quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Plano de Ajuda de 700 bi


Plano de ajuda financeira enfrenta impasse nos EUA

Acordo preliminar no Congresso não teve continuidade na Casa Branca.Segundo Obama, acordo será alcançado 'no devido tempo'.
Do G1, em São Paulo
Após o anúncio de um acordo preliminar entre os partidos democrata e republicano durante a tarde desta quinta-feira (25), o plano de socorro de US$ 700 bilhões do governo americano para o setor financeiro enfrenta um impasse.

Uma reunião realizada no fim da tarde na Casa Branca que contou com a presença do presidente George W. Bush, dos pré-candidatos Barack Obama e John McCain e de líderes dos dois principais partidos não conseguiu obter um consenso sobre o pacote econômico.

Os líderes dos partidos se mantêm reunidos com os principais especialistas econômicos do governo, na esperança de alcançar um acordo antes do recesso parlamentar americano. A interrupção deveria começar na sexta-feira (26), mas poderá ser adiada devido às negociações.

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

No que depender da Vale, ventos favoráveis sopram mercado global de mineração

Em tempos de incertezas quanto ao rumo da economia internacional, que dá indícios de contágio pela crise nos mercados financeiros desenvolvidos, inteirar-se das projeções que cercam o segmento de atuação da empresa é parte fundamental na hora de se estabelecer recomendações acerca de seus próximos resultados e, por conseguinte, do desempenho de seus papéis.Nesse sentido, os analistas da Ágora Corretora reuniram-se com o corpo administrativo da Vale em busca das expectativas traçadas pela própria companhia para o seu segmento de mineração. E aos assustados com a recente derrocada dos papéis, a equipe traz boas novas: o encontro foi considerado positivo, reforçando a recomendação, já defendida anteriormente, de compra às ações.

O fator chinês

Um dos principais temores dos que investem hoje na Vale é de um arrefecimento muito expressivo na expansão econômica chinesa, mercado que correspondeu por 17% do faturamento da empresa no segundo trimestre desse ano. Com isso, o país é o mais representativo na receita da mineradora, que não à toa, vem mostrando há certo tempo interesse em ampliar cada vez mais sua atuação por lá.

Bush faz apelo a partidos para que aprovem plano de resgate da economia

presidente dos EUA, George W. Bush, fez um apelo nesta quarta-feira (24) para que o Congresso aprove o plano de resgate da economia. Ele afirmou que o problema é grave e que, caso o plano de ajuda de US$ 700 bilhões não seja aprovado, a economia real - incluindo os empregos dos cidadãos americanos - podem ser postos em perigo.

George W. Bush se esforçou para mostrar que a ajuda não se destina a Wall Street, mas sim a proteger a economia e o contribuinte norte-americanos. Ele afirmou, por exemplo, que a "ação dramática do governo" é necessária neste momento e que, normalmente, acredita que "empresas que tomam más decisões devem sair do mercado". "Mas não estamos em uma situação normal", frisou.

Longa recessão


Caso a ação não seja imediata, afirmou Bush, mais bancos podem ir à falência, mais consumidores podem ter a hipoteca encerrada, a queda das ações pode reduzir o valor de planos de previdência e empregos podem ser fechados. Ele foi enfático ao dizer que, se a dificuldade de crédito persisitr na economia, o país pode enfrentar "uma longa e dolorosa recessão".

Bush explicou que o governo americano é a única entidade com "capacidade e paciência" para tirar do mercado os produtos financeiros de má qualidade, alavancados nos empréstimos imobiliários norte-americanos. A idéia do governo é reduzir a conta de US$ 700 bilhões vendendo parte desses papéis mais tarde, quando eles se valorizarem.

De acordo com Bush, é necessário que esses papéis saiam de circulação para garantir o bom funcionamento dos bancos, que assim poderão voltar a conceder empréstimos para financiar casas, automóveis e crédito estudantil. "A não-aprovação desse projeto agora vai custar muito mais depois", avisou.

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Barril de petróleo opera cotado a US$ 106,3 em Nova York

22 de setembro de 2008 - O preço do barril de petróleo do tipo WTI, com vencimento em outubro, operava há instantes com alta de 1,67%, cotado a US$ 106,30 na Bolsa de Mercadorias de Nova York (NYMEX, sigla em inglês).
O avanço nos preços da commodity ocorre por conta do novo plano de estímulos a economia anunciado pelo governo dos Estados Unidos. De acordo com os corretores, há expectativa de que a demanda norte-americana por petróleo e derivados aumente após um possível crescimento do consumo na maior economia do mundo.

domingo, 21 de setembro de 2008

Conhecimento é base para ter sucesso ao investir em ações, diz especialista

Não adianta procurar um caminho alternativo, atalho, ou dica do cunhado. A verdade é que, se alguém deseja realmente ter algum sucesso no mercado financeiro, tem de estar bem preparado. Esta é a idéia reforçada por Moacir Zamin, da Cedro Finance, durante palestra ministrada por ele na Expo Money, evento sobre investimentos que acontece em São Paulo, de 17 a 19 de setembro em São Paulo.Zamin chama a atenção do investidor desde sua primeira frase: "a bolsa não é lugar para amadores". O discurso é recorrente, tanto quanto verdadeiro. Para investir em ações, é preciso, antes, buscar a maior quantidade possível de informações, fatos, notícias e também conhecimento teórico. Caso contrário, cedo ou tarde, o investidor acaba sendo surpreendido pela mudança de humor do mercado, correndo um sério risco de sofrer perdas consideráveis.Segundo o especialista da Cedro, existem três tipos de pessoas operando na bolsa. "As que querem ganhar dinheiro de forma rápida, aquelas cuja intenção é enriquecer lentamente, a perder de vista, e finalmente, quem quer ganhar dinheiro de forma inteligente". Apenas uma delas será bem-sucedida, diz Zamin. A partir da noção de quanto é importante estar preparado para entrar no mercado de ações, existem alguns passos necessários para garantir, no mínimo, que a experiência não renda dores de cabeça.

As maiores Altas da Bolsa

Para quem não conhecia uma brusca oscilação, o recente período vivido pelos mercados parece feito sob medida. Esta semana então, nem se fala. Começou com uma queda histórica de 7,59%, e fechou com uma disparada, também histórica, de 9,57%.Estes quase 10% de alta do Ibovespa na sexta-feira (19) impressionaram. Havia nove anos que a Bolsa não via tamanho rali. Mas a semana recebe o rótulo de "histórica" não por suas variações em si, e sim pelo contexto. Marcou o período de manifestação mais agressiva da crise do subprime. Grosso modo, evidenciou o colapso do sistema financeiro norte-americano.Porém, é difícil encontrar quem já tivesse experimentado tamanha valorização. Exatamente porque a última alta superior registrada pelo benchmark, datada de 15 de janeiro de 1999, vinha em um ambiente completamente diferente às Bolsas.Imagine ganhar 16 mil em um diaOlhar para a última alta superior a esta exclui destes 9,57% o selo de "históricos". Em variações, o Ibovespa já apresentou altas bem maiores e a de janeiro de 1999 é apenas uma delas. Naquele 15 de janeiro, nove anos atrás, o Ibovespa fechou com avanço de 33,89%.Se fosse atualmente, esta variação acabaria com o Bear Market em apenas um dia. Colocaria o índice de volta nos 70 mil pontos, puxaria alta de 16.400 pontos somente em um pregão.Mas não dá para comparar os dois casos. Naquela época - plena crise cambial brasileira - a Bolsa movimentou pouco mais de R$ 300 milhões, sem contar que tal variação veio sobre uma base de 5.038 pontos na abertura.Mais de 36% em um dia, em 1991Nem assim este foi o melhor dia da história do Ibovespa. Voltando ao governo Collor, em 1991, o Ibovespa experimentou sua maior alta de todos os tempos. Fechou o pregão do dia 4 de fevereiro daquele ano marcando valorização de 36,05%. Esta sim, a maior já vista.Para achar os "heróis" daquela alta, basta lembrar do contexto. Em meio à abertura do mercado nacional às importações e o início do Programa Nacional de Desestatização, o período marcou a abertura da Bolsa ao investidor estrangeiro. Outro argumento para a importância dos estrangeiros sobre o volume de negócios no mercado doméstico.

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Análise técnica traça perspectivas para ações do setor financeiro

Mesmo diante da forte turbulência nos mercados, diversos analistas têm manifestado confiança na retomada da trajetória de alta da bolsa no longo prazo.Se os fundamentos para as ações estão aparentemente garantidos, um diagnóstico via o instrumental de análise técnica configura um cenário conturbado no curto prazo, marcado por sucessivas perdas de suportes.

Sem fundo

Após ficar em congestão durante duas semanas, oscilando entre R$ 31,90 e R$ 29,00, as ações preferenciais do Bradesco perderam o importantíssimo suporte na última segunda-feira (15), o que, na visão de Gustavo Lobo, instrutor da Uniinvest, pode levar os papéis para a casa de R$ 24,00.Entretanto, reitera Lobo, as ações do banco se sustentaram acima dos R$ 26,00 nos dois últimos pregões, fato que também chamou atenção da equipe da Focques Analistas Técnicos. Ao verificar o baixo (Índice de Força Relativa) do gráfico diário, os analistas sugerem uma operação mais curta com o papel, com objetivo principal em R$ 28,00.Assim como os ativos do Bradesco, os papéis ordinários do Banco do Brasil perderam importante suporte (R$ 22,00) e agora caminham para os R$ 18,00, antevê o instrutor da Uniinvest.Além disso, afirma Lobo, as ações entraram em uma tendência primária de baixa, o que "dificulta operações na ponta da compra".

Longo prazo promissor

O cuidado se estende aos papéis do Itaú, que ,após perder o suporte de R$ 28,00, se sustenta momentaneamente na casa de R$ 27,00, mas nada que impeça o teste do suporte principal no perímetro de R$ 26,00, revela Lobo.Se o curto prazo não promete tanto, em uma visão de longo prazo, percebe-se que as ações se encontram em uma tendência lateral, buscando realmente o suporte na casa de R$ 26,00. Sendo assim, caso o papel se sustente acima deste patamar, abre-se uma boa oportunidade para o investidor.

Expectativas do Citi para mercado de minério de ferro mostram deterioração

Não bastasse o colapso das praças financeiras, os papéis da Vale vêm sendo duramente penalizados por condições intrínsecas ao seu setor: ao passo que o preço das commodities segue em queda, as condições no mercado de minério de ferro mostram deterioração.E se a crise não pára de inspirar pessimismo entre os investidores, o cenário que se põe ao minério de ferro, ao menos no curto prazo, não pára de originar projeções mais desfavoráveis entre os analistas do Citi.

Sobra esperança com ações, mesmo se o 'urso' resolver hibernar sobre o mercado

As medidas anunciadas pelo Fed para fazer frente à crise amenizam o nervosismo entre os investidores e proporcionam espaço para uma recuperação das bolsas. Na carona de tal clima um pouco mais favorável, o Ibovespa abre a quinta-feira (18) acrescido em 2,10%, a 46.872 pontos. O índice brasileiro fechou o último pregão ao seu menor nível desde abril do ano passado, em um dia de "novo furacão de perdas que varreu as bolsas mundiais", nas palavras dos analistas da Ágora Corretora. Todavia, ainda que a crise siga preocupando, os futuros norte-americanos e as bolsas européias mostram-se no positivo nesta manhã.O esboço de um repique nas praças deve-se às medidas anunciadas pelo Fed em conjunto com os principais bancos centrais do mundo, como o BoJ (Banco do Japão) e o BCE (Banco Central Europeu). Preocupados com o enxugamento de liquidez no sistema interbancário, as autoridades se uniram e acertaram com o colegiado presidido por Bernanke uma ampliação em até US$ 180 bilhões de suas linhas de swap.Outra notícia que anima os investidores é a aquisição do HBOS, sexto maior banco e maior financiadora de hipotecas do Reino Unido, pelo Lloyds TSB, por um montante de cerca de US$ 22 bilhões. Todavia, a cautela segue presente com as tensões acerca do Morgan Stanley e do Goldman Sachs.

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Jovens

Retirado de um Forum pela net.

Autor: PJ

OUVI UNS CARAS MAIS VELHOS CONVERSANDO DOS JOVENS NA BOLSA ... ELES COMENTAVAM ENGRAÇADO O DESESPERO DOS JOVENS EM GANHAR $$ RAPIDO , TODO MUNDO SABE QUE BOLSA E RENDA VARIAVEL, COMO PODE SER VARIAVEL SE SEMPRE SOBE ?? NESTE MOMENTO OS CARAS MAIS INTELIGENTES ESTAO VENDO ESTA CRISE COMO UMA OPORTUNIDADE DE IR COMPRANDO E MONTANDO UMA CARTEIRA LINDA DE LONGO PRAZO , O PROBLEMA SERIA SE AS PESSOAS AQUI PERDESSEM A SUA RENDA E NAO TIVESSEM MAIS $$ PRA COMPRAR, AI SIM MORA O PERIGO !! SE VC PODE COMPRAR TODO MES VAI COMPRANDO QUE SEU PREÇØ MEDIO SERA MARAVILHOSO ... QUEM PENSA A CURTO PRAZO , $$ DE TRADE TEM QUE TER STOP X POTENCIAL DE LUCRO E MUITA , REPITO MUITA DISCIPLINA PARA REALIZAR PERDAS E LUCROS !! SE VC NAO TEM NEM ESTRATEGIA , TERA DISCIPLINA COMO ??? NUMERO 1 APRENDAM A MONTAR SUAS PROPRIAS ESTRATEGIAS E SIGAM A RISCA OU IRAO VAI IMPRETERIVELMENTE PERDER !!! A BRINCADEIRA ACABOU !! BOLSA E COISA DE GENTE QUE ESTUDA OU VIRA JOGO DE AZAR , VEJO PESSOAS COMPRAREM SEM NEM SABER PQ COMPRARAM , VENDEREM POR MUITO MENOS ??? OS CARAS REALMENTE ESPERTOS IRAM TRANSFORMAR A CRISE EM UMA OPORTUNIDADE PARA FICAREM RICOS, COMPRANDO ATIVOS E EMPRESAS DE PESSOAS ABALADAS EMOCIONALMENTE E QUANDO A ECONOMIA SE RESTABELECER E AQUELES QUE VENDERAM COMEÇAREM A QUERER COMPRAR, VCS JA SABEM QUEM ESTARA NO LUCRO ! APROVEITEM POIS NOS PROXIMOS MESES VCS PODERAO COMPRAR ATIVOS DE 1 LINHA A PREÇOS DE 2 !! ESTA E A MELHOR OPORTUNIDADE DE COMPRA PARA LONGO PRAZO DOS ULTIMOS ANOS , QUEM OPERA SO NO LONGAO USA ESTE MOMENTO PARA IR COMPRANDO !!IMAGINA A MANTEIGA FRANCESA POR PREÇO DE NACIONAL , IMAGINA A PETRO A 20 E POUCOS A VALE NO 20 E POUCOS TBM ?? QUEM TEM DUVIDA DE QUE ESTAS EMPRESAS TEM SOLIDEZ SUFICIENTES PARA VOLTAREM AOS PATAMARES DE MAIO ??? EU NAO TENHO DUVIDA POR ISSO QUANTO MAIS TEMPO OS PREÇOS FICAREM ASSIM MELHOR , VOU MONTAR UMA CARTEIRA DE LONGO QUE NAO ACHEI QUE FOSSE POSSIVEL EM MENOS DE 5 ANOS !

SE QUIZEREM ME VENDER TO COMEÇANDO A COMPRAR APARTIR DESTE MES !

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Será que pode cair mais?

Os suportes do IBOV são nos seguintes valores:

Suporte 1 - 48.000 pontos
Suporte 2 - 40.800 pontos
Suporte 3 - 33.150 pontos

Os suportes da PETR4 já estão nas análises do site.

Preste muita atenção nos trades. Evite compras agora.

Converse com seu operador sobre operações vendidas.

Sucesso!
Moacir André Zamin
Diretor - Escola da Bolsa de Valores

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Terceira alta fecha semana que começou ruim no azul

Há três dias, tudo apontava para uma das piores semanas do Índice Bovespa no ano. Mas a sexta-feira (12) marcou a terceira valorização forte consecutiva do índice, que com isso acumulou saldo positivo no período. O consenso de que a Bolsa brasileira apresenta uma gama de ativos "baratos" após as derrocadas recentes encontrou seu ápice nesta última sessão. Fornecendo a força necessária para a continuidade da recuperação das blue chips, Morgan Stanley, Deutsche Bank e Goldman Sachs alertaram para o fato de que o mercado brasileiro havia se tornado atrativo demais frente a outros emergentes depois das últimas baixas. O cume ficou por conta do Morgan Stanley, que deu selo de "major overweight" - bem acima da média - à Bolsa brasileira, e ênfase aos papéis atrelados ao segmento de matérias-primas, duramente penalizados pela recente derrocada. Este evento afastou o Ibovespa do vermelho durante boa parte do intraday, haja vista a ameaça de Wall Street, que disseminava instabilidade. A incerteza quanto ao futuro do Lehman Brothers dava tom de espera aos negócios, enquanto o fraco Retail Sales de agosto ajudava a empurrar os índices para baixo. Mas o clima se amenizou perto do final da sessão, com a retomada dos papéis do setor energético e expectativas de que o Lehman pode ser vendido no final de semana, dando magnitude à alta do Ibovespa.

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Petrobras: UBS eleva preço-alvo e reitera "compra" após detalhes sobre Iara

Em linha com a repercussão favorável da divulgação dos detalhes sobre a descoberta no poço de Iara, o UBS elevou seu preço-alvo para as ações preferenciais da Petrobras para R$ 67,20 - upside de 116% nos próximos doze meses. Assim como boa parte dos analistas que deram seu parecer sobre o fato, a equipe do banco suíço também considerou a notícia positiva para a estatal, evidenciando o bom momento para o segmento de exploração de petróleo na região brasileira do pré-sal.

Detalhes sobre Iara podem ser o impulso que faltava às ações da Petrobras

Se a repercussão da divulgação dos detalhes do Iara foi boa entre os investidores, o mesmo pode ser dito sobre a opinião dos analistas. A estimativa é de que o poço, pertencente a um consórcio formado pela Petrobras como operadora (65%), BG Group (25%) e Galp Energia (10%), apresente volume recuperável de 3 bilhões a 4 bilhões de barris de petróleo leve e gás natural.A opinião da corretora Ágora resume o ponto de vista de grande parte dos analistas: "A notícia é positiva para a Petrobras, mostrando o bom momento do segmento de exploração de petróleo na região do pré-sal no Brasil". O otimismo é comprovado por um cenário não visto há tempos: mesmo com o mau humor nas bolsas domésticas e externas e com um desempenho inexpressivo do petróleo no mercado internacional, as ações da Petrobras registram alta.

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

PETROBRAS lidera recomendações de carteiras pelo oitavo mês consecutivo

As ações preferenciais da Petrobras receberam o maior número de recomendações nas carteiras dos analistas para setembro, segundo levantamento realizado pela InfoMoney que incluiu 17 portfólios sugeridos por corretoras e bancos de investimentos.As carteiras selecionadas são de: Ágora, Ativa, Citigroup, Coinvalores, Fator, Geração Futuro, HSBC, Itaú, Planner, Safra, Senso, Socopa, Souza Barros, Spinelli, UBS Pactual, Unibanco e Win.
Vale de volta ao segundo lugar

Voltando ao segundo lugar, com apenas uma indicação a menos que a líder, as ações preferenciais classe A da Vale também estão bem avaliadas. Os analistas destacam as perspectivas de manutenção da forte demanda por minério de ferro nos próximos anos e os bons fundamentos da empresa como pontos positivos aos papéis.

Copom mantém ritmo e eleva Selic em 75 pontos-base, para 13,75% ao ano

Mantendo a magnitude do aperto monetário promovido em sua última reunião, o Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central) optou na noite desta quarta-feira (10) por elevar em 0,75 ponto percentual a taxa Selic, levando-a ao patamar de 13,75% ao ano. Em linha com as expectativas, a decisão - por 5 votos a 3 e sem viés - demonstra uma autoridade ainda preocupada com uma eventual deterioração do cenário inflacionário brasileiro, apesar de os últimos indicadores terem sinalizado redução no ritmo de alta dos preços. A ata do último encontro do comitê, realizado nos dias 22 e 23 de julho e que contou com alta no juro básico da mesma magnitude, já dava claros sinais de uma nova elevação na taxa Selic dada a persistência do descompasso entre oferta e demanda na economia brasileira somada à tendência global de pressão inflacionária.

Petrobrás

Ação da Petrobras responde com alta a comprovação de óleo leve no pré-sal
10/09/2008 18:43
InfoMoney

SÃO PAULO - A Petrobras (PETR4) comunicou, após o fechamento do pregão desta quarta-feira (10), que o consórcio formado por ela, pelo BG Group e pela Galp Energia comprovou relevante descoberta de óleo leve nos reservatórios do pré-sal, na Bacia de Santos.

A nova descoberta, já comunicada à ANP (Agência Nacional de Petróleo e Biocombustíveis), revelou a existência de óleo numa área de cerca de 300 km2. A estimativa de volume recuperável é de 3 bilhões a 4 bilhões de barris de petróleo leve e gás natural.

O poço encontrava-se em perfuração desde o anúncio da descoberta - em 7 de agosto deste ano - e, segundo a companhia, a qualidade e a espessura dos reservatórios revelaram-se melhores que as expectativas iniciais.

Conhecido como Iara, o poço localiza-se a cerca de 230 km do litoral da cidade do Rio de Janeiro, em lâmina d'água de 2.230 metros. A profundidade final atingida foi de 6.080 metros.

Mesmo bloco de Tupi
Vale destacar que o bloco BM-S-11, onde foi feita a descoberta, é composto por duas áreas exploratórias, sendo que em uma delas foi perfurado o poço de Tupi, que resultou na estimativa de volume recuperável entre 5 bilhões e 8 bilhões de barris de petróleo e gás natural.

Ações reagem imediatamente
A resposta das ações da Petrobras foi imediata. Como os negócios já haviam se encerrado no pregão regular no momento da divulgação, os investidores aproveitam o after market da BM&F Bovespa para repercutir o evento.

Tanto os papéis preferenciais quanto os ordinários da estatal operam com a valorização máxima permitida pelo regulamento do after market, ou seja, 2% de alta sobre a cotação do fechamento do pregão regular.

Os ADRs da Petrobras também mostram significativa valorização no after hours da Bolsa de Nova York, com alta superior a 4%.

JBS volta a atender o mercado americano

O Ministério da Agricultura informou ontem - 09/09/08 - que o Brasil restabeleceu as exportações de carne bovina processada para os Estados Unidos. A reabertura aconteceu após recebimento por parte da Secretaria de Defesa Agropecuária de um comunicado oficial do Serviço de Inspeção e Segurança Alimentar (FSIS) do Departamento de Agricultura dos EUA, que autorizou a retomada imediata da emissão do Certificado Sanitário Internacional para a carne bovina industrializada brasileira.

Com isso, a JBS retoma as suas exportações para os Estados Unidos a partir de 5 fábricas habilitadas para atender aquele mercado, garantindo a excelência no atendimento aos clientes a partir de seu Sistema Integrado de Gestão baseado em Programas de Garantia de Qualidade, Gestão de Capital Humano, Inovação e Responsabilidade Social e Ambiental.

domingo, 7 de setembro de 2008

LREN3

Analistas destacam potencial de longo prazo da aquisição da Leader pela Lojas Renner
05/09/2008 16:50
InfoMoney

SÃO PAULO - Frente ao contrato de compra da Leader Participações pela Lojas Renner (LREN3), os analistas defenderam os benefícios no longo prazo.

De modo geral, as equipes da Ativa Corretora e do Citigoup concordam que a operação, do ponto de vista estratégico, faz sentido levando um horizonte mais dilatado de tempo. Nesta linha, o banco de investimentos destaca o foco no longo prazo, já que acredita que haverá alguns riscos para quem está querendo lucrar em prazos mais curtos.

RecomendaçõesObservando que o preço da aquisição poderá ser um catalisador para os papéis da companhia, os analistas do Citi mantiveram suas recomendações de compra aos ativos, mas revisaram o risco que envolve a operação, de médio para alto.

Já a Ativa Corretora, apesar de não traçar nenhuma recomendação, viu o fato como positivo e observou que com a aquisição, a Lojas Renner adquire uma nova plataforma de atuação e expansão para as classes de renda mais baixa, que possuem bom potencial de crescimento para os próximos anos.

Agenda da semana

Confira a agenda do investidor para a segunda semana de setembro 05/09/2008 18:37
InfoMoney

SÃO PAULO - Dentro da agenda da segunda semana de setembro, os investidores estarão atentos nos EUA às vendas ao varejo e ao índice de preço ao produtor, ambos referentes ao mês de agosto.

No cenário nacional, a ênfase fica para a reunião do Copom. Na quarta-feira, o Comitê de Política Monetária atualizará a taxa básica de juro do País, atualmente em 13,00% ao ano. A maior parte dos economistas aposta em mais um aumento da Selic entre 0,50 e 0,75 ponto percentual.

Segunda-feira (8/9)

Brasil

8h00 - A FGV (Fundação Getulio Vargas) publica o IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor - Semanal) referente à primeira quadrissemana de setembro. O índice calcula a taxa mensal da variação dos preços até meados da semana anterior àquela em que é divulgado.

8h00 - A mesma instituição apresenta o IGP-DI (Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna) de agosto, importante medida de inflação nacional.

8h30 - O Banco Central organiza o relatório semanal Focus, que compila a opinião de consultorias e instituições financeiras sobre os principais índices macroeconômicos.

9h30 - O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) revela o Levantamento da Produção Agrícola referente ao mês de agosto, que traz informações sobre acompanhamento e previsão de safras.

11h00 - O Ministério de Comércio Exterior anuncia a Balança Comercial referente à última semana, que mede a diferença entre exportações e importações contabilizadas durante o período.

EUA

16h00 - O Federal Reserve divulga o Consumer Credit referente ao mês de julho, com objetivo de medir o total de crédito ao consumidor.

Terça-feira (9/9)

Brasil

9h00 - O IBGE apresenta a Pesquisa Industrial de Emprego e Salário de julho, que produz indicadores relativos ao comportamento do mercado de trabalho no setor industrial.

11h00 - O Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) revela o Índice de Custo de Vida referente ao mês de agosto. O relatório contém informações a respeito do custo de vida dos moradores do município de São Paulo.

Este será o primeiro dia da reunião do Copom, quando os membros do Comitê expõem suas opiniões sobre a conjuntura econômica nacional.

EUA

11h00 - A National Association of Realtors divulga o Pending Home Sales de julho, indicador responsável por medir a venda de casas existentes nos EUA com contrato assinado, mas ainda sem transação efetiva.

11h00 - Para encerrar o dia, sai o Wholesale Inventories de julho, relatório que contém informações sobre as vendas e os estoques do setor atacadista.

Quarta-feira (10/9)

Brasil

07h00 - A Fipe (Fundação Instituto de Pesquisa Econômica) anuncia o IPC referente à primeira quadrissemana de setembro. O índice é baseado em uma pesquisa de preços feita na cidade de São Paulo, entre pessoas que ganham de 1 a 20 salários mínimos.

8h00 - A FGV apresenta o IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) do primeiro decêndio de setembro, que é bastante utilizado pelo mercado, e retrata a evolução geral de preços na economia.

9h30 - O IBGE revela o PIB referente ao segundo trimestre, que considera a soma de todos os bens e serviços finais produzidos no País em valores monetários.

E, no final do dia, o Copom atualiza a taxa Selic.

EUA

11h30 - Será apresentado o relatório de Estoques de Petróleo norte-americano, semanalmente organizado pela EIA (Energy Information Administration). O documento é considerado uma importante medida, já que os EUA são o maior consumidor do combustível.

Quinta-feira (11/9)

Brasil

Não serão apresentados índices relevantes no País.

EUA

9h30 - Confira o número de pedidos de auxílio-desemprego (Initial Claims), em base semanal.

9h30 - Serão apresentados o Export Prices e o Import Prices, ambos do mês de agosto. Os índices excluem de suas bases a produção agrícola e as cotações do petróleo, respectivamente.

9h30 - Atenção ao Trade Balance (balança comercial) com base no mês de julho, que mede a diferença entre os valores das importações e exportações realizadas pelo país.

15h00 - O Departamento de Tesouro norte-americano fornece os dados de agosto do Treasury Budget (orçamento governamental).

Sexta-feira (12/9)

Brasil
Não serão apresentados índices relevantes no País.

EUA

9h30 - Destaque para o indicador Retail Sales referente ao mês de agosto, que mede as vendas totais do mercado varejista, desconsiderando o setor de serviços. Já o Retail Sales ex-auto ignora as vendas de automóveis.

9h30 - O Departamento de Trabalho publica os números do PPI (Producer Price Index) e de seu núcleo, que descrevem os preços praticados por produtores durante o mês de agosto.

11h00 - O Business Inventories compreende o nível de vendas e de estoques das indústrias, além dos setores de atacado e varejo durante o mês julho.

11h00 - A Universidade de Michigan anuncia a preliminar do Michigan Sentiment de setembro, que mede a confiança dos consumidores na economia norte-americana.Como começa a semana subseqüente?

Segunda-feira (15/9)

Brasil

8h30 - O Banco Central publica o relatório semanal Focus, que compila a opinião de consultorias e instituições financeiras sobre os principais índices macroeconômicos.

11h00 - O Ministério de Comércio Exterior anuncia a Balança Comercial referente à última semana, que mede a diferença entre exportações e importações contabilizadas durante o período.

Haverá também o Vencimento de Opções sobre ações negociadas na Bovespa.

EUA

9h30 - O Fed de Nova York divulga o NY Empire State Index de setembro, índice com o intuito de medir a atividade manufatureira no estado.

10h15 - Atenção especial para os números do setor industrial do mês de agosto, descritos pelo Industrial Production e pelo Capacity Utilization.

O SUFOCO PASSOU?

Perspectivas:
Brasil perde com emergentes e à frente volatilidade é única certeza 05/09/2008 19:30
InfoMoney

SÃO PAULO - Desde o final de julho, no ano, o índice de mercados emergentes MSCI EM marca desempenho abaixo que o do S&P500, um dos principais índices do mercado norte-americano. Gestores em todo o mundo estão diminuindo o risco dos ativos em carteira.

"Não estou comprando mercados emergentes", disse com firmeza o megainvestidor Jim Rogers em entrevista à InfoMoney. "Eles foram muito atraentes nos últimos cinco a seis anos, mas agora estou afastado", completou. Nada de Brasil.

No acumulado do ano, o fluxo de recursos dos investidores estrangeiros para o mercado de ações brasileiro está negativo em aproximadamente R$ 16 bilhões, de acordo com dados disponibilizados pela BM&F Bovespa nesta semana. Este é o fato detrás da desvalorização, apontam analistas.

Seleção
"Há uma saída grande de investidores estrangeiros a qualquer preço para equilibrar portfólios que sofreram perdas significativas", nota Alexandre Abrão Martins, analista da Edge Investimentos. "A saída guarda pouca correlação com a performance das empresas", diz.

Porém, junto ao movimento, muitas companhias em Bolsa começam a revelar preços atraentes, segundo analistas. "Este cenário de curto prazo ditado pelo fluxo abre oportunidades para quem não olha o curto prazo", diz Leonardo Boguszewski, analista de renda variável do Paraná Banco Asset Management.

"Diversas empresas brasileiras têm apresentado lucros recordes, e não estou falando apenas de commodities, que estão em um ciclo de alta", completa Martins, da Edge Investimentos.

Cautela
Impossível encontrar um ponto de inflexão do índice, mas Boguszewski arrisca: "existem empresas baratas e o mercado já está querendo recuperar. A partir da semana que se inicia deve haver alguma melhora", afirma.

Melhora significativa?

"O cenário continua instável não só para a próxima semana, mas para todo o ano", pontua cauteloso Boguszewski. A sexta-feira (5) coroou a primeira sessão positiva do índice em setembro, mas também o pior desempenho semanal (-6,72%) desde o início de julho.

Comportamento da JBSS3

Sob possível rebaixamento no rating, ações da JBS recuam 19,46% na semana 05/09/2008 19:55
InfoMoney

SÃO PAULO - Entre preocupações renovadas com a economia norte-americana frente aos dados do mercado de trabalho reportados no Relatório de Emprego do país, e volatilidade nos mercados de commodities, o Ibovespa encerrou a semana com acentuada desvalorização de 6,72% aos 51.940 pontos.

Acompanhando a trajetória, as ações da JBS (JBSS3) fecharam esta semana como principal baixa dentre os papéis que compõem o Ibovespa, acumulando perdas de 19,46%, fechando esta sexta-feira (5) cotadas a R$ 5,34. Com esta baixa, os papéis acumulam perda 8,97% desde o início do ano.

Rebaixamento do rating
Não bastassem as inúmeras referências negativas que pesaram sobre os papéis nas últimas semanas - entre elas os resultados do segundo trimestre -, os investidores foram pegos de surpresa na noite da última terça-feira com a notícia de um possível rebaixamento do rating do frigorífico.

Preocupada com os impactos gerados pelas recentes aquisições da empresa, a agência de classificação de risco Moody's informou que pode revisar para baixo sua nota para a JBS.

Aquisições arriscadas
A avaliação do Citigroup faz jus à cautela demonstrada pela agência, na medida em que também considera o rápido crescimento por meio de aquisições arriscado para a JBS e para suas ações. Em adição, o atual cenário para o setor de frigoríficos também preocupa os analistas do banco.

Para eles, as últimas referências sugerem condições mais apertadas às empresas do segmento, principalmente diante da possibilidade de aumento do preço do gado e da habilidade limitada de repassar a elevação dos custos ao consumidor final no curto prazo.

Dentro desse contexto, a equipe do Citi prevê margens menores para as operações da JBS no mercado interno, contribuindo para colocar os papéis da companhia na posição de um dos mais arriscados do setor alimentício brasileiro, avalia.

Mais quedas
Tiveram uma performance ruim os papéis Usiminas ON (USIM3, R$ 46,02, -17,97%), Usiminas PNA (USIM5, R$ 48,00, -16,08%), Rossi Resid ON (RSID3, R$ 8,47, -15,30%), Gerdau PN (GGBR4, R$ 26,12, -14,92%) e Sid Nacional ON (CSNA3, R$ 48,39, -14,35%).

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Vale reajusta preço do minério de ferro à China em mais 20%

A Steel Business Briefing, agência especializada no setor de siderurgia e mineração, afirmou nesta quarta-feira (3) que a Vale teria celebrado acordo com siderúrgicas chinesas reajustando o preço do minério de ferro em cerca de 20% frente ao patamar acordado em fevereiro deste ano. Com o novo contrato firmado, a cotação do minério de ferro advindo do chamado "Sistema Sul" passa a ficar 86,4% mais cara do que o preço do ano passado. Em fevereiro deste ano, o reajuste fechado foi de 71%. No mesmo sentido, o reajuste para o preço do minério de ferro de Carajás ficou em 92,4%, ao passo que, em fevereiro, foi acordado que o produto ficaria 65% mais caro. Segundo analistas, as mudanças têm como objetivo fazer frente aos reajustes conseguidos pelas mineradoras australianas.Companhias como a BHP Billiton e a Rio Tinto conseguiram, em média, reajustar o preço de seus minérios de ferro em 85% neste ano. As negociações para o reajuste a ser efetuado em 2009 devem começar por volta do mês de novembro.

PIB europeu e agenda nos EUA levam mercados globais ao campo negativo

Em quarta-feira (3) marcada por importante agenda econômica, os mercados globais mantêm a tendência negativa do último pregão e apontam para dificuldades durante a abertura doméstica. Embora já esperados, os dados negativos sobre a atividade econômica na zona do euro trazem à tona temores sobre uma desaceleração mundial mais pronunciada, aumentando a tensão para os outros indicadores da sessão, que incluem a divulgação do livro bege do Federal Reserve. Os investidores também são pressionados por resultado desfavorável da varejista Staples, bem como por anúncio de fechamento do fundo Ospraie e decorrências negativas para o Lehman Brothers. No entanto, o cenário ainda reserva espaço para certo otimismo, conforme revela relatório de analistas do Blackrock: "Nós acreditamos que um processo de recuperação gradual dos mercados acionários está a caminho".

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Fator Corretora inclui ações da Vale em sua carteira Large Caps para setembro


Otimista com setor petrolífero, Unibanco divulga carteira recomendada do mês


Sadia anuncia joint venture e dá novo passo para se fortalecer no setor de queijos

Em comunicado enviado nesta segunda-feira (1), a Sadia informou ao mercado que estabeleceu com a Kraft Foods Brasil (KFB) uma joint venture para operar atividades de fabricação, comercialização e distribuição de queijos no Brasil. O acordo inclui, inclusive, os produtos atualmente comercializados pela KFB com a marca Philadelphia, assim como os queijos e patês de queijo comercializados com a marca Sadia.

Negócio entre Gafisa e Tenda aquece "seleção natural" no setor imobiliário

A integração societária entre a incorporadora Gafisa, através de sua subsidiária FIT Residencial, e a Tenda, anunciada nesta segunda-feira (1), deu musculatura para a tese de que a consolidação no setor imobiliário já está ocorrendo. Ou, no mínimo, escancarou a "seleção natural" iminente diante das restrições de crédito no mercado.Com o negócio, que visa o "desenvolvimento, em conjunto, de atividades voltadas para o setor imobiliário de baixa renda no Brasil", a Gafisa virou dona de 60% da construtora. A resposta foi rápida na bolsa: os papéis de ambas roubaram a cena, subindo 8,82% e 22,66%, respectivamente." A Gafisa teve um timming muito bom, se aproveitando de uma queda muito brusca que não iria se sustentar. Agora, ganha uma carteira de projetos de baixa renda que ela teria muito mais dificuldades para desenvolver sozinha", interpreta Fabiana Fakhoury, diretora da consultoria Alvarez & Marsal. Desde a divulgação dos resultados trimestrais até a semana passada, o papel ON da Tenda acumulava queda de 60%. Na sexta-feira, a própria empresa afirmou desconhecer o motivo da baixa e que estava avaliando alternativas para captação de recursos. Mais escassos no momento atual da indústria imobiliária.

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Agenda norte-americana

"A semana começa amena, marcada logo de cara por um feriado nos EUA", enfatiza André Mello, analista da TOV Corretora. Com Wall Street fechada, a renda variável internacional deve experimentar um fraco fluxo de negócios, e a brasileira não é exceção. Contudo, um espaço para ganhos poderá se fazer presente, dado que o noticiário e a agenda do país vêm sendo os principais responsáveis pela derrocada nas bolsas. De qualquer forma, a tranqüilidade não dura muito. Os mercados norte-americanos voltam à ativa na terça-feira, a partir de quando uma série de referências de peso passam a ocupar a pauta. André Mello destaca, entre a gama de dados agendados, o ISM Index e o ISM Services, referentes a agosto, e o Construction Spending relativo a julho. Entretanto, o grande destaque fica para o último pregão da semana: com o Employment Report. O relatório é ainda mais esperado pelos investidores, tendo em vista o claro desconforto demonstrado recentemente pelo Fed quanto à deterioração do mercado de trabalho norte-americano, que vem amargando desemprego e déficit de novos postos.

Enfim, projeções otimistas: analistas apostam em semana menos volátil

Pela segunda vez consecutiva, o Ibovespa consegue encerrar a semana com um desempenho favorável, ainda que seu mês de agosto tenha sido, mais uma vez, marcado por perdas. Em tempos de tanta volatilidade, será que os investidores têm motivos para apostar na recuperação?Na visão de Alexandre Wolwacz, analista técnico da Leandro. Stormer, a resposta é positiva. Entretanto, nada que ignore a postura cautelosa que já se tornou praxe. Afinal, as incertezas em torno da economia norte-americana seguem presentes como nunca, e nesse sentido, atenção aos indicadores por lá é essencial.