Negociações em curso prometem megafusões no setor elétrico no primeiro trimestre de 2011. Caso se confirmem, duas "superelétricas" surgirão no início do governo de Dilma Rousseff, informa reportagem da Folha.
Concluídas, essas transações concentrarão 42% da energia consumida no país em dois grupos: Cemig (Companhia Energética de Minas Gerais) e CPFL Energia. Hoje, os dois grupos detêm juntos 30% do mercado e uma rentabilidade considerada satisfatória por investidores e analistas financeiros.
Com a revisão tarifária que será feita pela Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), o desempenho das concessionárias tende a piorar. Solução: fusões ou aquisições.
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
Vale deve elevar preços de minério de ferro em 8,8% no 1º tri
A Vale (VALE5) deve elevar os preços trimestrais dos contratos de minério de ferro em 8,8%, para US$ 149,20 por tonelada em janeiro, conforme cálculos da Reuters.
Uma fonte do setor na China confirmou à Reuters que a mineradora estabeleceu os preços para o primeiro trimestre através do cálculo da média do preço diário da commodity no norte da China entre 1º de setembro e 30 de novembro.
A Vale adotou o sistema de precificação trimestral em abril de 2009, substituindo o antigo formato anual, em que os preços eram estabelecidos uma vez por ano, em meio a um longo período de negociações entre compradores e fornecedores.
De acordo com a fonte chinesa, os contratos com a Vale preveem que os preços para cada trimestre sejam firmados conforme o valor médio "dos dias dentro do período de três meses consecutivos, começando no primeiro dia do quarto mês anterior ao início do trimestre em questão".
Uma fonte do setor na China confirmou à Reuters que a mineradora estabeleceu os preços para o primeiro trimestre através do cálculo da média do preço diário da commodity no norte da China entre 1º de setembro e 30 de novembro.
A Vale adotou o sistema de precificação trimestral em abril de 2009, substituindo o antigo formato anual, em que os preços eram estabelecidos uma vez por ano, em meio a um longo período de negociações entre compradores e fornecedores.
De acordo com a fonte chinesa, os contratos com a Vale preveem que os preços para cada trimestre sejam firmados conforme o valor médio "dos dias dentro do período de três meses consecutivos, começando no primeiro dia do quarto mês anterior ao início do trimestre em questão".
Vale analisa dia 14 proposta de remuneração extra a acionistas
A Vale informou nesta quinta-feira que a proposta de remuneração extraordinária aos acionistas no valor de US$ 1 bilhão de será apreciada pelo Conselho de Administração em reunião do 14 de janeiro de 2011, segundo comunicado divulgado nesta manhã.
Se a proposta for aprovada, o pagamento será realizado em 31 de janeiro de 2011. Os detentores de American Depositary Receipts (ADRs) e Hong Kong Depositary Receipts (HDRs) receberão o pagamento através do JP Morgan, agente depositário, em 7 de fevereiro de 2011 e 9 de fevereiro de 2011, respectivamente.
No anúncio, feito em 23 de setembro, depois que a diretoria executiva aprovou o pagamento da remuneração extraordinária, já estava previsto que a proposta seria avaliada em janeiro. O comunicado desta quinta-feira apenas especificou a data da reunião.
Se a proposta for aprovada, o pagamento será realizado em 31 de janeiro de 2011. Os detentores de American Depositary Receipts (ADRs) e Hong Kong Depositary Receipts (HDRs) receberão o pagamento através do JP Morgan, agente depositário, em 7 de fevereiro de 2011 e 9 de fevereiro de 2011, respectivamente.
No anúncio, feito em 23 de setembro, depois que a diretoria executiva aprovou o pagamento da remuneração extraordinária, já estava previsto que a proposta seria avaliada em janeiro. O comunicado desta quinta-feira apenas especificou a data da reunião.
Eike destaca os avanços de MPX e OGX em 2010 e prevê "década de ouro" no Brasil
Em vídeo publicado na sua página oficial da internet, Eike Batista fez um balanço do desempenho de 2010 de cinco empresas do grupo EBX listadas na bolsa brasileira. Ao falar sobre suas perspectivas para o Brasil, o empresário demonstrou bastante otimismo em suas palavras, com grandes chances dos próximos dez anos se tornarem uma "década de ouro" para o País.
“Acho que o Brasil vai viver uma década única, no sentido que o mundo inteiro tem interesse em investir no País”, disse o presidente do grupo EBX, chamando atenção para os eventos esportivos que ocorrerão por aqui, tais como as Olimpíadas do Rio de Janeiro em 2016 e a Copa do Mundo de Futebol em 2014.
Aliado à expectativa de fortes injeções de investimento na economia doméstica, Batista ainda afirma que o Brasil está vivendo atualmente uma fase de pleno emprego. Contudo, o empresário chama atenção para a qualificação da mão-de-obra, que deverá ser o maior problema do País nos próximos anos. Nesse quesito, Batista ressalta que, dentro de três ou quatro anos, o grupo espera preparar entre 30 mil e 40 mil pessoas para trabalhar em suas empresas. “O petróleo que o Brasil tem e as outras riquezas só vão fazer essa história toda ficar muito mais florida”, disse Eike ao final da gravação.
Evolução do grupo X
Ao falar nas empresas do grupo, Eike destacou os avanços vistos na MPX Energia (MPXE3) e na OGX Petróleo (OGXP3) durante 2010. Na primeira, ele ressaltou a evolução nas obras das duas térmicas localizadas no nordeste brasileiro. Já com a petrolífera, o otimismo ficou com o desenvolvimento das explorações de hidrocarbonetos no ano. "Completamos mais de 22 poços com 33 descobertas", disse Batista.
Com a LLX Logística (LLXL3), ele deu ênfase aos avanços no superporto do Açu, onde as obras da ponte continuam adiantadas em mais ou menos 100 dias, e também no porto Sudeste. "Já estamos com mais de 25 metros dentro da montanha fazendo o túnel pra acessar o mar", falou o presidente.
Já com a MMX Mineração (MMXM3), o ponto positivo ficou com as duas parcerias firmadas no ano, uma com a Wuhan - terceira maior siderúrgica da China - e a outra com a sul-coreana SK. Sobre a OSX Brasil (OSXB3), Batista disse que teve "sorte" ao conseguir reconfigurar o projeto da empresa para que ele pudesse ser instalado no porto do Açu.
“Acho que o Brasil vai viver uma década única, no sentido que o mundo inteiro tem interesse em investir no País”, disse o presidente do grupo EBX, chamando atenção para os eventos esportivos que ocorrerão por aqui, tais como as Olimpíadas do Rio de Janeiro em 2016 e a Copa do Mundo de Futebol em 2014.
Aliado à expectativa de fortes injeções de investimento na economia doméstica, Batista ainda afirma que o Brasil está vivendo atualmente uma fase de pleno emprego. Contudo, o empresário chama atenção para a qualificação da mão-de-obra, que deverá ser o maior problema do País nos próximos anos. Nesse quesito, Batista ressalta que, dentro de três ou quatro anos, o grupo espera preparar entre 30 mil e 40 mil pessoas para trabalhar em suas empresas. “O petróleo que o Brasil tem e as outras riquezas só vão fazer essa história toda ficar muito mais florida”, disse Eike ao final da gravação.
Evolução do grupo X
Ao falar nas empresas do grupo, Eike destacou os avanços vistos na MPX Energia (MPXE3) e na OGX Petróleo (OGXP3) durante 2010. Na primeira, ele ressaltou a evolução nas obras das duas térmicas localizadas no nordeste brasileiro. Já com a petrolífera, o otimismo ficou com o desenvolvimento das explorações de hidrocarbonetos no ano. "Completamos mais de 22 poços com 33 descobertas", disse Batista.
Com a LLX Logística (LLXL3), ele deu ênfase aos avanços no superporto do Açu, onde as obras da ponte continuam adiantadas em mais ou menos 100 dias, e também no porto Sudeste. "Já estamos com mais de 25 metros dentro da montanha fazendo o túnel pra acessar o mar", falou o presidente.
Já com a MMX Mineração (MMXM3), o ponto positivo ficou com as duas parcerias firmadas no ano, uma com a Wuhan - terceira maior siderúrgica da China - e a outra com a sul-coreana SK. Sobre a OSX Brasil (OSXB3), Batista disse que teve "sorte" ao conseguir reconfigurar o projeto da empresa para que ele pudesse ser instalado no porto do Açu.
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
Lula se antecipa e anuncia permanência de Gabrielli na Petrobras
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se antecipou à sua sucessora, Dilma Rousseff, e anunciou, nesta quarta-feira, que José Sérgio Gabrielli permanecerá na presidência da Petrobras no próximo governo.
"Quero cumprimentar o companheiro Gabrielli por Dilma ter anunciado que ele fica na presidência da Petrobras", afirmou, ao discursar durante lançamento da pedra fundamental da refinaria Premium 2, no Complexo de Pecém, em Caucaia (50 km de Fortaleza).
Dilma chamou Gabrielli no começo da semana para conversar, mas não anunciou ainda oficialmente sua permanência no comando da estatal.
"Quero cumprimentar o companheiro Gabrielli por Dilma ter anunciado que ele fica na presidência da Petrobras", afirmou, ao discursar durante lançamento da pedra fundamental da refinaria Premium 2, no Complexo de Pecém, em Caucaia (50 km de Fortaleza).
Dilma chamou Gabrielli no começo da semana para conversar, mas não anunciou ainda oficialmente sua permanência no comando da estatal.
Ações da Petrobras sobem após divulgação de comercialidade de Tupi
As ações da Petrobras (PETR3,PETR4) operam com valorização logo após a abertura do pregão desta quarta-feira (29), que marcou a declaração de comercialidade das áreas de Tupi e Iracema.
No momento os papéis ordinários sobem 1,25% e os preferenciais 1,09%. Entre os motivos para a alta está se dá após a companhia ter comunicado o potencial de comercialidade de 8,3 bilhões de barris de óleo equivalente dos campos de Lula (Tupi) e Cernambi (Iracema), localizados na Bacia de Santos.
Primeiro campo supergigante do País
Desta forma, "o Campo de Lula será o primeiro campo supergigante de petroleo do País (volume recuperável acima de 5 bilhões de barris de óleo equivalente), e o Campo de Cernambi está entre os cinco maiores campos gigantes do Brasil", conforme avalia o comunicado enviado pela companhia.
No momento os papéis ordinários sobem 1,25% e os preferenciais 1,09%. Entre os motivos para a alta está se dá após a companhia ter comunicado o potencial de comercialidade de 8,3 bilhões de barris de óleo equivalente dos campos de Lula (Tupi) e Cernambi (Iracema), localizados na Bacia de Santos.
Primeiro campo supergigante do País
Desta forma, "o Campo de Lula será o primeiro campo supergigante de petroleo do País (volume recuperável acima de 5 bilhões de barris de óleo equivalente), e o Campo de Cernambi está entre os cinco maiores campos gigantes do Brasil", conforme avalia o comunicado enviado pela companhia.
Petro declara comercialidade de Tupi, estimando 6,5 bi de barris recuperáveis
A Petrobras (PETR3, PETR4), anunciou na manhã desta quarta-feira a declaração de comercialidade das áreas de Tupi e Iracema. A proposta, que foi encaminhada à ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis) indica acumulações de petróleo e gás de boa qualidade em ambas as áreas.
As denominações sugeridas pela estatal para estas acumulações foram Campo de Lula e Campo de Cernambi, respectivamente para Tupi e Iracema. A estimativa de volume recuperável no Campo de Lula é de 6,5 bilhões de boed (barris de óleo equivalente), com grau de API 28. Já no Campo de Cernambi, a estimativa é de 1,8 bilhão de boed, com grau API 30.
"O Campo de Lula será o primeiro campo supergigante de petroleo do País (volume recuperável acima de 5 bilhões de boe), e o Campo de Cernambi está entre os cinco maiores campos gigantes do Brasil", diz a Petrobras em comunicado.
A estatal também submeteu à ANP o Relatório Final do Plano de Avaliação e o Plano de Desenvolvimento (PD) dos dois campos. Cabe lembrar que o bloco BMS-11, onde estão localizados os campos, é operado pela Petrobras, que detém 65% da concessão, e tem também como concessionários o BG Group e a Galp Energia, com 25% e 10%, respectivamente.
Potencial do pré-sal
"Os 11 poços perfurados nas duas áreas e o Teste de Longa Duração (TLD) na área de Tupi, iniciado em abril de 2009, geraram as principais informações para embasar o volume recuperável total que está sendo divulgado hoje pela companhia, assim como os Planos de Desenvolvimento da Produção para os campos de Lula e Cernambi", completa a empresa.
Ainda segundo a Petrobras, "o sucesso exploratório obtido na área representa o elevado potencial do pré-sal, que já começa a contribuir para o crescimento da curva de produção e das reservas de petróleo e gás da companhia.
As denominações sugeridas pela estatal para estas acumulações foram Campo de Lula e Campo de Cernambi, respectivamente para Tupi e Iracema. A estimativa de volume recuperável no Campo de Lula é de 6,5 bilhões de boed (barris de óleo equivalente), com grau de API 28. Já no Campo de Cernambi, a estimativa é de 1,8 bilhão de boed, com grau API 30.
"O Campo de Lula será o primeiro campo supergigante de petroleo do País (volume recuperável acima de 5 bilhões de boe), e o Campo de Cernambi está entre os cinco maiores campos gigantes do Brasil", diz a Petrobras em comunicado.
A estatal também submeteu à ANP o Relatório Final do Plano de Avaliação e o Plano de Desenvolvimento (PD) dos dois campos. Cabe lembrar que o bloco BMS-11, onde estão localizados os campos, é operado pela Petrobras, que detém 65% da concessão, e tem também como concessionários o BG Group e a Galp Energia, com 25% e 10%, respectivamente.
Potencial do pré-sal
"Os 11 poços perfurados nas duas áreas e o Teste de Longa Duração (TLD) na área de Tupi, iniciado em abril de 2009, geraram as principais informações para embasar o volume recuperável total que está sendo divulgado hoje pela companhia, assim como os Planos de Desenvolvimento da Produção para os campos de Lula e Cernambi", completa a empresa.
Ainda segundo a Petrobras, "o sucesso exploratório obtido na área representa o elevado potencial do pré-sal, que já começa a contribuir para o crescimento da curva de produção e das reservas de petróleo e gás da companhia.
LLX e Anglo American revisam condições comerciais do Superporto do Açu
A LLX Logística (LLXL3) informou na noite desta terça-feira (28) que sua subsidiária LLX Minas-Rio e a Anglo American concluíram as negociações envolvendo os contratos comerciais e operacionais que regulam a movimentação do minério de ferro no Superporto do Açu.
De acordo com a companhia, foi firmado um contrato de longo prazo "take-or-pay" pelo qual a Anglo American deverá pagar uma tarifa de US$ 7,10 por tonelada de minério embarcada no terminal do Superporto Açu. O contrato, segundo a LLX, tem prazo de 25 anos, sendo que a taxa cobrada da Anglo American passará por reajuste anual de dois terços do PPI (índice de preços ao produtor norte-americano).
"A obrigação take-or-pay começa no primeiro embarque de minério de ferro pelo Superporto e se tal embarque não tiver ocorrido até 1º de julho de 2013, a Anglo American estará obrigada a arcar com a totalidade do serviço da dívida sênior incorrida com os contratos de financiamento da LLX MR. A Anglo American estará sujeita às obrigações de take-or-pay independentemente dos embarques de minério de ferro a partir de 1º de julho de 2014", explicou a LLX em nota.
A LLX informou ainda que o pagamento será determinado mensalmente, tendo como base o volume anual de 26,5 milhões de toneladas, o que deverá gerar uma receita anual de US$ 190 milhões para a LLX MR.
Investimentos limitados
O contrato firmado entre as partes também prevê que os investimentos da LLX MR ficarão limitados a US$ 510 milhões, correspondentes ao montante já desembolsado pela empresa neste empreendimento. Além disso, a Anglo American contribuirá com recursos adicionais de cerca de US$ 1,3 bilhão. A companhia também revelou que os custos adicionais que excederem o montante do projeto, de US$ 2,27 bilhões, serão divididos igualmente entre a LLX MR e a AA.
"Os acordos revisados também asseguram a LLX MR a opção de participar da expansão do terminal de minério de ferro. De acordo com esta opção, caso a LLX MR decida participar na expansão do empreendimento, a AA deverá remunerar o investimento através de um pagamento de uma tarifa por capacidade que garantirá para a LLX MR uma taxa de retorno de 15% a.a. ao longo de período de 25 anos, sujeita a alguns ajustes", completou a LLX.
De acordo com a companhia, foi firmado um contrato de longo prazo "take-or-pay" pelo qual a Anglo American deverá pagar uma tarifa de US$ 7,10 por tonelada de minério embarcada no terminal do Superporto Açu. O contrato, segundo a LLX, tem prazo de 25 anos, sendo que a taxa cobrada da Anglo American passará por reajuste anual de dois terços do PPI (índice de preços ao produtor norte-americano).
"A obrigação take-or-pay começa no primeiro embarque de minério de ferro pelo Superporto e se tal embarque não tiver ocorrido até 1º de julho de 2013, a Anglo American estará obrigada a arcar com a totalidade do serviço da dívida sênior incorrida com os contratos de financiamento da LLX MR. A Anglo American estará sujeita às obrigações de take-or-pay independentemente dos embarques de minério de ferro a partir de 1º de julho de 2014", explicou a LLX em nota.
A LLX informou ainda que o pagamento será determinado mensalmente, tendo como base o volume anual de 26,5 milhões de toneladas, o que deverá gerar uma receita anual de US$ 190 milhões para a LLX MR.
Investimentos limitados
O contrato firmado entre as partes também prevê que os investimentos da LLX MR ficarão limitados a US$ 510 milhões, correspondentes ao montante já desembolsado pela empresa neste empreendimento. Além disso, a Anglo American contribuirá com recursos adicionais de cerca de US$ 1,3 bilhão. A companhia também revelou que os custos adicionais que excederem o montante do projeto, de US$ 2,27 bilhões, serão divididos igualmente entre a LLX MR e a AA.
"Os acordos revisados também asseguram a LLX MR a opção de participar da expansão do terminal de minério de ferro. De acordo com esta opção, caso a LLX MR decida participar na expansão do empreendimento, a AA deverá remunerar o investimento através de um pagamento de uma tarifa por capacidade que garantirá para a LLX MR uma taxa de retorno de 15% a.a. ao longo de período de 25 anos, sujeita a alguns ajustes", completou a LLX.
Após capitalização, Petro terá um 2011 voltado aos investimentos no pré-sal
A estatal brasileira do petróleo, a Petrobras (PETR3, PETR4), foi talvez a companhia que mais mexeu com o mercado nacional ao longo de 2010. Isso porque ao somar mais de R$ 120 bilhões, a capitalização da empresa se tornou nada mais que a maior capitalização da história. Antes da conclusão do aumento de capital, contudo, as indefinições do processo - especialmente em torno da cessão onerosa - durante meses foram objeto de preocupação dos investidores.
O plano de negócios da Petrobras deverá ser um vetor para 2011, visto que ele trará um acréscimo de investimentos relacionados à exploração dos ativos da cessão onerosa. E, apesar das pesadas perdas que as ações da petrolífera somam no acumulado deste ano (PETR3, -28,82%, R$ 28,74 / PETR4, -26,47%, R$ 26,05, de acordo com o último fechamento), as perspectivas de bancos e corretoras são de que haja uma retomada nos próximos 12 meses.
O plano de negócios da Petrobras deverá ser um vetor para 2011, visto que ele trará um acréscimo de investimentos relacionados à exploração dos ativos da cessão onerosa. E, apesar das pesadas perdas que as ações da petrolífera somam no acumulado deste ano (PETR3, -28,82%, R$ 28,74 / PETR4, -26,47%, R$ 26,05, de acordo com o último fechamento), as perspectivas de bancos e corretoras são de que haja uma retomada nos próximos 12 meses.
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
Poupança pode fechar 2010 com menor rendimento em 43 anos
A rentabilidade nominal da poupança pode encerrar o ano com a menor taxa já paga desde 1967, de 6,90%, segundo levantamento divulgado nesta terça-feira pela consultoria Economatica. A menor taxa apurada antes foi a de 2009, de ganho de 7,05% no ano.
Com ajuste sazonal pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPCA) até novembro, a rentabilidade no ano foi de 1,57%, de acordo com a entidade.
FHC x Lula
O estudo da Economatica também constatou que o ganho real de quem poupou durante o governo Lula foi de 89,4%, contra 218,6% daqueles que pouparam no governo Fernando Henrique Cardoso.
Descontada a inflação dos períodos, o ganho real foi de 58,8% na era FHC e de 21,6% na era Lula - percentual que deve diminuir, segundo a Economatica, já que no cálculo não foi considerada a inflação de dezembro.
Com ajuste sazonal pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPCA) até novembro, a rentabilidade no ano foi de 1,57%, de acordo com a entidade.
FHC x Lula
O estudo da Economatica também constatou que o ganho real de quem poupou durante o governo Lula foi de 89,4%, contra 218,6% daqueles que pouparam no governo Fernando Henrique Cardoso.
Descontada a inflação dos períodos, o ganho real foi de 58,8% na era FHC e de 21,6% na era Lula - percentual que deve diminuir, segundo a Economatica, já que no cálculo não foi considerada a inflação de dezembro.
Petrobras sobe mais de 1,8% após avanço na produção em novembro
As ações da Petrobras (PETR3, PETR4) são destaque de alta do Ibovespa nesta terça-feira (28), após a companhia ter anunciado na véspera que registrou alta em sua produção de petróleo e gás natural no mês de novembro. De acordo com a estatal, sua produção média no Brasil e no exterior foi de 2,62 milhões de boed (barris de óleo equivalente), alta de 3,4% em relação ao total produzido em outubro (2,529 milhões de boed).
Enquanto o Ibovespa registra alta de 0,15%, as ações ordinárias da empresa operam com avanço de 1,91%, cotadas a R$ 29,29. Já os papéis preferenciais sobem 1,80%, para R$ 26,52 e ultrapassam o valor estabelecido para as novas ações emitidas pela companhia em setembro. Se se mantiverem acima de R$ 26,30 até o fechamento, será a primeira vez que os papéis PN da estatal romperão essa patamar desde 11 de novembro deste ano. As ações também ganham certo impulso das cotações do petróleo, que avançam na sessão.
Enquanto o Ibovespa registra alta de 0,15%, as ações ordinárias da empresa operam com avanço de 1,91%, cotadas a R$ 29,29. Já os papéis preferenciais sobem 1,80%, para R$ 26,52 e ultrapassam o valor estabelecido para as novas ações emitidas pela companhia em setembro. Se se mantiverem acima de R$ 26,30 até o fechamento, será a primeira vez que os papéis PN da estatal romperão essa patamar desde 11 de novembro deste ano. As ações também ganham certo impulso das cotações do petróleo, que avançam na sessão.
Após capitalização, Petro terá um 2011 voltado aos investimentos no pré-sal
A estatal brasileira do petróleo, a Petrobras (PETR3, PETR4), foi talvez a companhia que mais mexeu com o mercado nacional ao longo de 2010. Isso porque ao somar mais de R$ 120 bilhões, a capitalização da empresa se tornou nada mais que a maior capitalização da história. Antes da conclusão do aumento de capital, contudo, as indefinições do processo - especialmente em torno da cessão onerosa - durante meses foram objeto de preocupação dos investidores.
O plano de negócios da Petrobras deverá ser um vetor para 2011, visto que ele trará um acréscimo de investimentos relacionados à exploração dos ativos da cessão onerosa. E, apesar das pesadas perdas que as ações da petrolífera somam no acumulado deste ano (PETR3, -28,82%, R$ 28,74 / PETR4, -26,47%, R$ 26,05, de acordo com o último fechamento), as perspectivas de bancos e corretoras são de que haja uma retomada nos próximos 12 meses.
O plano de negócios da Petrobras deverá ser um vetor para 2011, visto que ele trará um acréscimo de investimentos relacionados à exploração dos ativos da cessão onerosa. E, apesar das pesadas perdas que as ações da petrolífera somam no acumulado deste ano (PETR3, -28,82%, R$ 28,74 / PETR4, -26,47%, R$ 26,05, de acordo com o último fechamento), as perspectivas de bancos e corretoras são de que haja uma retomada nos próximos 12 meses.
Petrobras: Alta na produção deve ter reflexo positivo sobre ações
Números
Em novembro, a estatal apresentou forte recuperação, tendo registrado produção média, no Brasil e no exterior, de 2.620,3 barris diários, alta de 3,4% na comparação com outubro.
Apenas no setor doméstico a alta foi de 4,7%, com a produção média de 2.030,9 mil barris por dia, impulsionados pela normalização dos níveis de produção em 10 plataformas na Bacia de Campos, que no mês anterior se encontravam em manutenção periódica.
Os bons números também foram favorecidos pelo início, no final do mês de outubro, da produção do Piloto de Tupi, na Bacia de Santos, bem como a entrada em operação de mais um poço produtor na plataforma P-40, localizado no Campo de Marlim Sul, na Bacia de Campos.
Em novembro, a estatal apresentou forte recuperação, tendo registrado produção média, no Brasil e no exterior, de 2.620,3 barris diários, alta de 3,4% na comparação com outubro.
Apenas no setor doméstico a alta foi de 4,7%, com a produção média de 2.030,9 mil barris por dia, impulsionados pela normalização dos níveis de produção em 10 plataformas na Bacia de Campos, que no mês anterior se encontravam em manutenção periódica.
Os bons números também foram favorecidos pelo início, no final do mês de outubro, da produção do Piloto de Tupi, na Bacia de Santos, bem como a entrada em operação de mais um poço produtor na plataforma P-40, localizado no Campo de Marlim Sul, na Bacia de Campos.
Petrobras inicia teste de longa duração da área de Guará, na Bacia de Santos
A Petrobras (PETR3, PETR4) anunciou nesta segunda-feira (27) que no dia 25 de dezembro iniciou o teste de longa duração da área de Guará, situada no pré-sal da Bacia de Santos. De acordo com os dados fornecidos pela petrolífera, o teste terá duração estimada de cinco meses, com produção diária esperada de 14 mil barris de óleo por dia.
Os volumes recuperáveis de óleo e gás na área de Guará, segundo estimativas da estatal, estão entre 1,1 bilhão e 2 bilhões de barris de óleo equivalente, de boa qualidade. "O Teste de Longa Duração de Guará possibilitará que a Petrobras e seus parceiros conheçam mais profundamente a área e seu comportamento, auxiliando no desenvolvimento de um projeto definitivo para a região", afirmou a companhia em nota.
O próximo passo será um projeto piloto, com poços interligados ao FPSO (unidade flutuante que produz, armazena e exporta óleo e gás) Cidade de São Paulo. A previsão para a produção diária, estimada para ser iniciada no começo de 2013, está em 120 mil barris de óleo e 5 milhões de metros cúbicos de gás.
Os volumes recuperáveis de óleo e gás na área de Guará, segundo estimativas da estatal, estão entre 1,1 bilhão e 2 bilhões de barris de óleo equivalente, de boa qualidade. "O Teste de Longa Duração de Guará possibilitará que a Petrobras e seus parceiros conheçam mais profundamente a área e seu comportamento, auxiliando no desenvolvimento de um projeto definitivo para a região", afirmou a companhia em nota.
O próximo passo será um projeto piloto, com poços interligados ao FPSO (unidade flutuante que produz, armazena e exporta óleo e gás) Cidade de São Paulo. A previsão para a produção diária, estimada para ser iniciada no começo de 2013, está em 120 mil barris de óleo e 5 milhões de metros cúbicos de gás.
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
Facebook e Groupon disparam no mercado secundário em 2010
Negócios em ambiente privado revelam a força da possível retomada das empresas de internet na bolsa.
O mercado privado de negociações de ações nos Estados Unidos revela a grande força com que a nova onda de empresas de internet, principalmente às ligadas as redes sociais, pode chegar à bolsa. Números publicados recentemente pela Nyppex, uma empresa de consultoria para compradores e vendedores de ações privadas, mostram que os papéis do Groupon, por exemplo, subiram 300% desde junho até dezembro. Os dados foram coletados pelo blog DealBook, do The New York Times.
Com o preço a 88,73 dólares, as ações da empresa de compras coletivas sugerem um valor de mercado de 4,8 bilhões de dólares. O Groupon rejeitou, no começo do mês, uma proposta para ser vendido por 6 bilhões de dólares ao Google. O Facebook, por sua vez, já goza de um valor de mercado de 41,2 bilhões de dólares. As ações, cotadas a 18,54 dólares, valorizaram-se 56,1% no mesmo período.
O microblog Twitter aparece com a segunda maior alta dos 11 papéis do setor acompanhados pela Nyppex. As ações avançaram 131% desde junho e levaram a empresa para um valor de mercado de 3,7 bilhões de dólares. O ambiente do mercado secundário é alimentado, principalmente, pela venda de detentores das ações, como os funcionários das empresas para os investidores institucionais.
Apesar da expressiva valorização vista para algumas empresas, três das companhias da amostra apresentam queda. A perda mais aguda ficou para os papéis da Digg, empresa de compartilhamento e avaliação de conteúdo online. As ações caíram 40% nos cinco meses analisadas. A empresa agora vale 102 milhões de dólares. O Zynga, que desenvolve games para as redes sociais, e o Linkedin, conhecido com o Facebook de gravata, tiveram uma queda aproximada de 8%.
O mercado aguarda com expectativa a nova onda de IPOs do setor de tecnologia, ainda afetado pela bolha das .com.
O mercado privado de negociações de ações nos Estados Unidos revela a grande força com que a nova onda de empresas de internet, principalmente às ligadas as redes sociais, pode chegar à bolsa. Números publicados recentemente pela Nyppex, uma empresa de consultoria para compradores e vendedores de ações privadas, mostram que os papéis do Groupon, por exemplo, subiram 300% desde junho até dezembro. Os dados foram coletados pelo blog DealBook, do The New York Times.
Com o preço a 88,73 dólares, as ações da empresa de compras coletivas sugerem um valor de mercado de 4,8 bilhões de dólares. O Groupon rejeitou, no começo do mês, uma proposta para ser vendido por 6 bilhões de dólares ao Google. O Facebook, por sua vez, já goza de um valor de mercado de 41,2 bilhões de dólares. As ações, cotadas a 18,54 dólares, valorizaram-se 56,1% no mesmo período.
O microblog Twitter aparece com a segunda maior alta dos 11 papéis do setor acompanhados pela Nyppex. As ações avançaram 131% desde junho e levaram a empresa para um valor de mercado de 3,7 bilhões de dólares. O ambiente do mercado secundário é alimentado, principalmente, pela venda de detentores das ações, como os funcionários das empresas para os investidores institucionais.
Apesar da expressiva valorização vista para algumas empresas, três das companhias da amostra apresentam queda. A perda mais aguda ficou para os papéis da Digg, empresa de compartilhamento e avaliação de conteúdo online. As ações caíram 40% nos cinco meses analisadas. A empresa agora vale 102 milhões de dólares. O Zynga, que desenvolve games para as redes sociais, e o Linkedin, conhecido com o Facebook de gravata, tiveram uma queda aproximada de 8%.
O mercado aguarda com expectativa a nova onda de IPOs do setor de tecnologia, ainda afetado pela bolha das .com.
Ações da JBS são destaque de queda do Ibovespa, após anuncio sobre debêntures
A JBS (JBSS3) é destaque de queda desta segunda-feira (27), depois de ter divulgado informações sobre uma nova emissão de debêntures.
As ações do frigorífico registram queda de 2,77%, cotadas a R$ 7,36. Ainda assim, nos últimos sete dias, os papeis da empresa apontam alta de 6,51%.
Planos de IPO
Nesta manhã, por meio de fato relevante, a JBS sinalizou que poderá deixar de lado o projeto de realizar IPO (Oferta pública inicial) das ações da JBS USA.
A empresa afirma que já está em estágio avançado de negociações com o principal debenturista, que é o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) para a estender o vencimento dos papéis para o final de 2011.
A intenção é realizar uma nova emissão de debêntures, que substituirão integralmente as anteriores, no valor total de R$ 4 bilhões, prazo de 5 anos e juros de 8,5% ao ano. Ademais, serão conversíveis em ações da empresa emitidas no Brasil.
As ações do frigorífico registram queda de 2,77%, cotadas a R$ 7,36. Ainda assim, nos últimos sete dias, os papeis da empresa apontam alta de 6,51%.
Planos de IPO
Nesta manhã, por meio de fato relevante, a JBS sinalizou que poderá deixar de lado o projeto de realizar IPO (Oferta pública inicial) das ações da JBS USA.
A empresa afirma que já está em estágio avançado de negociações com o principal debenturista, que é o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) para a estender o vencimento dos papéis para o final de 2011.
A intenção é realizar uma nova emissão de debêntures, que substituirão integralmente as anteriores, no valor total de R$ 4 bilhões, prazo de 5 anos e juros de 8,5% ao ano. Ademais, serão conversíveis em ações da empresa emitidas no Brasil.
Petrobras distribuirá juros sobre capital próprio de R$ 0,20 por ação ON ou PN
A Petrobras (PETR3,PETR4) anunciou nesta segunda-feira (27) que irá pagar no dia 30 de dezembro deste ano a 4ª parcela da distribuição antecipada de remuneração aos acionistas do exercício 2010, sob a forma de juros sobre capital próprio. O valor é de R$ 0,20 por ação preferencial ou ordinária.
O pagamento terá como base a posição acionária de 21 de dezembro de 2010 e estará sujeito à taxa de 15% de imposto de renda, com exceção dos casos de acionistas isentos e imunes.
BB responsável por pagamentos
O pagamento ficará a cargo da instituição depositária das ações escriturais, o Banco do Brasil. No caso dos ADRs (American Depositary Receipts), o pagamento será realizado através do banco JPMorgan Chase, na data de 7 de janeiro de 2011.
O pagamento terá como base a posição acionária de 21 de dezembro de 2010 e estará sujeito à taxa de 15% de imposto de renda, com exceção dos casos de acionistas isentos e imunes.
BB responsável por pagamentos
O pagamento ficará a cargo da instituição depositária das ações escriturais, o Banco do Brasil. No caso dos ADRs (American Depositary Receipts), o pagamento será realizado através do banco JPMorgan Chase, na data de 7 de janeiro de 2011.
MPX Energia: Ibama autoriza aumento da capacidade do projeto MPX Sul.
O Ibama retificou nesta segunda-feira (27) a licença prévia do projeto MPX Sul, pertencente à MPX Energia (MPXE3), autorizando o aumento da capacidade de geração de 600 MW para 727 MW.
Segundo Eduardo Karrer, CEO (Chief Executive Officer) da companhia, a retificação proporciona "maior flexibilidade na escolha de fornecedores para os equipamentos-chave da planta e, assim, garante custos mais competitivos e maior retorno aos nossos acionistas", afirmou.
Segundo Eduardo Karrer, CEO (Chief Executive Officer) da companhia, a retificação proporciona "maior flexibilidade na escolha de fornecedores para os equipamentos-chave da planta e, assim, garante custos mais competitivos e maior retorno aos nossos acionistas", afirmou.
Ex-presidente do PanAmericano acusa ex-diretor do banco por maquiagem no balanço
Em depoimento à Polícia Federal, o ex-presidente do grupo Silvio Santos Luiz Sandoval apontou Wilson Roberto de Aro, ex-diretor financeiro do banco PanAmericano, e o contador Marco Antônio Pereira da Silva, como os dois responsáveis pelo rombo de R$ 2,5 bilhões na instituição financeira.
A informação foi publicada ontem pelo jornal "O Estado de S.Paulo", a quem o executivo concedeu entrevista. O conteúdo das declarações foi confirmado pelo advogado Alberto Zacharias Toron.
Braço direito do apresentador Silvio Santos, com quem trabalhou durante 40 anos, Sandoval pediu demissão da presidência do grupo em novembro deste ano, após o escândalo vir à tona.
Toda a diretoria do banco foi afastada por conta de maquiagem no balanço contábil, que causou o rombo de R$ 2,5 bilhões, coberto com empréstimo do FGC (Fundo Garantidor de Créditos).
Na entrevista, Sandoval afirma ter tomado conhecimento da fraude ao receber um telefonema de Rafael Palladino, ex-presidente do banco, em 16 de setembro.
Sandoval foi até o banco após Palladino dizer, por telefone, que se tratava de "coisa séria". E que, ao convocar a diretoria, percebeu que "eles [os diretores] começaram a me enrolar".
Os diretores, incluindo Wilson de Aro, da área financeira, teriam dito a Sandoval que a diferença contábil era decorrente de "erro".
A informação foi publicada ontem pelo jornal "O Estado de S.Paulo", a quem o executivo concedeu entrevista. O conteúdo das declarações foi confirmado pelo advogado Alberto Zacharias Toron.
Braço direito do apresentador Silvio Santos, com quem trabalhou durante 40 anos, Sandoval pediu demissão da presidência do grupo em novembro deste ano, após o escândalo vir à tona.
Toda a diretoria do banco foi afastada por conta de maquiagem no balanço contábil, que causou o rombo de R$ 2,5 bilhões, coberto com empréstimo do FGC (Fundo Garantidor de Créditos).
Na entrevista, Sandoval afirma ter tomado conhecimento da fraude ao receber um telefonema de Rafael Palladino, ex-presidente do banco, em 16 de setembro.
Sandoval foi até o banco após Palladino dizer, por telefone, que se tratava de "coisa séria". E que, ao convocar a diretoria, percebeu que "eles [os diretores] começaram a me enrolar".
Os diretores, incluindo Wilson de Aro, da área financeira, teriam dito a Sandoval que a diferença contábil era decorrente de "erro".
JBS negocia emissão de R$ 4 bi em debêntures com o BNDESPar
O grupo JBS, maior processador de proteína animal do mundo, informou na noite de domingo que está em negociação avançada com o BNDESPar, braço de participações do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), para emitir R$ 4 bilhões em debêntures.
A segunda emissão da companhia tem por objetivo substituir integralmente as debêntures de primeira emissão, conforme comunicado ao mercado.
"Entre as vantagens da nova emissão destacam-se a eliminação da obrigação de realização de uma oferta pública de ações da JBS USA --unidade do grupo que seria listada nos Estados Unidos-- em 2011 e a otimização da estrutura financeira e fiscal da companhia", afirma o JBS no documento.
As debêntures terão prazo de cinco anos, com juro de 8,5% ao ano pago trimestralmente, e serão obrigatoriamente conversíveis em ações da JBS no quinto ano.
O preço de conversão será de R$ 9,50 por ação, acrescido de juros. O BNDESPar é o principal debenturista do grupo JBS.
Em dezembro do ano passado, o BNDESPar havia aprovado emissão de US$ 2 bilhões em debêntures conversíveis em ações da empresa processadora de carnes.
Na véspera, a companhia também anunciou ter efetuado pagamento de prêmio no valor bruto de R$ 260,97 para cada debênture já emitida, totalizando R$ 521,94 milhões.
A segunda emissão da companhia tem por objetivo substituir integralmente as debêntures de primeira emissão, conforme comunicado ao mercado.
"Entre as vantagens da nova emissão destacam-se a eliminação da obrigação de realização de uma oferta pública de ações da JBS USA --unidade do grupo que seria listada nos Estados Unidos-- em 2011 e a otimização da estrutura financeira e fiscal da companhia", afirma o JBS no documento.
As debêntures terão prazo de cinco anos, com juro de 8,5% ao ano pago trimestralmente, e serão obrigatoriamente conversíveis em ações da JBS no quinto ano.
O preço de conversão será de R$ 9,50 por ação, acrescido de juros. O BNDESPar é o principal debenturista do grupo JBS.
Em dezembro do ano passado, o BNDESPar havia aprovado emissão de US$ 2 bilhões em debêntures conversíveis em ações da empresa processadora de carnes.
Na véspera, a companhia também anunciou ter efetuado pagamento de prêmio no valor bruto de R$ 260,97 para cada debênture já emitida, totalizando R$ 521,94 milhões.
Petrobras: responsabilidade é maior com o pré-sal
Gabrielli afirmou que buscará expandir a cadeia de fornecedores nacionais para a indústria do petróleo.
O presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, afirmou que o papel e a responsabilidade da estatal se tornam ainda maiores após a sanção do novo marco regulatório da exploração do pré-sal, assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em cerimônia na tarde de hoje, em Brasília. "Iniciamos uma nova etapa na exploração do petróleo no Brasil. Temos a responsabilidade de sermos os operadores únicos dessas áreas, mas não estaremos sozinhos, pois temos parceiros", afirmou Gabrielli.
Segundo ele, a Petrobras buscará utilizar melhores técnicas e os melhores processos na exploração do pré-sal brasileiro, de maneira a otimizar os recursos direcionados para a atividade. Gabrielli também destacou a destinação de parte da renda gerada nessas áreas para alimentar o Fundo Social.
Para o presidente da companhia, a Petrobras é a empresa que possui as melhores condições para viabilizar a exploração das reservas brasileiras de maneira mais rápida e intensa. "Temos a maior experiência na exploração do pré-sal e de águas profundas no mundo. Acreditamos que temos todas as condições de atender essa questão", completou.
Além disso, Gabrielli afirmou que a estatal buscará expandir a cadeia de fornecedores nacionais para a indústria do petróleo, para não correr o risco de repetir experiências de outros países que não incentivaram o conteúdo nacional na cadeia do setor. "Temos os compromisso de sermos o melhor operador, com a melhor técnica, garantido a maior participação da indústria nacional", concluiu.
O presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, afirmou que o papel e a responsabilidade da estatal se tornam ainda maiores após a sanção do novo marco regulatório da exploração do pré-sal, assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em cerimônia na tarde de hoje, em Brasília. "Iniciamos uma nova etapa na exploração do petróleo no Brasil. Temos a responsabilidade de sermos os operadores únicos dessas áreas, mas não estaremos sozinhos, pois temos parceiros", afirmou Gabrielli.
Segundo ele, a Petrobras buscará utilizar melhores técnicas e os melhores processos na exploração do pré-sal brasileiro, de maneira a otimizar os recursos direcionados para a atividade. Gabrielli também destacou a destinação de parte da renda gerada nessas áreas para alimentar o Fundo Social.
Para o presidente da companhia, a Petrobras é a empresa que possui as melhores condições para viabilizar a exploração das reservas brasileiras de maneira mais rápida e intensa. "Temos a maior experiência na exploração do pré-sal e de águas profundas no mundo. Acreditamos que temos todas as condições de atender essa questão", completou.
Além disso, Gabrielli afirmou que a estatal buscará expandir a cadeia de fornecedores nacionais para a indústria do petróleo, para não correr o risco de repetir experiências de outros países que não incentivaram o conteúdo nacional na cadeia do setor. "Temos os compromisso de sermos o melhor operador, com a melhor técnica, garantido a maior participação da indústria nacional", concluiu.
Tam e Gol lideram ganhos no Ibovespa após greve ser adiada
A Gol Linhas Aéreas Inteligentes SA lidera os ganhos no Ibovespa após a decisão dos aeroviários de suspender uma greve prevista para quinta que poderia causar caos em aeroportos às vésperas do Natal.
OGX: valuation de aquisição no setor pode servir de gatilho para ações
A compra da SK Energy pela Maersk, por US$ 2,4 bilhões, possa servir de impulso para os ativos da OGX Petróleo (OGXP3).
Expectativas para a Bacia de Campos
Outra notícia positiva para a petrolífera brasileira gerada pela aquisição,foi a divulgação pela Maersk de um mapa que revela um considerável potencial de produção na porção da Bacia de Campos em que irá operar, situado na mesma região das operações da OGX.
Expectativas para a Bacia de Campos
Outra notícia positiva para a petrolífera brasileira gerada pela aquisição,foi a divulgação pela Maersk de um mapa que revela um considerável potencial de produção na porção da Bacia de Campos em que irá operar, situado na mesma região das operações da OGX.
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
Itaú BBA eleva preço-alvo para Cetip, ao avaliar incorporação da GRV
O Itaú BBA elevou o preço-alvo para os papéis da Cetip (CTIP3), projetando R$ 29,50 , o que representa um upside (potencial teórico de valorização) de 31,69%, com base na cotação de fechamento do pregão de 21 de dezembro, além de manter a recomendação de outperform (desempenho acima do mercado) para os papéis da empresa.
Vale destacar que a transação com a GRV contribuiu significativamente com o upside, uma vez que, excluindo-se tal operação, o preço-alvo para o mesmo período seria de R$ 25,10, isto é, um upside de 12,05%.
Vale destacar que a transação com a GRV contribuiu significativamente com o upside, uma vez que, excluindo-se tal operação, o preço-alvo para o mesmo período seria de R$ 25,10, isto é, um upside de 12,05%.
Usiminas e BM&F Bovespa anunciam pagamento de juros sobre capital próprio
A BM&F Bovespa (BVMF3) e Usiminas (USIM5) anunciaram na última terça-feira (21) a distribuição de dividendos aos acionistas na forma de juros sobre capital próprio.
Segundo o comunicado da Usiminas, serão distribuídos aos acionistas aproximadamente R$ 178 milhões, sendo que cada ação ordinária, negociadas com o código USIM3, receberá R$ 0,172041 e cada ação preferencial, negociadas com o código USIM5, receberá R$ 0,189246.
Terão direito aos dividendos os investidores que tiverem as ações no dia 29 deste mês. A data do pagamento será definida em reunião que deve acontecer no próximo dia 22 de fevereiro.
Segundo o comunicado da Usiminas, serão distribuídos aos acionistas aproximadamente R$ 178 milhões, sendo que cada ação ordinária, negociadas com o código USIM3, receberá R$ 0,172041 e cada ação preferencial, negociadas com o código USIM5, receberá R$ 0,189246.
Terão direito aos dividendos os investidores que tiverem as ações no dia 29 deste mês. A data do pagamento será definida em reunião que deve acontecer no próximo dia 22 de fevereiro.
Petrobras notifica ANP sobre indícios de hidrocarboneto em dois poços no RN
A Petrobras (PETR3, PETR4) enviou à ANP (Agência Nacional de Petróleo) duas notificações de indícios de hidrocarbonetos na última terça-feira (21), ambas no estado do Rio Grande do Norte, na bacia de Potiguar.
As explorações ocorrem nos poços 3-BRSA-893-RN e 3-BRSA-859-DRN, nos blocos BT-POT-9 e BT-POT-8, respectivamente, sendo estimada a profundidade de 2.785 metros para o primeiro - cujas atividades estão sendo conduzidas pela sonda SAIPEM-2 - e de 4.320 metros para o último, no qual a exploração é efetuada pela sonda SAIPEM-3.
Petróleo e gás
Segundo o documento enviado à agência reguladora do setor, os poços, operados pela própria Petrobras, contemplam indícios de petróleo e gás, sendo ambos em terra. Conforme informações de 9 de dezembro, as perfurações continuam.
As explorações ocorrem nos poços 3-BRSA-893-RN e 3-BRSA-859-DRN, nos blocos BT-POT-9 e BT-POT-8, respectivamente, sendo estimada a profundidade de 2.785 metros para o primeiro - cujas atividades estão sendo conduzidas pela sonda SAIPEM-2 - e de 4.320 metros para o último, no qual a exploração é efetuada pela sonda SAIPEM-3.
Petróleo e gás
Segundo o documento enviado à agência reguladora do setor, os poços, operados pela própria Petrobras, contemplam indícios de petróleo e gás, sendo ambos em terra. Conforme informações de 9 de dezembro, as perfurações continuam.
Petrobras Bolívia adquire participação de 30% em bloco de gás natural
A Petrobras (PETR3, PETR4) confirmou nesta terça-feira (21) as notícias divulgadas pela imprensa em relação à possibilidade de aquisição pela Petrobras Bolívia de uma participação no Bloco XX - Tarija Oeste de exploração e produção de gás natural, no Campo Itaú, na Bolívia.
Segundo a estatal, a "aquisição foi aprovada pelo legislativo boliviano e aguarda promulgação da lei que regulamenta a mudança das porcentagens de participação no bloco, de modo a permitir à Petrobras Bolívia obter 30% no negócio, na condição de operadora".
Além disso, para deter esta participação, a Petrobras Bolívia se comprometeu a pagar um bônus de entrada, denominado Cash Consideration, de US$ 13,2 milhões. A subsidiária boliviana da petrolífera brasileira também se comprometeu a reconhecer US$ 50,6 milhões de investimentos passados à anterior detentora dos 30%. Este valor será pago de forma parcelada após a concretização do negócio.
"Esclarecemos que a aprovação recentemente feita pelo legislativo boliviano refere-se a uma negociação efetuada em outubro de 2008 entre a Petrobras e a anterior detentora da participação", concluiu a estatal.
Segundo a estatal, a "aquisição foi aprovada pelo legislativo boliviano e aguarda promulgação da lei que regulamenta a mudança das porcentagens de participação no bloco, de modo a permitir à Petrobras Bolívia obter 30% no negócio, na condição de operadora".
Além disso, para deter esta participação, a Petrobras Bolívia se comprometeu a pagar um bônus de entrada, denominado Cash Consideration, de US$ 13,2 milhões. A subsidiária boliviana da petrolífera brasileira também se comprometeu a reconhecer US$ 50,6 milhões de investimentos passados à anterior detentora dos 30%. Este valor será pago de forma parcelada após a concretização do negócio.
"Esclarecemos que a aprovação recentemente feita pelo legislativo boliviano refere-se a uma negociação efetuada em outubro de 2008 entre a Petrobras e a anterior detentora da participação", concluiu a estatal.
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
ALL cria subsidiária para transporte de contêiners e analistas aprovam
A ALL (ALLL3) anunciou na última segunda-feira (20) a celebração de um acordo que resultou na criação da Brado Logística, a qual fará a incorporação da Standard Logística para atuar no mercado de transporte de contêineres. Analistas consideraram o anúncio como positivo.
Segundo nota enviada ao mercado, os acionistas da Standard possuirão 20% do capital social da Brado, ao passo que a ALL será a acionista majoritária, com 80% de participação.
“Com vistas a desenvolver o transporte de contêineres por intermédio do modal ferroviário, a ALL criou uma nova sociedade, a Brado, especificamente para atuar no segmento de contêiners, com o objeto de transporte, armazenagem, operação de terminais e retroáreas portuárias, handling e outros serviços logísticos”, anunciou a ALL em comunicado ao mercado.
Segundo nota enviada ao mercado, os acionistas da Standard possuirão 20% do capital social da Brado, ao passo que a ALL será a acionista majoritária, com 80% de participação.
“Com vistas a desenvolver o transporte de contêineres por intermédio do modal ferroviário, a ALL criou uma nova sociedade, a Brado, especificamente para atuar no segmento de contêiners, com o objeto de transporte, armazenagem, operação de terminais e retroáreas portuárias, handling e outros serviços logísticos”, anunciou a ALL em comunicado ao mercado.
Vale divulga resultado do leilão de OPA das ações da Vale Fertilizantes
A Vale (VALE3, VALE5) anunciou nesta segunda-feira (20) o resultado do leilão de OPA (Oferta Pública de Aquisição) da totalidade das ações ordinárias da Vale Fertilizantes (FFTL4) remanescentes no mercado, por meio da subsidiária Mineração Naque.
No leilão, 20.317 ações ON da Valefert (FFTL3) foram adquiridas pela subsidiária da Vale, ao valor ofertado de R$ 23,50 por papel. A liquidação financeira ocorrerá na próxima quinta-feira (23).
Com o fim da operação, a Vale passa a deter 99,83% do capital votante da Valefert e 78,92% do capital total, informa a mineradora por meio do comunicado.
No leilão, 20.317 ações ON da Valefert (FFTL3) foram adquiridas pela subsidiária da Vale, ao valor ofertado de R$ 23,50 por papel. A liquidação financeira ocorrerá na próxima quinta-feira (23).
Com o fim da operação, a Vale passa a deter 99,83% do capital votante da Valefert e 78,92% do capital total, informa a mineradora por meio do comunicado.
GOL anuncia parceria com a Passaredo para venda de passagens aéreas
A GOL (GOLL4) divulgou nesta terça-feira (21) um acordo comercial para venda em todos os seus canais de passagens da Passaredo Linhas Aéreas.
A companhia regional, que opera em 20 destinos no Brasil, com 103 voos, possui 15 aeronaves – número que deverá subir para 23 até julho de 2011, após o recebimento de oito jatos já contratados. A empresa ainda destaca que o acordo não inclui o acúmulo de milhas no programa Smiles.
"Acordo estratégico"
“Para a GOL, este acordo é estratégico, pois a Passaredo é uma empresa reconhecida na aviação regional e irá agregar importantes destinos à nossa malha aérea, contribuindo para nossa capilaridade e oferecendo aos nossos clientes novas opções de voos diretos”, afirma Cláudia Pagnano, vice-presidente de mercado da GOL, em comunicado ao mercado.
A companhia regional, que opera em 20 destinos no Brasil, com 103 voos, possui 15 aeronaves – número que deverá subir para 23 até julho de 2011, após o recebimento de oito jatos já contratados. A empresa ainda destaca que o acordo não inclui o acúmulo de milhas no programa Smiles.
"Acordo estratégico"
“Para a GOL, este acordo é estratégico, pois a Passaredo é uma empresa reconhecida na aviação regional e irá agregar importantes destinos à nossa malha aérea, contribuindo para nossa capilaridade e oferecendo aos nossos clientes novas opções de voos diretos”, afirma Cláudia Pagnano, vice-presidente de mercado da GOL, em comunicado ao mercado.
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
Acionistas da Eletrobras avaliam aumento de capital em 11 de janeiro
A Eletrobras convocou assembleia extraordinária de acionistas para o dia 11 de janeiro, com a finalidade de colocar em avaliação a proposta de aumento de capital da companhia. Hoje, o valor do aumento de capital seria de R$ 5,084 bilhões, mas esse montante terá correção pela Selic até a data da assembleia. Pelos valores de hoje, o capital da empresa passaria de R$ 26,15 bilhões para R$ 31,24 bilhões.
O aumento de capital, porém, não significa caixa para a empresa. Isso porque se trata de uma subscrição particular, na qual a União e o BNDES, os dois maiores acionistas da Eletrobras, vão integralizar suas fatias com a conversão de créditos detidos na forma de Adiantamentos para Futuro Aumento de Capital (Afacs). Os Afacs foram concedidos para investimentos realizados na aquisição de participação acionária na CEEE e CGTEE, ambas elétricas do Rio Grande do Sul, em linhas de transmissão no Ceará e Bahia e para a hidrelétrica de Xingó, que começou a ser construída em 1987. Como remuneração pelos recursos aportados, a União recebe a taxa Selic, hoje em 10,75% ao ano. Segundo a Eletrobras, uma das vantagens da capitalização será eliminar as despesas financeiras provocadas por essa atualização pela Selic, que vêm tendo impacto negativo sobre o resultado da empresa.
De acordo com comunicado distribuído ao mercado, o número de ações a serem emitidas vai equivaler ao montante dos Afacs dividido pela média das cotações médias registradas na BM&FBovespa nos 30 pregões anteriores ao dia da assembleia (11 de janeiro), ponderada pela quantidade de ações negociadas. A emissão será proporcional à composição do capital social, ou seja, 79,93% em ON e 20,07% em PNB. As ações serão emitidas sem valor nominal e não haverá parcela destinada à reserva de capital.
O aumento de capital, porém, não significa caixa para a empresa. Isso porque se trata de uma subscrição particular, na qual a União e o BNDES, os dois maiores acionistas da Eletrobras, vão integralizar suas fatias com a conversão de créditos detidos na forma de Adiantamentos para Futuro Aumento de Capital (Afacs). Os Afacs foram concedidos para investimentos realizados na aquisição de participação acionária na CEEE e CGTEE, ambas elétricas do Rio Grande do Sul, em linhas de transmissão no Ceará e Bahia e para a hidrelétrica de Xingó, que começou a ser construída em 1987. Como remuneração pelos recursos aportados, a União recebe a taxa Selic, hoje em 10,75% ao ano. Segundo a Eletrobras, uma das vantagens da capitalização será eliminar as despesas financeiras provocadas por essa atualização pela Selic, que vêm tendo impacto negativo sobre o resultado da empresa.
De acordo com comunicado distribuído ao mercado, o número de ações a serem emitidas vai equivaler ao montante dos Afacs dividido pela média das cotações médias registradas na BM&FBovespa nos 30 pregões anteriores ao dia da assembleia (11 de janeiro), ponderada pela quantidade de ações negociadas. A emissão será proporcional à composição do capital social, ou seja, 79,93% em ON e 20,07% em PNB. As ações serão emitidas sem valor nominal e não haverá parcela destinada à reserva de capital.
AmBev desdobrará ações na proporção de uma para cinco; crédito será feito no dia 23
A AmBev (AMBV3, AMBV4) divulgou nesta sessão o desdobramento de seus papéis na proporção de uma ação ordinária e uma ação preferencial para cinco papéis de mesma classe.
Deste modo, apesar de o capital social da companhia passar a ser representado por 3,10 bilhões de ações, sendo 1,74 bilhão de papéis ordinários e 1,36 bilhão de preferenciais, não haverá alterações em seu valor.
Ex-desdobramento
Nesta sessão, os papéis da AmBev serão negociados na forma ex-desdobramento, sendo que o crédito das ações desdobradas será realizado na conta dos acionistas no dia 23 de dezembro, conforme anunciou a empresa.
Deste modo, apesar de o capital social da companhia passar a ser representado por 3,10 bilhões de ações, sendo 1,74 bilhão de papéis ordinários e 1,36 bilhão de preferenciais, não haverá alterações em seu valor.
Ex-desdobramento
Nesta sessão, os papéis da AmBev serão negociados na forma ex-desdobramento, sendo que o crédito das ações desdobradas será realizado na conta dos acionistas no dia 23 de dezembro, conforme anunciou a empresa.
Descoberta da Petro no ES é positiva.
A Petrobras (PETR3, PETR4) anunciou na última quinta-feira (16) a descoberta de óleo leve em reservatórios arenosos na seção pós-sal da bacia do Espírito Santo.
A revelação da presença do óleo leve chama atenção pela profundidade de 3.850 metros do poço, sendo a lâmina d’água de 2.100 metros, o que configura a descoberta de petróleo em águas mais profundas na Bacia do Espírito Santo, conforme comunicou a empresa.
A revelação da presença do óleo leve chama atenção pela profundidade de 3.850 metros do poço, sendo a lâmina d’água de 2.100 metros, o que configura a descoberta de petróleo em águas mais profundas na Bacia do Espírito Santo, conforme comunicou a empresa.
Brasil Foods divulga guidance para 2011 e ações fecham em alta de 3,26%
Os papéis da BR Foods (BRFS3) se destacaram na ponta positiva do Ibovespa no pregão desta sexta-feira (17). As ações fecharam o dia com ganhos de 3,26%, cotadas a R$ 27,52 cada, enquanto que o índice registrou alta de 1,00%.
Um dos drivers para o movimento parece ser a divulgação do guidance da companhia, feita nesta manhã. A expectativa da BRFoods é que seu faturamento líquido cresça entre 10% e 12% em 2011.
“A previsão baseia-se na expectativa de que as vendas no mercado interno continuem aquecidas, em razão da estabilização da economia, o avanço de renda e a expansão do consumo”, diz a companhia em comunicado ao mercado.
Além disso, a BR Foods destaca que o cenário externo também é promissor, “demonstrando recuperação de demanda e de preços nos principais mercados da companhia”. Essa tendência, segundo a empresa, já foi vista nos últimos trimestres de 2010, e deve se manter em 2011.
Investimentos
Por fim, a BR Foods estima investimentos entre R$ 1,6 bilhão e R$ 1,8 bilhão no próximo ano, dos quais R$ 400 milhões serão direcionados a aves e suínos.
Um dos drivers para o movimento parece ser a divulgação do guidance da companhia, feita nesta manhã. A expectativa da BRFoods é que seu faturamento líquido cresça entre 10% e 12% em 2011.
“A previsão baseia-se na expectativa de que as vendas no mercado interno continuem aquecidas, em razão da estabilização da economia, o avanço de renda e a expansão do consumo”, diz a companhia em comunicado ao mercado.
Além disso, a BR Foods destaca que o cenário externo também é promissor, “demonstrando recuperação de demanda e de preços nos principais mercados da companhia”. Essa tendência, segundo a empresa, já foi vista nos últimos trimestres de 2010, e deve se manter em 2011.
Investimentos
Por fim, a BR Foods estima investimentos entre R$ 1,6 bilhão e R$ 1,8 bilhão no próximo ano, dos quais R$ 400 milhões serão direcionados a aves e suínos.
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
BRF Foods prevê alta de 10% a 12% no faturamento em 2011
A BRF Brasil Foods anunciou hoje suas projeções de vendas para 2011. A companhia estima que seu faturamento líquido deverá crescer entre 10% e 12% no próximo ano.
"A previsão baseia-se na expectativa de que as vendas no mercado interno continuem aquecidas, em razão da estabilização da economia, o avanço de renda e a expansão do consumo", diz a companhia em nota.
A BRF afirma ainda que o cenário externo também é promissor. A empresa acredita que a recuperação da demanda e dos preços nos principais mercados em que atua, registrada nos últimos trimestres de 2010, deverá ter continuidade no próximo ano.
Os investimentos da BRF deverão somar entre R$ 1,6 bilhão e R$ 1,8 bilhão em 2011, dos quais R$ 400 milhões serão direcionados às matrizes de aves e suínos.
"A previsão baseia-se na expectativa de que as vendas no mercado interno continuem aquecidas, em razão da estabilização da economia, o avanço de renda e a expansão do consumo", diz a companhia em nota.
A BRF afirma ainda que o cenário externo também é promissor. A empresa acredita que a recuperação da demanda e dos preços nos principais mercados em que atua, registrada nos últimos trimestres de 2010, deverá ter continuidade no próximo ano.
Os investimentos da BRF deverão somar entre R$ 1,6 bilhão e R$ 1,8 bilhão em 2011, dos quais R$ 400 milhões serão direcionados às matrizes de aves e suínos.
LLX recebe autorização para construir canal do Porto do Açu
A LLX, braço de logística do grupo EBX, do empresário Eike Batista, recebeu da Marinha do Brasil autorização para desenvolver, no Porto do Açu, um canal onshore onde a subsidiária OSX construirá sua unidade de construção naval. O canal terá cerca de 7 quilômetros de cais e mais de 20 berços, totalizando uma área de aproximadamente 8 milhões de metros quadrados.
Localizado em São João da Barra, na região norte do Estado do Rio de Janeiro, o Porto do Açu é um terminal portuário privativo de uso misto, com previsão para entrar em atividade em 2012. O empreendimento contará com até 30 berços de movimentação para produtos siderúrgicos, petróleo, carvão, granito, minério de ferro, granéis líquidos e carga geral.
Localizado em São João da Barra, na região norte do Estado do Rio de Janeiro, o Porto do Açu é um terminal portuário privativo de uso misto, com previsão para entrar em atividade em 2012. O empreendimento contará com até 30 berços de movimentação para produtos siderúrgicos, petróleo, carvão, granito, minério de ferro, granéis líquidos e carga geral.
Descoberta de óleo da Petrobras é positiva para a estatal e também para a OGX
A descoberta de óleo leve no pós-sal na Bacia do Espírito Santo é positiva para a Petrobras (PETR3, PETR4) – e também para a OGX Petróleo (OGXP3).
Essa foi a sexta descoberta feita na região em 2010, trazendo um histórico encorajador para a petrolífera de Eike Batista, que deve começar as perfurações no Espírito Santo em 2011.
Vale lembrar que as estimativas preliminares indicam uma qualidade de óleo similar àquela do Campo de Golfinho (a cerca de 70 km), com petróleo de 25 a 30 graus API.
Essa foi a sexta descoberta feita na região em 2010, trazendo um histórico encorajador para a petrolífera de Eike Batista, que deve começar as perfurações no Espírito Santo em 2011.
Vale lembrar que as estimativas preliminares indicam uma qualidade de óleo similar àquela do Campo de Golfinho (a cerca de 70 km), com petróleo de 25 a 30 graus API.
Nova autorização da Marinha mais do que dobra volume de Superporto do Açu, diz LLX
A Marinha autorizou a LLX Açu Operações Portuárias, controlada da LLX Logística (LLXL3), a desenvolver no Superporto do Açu um canal onshore onde a OSX Brasil (OSXB3) construirá a unidade de Construção Naval do Açu.
Segundo a empresa, o canal contará com cerca de 7 km de cais e mais de 20 berços com uma retro área de aproximadamente 8 milhões de m2, “permitindo assim mais do que duplicar o volume de exportações e importações originalmente projetado para o Superporto, posicionando-o entre os maiores do mundo”.
Ainda segundo a LLX, isso representa “um passo fundamental na consolidação do Complexo Industrial do Superporto do Açu”, que poderá atender a uma crescente demanda de empresas.
Segundo a empresa, o canal contará com cerca de 7 km de cais e mais de 20 berços com uma retro área de aproximadamente 8 milhões de m2, “permitindo assim mais do que duplicar o volume de exportações e importações originalmente projetado para o Superporto, posicionando-o entre os maiores do mundo”.
Ainda segundo a LLX, isso representa “um passo fundamental na consolidação do Complexo Industrial do Superporto do Açu”, que poderá atender a uma crescente demanda de empresas.
Petrobras: parceria com Bolívia preocupa, mas testes no pós-sal são boa iniciativa
O início de testes de exploração em uma área do pós-sal e a aquisição de 30% do campo de gás natural Itaú na Bolívia foram anunciados nesta quinta-feira (15) acerca das atividades da Petrobras (PETR3, PETR4). As notícias dividem as opiniões do Itaú BBA, que se mostra receoso sobre a parceria da estatal no exterior.
Em busca de reservas adicionais para garantir o fornecimento de gás através do gasoduto Bolívia-Brasil, a Petrobras firmou um acordo para garantir o fornecimento até 2019, segundo a imprensa local. A dupla de analistas Paula Korvarsky e Diego Mendes, aponta que as reservas do país vizinho apresentam problemas de produção e falta de investimentos, devido a questões políticas e outros investimentos mais atrativos. Desta forma, não vêem a decisão como a mais coerente.
Em busca de reservas adicionais para garantir o fornecimento de gás através do gasoduto Bolívia-Brasil, a Petrobras firmou um acordo para garantir o fornecimento até 2019, segundo a imprensa local. A dupla de analistas Paula Korvarsky e Diego Mendes, aponta que as reservas do país vizinho apresentam problemas de produção e falta de investimentos, devido a questões políticas e outros investimentos mais atrativos. Desta forma, não vêem a decisão como a mais coerente.
Eletrobras transforma créditos junto à Eletronuclear em AFAC
Em comunicado ao mercado na última quinta-feira (16), a Eletrobras (ELET6) anunciou que aprovou a transformação dos créditos detidos junto à Eletronuclear em AFAC (Adiantamentos para Futuro Aumento de Capital).
De acordo com o comunicado da Eletrobras, o saldo devedor dos financiamentos concedidos à sua subsidiária alcançava o montante de R$ 3,051 bilhões em recursos ordinários da estatal, referentes à data base de 31 de outubro último. Além disso, o saldo era composto na época por outros R$ 512 milhões em recursos da RGR e R$ 114 milhões em repasse de financiamentos em euros.
Ainda segundo a estatal, esta operação vem complementar a anunciada em outubro de 2009, “quando foram capitalizados os financiamentos das demais empresas do Sistema Eletrobras em um montante de R$ 11,8 bilhões”.
De acordo com o comunicado da Eletrobras, o saldo devedor dos financiamentos concedidos à sua subsidiária alcançava o montante de R$ 3,051 bilhões em recursos ordinários da estatal, referentes à data base de 31 de outubro último. Além disso, o saldo era composto na época por outros R$ 512 milhões em recursos da RGR e R$ 114 milhões em repasse de financiamentos em euros.
Ainda segundo a estatal, esta operação vem complementar a anunciada em outubro de 2009, “quando foram capitalizados os financiamentos das demais empresas do Sistema Eletrobras em um montante de R$ 11,8 bilhões”.
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
MMX envia à CVM pedido para oferta pública de aquisição de ações da PortX
A MMX (MMXM3), em conjunto com a LLX (LLXL3) e a PortX (PRTX3), divulgaram nesta quinta-feira (16) que foi protocolado junto à CVM (Comissão de Valores Mobiliários) o pedido de OPA (Oferta Pública de Aquisição) de, no mínimo, 50% mais uma das ações de emissão da PortX.
Segundo o comunicado, a operação será destinada a todos os acionistas da PortX, e poderá resultar na aquisição da totalidade das ações de emissão da empresa, sendo que a CVM deliberará sobre o pedido em até 30 dias corridos, ao passo que a MMX prevê que o processo seja concluído até meados de fevereiro de 2011.
Opções aos acionistas da PortX
Os atuais acionistas da PortX poderão decidir entre quatro propostas de aquisição, sendo a primeira a permuta de uma ação da PortX por um títulos de emissão da MMX, além de um pagamento de aproximadamente US$ 0,44, à vista e convertido em moeda nacional.
Além disso, os acionistas poderão realizar a troca de uma ação por um título de remuneração variável baseada em royalties de emissão da MMX, acrescido por um número a ser definido de ações da MMX, ao preço de R$ 13,963.
Também é reservada a opção de permutar uma ação por uma Royalty Securities da MMX, somando-se a esta a opção de receber o pagamento de US$ 0,44, efetuado à vista e convertido em moeda nacional ou o recebimento de um número de ações a ser definida, pelo preço de R$ 13,963.
Valores
O valor conjunto dos títulos e royalty securities a serem oferecidos na oferta será de US$ 1,796 bilhão, enquanto o conjunto de ações da MMX totalizará US$ 441 milhões, complementaram as empresas, em comunicado ao mercado.
Também vale lembrar que os valores em dólares serão convertidos em reais com base na taxa de câmbio para venda do dólar norte-americano divulgada pelo Banco Central para PTAX-800, opção cinco, na data útil imediatamente anterior à publicação do Edital da OPA.
Segundo o comunicado, a operação será destinada a todos os acionistas da PortX, e poderá resultar na aquisição da totalidade das ações de emissão da empresa, sendo que a CVM deliberará sobre o pedido em até 30 dias corridos, ao passo que a MMX prevê que o processo seja concluído até meados de fevereiro de 2011.
Opções aos acionistas da PortX
Os atuais acionistas da PortX poderão decidir entre quatro propostas de aquisição, sendo a primeira a permuta de uma ação da PortX por um títulos de emissão da MMX, além de um pagamento de aproximadamente US$ 0,44, à vista e convertido em moeda nacional.
Além disso, os acionistas poderão realizar a troca de uma ação por um título de remuneração variável baseada em royalties de emissão da MMX, acrescido por um número a ser definido de ações da MMX, ao preço de R$ 13,963.
Também é reservada a opção de permutar uma ação por uma Royalty Securities da MMX, somando-se a esta a opção de receber o pagamento de US$ 0,44, efetuado à vista e convertido em moeda nacional ou o recebimento de um número de ações a ser definida, pelo preço de R$ 13,963.
Valores
O valor conjunto dos títulos e royalty securities a serem oferecidos na oferta será de US$ 1,796 bilhão, enquanto o conjunto de ações da MMX totalizará US$ 441 milhões, complementaram as empresas, em comunicado ao mercado.
Também vale lembrar que os valores em dólares serão convertidos em reais com base na taxa de câmbio para venda do dólar norte-americano divulgada pelo Banco Central para PTAX-800, opção cinco, na data útil imediatamente anterior à publicação do Edital da OPA.
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
CVM aplica R$ 2,6 milhões em multas em julgamento sobre Sadia
A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) aplicou nesta terça-feira 2,6 milhões de reais em multas após julgar processo que apura a responsabilidade dos então administradores da Sadia por eventuais irregularidades relacionadas a derivativos e na divulgação de informações pela companhia em 2008.
Segundo a decisão, a qual ainda cabe recurso, dos 14 acusados, apenas quatro foram absolvidos: Alcides Lopes Tapias, Marcelo Fontana, Cássio Casseb Lima e Roberto Faldini.
Adriano Lima Ferreira foi inabilitado de exercer funções administrativas pelo período de três anos e os demais acusados terão de pagar multas estipuladas em 200 mil reais ou em 400 mil reais.
Foram multados em 400 mil reais Everaldo Nigro dos Santos, Francisco Silvério Cespede, Walter Fontana Filho e José Marcos Comparato.
Diva Helena Furlan, Eduardo Fontana D'Avila, Luiza Helena Rodrigues, Norberto Fatio e Vicente Falconi foram multados em 200 mil reais.
A assessoria de imprensa da Sadia informou que nenhum dos acusados atua mais na empresa. Somente Walter Fontana Filho e Roberto Faldini fazem parte do Conselho de Administração da Brasil Foods, empresa resultante da aquisição da Sadia pela Perdigão.
A Sadia perdeu cerca de 2 bilhões de reais em 2008 devido a operações com derivativos que acompanhavam a variação do real. A empresa foi surpreendida pela forte alta do dólar naquele ano, com a eclosão da crise financeira internacional, e registrou fortes prejuízos em suas posições.
Os problemas com essas operações debilitaram as finanças da empresa, que registrou prejuízo líquido de 2,5 bilhões de reais no encerramento do exercício de 2008.
Segundo a decisão, a qual ainda cabe recurso, dos 14 acusados, apenas quatro foram absolvidos: Alcides Lopes Tapias, Marcelo Fontana, Cássio Casseb Lima e Roberto Faldini.
Adriano Lima Ferreira foi inabilitado de exercer funções administrativas pelo período de três anos e os demais acusados terão de pagar multas estipuladas em 200 mil reais ou em 400 mil reais.
Foram multados em 400 mil reais Everaldo Nigro dos Santos, Francisco Silvério Cespede, Walter Fontana Filho e José Marcos Comparato.
Diva Helena Furlan, Eduardo Fontana D'Avila, Luiza Helena Rodrigues, Norberto Fatio e Vicente Falconi foram multados em 200 mil reais.
A assessoria de imprensa da Sadia informou que nenhum dos acusados atua mais na empresa. Somente Walter Fontana Filho e Roberto Faldini fazem parte do Conselho de Administração da Brasil Foods, empresa resultante da aquisição da Sadia pela Perdigão.
A Sadia perdeu cerca de 2 bilhões de reais em 2008 devido a operações com derivativos que acompanhavam a variação do real. A empresa foi surpreendida pela forte alta do dólar naquele ano, com a eclosão da crise financeira internacional, e registrou fortes prejuízos em suas posições.
Os problemas com essas operações debilitaram as finanças da empresa, que registrou prejuízo líquido de 2,5 bilhões de reais no encerramento do exercício de 2008.
Petrobras revela novos indícios de hidrocarbonetos no campo de Carmópolis
A Petrobras (PETR3, PETR4) anunciou que foram encontrados novos indícios de hidrocarbonetos no poço 3-BRSA-897-SE, localizado no campo de Carmópolis, em Sergipe. A empresa já havia anunciado a presença das commodities neste mesmo poço no dia 10 de dezembro.
Conforme informações prestadas pela companhia à ANP (Agência Nacional de Petróleo) na última terça-feira (14), a profundidade média final é estimada em 240 metros, e o poço, no qual foi indicada a presença de petróleo e gás natural, localiza-se em terra.
Perfuração continua
A descoberta foi realizada pela sonda BCH Energy 3. Segundo informações de 6 de dezembro, a companhia segue a perfuração do poço, cuja operadora é a própria Petrobras.
Conforme informações prestadas pela companhia à ANP (Agência Nacional de Petróleo) na última terça-feira (14), a profundidade média final é estimada em 240 metros, e o poço, no qual foi indicada a presença de petróleo e gás natural, localiza-se em terra.
Perfuração continua
A descoberta foi realizada pela sonda BCH Energy 3. Segundo informações de 6 de dezembro, a companhia segue a perfuração do poço, cuja operadora é a própria Petrobras.
Petrobras anuncia início de operações em mais um poço da região do pré-sal
A Petrobras (PETR3, PETR4) anunciou na noite desta terça-feira (14) que deu início ao TLD (Teste de Longa Duração) em um poço localizado no reservatório de Carimbé, na Bacia de Campos. O poço 6-CRT-43-RJS, situado a 108 km da costa do Rio de Janeiro, marca o "começo da exploração de petróleo no pré-sal da porção central da bacia sedimentar", diz a empresa.
A produção inicial prevista para este poço durante o período do TLD, é de 24 mil barris por dia, e o volume potencial recuperável estimado para o bloco é de 97 milhões de barris. Depois de todo o processo de perfuração e avaliação, o poço foi interligado ao navioplataforma FPSO P-48, instalado no campo de Caratinga, para aproveitar a infraestrutura de produção e escoamento existente na área.
"Esta descoberta é mais um resultado conseguido pela estratégia do Planóleo, programa que busca intensificar os trabalhos de exploração e produção nas áreas próximas a campos que já produzem, com o objetivo de aproveitar a capacidade das instalações existentes, reduzir custos e agilizar a produção de novos volumes de petróleo", informa a Petrobras.
A estatal informa que já encaminhou à ANP (Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) o plano de avaliação de descoberta, que prevê não só a produção do poço em TLD, como também a perfuração e avaliação de dois poços de extensão para a delimitação do reservatório.
Outras descobertas
Além da acumulação no reservatório de Carimbé, a Petrobras ressalta que outras descobertas de petróleo no pré-sal já foram realizadas em outras regiões da Bacia de Campos, tais como no campo de Albacora Leste, em Marlim Leste e em Marlim. Nessas duas últimas, a empresa informa que realizará em breve TLDs nas áreas conhecidas como Tracajá e Brava, respectivamente. Já no Parque das Baleias, localizado na região norte de Campos, a estatal vem produzindo petróleo do pré-sal desde agosto de 2008.
A produção inicial prevista para este poço durante o período do TLD, é de 24 mil barris por dia, e o volume potencial recuperável estimado para o bloco é de 97 milhões de barris. Depois de todo o processo de perfuração e avaliação, o poço foi interligado ao navioplataforma FPSO P-48, instalado no campo de Caratinga, para aproveitar a infraestrutura de produção e escoamento existente na área.
"Esta descoberta é mais um resultado conseguido pela estratégia do Planóleo, programa que busca intensificar os trabalhos de exploração e produção nas áreas próximas a campos que já produzem, com o objetivo de aproveitar a capacidade das instalações existentes, reduzir custos e agilizar a produção de novos volumes de petróleo", informa a Petrobras.
A estatal informa que já encaminhou à ANP (Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) o plano de avaliação de descoberta, que prevê não só a produção do poço em TLD, como também a perfuração e avaliação de dois poços de extensão para a delimitação do reservatório.
Outras descobertas
Além da acumulação no reservatório de Carimbé, a Petrobras ressalta que outras descobertas de petróleo no pré-sal já foram realizadas em outras regiões da Bacia de Campos, tais como no campo de Albacora Leste, em Marlim Leste e em Marlim. Nessas duas últimas, a empresa informa que realizará em breve TLDs nas áreas conhecidas como Tracajá e Brava, respectivamente. Já no Parque das Baleias, localizado na região norte de Campos, a estatal vem produzindo petróleo do pré-sal desde agosto de 2008.
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Petrobras compra 30% da Refap por 850 milhões de dólares
Com esta aquisição a Petrobras volta a deter 100% do controle das ações da refinaria
A Petrobras, através de sua controlada Downstream Participações, assinou hoje com a Repsol YPF o contrato para a aquisição de 30% do capital social da Refap (Refinaria Alberto Pasqualini), pelo valor de 850 milhões de dólares. Com esta aquisição, a Petrobras volta a deter 100% do controle das ações da Refap.
A Repsol havia adquirido a participação de 30% em 2001, como resultado da troca de ativos realizada entre as empresas. Dos 850 milhões de dólares que serão pagos pela fatia de 30%, 350 milhões de dólares são referentes à participação acionária e 500 milhões de dólares em dívida, já consolidada na Petrobras.
A Refap é a quinta maior refinaria do país. Em 2006 foi concluído o seu processo de ampliação que resultou no aumento da capacidade de refino de 130 mil para 190 mil barris de petróleo por dia, além de aumentar a complexidade operacional para o processamento de petróleos mais pesados. A produção atual consiste, principalmente, em óleo diesel e gasolina, além de nafta petroquímica, propeno, GLP, querosene de aviação, óleo combustível e asfalto.
Com a reintegração da refinaria aos seus negócios, a Petrobras busca ganhos de logística e otimização do processamento de petróleo nacional e produção de derivados, além da execução dos investimentos programados para produção de diesel com baixo teor de enxofre, em atendimento a legislação vigente, segundo informou a empresa, em comunicado ao mercado.
A Petrobras, através de sua controlada Downstream Participações, assinou hoje com a Repsol YPF o contrato para a aquisição de 30% do capital social da Refap (Refinaria Alberto Pasqualini), pelo valor de 850 milhões de dólares. Com esta aquisição, a Petrobras volta a deter 100% do controle das ações da Refap.
A Repsol havia adquirido a participação de 30% em 2001, como resultado da troca de ativos realizada entre as empresas. Dos 850 milhões de dólares que serão pagos pela fatia de 30%, 350 milhões de dólares são referentes à participação acionária e 500 milhões de dólares em dívida, já consolidada na Petrobras.
A Refap é a quinta maior refinaria do país. Em 2006 foi concluído o seu processo de ampliação que resultou no aumento da capacidade de refino de 130 mil para 190 mil barris de petróleo por dia, além de aumentar a complexidade operacional para o processamento de petróleos mais pesados. A produção atual consiste, principalmente, em óleo diesel e gasolina, além de nafta petroquímica, propeno, GLP, querosene de aviação, óleo combustível e asfalto.
Com a reintegração da refinaria aos seus negócios, a Petrobras busca ganhos de logística e otimização do processamento de petróleo nacional e produção de derivados, além da execução dos investimentos programados para produção de diesel com baixo teor de enxofre, em atendimento a legislação vigente, segundo informou a empresa, em comunicado ao mercado.
Investimento anunciado pela MMX.
O recente anúncio da MMX Mineração (MMXM3) em realizar investimentos para expandir sua produção de minério de ferro em 25,3 milhões de toneladas por ano ficou em linha com a projeção do analista da Ágora Corretora Marco Melo.
De acordo com a empresa, o investimento por capacidade instalada de produção será cerca de US$ 80 por tonelada, acompanhando a estimativa de Melo, que já esperava o topo da faixa inicial apontada pela mineradora, que ia de US$ 60 a US$ 80.
O analistas observa ainda que os papéis da companhia tenderão a ser negociados com volatilidade no curto prazo, reflexo do processo de aumento de capital que vem sendo realizado.
De acordo com a empresa, o investimento por capacidade instalada de produção será cerca de US$ 80 por tonelada, acompanhando a estimativa de Melo, que já esperava o topo da faixa inicial apontada pela mineradora, que ia de US$ 60 a US$ 80.
O analistas observa ainda que os papéis da companhia tenderão a ser negociados com volatilidade no curto prazo, reflexo do processo de aumento de capital que vem sendo realizado.
Com novas estimativas para o petróleo, Itaú eleva preço-alvo de OGX e Petrobras
Os analistas Paula Kovarsky e Diego Mendes, do Itaú BBA, elevaram o preço-alvo para dezembro de 2011 das ações preferenciais da Petrobras (PETR4), de R$ 38,20 para R$ 40,40. O novo target corresponde a um uspside (potencial de valorização teórico) de 57,2%, frente ao fechamento da última sessão. Para os ADRs representativos das ações PN, o preço-alvo passou de US$ 41,80 para US$ 45,60.
Apesar de tal elevação, os analistas mantêm a recomendação market-perform (desempenho em linha com a média do mercado) para os papéis. "É improvável que a Petrobras venha a observar os preços mais altos do petróleo inteiramente refletidos em seus resultados de curto prazo, e a companhia terá que intensificar os gastos de capex enquanto o preço do petróleo se mantiver no pico, para compensar a espera de um ano e meio pela capitalização. Além disso, vemos pouco espaço para o crescimento da produção, comprometendo a confiança do mercado relativamente à execução, diante desse evento de tão longa duração", diz o banco.
Pressões de curto prazo para a Petrobras
Em relatório, o Itau comenta que sua revisão para os preços do petróleo responde pela maior parte da elevação do preço-alvo das ações da Petrobras. A nova aposta do baco é que o petróleo seja negociado entre US$ 85 e US$ 90 o barril no primeiro semestre de 2011, enquanto o abrandamento quantitativo dos Estados Unidos e os investimentos governamentais impedem o fortalecimento do dólar frente a outras moedas. Para o final do ano que vem, as cotações devem convergir para US$ 80
A dupla de analistas alerta ainda para a possibilidade de que um aumento no preço da commodity no curto prazo seja negativo para a companhia. "Se o governo promover a primeira rodada de ofertas dos contratos de produção partilhada (PSC, na sigla em inglês) no próximo ano, os preços mais elevados do petróleo podem puxar os números dos participantes ainda mais para cima, preços aos quais a Petrobrás deverá aderir, na sua condição de operadora com uma participação mínima de 30%."
É improvável que a alta nos preços do petróleo seja totalmente refletida nos resultados da estatal no curto prazo. Mesmo que o preço do petróleo continue a subir, o governo brasileiro não permitirá que o diesel e a gasolina subam durante o ano, por conta das pressões inflacionárias.
OGX
Os analistas também elevaram o preço-alvo das ações da OGX (OGXP3), acreditando que a empresa se beneficiará dos preços do petróleo mais elevado. O novo preço-alvo foi para R$ 33,30, vindo de R$ 31,00. O upside é de 70,3% e a recomendação outperform (desempenho acima da média do mercado) é mantida.
O banco observa que mesmo reconhecendo que as ações da OGX poderão sofrer certa volatilidade, dada a ausência de uma perspectiva mais clara quanto à programação do farm-out, a empresa representa uma interessante opção de investimento.
Apesar de tal elevação, os analistas mantêm a recomendação market-perform (desempenho em linha com a média do mercado) para os papéis. "É improvável que a Petrobras venha a observar os preços mais altos do petróleo inteiramente refletidos em seus resultados de curto prazo, e a companhia terá que intensificar os gastos de capex enquanto o preço do petróleo se mantiver no pico, para compensar a espera de um ano e meio pela capitalização. Além disso, vemos pouco espaço para o crescimento da produção, comprometendo a confiança do mercado relativamente à execução, diante desse evento de tão longa duração", diz o banco.
Pressões de curto prazo para a Petrobras
Em relatório, o Itau comenta que sua revisão para os preços do petróleo responde pela maior parte da elevação do preço-alvo das ações da Petrobras. A nova aposta do baco é que o petróleo seja negociado entre US$ 85 e US$ 90 o barril no primeiro semestre de 2011, enquanto o abrandamento quantitativo dos Estados Unidos e os investimentos governamentais impedem o fortalecimento do dólar frente a outras moedas. Para o final do ano que vem, as cotações devem convergir para US$ 80
A dupla de analistas alerta ainda para a possibilidade de que um aumento no preço da commodity no curto prazo seja negativo para a companhia. "Se o governo promover a primeira rodada de ofertas dos contratos de produção partilhada (PSC, na sigla em inglês) no próximo ano, os preços mais elevados do petróleo podem puxar os números dos participantes ainda mais para cima, preços aos quais a Petrobrás deverá aderir, na sua condição de operadora com uma participação mínima de 30%."
É improvável que a alta nos preços do petróleo seja totalmente refletida nos resultados da estatal no curto prazo. Mesmo que o preço do petróleo continue a subir, o governo brasileiro não permitirá que o diesel e a gasolina subam durante o ano, por conta das pressões inflacionárias.
OGX
Os analistas também elevaram o preço-alvo das ações da OGX (OGXP3), acreditando que a empresa se beneficiará dos preços do petróleo mais elevado. O novo preço-alvo foi para R$ 33,30, vindo de R$ 31,00. O upside é de 70,3% e a recomendação outperform (desempenho acima da média do mercado) é mantida.
O banco observa que mesmo reconhecendo que as ações da OGX poderão sofrer certa volatilidade, dada a ausência de uma perspectiva mais clara quanto à programação do farm-out, a empresa representa uma interessante opção de investimento.
Petrobras volta a investir na Bolívia e irá a operar o projeto Itaú
A Petrobras (PETR3, PETR4) voltou a realizar investimentos na Bolívia, quatro anos após o governo boliviano ter nacionalizado o setor de petróleo no País. A empresa finalizou as negociações para a compra de 30% do campo de gás Itaú e passará a operar o projeto.
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Eletrobras participará de leilão da Aneel para contratar energia de hidrelétricas
A Eletrobras (ELET3, ELET6) participará do leilão Aneel 04/2010, referente à contratação de energia proveniente de empreendimentos de geração hidrelétrica, a ser realizado no dia 17 de dezembro, conforme comunicado pela companhia nesta segunda-feira (13).
A Eletrobras atuará no leilão através de suas subsidiárias, que serão parceiras minoritárias nos consórcios privados, nos quais o preço a ser ofertado é de responsabilidade exclusiva do consórcio.
O valor atenderá a rentabilidade estabelecida pela Eletrobras, tendo como parâmetros o custo de capital e de oportunidade e a minimização dos riscos de negócio envolvidos nos empreendimentos, tanto no que diz respeito às questões financeiras quanto aos aspectos de engenharia e meio ambiente, informou a companhia em comunicado.
Empreendimentos
Os empreendimentos em questão são as usinas hidrelétricas de Teles Pires e Sinop, na bacia do Rio Teles Pires, e as de Ribeiro Gonçalves, Estreito Parnaíba e Cachoeira, na bacia do Rio Parnaíba. Os consórcios que comportarão subsidiárias da Eletrobras serão o Energético Teles Pires, Teleres Pires Energia Eficiente, Sinop Energia Eficiente, Ribeiro Gonçalves, Estreito do Parnaíba e Cachoeira do Parnaíba.
A Eletrobras atuará no leilão através de suas subsidiárias, que serão parceiras minoritárias nos consórcios privados, nos quais o preço a ser ofertado é de responsabilidade exclusiva do consórcio.
O valor atenderá a rentabilidade estabelecida pela Eletrobras, tendo como parâmetros o custo de capital e de oportunidade e a minimização dos riscos de negócio envolvidos nos empreendimentos, tanto no que diz respeito às questões financeiras quanto aos aspectos de engenharia e meio ambiente, informou a companhia em comunicado.
Empreendimentos
Os empreendimentos em questão são as usinas hidrelétricas de Teles Pires e Sinop, na bacia do Rio Teles Pires, e as de Ribeiro Gonçalves, Estreito Parnaíba e Cachoeira, na bacia do Rio Parnaíba. Os consórcios que comportarão subsidiárias da Eletrobras serão o Energético Teles Pires, Teleres Pires Energia Eficiente, Sinop Energia Eficiente, Ribeiro Gonçalves, Estreito do Parnaíba e Cachoeira do Parnaíba.
Petrobras pagará juros sobre capital próprio de R$ 0,20 por ação
A Petrobras (PETR3, PETR4) divulgou nesta segunda-feira (13) o pagamento de juros sobre capital próprio referente à quarta parcela da distribuição antecipada de remuneração aos acionistas no ano. Os investidores que detiverem ações ordinários ou preferenciais da estatal serão contemplados com R$ 0,20 por papel, o que corresponde a um montante total distribuído de R$ 2,6 bilhões.
O valor está sendo provisionado nas demonstrações contábeis do quarto trimestre e deverá ser desembolsado até o dia 31 de dezembro de 2010, com base na posição acionária do dia 21 de dezembro deste ano.
Segundo a empresa, esse valor, somado aos demais pagos e referentes ao exercício vigente, deverão ser descontados da remuneração que vier a ser distribuída no encerramento do exercício de 2010.
Atualização do valor
No período que vai da data do efetivo pagamento até o final do referido exercício, o valor será monetariamente atualizado de acordo com a taxa Selic.
O valor está sendo provisionado nas demonstrações contábeis do quarto trimestre e deverá ser desembolsado até o dia 31 de dezembro de 2010, com base na posição acionária do dia 21 de dezembro deste ano.
Segundo a empresa, esse valor, somado aos demais pagos e referentes ao exercício vigente, deverão ser descontados da remuneração que vier a ser distribuída no encerramento do exercício de 2010.
Atualização do valor
No período que vai da data do efetivo pagamento até o final do referido exercício, o valor será monetariamente atualizado de acordo com a taxa Selic.
Simplificando estrutura da Comperj, Petrobras aprova incorporação de UPB e PET
A Petrobras (PETR3, PETR4) informou que foi aprovada a proposta de incorporação de suas subsidiárias integrais a Comperj Petroquímicos Básicos, ou UPB, e a Comperj PET, ou PET, na última sexta-feira (10).
Com a incorporação da UPB, cuja atividade principal é a produção de insumos petroquímicos, a refinaria passará a ser uma Unidade de Operação da Petrobras, o que está em linha com os planos da estatal no segmento de negócios. A estratégia é de aumentar a capacidade de refino no Brasil e no exterior, “buscando equilibrá-la com o crescimento da sua produção de petróleo”.
Já com a incorporação da PET, cuja finalidade é a produção de resina de polietileno tereftálico, “a estrutura societária do Complexo será simplificada, minimizando custos e favorecendo a realocação de recursos de investimentos do Programa”.
A estatal também afirmou que as referidas incorporações serão submetidas à deliberação dos acionistas da empresa, em uma Assembleia Geral Extraordinária que será oportunamente convocada.
Com a incorporação da UPB, cuja atividade principal é a produção de insumos petroquímicos, a refinaria passará a ser uma Unidade de Operação da Petrobras, o que está em linha com os planos da estatal no segmento de negócios. A estratégia é de aumentar a capacidade de refino no Brasil e no exterior, “buscando equilibrá-la com o crescimento da sua produção de petróleo”.
Já com a incorporação da PET, cuja finalidade é a produção de resina de polietileno tereftálico, “a estrutura societária do Complexo será simplificada, minimizando custos e favorecendo a realocação de recursos de investimentos do Programa”.
A estatal também afirmou que as referidas incorporações serão submetidas à deliberação dos acionistas da empresa, em uma Assembleia Geral Extraordinária que será oportunamente convocada.
MMX aprova plano de investimentos de R$ 3,5 bilhões em Serra Azul
A MMX (MMXM3) aprovou o plano de investimento no valor de R$ 3,5 bilhões para o projeto de expansão da Serra Azul, enquanto realizou uma estimativa de investimento no valor de R$ 1,5 bilhão para o projeto de Bom Sucesso, conforme comunicado nesta segunda-feira (13).
Serra Azul
O projeto de expansão de Serra Azul prevê a construção de uma nova planta de beneficiamento com capacidade para 24 milhões de toneladas de minério de ferro por ano, um terminal ferroviário e dez quilômetros de correia transportadora para transporte da mina ao terminal rodoviário, disse a empresa.
Além disso, foi contratado um sindicato de bancos como assessor financeiro para o projeto de expansão de Serra Azul, de modo que estes proverão diretamente US$ 800 milhões do valor de US$ 1,4 bilhão que a companhia buscará perante o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), outros agentes financeiros de fomento, bancos nacionais e internacionais, agências de crédito para exportação e outras instituições multilaterais.
“Os assessores financeiros apoiarão a Companhia integralmente na obtenção dos recursos de terceiros necessários à consecução do projeto de Serra Azul”, informou a MMX. “Associado a nosso extenso portfólio de projetos, a consolidação da Serra Azul proporciona uma excelente oportunidade para ampliar nossas metas e reduzir a intensidade (R$ por tonelada de capacidade) de nossos investimentos para expansão, extraindo sinergias significativas com nossas atuais operações”, destacou Roger Downey, presidente da MMX, em comunicado.
Chile
Ainda segundo a MMX, o projeto no Chile objetiva alcançar 10 milhões de toneladas de minério de ferro por ano, sendo que o programa de sondagem será intensificado em 2011. O primeiro relatório de recursos está previsto para o final do próximo ano.
Serra Azul
O projeto de expansão de Serra Azul prevê a construção de uma nova planta de beneficiamento com capacidade para 24 milhões de toneladas de minério de ferro por ano, um terminal ferroviário e dez quilômetros de correia transportadora para transporte da mina ao terminal rodoviário, disse a empresa.
Além disso, foi contratado um sindicato de bancos como assessor financeiro para o projeto de expansão de Serra Azul, de modo que estes proverão diretamente US$ 800 milhões do valor de US$ 1,4 bilhão que a companhia buscará perante o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), outros agentes financeiros de fomento, bancos nacionais e internacionais, agências de crédito para exportação e outras instituições multilaterais.
“Os assessores financeiros apoiarão a Companhia integralmente na obtenção dos recursos de terceiros necessários à consecução do projeto de Serra Azul”, informou a MMX. “Associado a nosso extenso portfólio de projetos, a consolidação da Serra Azul proporciona uma excelente oportunidade para ampliar nossas metas e reduzir a intensidade (R$ por tonelada de capacidade) de nossos investimentos para expansão, extraindo sinergias significativas com nossas atuais operações”, destacou Roger Downey, presidente da MMX, em comunicado.
Chile
Ainda segundo a MMX, o projeto no Chile objetiva alcançar 10 milhões de toneladas de minério de ferro por ano, sendo que o programa de sondagem será intensificado em 2011. O primeiro relatório de recursos está previsto para o final do próximo ano.
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Petróleo e minério ganham peso no PIB; RJ é o que mais cresce
Pesquisa divulgada nesta sexta-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revela que, em 2008, Estados e municípios com economias voltadas para a exploração de petróleo, gás natural e minérios, aumentaram sua participação no Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. Os dados são de 2008, mas foram divulgados só agora pelo IBGE.
Impulsionada pela exploração de petróleo e gás, a atividade industrial do Rio de Janeiro foi a que mais cresceu no país. Em 2008, ela avançou 0,93 ponto percentual em relação ao ano anterior, chegando a 12,72% de toda a produção industrial brasileira. Minas Gerais e Pará obtiveram, respectivamente, a segunda (0,54 pontos percentuais) e terceira (0,49 pontos) maiores expansões no setor.
Entretanto, o segmento do refino de petróleo e coque não teve um bom ano, pois o preço sofreu variação negativa de 75,1%. Nesse sentido, o resultado não foi dos melhores para São Paulo. Mas apesar do recuo de 1,49 ponto percentual no período, o Estado paulista era, em 2008, aquele com maior participação no país, responsável por 33,89% de todo o setor.
Em comparação com 2007, o capital gerado na extração de petróleo e gás natural subiu 39,8%. Quanto ao minério de ferro, a variação no mesmo período foi de 117,5%, fator determinante para que a indústria extrativa aumentasse sua participação no PIB nacional: de 2,3% em 2007 para 3,2% no ano seguinte.
O ano de 2008 também foi satisfatório para a fabricação de aço e derivados, já que os preços subiram 39,3%. No conjunto, toda a indústria nacional aumentou seu peso em apenas 0,1 ponto percentual no biênio, correspondendo a 27,9% do total do PIB em 2008.
Ascensão de Campos
O município de Campos dos Goytacazes (RJ) foi um dos que mais se beneficiaram com a expansão da produção de petróleo e gás natural. Campos aumentou sua participação no PIB nacional de 0,8% em 2007 para 1% no ano seguinte.
Entre 2004 e 2008, Campos mais do que dobrou sua participação no valor adicionado bruto da indústria. No último ano de referência, o município do norte fluminense era o segundo com maior participação no setor, com 3,4%, atrás apenas da cidade de São Paulo, que representava 8,7%.
Agropecuária
Na pesquisa divulgada nesta sexta-feira (10), o IBGE calcula que, em 2008, o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro cresceu 5,2% em volume em relação ao ano anterior, ao passo que o aumento em preço foi de 8,3%.
Dos grandes grupos de atividade econômica, a agropecuária foi a que mais cresceu. Se em 2007 ela representava 5,6% do PIB, esse dado saltou para 5,9% em 2008.
O estudo do IBGE atribui o bom desempenho do setor a um num cenário internacional favorável e nas boas condições climáticas que favoreceram as plantações de soja e milho. Dos treze municípios que agregavam 5% da renda da agropecuária nacional, 7 deles estão no estado do Mato Grosso.
Associado às menores taxas de variação de preços em 2008, o setor de serviços recuou 0,4 ponto percentual e representava naquele ano 66,2% do PIB nacional.
Impulsionada pela exploração de petróleo e gás, a atividade industrial do Rio de Janeiro foi a que mais cresceu no país. Em 2008, ela avançou 0,93 ponto percentual em relação ao ano anterior, chegando a 12,72% de toda a produção industrial brasileira. Minas Gerais e Pará obtiveram, respectivamente, a segunda (0,54 pontos percentuais) e terceira (0,49 pontos) maiores expansões no setor.
Entretanto, o segmento do refino de petróleo e coque não teve um bom ano, pois o preço sofreu variação negativa de 75,1%. Nesse sentido, o resultado não foi dos melhores para São Paulo. Mas apesar do recuo de 1,49 ponto percentual no período, o Estado paulista era, em 2008, aquele com maior participação no país, responsável por 33,89% de todo o setor.
Em comparação com 2007, o capital gerado na extração de petróleo e gás natural subiu 39,8%. Quanto ao minério de ferro, a variação no mesmo período foi de 117,5%, fator determinante para que a indústria extrativa aumentasse sua participação no PIB nacional: de 2,3% em 2007 para 3,2% no ano seguinte.
O ano de 2008 também foi satisfatório para a fabricação de aço e derivados, já que os preços subiram 39,3%. No conjunto, toda a indústria nacional aumentou seu peso em apenas 0,1 ponto percentual no biênio, correspondendo a 27,9% do total do PIB em 2008.
Ascensão de Campos
O município de Campos dos Goytacazes (RJ) foi um dos que mais se beneficiaram com a expansão da produção de petróleo e gás natural. Campos aumentou sua participação no PIB nacional de 0,8% em 2007 para 1% no ano seguinte.
Entre 2004 e 2008, Campos mais do que dobrou sua participação no valor adicionado bruto da indústria. No último ano de referência, o município do norte fluminense era o segundo com maior participação no setor, com 3,4%, atrás apenas da cidade de São Paulo, que representava 8,7%.
Agropecuária
Na pesquisa divulgada nesta sexta-feira (10), o IBGE calcula que, em 2008, o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro cresceu 5,2% em volume em relação ao ano anterior, ao passo que o aumento em preço foi de 8,3%.
Dos grandes grupos de atividade econômica, a agropecuária foi a que mais cresceu. Se em 2007 ela representava 5,6% do PIB, esse dado saltou para 5,9% em 2008.
O estudo do IBGE atribui o bom desempenho do setor a um num cenário internacional favorável e nas boas condições climáticas que favoreceram as plantações de soja e milho. Dos treze municípios que agregavam 5% da renda da agropecuária nacional, 7 deles estão no estado do Mato Grosso.
Associado às menores taxas de variação de preços em 2008, o setor de serviços recuou 0,4 ponto percentual e representava naquele ano 66,2% do PIB nacional.
Petrobras desmente BG Group e mantém projeções para campos do Pré-Sal
A Petrobras (PETR3, PETR4) divulgou na última quinta-feira (9) nota posicionando-se a respeito da recente atualização por parte do BG Group das estimativas em relação aos campos de Tupi, Guará e Iracema.
Também na última quinta-feira, o BG Group divulgou atualizações nas suas estimativas para esses campos, com aumento na projeção de capacidade de produção. O destaque fica por conta da estimativa de recuperar reservas brutas totais de aproximadamente 2,2 bilhões de barris de óleo equivalente.
Responsabilidade e estimativas
Segundo a Petrobras, as atualizações divulgadas pelo BG Group, que é parceiro da estatal no consórcio responsável pela operação dos blocos citados, sobre as estimativas de volumes de óleo equivalente recuperável e custo de capital e de produção dos projetos da fase inicial de desenvolvimento dessas descobertas “são de responsabilidade da BG”.
Por fim, a Petrobras reitera as estimativas divulgadas anteriormente: 5 a 8 bilhões de barris de óleo equivalente recuperável em Tupi e Iracema (Bloco BM-S-11) e de 1,1 a 2 bilhões de barris em Guará (Bloco BM-S-9), além de reafirmar também a viabilidade econômica dessas descobertas ao nível de preços entre US$ 35 a US$ 40 por barril.
Também na última quinta-feira, o BG Group divulgou atualizações nas suas estimativas para esses campos, com aumento na projeção de capacidade de produção. O destaque fica por conta da estimativa de recuperar reservas brutas totais de aproximadamente 2,2 bilhões de barris de óleo equivalente.
Responsabilidade e estimativas
Segundo a Petrobras, as atualizações divulgadas pelo BG Group, que é parceiro da estatal no consórcio responsável pela operação dos blocos citados, sobre as estimativas de volumes de óleo equivalente recuperável e custo de capital e de produção dos projetos da fase inicial de desenvolvimento dessas descobertas “são de responsabilidade da BG”.
Por fim, a Petrobras reitera as estimativas divulgadas anteriormente: 5 a 8 bilhões de barris de óleo equivalente recuperável em Tupi e Iracema (Bloco BM-S-11) e de 1,1 a 2 bilhões de barris em Guará (Bloco BM-S-9), além de reafirmar também a viabilidade econômica dessas descobertas ao nível de preços entre US$ 35 a US$ 40 por barril.
Ágora eleva preço-alvo para ação da Vale, com projeções favoráveis para 2011
A Ágora elevou o preço-alvo para os papéis da Vale (VALE3, VALE5), após analisar os resultados de 2010, adotar novas premissas de preço do minério de ferro e avaliar o programa de investimentos divulgado recentemente pela mineradora.
As previsões dos analistas apontam para um preço teórico de R$ 87,30 para as ordinárias e de R$ 74,90 para as preferenciais no final de 2011, resultando em um upside (potencial teórico de valorização) de 55,69% e de 51,43%, respectivamente. Tais valores representam uma elevação de quase 5,5% sobre as estimativas anteriores, informaram os analistas em relatório.
“O largo potencial de valorização estimado (em torno de 50% até o final de 2011), o cenário positivo para o segmento de minério de ferro e o desconto elevado da Vale versus seus pares internacionais corroboram e reforçam nossa recomendação de compra para as ações da mineradora brasileira”, dizem os analistas.
Preço do minério de ferro
Segundo previsões dos analistas, o preço do minério de ferro no mercado spot deverá se expandir em 21,6% no próximo ano. No entanto, devido à forte demanda no mercado mundial por minério de ferro de melhor qualidade, a Vale poderá alcançar patamares ainda mais elevados.
“Nossa expectativa é de que o preço médio por tonelada vendida de minério de ferro da Vale fique em torno de US$ 134,6 em 2011, correspondendo a um incremento de 30,0% em relação ao preço praticado em 2010”, escrevem.
Múltiplos e greve
Ademais, o múltiplo EV/Ebitda (valor empresarial sobre geração operacional de caixa) da Vale é de 4,4x para 2011, enquanto a média dos concorrentes internacionais gira em torno de 5x.
Por fim, o retorno da normalidade da unidade de níquel da mineradora no Canadá no final deste ano – após um longo período de paralisação devido à greve dos funcionários – deverá resultar em um crescimento expressivo do volume de venda do metal e de seus subprodutos no decorrer do próximo ano, o que contribuirá para que a empresa atinja o Ebitda de R$ 70,1 bilhões em 2011, valor que representa um incremento de cerca de 50,2% sobre as expectativas para este ano, estimam os analistas.
As previsões dos analistas apontam para um preço teórico de R$ 87,30 para as ordinárias e de R$ 74,90 para as preferenciais no final de 2011, resultando em um upside (potencial teórico de valorização) de 55,69% e de 51,43%, respectivamente. Tais valores representam uma elevação de quase 5,5% sobre as estimativas anteriores, informaram os analistas em relatório.
“O largo potencial de valorização estimado (em torno de 50% até o final de 2011), o cenário positivo para o segmento de minério de ferro e o desconto elevado da Vale versus seus pares internacionais corroboram e reforçam nossa recomendação de compra para as ações da mineradora brasileira”, dizem os analistas.
Preço do minério de ferro
Segundo previsões dos analistas, o preço do minério de ferro no mercado spot deverá se expandir em 21,6% no próximo ano. No entanto, devido à forte demanda no mercado mundial por minério de ferro de melhor qualidade, a Vale poderá alcançar patamares ainda mais elevados.
“Nossa expectativa é de que o preço médio por tonelada vendida de minério de ferro da Vale fique em torno de US$ 134,6 em 2011, correspondendo a um incremento de 30,0% em relação ao preço praticado em 2010”, escrevem.
Múltiplos e greve
Ademais, o múltiplo EV/Ebitda (valor empresarial sobre geração operacional de caixa) da Vale é de 4,4x para 2011, enquanto a média dos concorrentes internacionais gira em torno de 5x.
Por fim, o retorno da normalidade da unidade de níquel da mineradora no Canadá no final deste ano – após um longo período de paralisação devido à greve dos funcionários – deverá resultar em um crescimento expressivo do volume de venda do metal e de seus subprodutos no decorrer do próximo ano, o que contribuirá para que a empresa atinja o Ebitda de R$ 70,1 bilhões em 2011, valor que representa um incremento de cerca de 50,2% sobre as expectativas para este ano, estimam os analistas.
Gerdau, Usiminas e CSN vão se destacar no setor no curto prazo, diz Barclays
As ações de mineradoras e siderúrgicas deverão se valorizar no curto prazo, sendo as maiores beneficiadas da América Latina os papéis da Gerdau (GGBR4), da Usiminas (USIM3, USIM5) e da CSN (CSNA3), dizem os analistas Leonardo Correa e Renato Antunes, em relatório do Equity Research do Barclays.
“No entanto, nós não acreditamos em uma recuperação sustentável no preço do aço, devido ao excesso de capacidade crônica na indústria de aço global, a qual pode levar de três a quatro anos para eliminar”, ressaltam os analistas.
Minério de ferro
Em relatório, foi analisado o cenário para as mineradoras e siderúrgicas brasileiras em novembro, com destaque para as exportações de minério de ferro, as quais vieram abaixo das expectativas, devido, principalmente, à deterioração da demanda europeia e da Japonesa – queda de 21% e de 32% na comparação mensal, respectivamente.
Por outro lado, os analistas estimam que a demanda da China e da OECD (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico, na sigla em inglês) permaneça forte durante o próximo ano.
Aços planos e longos
Já a importação de aço plano mostra uma tendência positiva, embora já prevista. Na passagem de outubro a novembro houve uma redução de 41% das importações, embora o dado tenha sido destorcido devido ao volume de negócios artificial em outubro. “Os agentes do mercado anteciparam a ‘internalização’ de inventários nos portos devido à preocupações de mais medidas protecionistas”, analisam.
Deste modo, Correa e Antunes acreditam que a tendência negativa para as importações continuará, devido a incentivos não atrativos nos preços e aos estoques altos na cadeia de distribuição.
Quanto aos aços longos, os analistas destacam que estes, embora ainda menos ameaçados pela importação que o mercado de aços planos, possuem descontos significativos para defender o mercado interno e impedir que novos canais de importação sejam criados.
“No entanto, nós não acreditamos em uma recuperação sustentável no preço do aço, devido ao excesso de capacidade crônica na indústria de aço global, a qual pode levar de três a quatro anos para eliminar”, ressaltam os analistas.
Minério de ferro
Em relatório, foi analisado o cenário para as mineradoras e siderúrgicas brasileiras em novembro, com destaque para as exportações de minério de ferro, as quais vieram abaixo das expectativas, devido, principalmente, à deterioração da demanda europeia e da Japonesa – queda de 21% e de 32% na comparação mensal, respectivamente.
Por outro lado, os analistas estimam que a demanda da China e da OECD (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico, na sigla em inglês) permaneça forte durante o próximo ano.
Aços planos e longos
Já a importação de aço plano mostra uma tendência positiva, embora já prevista. Na passagem de outubro a novembro houve uma redução de 41% das importações, embora o dado tenha sido destorcido devido ao volume de negócios artificial em outubro. “Os agentes do mercado anteciparam a ‘internalização’ de inventários nos portos devido à preocupações de mais medidas protecionistas”, analisam.
Deste modo, Correa e Antunes acreditam que a tendência negativa para as importações continuará, devido a incentivos não atrativos nos preços e aos estoques altos na cadeia de distribuição.
Quanto aos aços longos, os analistas destacam que estes, embora ainda menos ameaçados pela importação que o mercado de aços planos, possuem descontos significativos para defender o mercado interno e impedir que novos canais de importação sejam criados.
Petrobras informa mais uma descoberta de indícios de hidrocarbonetos
A Petrobras (PETR3, PETR4) descobriu indícios de hidrocarbonetos no poço 3-BRSA-897-SE, localizado no campo de Carmópolis, em Sergipe.
Segundo informações prestadas pela companhia à ANP (Agência Nacional de Petróleo) na última quinta-feira (9), a profundidade média final é estimada em 240 metros, e o poço está localizado em terra. A empresa revelou a presença tanto de petróleo, quanto de gás natural.
Perfuração continua
A descoberta foi realizada pela sonda BCH Energy 3, e ,segundo informações de 6 de dezembro, a companhia segue perfurando o poço, cuja operadora é a própria Petrobras.
Segundo informações prestadas pela companhia à ANP (Agência Nacional de Petróleo) na última quinta-feira (9), a profundidade média final é estimada em 240 metros, e o poço está localizado em terra. A empresa revelou a presença tanto de petróleo, quanto de gás natural.
Perfuração continua
A descoberta foi realizada pela sonda BCH Energy 3, e ,segundo informações de 6 de dezembro, a companhia segue perfurando o poço, cuja operadora é a própria Petrobras.
Arezzo faz pedido para IPO na Bovespa
A Arezzo pretende realizar uma oferta primária, cujos recursos irão reforçar o caixa da companhia, e secundária dos atuais sócios
A fabricante de calçados Arezzo entrou com pedido para Oferta Pública Inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) na Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
A empresa, que se diz líder no setor varejista de calçados femininos no Brasil, tem seus produtos comercializados por 260 franquias, sendo 253 no Brasil e sete no exterior, além de ter 27 lojas próprias. Ainda, suas marcas estão presentes em mais de 1.600 lojas multimarcas no país.
A Arezzo pretende realizar uma oferta primária (ações novas), cujos recursos irão reforçar o caixa da companhia, e secundária (papéis já existentes) dos atuais sócios. Detalhes da operação --como quantidade de ações e cronograma-- ainda não estavam disponíveis no prospecto preliminar encaminhado à CVM.
De janeiro a setembro deste ano, a Arezzo teve receita líquida de 395,5 milhões de reais, alta de 47,4 por cento sobre igual período do ano passado. O Ebitda --sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação-- totalizou 64,5 milhões de reais no período, mais de 50 por cento acima do resultado um ano antes.
O lucro líquido da Arezzo em 2010 até setembro foi de 43 milhões de reais, crescimento de 67,3 por cento.
O pedido de registro do IPO da Arezzo acontece um dia após outra fabricante de calçados ter manifestado intenção de realizar uma oferta de ações. A Vulcabras Azaleia, que já tem ações na Bovespa, pretende captar recursos por meio da venda de novos papéis para ampliar suas fábricas e fazer eventuais aquisições, entre outras coisas.
Agora são 11 empresas com pedido de ofertas de ações em análise pela CVM. Do total, seis são de companhias que não estão na bolsa: Autometal, DrogaRaia, Desenvix Energias Renováveis, Qgep Participações e Sonae Sierra Brasil, além da Arezzo.
O coordenador-líder da oferta da Arezzo é o Itaú BBA. A operação conta com apoio dos bancos Credit Suisse e Bank of America Merrill Lynch.
A fabricante de calçados Arezzo entrou com pedido para Oferta Pública Inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) na Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
A empresa, que se diz líder no setor varejista de calçados femininos no Brasil, tem seus produtos comercializados por 260 franquias, sendo 253 no Brasil e sete no exterior, além de ter 27 lojas próprias. Ainda, suas marcas estão presentes em mais de 1.600 lojas multimarcas no país.
A Arezzo pretende realizar uma oferta primária (ações novas), cujos recursos irão reforçar o caixa da companhia, e secundária (papéis já existentes) dos atuais sócios. Detalhes da operação --como quantidade de ações e cronograma-- ainda não estavam disponíveis no prospecto preliminar encaminhado à CVM.
De janeiro a setembro deste ano, a Arezzo teve receita líquida de 395,5 milhões de reais, alta de 47,4 por cento sobre igual período do ano passado. O Ebitda --sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação-- totalizou 64,5 milhões de reais no período, mais de 50 por cento acima do resultado um ano antes.
O lucro líquido da Arezzo em 2010 até setembro foi de 43 milhões de reais, crescimento de 67,3 por cento.
O pedido de registro do IPO da Arezzo acontece um dia após outra fabricante de calçados ter manifestado intenção de realizar uma oferta de ações. A Vulcabras Azaleia, que já tem ações na Bovespa, pretende captar recursos por meio da venda de novos papéis para ampliar suas fábricas e fazer eventuais aquisições, entre outras coisas.
Agora são 11 empresas com pedido de ofertas de ações em análise pela CVM. Do total, seis são de companhias que não estão na bolsa: Autometal, DrogaRaia, Desenvix Energias Renováveis, Qgep Participações e Sonae Sierra Brasil, além da Arezzo.
O coordenador-líder da oferta da Arezzo é o Itaú BBA. A operação conta com apoio dos bancos Credit Suisse e Bank of America Merrill Lynch.
CSN é multada em R$ 20 milhões por poluir o Rio Paraíba do Sul
A empresa já havia se comprometido a investir R$ 216 milhões em um plano que envolve compensações ambientais
Rio de Janeiro - A Secretaria Estadual do Ambiente do Rio de Janeiro multou em R$ 20,1 milhões à Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), pelo vazamento de resíduos tóxicos no Rio Paraíba do Sul, em Volta Redonda (RJ).
A decisão foi tomada hoje (9) pelo Conselho Diretor do Instituto Estadual do Ambiente, subordinado à secretaria. Segundo nota divulgada pela secretaria, o vazamento de carvão mineral ocorreu em 27 de novembro e teve origem na estação de tratamento de efluentes do Alto Forno 2 da CSN. Por causa da poluição, a captação de água em duas estações foi interrompida.
A empresa já havia se comprometido, em outubro deste ano, por intermédio de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), a investir R$ 216 milhões em um plano que envolve compensações ambientais, às quais seriam destinados R$ 16 milhões.
A CSN foi procurada, mas informou que não comentaria o assunto.
Rio de Janeiro - A Secretaria Estadual do Ambiente do Rio de Janeiro multou em R$ 20,1 milhões à Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), pelo vazamento de resíduos tóxicos no Rio Paraíba do Sul, em Volta Redonda (RJ).
A decisão foi tomada hoje (9) pelo Conselho Diretor do Instituto Estadual do Ambiente, subordinado à secretaria. Segundo nota divulgada pela secretaria, o vazamento de carvão mineral ocorreu em 27 de novembro e teve origem na estação de tratamento de efluentes do Alto Forno 2 da CSN. Por causa da poluição, a captação de água em duas estações foi interrompida.
A empresa já havia se comprometido, em outubro deste ano, por intermédio de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), a investir R$ 216 milhões em um plano que envolve compensações ambientais, às quais seriam destinados R$ 16 milhões.
A CSN foi procurada, mas informou que não comentaria o assunto.
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Brasil Ecodiesel diz não ter projeções para 2011 após incorporação da Maeda
A Brasil Ecodiesel (ECOD3) comentou nesta quinta-feira (9) informações prestadas pelo jornal O Estado de São Paulo sobre as receitas da empresa após a incorporação da Maeda, que, de acordo com a publicação, poderiam somar mais de R$ 700 milhões já em 2011.
Segundo a Brasil Ecodiesel, o periódico deve ter alcançado este valor baseando-se nos resultados do exercício corrente de cada empresa. Em nota, a companhia explicou que o faturamento da Maeda entre janeiro e setembro deste ano foi de R$ 246 milhões, conforme apresentou em laudo o Credit Suisse. Enquanto isso, a própria Brasil Ecodiesel registrou vendas de aproximadamente 404 milhões, sendo que, segundo a companhia, os 23.00 metros cúbicos de biodiesel alienados para entrega no último quarto deste ano deverão chegar a um retorno de cerca de R$ 40 milhões.
"A companhia esclarece que os valores relativos ao exercicio corrente não representam qualquer garantia de faturamento futuro e, portanto, recomenda aos investidores não se basearem em qualquer projeção veiculada na matéria", completa a Brasil Ecodiesel, em nota.
Segundo a Brasil Ecodiesel, o periódico deve ter alcançado este valor baseando-se nos resultados do exercício corrente de cada empresa. Em nota, a companhia explicou que o faturamento da Maeda entre janeiro e setembro deste ano foi de R$ 246 milhões, conforme apresentou em laudo o Credit Suisse. Enquanto isso, a própria Brasil Ecodiesel registrou vendas de aproximadamente 404 milhões, sendo que, segundo a companhia, os 23.00 metros cúbicos de biodiesel alienados para entrega no último quarto deste ano deverão chegar a um retorno de cerca de R$ 40 milhões.
"A companhia esclarece que os valores relativos ao exercicio corrente não representam qualquer garantia de faturamento futuro e, portanto, recomenda aos investidores não se basearem em qualquer projeção veiculada na matéria", completa a Brasil Ecodiesel, em nota.
MMX divulga termos da OPA pelo controle da PortX e vê ações caírem mais de 5%
O Conselho de Administração da MMX Mineração (MMXM3) aprovou a realização de uma OPA (Oferta Pública de Ações) voluntária de aproximadamente US$ 1,8 bilhão pelo controle majoritário das ações da PortX (PRTX3), empresa que nasceu da cisão da LLX Logística (LLXL3).
Após o comunicado ser divulgado ao mercado, as ações ordinárias da MMX operam entre as maiores baixas do Ibovespa. Os papéis recuam 5,29%, cotados a R$ 11,46 na tarde desta quinta-feira (9), enquanto o Ibovespa cai 0,69%.
Por sua vez, as ações da PortX também caem, em 2,68%, com preço de R$ 4,00. Desde o início de sua entrada na bolsa de Valores de São Paulo, há uma semana, a empresa acumula ganhos de mais de 830%, mais de 800% dos quais registrados em seu primeiro dia de negociação.
Títulos e bonds
Aos acionistas da PortX, serão ofertados títulos ou bonds, segundo comunicado enviado ao mercado nesta quinta-feira. Ambos terão características semelhantes, com remuneração variável paga através de royalties. A relação entre a ação da PortX no contexto da OPA e os dois tipos de papéis será de 1 para 1.
Os bonds serão negociados no mercado de balcão da Bolsa de Valores de Nova York. Por sua vez, os títulos serão custodiados na CBLC (Central Depositária da BM&F Bovespa) e negociados no pregão principal da bolsa de valores de São Paulo, pelo sistema Megabolsa. A CVM (Comissão de Valores Mobiliários) ainda vai avaliar o registro de OPA e precisa aprovar a entrega dos bonds.
Além dos títulos, a OPA também inclui cerca de US$ 441 milhões em novas ações de emissão da MMX, a R$ 13,963 cada ou em moeda corrente nacional, conforme a escolha do ofertado.
Remuneração
A remuneração acontecerá a partir do início das operações do porto da LLX Sudeste, ou a partir de 1 de janeiro de 2013, o que ocorrer primeiro. Os royalties serão pagos a partir do lucro bruto da MMX divulgado em demonstrações financeiras ou em seu balanço trimestral, conforme o caso. O cálculo deve ser feito a partir da tonelagem de minério de ferro e outras cargas embarcadas no porto da LLX Sudeste.
Formador de mercado
A MMX escolheu a Itaú Corretora para atuar como formadora de mercado e promover a liquidez dos títulos na BM&F Bovespa. Por enquanto, não haverá permutabilidade entre os títulos e os bonds e vice-versa.
Após o comunicado ser divulgado ao mercado, as ações ordinárias da MMX operam entre as maiores baixas do Ibovespa. Os papéis recuam 5,29%, cotados a R$ 11,46 na tarde desta quinta-feira (9), enquanto o Ibovespa cai 0,69%.
Por sua vez, as ações da PortX também caem, em 2,68%, com preço de R$ 4,00. Desde o início de sua entrada na bolsa de Valores de São Paulo, há uma semana, a empresa acumula ganhos de mais de 830%, mais de 800% dos quais registrados em seu primeiro dia de negociação.
Títulos e bonds
Aos acionistas da PortX, serão ofertados títulos ou bonds, segundo comunicado enviado ao mercado nesta quinta-feira. Ambos terão características semelhantes, com remuneração variável paga através de royalties. A relação entre a ação da PortX no contexto da OPA e os dois tipos de papéis será de 1 para 1.
Os bonds serão negociados no mercado de balcão da Bolsa de Valores de Nova York. Por sua vez, os títulos serão custodiados na CBLC (Central Depositária da BM&F Bovespa) e negociados no pregão principal da bolsa de valores de São Paulo, pelo sistema Megabolsa. A CVM (Comissão de Valores Mobiliários) ainda vai avaliar o registro de OPA e precisa aprovar a entrega dos bonds.
Além dos títulos, a OPA também inclui cerca de US$ 441 milhões em novas ações de emissão da MMX, a R$ 13,963 cada ou em moeda corrente nacional, conforme a escolha do ofertado.
Remuneração
A remuneração acontecerá a partir do início das operações do porto da LLX Sudeste, ou a partir de 1 de janeiro de 2013, o que ocorrer primeiro. Os royalties serão pagos a partir do lucro bruto da MMX divulgado em demonstrações financeiras ou em seu balanço trimestral, conforme o caso. O cálculo deve ser feito a partir da tonelagem de minério de ferro e outras cargas embarcadas no porto da LLX Sudeste.
Formador de mercado
A MMX escolheu a Itaú Corretora para atuar como formadora de mercado e promover a liquidez dos títulos na BM&F Bovespa. Por enquanto, não haverá permutabilidade entre os títulos e os bonds e vice-versa.
Nova descoberta sustenta visão otimista da OGX sobre Bacia de Campos, diz Itaú
A nova descoberta de hidrocarbonetos anunciada pela OGX Petróleo (OGXP3) foi considerada positiva pelos analistas do Itaú BBA. Na última quarta-feira (8) a empresa comunicou ter identificado presença de hidrocarbonetos em águas rasas da Bacia de Campos, no bloco BM-C-39, no poço 1-OGX-25-RJS.
Para os analistas Paula Kovarsky e Diego Mendes, essa nova descoberta, em conjunto com outras feitas pela empresa na mesma área, constitui um passo importante para a confirmação do potencial da bacia, além de ajudar a sustentar a visão positiva da OGX em relação à área em questão.
A dupla destaca também o fato de que a perfuração ainda não alcançou a seção albiana, “o que será importante para que a OGX possa verificar se as estruturas estão interligadas ou não e para que a empresa possa obter uma percepção melhor dos volumes”.
Volumes
Ainda segundo os analistas, a OGX vai aguardar a análise da consultoria D&M antes de fazer quaisquer anúncios relativos às estimativas de volume. Essa posição da empresa é vista positivamente, como um esforço no sentido de melhorar a comunicação com mercado, considerando as críticas sofridas pela empresa no passado por apresentar um “otimismo excessivo”.
Recomendação e preço-alvo
Por fim, a recomendação de outperform (desempenho acima da média do mercado) foi reiterada e o preço-alvo das ações para o final de 2011 é de R$ 31, com upside (potencial teórico de valorização) de 56,17% em relação ao último fechamento.
Para os analistas Paula Kovarsky e Diego Mendes, essa nova descoberta, em conjunto com outras feitas pela empresa na mesma área, constitui um passo importante para a confirmação do potencial da bacia, além de ajudar a sustentar a visão positiva da OGX em relação à área em questão.
A dupla destaca também o fato de que a perfuração ainda não alcançou a seção albiana, “o que será importante para que a OGX possa verificar se as estruturas estão interligadas ou não e para que a empresa possa obter uma percepção melhor dos volumes”.
Volumes
Ainda segundo os analistas, a OGX vai aguardar a análise da consultoria D&M antes de fazer quaisquer anúncios relativos às estimativas de volume. Essa posição da empresa é vista positivamente, como um esforço no sentido de melhorar a comunicação com mercado, considerando as críticas sofridas pela empresa no passado por apresentar um “otimismo excessivo”.
Recomendação e preço-alvo
Por fim, a recomendação de outperform (desempenho acima da média do mercado) foi reiterada e o preço-alvo das ações para o final de 2011 é de R$ 31, com upside (potencial teórico de valorização) de 56,17% em relação ao último fechamento.
Embraer confirma compra de 8 jatos 195 pela Lufthansa
Segundo a empresa brasileira, venda foi realizada com tabela valendo 338 milhões de dólares
São Paulo - A Embraer anunciou nesta quinta-feira que a companhia aérea alemã Lufthansa confirmou a compra de 8 jatos 195, numa venda que a preço de tabela vale 338 milhões de dólares.
O conselho da Lufthansa havia aprovado no final de setembro a encomenda, que inclui também 48 aviões da Airbus.
No caso dos jatos da Embraer, as entregas começam no primeiro semestre de 2012, informou a fabricante brasileira.
"Apoiada na recuperação da economia da Alemanha, a demanda da Lufthansa está crescendo fortemente este ano, sendo sustentada por uma importante retomada da rentabilidade", afirmou em comunicado o vice-presidente executivo da Embraer para aviação comercial, Paulo César de Souza e Silva.
A Lufthansa havia feito anteriormente um pedido para 30 aeronaves modelos 190 e 195 da Embraer para sua frota regional, em junho de 2007, sendo que a maioria deles já está em serviço, afirma a companhia brasileira.
No acumulado dos nove primeiros meses de 2010, a Embraer contabiliza entregas de 154 unidades, ante 153 entre janeiro e setembro de 2009.
São Paulo - A Embraer anunciou nesta quinta-feira que a companhia aérea alemã Lufthansa confirmou a compra de 8 jatos 195, numa venda que a preço de tabela vale 338 milhões de dólares.
O conselho da Lufthansa havia aprovado no final de setembro a encomenda, que inclui também 48 aviões da Airbus.
No caso dos jatos da Embraer, as entregas começam no primeiro semestre de 2012, informou a fabricante brasileira.
"Apoiada na recuperação da economia da Alemanha, a demanda da Lufthansa está crescendo fortemente este ano, sendo sustentada por uma importante retomada da rentabilidade", afirmou em comunicado o vice-presidente executivo da Embraer para aviação comercial, Paulo César de Souza e Silva.
A Lufthansa havia feito anteriormente um pedido para 30 aeronaves modelos 190 e 195 da Embraer para sua frota regional, em junho de 2007, sendo que a maioria deles já está em serviço, afirma a companhia brasileira.
No acumulado dos nove primeiros meses de 2010, a Embraer contabiliza entregas de 154 unidades, ante 153 entre janeiro e setembro de 2009.
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
OGX anuncia presença de hidrocarbonetos no poço OGX-25 em Campos
A OGX , do empresário Eike Batista, detém 100 por cento de participação no bloco.
São Paulo - A OGX Petróleo e Gás Participações anunciou nesta quarta-feira que foi identificada a presença de hidrocarbonetos em uma seção do poço OGX-25, no bloco BM-C-39, em águas rasas da bacia de Campos.
A OGX , do empresário Eike Batista, detém 100 por cento de participação no bloco.
"Foi identificada uma coluna com hidrocarbonetos de aproximadamente 125 metros com net pay ao redor de 116 metros em reservatórios carbonáticos da seção albocenomaniana", informou a companhia em comunicado.
O poço OGX-25, prospecto denominado Waikiki, é o primeiro a ser perfurado no bloco BM-C-39 e está localizado mais ao norte das recentes descobertas feitas pela OGX na bacia de Campos.
De acordo com a empresa, a perfuração continuará em andamento até a profundidade total estimada em 3 mil metros.
O poço OGX-25 situa-se a aproximadamente 94 quilômetros da costa do Estado do Rio de Janeiro, onde a lâmina d'água é de aproximadamente 105 metros. A sonda Pride Venezuela iniciou as atividades de perfuração no dia 14 de novembro de 2010.
São Paulo - A OGX Petróleo e Gás Participações anunciou nesta quarta-feira que foi identificada a presença de hidrocarbonetos em uma seção do poço OGX-25, no bloco BM-C-39, em águas rasas da bacia de Campos.
A OGX , do empresário Eike Batista, detém 100 por cento de participação no bloco.
"Foi identificada uma coluna com hidrocarbonetos de aproximadamente 125 metros com net pay ao redor de 116 metros em reservatórios carbonáticos da seção albocenomaniana", informou a companhia em comunicado.
O poço OGX-25, prospecto denominado Waikiki, é o primeiro a ser perfurado no bloco BM-C-39 e está localizado mais ao norte das recentes descobertas feitas pela OGX na bacia de Campos.
De acordo com a empresa, a perfuração continuará em andamento até a profundidade total estimada em 3 mil metros.
O poço OGX-25 situa-se a aproximadamente 94 quilômetros da costa do Estado do Rio de Janeiro, onde a lâmina d'água é de aproximadamente 105 metros. A sonda Pride Venezuela iniciou as atividades de perfuração no dia 14 de novembro de 2010.
Ações da Brasil Ecodiesel despencam após termos de incorporação da Maeda
Os papéis da Brasil Ecodiesel (ECOD3) se destacam em forte queda nesta quarta-feira (8). Às 11h51 (horário de Brasília), as ações despencavam 3,6%, após a empresa anunciar na última terça-feira a incorporação da Maeda Agroindústrias.
Segundo comunicado ao mercado na véspera, a Brasil Ecodiesel expandirá o capital social em R$ 320,14 milhões, resultado da troca de ações na proporção de uma ação ordinária da Brasil Ecodiesel por 3,3695 da Maeda Agroindústrias.
Assembleia
No dia 23 de dezembro será realizada uma AGE (Assemblei Geral Extraordinária) para os acionistas da Brasil Ecodiesel deliberarem sobre a incorporação das ações da Maeda, ao passo que as expectativas apontam para que os acionistas desta também se reúnam na mesma data.
Segundo comunicado ao mercado na véspera, a Brasil Ecodiesel expandirá o capital social em R$ 320,14 milhões, resultado da troca de ações na proporção de uma ação ordinária da Brasil Ecodiesel por 3,3695 da Maeda Agroindústrias.
Assembleia
No dia 23 de dezembro será realizada uma AGE (Assemblei Geral Extraordinária) para os acionistas da Brasil Ecodiesel deliberarem sobre a incorporação das ações da Maeda, ao passo que as expectativas apontam para que os acionistas desta também se reúnam na mesma data.
Após fraude, marca do Banco PanAmericano perde 35% de seu valor
Após escândalo, marca perde R$ 60 milhões, segundo estudo da Brand Finance. Imagem de Silvio Santos, no entanto, teve saldo positivo.
Que um escândalo financeiro abala a imagem de qualquer marca, todo profissional de marketing sabe. Mas quando a crise é associada a um banco, o estrago pode ser bem maior. Desde o dia 9 de novembro, quando o Banco PanAmericano anunciou o recebimento de um aporte de R$ 2,5 bilhões, o futuro da instituição e de todo o Grupo Silvio Santos foi colocado em xeque.
O recurso obtido junto ao Fundo Garantidor de Créditos, tendo as empresas do grupo como garantia, serviu para cobrir um rombo causado supostamente por fraudes de executivos da empresa. O escândalo abalou a confiança de investidores e clientes do banco, prejudicando seriamente a marca que, segundo uma simulação da Brand Finance, perdeu cerca de 35% de seu valor de mercado, o equivalente a aproximadamente de R$ 60 milhões.
Embora os problemas tenham sido causados por funcionários do banco, foi o nome de Silvio Santos que mais apareceu com a confusão. Isso, porém, não trouxe problemas para a imagem do apresentador perante o público. Após uma entrevista dada à Folha de São Paulo, Silvio ganhou pontos com os telespectadores pela sua transparência ao tratar do caso, mesmo parecendo desconhecer muitas coisas sobre os negócios que levam seu nome.
Positivo para Silvio Santos, negativo para o banco
Pelo menos foi isso que registrou um estudo realizado pela Senso Comunicação. A agência monitorou as menções em mídias sociais de expressões ligadas ao assunto. A análise mostrou um interesse crescente pela transparência com a qual Silvio Santos se manifestou, gerando buzz positivo e alcançando uma camada de formadores de opinião mais profunda que as notícias relacionadas aos indicativos de fraude na instituição bancária.
É claro que o nome do empresário e a marca PanAmericano sofreram de forma diferente, já que atingem públicos distintos. No caso dos telespectadores e admiradores do trabalho do empresário, o comunicado transmitido no SBT - que garantia que ninguém que confiasse no banco seria prejudicado - deu resultado. Tanto que fez com que fãs se oferecessem para ajudar financeiramente o apresentador. Por outro lado, para investidores do banco, a ação não teve o mesmo efeito. “Como eles querem ser transparentes depois de tantas mentiras? Já é tarde. As pessoas não acreditam mais”, afirma Gilson Nunes, CEO da Brand Finance.
A crise é grave e o estrago só não foi maior porque a instituição financeira conta com sociedade com a Caixa Econômica Federal, que não deixa ela quebrar, além de não possuir contas para o varejo, o que evita uma debandada geral, o “efeito manada”. Por essas razões, o banco ainda pode se recuperar e dentro de alguns anos se restabelecer totalmente. “O cenário de recuperação do Banco Panamericano é de médio prazo. Eles estão vivendo uma crise de imagem, mas se a partir de agora investirem nas decisões corretas, acredito que em dois ou três anos tudo pode voltar ao normal”, acredita Nunes.
SBT se mantém neutro
Entre as atitudes que o executivo acredita que sejam importantes para a recuperação da imagem da instituição está justamente a transparência. “É hora de mostrar os fatos, abrir o balanço do banco e abrir uma auditoria idônea. O momento de promessas acabou. Se acontecer de eles inventarem uma realidade que não existe de novo, eles vão para o buraco de vez”, finaliza Nunes.
Quando se trata do grande público, o escândalo se caracterizou por fazer com que alguns nomes que não eram conhecidos começassem a aparecer nas buscas e nas redes sociais. É o caso da expressão “Banco PanAmericano”. Segundo a Senso, essas palavras apresentavam índices insignificantes na rede. Após a divulgação do problema, houve um aumento de 1.900% no dia 10, um dia depois de o escândalo vir à tona. No dia 16, quando o estudo foi finalizado, a expressão ainda se encontrava 340% acima da média histórica desta marca no segmento analisado.
De acordo com o que é mostrado no estudo, a variação em que o termo SBT é citado é bem sutil em comparação com as outras palavras analisadas. Números mostram que a menção do canal de TV nas redes sociais se manteve estável, já que ela é naturalmente algo muito citado devido aos programas e atrações. “O problema foi mesmo para a marca do PanAmericano, já que o SBT se manteve neutro e as declarações do Silvio Santos geraram para ele um buzz positivo”, conclui André Soares, diretor de comunicação da Senso.
Que um escândalo financeiro abala a imagem de qualquer marca, todo profissional de marketing sabe. Mas quando a crise é associada a um banco, o estrago pode ser bem maior. Desde o dia 9 de novembro, quando o Banco PanAmericano anunciou o recebimento de um aporte de R$ 2,5 bilhões, o futuro da instituição e de todo o Grupo Silvio Santos foi colocado em xeque.
O recurso obtido junto ao Fundo Garantidor de Créditos, tendo as empresas do grupo como garantia, serviu para cobrir um rombo causado supostamente por fraudes de executivos da empresa. O escândalo abalou a confiança de investidores e clientes do banco, prejudicando seriamente a marca que, segundo uma simulação da Brand Finance, perdeu cerca de 35% de seu valor de mercado, o equivalente a aproximadamente de R$ 60 milhões.
Embora os problemas tenham sido causados por funcionários do banco, foi o nome de Silvio Santos que mais apareceu com a confusão. Isso, porém, não trouxe problemas para a imagem do apresentador perante o público. Após uma entrevista dada à Folha de São Paulo, Silvio ganhou pontos com os telespectadores pela sua transparência ao tratar do caso, mesmo parecendo desconhecer muitas coisas sobre os negócios que levam seu nome.
Positivo para Silvio Santos, negativo para o banco
Pelo menos foi isso que registrou um estudo realizado pela Senso Comunicação. A agência monitorou as menções em mídias sociais de expressões ligadas ao assunto. A análise mostrou um interesse crescente pela transparência com a qual Silvio Santos se manifestou, gerando buzz positivo e alcançando uma camada de formadores de opinião mais profunda que as notícias relacionadas aos indicativos de fraude na instituição bancária.
É claro que o nome do empresário e a marca PanAmericano sofreram de forma diferente, já que atingem públicos distintos. No caso dos telespectadores e admiradores do trabalho do empresário, o comunicado transmitido no SBT - que garantia que ninguém que confiasse no banco seria prejudicado - deu resultado. Tanto que fez com que fãs se oferecessem para ajudar financeiramente o apresentador. Por outro lado, para investidores do banco, a ação não teve o mesmo efeito. “Como eles querem ser transparentes depois de tantas mentiras? Já é tarde. As pessoas não acreditam mais”, afirma Gilson Nunes, CEO da Brand Finance.
A crise é grave e o estrago só não foi maior porque a instituição financeira conta com sociedade com a Caixa Econômica Federal, que não deixa ela quebrar, além de não possuir contas para o varejo, o que evita uma debandada geral, o “efeito manada”. Por essas razões, o banco ainda pode se recuperar e dentro de alguns anos se restabelecer totalmente. “O cenário de recuperação do Banco Panamericano é de médio prazo. Eles estão vivendo uma crise de imagem, mas se a partir de agora investirem nas decisões corretas, acredito que em dois ou três anos tudo pode voltar ao normal”, acredita Nunes.
SBT se mantém neutro
Entre as atitudes que o executivo acredita que sejam importantes para a recuperação da imagem da instituição está justamente a transparência. “É hora de mostrar os fatos, abrir o balanço do banco e abrir uma auditoria idônea. O momento de promessas acabou. Se acontecer de eles inventarem uma realidade que não existe de novo, eles vão para o buraco de vez”, finaliza Nunes.
Quando se trata do grande público, o escândalo se caracterizou por fazer com que alguns nomes que não eram conhecidos começassem a aparecer nas buscas e nas redes sociais. É o caso da expressão “Banco PanAmericano”. Segundo a Senso, essas palavras apresentavam índices insignificantes na rede. Após a divulgação do problema, houve um aumento de 1.900% no dia 10, um dia depois de o escândalo vir à tona. No dia 16, quando o estudo foi finalizado, a expressão ainda se encontrava 340% acima da média histórica desta marca no segmento analisado.
De acordo com o que é mostrado no estudo, a variação em que o termo SBT é citado é bem sutil em comparação com as outras palavras analisadas. Números mostram que a menção do canal de TV nas redes sociais se manteve estável, já que ela é naturalmente algo muito citado devido aos programas e atrações. “O problema foi mesmo para a marca do PanAmericano, já que o SBT se manteve neutro e as declarações do Silvio Santos geraram para ele um buzz positivo”, conclui André Soares, diretor de comunicação da Senso.
OGX identifica presença de hidrocarbonetos em águas rasas da Bacia de Campos
A OGX (OGXP3) informou nesta quarta-feira (8) que descobriu a presença de hidrocarbonetos em águas rasas da Bacia de Campos (RJ), no bloco BM-C-39, do qual a empresa detém 100% de participação.
No mencionado bloco, foi identificada uma coluna com hidrocarbonetos de 125 metros, cujo net pay é em torno de 116 metros em reservatórios carbonáticos, da sessão albocenomaniana do poço 1-OGX-25-RJS.
O primeiro poço a ser perfurado neste bloco pela sonda Pride Venezuela está localizado mais ao norte das recentes descobertas, cerca de 94 km da costa do estado do Rio de Janeiro, onde a lâmina d´água é aproximadamente 105 metros.
No mencionado bloco, foi identificada uma coluna com hidrocarbonetos de 125 metros, cujo net pay é em torno de 116 metros em reservatórios carbonáticos, da sessão albocenomaniana do poço 1-OGX-25-RJS.
O primeiro poço a ser perfurado neste bloco pela sonda Pride Venezuela está localizado mais ao norte das recentes descobertas, cerca de 94 km da costa do estado do Rio de Janeiro, onde a lâmina d´água é aproximadamente 105 metros.
Ações da Vale iniciam negociação em Hong Kong
A empresa brasileira tornou-se a primeira companhia a negociar recibos de ações em Hong Kong
Hong Kong - A Vale fez nesta quarta-feira sua estreia no mercado de Hong Kong, a 270 dólares de Hong Kong por ação, em uma listagem que visa aumentar a presença da mineradora brasileira entre os investidores asiáticos.
A Vale tornou-se a primeira companhia a negociar recibos de ações em Hong Kong, que implementou novas regras para tais papéis em 2008.
"Outras companhias buscarão listagem em Hong Kong, procurando mergulhar na maior piscina de liquidez da Ásia", disse Chi Lo, presidente-executivo na HFT Investment Management.
Os recibos da Vale fecharam a 265,20 dólares de Hong Kong, 0,7 por cento acima da cotação de fechamento dos American Depositary Receipts (ADRs) da mineradora negociados em Nova York, que foi de 33,93 dólares na véspera, e 1,4 por cento superior ao fechamento das ações na Bovespa, de 56,72 reais.
O vice-presidente financeiro da Vale, Guilherme Cavalcanti, disse que a empresa foi atraída pelo grande número de investidores de varejo em Hong Kong, buscando aumentar sua base de investidores asiáticos.
A Vale, que não captou novos recursos com a listagem, afirmou que os atuais acionistas solicitaram a conversão de 7,725 milhões ADRs da empresa para serem negociados em Hong Kong.
Deste total, 5,322 milhões de papéis representam ações ordinárias e 2,403 milhões, preferenciais.
A listagem da Vale em Hong Kong permitirá que suas ações sejam negociadas em diferentes fusos horários.
"Ações de commodities e mineração estão acumulando valor para investimento de longo prazo, considerando que o dólar deve permanecer fraco no médio prazo", disse Linus Yip, estrategista na First Shanghai Securities.
Hong Kong - A Vale fez nesta quarta-feira sua estreia no mercado de Hong Kong, a 270 dólares de Hong Kong por ação, em uma listagem que visa aumentar a presença da mineradora brasileira entre os investidores asiáticos.
A Vale tornou-se a primeira companhia a negociar recibos de ações em Hong Kong, que implementou novas regras para tais papéis em 2008.
"Outras companhias buscarão listagem em Hong Kong, procurando mergulhar na maior piscina de liquidez da Ásia", disse Chi Lo, presidente-executivo na HFT Investment Management.
Os recibos da Vale fecharam a 265,20 dólares de Hong Kong, 0,7 por cento acima da cotação de fechamento dos American Depositary Receipts (ADRs) da mineradora negociados em Nova York, que foi de 33,93 dólares na véspera, e 1,4 por cento superior ao fechamento das ações na Bovespa, de 56,72 reais.
O vice-presidente financeiro da Vale, Guilherme Cavalcanti, disse que a empresa foi atraída pelo grande número de investidores de varejo em Hong Kong, buscando aumentar sua base de investidores asiáticos.
A Vale, que não captou novos recursos com a listagem, afirmou que os atuais acionistas solicitaram a conversão de 7,725 milhões ADRs da empresa para serem negociados em Hong Kong.
Deste total, 5,322 milhões de papéis representam ações ordinárias e 2,403 milhões, preferenciais.
A listagem da Vale em Hong Kong permitirá que suas ações sejam negociadas em diferentes fusos horários.
"Ações de commodities e mineração estão acumulando valor para investimento de longo prazo, considerando que o dólar deve permanecer fraco no médio prazo", disse Linus Yip, estrategista na First Shanghai Securities.
Brasil Ecodiesel aprova compra da Maeda com troca de ações
O negócio será levado para discussão de acionistas da Brasil Ecodiesel em assembléia marcada para 23 de dezembro
A diretoria da Brasil Ecodiesel Indústria & Comércio de Biocombustíveis e Óleos Vegetais SA aprovou a compra da Maeda SA Agroindustrial SA numa operação de troca de ações.
Cada ação ordinária da Brasil Ecodiesel será trocada por 3,6395 ações ordinárias da Maeda. A operação vai representar um aumento no capital social da Brasil Ecodiesel em R$ 320,1 milhões, para R$ 1,13 bilhão, segundo comunicado da empresa.
O negócio será levado para discussão de acionistas da Brasil Ecodiesel em assembléia marcada para 23 de dezembro.
A diretoria da Brasil Ecodiesel Indústria & Comércio de Biocombustíveis e Óleos Vegetais SA aprovou a compra da Maeda SA Agroindustrial SA numa operação de troca de ações.
Cada ação ordinária da Brasil Ecodiesel será trocada por 3,6395 ações ordinárias da Maeda. A operação vai representar um aumento no capital social da Brasil Ecodiesel em R$ 320,1 milhões, para R$ 1,13 bilhão, segundo comunicado da empresa.
O negócio será levado para discussão de acionistas da Brasil Ecodiesel em assembléia marcada para 23 de dezembro.
O novo ciclo do petróleo
A instalação de centros de pesquisa de grandes empresas globais de petróleo pode transformar o Rio de Janeiro numa das capitais intelectuais mundiais de energia
Há 41 anos, sempre no mês de maio, a cidade texana de Houston, quarta maior dos Estados Unidos, é invadida por pesquisadores e executivos do setor de petróleo. Para esses profissionais, é praticamente obrigatório participar da Offshore Technology Conference — ou OTC, como a feira é conhecida. Nos quatro dias do evento, o mais importante do setor de óleo e gás, são apresentadas as mais novas tecnologias de exploração e produção de petróleo em altomar. Na edição deste ano, a OTC recebeu 70 000 pessoas de todas as partes do mundo e movimentou 90 milhões de dólares na cidade, sem contar os negócios fechados entre as empresas. Em outubro de 2011, o Rio de Janeiro se tornará a única cidade a sediar uma conferência da entidade fora de Houston. A escolha aconteceu depois de a organização do evento avaliar cidades chinesas, indianas e do Oriente Médio. “Todas as empresas de tecnologia do setor de petróleo querem estar no Rio”, diz o americano Stephen Graham, gerente executivo da OTC. “O Brasil tem grandes oportunidades e desafi os na indústria de petróleo e uma empresa líder em tecnologia, a Petrobras.”
A escolha do Rio de Janeiro referenda a avaliação de mais de uma dezena de especialistas ouvidos por EXAME: a cidade está diante da possibilidade de se transformar numa das capitais intelectuais do petróleo. A oportunidade é resultado da descoberta de reservas gigantes na camada do pré-sal — que podem quintuplicar as reservas brasileiras de óleo e gás para 80 bilhões de barris — e da decisão da Petrobras investir 80 bilhões de reais por ano para explorar esse novo petróleo. Os desafios tecnológicos envolvidos na exploração dos campos do pré-sal, localizados a 7 quilômetros abaixo do nível do mar, estão desencadeando uma espécie de novo ciclo do petróleo na cidade. A vantagem do ciclo atual é sua enorme dependência de novas tecnologias. Pela primeira vez, fornecedores globais do setor estão investindo em pesquisa no Brasil. É diferente do que ocorreu no fim dos anos 90, quando, com a quebra do monopólio, 30 petroleiras estrangeiras se instalaram no Rio para disputar blocos de petróleo nos leilões (que, até 2008, eram realizados anualmente pela Agência Nacional do Petróleo), e iniciaram operações com tecnologias desenvolvidas em suas matrizes.
O principal polo de inteligência está se formando na Ilha do Fundão, sede da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Lá, numa área onde, por 40 anos, só cresceu mato, dez grandes fornecedores da Petrobras estão construindo centros de pesquisa com investimentos que somarão 500 milhões de reais nos próximos cinco anos. Juntas, as empresas empregarão 5 000 pesquisadores de diversas áreas da engenharia. A franco-americana Schlumberger foi a primeira a se instalar. Investiu 85 milhões de reais no centro de pesquisas que acaba de ser inaugurado, onde pretende criar uma espécie de forno que reproduz as condições nas rochas do fundo do mar. A empresa só tem estruturas semelhantes na Europa e nos Estados Unidos. A americana FMC, já em estágio avançado de construção de seus laboratórios, desenvolverá robôs capazes de fazer reparos em equipamentos no fundo do mar. Também dos Estados Unidos, a Baker Hughes pretende adaptar às rochas do pré-sal o sistema de geração de imagens produzidas nas perfurações que realiza em outros tipos de rocha. A última a anunciar sua chegada ao Parque Tecnológico do Fundão foi a americana GE. Há poucos dias, a multinacional tornou público um investimento de 175 milhões de reais para construir laboratórios de pesquisa na áreas de petróleo, energias renováveis, transportes e mineração. O Brasil será o quinto país a sediar um centro da GE desse tipo — os demais são Estados Unidos, Alemanha, China e Índia.
http://exame.abril.com.br/revista-exame/edicoes/0981/noticias/o-novo-ciclo-do-petroleo?page=2&slug_name=o-novo-ciclo-do-petroleo
Há 41 anos, sempre no mês de maio, a cidade texana de Houston, quarta maior dos Estados Unidos, é invadida por pesquisadores e executivos do setor de petróleo. Para esses profissionais, é praticamente obrigatório participar da Offshore Technology Conference — ou OTC, como a feira é conhecida. Nos quatro dias do evento, o mais importante do setor de óleo e gás, são apresentadas as mais novas tecnologias de exploração e produção de petróleo em altomar. Na edição deste ano, a OTC recebeu 70 000 pessoas de todas as partes do mundo e movimentou 90 milhões de dólares na cidade, sem contar os negócios fechados entre as empresas. Em outubro de 2011, o Rio de Janeiro se tornará a única cidade a sediar uma conferência da entidade fora de Houston. A escolha aconteceu depois de a organização do evento avaliar cidades chinesas, indianas e do Oriente Médio. “Todas as empresas de tecnologia do setor de petróleo querem estar no Rio”, diz o americano Stephen Graham, gerente executivo da OTC. “O Brasil tem grandes oportunidades e desafi os na indústria de petróleo e uma empresa líder em tecnologia, a Petrobras.”
A escolha do Rio de Janeiro referenda a avaliação de mais de uma dezena de especialistas ouvidos por EXAME: a cidade está diante da possibilidade de se transformar numa das capitais intelectuais do petróleo. A oportunidade é resultado da descoberta de reservas gigantes na camada do pré-sal — que podem quintuplicar as reservas brasileiras de óleo e gás para 80 bilhões de barris — e da decisão da Petrobras investir 80 bilhões de reais por ano para explorar esse novo petróleo. Os desafios tecnológicos envolvidos na exploração dos campos do pré-sal, localizados a 7 quilômetros abaixo do nível do mar, estão desencadeando uma espécie de novo ciclo do petróleo na cidade. A vantagem do ciclo atual é sua enorme dependência de novas tecnologias. Pela primeira vez, fornecedores globais do setor estão investindo em pesquisa no Brasil. É diferente do que ocorreu no fim dos anos 90, quando, com a quebra do monopólio, 30 petroleiras estrangeiras se instalaram no Rio para disputar blocos de petróleo nos leilões (que, até 2008, eram realizados anualmente pela Agência Nacional do Petróleo), e iniciaram operações com tecnologias desenvolvidas em suas matrizes.
O principal polo de inteligência está se formando na Ilha do Fundão, sede da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Lá, numa área onde, por 40 anos, só cresceu mato, dez grandes fornecedores da Petrobras estão construindo centros de pesquisa com investimentos que somarão 500 milhões de reais nos próximos cinco anos. Juntas, as empresas empregarão 5 000 pesquisadores de diversas áreas da engenharia. A franco-americana Schlumberger foi a primeira a se instalar. Investiu 85 milhões de reais no centro de pesquisas que acaba de ser inaugurado, onde pretende criar uma espécie de forno que reproduz as condições nas rochas do fundo do mar. A empresa só tem estruturas semelhantes na Europa e nos Estados Unidos. A americana FMC, já em estágio avançado de construção de seus laboratórios, desenvolverá robôs capazes de fazer reparos em equipamentos no fundo do mar. Também dos Estados Unidos, a Baker Hughes pretende adaptar às rochas do pré-sal o sistema de geração de imagens produzidas nas perfurações que realiza em outros tipos de rocha. A última a anunciar sua chegada ao Parque Tecnológico do Fundão foi a americana GE. Há poucos dias, a multinacional tornou público um investimento de 175 milhões de reais para construir laboratórios de pesquisa na áreas de petróleo, energias renováveis, transportes e mineração. O Brasil será o quinto país a sediar um centro da GE desse tipo — os demais são Estados Unidos, Alemanha, China e Índia.
http://exame.abril.com.br/revista-exame/edicoes/0981/noticias/o-novo-ciclo-do-petroleo?page=2&slug_name=o-novo-ciclo-do-petroleo
Argentina anuncia "megarreserva" de gás; Vale participa do projeto
A empresa petrolífera da Argentina, YPF, controlada hoje pela espanhola Repsol, anunciou uma “megarreserva” de gás não convencional em um região à oeste do país.
De acordo com a empresa, a duração de suas reservas de gás, que durariam apenas mais seis anos, com a nova descoberta a aumentou para 16 anos.
Nesse contexto, a Vale (VALE3, VALE5) terá um importante papel na exploração das novas reservas de gás, uma vez que ambas as empresas, Vale e YPF, fizeram uma parceiria para dividir os custos da extração do gás.
De acordo com a empresa, a duração de suas reservas de gás, que durariam apenas mais seis anos, com a nova descoberta a aumentou para 16 anos.
Nesse contexto, a Vale (VALE3, VALE5) terá um importante papel na exploração das novas reservas de gás, uma vez que ambas as empresas, Vale e YPF, fizeram uma parceiria para dividir os custos da extração do gás.
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Sabesp prepara emissão de US$ 350 mi em títulos de 10 anos
Nova York - A Cia. de Saneamento Básico do Estado de São Paulo planeja fazer uma emissão de US$ 350 milhões em títulos de 10 anos no exterior, segundo uma pessoa familiarizada com a operação.
A empresa vai terminar as reuniões com investidores amanhã e a emissão pode acontecer ainda esta semana, disse a pessoa, que pediu anonimato porque os termos da operação ainda não estão fechados.
A Sabesp contratou o Itaú Unibanco Holding SA e o Banco Santander SA para coordenar a emissão, disse a pessoa.
A empresa vai terminar as reuniões com investidores amanhã e a emissão pode acontecer ainda esta semana, disse a pessoa, que pediu anonimato porque os termos da operação ainda não estão fechados.
A Sabesp contratou o Itaú Unibanco Holding SA e o Banco Santander SA para coordenar a emissão, disse a pessoa.
Telebrás aprova grupamento de ações para o dia 24 de janeiro de 2011
O prazo para ajuste das posições acionárias da Telebrás (TELB3,TELB4) terá início na próxima quarta-feira (8), conforme o processo de grupamento de ações aprovado em assembleia geral extraordinária no último dia 3.
Segundo a deliberação, o grupamento ocorrerá na proporção de 10 mil ações para 1 papel da mesma espécie, o que fará como que o capital social passe a ser formado por 109.698.912 ações nominativas e escriturais, das quais 88.695.913 serão ordinárias e 21.002.999 preferenciais.
A medida tem como objetivo melhorar o patamar de preços das cotações dos ativos, bem como reduzir os custos operacionais e aumentar a eficiência de registro, controle e divulgação de informações aos acionistas.
Segundo a deliberação, o grupamento ocorrerá na proporção de 10 mil ações para 1 papel da mesma espécie, o que fará como que o capital social passe a ser formado por 109.698.912 ações nominativas e escriturais, das quais 88.695.913 serão ordinárias e 21.002.999 preferenciais.
A medida tem como objetivo melhorar o patamar de preços das cotações dos ativos, bem como reduzir os custos operacionais e aumentar a eficiência de registro, controle e divulgação de informações aos acionistas.
Bovespa sobe 1% e retoma patamar dos 70 mil pontos; dólar atinge R$ 1,67
A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) opera em alta nos primeiros negócios desta terça-feira, já retomando o patamar dos 70 mil pontos, um nível de preços desde 19 de novembro.
O mercado deve acompanhar com a atenção o plano de austeridade fiscal apresentado pela Irlanda bem como sua recepção no parlamento local. A aprovação desse plano é uma das condições para que o país tenha acesso ao socorro financeiro negociado com a União Europeia e o FMI (Fundo Monetário Internacional). A imprensa local indica que o governo já conseguiu apoio político suficiente para passar a proposta.
O Ibovespa, principal índice de ações da Bolsa paulista, ascende 1,08%, aos 70.302 pontos. Ontem, a Bovespa fechou em queda de 0,3%.
O mercado deve acompanhar com a atenção o plano de austeridade fiscal apresentado pela Irlanda bem como sua recepção no parlamento local. A aprovação desse plano é uma das condições para que o país tenha acesso ao socorro financeiro negociado com a União Europeia e o FMI (Fundo Monetário Internacional). A imprensa local indica que o governo já conseguiu apoio político suficiente para passar a proposta.
O Ibovespa, principal índice de ações da Bolsa paulista, ascende 1,08%, aos 70.302 pontos. Ontem, a Bovespa fechou em queda de 0,3%.
Petrobras pagará royalties do pré-sal como determina a lei
Presidente da empresa, Gabrielli disse que possíveis mudanças na lei não farão diferença para a companhia.
São Paulo - O presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, afirmou hoje (6) que a lei que determina a forma de pagamento e distribuição dos royalties do pré-sal é muito clara e determina que 15% devem ir para os estados onde há extração de petróleo e gás. Segundo ele, a Petrobras pagará o que manda a lei.
“A distribuição desses 15% será de acordo com o que for legal, mas não tem efeito diferenciado para a Petrobras. Ela não paga ao estado, nem ao município, paga ao Tesouro Nacional”, disse Gabrielli, após participar do 4º Congresso Paulista de Jovens Empreendedores, na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).
Sobre as reivindicações do Rio de Janeiro, Gabrielli disse que é justo que o estado pleiteie mais recursos que os estados não produtores. Mas isso não altera a situação da empresa estatal. “Para a Petrobras, a situação é indiferente, porque ela pagará o mesmo valor de royalties, qualquer que seja a distribuição”.
São Paulo - O presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, afirmou hoje (6) que a lei que determina a forma de pagamento e distribuição dos royalties do pré-sal é muito clara e determina que 15% devem ir para os estados onde há extração de petróleo e gás. Segundo ele, a Petrobras pagará o que manda a lei.
“A distribuição desses 15% será de acordo com o que for legal, mas não tem efeito diferenciado para a Petrobras. Ela não paga ao estado, nem ao município, paga ao Tesouro Nacional”, disse Gabrielli, após participar do 4º Congresso Paulista de Jovens Empreendedores, na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).
Sobre as reivindicações do Rio de Janeiro, Gabrielli disse que é justo que o estado pleiteie mais recursos que os estados não produtores. Mas isso não altera a situação da empresa estatal. “Para a Petrobras, a situação é indiferente, porque ela pagará o mesmo valor de royalties, qualquer que seja a distribuição”.
Fundo de pensão da Petrobras cria plano voltado a jogadores de futebol
O ministro da Previdência, Carlos Eduardo Gabas, anunciou nesta segunda-feira a criação de um fundo de pensão para atletas profissionais de futebol, que será administrado pela Petros, fundo de pensão dos funcionários da Petrobras.
A proposta do fundo é cuidar da aposentadoria dos jogadores de futebol e foi anunciado durante a entrega dos prêmios para os melhores do Campeonato Brasileiro.
Segundo Gabas, o fundo funcionará dentro das regras de previdência já existentes e o aporte de recursos será feito pelos atletas que aderirem.
"O jogador é que tem que fazer a adesão. O clube pode incentivar, mas o jogador, que é o participante do fundo", disse.
"Os recursos têm mobilidade e portabilidade, isso significa dizer que para onde ele [o jogador] for, ele manterá o seu fundo intacto. O que os clubes podem fazer para estimular é pagar parte da premiação em dinheiro e o restante depositar neste fundo", disse.
O presidente da Petros, Wagner Pinheiro, afirmou que a adesão mínima ao fundo será de R$ 120.
"É um fundo fechado, como outro qualquer. Espero que dê certo para que possamos ajudar os jogadores brasileiros. O clube coloca se quiser algum dinheiro, mas ele não está vinculado. Só o jogador", explicou.
Segundo o ministro e o presidente da Petros, o fundo já está constituído, e os jogadores já podem aderir imediatamente.
Eles anunciaram que o atacante Ronaldo, atualmente no Corinthians, será um dos incentivadores do fundo. "Ele vai ser o garoto-propaganda e ele já se comprometeu com uma aplicação grande. Ele vai incentivar essa poupança, porque os jogadores, como a maioria da população, não têm educação financeira", disse Gabas.
"Estamos conversando com o Ronaldo o tamanho do aporte que será feito", disse Pinheiro, da Petros.
Paralelamente a esse fundo, o governo enviou ao Congresso u um projeto de lei que institui um prêmio para os campeões mundiais e uma renda mensal vitalícia a esses jogadores.
A proposta do fundo é cuidar da aposentadoria dos jogadores de futebol e foi anunciado durante a entrega dos prêmios para os melhores do Campeonato Brasileiro.
Segundo Gabas, o fundo funcionará dentro das regras de previdência já existentes e o aporte de recursos será feito pelos atletas que aderirem.
"O jogador é que tem que fazer a adesão. O clube pode incentivar, mas o jogador, que é o participante do fundo", disse.
"Os recursos têm mobilidade e portabilidade, isso significa dizer que para onde ele [o jogador] for, ele manterá o seu fundo intacto. O que os clubes podem fazer para estimular é pagar parte da premiação em dinheiro e o restante depositar neste fundo", disse.
O presidente da Petros, Wagner Pinheiro, afirmou que a adesão mínima ao fundo será de R$ 120.
"É um fundo fechado, como outro qualquer. Espero que dê certo para que possamos ajudar os jogadores brasileiros. O clube coloca se quiser algum dinheiro, mas ele não está vinculado. Só o jogador", explicou.
Segundo o ministro e o presidente da Petros, o fundo já está constituído, e os jogadores já podem aderir imediatamente.
Eles anunciaram que o atacante Ronaldo, atualmente no Corinthians, será um dos incentivadores do fundo. "Ele vai ser o garoto-propaganda e ele já se comprometeu com uma aplicação grande. Ele vai incentivar essa poupança, porque os jogadores, como a maioria da população, não têm educação financeira", disse Gabas.
"Estamos conversando com o Ronaldo o tamanho do aporte que será feito", disse Pinheiro, da Petros.
Paralelamente a esse fundo, o governo enviou ao Congresso u um projeto de lei que institui um prêmio para os campeões mundiais e uma renda mensal vitalícia a esses jogadores.
BM&FBovespa lança programa de fidelidade para não perder investidores
Como em um programa de milhagens, investidor acumula pontos e pode trocá-los por prêmios.
São Paulo - A campanha da BM&FBovespa para atrair a pessoa física para a Bolsa apostou em um programa de fidelidade para incentivar os investidores a manterem suas ações. O “Fica Mais” funciona como um programa de milhagens, em que os investidores acumulam pontos e podem trocá-los por prêmios como computadores e viagens, sem sorteio.
Para participar, basta ter uma conta ativa em uma das corretoras participantes do programa e se inscrever gratuitamente no Canal Eletrônico do Investidor (CEI). Após concordar com o regulamento e aderir ao programa, o investidor recebe, de cara, 100 pontos. No fim de cada mês em que permanecer comprado em ações – mesmo que tenha se desfeito de alguns de seus papéis naquele período – o participante ganha 50 pontos. A ideia é incentivar os investidores a se manterem na Bolsa.
Além disso, o participante ganha 5 pontos toda vez que indicar um amigo, e 50 pontos quando o indicado se torna de fato um investidor. Mas para isso, é preciso que o indicado abra uma conta na mesma corretora que aquele que o indicou. O cancelamento do envio dos informativos impressos do CEI também rende ao investidor 50 pontos. De acordo com a BM&FBovespa, a iniciativa sustentável “visa estimular o uso dos meios digitais e a economia de papel”.
Todas as operações, como indicações de amigo, visualização do saldo de pontos e resgates de prêmios, deverão ser feitas por meio do CEI.
São Paulo - A campanha da BM&FBovespa para atrair a pessoa física para a Bolsa apostou em um programa de fidelidade para incentivar os investidores a manterem suas ações. O “Fica Mais” funciona como um programa de milhagens, em que os investidores acumulam pontos e podem trocá-los por prêmios como computadores e viagens, sem sorteio.
Para participar, basta ter uma conta ativa em uma das corretoras participantes do programa e se inscrever gratuitamente no Canal Eletrônico do Investidor (CEI). Após concordar com o regulamento e aderir ao programa, o investidor recebe, de cara, 100 pontos. No fim de cada mês em que permanecer comprado em ações – mesmo que tenha se desfeito de alguns de seus papéis naquele período – o participante ganha 50 pontos. A ideia é incentivar os investidores a se manterem na Bolsa.
Além disso, o participante ganha 5 pontos toda vez que indicar um amigo, e 50 pontos quando o indicado se torna de fato um investidor. Mas para isso, é preciso que o indicado abra uma conta na mesma corretora que aquele que o indicou. O cancelamento do envio dos informativos impressos do CEI também rende ao investidor 50 pontos. De acordo com a BM&FBovespa, a iniciativa sustentável “visa estimular o uso dos meios digitais e a economia de papel”.
Todas as operações, como indicações de amigo, visualização do saldo de pontos e resgates de prêmios, deverão ser feitas por meio do CEI.
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Telebras aprova agrupamento de ações, e valor dos títulos sobe
O conselho de acionistas da Telebras aprovou hoje (3) a proposta de agrupamento das mais de 1 trilhão de ações da companhia. Com isso, o valor das ações preferenciais e ordinárias vai passar a custar dez vezes mais.
O grupamento aprovado foi na proporção de 10 mil ações para 1 ação da respectiva espécie, resultando em 109,6 milhões de ações, sendo 88,6 milhões de ações ordinárias e 21 milhões de ações preferenciais.
Segundo o presidente da Telebras, Rogério Santanna, o objetivo da medida é reduzir os custos de comunicação e gerenciamento, devido ao grande número de acionistas, além de adequar o valor das ações aos valores que são praticados pela Bolsa. “A própria Bovespa [Bolsa de Valores de São Paulo] recomenda que a gente faça isso”.
As frações que não forem vendidas vão ser agrupadas e negociadas no mercado, e o dinheiro ficará no caixa da Telebras. “Hoje a companhia tem um grande número de acionistas que nem sabemos quem é e eles provavelmente nem sabem que têm títulos da Telebras”, disse. Segundo Santanna, a empresa já fez um chamamento público para identificar todos os acionistas.
O grupamento aprovado foi na proporção de 10 mil ações para 1 ação da respectiva espécie, resultando em 109,6 milhões de ações, sendo 88,6 milhões de ações ordinárias e 21 milhões de ações preferenciais.
Segundo o presidente da Telebras, Rogério Santanna, o objetivo da medida é reduzir os custos de comunicação e gerenciamento, devido ao grande número de acionistas, além de adequar o valor das ações aos valores que são praticados pela Bolsa. “A própria Bovespa [Bolsa de Valores de São Paulo] recomenda que a gente faça isso”.
As frações que não forem vendidas vão ser agrupadas e negociadas no mercado, e o dinheiro ficará no caixa da Telebras. “Hoje a companhia tem um grande número de acionistas que nem sabemos quem é e eles provavelmente nem sabem que têm títulos da Telebras”, disse. Segundo Santanna, a empresa já fez um chamamento público para identificar todos os acionistas.
Moody's rebaixa rating da Hungria
A agência de classificação de crédito MoodyŽs reduziu a nota da dívida da Hungria para de "Baa1" para "Baa3", apenas um degrau acima do status de junk (alto risco), citando preocupações com o quadro fiscal e vulnerabilidades externas. "A redução realizada hoje foi guiada, principalmente, pela perda de maneira gradual, mas significativa, da solidez financeira uma vez que a estratégia do governo recai em grande parte em medidas temporárias em vez de políticas de consolidação fiscal sustentáveis", notou a MoodyŽs.
A agência alertou ainda que pode rebaixar mais a nota do país, uma vez que deixou negativa a perspectiva do rating.
A agência alertou ainda que pode rebaixar mais a nota do país, uma vez que deixou negativa a perspectiva do rating.
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Ação de novo porto do grupo de Eike Batista dispara 800%
A ação do novo porto do bilionário Eike Batista, Superporto Sudeste (PORTX), disparou em média 800% em sua estreia na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) nesta quinta-feira, após o porto ter sido desmembrado da LLX Logística e cada acionista da LLX ter recebido uma ação PORTX.
Os papéis da LLX iam na direção contrária, com 36% de desvalorização em média. Segundo a Legan Gestão de Recursos em São Paulo, a forte perda do braço logístico da holding de Eike Batista era compensada pelo disparo da PORTX.
"A ação ordinário da LLX fechou a quinta-feira valendo R$ 7,74. Hoje, ela vale por volta de R$ 4,90, mas esse valor é completado pela ação da PORTX, que era vendida por volta de R$ 3,90 nesta tarde", afirmou a corretora.
Na manhã desta sexta, a LLX anunciou que fechou contratos para a compra de 150 mil m² de terreno vizinho ao porto, que fica em Itaguaí (RJ), para duplicar a capacidade de embarque de minério de ferro, de 50 milhões de t por ano para 100 milhões de t por ano.
Os papéis da LLX iam na direção contrária, com 36% de desvalorização em média. Segundo a Legan Gestão de Recursos em São Paulo, a forte perda do braço logístico da holding de Eike Batista era compensada pelo disparo da PORTX.
"A ação ordinário da LLX fechou a quinta-feira valendo R$ 7,74. Hoje, ela vale por volta de R$ 4,90, mas esse valor é completado pela ação da PORTX, que era vendida por volta de R$ 3,90 nesta tarde", afirmou a corretora.
Na manhã desta sexta, a LLX anunciou que fechou contratos para a compra de 150 mil m² de terreno vizinho ao porto, que fica em Itaguaí (RJ), para duplicar a capacidade de embarque de minério de ferro, de 50 milhões de t por ano para 100 milhões de t por ano.
Febraban prevê 1 ano para cadastro positivo ter efeito
Na noite de quarta-feira, o Senado aprovou o projeto de lei que cria o cadastro positivo.
Vai levar pelo menos um ano até que as taxas de juros cobradas pelos bancos caiam em consequência da aprovação, pelo Congresso Nacional, do cadastro positivo. A estimativa foi feita ontem pelo presidente da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Fábio Barbosa.
Ele estima que serão necessários aproximadamente seis meses para que o novo banco de dados esteja implantado e funcionando, e cerca de um ano até que os bancos incorporem aos preços as informações sobre bons pagadores fornecidas pelo cadastro positivo. “Mas os juros vão cair”, afirmou.
A cautela do representante dos bancos contrasta com a disposição do ministro da Fazenda, Guido Mantega. “Quando conversamos com as instituições, elas garantiram a redução do spread. E vamos cobrar essa fatura, depois que o cadastro positivo entrar em vigor”, disse. O spread é a diferença entre a taxa que bancos e financeiras pagam para captar dinheiro e o juro que eles cobram dos clientes. Ele reflete os custos administrativos, a margem de lucro, os tributos e a taxa de risco das instituições financeiras.
Na noite de quarta-feira, o Senado aprovou o projeto de lei que cria o cadastro positivo, uma espécie de lista de bons pagadores que poderá ser consultada por bancos e lojas. A ideia é que um cliente com bom histórico de crédito possa ser beneficiado com taxas de juros mais baixas. Isso porque, em teoria, os bancos correm risco menor de sofrer “calote” de clientes que figurarem no cadastro.
O texto aprovado no Senado altera o Código de Defesa do Consumidor, abrindo espaço para que os agentes possam monitorar o grau de endividamento dos consumidores. Hoje, os órgãos de proteção de crédito trabalham apenas com um cadastro negativo, especificando se “nada consta” ou se há sinal de alerta. A justificativa do projeto destaca que esse mecanismo não revela o histórico financeiro do consumidor. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Vai levar pelo menos um ano até que as taxas de juros cobradas pelos bancos caiam em consequência da aprovação, pelo Congresso Nacional, do cadastro positivo. A estimativa foi feita ontem pelo presidente da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Fábio Barbosa.
Ele estima que serão necessários aproximadamente seis meses para que o novo banco de dados esteja implantado e funcionando, e cerca de um ano até que os bancos incorporem aos preços as informações sobre bons pagadores fornecidas pelo cadastro positivo. “Mas os juros vão cair”, afirmou.
A cautela do representante dos bancos contrasta com a disposição do ministro da Fazenda, Guido Mantega. “Quando conversamos com as instituições, elas garantiram a redução do spread. E vamos cobrar essa fatura, depois que o cadastro positivo entrar em vigor”, disse. O spread é a diferença entre a taxa que bancos e financeiras pagam para captar dinheiro e o juro que eles cobram dos clientes. Ele reflete os custos administrativos, a margem de lucro, os tributos e a taxa de risco das instituições financeiras.
Na noite de quarta-feira, o Senado aprovou o projeto de lei que cria o cadastro positivo, uma espécie de lista de bons pagadores que poderá ser consultada por bancos e lojas. A ideia é que um cliente com bom histórico de crédito possa ser beneficiado com taxas de juros mais baixas. Isso porque, em teoria, os bancos correm risco menor de sofrer “calote” de clientes que figurarem no cadastro.
O texto aprovado no Senado altera o Código de Defesa do Consumidor, abrindo espaço para que os agentes possam monitorar o grau de endividamento dos consumidores. Hoje, os órgãos de proteção de crédito trabalham apenas com um cadastro negativo, especificando se “nada consta” ou se há sinal de alerta. A justificativa do projeto destaca que esse mecanismo não revela o histórico financeiro do consumidor. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Totvs tem interesse em comprar Gens
Empresas fecharam memorando de entendimento. Possível valor seria de 18 milhões de reais.
A Totvs fechou um memorando de entendimento com a Gens - franquia de desenvolvimento de softwares para o segmento de saúde. O memorando inicia tratativas, sem qualquer efeito vinculante, que poderão resultar na aquisição pela Totvs de parte ou da totalidade dos ativos relacionados com a operação da Gens pelo montante aproximado de 18 milhões de reais.
A Totvs fechou um memorando de entendimento com a Gens - franquia de desenvolvimento de softwares para o segmento de saúde. O memorando inicia tratativas, sem qualquer efeito vinculante, que poderão resultar na aquisição pela Totvs de parte ou da totalidade dos ativos relacionados com a operação da Gens pelo montante aproximado de 18 milhões de reais.
A Totvs fechou um memorando de entendimento com a Gens - franquia de desenvolvimento de softwares para o segmento de saúde. O memorando inicia tratativas, sem qualquer efeito vinculante, que poderão resultar na aquisição pela Totvs de parte ou da totalidade dos ativos relacionados com a operação da Gens pelo montante aproximado de 18 milhões de reais.
A Totvs fechou um memorando de entendimento com a Gens - franquia de desenvolvimento de softwares para o segmento de saúde. O memorando inicia tratativas, sem qualquer efeito vinculante, que poderão resultar na aquisição pela Totvs de parte ou da totalidade dos ativos relacionados com a operação da Gens pelo montante aproximado de 18 milhões de reais.
Assinar:
Comentários (Atom)