sexta-feira, 29 de abril de 2011

Receita cobra R$ 15,5 bi de Petrobras, diz jornal

São Paulo - A Receita está cobrando dívidas tributárias de até R$ 15,5 bilhões da Petrobras, segundo reportagem do jornal Folha de S.Paulo nesta sexta-feira (29). Segundo o texto, a companhia não fez rserva no balanço para cobrir a cobrança, caso perca o caso na Justiça.

A consequência da dívida, segundo apuração da Folha, pode impactar o desempenho da maior empresa brasileira. Dos 15,5 bilhões de reais, a reportagem afirma que 11,35 bilhões são referentes ao não pagamento do Imposto de Renda e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), 3,3 bilhões da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) e 780 milhões referentes ao IPI. A Petrobras alega que foram recolhidos valores abaixo da dívida cobrada, e que a Receita estaria exagerando no montante da cobrança.

A empresa registrou o maior lucro líquido da história, em 35,2 bilhões de reais em 2010. Petrobras, segundo a matéria, já perdeu em segunda instância do Carf a disputa em 4,5 bilhões de reais, a maior multa que a companhia recebeu. Representantes negam que a Petrobras tenha dívidas e afirmam que ela "aplicou corretamente a legislação tributária".

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Vale adquire fatia de até 9% da NESA, responsável por usina de Belo Monte

SÃO PAULO - A Vale (VALE3, VALE5) anunciou nesta quinta-feira (28) que seu conselho de administração aprovou a aquisição de até 9% do capital da Norte Energia - NESA -, sociedade responsável pela usina de Belo Monte.

A fatia será adquirida da Gaia Energia e Participações. Segundo a mineradora, a Gaia será reembolsada pelos aportes de capital realizados na NESA. A Vale assume os compromissos de aportes futuros de capital decorrentes da participação acionária adquirida, "o que é estimado em R$ 2,3 bilhões".

"A Vale é uma grande consumidora de energia elétrica e investe em ativos de geração de acordo com suas necessidades de consumo, buscando reduzir custos operacionais de forma permanente e minimizar riscos de preços e disponibilidade de oferta", justificou a empresa em nota, lembrando que investe há 11 anos em geração de energia, com participação em nove usinas hidrelétricas só no Brasil.

Maior consumo de energia
Ainda segundo a mineradora, os seus pesados investimentos em mineração no País devem se traduzir em expansão "expressiva" do consumo de energia elétrica, "ampliando o desequilíbrio entre demanda e oferta via geração própria" - atualmente, 45% da energia consumida pela Vale é de geração própria.

"A aquisição de participação no projeto Belo Monte elevará o percentual de nosso consumo de energia atendido por geração própria e reduzirá o custo marginal de energia para a Vale, na medida em que o preço da energia a ser comprada da NESA será inferior ao custo alternativo, dado pelo preço de mercado acrescido de encargos", destacou a mineradora. "Desse modo, o retorno esperado para a Vale a partir do investimento em Belo Monte é superior ao nosso custo de capital e em linha com o que havia sido estimado à época da participação da Vale no leilão. Adicionalmente, tal investimento contribui para a mitigação de riscos no fornecimento de energia para nossas atividades no Brasil", completou.

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Natura vê suas ações caírem 3,35%, após resultado fraco no primeiro trimestre

SÃO PAULO – Os resultados da Natura (NATU3) não foram recebidos com entusiasmo pelo mercado. Os papéis ficaram com a quarta maior queda do Ibovespa, recuando 3,35% nesta quinta-feira (28), para R$ 43,25. Vale mencionar que os ativos chegaram a cair 4,11% no intraday, quando eram negociadas a R$ 43,25.

O resultado do primeiro trimestre de 2011 esteve em linha com o esperado por analistas da Coinvalores e do Barclays, mas ficou abaixo do previsto por Citi, BB Investimentos e Link, que deram ênfase aos maiores custos com marketing e ao crescimento em merno proporção das vendas.

Margens afetadas por investimentos
Para o analista Rafael Cintra, da Link, os resultados fracos são fruto de maiores investimentos em marketing e inovações, que impactaram na margem Ebitda (geração operacional de caixa sobre a receita líquida). Como chamam a atenção Marianna Waltz, Erick Rodrigues e Priscila Franciso, do BB Investimentos, essas despesas, que eram de 46,9% da receita líquida no mesmo período do ano anterior, cresceram para 50,1% no primeiro trimestre de 2011.

Na mesma linha de raciocínio, David Belaunde, analista do Barclays, destaca que as margens conseguiram mostrar evolução por conta do real apreciado e do melhor manejo da cadeia de produção. Contudo, esse avanço foi ofuscado pelas despesas SG&A (despesas comerciais, gerais e administrativas).

Contudo, Cintra ressalta que esses investimentos em marketing e inovações deverão fazer com que a Natura continue aumentando a sua participação de mercado e as suas vendas nos países em que atua. No entanto, esse crescimento já mostra-se precificado em suas ações.

Vendas e produtividade
A equipe do BB Investimentos também chama atenção para a política promocional da empresa, que ao focar preços mais elevados influenciou negativamente o volume das vendas. Para eles, esse resultado aquém do esperado é um evento pontual, justamente por esse motivo.

Os analistas de Barclays, Coin e Citi, porém, acreditam que os volumes excederam as suas expectativas no Brasil, mas que as vendas estiveram abaixo do esperado, justamente pelo aumento das despesas. Já Cintra dá destaque positivo ao crescimento de 17,8% da base de consultoras na comparação com primeiro trimestre de 2010 e à manutenção da demanda aquecida no mercado brasileiro.

Embora o número de consultoras tenha aumentado, Belaunde chama a atenção para a queda de produtividade das consultoras - algo em torno de 4,4% no Brasil -, o que, para Cintra, justifica o crescimento de apenas 13,0% da receita líquida na comparação entre os primeiros três meses de cada ano.

Recomendações divergentes
Se todos os analistas concordam em afirmar que o resultado foi ruim, percebe-se certa divergência em relação à recomendação das ações. A Link Investimentos espera que a ação performe abaixo do Ibovespa em 2011, enquanto a Coin recomenda manter os papeis da Natura, com um preço-alvo de R$ 46, o que representaria uma valorização de 7,3% em relação ao fechamento de quarta-feira (27). Mais otimista, o Citi mantém sugestão de compra para NATU3, com preço-alvo de R$ 52 (upside de 16,2% frente ao último fechamento).

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Petrobras aprova pagamento de dividendos no valor bruto de R$ 0,1242 por ação

SÃO PAULO - A Petrobras (PETR3, PETR4) anunciou nesta quinta-feira (28) o valor dos dividendos referentes ao exercício de 2010 da companhia. A parcela será de R$ 0,1242 por ação, que vale tanto para o papel ordinário quanto o preferencial. O pagamento será realizado em até 60 dias a partir desta data, informa a companhia.

A Petrobras informa que esse valor equivale à parcela inicial de R$ 0,12 atualizado com a Selic projetada até esta sessão. "Assim que for divulgada a Selic do dia 28 de abril, este valor (bruto) será confirmado", reforça a Petrobras.

A estatal informa ainda que as ações passarão a ser negociadas ex-dividendos a partir da próxima sexta-feira (29).

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Lucro da Cia Hering aumenta 73,7% e atinge R$ 51 milhões no primeiro trimestre

SÃO PAULO - A Cia Hering (HGTX3) publicou na noite desta quinta-feira (28) seu resultado referente ao primeiro trimestre de 2011,quando lucrou R$ 51 milhões, alta de 73,7% frente ao mesmo período do ano passado.

O Ebitda (resultado operacional antes de juros, impostos, depreciação, amortizações e participações) avançou 58% e somou R$ 74,3 milhões. Já a margem Ebitda (relação entre a receita líquida e o Ebitda) apresentou melhora de 2,6 pontos percentuais, para 26,8%.

A receita líquida passou de R$ 194,37 milhões no primeiro trimestre do ano passado para R$ 277,6 milhões de janeiro a março deste ano, o que representou melhora de 42,9%.

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Ações da Magazine Luiza saem a R$ 16,00, piso das estimativas para o IPO

SÃO PAULO - Com o fim do procedimento de bookbuilding, as ações ordinárias ofertadas pela Magazine Luiza em seu IPO foram precificadas em R$ 16,00, piso das estimativas dos coordenadores da operação, que estipulavam que o valor da ação ficaria entre R$ 16,00 e R$ 21,00.

Com a oferta, a varejista exerceu integralmente a opção de lote suplementar, colocando no mercado 57.861.596 ações, sendo 38.587.146 na distribuição primária e as demais 19.274.450 na distribuição secundária. A captação com o IPO da empresa totalizou R$ 925,79 milhões.

Na próxima sexta-feira, 29, devem ser publicados na CBLC (Câmara Brasileira de Liquidação e Custódia) os termos do rateio da oferta. As ações têm estreia prevista na bolsa brasileira na próxima segunda-feira, dia 02, e serão listadas no Novo Mercado sob o código MGLU3.

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Petrobras anuncia nova descoberta no pré-sal da Bacia de Campos

SÃO PAULO - A Petrobras (PETR3, PETR4) anunciou na noite desta quinta-feira (28) a descoberta de uma nova acumulação de óleo no pré-sal da Bacia de Campos.

Segundo a estatal, a descoberta foi feita no poço 6-AB-119D-RJS, no campo de Albacora, a 107 km da costa e a 3,2k m da plataforma de produção P-31.

A perfuração atingiu profundidade total de 4.835m, e constatou uma coluna de óleo de 241m, dos quais 104m são dos reservatórios carbonáticos da Formação Macabu, com porosidade em torno de 10%.

"Estimativas preliminares de volume indicam, para essa nova acumulação, potencial de volume economicamente recuperável da ordem de 350 milhões de barris de óleo. Medidas de razão gás/óleo (RGO) realizadas em amostras registraram valores entre 60 e 240 m3/m3, indicando tratar-se de óleo leve", afirmou a empresa em comunicado.

Ainda segundo a Petrobras, a realização de Teste de Longa Duração para investigar o comportamento de produção dessa nova acumulação será decidida após a avaliação de testes de formação a poço revestido (TFR's) "programados para dois intervalos selecionados".

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Lojas Renner fecha 1º trimestre com lucro de R$ 47,6 milhões, alta de 29%

SÃO PAULO - A Lojas Renner (LREN3) divulgou na noite desta quinta-feira (28) seu resultado referente ao primeiro trimestre deste ano, reportando lucro líquido de R$ 47,6 milhões, 29% maior que os ganhos de R$ 36,9 milhões atingidos pela companhia entre janeiro e março do ano passado.

No mesmo sentido, a receita líquida total também mostrou forte crescimento na variação anual, de 18,4%, totalizando R$ 598,8 milhões nos três primeiros meses deste ano. Deste montante, R$ 517,7 milhões referem-se à receita líquida das vendas de mercadorias, que, por sua vez, subiu 17,6% frente ao 1T10.

Segundo a Renner, as vendas no primeiro trimestre deste ano foram beneficiadas por uma boa aceitação das coleções, pela ausência do Carnaval no mês de fevereiro e pelo menor impacto deste feriado quando realizado no mês de março, já no final do período de verão. Além disso, a companhia também mencionou como positivo às vendas as temperaturas mais baixas no Sudeste.

"O primeiro trimestre do ano foi positivo para a Lojas Renner. (...) Em lojas comparáveis a receita líquida apresentou evolução positiva de dois digitos, o que mostra, quando avaliado o período combinado de dois anos, com crescimentos de 15,1% e 11,2%, respectivamente, no 1T10 e 1T11, que não houve desaceleração das vendas da companhia após o Natal", destacou a empresa.

Ebitda e despesas
Outro importante indicador financeiro que mostrou bom resultado no trimestre foi o Ebitda (geração operacional de caixa), que cresceu 16,5% frente ao 1T10, somando a cifra de R$ 85,2 milhões. A margem Ebitda (relação percentual entre receita líquida e geração operacional de caixa), por sua vez, ficou em 16,4% entre janeiro e março deste ano, queda de 0,2 ponto percentual frente ao primeiro trimestre do ano passado.

No que se refere às despesas operacionais, a Renner mencionou que houve pressão por causa do grande número de lojas que estão sendo preparadas para inauguração, além das equipes que estão sendo preparadas e recrutadas e das áreas de apoio que foram readequadas para suportar o período de maior crescimento.

Assim, as despesas operacionais da operação de varejo da Renner atingiram a cifra de R$ 226,1 milhões no primeiro trimestre deste ano, incremento de 22,2% em relação àquelas vistas um ano antes.

Resultados melhores que o esperado
Os números da Lojas Renner nos três primeiros meses deste ano vieram, em geral, melhores que as expectativas do mercado. Segundo compilação feita pela InfoMoney com as estimativas do Barclays e da Ágora Corretora, a receita líquida da companhia no 1T11 superou em 1,32% a média das projeções dos analistas, enquanto o Ebitda veio 0,83% melhor que o esperado. Já o lucro líquido veio 6,97% acima das expectativas.

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Petrobras confirma importação de mais 1 milhão de barris de gasolina

SÃO PAULO - A assessoria da Petrobras (PETR3, PETR4) confirmou nesta quinta-feira (28) a importação de 1 milhão de barris de gasolina no mês de maio.

A informação havia sido dada à Agência Estado pelo diretor de Abastecimento e Refino da estatal, Paulo Roberto Costa, que afirmou que a compra irá atender ao crescimento do consumo doméstico em função dos maiores preços do etanol.

Condições de novas importações
Assim que ocorrer a entrada da nova safra de cana-de-açúcar no mercado, o diretor disse que será possível observar a estabilização dos preços do etanol no mercado. Com isso, não seria necessário importar novas cargas - contanto que o consumidor passe a dar preferência ao etanol novamente.

Segundo a declaração do diretor à Agência Estado, esse volume também poderia mudar caso a mistura de anidro na gasolina (atualmente em 25%) fosse alterada.

Vale mencionar que ainda neste ano a companhia já importou 1,5 milhão de barris de gasolina, enquanto comprou 3 milhões de barris em 2010. Questionada pela InfoMoney, a estatal confirmou a compra de 1 milhão de barris de gasolina para o próximo mês de maio, contudo, não apontou se aos volumes totais devem ser semelhantes aos de 2010.

Importação não prejudicará balança comercial
De acordo com Costa, a balança comercial da empresa neste ano não deverá migrar para o campo negativo em função das importações. Esse volume, disse, "atende a uma demanda em média equivalente a quatro ou cinco dias de consumo no mercado interno".

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CPFL anuncia proposta de grupamento e posterior desdobramento das ações

SÃO PAULO - A CPFL Energia (CPFE3) anunciou nesta quinta-feira (28) a proposta de grupamento de suas ações ordinárias na proporção de 10 para 1, com posterior desdobramento das mesmas ações na razão de 1 para 20.

A companhia estabeleceu um prazo de 60 dias, a conta a partir da próxima sexta-feira (29), para que seus acionistas possam ajustar sua posição de ações em lotes múltiplos de dez ações para a realização da proposta de grupamento. Com isso, no último dia antes da operação, as frações de ações serão identificadas, separadas e agrupadas em números inteiros para que possam ser vendidas em leilão realizado pela BM&FBovespa, em data que será informada posteriormente pela CPFL.

Após todo esse processo, as ações CPFE3 serão desdobradas de 1 para 20, sendo registradas aos titulares das ações no dia 6 de julho, informa a empresa em seu comunicado.

Adequeação dos preços de ADRs
Além disso, a empresa também comunicou que alterará a proporção dos preços dos ADRs (American Depositary Receipts) negociados na NYSE (New York Stock Exchange) na proporção de um ADR para três ações ordinárias. O objetivo, segundo a CPFL, é estimular a liquidez desses ativos por meio da redução do valor individual deles.

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MMX anuncia duas formas de pagamento para a OPA das ações da PortX

SÃO PAULO - Em complemento ao edital da OPA (Oferta Pública de Aquisição) das ações da PortX (PRTX3) anunciado no último dia 20 de abril, a MMX (MMXM3) publicou na noite desta quinta-feira (28) um comunicado ao mercado anunciando as formas de pagamento para cada ação de emissão da companhia adquirida.

De acordo com a nota, o acionista poderá escolher entre receber por cada ação da PortX um título de emissão da MMX com remuneração variável em royalties mais 0,0502351 ações MMXM3 ou então esse mesmo título de remuneração variável mais R$ 0,7014326 em dinheiro. A MMX ressalta não serão entregues frações de ações aos acionistas da PortX que optarem pela primeira forma de pagamento. "Se algum acionista da PortX escolher tal opção, terá o direito de receber um valor residual em reais", informa a mineradora.

Reforçando o que já foi dito na nota emitida na semana passada, a companhia informa que os acionistas da PortX interessados em aderir à OPA têm até o dia 20 de maio para se manifestarem.

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Usiminas reconhece atraso em mineração, mas garante projetos

SÃO PAULO - O presidente da Usiminas (USIM3,USIM5), Wilson Brumer, reconheceu nesta quinta-feira (28) que a empresa encontra-se "um pouco, se não muito, atrasada em relação a concorrentes" em projetos de minério de ferro.

Essa situação coloca a empresa em relação de desvantagem frente a seus competidores em um mercado cada vez mais homogêneo internacionalmente.

Por outro lado, o executivo garantiu que a Usiminas já trabalha com projetos que garantam a "solução final para esta carência", uma vez que já há a combinação de projetos, recursos, parceiros e logística, que devem se concretizar no médio prazo.

Eike Batista pode ser a solução
Apesar da ausência de maiores detalhes, uma das soluções pode estar no parceria envolvendo Usiminas, LLX (LLXL3) e MMX (MMXM3), firmada em novembro do ano passado.

Segundo divulgado na época, a parceria da Mineração Usiminas com a MMX será em torno do desenvolvimento conjunto da lavra na Mina Pau de Vinho, cujos direitos pertencem à subsidiária da siderúrgica. Assim, os aportes necessários para viabilizar a produção serão realizados pela MMX.

Já à LLX caberá os projetos de logística, dado que a empresa tem a perspectiva de embarcar volumes crescentes de minério de ferro pelo Porto Sudeste, saltando de 3 milhões de toneladas em 2012 para 12 milhões em 2015 e 2016.

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Ação da Redecard dispara 6% e lidera o Ibovespa, após divulgação de resultados

SÃO PAULO - Contrariando o movimento negativo do mercado brasileiro, as ações da Redecard (RDCD3) lideraram os ganhos do Ibovespa nesta quinta-feira (28) com forte alta de 5,99%, fechando cotadas a R$ 23,90, após a divulgação de seu resultado trimestral, o qual surpreendeu analistas consultados pela InfoMoney, com receita líquida de R$ 811,1 milhões, 2,24% superior ao estimado.

No entanto, é importante notar também que o lucro líquido e o Ebitda (geração operacional de caixa) frustraram as expectativas em 0,76% e em 4,07%, respectivamente. Tendo suas projeções superadas pelo resultado apresentado pela empresa, o Citigroup avalia que ainda é preciso se manter em alerta com o setor, prevendo ainda mais quedas nas margens.

A Redecard também anunciou na noite anterior que renovou por mais um ano a autorização para que a companhia adquira até 5,5 milhões de ações da própria companhia, no âmbito do plano de compra de ações.

Cielo também tem forte alta
Acompanhando o movimento positivo das ações da rival, os papéis da Cielo (CIEL3) registraram a segunda maior alta do Ibovespa nesse pregão (+5,38%), fechando cotadas a R$ 14,70. Vale mencionar que os papéis chegaram a liderar os ganhos do índice no intraday, quando estavam sendo negociados a R$ 14,89 - variação positiva de 6,74%.

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Ações do grupo EBX voltam a cair forte, com LLX liderando as perdas do Ibovespa

SÃO PAULO - Acentuando as fortes perdas vistas na véspera, as ações das empresas do grupo EBX voltaram a figurar entre as maiores as perdas do Ibovespa, com destaque para os papéis da LLX (LLXL3), que registraram a maior queda do índice ao desabarem 5,93% nesta quinta-feira (28), ficando cotadas a R$ 4,44.

As ações da MMX (MMXM3, R$ 9,89, -2,56%) e da PortX (PRTX3, R$ 3,38, -2,03%) foram outras que fecharam no vermelho. Já os papéis da OGX (OGXP3), que chegaram a cair 7,69% no intraday, reverteram a trajetória e conseguiram fechar com valorização de 1,28%, cotadas a R$ 16,60. A petrolífera de Eike Batista também respondeu pelo maior volume financeiro movimentado por uma ação na na BM&F Bovespa nesta sessão (R$ 1,062 bilhão).

Vale mencionar que o Ibovespa fechou o dia em queda de 0,89%, indo para os 65.673 pontos.

Mais risco
Para Leonardo Bardese, operador da BGC Liquidez, não há um noticiário específico que justifique as perdas registradas pelos papéis do grupo, mas com o mercado mais reticente no curto prazo, com perspectiva de um ciclo um pouco mais longo de alta da Selic, os investidores tendem a descontar nas empresas vistas como mais arriscadas.

O "risco X" derivaria da fase pré-operacional em que está boa parte das companhias controladas pelo empresário Eike Batista. Em momentos de insegurança mais acentuada, "o mercado tende a migrar para portos seguros", explica Bardese.

Um operador que preferiu não ser identificado avalia que parte do movimento deriva também da saída de investidores estrangeiros da bolsa, que preferem desfazer posições com empresas em que não têm tanta confiança. Para esta mesma fonte, a governança corporativa do grupo ficou comprometida após as declarações dos executivos da OGX não terem sido confirmadas pelo relatório de estimativa de reservas elaborado pela consultoria DeGolyer & MacNaughton.

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Ações da LLX recuam 3,67%, em meio à paralisação das obras no Porto do Açu

SÃO PAULO – As ações da LLX (LLXL3) encerraram esta quarta-feira (27) com expressiva queda de 3,67%, cotadas a R$ 4,72, ainda repercutindo os possíveis impactos ocasionados pela paralisação das obras no Complexo do Porto do Açu por causa de manifestações de trabalhadores no local. A queda foi bem mais forte do que a do Ibovespa, que recuou 1,31% no pregão.

Na última terça-feira (26), a companhia informou que as obras no Complexo do Porto do Açu – que estavam paralisadas desde segunda-feira por causa de manifestações de trabalhadores rurais contra desapropriações de terra - seriam retomadas nesta manhã, o que efetivamente ocorreu.

O impasse foi resolvido após uma reunião entre os manifestantes e a Codin (Companhia de Desenvolvimento Industrial do Rio de Janeiro), que selou um acordo entre as partes e o fim das manifestações.

“A paralisação de dois dias foi por orientação da empresa, por questões de segurança, mas não acarretam nenhum tipo de prejuízo para o cronograma das obras, que estão bem adiantadas”, informou a assessoria de imprensa da LLX, após contato da InfoMoney.

Outras empresas de Eike também recuam
Outras empresas do Grupo EBX também acompanharam a tendência da LLX, com os papéis da OGX (OGXP3, -4,43%, R$ 16,39), PortX (PRTX3, -4,17%, R$ 3,45) e da MMX (MMXM3, -2,68%, R$ 10,15) figurando entre as maiores quedas do Ibovespa. Fora do índice, as ações da MPX (MPXE3) recuaram 1,63%, para R$ 36,90 - mínima do intraday.

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Lucro líquido da Natura cresce 6,3% e atinge R$ 150 milhões no 1º trimestre

SÃO PAULO - A Natura (NATU3) anunciou nesta quarta-feira (27) seu resultado referente ao primeiro trimestre deste ano, quando atingiu um lucro líquido de R$ 150,5 milhões, 6,3% maior que os ganhos de R$ 141,6 milhões vistos no mesmo período de 2010.

A receita líquida consolidada da companhia ficou em R$ 1,146 bilhão entre janeiro e março, um avanço de 13% em relação ao ano passado. O Ebtida (geração operacional de caixa), por sua vez, também foi positivo, com alta de 8,4% em relação ao primeiro trimestre de 2010, alcançando os R$ 264,1 milhões.

"Nossos negócios no Brasil apresentam vigor e os sinais da demanda permanecem em patamares elevados", reportou a companhia em seu relatório. Somente no País, a receita líquida cresceu 11,7%, totalizando R$ 1,052 bilhão. De acordo com os dados da Natura, as despesas com vendas representaram 36,9% da receita líquida do trimestre, enquanto que as despesas administrativas foram responsáveis por 13,2% do montante.

Operações internacionais
A empresa atua na Argentina, no Chile e no Peru. Nestes três países, a receita líquida registrou um importante avanço de 30,3% em moeda local, frente ao 1T10.

Além desses negócios internacionais, há também algumas operações em fase de implantação, realizadas no México e na Colômbia. Seguindo o bom momento dos negócios internacionais da empresa - que já ultrapassaram 8% da receita líquida total da companhia - a receita líquida nesses dois mercados subiu 55,7% na comparação anual.

Market Share
O market share da Natura subiu no trimestre. Apenas no Brasil, o ganho de participação de mercado foi de 110 pontos-base, um avanço de 24%, segundo dados da Sipatesp (Sindicato da Indústria de Perfumarias de Artigos de Toucador no Estado de São Paulo) e da ABIHPEC (Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos).

Outro ponto ressaltado pela companhia foi a preferência pela marca Natura, que, segundo o balanço, atingiu 49% em 2010. Na Argentina e no Peru a empresa está entre as três marcas preferidas. Esses pontos, segundo a Natura, contribuíram para os bons números reportados.

"Seguimos executando nossa estratégia com inciativas que visam garantir o crescimento e a competitividade da Natura neste e nos próximos anos", afirmou a empresa.

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Cenário para siderúrgicas segue ruim e trimestre será de prejuízo para a Usiminas

SÃO PAULO - Os preços globais do aço e a valorização do real frente ao dólar continuam a trazer um cenário de deterioração para o setor siderúrgico. O resultado trimestral da Usiminas (USIM3, USIM5), que será divulgado na manhã de quinta-feira (28), tende a refletir os efeitos de uma concentração de 80% das vendas no mercado doméstico, embora com um melhor mix geográfico e redução dos estoques, apontam os analistas.

O primeiro trimestre do ano tende a ficar alinhado às margens do período anterior, em relação ao setor como um todo. "Antecipamos tíckets médios por tonelada variando da estabilidade a uma ligeira queda, e volumes em recuperação após a concessão de descontos no quarto trimestre de 2010", escreve a Spinelli Corretora em relatório.

Já para o time de análise do Barclays Capital, a melhora no mix geográfico e nos preços das importações podem impedir uma deterioração maior dos números da Usiminas. Ainda assim, os menores preços domésticos devem ofuscar esta melhora, repetindo a fraca geração operacional de caixa e o prejuízo do antigo período.

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JBS firma acordo pondo fim à acusação de compra de gado em propriedade embargada

SÃO PAULO - A JBS (JBSS3) assinou nesta quarta-feira (27) um acordo com o Ministério Público Federal do Estado do Acre, pondo fim à ação que acusava a empresa de ter comprado bovinos de propriedades embargadas desta região. Segundo a companhia, o acordo elimina qualquer possibilidade de cobrança de multa.

No último dia 19, a companhia já havia comunicado que implantou um sistema de bloqueio das compras de gado que promove previamente a consulta aos sites do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente, Recursos Naturais Renováveis) e do Ministério do Trabalho no momento do embarque do gado, no momento de sua entrada no frigorífico e antes do abate.

A ação que era movida contra a companhia referia-se a uma eventual aquisição de 578 cabeças de gado de propriedade embargada no Acre ao longo dos últimos quatro anos. "Para a JBS, esse acordo (válido em todo o território nacional) materializa sua permanente conduta e práticas sustentáveis na região Amazônica, e reafirma seu compromisso com a transparência e com o desenvolvimento sócio-ambiental", destacou a empresa em nota.

A companhia disse ainda que tem ampliado em todas as regiões a parceria com a Embrapa para fomentar as Boas Práticas Agropecuárias (BPA) junto aos seus fornecedores. "O Ministério Público Federal elogiou a postura da JBS esperando que outras empresas sigam seu exemplo", concluiu a companhia em seu comunicado ao mercado.

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Lucro líquido da Redecard recua 20,2% no 1º trimestre, ficando em R$ 281,3 milhões

SÃO PAULO - Com a receita praticamente estável e as despesas mostrando forte evolução, a Redecard (RDCD3) viu seu lucro líquido recuar para R$ 281,3 milhões no primeiro trimestre de 2011, queda de 20,2% em comparação ao mesmo período do ano passado, informou a companhia na noite desta quarta-feira (27).

O resultado ficou ligeiramente abaixo do esperado pelos analistas consultados pela InfoMoney, cuja média da projeção apontava para um lucro líquido de R$ 283,5 milhões entre janeiro e março. Já na comparação com o quarto trimestre de 2010, o lucro líquido da companhia mostrou retração de 19,3%.

Receita estável
A receita operacional líquida da Redecard mostrou evolução de apenas R$ 5,1 milhões (ou 0,6%) entre o primeiro quarto de 2010 e de 2011, indo para R$ 811,1 milhões. Desse montante, R$ 384,9 milhões ficaram com receitas das transações com cartões de crédito - alta de 3,9% sobre o resultado do 1T10 -, enquanto os cartões de débito responderam por R$ 124,2 milhões (+20,7% sobre 1T10).

Já a receita de aluguel de equipamento POS (Point of Sale) somou R$ 166,5 milhões entre janeiro e março do ano, representando uma redução de 19,4% frente ao mesmo período do ano passado. A base de equipamentos instalados pela Redecard aumentou 12,4% (para 1,014 milhão de unidades), ao passo que o preço médio do aluguel do POS recuou 29,4%, para R$ 48,50, "decorrente de ações de negociação e fidelização com estabelecimentos que ocorreram após a abertura do mercado", informa a companhia.

Despesas em alta
Já os principais custos de serviços prestados pela empresa, que se dividem em atendimento ao cliente e captura e processamento, mostraram evolução de 43,1% na mesma base comparativa, somando R$ 247,8 milhões. O atendimento ao cliente respondeu por R$ 97,3 milhões - lata de 72,8% em relação ao 1T10 -, enquanto a captura e processamento ficou com R$ 111,0 milhões (+29,6%). A depreciação de equipamentos de captura ficou com os R$ 39,5 milhões restantes, indicando variação positiva de 26,7%.

Segundo a Redecard, essa forte aceleração deve-se ao maior número de transações de crédito e débito, da maior quantidade de equipamentos instalados e do maior número em atendimentos telefônicos no período, com tudo isso sendo responsável por R$ 41,8 milhões do montante. Além disso, a companhia diz que destinou R$ 12,3 milhões para melhorar seu atendimento em call center e a manutenção dos estabelecimentos, além de também ceder R$ 20,7 milhões por novas iniciativas, "como a captura da bandeira Visa e de novos credeciamentos".

Margem Ebitda cai 12,8 p.p.
Acompanhando essa deterioração nas despesas da companhia, o Ebitda (lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado da Redecard no primeiro trimestre caiu 17,7% em relação ao mesmo período de 2010, ficando em R$ 464,9 milhões. Já a margem Ebitda (Receita Líquida/Ebitda) ajustada ficou em 57,3%, queda de 12,8 pontos percentuais na mesma base comparativa.

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Petrobras comunica ANP sobre indícios de petróleo em poços de SE, ES e RJ

SÃO PAULO – A Petrobras (PETR3, PETR4) descobriu indícios de petróleo em mais três campos, publicou a ANP (Agência Nacional de Petróleo) em seu site nesta quinta-feira (28).

A Petrobras é operadora de todos os poços em questão e, segundo informações atualizadas em 7 de abril pela ANP, as sondas continuam o trabalho de perfuração em todos estes locais.

Bacia de Campos
Destes, dois estão presentes em mar e localizam-se na bacia de Campos. Com o nome de 1-BRSA-847-ESS, o poço faz parte do bloco C-M-151 e possui uma profundidade final estimada em 6.855 metros, com uma lâmina de água de 1.857 metros.

Já o 6-BRSA-899D-RJS encontra-se no bloco Albacora, e a profundidade total é esperada em 4.820 metros, sendo 380 metros de lâmina de água.

Sergipe
Por fim, em Sergipe foi encontrado indícios de petróleo em terra, no poço denominado por 3-BRSA-932-SE, que contempla o bloco Sirizinho e possui uma profundidade projetada de 605 metros.

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Lucro líquido da Usiminas cai 96% no primeiro trimestre de 2011, para R$ 16 milhões

SÃO PAULO - A Usiminas (USIM3, USIM5) divulgou nesta quinta-feira (28) seu resultado para o primeiro trimestre deste ano, quando a empresa registrou lucro líquido de R$ 16 milhões, 96% menor que o apurado no mesmo período de 2010, de R$ 375 milhões.

O Ebitda (geração operacional de caixa) da siderúrgica também apresentou trajetória decrescente ao recuar 53% na comparação com os três primeiros meses do ano passado, para R$ 337 milhões. A receita líquida da Usiminas, no entanto, mostrou crescimento de 1% em relação ao primeiro trimestre de 2010, ao totalizar R$ 3,063 bilhões.

Por sua vez, a margem Ebitda recuou 12,4 pontos percentuais, saindo de 23,4% nos primeiros três meses de 2010 para 11% no mesmo período deste ano.

Veja mais informações em http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=2095413&path=/investimentos/

Câmara aprova novas regras para a segunda etapa do "Minha Casa, Minha Vida"

SÃO PAULO – A Câmara dos Deputados aprovou, na noite de quarta-feira (27), a Medida Provisória 514/10, que estabelece as novas regras para a segunda etapa do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida, que pretende reformar e construir dois milhões de moradias entre 2011 e 2014. A MP agora deve passar por votação no Senado.

Dentre as alterações feitas pelos parlamentares, está a mudança nos valores da renda das famílias que devem ser beneficiadas pelo programa. Antes, eram beneficiadas famílias com renda de até dez salários mínimos. A conta continua a mesma, porém, agora a regra adota valores nominais, considerando o valor do mínimo de 2010, de R$ 465.

De acordo com o relator da MP, deputado André Vargas (PT-PR), a ideia é que com a nova política de valorização do salário mínimo, o programa acabaria não contemplando até 2014 as famílias de baixa renda. Com a adoção de limites nominais com base no salário de 2010, essas famílias conseguiriam se adequar às regras.

As novas regras do programa também beneficiam as mulheres chefes de família. Agora, não é mais necessária a assinatura do cônjuge nos contratos em que elas são beneficiárias, exceto em casos que envolvam recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço). Para que a mulher se beneficie dessa nova regra, a renda mensal da família não pode ser maior que R$ 1.395.

Imóveis mais caros?
As unidades a serem comercializadas por meio do programa podem ficar mais caras devido às novas regras, na avaliação da ABCI (Associação Brasileira de Corretores de Imóveis), Francisco Zagari Neto. Isso porque a MP também amplia as exigências para que as construtoras participem do programa para garantir a qualidade das moradias.

A partir de agora, os contratos dos empreendimentos serão mais rígidos. E para Neto, isso pode fazer com que as construtoras gastem mais recursos para se adequar aos novos critérios e esses custos podem ser repassados para os consumidores.

“Isso tudo encarecerá os imóveis para as construtoras. E todas essas novidades vão atingir o consumidor. O custo cresceu não só no terreno, mas também no material de construção”, alertou Neto, segundo a Agência Câmara.

Cidades de até 50 mil habitantes
Outra novidade dentre as regras do programa é o benefício que será concedido também às cidades com número de habitantes entre 20 mil e 50 mil. Para elas, devem ser construídas 220 mil unidades para as famílias com renda de até R$ 1.395.

Ao todo, espera-se que 228 municípios sejam beneficiados. “Temos a necessidade de uma política habitacional que chegue aos pequenos municípios”, disse Vargas, ainda segundo a Agência Câmara.

Recursos
A MP aprovada pela Câmara aumenta de R$ 14 bilhões para R$ 16,5 bilhões os recursos que o Governo pretende dispender com a nova etapa do programa, por meio do FAR (Fundo de Arrendamento Residencial).

http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=2095454&path=/suasfinancas/

Itaú capta US$ 280 mi em crédito destinado a PMEs

São Paulo - O Itaú Unibanco anunciou hoje que captou US$ 280 milhões junto ao Inter-American Investment Corporation (IIC), membro do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Segundo o Itaú, este é o maior volume do tipo já captado por um banco da América Latina. Os recursos serão usados para o crédito a pequenas e médias empresas que adotem boas práticas nos negócios e que possuem responsabilidade social e ambiental.

O IIC é uma instituição financeira multilateral que tem o objetivo de promover e dar apoio ao desenvolvimento do setor privado e dos mercados de capital de países-membros da América Latina e do Caribe.

http://exame.abril.com.br/pme/noticias/itau-capta-us-280-mi-em-credito-destinado-a-empresas

Usiminas tem lucro líquido 96% menor no 1º trimestre

São Paulo - A siderúrgica Usiminas registrou um lucro líquido de R$ 16 milhões no primeiro trimestre de 2011, o que representa uma queda de 96% ante o obtido no mesmo período do ano passado, segundo dados divulgados hoje pela companhia. Na comparação dos dois intervalos, a receita líquida subiu 1%, para R$ 3,063 bilhões, enquanto a geração de caixa medida pelo Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) caiu 53%, para R$ 337 milhões. Os números foram apresentados no padrão contábil internacional (IFRS).

As vendas físicas de aço da Usiminas caíram 2% no primeiro trimestre deste ano, ante o mesmo período do ano passado, para 1,588 milhão de toneladas, segundo informou hoje a siderúrgica. Na comparação com o quarto trimestre de 2010, no entanto, o volume vendido aumentou 1%. Nas vendas totais, a maior queda nos três primeiros meses de 2011 foi registrada no segmento de placas, com recuo de 60% ante igual período de 2010 e de 61% em relação ao quarto trimestre do ano passado.

O mix de vendas melhorou, sendo que o mercado interno respondeu por 77% das vendas no intervalo de janeiro a março deste ano, ante 73% em igual período de 2010 e 68% no último trimestre do ano passado. As vendas domésticas de laminados a frio caíram 20% em comparação ao primeiro trimestre do ano passado, mas ficaram 16% maiores que as do quarto trimestre.

No primeiro trimestre, a produção de aço bruto caiu 2% ante o intervalo equivalente de 2010, para 1,783 milhão de toneladas. Na comparação com o quarto trimestre, o volume produzido aumentou 12%. Já a produção de laminados cresceu 8% ante o último trimestre de 2010.

Minério de ferro

A Usiminas produziu 1,554 milhão de toneladas de minério de ferro no primeiro trimestre deste ano, 3% acima do registrado no mesmo período do ano passado, mas 10% abaixo do quarto trimestre de 2010. Em relatório, a companhia informou que o volume produzido ficou "pouco abaixo do planejado para o período", devido às chuvas e a manutenções da unidade, com recuperação em março. A Usiminas reiterou a meta de produzir oito milhões de toneladas de minério em 2011.

A companhia informou ainda que as vendas de minério somaram 213 mil toneladas, 33% abaixo do primeiro trimestre do ano passado e 53% menos que no quarto trimestre de 2010. A queda ante o mesmo período de 2010 se deve a exportações que foram concluídas fora do trimestre, em abril.

http://exame.abril.com.br/negocios/empresas/noticias/usiminas-tem-lucro-liquido-96-menor-no-1o-trimestre

terça-feira, 26 de abril de 2011

UBS tem lucro maior no primeiro trimestre

O banco suíço UBS pode ter deixado a crise financeira internacional para trás depois de registrar entrada de recursos em sua unidade de gestão de fortunas no primeiro trimestre, apesar das operações com banco de investimento encontrarem dificuldades para retomar força.

A instituição encerrou o primeiro trimestre com lucro líquido de 1,8 bilhão de francos suíços, ante expectativa média do mercado de ganho de 1,74 bilhão de francos.

A entrada de 11,1 bilhões de francos suíços (US$ 12,6 bilhões), o maior fluxo desde o final de 2007 e acima do esperado, mostrou que a confiança dos clientes no banco está voltando, afirmou a instituição.

Clientes sacaram quase 400 bilhões de francos do segundo maior gestor de fortunas do mundo nos últimos anos, depois que o banco foi resgatado após registrar grandes baixas contábeis por ativos tóxicos e ser atingido por investigações nos Estados Unidos sobre evasão fiscal de norte-americanos.

O UBS informou que recebeu fortes entradas de capital na região Ásia-Pacífico e em mercados emergentes, bem como de clientes ultra-ricos. Mas a instituição informou que registrou saída de recursos na Europa, onde países estão perseguindo sonegadores que usam contas secretas na Suíça.

O analista Dirk Becker, do Vontobel, afirmou que o ponto mais positivo do resultado foi a entrada de recursos na divisão de gestão de fortunas. "Isso mostra que o UBS deixou a crise para trás, mesmo nesta divisão, onde a confiança dos clientes foi abalada."

O UBS espera entradas sustentadas de capital de agora em diante, afirmou o vice-presidente financeiro, John Cryan, em teleconferência com analistas.

A instituição teve lucro antes de impostos de 835 milhões de francos na divisão de banco de investimento, ante 100 milhões no trimestre anterior, apresentando bom desempenho em relação a seus pares em renda fixa e operações com ações.

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/907249-ubs-tem-lucro-maior-no-primeiro-trimestre.shtml

UBS e Parmalat dão fôlego às bolsas da Europa

SÃO PAULO - A volta do feriado de Páscoa nas bolsas da Europa foi animada pelo balanço do banco de investimentos UBS, que surpreendeu o mercado e ajudou a impulsionar os papéis do setor financeiro.

Em Londres, as ações do Royal Bank of Scotland avançavam 0,98%, seguidas pelas do Lloyds (0,77%) e do Barclays (0,70%). O índice FTSE-100 ganhava 0,43%, aos 6.044,30 pontos.

Na bolsa de Frankfurt, as ações do Deutsche Bank subiam 1,20% e levavam o índice DAX à valorização de 0,53%, com 7.334,30 pontos. Já os papéis do BNP Paribas apresentavam alta de 0,35% na bolsa de Paris, onde o índice CAC-40 subia 0,35%, para 4.036,00 pontos.

As ações do Santander, por sua vez, avançavam 1,58% na bolsa de Madri, enquanto as do BBVA tinham 0,76% de valorização. O Ibex-35 marcava 10.688,50 pontos, com alta de 0,99%.

Já em Milão, o destaque ficava por conta das ações da Parmalat, que saltavam 11,59% diante da oferta de compra de 3,375 bilhões de euros lançada pelo grupo francês Lactails, que já detém 29% da companhia italiana. O índice FTSE-MIB subia 0,76%, para 21.976,00 pontos.

http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/valor/2011/04/26/ubs-e-parmalat-dao-folego-as-bolsas-da-europa.jhtm

Câmara de Gerdau vai agir como a Swat

O empresário Jorge Gerdau deve assumir em breve a coordenação da Câmara de Gestão e Competitividade, uma novidade do governo Dilma Rousseff.

No cargo, Gerdau terá carta branca de Dilma para atuar em ministérios como Saúde, Planejamento e Justiça.

Sua equipe será formada por consultores do INDG, de Vicente Falconi.

Segundo o blog apurou, assim que detectarem focos de ineficiência, a turma de Gerdau e Falconi, deverá atuar como “comandos Swat”, a exemplo dos pelotões de elite americanos que têm permissão até para matar em situações de alto risco.

De volta ao Brasil, contra vilões como o desperdício, a inércia e a corrupção, a principal arma dos consultores de Gerdau e Falconi será um método exaustivo de coleta e análise de dados, posteriormente convertidos num diagnóstico que aponte a melhor decisão para os problemas encontrados.

Os consultores da Câmara de Gerdau também devem gerar noções de expertise a serem replicadas em diversos escalões do governo federal.

http://exame.abril.com.br/blogs/esquerda-direita-e-centro/2011/04/26/camara-de-gerdau-vai-agir-como-a-swat/

Bolsa de Tóquio cai 1,2% com Nintendo e Nidec

Tóquio - A Bolsa de Tóquio fechou com queda acentuada diante dos resultados corporativos decepcionantes apresentados pela fabricante de jogos eletrônicos Nintendo e pela indústria de motores de precisão Nidec. Ambas estabeleceram uma tônica sombria para a temporada de balanços, ao mesmo tempo que um iene mais forte aumentou a pressão sobre as ações das empresas exportadoras, como a Sony. O índice Nikkei 225 caiu 113,27 pontos, ou 1,2%, e fechou aos 9.558,69 pontos.

A Nintendo, que chegou a cair 5,2% pela manhã, terminou em baixa de 1,6%. As vendas do seu jogo portátil 3DS, lançado em 26 de fevereiro, ficaram aquém das expectativas desde o terremoto de 11 de março. "Alguma queda nas vendas era esperada, mas os investidores ficaram desapontados também com a falta de reação das ações ao anúncio de um novo console de jogos", disse Mitsushige Akino, administrador-chefe de fundos da Ichiyoshi Investment Management. A companhia informou que lançará um console doméstico em 2012 para suceder seu bem-sucedido sistema Wii.

A Nidec, que fabrica motores de precisão para discos rígidos e sistemas automotivos, fechou em queda de 2,1% com a previsão de uma redução no lucro operacional neste ano fiscal. A empresa disse que seus clientes paralisaram as encomendas depois do terremoto. As informações são da Dow Jones

http://exame.abril.com.br/mercados/noticias/bolsa-de-toquio-cai-1-2-com-nintendo-e-nidec

FGV: inflação na construção civil é de 0,75% em abril

Rio de Janeiro - A inflação na construção civil ganhou força em abril. Segundo informou hoje a Fundação Getúlio Vargas (FGV), o Índice Nacional de Custo da Construção - Mercado (INCC-M), que mede a evolução de preços no setor, subiu 0,75% este mês, o que indica uma aceleração ante a taxa de 0,44% registrada em março. Até abril, o INCC-M acumula alta de 1,96% em 2011 e de 7,01% nos últimos 12 meses.

Ao detalhar o desempenho do indicador, a FGV informou que os preços de materiais, equipamentos e serviços subiram 0,36% em abril. Em março, a inflação deste segmento foi mais intensa, de 0,60%. Já os preços de mão de obra subiram 1,16% este mês, bem acima da taxa de 0,27% apurada em março.

Entre os produtos pesquisados para cálculo do indicador, a FGV informou que as mais expressivas elevações de preço na construção civil foram apuradas em ajudante especializado (1%), servente (1,17%), pedreiro (1,41%), carpinteiro (1,19%) e engenheiro (1,24%). As mais expressivas quedas de preço foram apuradas em condutores elétricos (recuo de 2,11%), impermeabilizante (baixa de 1,64%), compensados (queda de 0,52%), rodapé de madeira (recuo de 0,76%) e argamassa (baixa de 0,06%).

O cálculo do INCC-M foi baseado em preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência. O INCC-M representa 10% do Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M).

http://exame.abril.com.br/economia/noticias/fgv-inflacao-na-construcao-civil-e-de-0-75-em-abril

segunda-feira, 18 de abril de 2011

OGX revela estimativa de volumes nos campos de Campos, Parnaíba e Colômbia

SÃO PAULO - A OGX Petróleo (OGXP3) divulgou nesta sexta-feira (15) os volumes de recursos líquidos em seus blocos nas bacias de Campos, Parnaíba e Colômbia, reportando 5,7 bilhões de boe (barris de óleo equivalente), 1 bilhão de boe e 1,1 bilhão de boe, respectivamente.

Com o resultado, e somando também as estimativas feitas anteriormente para as Bacias de Santos, Espírito Santo e Pará-Maranhão, a empresa passa a ter um portfólio de recursos líquidos de 10,8 bilhões de BOE. Os números foram calculados pela consultoria DeGolyer & MacNaughton.

Capacidade de crescer
"Esses resultados, apresentados por uma consultoria independente e respeitada em todo o mundo vêm comprovar o extraordinário sucesso de nossa estratégia de atuação, focada em ativos de classe mundial localizados em sua maioria em águas rasas, que nos permitiu descobrir acumulações de escala e produtividade comparáveis às encontradas no pré-sal, só que com custos muito mais baixos e tecnologia amplamente dominada", afirmou Eike Batista, CEO (Chief Executive Officer) da companhia, em nota.

Ainda de acordo com a empresa, os números apresentados só comprovam a capacidade de crescimento orgânico, através de descobertas e aquisições. A OGX também enfatiza o cumprimento de compromissos com a ANP (Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis), afirmando que seu próximo passo é intensificar sua campanha de delimitação, visando declarar a comercialidade e o início da produção.

http://www.infomoney.com.br/ogxpetroleo/noticia/2087984-ogx+revela+estimativa+volumes+nos+campos+campos+parnaiba+colombia

OGX despenca 13% após relatório de reservas e corte de recomendação e target

SÃO PAULO - As ações da OGX (OGPX3) despencam na abertura dos negócios nesta segunda-feira (18). Após leilão na abertura, estas ações iniciaram o pregão com queda de 13,08%, valendo R$ 17,08. Na mínima do dia estes papéis chegaram a ser negociados a R$ 16,35 (-16,79%)

O relatório de estimativas das reservas elaborado pela consultoria DeGolyer & MacNaughton e divulgado ao mercado na noite de sexta-feira foi considerado "obviamente um pouco desapontador" pelo banco de investimentos BTG Pactual, que embora ainda mantenha seu otimismo no longo prazo com o investimento nas ações da OGX, as vê no momento "justamente precificadas". O banco de investimentos reduziu sua recomendação de compra para neutra e cortou o preço-alvo de 12 meses para as ações em R$ 6, para R$ 21,63.

Além disso, em teleconferência para comentar os dados do relatório sobre as reservas estimadas da OGX, o executivo Eike Batista disse que a empresa reduziu de 30% para 10% o percentual dos campos na Bacia de Santos sob concessão da empresa que irão ser oferecidos ao mercado através de um farm-out (processo de venda parcial dos direitos de concessão detidos pela OGX). De acordo com Eike Batista, o petréloe encontrado na região tem qualidade e produtividade tão grandes que o grupo não vê mais a necessidade de se desfazer de 30% de seus ativos.

Contexto negativo
O pregão já indicava uma abertura negativa para a bolsa, depois de a China elevar a taxa de exigência de capital dos bancos e a agência de classificação de risco Standard & Poor's rebaixar a perspectiva do rating dos EUA para negativa, eventos que deixaram os mercados com um alto nível de aversão ao risco. Contudo, o carregado noticiário em torno da empresa do grupo EBX de exploração de petróleo é mal recebido pelos investidores, engatilhando forte venda das ações.

http://www.infomoney.com.br/ogxpetroleo/noticia/2088222-ogx+despenca+apos+relatorio+reservas+corte+recomendacao+target

Duratex anuncia investimento de R$ 1,2 bilhão

São Paulo – A Duratex anunciou, nesta segunda-feira (18/4), que que investirá nos próximos cinco anos 1,2 bilhão de reais a fim de ampliar sua atuação no segmento de MDF. De acordo com comunicado divulgado ao mercado, o aporte será destinado na construção de duas novas plantas.

Os investimentos serão feitos com recursos próprios e também de terceiros. As duas novas unidades terão capacidade de produzir 1,2 milhão de metros cúbicos por ano de MDF. Uma das plantas será instalada na cidade de Itapetininga, interior de São Paulo. A outra ainda não tem local definido.

Em 2010, o mercado de MDF apresentou crescimento de 26% na comparação com o ano anterior e atingiu a produção de 2,9 milhões de metros cúbicos.

http://exame.abril.com.br/negocios/empresas/noticias/duratex-anuncia-investimento-de-r-1-2-bilhao

Panamericano tem melhor desempenho no mercado de dívida local

Nova York/São Paulo - O Banco Panamericano SA, que precisou ser socorrido duas vezes desde novembro, registra a maior valorização do ano no mercado brasileiro de dívida corporativa após a compra da instituição pelo bilionário André Esteves.

O rendimento dos títulos em dólar do Panamericano com vencimento em 2020 desabou 128 pontos-base, ou 1,28 ponto percentual, este ano para 7,46 por cento. Os papéis se recuperam após a taxa ter disparado 300 pontos-base em novembro, quando o banco recebeu um empréstimo emergencial de R$ 2,5 bilhões do Fundo Garantidor de Créditos. O rendimento em títulos de bancos do País subiu 50 pontos-base este ano, enquanto mundialmente as taxas dos papéis de bancos recuaram 27, segundo o Bank of America Corp.

Os detentores dos papéis estão mais confiantes na capacidade do Panamericano de honrar suas dívidas depois que o Banco BTG Pactual SA, fundado por Esteves, assumiu R$ 3,8 bilhões em obrigações do Panamericano para cobrir perdas em meio a uma investigação criminal sobre irregularidades contábeis. O sucesso de Esteves em transformar o BTG Pactual numa instituição que em dezembro foi avaliada em US$ 10 bilhões gera expectativa de que o bilionário vai sanar as operações do Panamericano, disse Eric Ollom, analista de bônus corporativos de mercados emergentes da Jefferies & Co.

“O histórico do Pactual e de Esteves é muito forte”, disse Ollom em entrevista por telefone. “A compra foi um fator claramente positivo para o Panamericano”.

‘Mudou Completamente’

Esteves, 42 anos, vendeu o Banco Pactual SA para o UBS AG em 2006 por US$ 2,6 bilhões. Ele comprou a instituição de volta por US$ 2,5 bilhões em 2009 e fez a fusão do Pactual com um banco que ele fundou em 2008, resultando no BTG Pactual. Esteves levantou US$ 1,8 bilhão para financiar planos de expansão com a venda de uma participação minoritária no BTG Pactual em dezembro para um grupo de investidores que inclui as famílias Rothschild e Agnelli.

O BTG Pactual fechou um acordo para comprar o controle do Panamericano em 31 de janeiro, após o banco sediado em São Paulo ter precisado de um segundo resgate quando auditores descobriram que o sistema de informática registrava automaticamente receita de empréstimos que já haviam sido vendidos. O FGC então liberou um empréstimo adicional de R$ 1,3 bilhão.

Investidores estão apostando que o BTG Pactual garantiria os títulos de dívida do Panamericano se houver um calote, disse Leonardo Kestelman, que ajuda a supervisionar US$ 880 milhões em bônus, incluindo dívida do Panamericano, na Dinosaur Securities em São Paulo.

“A aquisição pelo BTG mudou completamente a classificação do banco para o mercado”, disse Kestelman em entrevista por telefone. “Agora é um bom crédito”.

O BTG Pactual é dono de 37,6 por cento do capital total do Panamericano, enquanto a Caixa Econômica Federal detém 36,6 por cento.

A assessoria de imprensa do Panamericano em São Paulo não quis fazer comentários para esta reportagem. A assessoria da Caixa em Brasília não respondeu a solicitações de comentário. A assessoria do BTG Pactual em São Paulo se recusou a comentar.

http://exame.abril.com.br/mercados/noticias/panamericano-tem-melhor-desempenho-no-mercado-de-divida-local

OGX eleva recursos para 10,8 bilhões de barris e se aproxima da Petrobras

São Paulo - A OGX, petrolífera criada pelo empresário Eike Batista, elevou sua estimativa de recursos potenciais de óleo e gás para 10,8 bilhões de barris de óleo equivalente (boe). A estimativa anterior era de 6,8 bilhões de barris.

A revisão foi baseada em um relatório da consultoria independente DeGolyer & MacNaughton (D&M), especializada no setor. A avaliação dos recursos é uma etapa anterior à declaração de reservas. Para que uma petrolífera passe da fase de recursos potenciais para a de reservas, é preciso que a empresa faça a declaração de comercialidade do produto - algo que a OGX ainda não fez.

Embora ainda não sejam reservas, o potencial da OGX se aproxima ao da Petrobras. Em meados de janeiro, a estatal divulgou que suas reservas provadas somavam 15,986 bilhões de barris boe.

De acordo com comunicado à imprensa, a OGX conta com um potencial líquido de 5,7 bilhões de barris na bacia de Campos; 1 bilhão de barris na bacia do Parnaíba; e 1,1 bilhão de barris na Colômbia. Esses números, somados à estimativa divulgada em setembro de 2009, totalizam as novas reservas da OGX.

Custo menor

“Esses resultados, apresentados por uma consultoria independente e respeitada em todo o mundo, vêm comprovar o extraordinário sucesso de nossa estratégia de atuação”, afirmou Eike na mesma nota à imprensa.

O empresário destacou, ainda, que a maior parte das descobertas da OGX situa-se em águas rasas, o que reduziria os custos de exploração e produção, quando comparados ao pré-sal. Além disso, a tecnologia de extração em águas rasas seria “amplamente dominada.”

Segundo a OGX, a D&M baseou-se em informações disponíveis até 31 de dezembro do ano passado para as bacias de Campos e Parnaíba; e 31 de março deste ano para a Colômbia. A consultoria também analisou 22 poços, desconsiderando os perfurados após essas datas.

A OGX pretende iniciar a exploração comercial de seus poços ainda neste ano. A expectativa é de que a empresa comece a gerar caixa em agosto.

Veja mais em http://exame.abril.com.br/negocios/empresas/noticias/ogx-eleva-reservas-para-10-8-bilhoes-de-barris-e-se-aproxima-da-petrobras

Gol tem acréscimo de 19,6% na demanda em março sobre 2010

São Paulo - A Gol Linhas Aéreas anunciou um crescimento na demanda total por seus voos de 19,6 por cento em março sobre o mesmo período um ano antes, conforme comunicado divulgado nesta segunda-feira.

A taxa de ocupação no período foi de 70,1 por cento, o que representa uma expansão de 5,8 pontos percentuais em relação a março de 2010 e recuo de 1,1 ponto percentual sobre fevereiro.

Nos voos domésticos, houve aumento de 17,7 por cento na demanda ante março de 2010, ano no qual o Carnaval ocorreu no início de fevereiro. A ocorrência do feriado acabou favorecendo o desempenho de março deste ano.

Já a demanda nos voos para o exterior subiu 40,2 por cento sobre um ano antes pelo mesmo motivo. O crescimento também pode ser atribuído à adição de novos destinos internacionais e à valorização do real frente ao dólar, que favorece a viagem de brasileiros para fora do país.

Em março, o yield --preço que o passageiro paga por quilômetro voado-- ficou em 0,19 real. No primeiro trimestre, o yield também ficou neste patamar.

http://exame.abril.com.br/negocios/empresas/noticias/gol-tem-acrescimo-de-19-6-na-demanda-em-marco-sobre-2010

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Petrobras negocia empréstimo bilionário na China

SÃO PAULO – A Petrobras (PETR3, PETR4) negocia novo empréstimo com o BDC (Banco de Desenvolvimento da China), depois da linha de crédito já adquirida em 2009, de US$ 10 bilhões.

O presidente da instituição chinesa, Chen Yuan, afirmou que os dois lados estão interessados em dar sequencia às negociações, no entanto, o formato e o valor desta linha de crédito ainda não foram definidos.

Veja mais informações em http://www.infomoney.com.br/mercados/noticia/2086732-principais+noticias+petrobras+negocia+emprestimo+bilionario+china

Perdas prevalecem em bolsas externas, com pressão de resultados e China

SÃO PAULO - A sessão desta sexta-feira (15) é marcada por trajetória instável nas bolsas externas, lideradas pela leve queda nos contratos dos índices futuros em Wall Street, enquanto investidores avaliam resultados de empresas relevantes, como Google e Bank of America Merrill Lynch, bem como dados negativos sobre a economia chinesa.

Na Europa, o mercado também repercute a temporada de balanços, com alguns números superando estimativas. No entanto, a perspectiva de um aperto monetário mais forte na China mantém o sentimento de cautela, e as principais bolsas do continente mostram instabilidade, com alta em Paris e Londres e queda em Frankfurt.

A Nestlé, por exemplo, reportou um crescimento orgânico de vendas no primeiro trimestre de 6,4%, superando as projeções dos analistas, que indicavam variação de 5,9%. A Syngenta reportou uma receita de US$ 4,02 bilhões nos três primeiros meses do ano, resultado acima das expectativas, que giravam em torno de US$ 3,93 bilhões.

Nesta sessão, também ganham destaque os indicadores econômicos europeus. A taxa anual de inflação ao consumidor na Zona do Euro foi de 2,7% em março, aumento de 0,3 ponto percentual na passagem mensal. A pressão inflacionária também causa preocupações na Europa, e o BCE (Banco Central Europeu) recentemente decidiu elevar a taxa básica de juro do continente.

Vale ressaltar que a agência de classificação de risco Moody's cortou em dois níveis o rating para os títulos de dívida do governo da Irlanda, que passou de Baa1 para Baa3, com perspectiva negativa. Mais um corte no rating destes ativos significará a perda do grau de investimento.

China em foco
Na Ásia, o índice Shanghai Composite, da bolsa de Xangai, encerrou o pregão em leve alta, impulsionado pela recuperação de ações do setor imobiliário, amplamente pressionados durante a semana. Segundo o economista do UBS, Paul Donovan, "os dados de habitação foram surpreendentemente altos – vendas de imóveis vieram fortes novamente”, escreveu em relatório diário, mesmo após as tentativas do governo chinês em controlar os preços do setor.

Já os índices Nikkei e Hang Seng recuaram ante a expectativa de aperto monetário gerada pelos dados sobre inflação e PIB (Produto Interno Bruto) na China. A economia do país desacelerou no primeiro trimestre deste ano, frente ao mesmo período de 2010, para um crescimento de 9,7% nestes primeiros três meses. Enquanto isso, a inflação para os consumidores em março atingiu a alta de 5,4% na comparação anual e marcou o maior nível em 32 meses.

Agenda intensa e resultados relevantes
Nos Estados Unidos, o resultado do Google pressiona o mercado antes do início das negociações. A empresa reportou crescimento de 17% no lucro do primeiro trimestre de 2011, mas ainda assim o número não alcançou a expectativa do mercado. O Bank of America também divulgou seu resultado referente ao primeiro trimestre de 2011, com lucro líquido de US$ 2,0 bilhões, mas também abaixo das projeções.

Na agenda econômica do país, o destaque fica com o índice de preços ao consumidor em março. A LCA acredita que a inflação continuará pressionada pelo aumento dos preços internacionais, "estimulando ainda mais as especulações em relação ao timing de reversão da orientação da política monetária norte-americana".

São esperados ainda a sondagem industrial do Fed de Nova York para abril, a produção industrial em março e a leitura preliminar de abril da confiança do consumidor, aferida pela Universidade de Michigan. Para a LCA, o avanço das cotações do barril de petróleo (e do preço da gasolina) deve ainda pesar sobre o último número, que na medição passada recuou 10 pontos.

Inflação e atividade
No Brasil, o Indicador Serasa Experian de Atividade Econômica revelou avanço de 0,7% em fevereiro de 2011 frente ao mês imediatamente anterior, já descontadas as influências sazonais. Em relação ao mesmo mês de 2010, houve crescimento de 6,5% no segundo mês de 2011.

Ainda na agenda, a FGV (Fundação Getúlio Vargas) divulga o IGP-10 (Índice Geral de Preços - 10) de abril. A LCA antecipa alta de 0,60%, taxa inferior à apurada em março, de 0,84%.

http://www.infomoney.com.br/mercados/noticia/2086733-perdas+prevalecem+bolsas+externas+com+pressao+resultados+china

Economia brasileira cresceu 0,7% em fevereiro, segundo a Serasa Experian

SÃO PAULO - A economia brasileira cresceu 0,7% na passagem de janeiro para fevereiro deste ano, já descontadas as influências sazonais, segundo o indicador Serasa Experian de Atividade Econômica divulgado nesta quarta-feira (23).

Levando em consideração a atividade pelo lado da demanda agregada, o crescimento registrado no período foi impulsionado pelo avanço de 0,9% do consumo e de 8,5% dos investimentos. Em janeiro, esses componentes da demanda marcaram taxas de 0,7% e -6,0%, respectivamente.

Já pela perspectiva da oferta agregada, o principal destaque ficou por conta da indústria, que teve crescimento 3,9% e "foi o princpal motor do crescimento econômico no segundo mês de 2011". Ao mesmo tempo, os serviços avançaram 0,7% e o setor agropecuário, 0,4%.

Na comparação com janeiro de 2010, o crescimento econômico brasileiro no mês atingiu 6,5%, conforme os dados da Serasa Experian. No acumulado dos 12 meses encerrados no segundo mês deste ano, o crescimento econômico atingiu 7,1% - em janeiro, a taxa era de 7,3%.

Consumo segue elevado
Segundo os economistas da Serasa Experian, "o ritmo de desaquecimento da economia é ainda incipiente, mesmo porque vem afetando muito pouco o consumo privado". Como exemplo disso, é citada a taxa anual de crescimento do consumo das famílias, que passou de 7,0% ao final do ano passado para 8,8% no acmulado do primeiro bimestre deste ano.

Desta forma, a expectativa dos economistas é de que o Governo venha a promover mais medidas no sentido de reduzir o ritmo de expansão econômica, "recolocando a trajetória futura da inflação em compatibilidade com as mestas estabelecidas".

http://www.infomoney.com.br/economia-e-politica/noticia/2086836-economia+brasileira+cresceu+fevereiro+segundo+serasa+experian

Direto ao ponto: dados da China preocupam, mas dia tende a ser de alta

SÃO PAULO - O Ibovespa chegou à última quinta-feira (14) acumulando perdas de 4,19% desde o dia 8 de abril, após cinco sessões seguidas de quedas. O desempenho do índice foi pressionado pelo setor imobiliário e pelas ações da Petrobras (PETR3, PETR4). Lá fora, o clima instável era ditado por investigações de fraudes hipotecárias de grandes bancos norte-americanos e indicadores mistos.

O mercado sentiu também o temor de que a China anunciasse na última madrugada, junto a divulgação do PIB (Produto Interno Bruto), novas medidas de restrição para tentar combater a inflação. Mesmo com a esperada redução da atividade, o aumento de preços permanece preocupante na aquecida economia do país.

A atividade cresceu 9,7% no primeiro trimestre de 2011 frente ao mesmo período de 2010, enquanto o mercado esperava por expansão de 9,4%. Além do aquecimento da economia, os investidores avaliam a inflação anual ao consumidor de 5,4% em março, maior que a alta de 5,2% indicada pelas projeções de analistas.

Ainda que os dados na China possam minar parte do humor do investidor, o analista técnico da XP Investimentos, Gilberto Coelho, destaca que o ciclo repetitivo de altas e baixas históricas do Ibovespa indica para uma chance de apenas 3,5% de mais um dia de baixas. "O Ibovespa não pode perder mais 1.500 pontos. Com isso chega perto das resistências de 66.000 e 65.500 pontos e pode ir para uma tendência de baixa", diz Coelho.

EUA trazem agenda cheia
Na agenda, Wall Street também ganha destaque, enquanto os indicadores domésticos são escassos. Nos Estados Unidos, serão revelados os núcleos de preços CPI, a sondagem industrial na cidade de Nova York, a produção industrial em março e o índice de confiança do consumidor pela Universidade de Michigan.

http://www.infomoney.com.br/mercados/noticia/2086714-direto+ponto+dados+china+preocupam+mas+dia+tende+ser+alta

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Analistas apontam que momento pode ser bom para comprar ações da Petrobras

SÃO PAULO – As ações da Petrobras (PETR3, PETR4) registraram forte queda nos últimos pregões – desde o começo do mês o recuo foi de 8,28% para os papéis ON de 10,18% para os ativos PN, de acordo com dados da cotação do último fechamento. Mas o movimento indica uma boa oportunidade para a compra de ações, segundo analistas.

A explicação para as quedas vem de fatores externos, como o comportamento do preço do barril de petróleo, que elevam as incertezas sobre o futuro das receitas da empresa, apontam os analistas Max Bueno, da Spinelli Corretora, e Henrique Ribas, da Planner Corretora.

Queda exagerada
No entanto, a baixa nos preços dos papéis da Petrobras é exagerada, avalia Ribas. Segundo o analista, a incerteza da cotação de petróleo leva o mercado a avaliar um risco maior quanto à execução do plano de investimentos da empresa até 2014. Para ele, contudo, o risco está sendo exagerado pelos investidores nesse caso.

José Góes, analista econômico da WinTrade, indica também que, quando o petróleo iniciou o recente movimento de alta, as ações da petrolífera não acompanharam o movimento, mas que quando os preços da commodity começaram a cair, os papéis seguiram a trajetória de queda. Portanto, as ações estão baratas, afirma.

Momento de entrada favorável
Já Max Bueno ressalta que o reajuste nos preços da gasolina e do diesel é provável e que, caso realmente a expectativa se confirme, o momento de entrada nas ações da Petrobras é bom.

Porém, a escolha de esperar para que o fato aconteça ou investir antes do possível reajuste cabe apenas ao investidor. “Quem se antecipa consegue captar um movimento melhor, mas o risco é maior devido às incertezas. Depende do perfil de cada um”, alerta Bueno.

Deste modo, o analista da Planner destaca que a recomendação de compra para as ações está mantida – mesmo que ainda possa haver uma desvalorização no curto prazo -, uma vez que as projeções para o médio e o longo prazo continuam positivas e que a projeção para a curva de preços da commodity ainda é ascendente.

OGX à espera de farm-out
Por fim, as ações da Petrobras não são as únicas do setor a caírem. As da OGX (OGXP3) também recuam, com uma desvalorização de 2,55% no acumulado do mês. Segundo Ribas, o motivo é a espera dos investidores pela divulgação do relatório de farm-out, esperado para a próxima sexta-feira. Desta forma, o conselho é esperar pelo conteúdo do documento para avaliar melhor os investimentos.

http://www.infomoney.com.br/petrobras/noticia/2085968-analistas+apontam+que+momento+pode+ser+bom+para+comprar+acoes

SulAmérica busca aquisições com expansão de mercado de seguros

Nova York - A SulAmérica SA pode fazer aquisições para se expandir no mercado brasileiro de seguros, aproveitando o crescimento da classe média.

“Estamos buscando aquisições que agreguem valor à nossa carteira e que estejam alinhadas com nossos segmentos de negócios, ou seja, saúde, odontológico, veículos e canais de distribuição para produtos de massa”, disse Thomaz Cabral de Menezes, presidente da SulAmérica, em entrevista ontem na sede da Bloomberg em Nova York. “Por enquanto, o foco é 100 por cento no Brasil.”

A seguradora, que tem o ING Groep NV da Holanda como um de seus acionistas controladores, com 36 por cento de participação, além de aquisições quer investir nas atividades atuais depois que a economia brasileira cresceu 7,5 por cento em 2010. O lucro líquido da SulAmérica subiu 3,2 por cento no ano passado, para R$ 426,6 milhões.

“Com a expansão da classe média, mais a entrada de novos consumidores, estamos falando entre 50 e 100 milhões de pessoas que em algum momento vão procurar seguros”, disse Cabral de Menezes.

A SulAmérica anunciou em dezembro a compra da Dental PLAN Ltda. por R$ 28,5 milhões para conquistar clientes nas regiões Norte e Nordeste. Em julho, a empresa comprou uma participação de 49,92 por cento na Brasilsaúde Companhia de Seguros.

http://exame.abril.com.br/negocios/empresas/noticias/sulamerica-busca-aquisicoes-com-expansao-de-mercado-de-seguros

Gafisa registra queda nas vendas contratadas

São Paulo - As vendas contratadas da Gafisa no primeiro trimestre de 2011 registraram queda de 4% em relação ao mesmo período do ano anterior. O valor total foi de 822 milhões de reais em 2011.

Nas vendas contratadas, o segmento Gafisa foi responsável por 51% das vendas, Tenda, que tem foco no segmento econômico, por 28% e AlphaVille, de alto padrão, pelos demais 21%. Do volume total das vendas no período, 64% foram representadas pelo estoque e 36% pelos lançamentos.

Os lançamentos também caíram em relação a 2010 e somaram 513 milhões de reais no trimestre, uma redução de 27% em comparação com o mesmo período do ano anterior. O volume atingiu 10% da média do guidance de lançamentos para o ano. A empresa classificou como “ excepcionalmente forte” o volume de vendas do primeiro trimestre de 2010, representados por 10 projetos/fases, distribuídos em 10 cidades.

O segmento Gafisa foi responsável por 45% dos lançamentos, enquanto Tenda, que tem foco no segmento econômico, e AlphaVille, de alto padrão, representaram 20% e 35%, respectivamente.

O VSO (mede a velocidade de vendas) do trimestre foi de 21%, inferior aos 25% do primeiro trimestre de 2010. A empresa creditou isso ao menor volume de lançamentos. O VSO dos lançamentos foi de 58% no primeiro trimestre, comparado a 33% no mesmo período de 2010.

O saldo do estoque a valor de mercado totalizou 3,0 bilhões de reais no primeiro trimestre de 2011, uma redução de 8% em relação aos 3,3 bilhões de reais registrados no último trimestre de 2010. O saldo atual equivalente a nove meses de vendas, com base no volume dos últimos 12 meses, segundo a empresa.

http://exame.abril.com.br/negocios/empresas/noticias/gafisa-registra-queda-nas-vendas-contratadas

Petrobras e Vale estão entre as mais lucrativas das Américas

São Paulo - A Petrobras e a Vale estão entre as companhias mais lucrativas das Américas no ano passado. De acordo com a consultoria Economática, a Petrobras apresentou o segundo maior lucro líquido, 21,120 bilhões de dólares. A cifra é superior à da Microsoft, em terceiro lugar, com 20,568 bilhões, e só perde para a Exxon Mobil, com 30,460 bilhões.

Já a Vale aparece em sexto lugar, com 18,047 bilhões de dólares. A segunda maior mineradora do mundo aparece na frente de gigantes como a Apple (oitavo lugar, com 16,639 bilhões de dólares) e Walmart (14,965 bilhões, em nono lugar).

No ranking de rentabilidade, porém, o desempenho das brasileiras não é tão bom. Medido pelo retorno sobre o patrimônio (ROE), a Vale fica em quinto lugar, com 28,93% de ROE, e a Petrobras cai para o 15º, com 15,10%.

http://exame.abril.com.br/negocios/empresas/noticias/petrobras-e-vale-estao-entre-as-mais-lucrativas-das-americas

Petrobras é a 2ª mais lucrativa da América Latina e EUA

Entre uma amostra de 2107 empresas de capital aberto da América Latina e Estados Unidos, a Petrobras registrou o segundo maior lucro líquido em 2010, com US$ 21,1 bilhões, atrás apenas da Exxon Mobil com US$ 30,4 bilhões, segundo levantamento da consultoria Economatica divulgado nesta quinta-feira. No ranking do ano anterior, a Exxon era a segunda e a Petrobras, a terceira.

A mineradora Vale, que em 2009 era a vigésima sétima colocada, pulou em 2010 para a sexta colocação, com lucro de US$ 18 bilhões. Entre os 20 maiores lucros líquidos do ano passado, apenas Vale e Petrobras não representam os EUA. O setor com mais empresas entre as 20 mais lucrativas é o de Eletroeletrônicos, com cinco companhias, seguido pelo setor de Petróleo e Gás, com quatro.

Rentabilidade
A Economatica também levantou a rentabilidade sobre o patrimônio (ROE) das 20 empresas mais lucrativas do ano passado. O destaque ficou para a americana IBM, com 64,94% de ROE, seguida pela Microsoft com 44,34%. A Vale aparece na quinta colocação com 28,93%, e a Petrobras é a 15ª, com 15,10%.

http://not.economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idNoticia=201104141508_TRR_79615895

Gerdau aplica rateio de 27,49% sobre ações ON para oferta de varejo

SÃO PAULO - Os acionistas da Gerdau (GGBR3, GGBR4) tiveram seus pedidos de reserva no âmbito da oferta primária e secundária de ações atendidos integralmente, até o limite de subscrição.

Já na oferta de varejo, as reservas foram atendidas até R$ 3 mil para as ações ordinárias e até R$ 299,992 mil para as preferenciais. Deste modo, sobre a primeira classe de ações foi aplicada uma taxa de rateio de 27,49%.

A empresa também divulgou que os investidores vinculados não institucionais foram incluídos na oferta de ações. O próximo passo previsto no cronograma da oferta é a liquidação financeira da operação, que está programada para ocorrer na próxima segunda-feira.

Bookbuilding
As ações ordinárias ofertadas pela Gerdau (GGBR3, GGBR4) em seu follow-on na bolsa foram precificadas em R$ 15,60, enquanto as preferenciais foram cotadas a R$ 19,25. Deste modo, desconsiderando-se o lote adicional, a empresa levantou R$ 5,536 bilhões com a operação.

A InfoMoney inicialmente informou o mesmo preço para ambas as classes de ações, baseada em dados disponibilizados pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários). No entanto, posteriormente a autarquia divulgou uma errata com preços distintos para ações preferenciais e ordinárias.

A título de comparação, as ações GGBR3 já negociadas na BM&F Bovespa recuaram 3,58% neste pregão e terminaram o dia na mesma cotação dos papéis ofertados pela siderúrgica, a R$ 15,60. Já as ações preferenciais tiveram a mesma queda percentual, porém terminaram o dia valendo mais do que as ações ofertadas: R$ 19,37.

A Gerdau colocou no mercado 233.469.118 ações na oferta primárias e 69 milhões na oferta secundária, sendo 224.238.172 ações preferencias. Desse modo,a opção de lote suplementar foi exercida integralmente.

Veja mais informações em http://www.infomoney.com.br/gerdau/noticia/2084770-gerdau+aplica+rateio+sobre+acoes+para+oferta+varejo

IPO da Magazine Luiza aceitará pedidos de reserva a partir desta quinta-feira

SÃO PAULO – Os investidores que pretendem investir no IPO (Initial Public Offering) da Magazine Luiza podem começar a realizar seus pedidos de reserva junto às corretoras participantes nesta quinta-feira (14). Para as pessoas vinculadas o período se encerrará já no próximo pregão, enquanto na oferta de varejo a data limite será o dia 27 de abril.

A captação pode atingir o montante de até R$ 1,4 bilhão com a colocação de todos os papéis previstos ao preço máximo. Por fim, a previsão para a estreia destes papéis no novo mercado da BM&F Bovespa está marcada para 2 de maio, sob o ticker MGLU3.

Detalhes da oferta
A Magazine Luiza publicou no dia 7 os termos do seu IPO (Initial Public Offering), processo iniciado quando a companhia entrou com pedido junto à CVM (Comissão de Valores Mobiliários), no final de fevereiro deste ano.

A operação será realizada no Brasil, com esforços de colocação no exterior. O coordenador líder será o Itaú BBA, que contará com o apoio do BB Investimentos e do BTG Pactual como coordenadores.

Serão colocadas no mercado inicialmente 50,2 milhões de ações ordinárias, sendo 33,7 milhões em oferta primária e 16,5 milhões em oferta secundária. A empresa reserva também a opção de distribuir os lotes suplementar e adicional, de até 7,5 milhões e 10,0 milhões de papéis ordinários, equivalentes a 15% e 20% do montante inicialmente ofertado, respectivamente.

Entre os acionistas vendedores constam o Brazil Zia I LLC e Brazil Zia II LLC, sendo que caso a opção de ações suplementares seja parcial ou totalmente exercida, estes terão a prioridade na alienação de ações, limitado a 1,8 milhão.

Preço
A precificação será feita após a efetivação dos pedidos de reservas e a conclusão do procedimento de bookbuilding. No entanto, os coordenadores da oferta estimam que o preço por ação situe-se entre R$ 16,00 e R$ 21,00. Considerando-se o exercício das opções de lote suplementar e adicional ao preço máximo, a captação pode chegar a R$ 1,426 bilhão.

Veja mais informações em http://www.infomoney.com.br/acoes/noticia/2085696-ipo+magazine+luiza+aceitara+pedidos+reserva+partir+desta+quinta+feira

OGX identifica presença de hidrocarbonetos em poço OGX-33, na Bacia de Campos

SÃO PAULO - A OGX (OGXP3) anunciou nesta quinta-feira (14) a identificação de presença de hidrocarbonetos nas seção albiana do poço 1-OGX-33-RJS, no bloco BM-C-41, em águas rasas da Bacia de Campos. A empresa possui 100% de participação no bloco citado.

Segundo o comunicado da empresa, “foi identificada uma coluna com hidrocarbonetos de aproximadamente 95 metros com net pay ao redor de 42 metros”. A perfuração do poço foi concluída com uma profundidade final de 3.755 metros.

Mais perfurações
O poço situa-se a aproximadamente 84 km da costa do estado do Rio de Janeiro, região com lâmina d'água de aproximadamente 127 metros. A perfuração foi feita com a sonda Pride Venezuela, que abandonou o poço no último dia 9 e "iniciou a perfuração de um terceiro poço de extensão da acumulação de Pipeline (OGX-42)”.

http://www.infomoney.com.br/ogxpetroleo/noticia/2085761-ogx+identifica+presenca+hidrocarbonetos+poco+ogx+bacia+campos

Embraer assina acordo com FAB para modernização de 11 caças F-5

SÃO PAULO – A Embraer (EMBR3) anunciou a assinatura de contrato, em conjunto com a FAB (Força Aérea Brasileira), para a modernização de 11 caças modelo F-5 e para o fornecimento de mais um simulador de voo dessa aeronave, dando seguimento a um acordo firmado em 2000.

“A continuidade da modernização da frota de caças F-5 é mais um importante exemplo da confiança que a FAB deposita na Embraer Defesa e Segurança no atendimento de suas necessidades”, afirma Orlando José Ferreira Neto, vice-presidente comercial da Embraer Defesa e Segurança.

O cronograma da Embraer prevê que as entregas dos caças modernizados acontecerá em 2013.

Parcerias
Na última quarta-feira, a Embraer assinou outros dois contratos de parceria referentes ao programa KC-390. Segundo a empresa, o governo argentino e o governo da República Tcheca estariam comprometidos com a aquisição de seis e duas unidades do cargueiro militar, respectivamente.

http://www.infomoney.com.br/embraer/noticia/2085748-embraer+assina+acordo+com+fab+para+modernizacao+cacas

Mercados de ações voltam a cair, com perdas de bancos e temor sobre China

SÃO PAULO - Os principais índices de ações no exterior voltam a registrar queda nesta quinta-feira (14), sentindo as perdas de papéis do setor financeiro e o temor de que a China volte a anunciar medidas de aperto monetário, reagindo à perspectiva de aceleração da inflação ao consumidor em março.

As ações de vários bancos europeus caem forte neste pregão, após uma comissão do senado norte-americano ter feito duras críticas contra algumas instituições financeiras, acusando-as de vender títulos hipotecários que elas próprias apostavam contra. Embora a acusação não seja nova, a crítica é interpretada como um sintoma de novas pressões políticas sobre o setor.

Na véspera, o FMI já havia ressaltado que muitos bancos serão jogados contra uma "parede de vencimento da dívida" de US$ 3,6 trilhões nos próximos dois anos, sendo forçados a competir com o setor público na busca por recursos.

Se os bancos precisam dar um jeito em suas obrigações, a situação não é distinta para a principal economia global - os EUA. Também na última quarta-feira, Barack Obama anunciou sua proposta para o corte do déficit fiscal no país, prevendo sua redução em US$ 4 trilhões nos próximos 12 anos. "Parece que o presidente está mais sério em relação a equilibrar o orçamento, mas nós ainda estamos longe no caminho para um acordo", ressaltou Rudy Narvas, do banco francês Société Générale.

Emergentes: política e economia
Em meio ao burburinho provocado pelo encontro de cúpula dos BRICS - grupo político formado por Brasil, Rússia, China, Índia e África do Sul -, a China deverá anunciar dados sobre o PIB (Produto Interno Bruto) do primeiro trimestre de 2011 e a inflação ao consumidor de março, com projeções de crescimento anual em torno de 9,4% para a atividade. Os números serão divulgados na noite desta quinta-feira, às 23h (horário de Brasília).

"A expectativa é de pequena desaceleração frente ao observado no final do ano passado, não suficiente, porém, para reduzir as pressões inflacionárias e evitar novas medidas de contenção da demanda agregada", ressaltaram os consultores da LCA.

No entanto, segundo a Phoenix TV, de Hong Kong, a taxa anual de inflação na China teria alcançado 5,3% em março, frente a expectativas de 5,2% ao ano. Desta forma, cresce o temor sobre a adoção de novas medidas para aperto monetário no país asiático, reduzindo o ritmo de crescimento da segunda maior economia do mundo.

"O banco central [da China] deve aproveitar esta oportunidade para elevar a RRR (taxa de reservas exigida) novamente; provavelmente nos próximos 14 dias", destacou Wei Yao, também analista do Société Générale.

Convivendo com taxas de juro para sua dívida em patamares recordes, Portugal volta à cena nesta sessão por conta da possível negativa que o parlamento da Finlândia dará à participação do país no pacote de ajuda financeira da União Europeia, podendo ampliar as dificuldades políticas para fornecer liquidez ao país ibérico.

Agenda
Com a agenda doméstica pouco movimentada, o foco dos investidores deverá convergir para os EUA, onde o Departamento de Trabalho divulga o PPI (Producer Price Index) e seu núcleo referente ao mês de março, com a evolução dos preços do atacado. Ainda por lá, o Initial Claims, que mede os números de pedidos de auxílio-desemprego no país, veio pior que o esperado pelo mercado, com 412 mil pedidos - a expectativa era de 385 mil solicitações.

Já no cenário corporativo dompestico , a sessão traz o início das negociações das ações ofertadas pela Gerdau em seu follow-on (oferta subsequente de ações), além do início do período de reservas no âmbito do IPO (Oferta Pública Inicial) do Magazine Luiza.

http://www.infomoney.com.br/mercados/noticia/2085595-mercados+acoes+voltam+cair+com+perdas+bancos+temor+sobre+china

Petrobras e Tereos investem em produção de etanol

SÃO PAULO – A Petrobras (PETR3, PETR4) e a Tereos (TERI3) vão investir em conjunto uma soma de R$ 29,6 milhões na construção de uma fábrica de etanol em uma usina de Colina, a 406 km de São Paulo, que só produzia açucar.


Veja mais informações em http://www.infomoney.com.br/economia-e-politica/noticia/2085594-principais+noticias+petrobras+tereos+investem+producao+etanol

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Gerdau: ação ON sai a R$ 15,60 e PN a R$ 19,25Gerdau: ação ON sai a R$ 15,60 e PN a R$ 19,25

São Paulo - A Gerdau informou hoje que o preço da ação ordinária (ON) na oferta global saiu a R$ 15,60, enquanto a preferencial (PN) saiu a R$ 19,25, somando R$ 4,984 bilhões. Com o lote suplementar, que pode ser exercido em até 30 dias, a operação sobe para R$ 5,536 bilhões. Ontem, os dados disponíveis na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) sobre a oferta indicavam que o preço das ações ON e PN eram o mesmo, de R$ 19,25 cada, o que resultaria numa captação de até R$ 5,822 bilhões com o lote suplementar. Procurada, a CVM informou que está averiguando o que ocorreu com o envio dos dados, corrigidos posteriormente.

Conforme a ata da reunião da Gerdau e o anúncio de início de distribuição publicado hoje nos jornais, serão distribuídas na oferta primária (de novas ações) 68.026.910 ordinárias e 134.830.100 preferenciais, inclusive na forma ADSs (recibos de ações negociados nos EUA), e na secundária (dos acionistas vendedores) 69 milhões de ações preferenciais. O lote suplementar conta com outras 20.408.072 PN e 10.204.036 ON - 10% das PN na oferta primária e 15% das ON inicialmente ofertadas.

A negociação das ações da oferta começa em 14 de abril no Brasil. A data de liquidação da oferta global é 18 de abril. A Metalúrgica Gerdau, principal acionista, decidiu subscrever o montante de ações ordinárias necessárias para manter sua participação proporcional nas ações ordinárias após o aumento do capital. Os investidores da oferta internacional de ações preferenciais poderão optar por receber suas ações na forma de ADSs. Os recursos serão utilizados para o programa de investimentos e o reforço da estrutura de capital da companhia.


http://exame.abril.com.br/mercados/noticias/gerdau-acao-on-sai-a-r-15-60-e-pn-a-r-19-25-2

Principais notícias: Vale enfrenta dificuldade em projeto na Argentina

SÃO PAULO – A Vale (VALE3, VALE5) vem recebendo duras críticas de empresários no oeste da Argentina, em Mendoza, por conta de projeto de exploração de cloreto de potássio no rio Colorado. O projeto prevê a exploração de 2,4 milhões de toneladas do produto a partir de 2013.

Entre os problemas, a mineradora foi acusada pelo órgão de controle ambiental da região de enviar informações insuficientes no sentido de verificar se está ou não cumprindo o compromisso firmado de dar preferência à mão de obra e fornecedores locais.

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Ibovespa Futuro avança, recuperando parte das perdas da véspera

SÃO PAULO – Ibovespa futuro abre a sessão desta quarta-feira (13) em alta de 0,84% a 67.400 pontos, em movimento de recuperação após o Ibovespa ter encerrado a sessão da véspera em baixa de 1,86%, abaixo dos 67 mil pontos. O desempenho do índice acompanha o mercado externo, que também seguem em recuperação.

A começar por Wall Street, em que os contratos futuros dos índices mostram altas em torno de 0,5%, impulsionados pelos números positivos publicados pelo JPMorgan Chasen, que superou as expectativas em termos de lucro líquido e receita. Já na Europa, as bolsas avançam impulsionadas pelos ganhos de ações das principais mineradoras.

Brasil
Por aqui, na ausência de dados, a atenção do investidor fica com o início da temporada de resultados, dessa vez referente ao primeiro trimestre de 2011. A Localiza (RENT3) divulgará seus números na próxima sessão, após o encerramento do mercado. Atenção também para a estréia das ações da Time for Fun na bolsa.

http://www.infomoney.com.br/mercados/noticia/2083589-ibovespa+futuro+avanca+recuperando+parte+das+perdas+vespera

terça-feira, 12 de abril de 2011

Direto ao ponto: ações de petrolíferas podem pressionar o Ibovespa

SÃO PAULO - A volatilidade que tomou conta dos mercados externos na última segunda-feira (11), levou o Ibovespa a fechar em queda de 0,81%, aos 68.164 pontos. O noticiário trouxe um novo tremor no Japão durante o final de semana e o início das negociações para um cessar-fogo na Líbia, contribuindo para o recuo das cotações de petróleo. Ao mesmo tempo, os investidores de Wall Street seguiram ansiosos para o início da temporada de resultados, com a Alcoa, após o fechamento do último pregão.

A semana traz um panorama agitado, principalmente devido à agenda cheia. Amanhã, os dados começam a ganhar destaque com a divulgação da Pesquisa Mensal do Comércio na agenda local e com a Balança Comercial e o Índice de Preços de Importação e Exportação nos Estados Unidos. O diretor-chefe de operações da iCash Investimentos, Salomão Santos, aponta para uma sessão com os investidores atentos tanto à agenda externa quanto à repercussão dos acontecimentos da última segunda-feira.

Ele lembra que o acordo para o Orçamento norte-americano de 2011, aprovado na noite da última sexta-feira (8) impulsionou a cotação do dólar, ao mesmo tempo em que o governo realizou compras para incentivar a alta da moeda. O mercado tende a continuar de olho na cotação do papel, enquanto também segue avaliando os resultados da Alcoa nos Estados Unidos, diz Santos.

Petrolíferas podem pressionar o índice no dia
Ainda mais importante, o mercado observa os desdobramentos dos conflitos na Líbia. A proximidade de um acordo de cessar-fogo pode reduzir as cotações de petróleo e prejudicar as empresas ligadas ao commodity, entre elas a Petrobras (PETR3, PETR4), dona de um peso significativo no Ibovespa. "O dia é de espera, o mercado segue mais atento ao que pode acontecer do que a qualquer outra coisa", completa Santos, que não descarta uma possível pressão das petrolíferas sobre o desempenho do índice.

http://www.infomoney.com.br/mercados/noticia/2083278-direto+ponto+acoes+petroliferas+podem+pressionar+ibovespa

Embraer assina acordo de cooperação e vendas de aeronaves na China

SÃO PAULO – A Embraer (EMBR3) divulgou na manhã desta terça-feira (12) acordos com companhias chinesas para cooperação industrial e venda de mais 20 aeronaves Embraer 190, enquanto a presidente Dilma Rousseff visita o país com o objetivo de estreitar laços comerciais entre os países.

Produção na China
Nesta manhã foi selado um acordo com a Avic (Aviation Industry Corporation of China), de modo a implantar uma linha de produção de jatos Legacy 600/650 na China, ao aproveitar a infraestrutura, os recursos financeiros e a mão-de-obra da joint venture com a HEAI (Harbin Embraer Aircraft Industry Company). No entanto, os detalhes do projeto serão fornecidos apenas nas próximas semanas.

20 firmes, 15 opções
Além disso, a fabricante de aeronaves brasileiras anunciou também nesta manhã um acordo com a Hebei Airlines para a venda de dez aeronaves, com entrega programada para setembro de 2012. A companhia chinesa também adquiriu opções de compra de mais cinco unidades.

Por fim, a Embraer revelou que a CDB Leasing confirmou o segundo pedido de mais dez E-jets modelo 190, somado à assinatura de uma carta de intenções para um terceiro lote do mesmo porte. Caso essa carta de intenções se concretize, a empresa chinesa totalizará 30 pedidos da Embraer, o que representa um montante de US$ 1,25 bilhão, a preço de lista. A China Southern Airlines, que irá operar as aeronaves, começará a receber as entregas no segundo semestre deste ano.

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Principais notícias: Petrobras cancela licitação e vê impasse político

SÃO PAULO – Petrobras (PETR3, PETR4) suspende licitação que previa afretar até quatro sondas de perfuração ao custo máximo de US$ 500 mil. A decisão foi motivada pelos preços, considerados abusivos, apresentados pelos candidatos ao negócio.

O cancelamento instaurou certo impasse político para a estatal, pois a ideia inicial era que os equipamentos fossem construídos no Brasil, no entanto, alguns diretores já começaram a considerar buscar por alternativas no exterior.

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