o contrato de financiamento firmado em 13 de junho de 2001 e seus aditamentos posteriores. A garantia autorizada substituirá hipoteca em 5º grau, também em favor do BNDES. A medida também garante, mediante hipoteca de segundo grau, o contrato de financiamento firmado em 28 de novembro de 2006 e seus aditamentos posteriores. A garantia substituirá obrigação especial de manutenção dos índices econômicos e financeiros do contrato.
O conselho de administração da Aracruz autorizou, em reunião realizada ontem, a diretoria da empresa de celulose a hipotecar em favor do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) sua unidade industrial de Guaíba (RS), incluindo terrenos, benfeitorias e edificações. Em 15 de setembro de 2008, o conjunto era avaliado em R$ 889,158 milhões.
A intenção da empresa é garantir, mediante hipoteca de primeiro grau, o contrato de financiamento firmado em 13 de junho de 2001 e seus aditamentos posteriores. A garantia autorizada substituirá hipoteca em 5º grau, também em favor do BNDES. A medida também garante, mediante hipoteca de segundo grau, o contrato de financiamento firmado em 28 de novembro de 2006 e seus aditamentos posteriores. A garantia substituirá obrigação especial de manutenção dos índices econômicos e financeiros do contrato.
Ações da Petrobras caem com rumor de barateamento do diesel
Governo poderia reduzir o lucro da estatal na venda do diesel para garantir uma queda no preço do combustível
| 15.04.2009 | 13h34
Portal EXAME -
As ações da Petrobras enfrentam uma baixa significativa nesta quarta-feira, após a divulgação da notícia de que o governo deve reduzir o preço do óleo diesel para combater os efeitos da crise sobre o setor de transportes.
Às 12h45, os papéis ordinários da empresa (PETR3) apresentavam queda de 2,41%, cotados a R$ 37,65. As ações preferenciais (PETR4), por sua vez, caíam 2,03%, cotadas a R$ 29,88.
A queda contraria o movimento no preço internacional do petróleo, que às 13h (horário de Brasília) subia mais de 1% na Bolsa Mercantil de Nova York.
Os caminhoneiros reivindicam um corte de 30% no preço do combustível e alegam que de 40% a 50% do valor do frete corresponde ao gasto com óleo diesel. O barateamento poderia ajudar os trabalhadores do setor a sobreviver à crise, num momento em que 80% dos motoristas que compraram caminhão novo ou refinanciaram a dívida que já possuíam encontram-se inadimplentes, segundo entidades do setor.
Peso sobre a Petrobras
De acordo com O Estado de S. Paulo, a discussão sobre o preço do diesel também teria sido tema de uma conversa entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, na noite de segunda-feira.
| 15.04.2009 | 13h34
Portal EXAME -
As ações da Petrobras enfrentam uma baixa significativa nesta quarta-feira, após a divulgação da notícia de que o governo deve reduzir o preço do óleo diesel para combater os efeitos da crise sobre o setor de transportes.
Às 12h45, os papéis ordinários da empresa (PETR3) apresentavam queda de 2,41%, cotados a R$ 37,65. As ações preferenciais (PETR4), por sua vez, caíam 2,03%, cotadas a R$ 29,88.
A queda contraria o movimento no preço internacional do petróleo, que às 13h (horário de Brasília) subia mais de 1% na Bolsa Mercantil de Nova York.
Os caminhoneiros reivindicam um corte de 30% no preço do combustível e alegam que de 40% a 50% do valor do frete corresponde ao gasto com óleo diesel. O barateamento poderia ajudar os trabalhadores do setor a sobreviver à crise, num momento em que 80% dos motoristas que compraram caminhão novo ou refinanciaram a dívida que já possuíam encontram-se inadimplentes, segundo entidades do setor.
Peso sobre a Petrobras
De acordo com O Estado de S. Paulo, a discussão sobre o preço do diesel também teria sido tema de uma conversa entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, na noite de segunda-feira.
quarta-feira, 15 de abril de 2009
Dubal será parceira da Vale em produção de alumínio
Por 14 de Abril de 2009 | 12:39
Vale informou hoje em comunicado ter celebrado contrato de compra e venda de ações com a Dubai Aluminium Company Limited (Dubal), uma das maiores produtoras de alumínio do mundo. De acordo com o informe da empresa brasileira, a Dubal opera uma das maiores unidades produtoras de alumínio (smelters) do mundo. Por meio do contrato, a Dubal se tornará parceira na subsidiária da Vale, a Companhia de Alumina do Pará (CAP).
A transação está sujeita ao cumprimento de certas condições, informou a companhia brasileira. Em consequência do contrato, a Vale irá deter 61% do capital total da CAP; já a Hydro Aluminium (Hydro), que é produtora mundial de alumínio e produtos derivados, deterá 20% da CAP; e a Dubal terá 19% da CAP.
A Vale lembrou, em seu comunicado, que a CAP será responsável pela implantação e operação de uma refinaria de alumina, localizada em Barcarena (PA), localizando-se a cinco quilômetros da refinaria da subsidiária Alunorte. De acordo com informações fornecidas pela empresa brasileira, a capacidade inicial de produção da refinaria será de 1,86 milhão de toneladas métricas anuais de alumina, através de duas linhas, cada uma de 930 mil toneladas métricas anuais. O início das operações da primeira fase está previsto para o final de 2012, de acordo com as condições de mercado.
Vale informou hoje em comunicado ter celebrado contrato de compra e venda de ações com a Dubai Aluminium Company Limited (Dubal), uma das maiores produtoras de alumínio do mundo. De acordo com o informe da empresa brasileira, a Dubal opera uma das maiores unidades produtoras de alumínio (smelters) do mundo. Por meio do contrato, a Dubal se tornará parceira na subsidiária da Vale, a Companhia de Alumina do Pará (CAP).
A transação está sujeita ao cumprimento de certas condições, informou a companhia brasileira. Em consequência do contrato, a Vale irá deter 61% do capital total da CAP; já a Hydro Aluminium (Hydro), que é produtora mundial de alumínio e produtos derivados, deterá 20% da CAP; e a Dubal terá 19% da CAP.
A Vale lembrou, em seu comunicado, que a CAP será responsável pela implantação e operação de uma refinaria de alumina, localizada em Barcarena (PA), localizando-se a cinco quilômetros da refinaria da subsidiária Alunorte. De acordo com informações fornecidas pela empresa brasileira, a capacidade inicial de produção da refinaria será de 1,86 milhão de toneladas métricas anuais de alumina, através de duas linhas, cada uma de 930 mil toneladas métricas anuais. O início das operações da primeira fase está previsto para o final de 2012, de acordo com as condições de mercado.
Embraer
Embraer assina acordo com FAB para cargueiro militar
Por 14 de Abril de 2009 | 16:15
RIO DE JANEIRO (Reuters) - A Embraer e a Força Aérea Brasileira (FAB) assinaram nesta terça-feira contrato para que a fabricante de jatos desenvolva e produza a aeronave de transporte militar KC-390. O governo brasileiro ainda não formalizou uma encomenda do avião, mas a expectativa do governo e da empresa é que a FAB compre 22 unidades.
De acordo com o presidente da Embraer, Frederico Curado, o KC-390 vai exigir investimentos de 1,3 bilhão de dólares ao longo de sete anos, quando a linha de montagem e dois protótipos do modelo estarão concluídos. A empresa não informou a fonte dos recursos que serão aplicados no programa de desenvolvimento. A Embraer estima potencial de exportar 700 aeronaves KC-390 em 15 anos, por 18 bilhões de dólares.
Também nesta terça-feira, a Embraer assinou acordo de 140 milhões de dólares para modernizar 12 aviões da Marinha.
(Reportagem de Pedro Fonseca; Edição de Cesar Bianconi)
Por 14 de Abril de 2009 | 16:15
RIO DE JANEIRO (Reuters) - A Embraer e a Força Aérea Brasileira (FAB) assinaram nesta terça-feira contrato para que a fabricante de jatos desenvolva e produza a aeronave de transporte militar KC-390. O governo brasileiro ainda não formalizou uma encomenda do avião, mas a expectativa do governo e da empresa é que a FAB compre 22 unidades.
De acordo com o presidente da Embraer, Frederico Curado, o KC-390 vai exigir investimentos de 1,3 bilhão de dólares ao longo de sete anos, quando a linha de montagem e dois protótipos do modelo estarão concluídos. A empresa não informou a fonte dos recursos que serão aplicados no programa de desenvolvimento. A Embraer estima potencial de exportar 700 aeronaves KC-390 em 15 anos, por 18 bilhões de dólares.
Também nesta terça-feira, a Embraer assinou acordo de 140 milhões de dólares para modernizar 12 aviões da Marinha.
(Reportagem de Pedro Fonseca; Edição de Cesar Bianconi)
terça-feira, 14 de abril de 2009
TAMM4
TAM ganha participação de mercado, e ações disparam
Outra empresa que avançou em março foi a Azul; Gol perde espaço para rivais
| 13.04.2009 | 18h21
Portal EXAME -
A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) informou que a TAM ganhou participação de mercado em linhas internacionais no último mês. A empresa foi responsável por 86,8% dos voos ao exterior em março, frente aos 85,1% em fevereiro.
A participação em voos domésticos teve leve queda, passando de 49,8% para 49,3% na mesma comparação. Um dos motivos da perda de mercado foi o crescimento da recém-criada Azul, que elevou sua participação de 1,7% para 2,2% do mercado.
A perda do mercado interno, porém, não impediu que os papéis da TAM ganhassem um grande impulso nesta sessão. A valorização de 10,99% de suas preferenciais (TAMM4) foi a maior alta do Ibovespa e fez com que as ações fechassem negociadas a 16,76 reais.
Outra empresa que avançou em março foi a Azul; Gol perde espaço para rivais
| 13.04.2009 | 18h21
Portal EXAME -
A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) informou que a TAM ganhou participação de mercado em linhas internacionais no último mês. A empresa foi responsável por 86,8% dos voos ao exterior em março, frente aos 85,1% em fevereiro.
A participação em voos domésticos teve leve queda, passando de 49,8% para 49,3% na mesma comparação. Um dos motivos da perda de mercado foi o crescimento da recém-criada Azul, que elevou sua participação de 1,7% para 2,2% do mercado.
A perda do mercado interno, porém, não impediu que os papéis da TAM ganhassem um grande impulso nesta sessão. A valorização de 10,99% de suas preferenciais (TAMM4) foi a maior alta do Ibovespa e fez com que as ações fechassem negociadas a 16,76 reais.
LLXL3
Empresa de Eike Batista obtém licença para porto no Rio
Terminal portuário deve movimentar 50 milhões de toneladas de minério de ferro por ano
| 13.04.2009 | 11h33
Portal EXAME -
A empresa LLX Logísitica, controlada pelo grupo EBX do empresário Eike Batista, obteve licença ambiental da Secretaria de Estado do Ambiente do Rio de Janeiro para a construção do Porto Sudeste no município de Itaguai, a 80 da capital fluminense.
O porto deve começar a ser construído no segundo semestre deste ano, com a conclusão prevista para 2011. De acordo com o comunicado divulgado nesta segunda-feira (13/04) pela companhia, o terminal portuário terá capacidade para movimentar até 50 milhões de toneladas de minério de ferro por ano.
Terminal portuário deve movimentar 50 milhões de toneladas de minério de ferro por ano
| 13.04.2009 | 11h33
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A empresa LLX Logísitica, controlada pelo grupo EBX do empresário Eike Batista, obteve licença ambiental da Secretaria de Estado do Ambiente do Rio de Janeiro para a construção do Porto Sudeste no município de Itaguai, a 80 da capital fluminense.
O porto deve começar a ser construído no segundo semestre deste ano, com a conclusão prevista para 2011. De acordo com o comunicado divulgado nesta segunda-feira (13/04) pela companhia, o terminal portuário terá capacidade para movimentar até 50 milhões de toneladas de minério de ferro por ano.
Vale
Quatro diretores deixam a Vale
Entre eles, está o diretor-executivo de Gestão e Sustentabilidade, Demian Fiocca, que se reportava diretamente ao presidente da empresa
Por Malu Gaspar | 13.04.2009 | 12h9
Portal EXAME -
Quatro diretores da Vale deixaram a companhia na semana passada: o diretor-executivo de Gestão e Sustentabilidade, Demian Fiocca; o diretor de meio ambiente, Walter Cover; Olinta Cardoso, diretora de Comunicações; e Marco Dalpozzo, de Recursos Humanos.
Fiocca, que foi presidente do BNDES antes de assumir o cargo na Vale, pediu demissão. A companhia não confirma, mas executivos ligados à empresa dizem que ele se desentendeu com o presidente, Roger Agnelli, a quem é subordinado diretamente.
Entre eles, está o diretor-executivo de Gestão e Sustentabilidade, Demian Fiocca, que se reportava diretamente ao presidente da empresa
Por Malu Gaspar | 13.04.2009 | 12h9
Portal EXAME -
Quatro diretores da Vale deixaram a companhia na semana passada: o diretor-executivo de Gestão e Sustentabilidade, Demian Fiocca; o diretor de meio ambiente, Walter Cover; Olinta Cardoso, diretora de Comunicações; e Marco Dalpozzo, de Recursos Humanos.
Fiocca, que foi presidente do BNDES antes de assumir o cargo na Vale, pediu demissão. A companhia não confirma, mas executivos ligados à empresa dizem que ele se desentendeu com o presidente, Roger Agnelli, a quem é subordinado diretamente.
domingo, 12 de abril de 2009
Potencial da AEDU11
Pátria já detém mais de 50% das ações do Anhanguera Educacional
Um dos maiores fundos de private equity do país aumenta participação no grupo paulista
| 09.04.2009 | 13h23
Portal EXAME -
A participação da empresa Pátria Investimentos no grupo Anhanguera Educacional saltou de 49% em dezembro do ano passado para 54,3% em abril. Em comunicado ao mercado, a Anhanguera informa que o Pátria afirma não ter o objetivo de alterar o controle do grupo nem interferir na sua gestão.
O Anhanguera é um dos grupos educacionais que mais cresce - passou de dezessete para 47 instituições entre 2007 e 2008 - e hoje conta com cerca de 220 000 estudantes no ensino superior. A abertura de capital do grupo na Bovespa, em março de 2007, foi amparada pelo Pátria, que injetou 120 milhões de reais e marcou a estreia das instituições de ensino privadas na bolsa.
Nos últimos dois anos, o fundo continuou a investir em instituições educacionais. Incorporou a Uniderp, do Mato Grosso do Sul, e a Rede de Ensino Luiz Flávio Gomes, de São Paulo, ambas com experiência e licenças nacionais para oferecer cursos de graduação e pós-graduação a distância, entre outras aquisições.
Anhanguera anuncia nova aquisição e vira líder em educação superior no Brasil
Um dos maiores fundos de private equity do país aumenta participação no grupo paulista
| 09.04.2009 | 13h23
Portal EXAME -
A participação da empresa Pátria Investimentos no grupo Anhanguera Educacional saltou de 49% em dezembro do ano passado para 54,3% em abril. Em comunicado ao mercado, a Anhanguera informa que o Pátria afirma não ter o objetivo de alterar o controle do grupo nem interferir na sua gestão.
O Anhanguera é um dos grupos educacionais que mais cresce - passou de dezessete para 47 instituições entre 2007 e 2008 - e hoje conta com cerca de 220 000 estudantes no ensino superior. A abertura de capital do grupo na Bovespa, em março de 2007, foi amparada pelo Pátria, que injetou 120 milhões de reais e marcou a estreia das instituições de ensino privadas na bolsa.
Nos últimos dois anos, o fundo continuou a investir em instituições educacionais. Incorporou a Uniderp, do Mato Grosso do Sul, e a Rede de Ensino Luiz Flávio Gomes, de São Paulo, ambas com experiência e licenças nacionais para oferecer cursos de graduação e pós-graduação a distância, entre outras aquisições.
Anhanguera anuncia nova aquisição e vira líder em educação superior no Brasil
Olha a COSAN
Petrobras nega rumor de compra da Cosan
Ações da maior empresa sucroalcooleira do Brasil dispararam nos últimos dias
| 09.04.2009 | 12h57
Portal EXAME -
A Petrobras divulgou comunicado nesta quarta-feira (08/04) negando os recentes rumores de que estaria em negociação para comprar a Cosan, gigante brasileira produtora de etanol e açucar.
Nota publicada na newsletter "Relatório Reservado" nesta semana afirmou que o maior acionista da Cosan, Rubens Ometto, estaria buscando formas de financiamento com a Petrobras e o BNDES.
Como a Petrobras já declarou que poderia comprar participações minoritárias de até 40% em usinas de álcool e que tem planos para exportar etanol para o Japão, o mercado começou a especular sobre uma possível entrada da estatal no capital da Cosan por meio de uma injeção de recursos.
Os rumores fizeram com que as ações da Cosan disparassem mais de 40% nos últimos dias. Às 12h30 desta quinta-feira, os papéis da companhia tinham alta de 4,68%, cotados a 14,55 reais.
Ações da maior empresa sucroalcooleira do Brasil dispararam nos últimos dias
| 09.04.2009 | 12h57
Portal EXAME -
A Petrobras divulgou comunicado nesta quarta-feira (08/04) negando os recentes rumores de que estaria em negociação para comprar a Cosan, gigante brasileira produtora de etanol e açucar.
Nota publicada na newsletter "Relatório Reservado" nesta semana afirmou que o maior acionista da Cosan, Rubens Ometto, estaria buscando formas de financiamento com a Petrobras e o BNDES.
Como a Petrobras já declarou que poderia comprar participações minoritárias de até 40% em usinas de álcool e que tem planos para exportar etanol para o Japão, o mercado começou a especular sobre uma possível entrada da estatal no capital da Cosan por meio de uma injeção de recursos.
Os rumores fizeram com que as ações da Cosan disparassem mais de 40% nos últimos dias. Às 12h30 desta quinta-feira, os papéis da companhia tinham alta de 4,68%, cotados a 14,55 reais.
Sadia & Perdigão
Fusão elevaria valor de Sadia e Perdigão em 23%, diz Brascan
Segundo corretora, ganhos de sinergia podem chegar a 2,2 bilhões de reais
| 09.04.2009 | 15h55
Portal EXAME -
Os rumores de que a Sadia e a Perdigão estão negociando a unificação de suas atividades serviram como alavanca para as ações da Sadia nas últimas semanas. Para o mercado, no entanto, ainda haveria um grande espaço para a valorização dos papéis caso o negócio seja concretizado.
Em relatório, a corretora Brascan afirmou estimar que os ganhos de sinergia entre as empresas com uma eventual fusão chegariam 2,2 bilhões de reais e trariam um aumento de 23,4% no valor de mercado das duas empresas juntas que, segundo a Central do Investidor, é de 9,59 bilhões de reais, aproximadamente. Com isso, o valor da nova companhia gerada corresponderia a cerca de 11,83 bilhões de reais.
A corretora ressaltou ainda que os números estimados compõem uma análise conservadora. Os benefícios seriam, principalmente, com transporte e logística, economias de despesas e ganhos de receita e custos, por causa do maior poder de barganha que a nova companhia criada teria como a maior empresa de alimentos no Brasil.
Segundo corretora, ganhos de sinergia podem chegar a 2,2 bilhões de reais
| 09.04.2009 | 15h55
Portal EXAME -
Os rumores de que a Sadia e a Perdigão estão negociando a unificação de suas atividades serviram como alavanca para as ações da Sadia nas últimas semanas. Para o mercado, no entanto, ainda haveria um grande espaço para a valorização dos papéis caso o negócio seja concretizado.
Em relatório, a corretora Brascan afirmou estimar que os ganhos de sinergia entre as empresas com uma eventual fusão chegariam 2,2 bilhões de reais e trariam um aumento de 23,4% no valor de mercado das duas empresas juntas que, segundo a Central do Investidor, é de 9,59 bilhões de reais, aproximadamente. Com isso, o valor da nova companhia gerada corresponderia a cerca de 11,83 bilhões de reais.
A corretora ressaltou ainda que os números estimados compõem uma análise conservadora. Os benefícios seriam, principalmente, com transporte e logística, economias de despesas e ganhos de receita e custos, por causa do maior poder de barganha que a nova companhia criada teria como a maior empresa de alimentos no Brasil.
quarta-feira, 8 de abril de 2009
AÇÕES - CONSTRUÇÃO CIVIL
Seu Dinheiro
| 02.04.2009 | 11h17
Revista EXAME -
AÇÕES - CONSTRUÇÃO CIVIL
Quem ganha com o pacote
O governo finalmente anunciou o pacote de apoio à construção civil, que prevê erguer 1 milhão de casas para famílias de baixa renda. Ainda faltam detalhes sobre o funcionamento do plano, mas, como o investimento prometido pelo governo é gigantesco - de 34 bilhões de reais -, já é possível apontar algumas empresas que tendem a ganhar. As apostas de 13 analistas de bancos, corretoras e consultorias de investimento ouvidos por EXAME são duas fabricantes de produtos para a indústria - Gerdau e Eternit - e as construtoras e incorporadoras voltadas para a baixa renda (que também serão beneficiadas por uma redução de impostos). "É precipitado esperar grandes valorizações de ações dessas empresas no curto prazo, porque faltam definições sobre como será a participação da iniciativa privada", diz Jayme Alves, analista da corretora Spinelli. "Mas a tendência para os próximos anos é positiva." Veja o que beneficia essas empresas e os riscos de cada uma delas.
MRV, PDG, Rodobens e tenda
Especializadas na baixa renda, têm mais chance de construir as moradias prometidas no pacote - ao menos, em tese. O problema é que nenhuma delas tem experiência em atender famílias que recebem até seis salários mínimos por mês, o grande alvo do plano do governo. "Elas terão de criar projetos específicos para esse público", diz Henrique Koch, analista do BB Investimentos.
GERDAU
Cerca de 30% de seu faturamento vem da venda de aços para a construção no Brasil. Não importa que tipos de imóveis serão construídos - a Gerdau fornece aços a todos eles. O risco é a forte presença da empresa nos Estados Unidos.
ETERNIT
Seus principais produtos são caixas dágua e telhas para casas populares. O que pode prejudicar os resultados são novas proibições ao uso do amianto, uma das principais matérias-primas da empresa.
| 02.04.2009 | 11h17
Revista EXAME -
AÇÕES - CONSTRUÇÃO CIVIL
Quem ganha com o pacote
O governo finalmente anunciou o pacote de apoio à construção civil, que prevê erguer 1 milhão de casas para famílias de baixa renda. Ainda faltam detalhes sobre o funcionamento do plano, mas, como o investimento prometido pelo governo é gigantesco - de 34 bilhões de reais -, já é possível apontar algumas empresas que tendem a ganhar. As apostas de 13 analistas de bancos, corretoras e consultorias de investimento ouvidos por EXAME são duas fabricantes de produtos para a indústria - Gerdau e Eternit - e as construtoras e incorporadoras voltadas para a baixa renda (que também serão beneficiadas por uma redução de impostos). "É precipitado esperar grandes valorizações de ações dessas empresas no curto prazo, porque faltam definições sobre como será a participação da iniciativa privada", diz Jayme Alves, analista da corretora Spinelli. "Mas a tendência para os próximos anos é positiva." Veja o que beneficia essas empresas e os riscos de cada uma delas.
MRV, PDG, Rodobens e tenda
Especializadas na baixa renda, têm mais chance de construir as moradias prometidas no pacote - ao menos, em tese. O problema é que nenhuma delas tem experiência em atender famílias que recebem até seis salários mínimos por mês, o grande alvo do plano do governo. "Elas terão de criar projetos específicos para esse público", diz Henrique Koch, analista do BB Investimentos.
GERDAU
Cerca de 30% de seu faturamento vem da venda de aços para a construção no Brasil. Não importa que tipos de imóveis serão construídos - a Gerdau fornece aços a todos eles. O risco é a forte presença da empresa nos Estados Unidos.
ETERNIT
Seus principais produtos são caixas dágua e telhas para casas populares. O que pode prejudicar os resultados são novas proibições ao uso do amianto, uma das principais matérias-primas da empresa.
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Recessão brasileira deve ser curta
Para especialistas, o PIB voltou a registrar queda entre janeiro e março, mas terá expansão neste trimestre ou no próximo
Portal EXAME -
O trabalho de acertar previsões econômicas com meses de antecedência é uma espécie de espionagem estatística. Grandes bancos e consultorias contratam equipes de economistas para coletar e antecipar centenas de informações. Reunidos e analisados com precisão, esses dados podem indicar o futuro desempenho de uma empresa, de um setor ou da economia como um todo.
A crise, no entanto, trouxe elementos novos e imponderáveis, alterou trajetórias que pareciam já traçadas e gerou fortes discrepâncias entre as previsões econômicas para o Brasil neste ano. Existe um abismo de quase 200 bilhões de reais entre a previsão de crescimento de 2% para o PIB feita pelo Ministério da Fazenda e a estimativa de retração de 4,5% divulgada pelo banco Morgan Stanley.
Portal EXAME -
O trabalho de acertar previsões econômicas com meses de antecedência é uma espécie de espionagem estatística. Grandes bancos e consultorias contratam equipes de economistas para coletar e antecipar centenas de informações. Reunidos e analisados com precisão, esses dados podem indicar o futuro desempenho de uma empresa, de um setor ou da economia como um todo.
A crise, no entanto, trouxe elementos novos e imponderáveis, alterou trajetórias que pareciam já traçadas e gerou fortes discrepâncias entre as previsões econômicas para o Brasil neste ano. Existe um abismo de quase 200 bilhões de reais entre a previsão de crescimento de 2% para o PIB feita pelo Ministério da Fazenda e a estimativa de retração de 4,5% divulgada pelo banco Morgan Stanley.
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segunda-feira, 6 de abril de 2009
VALE - Resultados 1T09
Rio de Janeiro, 6 de abril de 2009 - A Companhia Vale do Rio Doce (Vale) informa que divulgará os resultados referentes ao primeiro trimestre de 2009 no dia 6 de maio de 2009, quarta-feira, após o fechamento dos mercados. A Vale divulgará simultaneamente resultados consolidados em BR GAAP (princípios de contabilidade geralmente aceitos no Brasil) e US GAAP (princípios de contabilidade geralmente aceitos nos Estados Unidos).
No dia 7 de maio, quinta-feira, será realizada conferência telefônica e webcast às 11:00 horas, horário do Rio de Janeiro.
No dia 7 de maio, quinta-feira, será realizada conferência telefônica e webcast às 11:00 horas, horário do Rio de Janeiro.
sexta-feira, 3 de abril de 2009
JBSS3
Corretora do Santander prevê margens maiores para JBS-Friboi; ações disparam
Analista vê sinais de recuperação das exportações de carnes brasileiras durante o mês de março
| 02.04.2009 | 17h21
Portal EXAME -
O volume de exportações brasileiras de carnes em março sugere uma recuperação frente ao declínio registrado nos meses anteriores. Com isso, a corretora do Santander - que trabalha de forma independente do banco - prevê margens maiores à JBS-Friboi e recomenda a compra dos ativos.
Às 17h05, as ações ordinárias da companhia (JBSS3) subiam 9,35%, negociadas a 5,85 reais. A alta dá continuidade ao bom desempenho dos dois últimos pregões, quando os papéis avançaram 1,90% na véspera e 1,94% na terça-feira (31).
A corretora explicou que o volume exportado de carnes industrializadas contraiu 19% no primeiro trimestre. No entanto, entre fevereiro e março, houve alta de 24%, o que sinaliza um recuperação.
Os analistas também destacam que, apesar dos volumes menores de carne bovina exportados, a alta do dólar reduziu as perdas de receita. Além disso, a queda do preço do boi gordo também deve ajudar as empresas do setor.
Analista vê sinais de recuperação das exportações de carnes brasileiras durante o mês de março
| 02.04.2009 | 17h21
Portal EXAME -
O volume de exportações brasileiras de carnes em março sugere uma recuperação frente ao declínio registrado nos meses anteriores. Com isso, a corretora do Santander - que trabalha de forma independente do banco - prevê margens maiores à JBS-Friboi e recomenda a compra dos ativos.
Às 17h05, as ações ordinárias da companhia (JBSS3) subiam 9,35%, negociadas a 5,85 reais. A alta dá continuidade ao bom desempenho dos dois últimos pregões, quando os papéis avançaram 1,90% na véspera e 1,94% na terça-feira (31).
A corretora explicou que o volume exportado de carnes industrializadas contraiu 19% no primeiro trimestre. No entanto, entre fevereiro e março, houve alta de 24%, o que sinaliza um recuperação.
Os analistas também destacam que, apesar dos volumes menores de carne bovina exportados, a alta do dólar reduziu as perdas de receita. Além disso, a queda do preço do boi gordo também deve ajudar as empresas do setor.
quinta-feira, 2 de abril de 2009
Câmara dos EUA aprova projeto de orçamento de US$ 3,4 trilhões
A Câmara dos Representantes dos EUA aprovou na noite desta quinta-feira (2) um projeto de orçamento de US$ 3,45 trilhões para o próximo ano fiscal do país, que começa no dia 1º de outubro.
A votação final foi de 233 favoráveis a 196 contra, sendo que 20 democratas se rebelaram contra a determinação do partido e votaram contra o projeto. Todos os republicanos foram contra a aprovação do orçamento.
O projeto segue em grande parte a proposta que havia sido submetida pelo presidente Barack Obama, e veio após a derrota de uma proposta alternativa que havia sido oferecida pela bancada republicana. A legislação orçamentária não é de cumprimento obrigatório, mas estabelece linhas gerais para os gastos e medidas tributárias que serão analisadas ainda este ano.
Versão do Senado
O Senado também está trabalhando em sua versão para o orçamento, e as diferenças entre as duas propostas terão que ser harmonizadas antes que o projeto seja submetido à votação final. Existe a expectativa que os senadores possam apreciar a questão nesta quinta ou na madrugada de sexta, mas uma versão unificada da proposta só deverá ser apreciada na próxima semana.
"Democratas na Câmara e, eu acho, no Senado, estão trabalhando lado a lado com o presidente para fazer as grandes decisões que precisamos neste país", afirmou o representante democrata Chris Van Hollen. No entanto, ele alertou que para "acertar os detalhes (do projeto) será necessário que todos arregacem as mangas".
A votação final foi de 233 favoráveis a 196 contra, sendo que 20 democratas se rebelaram contra a determinação do partido e votaram contra o projeto. Todos os republicanos foram contra a aprovação do orçamento.
O projeto segue em grande parte a proposta que havia sido submetida pelo presidente Barack Obama, e veio após a derrota de uma proposta alternativa que havia sido oferecida pela bancada republicana. A legislação orçamentária não é de cumprimento obrigatório, mas estabelece linhas gerais para os gastos e medidas tributárias que serão analisadas ainda este ano.
Versão do Senado
O Senado também está trabalhando em sua versão para o orçamento, e as diferenças entre as duas propostas terão que ser harmonizadas antes que o projeto seja submetido à votação final. Existe a expectativa que os senadores possam apreciar a questão nesta quinta ou na madrugada de sexta, mas uma versão unificada da proposta só deverá ser apreciada na próxima semana.
"Democratas na Câmara e, eu acho, no Senado, estão trabalhando lado a lado com o presidente para fazer as grandes decisões que precisamos neste país", afirmou o representante democrata Chris Van Hollen. No entanto, ele alertou que para "acertar os detalhes (do projeto) será necessário que todos arregacem as mangas".
Cesp
Cesp sai de lucro para prejuízo de R$ 2,351 bi em 2008
Por 31 de Março de 2009 | 20:18
Companhia Energética de São Paulo (Cesp) registrou prejuízo de R$ 2,351 bilhões em 2008, segundo dados do balanço divulgado hoje ao mercado. Em 2007, a empresa havia apurado lucro líquido de R$ 178,591 milhões. O resultado foi impactado pelo reconhecimento de provisão de redução ao valor recuperável de ativos, no total de R$ 2,467 bilhões.
A receita operacional, que envolve fornecimento de energia, suprimento (contratos), suprimento em leilões e energia de curto prazo totalizou R$ 2,986 bilhões, o que representou crescimento de 13,76% sobre o ano anterior. Descontadas as deduções com impostos e outros, a receita operacional líquida aumentou 13,55%, para R$ 2,479 bilhões na mesma base de comparação. Tanto o custo com energia elétrica quanto o custo com a operação apresentaram incremento no período. O primeiro teve elevação de 17,19%, para R$ 572,335 milhões, e o segundo, de 171,47%, para R$ 746,437 milhões.
Dentro do item custo operacional, a maior despesa foi no item entidade de previdência a empregados, que saiu de uma receita de R$ 284,495 milhões em 2007 para uma despesa de R$ 177,285 milhões. As despesas operacionais, por sua vez, que foram de R$ 654,155 milhões em 2007, cresceram para R$ 2,818 bilhões. Esse incremento foi provocado pela provisão de redução ao valor recuperável de ativos, no total de R$ 2,467 bilhões. Dessa forma, o resultado financeiro saiu de R$ 314,276 milhões negativos para R$ 1,394 bilhão negativos.
Por 31 de Março de 2009 | 20:18
Companhia Energética de São Paulo (Cesp) registrou prejuízo de R$ 2,351 bilhões em 2008, segundo dados do balanço divulgado hoje ao mercado. Em 2007, a empresa havia apurado lucro líquido de R$ 178,591 milhões. O resultado foi impactado pelo reconhecimento de provisão de redução ao valor recuperável de ativos, no total de R$ 2,467 bilhões.
A receita operacional, que envolve fornecimento de energia, suprimento (contratos), suprimento em leilões e energia de curto prazo totalizou R$ 2,986 bilhões, o que representou crescimento de 13,76% sobre o ano anterior. Descontadas as deduções com impostos e outros, a receita operacional líquida aumentou 13,55%, para R$ 2,479 bilhões na mesma base de comparação. Tanto o custo com energia elétrica quanto o custo com a operação apresentaram incremento no período. O primeiro teve elevação de 17,19%, para R$ 572,335 milhões, e o segundo, de 171,47%, para R$ 746,437 milhões.
Dentro do item custo operacional, a maior despesa foi no item entidade de previdência a empregados, que saiu de uma receita de R$ 284,495 milhões em 2007 para uma despesa de R$ 177,285 milhões. As despesas operacionais, por sua vez, que foram de R$ 654,155 milhões em 2007, cresceram para R$ 2,818 bilhões. Esse incremento foi provocado pela provisão de redução ao valor recuperável de ativos, no total de R$ 2,467 bilhões. Dessa forma, o resultado financeiro saiu de R$ 314,276 milhões negativos para R$ 1,394 bilhão negativos.
Lojas Americanas admite que avalia Ponto Frio
Por 01 de Abril de 2009 | 10:30
Lojas Americanas confirmou hoje que está avaliando a Globex Utilidades, controladora da varejista Ponto Frio. Em nota enviada ao mercado nesta manhã, e após pedido da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a empresa diz que "iniciou, em caráter totalmente preliminar, uma análise de informações relativas à Globex Utilidades, que nos foram disponibilizadas".
No último fim de semana, a Globex enviou fato relevante à CVM, informando que "contratou uma instituição financeira para assessorá-la na negociação com potenciais interessados em adquirir o controle da companhia". Segundo a Lojas Americanas, a análise começou nos últimos dois dias, não havendo qualquer juízo ou decisão formado, sequer preliminar, a respeito do tema, muito menos qualquer tipo de proposta comercial, vinculativa ou não. Portanto, a empresa nega informações que vêm sendo veiculadas na imprensa acerca de qualquer estrutura para a eventual realização de uma transação ou de um suposto "particular" interesse por algum segmento específico da operação.
A Lojas Americanas ressalta que analisa permanentemente, como parte de sua estratégia empresarial e no interesse de seus acionistas, eventuais oportunidades de negócio que lhe são apresentadas, e manterá o mercado informado a respeito de qualquer eventual desenvolvimento efetivo da matéria, não pretendendo voltar a manifestar-se a respeito até que isto ocorra.
"Teme a companhia que, em processos dessa natureza, de caráter potencialmente competitivo, reagir a conjecturas repetidas acerca de hipóteses futuras ou a discussões buscando revelar antecipadamente a sua estratégia negocial em um caso concreto pode ter resultados adversos, pondo em risco o legítimo interesse da companhia e de seus acionistas na preservação da eficácia dessa estratégia. Isto, naturalmente, sem prejuízo da adequada divulgação de eventuais fatos relevantes, se e quando materializados", diz a nota.
Lojas Americanas confirmou hoje que está avaliando a Globex Utilidades, controladora da varejista Ponto Frio. Em nota enviada ao mercado nesta manhã, e após pedido da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a empresa diz que "iniciou, em caráter totalmente preliminar, uma análise de informações relativas à Globex Utilidades, que nos foram disponibilizadas".
No último fim de semana, a Globex enviou fato relevante à CVM, informando que "contratou uma instituição financeira para assessorá-la na negociação com potenciais interessados em adquirir o controle da companhia". Segundo a Lojas Americanas, a análise começou nos últimos dois dias, não havendo qualquer juízo ou decisão formado, sequer preliminar, a respeito do tema, muito menos qualquer tipo de proposta comercial, vinculativa ou não. Portanto, a empresa nega informações que vêm sendo veiculadas na imprensa acerca de qualquer estrutura para a eventual realização de uma transação ou de um suposto "particular" interesse por algum segmento específico da operação.
A Lojas Americanas ressalta que analisa permanentemente, como parte de sua estratégia empresarial e no interesse de seus acionistas, eventuais oportunidades de negócio que lhe são apresentadas, e manterá o mercado informado a respeito de qualquer eventual desenvolvimento efetivo da matéria, não pretendendo voltar a manifestar-se a respeito até que isto ocorra.
"Teme a companhia que, em processos dessa natureza, de caráter potencialmente competitivo, reagir a conjecturas repetidas acerca de hipóteses futuras ou a discussões buscando revelar antecipadamente a sua estratégia negocial em um caso concreto pode ter resultados adversos, pondo em risco o legítimo interesse da companhia e de seus acionistas na preservação da eficácia dessa estratégia. Isto, naturalmente, sem prejuízo da adequada divulgação de eventuais fatos relevantes, se e quando materializados", diz a nota.
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Gafisa construiu mais que a Cyrela em 2008
Segundo ranking da ITCnet, Gafisa foi a que mais construiu no Brasil em 2008
| 01.04.2009 | 08h52
Portal EXAME -
O ITCnet, empresa que criou um banco de dados sobre o mercado imobiliário brasileiro, colocou a Gafisa no topo de seu ranking das 100 maiores construtoras brasileiras em 2008.
Logo abaixo, ficou a Cyrela, que é considerada no mercado a maior incorporadora do Brasil, mas que construiu menos que a concorrente ao longo do ano passado.
Enquanto a área total construída pela Cyrela foi de 2,568 milhões de metros quadrados, a Gafisa foi responsável pela construção de 3,160 milhões de metros quadrados.
A MRV ficou em terceiro lugar, seguida pela Even, Rodobens, Capuche, Goldfarb, Tecnisa, Schahin e Rossi Residencial.
Comparações nos resultados
Apesar de construir menos, a Cyrela foi mais lucrativa que a Gafisa. O lucro líquido da empresa caiu 28,2% em 2008, para 277,7 milhões de reais. A empresa cortou seus lançamentos no final do ano devido à crise do crédito. O valor dos lançamentos (VGV) caiu 72,1% no quarto trimestre - contra queda de só 10,5% no acumulado do ano.
Já o lucro da Gafisa cresceu 16% no ano passado, para 110 milhões de reais. O quarto trimestre da empresa também não foi bom, com um prejuízo de R$ 12,6 milhões. A principal diferença entre as duas empresa é que o valor dos lançamentos da Gafisa teve forte alta de 89% em 2008.
Esse resultado, entretanto, sofreu o impacto positivo de uma aquisição. E meados do ano passado, a Gafisa comprou a Tenda, uma empresa focada em imóveis mais populares.
| 01.04.2009 | 08h52
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O ITCnet, empresa que criou um banco de dados sobre o mercado imobiliário brasileiro, colocou a Gafisa no topo de seu ranking das 100 maiores construtoras brasileiras em 2008.
Logo abaixo, ficou a Cyrela, que é considerada no mercado a maior incorporadora do Brasil, mas que construiu menos que a concorrente ao longo do ano passado.
Enquanto a área total construída pela Cyrela foi de 2,568 milhões de metros quadrados, a Gafisa foi responsável pela construção de 3,160 milhões de metros quadrados.
A MRV ficou em terceiro lugar, seguida pela Even, Rodobens, Capuche, Goldfarb, Tecnisa, Schahin e Rossi Residencial.
Comparações nos resultados
Apesar de construir menos, a Cyrela foi mais lucrativa que a Gafisa. O lucro líquido da empresa caiu 28,2% em 2008, para 277,7 milhões de reais. A empresa cortou seus lançamentos no final do ano devido à crise do crédito. O valor dos lançamentos (VGV) caiu 72,1% no quarto trimestre - contra queda de só 10,5% no acumulado do ano.
Já o lucro da Gafisa cresceu 16% no ano passado, para 110 milhões de reais. O quarto trimestre da empresa também não foi bom, com um prejuízo de R$ 12,6 milhões. A principal diferença entre as duas empresa é que o valor dos lançamentos da Gafisa teve forte alta de 89% em 2008.
Esse resultado, entretanto, sofreu o impacto positivo de uma aquisição. E meados do ano passado, a Gafisa comprou a Tenda, uma empresa focada em imóveis mais populares.
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quarta-feira, 1 de abril de 2009
Eike Batista negocia venda da mineradora MMX
O empresário Eike Batista, dono do grupo EBX, está negociando a venda da mineradora MMX para companhias da China, Japão e Coréia do Sul. Batista, que é o homem mais rico do Brasil, segundo a revista Forbes, anunciou a intenção na terça-feira, em teleconferência. Segundo ele, o negócio deve incluir ainda a venda de parte da LLX - braço logístico de seu grupo. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.
Sempre dá para piorar
Políticas demagógicas, população promovendo panelaços, crise de crédito - sim, todos já viram esse filme na Argentina. E a travessia do país pela crise promete ainda novas fortes emoções
Carlos Luna/AP Photo Protesto de ruralistas no interior do país: revolta com as taxas para exportação cobradas pelo governo Por Luciene Antunes | 19.03.2009 | 13h15
Revista EXAME -
Mesmo num país como a Argentina, onde o culto ao drama está impregnado na alma nacional, o conflito entre a presidente Cristina Kirchner e os empresários da área ruralista passou dos limites.
A pendenga se arrasta desde o início do ano passado, quando o governo, a fim de reforçar seu caixa, instituiu novos impostos às exportações do agronegócio - as chamadas retenciones móviles. Se a política já parecia absurda aos produtores nos tempos de bonança das altas cotações das matérias-primas do campo, agora - em meio à crise mundial - a coisa soa como um acinte. Em janeiro, as exportações agrícolas argentinas caíram 40% em relação ao mesmo período do ano anterior.
Mesmo assim, a maior parte das tais retenciones continua sendo cobrada. Revoltados, os fazendeiros vêm promovendo greves, bloqueios de estradas, panelaços e "tratoraços". Para piorar o panorama no campo, um período severo de seca castiga hoje a maior parte do território argentino.
As províncias mais afetadas reivindicam agora não apenas a suspensão dos impostos de exportação como também uma ajuda financeira para amenizar as perdas. Segundo estimativas, o prejuízo do setor pode chegar a 12,5 bilhões de dólares até o final de 2009. Apesar dos apelos, é pouco provável que a presidente Kirchner possa ajudar muito neste momento. O próprio governo enfrenta dificuldades financeiras, com um nível baixo de reservas internacionais e uma dívida pública que já atingiu a proporção de 49,1% do PIB, a maior taxa da América do Sul (veja quadro).
Carlos Luna/AP Photo Protesto de ruralistas no interior do país: revolta com as taxas para exportação cobradas pelo governo Por Luciene Antunes | 19.03.2009 | 13h15
Revista EXAME -
Mesmo num país como a Argentina, onde o culto ao drama está impregnado na alma nacional, o conflito entre a presidente Cristina Kirchner e os empresários da área ruralista passou dos limites.
A pendenga se arrasta desde o início do ano passado, quando o governo, a fim de reforçar seu caixa, instituiu novos impostos às exportações do agronegócio - as chamadas retenciones móviles. Se a política já parecia absurda aos produtores nos tempos de bonança das altas cotações das matérias-primas do campo, agora - em meio à crise mundial - a coisa soa como um acinte. Em janeiro, as exportações agrícolas argentinas caíram 40% em relação ao mesmo período do ano anterior.
Mesmo assim, a maior parte das tais retenciones continua sendo cobrada. Revoltados, os fazendeiros vêm promovendo greves, bloqueios de estradas, panelaços e "tratoraços". Para piorar o panorama no campo, um período severo de seca castiga hoje a maior parte do território argentino.
As províncias mais afetadas reivindicam agora não apenas a suspensão dos impostos de exportação como também uma ajuda financeira para amenizar as perdas. Segundo estimativas, o prejuízo do setor pode chegar a 12,5 bilhões de dólares até o final de 2009. Apesar dos apelos, é pouco provável que a presidente Kirchner possa ajudar muito neste momento. O próprio governo enfrenta dificuldades financeiras, com um nível baixo de reservas internacionais e uma dívida pública que já atingiu a proporção de 49,1% do PIB, a maior taxa da América do Sul (veja quadro).
VCP fecha ano e trimestre com prejuízo
Por 31 de Março de 2009 | 09:05
Votorantim Celulose e Papel (VCP) registrou prejuízo líquido de R$ 970 milhões no quarto trimestre do ano passado, revertendo o lucro líquido de R$ 191 milhões apurado em igual intervalo do ano anterior. Segundo a empresa, o resultado obtido entre outubro e dezembro de 2008 foi impactado pela variação do câmbio no endividamento da VCP, que tem praticamente 90% das dívidas atreladas a moeda estrangeira.
No período, o Ebitda (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) da VCP apresentou alta de 3% ante o verificado nos três últimos meses de 2007, para R$ 190 milhões, quando incluída a participação de 50% na Conpacel. O crescimento, segundo balanço da companhia divulgado ontem à noite, foi resultado do aumento de 5% no preço médio da celulose vendida, o que compensou a queda de 2% no volume comercializado.
A receita líquida da fabricante de papel e celulose no trimestre somou R$ 661 milhões, equivalente a uma expansão de 6% em igual comparação. No acumulado de todo o ano passado, a VCP apurou prejuízo líquido de R$ 1,312 bilhão, contra um lucro líquido de R$ 838 milhões do ano anterior. O Ebitda, com 50% da Conpacel, teve queda de 11%, para R$ 782 milhões, em decorrência da "inflação observada nos principais insumos no decorrer do ano", destacou a companhia. A receita líquida em 2008 somou R$ 2,487 bilhões, queda de 5% ante 2007.
O balanço da VCP não consolida de forma proporcional as demonstrações financeiras da Aracruz (12,35% de participação). Da mesma forma, não são considerados os resultados da participação na joint venture Ahlstrom VCP Indústria de Papéis, até a venda da participação da VCP, e na Ripasa até a formação do consórcio que tem como parceira a Suzano Papel e Celulose. Nesses casos, os resultados são reconhecidos pela equivalência patrimonial.
A VCP informou ainda que demonstrações contábeis para o exercício findo em 31 de dezembro de 2008 foram ajustadas às novas práticas contábeis (Lei nº 11.638/07 e MP nº 449/08) adotadas no Brasil. Derivativos A despesa financeira para correção da marcação a mercado dos instrumentos derivativos da VCP totalizou R$ 209 milhões no quarto trimestre de 2008. O valor teve impacto direto no resultado líquido da companhia, que registrou prejuízo líquido de R$ 970 milhões no período. No acumulado anual a despesa líquida da marcação a mercado acumulou R$ 335 milhões, informou a VCP.
Votorantim Celulose e Papel (VCP) registrou prejuízo líquido de R$ 970 milhões no quarto trimestre do ano passado, revertendo o lucro líquido de R$ 191 milhões apurado em igual intervalo do ano anterior. Segundo a empresa, o resultado obtido entre outubro e dezembro de 2008 foi impactado pela variação do câmbio no endividamento da VCP, que tem praticamente 90% das dívidas atreladas a moeda estrangeira.
No período, o Ebitda (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) da VCP apresentou alta de 3% ante o verificado nos três últimos meses de 2007, para R$ 190 milhões, quando incluída a participação de 50% na Conpacel. O crescimento, segundo balanço da companhia divulgado ontem à noite, foi resultado do aumento de 5% no preço médio da celulose vendida, o que compensou a queda de 2% no volume comercializado.
A receita líquida da fabricante de papel e celulose no trimestre somou R$ 661 milhões, equivalente a uma expansão de 6% em igual comparação. No acumulado de todo o ano passado, a VCP apurou prejuízo líquido de R$ 1,312 bilhão, contra um lucro líquido de R$ 838 milhões do ano anterior. O Ebitda, com 50% da Conpacel, teve queda de 11%, para R$ 782 milhões, em decorrência da "inflação observada nos principais insumos no decorrer do ano", destacou a companhia. A receita líquida em 2008 somou R$ 2,487 bilhões, queda de 5% ante 2007.
O balanço da VCP não consolida de forma proporcional as demonstrações financeiras da Aracruz (12,35% de participação). Da mesma forma, não são considerados os resultados da participação na joint venture Ahlstrom VCP Indústria de Papéis, até a venda da participação da VCP, e na Ripasa até a formação do consórcio que tem como parceira a Suzano Papel e Celulose. Nesses casos, os resultados são reconhecidos pela equivalência patrimonial.
A VCP informou ainda que demonstrações contábeis para o exercício findo em 31 de dezembro de 2008 foram ajustadas às novas práticas contábeis (Lei nº 11.638/07 e MP nº 449/08) adotadas no Brasil. Derivativos A despesa financeira para correção da marcação a mercado dos instrumentos derivativos da VCP totalizou R$ 209 milhões no quarto trimestre de 2008. O valor teve impacto direto no resultado líquido da companhia, que registrou prejuízo líquido de R$ 970 milhões no período. No acumulado anual a despesa líquida da marcação a mercado acumulou R$ 335 milhões, informou a VCP.
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Para Merrill Lynch, China ainda não é a locomotiva do mundo
Analistas acreditam que estímulo governamental se manterá centrado na demanda doméstica e terá pouco efeito para países em crise
| 31.03.2009 | 9h35
Portal EXAME -
Quando a crise financeira começou a atingir a economia real, alguns apostaram que os mercados emergentes, em especial o chinês, poderiam manter o planeta em crescimento. Porém, a China ainda não é a locomotiva do mundo, na visão dos analistas do Banc of America Research-Merrill Lynch.
O analista Ricardo Barbieri, que esteve na China na semana passada, afirma em relatório que o crescimento chinês está muito abaixo do verificado nos últimos anos. O Banco Mundial estima que o PIB tenha registrado uma expansão anualizada de apenas 2,5% no quarto trimestre.
Mesmo assim, há sinais de que o país asiático está em situação bem melhor do que as economias mais desenvolvidas.O plano de investimentos em infraestrutura deve agregar cerca de 4,9 pontos percentuais ao PIB deste ano, segundo estimativas também do Banco Mundial.
"Contudo, o impacto de cada ponto adicional no crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) no resto do mundo provavelmente será menor que o dos últimos anos", afirmou o analista.
Sem poder contar com o aumento da demanda externa, o foco das medidas tomadas pelo governo chinês tem sido a manutenção dos níveis elevados da demanda interna.
O pacote de medidas para a infra-estrutura deve mais do que dobrar o déficit público. Além disso, o governo já reduziu a taxa básica de juros cinco vezes e diminuiu o recolhimento dos depósitos bancários quatro vezes desde o início da crise.
| 31.03.2009 | 9h35
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Quando a crise financeira começou a atingir a economia real, alguns apostaram que os mercados emergentes, em especial o chinês, poderiam manter o planeta em crescimento. Porém, a China ainda não é a locomotiva do mundo, na visão dos analistas do Banc of America Research-Merrill Lynch.
O analista Ricardo Barbieri, que esteve na China na semana passada, afirma em relatório que o crescimento chinês está muito abaixo do verificado nos últimos anos. O Banco Mundial estima que o PIB tenha registrado uma expansão anualizada de apenas 2,5% no quarto trimestre.
Mesmo assim, há sinais de que o país asiático está em situação bem melhor do que as economias mais desenvolvidas.O plano de investimentos em infraestrutura deve agregar cerca de 4,9 pontos percentuais ao PIB deste ano, segundo estimativas também do Banco Mundial.
"Contudo, o impacto de cada ponto adicional no crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) no resto do mundo provavelmente será menor que o dos últimos anos", afirmou o analista.
Sem poder contar com o aumento da demanda externa, o foco das medidas tomadas pelo governo chinês tem sido a manutenção dos níveis elevados da demanda interna.
O pacote de medidas para a infra-estrutura deve mais do que dobrar o déficit público. Além disso, o governo já reduziu a taxa básica de juros cinco vezes e diminuiu o recolhimento dos depósitos bancários quatro vezes desde o início da crise.
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