SÃO PAULO – A alternância entre pregões de alta e de baixa continua nos principais índices acionários asiáticos, e nesta quarta-feira (30) o índice Nikkei fechou a sessão em forte alta, impulsionado pela busca por barganhas em meio à retomada de atividades em diversas indústrias.
Retomada da produção
A Hitachi, por exemplo, anunciou que retomará a produção total já em abril, enquanto a Nissan espera seguir o mesmo caminho até o final de junho. Os papéis das companhias avançaram 8,71% e 3,84%, respectivamente.
Além disso, o iene se desvalorizou frente ao dólar, após o presidente do Federal Reserve de Dallas, Richard Fisher, revelar em uma entrevista à Fox ser contra a adição de mais liquidez na economia norte-americana, favorecendo as ações de empresas cuja receita é majoritariamente gerada no exterior.
Quanto à crise nuclear, o chefe de gabinete do governo japonês Yukio Edane sugeriu, em entrevista, que todos os reatores de Fukushima sejam desativados, tendo em vista as circunstâncias sociais. Ademais, com a perda da capacidade de fornecimento da Tokyo Electric Power, o governo estuda limitar o uso de energia por algumas empresas de modo a poupar energia durante o verão, segundo jornais locais.
Bancos e imobiliárias
Na China, a temporada de resultados trimestrais se intensificaram, com bancos importantes divulgando seus números. O Agricultural Bank of China e o Industrial and Commercial Bank of China anunciaram lucro maior que o esperado, e as ações subiram 0,36% e 0,22%, respectivamente.
Por outro lado, o setor imobiliário reverteu os recentes ganhos e pressionou o índice após anúncios de limitação nos preços para os imóveis em diversas cidades, entre elas Xangai e Pequim. Deste modo, os papéis da Poly Real Estate caíram 2,79% e os da Gemdale Corporation, 1,58%.
http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=2072667&path=/investimentos/
quarta-feira, 30 de março de 2011
BR Ecodiesel vê prejuízo crescer no 4T10 com eventos não recorrentes
SÃO PAULO - A Brasil Ecodiesel (ECOD3) anunciou nesta quarta-feira (30) seus números referentes ao último trimestre de 2010 e no acumulado do ano, quando registrou um prejuízo liquido de R$ 22,9 milhões.
"O resultado de 2010 foi influenciado principalmente pelos eventos não recorrentes referentes ao acordo realizado com a Petrobras e a devolução do adiantamento a clientes, que impactaram o resultado em R$ 18,5 milhões", justifica a companhia. Deste modo, apesar de reduzir as perdas no acumulado do ano, o resultado dos três últimos meses do ano passou de perdas de R$ 2,5 milhões em 2009 para prejuízo ajustado de R$ 15,9 milhões em 2010.
Já a receita líquida da empresa reduziu o ritmo na passagem do terceiro para o quarto trimestre, decrescendo de R$ 94,2 milhões para R$ 46,1 milhões, "como consequência do baixo volume vendido pela companhia no 19° leilão da ANP [Agência Nacional de Petróleo], o qual apresentou deságio elevado", ressalta a Brasil Ecodiesel.
Projeções
Ainda na divulgação dos resultados, a empresa também revelou que passará a divulgar projeções anuais, que serão revisadas trimestralmente, sendo que os números não incluem os resultados de equivalência patrimonial das empresas Tropical Bioenergia, Jaborandi Agrícola e Jaborandi Propriedades.
Para o ano de 2011, a expectativa é que a empresa obtenha um faturamento de R$ 952 milhões, com uma receita líquida de R$ 846 milhões e um Ebitda de R$ 50 milhões, com uma área disponível para plantio de 92.666 hectares, utilizando-se 92.512 hectares.
Para atingir tais projeções, a Brasil Ecodiesel anunciou a intenção de realizar investimentos no total de R$ 24,3 milhões, com destaque para a aquisição de máquinas agrícolas (R$ 20 milhões), além de disponibilizar um capital de giro na ordem de R$ 100,5 milhões.
http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=2072675&path=/investimentos/
"O resultado de 2010 foi influenciado principalmente pelos eventos não recorrentes referentes ao acordo realizado com a Petrobras e a devolução do adiantamento a clientes, que impactaram o resultado em R$ 18,5 milhões", justifica a companhia. Deste modo, apesar de reduzir as perdas no acumulado do ano, o resultado dos três últimos meses do ano passou de perdas de R$ 2,5 milhões em 2009 para prejuízo ajustado de R$ 15,9 milhões em 2010.
Já a receita líquida da empresa reduziu o ritmo na passagem do terceiro para o quarto trimestre, decrescendo de R$ 94,2 milhões para R$ 46,1 milhões, "como consequência do baixo volume vendido pela companhia no 19° leilão da ANP [Agência Nacional de Petróleo], o qual apresentou deságio elevado", ressalta a Brasil Ecodiesel.
Projeções
Ainda na divulgação dos resultados, a empresa também revelou que passará a divulgar projeções anuais, que serão revisadas trimestralmente, sendo que os números não incluem os resultados de equivalência patrimonial das empresas Tropical Bioenergia, Jaborandi Agrícola e Jaborandi Propriedades.
Para o ano de 2011, a expectativa é que a empresa obtenha um faturamento de R$ 952 milhões, com uma receita líquida de R$ 846 milhões e um Ebitda de R$ 50 milhões, com uma área disponível para plantio de 92.666 hectares, utilizando-se 92.512 hectares.
Para atingir tais projeções, a Brasil Ecodiesel anunciou a intenção de realizar investimentos no total de R$ 24,3 milhões, com destaque para a aquisição de máquinas agrícolas (R$ 20 milhões), além de disponibilizar um capital de giro na ordem de R$ 100,5 milhões.
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TAM assina carta de intenções e pode adquirir até 31% da Trip
SÃO PAULO - Em continuidade a um comunicado publicado em meados deste mês, a TAM (TAMM4) anunciou na manhã desta quarta-feira (30) que assinou carta de intenções com a Trip Linhas Aéreas, o qual pode culminar em aquisição de participação minoritária na empresa de até 31% do capital social, sendo 25% do capital com direito a voto e o restante em ações preferenciais.
As tratativas, que não têm efeito vinculante, tem por objetivo "identificar eventuais oportunidades para fortalecimento e expansão de seus negócios, através do desenvolvimento de uma aliança estratégia complementar ao Acordo de Codeshare (compartilhamento de voos) existente", informou a companhia aérea.
A empresa comunicou ainda que as rotas existentes da TAM e da Trip são, em grande parte, complementares, e que a companhia visa ter uma exposição mais significativa no mercado de rotas de média densidade. As partes ainda podem desistir da negociação a qualquer momento, e por isso a TAM afirmou não ser possível fornecer previsão para o desfecho das tratativas.
http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=2072798&path=/investimentos/
As tratativas, que não têm efeito vinculante, tem por objetivo "identificar eventuais oportunidades para fortalecimento e expansão de seus negócios, através do desenvolvimento de uma aliança estratégia complementar ao Acordo de Codeshare (compartilhamento de voos) existente", informou a companhia aérea.
A empresa comunicou ainda que as rotas existentes da TAM e da Trip são, em grande parte, complementares, e que a companhia visa ter uma exposição mais significativa no mercado de rotas de média densidade. As partes ainda podem desistir da negociação a qualquer momento, e por isso a TAM afirmou não ser possível fornecer previsão para o desfecho das tratativas.
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terça-feira, 29 de março de 2011
Japão aprova orçamento recorde de US$ 1,13 trilhão
Tóquio - O Parlamento japonês (Dieta) aprovou nesta terça-feira o orçamento recorde de 92,41 trilhões de ienes (US$ 1,13 trilhão) para o ano fiscal de 2011, que começa em abril.
O orçamento entrou em vigor por ter sido aprovado no último dia 1º pela Câmara de Representantes, e apesar de nesta terça-feira ter sido rejeitado no Senado, dominado pela oposição.
A Constituição japonesa estipula a supremacia da Câmara Baixa em caso de desacordo em leis de relevância como as propostas orçamentárias.
A Carta Magna japonesa estabelece que um orçamento aprovado pela Câmara deve passar pelo Senado, mas, ainda que esta Casa o rejeite, a matéria entrará em vigor em um prazo de 30 dias.
No entanto, o Governo japonês enfrentará sérias dificuldades para aplicá-la.
Para cobrir parte das despesas o Governo planeja emitir mais dívida para assegurar 40% do financiamento, mas para isso precisa aprovar uma nova lei com o respaldo de dois terços do Senado, uma maioria que o Partido Democrático do primeiro-ministro Naoto Kan não tem.
O orçamento que recebeu o sinal verde nesta terça-feira foi elaborado antes do terremoto e o posterior tsunami do dia 11, que levarão a novos projetos orçamentários adicionais, totalizando vários trilhões de ienes, para a reconstrução do devastado litoral nordeste.
O plano aprovado hoje é centrado no financiamento de políticas sociais, incluindo despesas de seguridade social e desembolsos especiais como ajudas às famílias com filhos.
http://exame.abril.com.br/economia/mundo/noticias/japao-aprova-orcamento-recorde-de-us-1-13-trilhao
O orçamento entrou em vigor por ter sido aprovado no último dia 1º pela Câmara de Representantes, e apesar de nesta terça-feira ter sido rejeitado no Senado, dominado pela oposição.
A Constituição japonesa estipula a supremacia da Câmara Baixa em caso de desacordo em leis de relevância como as propostas orçamentárias.
A Carta Magna japonesa estabelece que um orçamento aprovado pela Câmara deve passar pelo Senado, mas, ainda que esta Casa o rejeite, a matéria entrará em vigor em um prazo de 30 dias.
No entanto, o Governo japonês enfrentará sérias dificuldades para aplicá-la.
Para cobrir parte das despesas o Governo planeja emitir mais dívida para assegurar 40% do financiamento, mas para isso precisa aprovar uma nova lei com o respaldo de dois terços do Senado, uma maioria que o Partido Democrático do primeiro-ministro Naoto Kan não tem.
O orçamento que recebeu o sinal verde nesta terça-feira foi elaborado antes do terremoto e o posterior tsunami do dia 11, que levarão a novos projetos orçamentários adicionais, totalizando vários trilhões de ienes, para a reconstrução do devastado litoral nordeste.
O plano aprovado hoje é centrado no financiamento de políticas sociais, incluindo despesas de seguridade social e desembolsos especiais como ajudas às famílias com filhos.
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Bolsas asiáticas voltam a apresentar números mistos
Tóquio - Pelo segundo pregão seguido, os mercados da Ásia fecharam sem sinal definido. Nesta terça-feira, as bolsas voltaram a oscilar conforme fatores econômicos de cada país.
A Bolsa de Hong Kong fechou praticamente estável, com os investidores andando de lado, à espera do anúncio dos balanços anuais de várias empresas blue chips, como Cheung Kong e Hutchison Whampoa, após o fechamento do mercado. Também continuaram a pesar as preocupações sobre as crises no Oriente Médio e no Japão. O índice Hang Seng perdeu apenas 7,83 pontos, ou 0,03%, e encerrou aos 23.060,36.
As Bolsas da China fecharam em queda, por causa da realização de lucros nas mineradoras de ouro e nas petrolíferas, em virtude da baixa nos preços globais das commodities. O índice Xangai Composto caiu 0,9% e fechou aos 2.958,08 pontos. O índice Shenzhen Composto perdeu 1,9% e encerrou aos 1.275,28 pontos.
O yuan teve ligeira valorização sobre o dólar, com novos sinais de consolidação do câmbio após os ganhos da moeda chinesa nas últimas semanas. No mercado de balcão, o dólar fechou cotado em 6,5610 yuans, de 6,5645 yuans do fechamento de segunda-feira. A taxa de paridade central dólar-yuan foi fixada em 6,5625 yuans, de 6,5618 yuans de ontem.
A Bolsa de Taipé, em Taiwan, encerrou o dia em alta, liderada pelos ganhos em papéis do setor financeiro e de tecnologia. O índice Taiwan Weighted avançou 0,51% e fechou aos 8.596,57 pontos.
Já na Coreia do Sul, os investidores estrangeiros estenderam sua onda de compras pelo nono dia seguido e levaram o índice Kospi, da Bolsa de Seul, a uma alta de 0,8%, tendo fechado aos 2.072,13 pontos.
Na Austrália, o índice S&P/ASX 200 da Bolsa de Sydney avançou 0,5% e fechou aos 4.755,8 pontos, o maior nível de fechamento desde 10 de março.
Nas Filipinas, a Bolsa de Manila fechou em leve baixa provocada pelas persistentes preocupações sobre o crescimento econômico. O índice PSE teve baixa de 0,17% e fechou aos 3.907,23 pontos.
A Bolsa de Cingapura fechou estável, uma vez que os investidores permaneceram relutantes em mudar significativamente suas posições antes do fim do trimestre e já que crescentes preocupações sobre a crise nuclear do Japão permanecem pesando sobre o sentimento do mercado. O índice Straits Times cedeu 0,4 ponto e fechou aos 3.056,95 pontos.
O índice composto da Bolsa de Jacarta, na Indonésia, recuou 0,3% e fechou aos 3.591,51 pontos, em volume fraco, mas acima da baixa intraday de 3.570,40 pontos, liderado por compras por investidores estrangeiros de papeis relacionados a produtos de consumo e vinculados a commodities depois de recentes ganhos.
O índice SET da Bolsa de Bangcoc, na Tailândia, ganhou 0,3% e fechou aos 1.036,36 pontos, em volume moderado, mas a ausência de novidades limitou a alta no curto prazo.
O índice composto de cem blue chips da Bolsa de Kuala Lumpur, na Malásia, subiu 0,4% e fechou aos 1.520,09 pontos, com ganhos liderados por madeireiras e empresas relacionadas a petróleo e gás. As informações são da Dow Jones
http://exame.abril.com.br/mercados/noticias/bolsas-asiaticas-voltam-a-apresentar-numeros-mistos
A Bolsa de Hong Kong fechou praticamente estável, com os investidores andando de lado, à espera do anúncio dos balanços anuais de várias empresas blue chips, como Cheung Kong e Hutchison Whampoa, após o fechamento do mercado. Também continuaram a pesar as preocupações sobre as crises no Oriente Médio e no Japão. O índice Hang Seng perdeu apenas 7,83 pontos, ou 0,03%, e encerrou aos 23.060,36.
As Bolsas da China fecharam em queda, por causa da realização de lucros nas mineradoras de ouro e nas petrolíferas, em virtude da baixa nos preços globais das commodities. O índice Xangai Composto caiu 0,9% e fechou aos 2.958,08 pontos. O índice Shenzhen Composto perdeu 1,9% e encerrou aos 1.275,28 pontos.
O yuan teve ligeira valorização sobre o dólar, com novos sinais de consolidação do câmbio após os ganhos da moeda chinesa nas últimas semanas. No mercado de balcão, o dólar fechou cotado em 6,5610 yuans, de 6,5645 yuans do fechamento de segunda-feira. A taxa de paridade central dólar-yuan foi fixada em 6,5625 yuans, de 6,5618 yuans de ontem.
A Bolsa de Taipé, em Taiwan, encerrou o dia em alta, liderada pelos ganhos em papéis do setor financeiro e de tecnologia. O índice Taiwan Weighted avançou 0,51% e fechou aos 8.596,57 pontos.
Já na Coreia do Sul, os investidores estrangeiros estenderam sua onda de compras pelo nono dia seguido e levaram o índice Kospi, da Bolsa de Seul, a uma alta de 0,8%, tendo fechado aos 2.072,13 pontos.
Na Austrália, o índice S&P/ASX 200 da Bolsa de Sydney avançou 0,5% e fechou aos 4.755,8 pontos, o maior nível de fechamento desde 10 de março.
Nas Filipinas, a Bolsa de Manila fechou em leve baixa provocada pelas persistentes preocupações sobre o crescimento econômico. O índice PSE teve baixa de 0,17% e fechou aos 3.907,23 pontos.
A Bolsa de Cingapura fechou estável, uma vez que os investidores permaneceram relutantes em mudar significativamente suas posições antes do fim do trimestre e já que crescentes preocupações sobre a crise nuclear do Japão permanecem pesando sobre o sentimento do mercado. O índice Straits Times cedeu 0,4 ponto e fechou aos 3.056,95 pontos.
O índice composto da Bolsa de Jacarta, na Indonésia, recuou 0,3% e fechou aos 3.591,51 pontos, em volume fraco, mas acima da baixa intraday de 3.570,40 pontos, liderado por compras por investidores estrangeiros de papeis relacionados a produtos de consumo e vinculados a commodities depois de recentes ganhos.
O índice SET da Bolsa de Bangcoc, na Tailândia, ganhou 0,3% e fechou aos 1.036,36 pontos, em volume moderado, mas a ausência de novidades limitou a alta no curto prazo.
O índice composto de cem blue chips da Bolsa de Kuala Lumpur, na Malásia, subiu 0,4% e fechou aos 1.520,09 pontos, com ganhos liderados por madeireiras e empresas relacionadas a petróleo e gás. As informações são da Dow Jones
http://exame.abril.com.br/mercados/noticias/bolsas-asiaticas-voltam-a-apresentar-numeros-mistos
Lucro da Copel sobe 24% em 2010, para R$1 bilhão
São Paulo - A estatal paranaense de energia Copel divulgou na madrugada desta terça-feira lucro líquido de 1,010 bilhão de reais no fechado de 2010, crescimento de 24,4 por cento sobre o ganho obtido um ano antes.
Se considerados os ajustes decorrentes da adoção do padrão internacional de contabilidade (IFRS), o lucro líquido da companhia foi de 988 milhões de reais em todo o ano passado.
A empresa não informou, no entanto, os números referentes apenas ao quarto trimestre do último ano.
A geração de caixa medida pelo Ebitda - sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação - nos 12 meses de 2010 ficou em 1,476 bilhão reais, queda de 6,8 por cento sobre o ano anterior.
Já a receita líquida totalizou 6,9 bilhões de reais no acumulado de 2010, alta anual de 10,4 por cento.
A Copel atribuiu a expansão no faturamento, principalmente, ao aumento de 7,5 por cento na receita de fornecimento de energia elétrica, ao crescimento de 5,2 por cento no consumo do mercado cativo, à extinção da política de desconto tarifário para consumidores que pagavam as faturas em dia e ao repasse tarifário médio de 2,46 por cento a partir de junho de 2010.
Em todo o ano passado, as despesas operacionais da companhia atingiram 5,968 bilhões de reais, volume 14,6 por cento superior em relação a 2009.
Enquanto isso, a empresa encerrou 2010 com endividamento consoldiado de 1,985 bilhão de reais.
A Copel informou ainda que realizou no último ano investimentos da ordem de 1,027 bilhão de reais, volume inferior ao inicialmente previsto, que era de 1,343 bilhão. Para este ano, o desembolso deve ser de 2,06 bilhões de reais, sendo a maior parcela --933,3 milhões-- destinada à área de distribuição.
http://exame.abril.com.br/negocios/empresas/noticias/lucro-da-copel-sobe-24-em-2010-para-r-1-bilhao
Se considerados os ajustes decorrentes da adoção do padrão internacional de contabilidade (IFRS), o lucro líquido da companhia foi de 988 milhões de reais em todo o ano passado.
A empresa não informou, no entanto, os números referentes apenas ao quarto trimestre do último ano.
A geração de caixa medida pelo Ebitda - sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação - nos 12 meses de 2010 ficou em 1,476 bilhão reais, queda de 6,8 por cento sobre o ano anterior.
Já a receita líquida totalizou 6,9 bilhões de reais no acumulado de 2010, alta anual de 10,4 por cento.
A Copel atribuiu a expansão no faturamento, principalmente, ao aumento de 7,5 por cento na receita de fornecimento de energia elétrica, ao crescimento de 5,2 por cento no consumo do mercado cativo, à extinção da política de desconto tarifário para consumidores que pagavam as faturas em dia e ao repasse tarifário médio de 2,46 por cento a partir de junho de 2010.
Em todo o ano passado, as despesas operacionais da companhia atingiram 5,968 bilhões de reais, volume 14,6 por cento superior em relação a 2009.
Enquanto isso, a empresa encerrou 2010 com endividamento consoldiado de 1,985 bilhão de reais.
A Copel informou ainda que realizou no último ano investimentos da ordem de 1,027 bilhão de reais, volume inferior ao inicialmente previsto, que era de 1,343 bilhão. Para este ano, o desembolso deve ser de 2,06 bilhões de reais, sendo a maior parcela --933,3 milhões-- destinada à área de distribuição.
http://exame.abril.com.br/negocios/empresas/noticias/lucro-da-copel-sobe-24-em-2010-para-r-1-bilhao
Gafisa registra lucro de R$ 137,4 milhões no 4o trimestre
São Paulo - A construtora e incorporadora Gafisa informou na segunda-feira que teve lucro líquido de 137,4 milhões de reais no último trimestre de 2010, aumento de 188,5 por cento na comparação com o ganho obtido em igual período do ano anterior.
A média das estimativas obtidas pela Reuters com nove analistas indicava lucro líquido trimestral de 107,8 milhões de reais para a empresa.
Já o Ebitda ajustado (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) da companhia alcançou 197,8 milhões de reais nos três meses até dezembro, 17,8 por cento maior em relação ao ano anterior. Enquanto isso, a margem Ebitda passou de 18,7 para 21,3 por cento.
No fechado de 2010, a Gafisa apurou lucro líquido de 416 milhões de reais, ante os 101,7 milhões de reais em 2009. O Ebitda, por sua vez, ficou em 747,5 milhões de reais no ano como um todo, alta anual de 41 por cento, sendo que a margem foi de 20,1 por cento.
Exceção entre as construtoras que integram o Ibovespa, a Gafisa não divulga dados preliminares de vendas contratadas e lançamentos.
A companhia informou na segunda-feira que suas vendas contratadas somaram 4 bilhões de reais em 2010 como um todo, volume 23,3 por cento superior ao montante de um ano antes.
Se considerado apenas o quarto trimestre, as vendas alcançaram 1,24 bilhão de reais, alta de 17,7 por cento ano a ano.
A empresa também apresentou lançamentos de 1,5 bilhão de reais entre outubro e dezembro, 54,3 por cento mais ante o total lançado nos três últimos meses de 2009.
Em 2010, os lançamentos somaram 4,5 bilhões de reais, crescimento de 95,2 por cento. O número ficou dentro da meta de lançamentos para o fechado do ano, de entre 4,2 bilhões e 4,6 bilhões de reais.
A Gafisa reduziu em novembro sua meta anual de lançamentos. Anteriormente, a previsão era de 4 bilhões a 5 bilhões de reais no ano.
"Teremos que lançar, em média, 1,45 bilhão (de reais no quarto trimestre)", afirmou o diretor financeiro da Gafisa, Duílio Calciolari, à Reuters, na ocasião, acrescentando que o saldo era "bastante atingível e razoável".
http://exame.abril.com.br/negocios/empresas/noticias/gafisa-registra-lucro-de-r-137-4-milhoes-no-4o-trimestre
A média das estimativas obtidas pela Reuters com nove analistas indicava lucro líquido trimestral de 107,8 milhões de reais para a empresa.
Já o Ebitda ajustado (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) da companhia alcançou 197,8 milhões de reais nos três meses até dezembro, 17,8 por cento maior em relação ao ano anterior. Enquanto isso, a margem Ebitda passou de 18,7 para 21,3 por cento.
No fechado de 2010, a Gafisa apurou lucro líquido de 416 milhões de reais, ante os 101,7 milhões de reais em 2009. O Ebitda, por sua vez, ficou em 747,5 milhões de reais no ano como um todo, alta anual de 41 por cento, sendo que a margem foi de 20,1 por cento.
Exceção entre as construtoras que integram o Ibovespa, a Gafisa não divulga dados preliminares de vendas contratadas e lançamentos.
A companhia informou na segunda-feira que suas vendas contratadas somaram 4 bilhões de reais em 2010 como um todo, volume 23,3 por cento superior ao montante de um ano antes.
Se considerado apenas o quarto trimestre, as vendas alcançaram 1,24 bilhão de reais, alta de 17,7 por cento ano a ano.
A empresa também apresentou lançamentos de 1,5 bilhão de reais entre outubro e dezembro, 54,3 por cento mais ante o total lançado nos três últimos meses de 2009.
Em 2010, os lançamentos somaram 4,5 bilhões de reais, crescimento de 95,2 por cento. O número ficou dentro da meta de lançamentos para o fechado do ano, de entre 4,2 bilhões e 4,6 bilhões de reais.
A Gafisa reduziu em novembro sua meta anual de lançamentos. Anteriormente, a previsão era de 4 bilhões a 5 bilhões de reais no ano.
"Teremos que lançar, em média, 1,45 bilhão (de reais no quarto trimestre)", afirmou o diretor financeiro da Gafisa, Duílio Calciolari, à Reuters, na ocasião, acrescentando que o saldo era "bastante atingível e razoável".
http://exame.abril.com.br/negocios/empresas/noticias/gafisa-registra-lucro-de-r-137-4-milhoes-no-4o-trimestre
Lucro da CSN soma R450 mi no quarto tri e fica aquém do esperado
São Paulo - A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) teve lucro líquido de 450 milhões de reais no quarto trimestre, queda de 39 por cento contra o apurado em igual intervalo do ano anterior.
A média das estimativas de cinco analistas consultados pela Reuters indicava lucro de outubro a dezembro de 576,4 milhões de reais.
A receita líquida trimestral foi de 3,4 bilhões de reais, contra perto de 3,1 bilhões de reais no mesmo período de 2009.
As principais unidades de negócio da empresa -de aço e mineração- responderam por 2,1 bilhões e 1,1 bilhão de reais do faturamento de outubro a dezembro, respectivamente.
A queda no lucro líquido da CSN é explicada, principalmente, pela piora do resultado financeiro entre os trimestres de um ano para o outro. Nos três últimos meses de 2010 houve despesa financeira líquida de 537,7 milhões de reais, mais que o dobro do valor registrado um ano antes.
A CSN divulgou lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação ajustado (Ebitda, na sigla em inglês) de 1,4 bilhão de reais no último trimestre, aumento de 18 por cento na comparação anual. O Ebitda ajustado também desconsidera o resultado de outras despesas operacionais, "por se tratar de item não recorrente", conforme a CSN.
A margem Ebitda ajustada no quarto trimestre foi de 42 por cento, aumento de 2 pontos percentuais sobre um ano antes.
No acumulado de 2010, a CSN teve lucro de 2,5 bilhões de reais, ante 2,6 bilhões de reais em 2009. A receita líquida anual ficou em quase 14,5 bilhões de reais, crescimento de 32 por cento sobre 2009 e um recorde para a companhia. O Ebitda ajustado em 2010 subiu 76 por cento, para 6,4 bilhões de reais.
http://exame.abril.com.br/negocios/empresas/noticias/lucro-da-csn-soma-r450-mi-no-quarto-tri-e-fica-aquem-do-esperado
A média das estimativas de cinco analistas consultados pela Reuters indicava lucro de outubro a dezembro de 576,4 milhões de reais.
A receita líquida trimestral foi de 3,4 bilhões de reais, contra perto de 3,1 bilhões de reais no mesmo período de 2009.
As principais unidades de negócio da empresa -de aço e mineração- responderam por 2,1 bilhões e 1,1 bilhão de reais do faturamento de outubro a dezembro, respectivamente.
A queda no lucro líquido da CSN é explicada, principalmente, pela piora do resultado financeiro entre os trimestres de um ano para o outro. Nos três últimos meses de 2010 houve despesa financeira líquida de 537,7 milhões de reais, mais que o dobro do valor registrado um ano antes.
A CSN divulgou lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação ajustado (Ebitda, na sigla em inglês) de 1,4 bilhão de reais no último trimestre, aumento de 18 por cento na comparação anual. O Ebitda ajustado também desconsidera o resultado de outras despesas operacionais, "por se tratar de item não recorrente", conforme a CSN.
A margem Ebitda ajustada no quarto trimestre foi de 42 por cento, aumento de 2 pontos percentuais sobre um ano antes.
No acumulado de 2010, a CSN teve lucro de 2,5 bilhões de reais, ante 2,6 bilhões de reais em 2009. A receita líquida anual ficou em quase 14,5 bilhões de reais, crescimento de 32 por cento sobre 2009 e um recorde para a companhia. O Ebitda ajustado em 2010 subiu 76 por cento, para 6,4 bilhões de reais.
http://exame.abril.com.br/negocios/empresas/noticias/lucro-da-csn-soma-r450-mi-no-quarto-tri-e-fica-aquem-do-esperado
CPFL Energia tem queda no lucro e na geração de caixa no 4o tri
São Paulo - A CPFL Energia reportou queda no lucro líquido e na geração de caixa no quarto trimestre de 2010 na comparação anual, apesar da receita maior.
Entre outubro e dezembro do ano passado, a companhia teve lucro de 362 milhões de reais, queda de 33,5 por cento em relação ao mesmo período do ano anterior.
Enquanto a receita no quarto trimestre cresceu 6 por cento, o custo com energia elétrica subiu 10 por cento e as despesas operacionais avançaram 25 por cento na comparação com um ano antes.
O resultado ficou abaixo da média de cinco estimativas de analistas obtidas pela Reuters, de lucro de 402,1 milhões de reais.
No acumulado de 2010, o lucro da CPFL recuou 7,6 por cento, para quase 1,6 bilhão de reais.
O Ebitda (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, depreciação a amortização) foi de 812 milhões de reais no quarto trimestre, queda de 14,3 por cento na comparação anual. Analistas previam geração de caixa de 844,6 milhões de reais no período.
No ano, o Ebitda caiu 3 por cento, para quase 3,4 bilhões de reais.
A receita operacional líquida da companhia totalizou 3,2 bilhões de reais no último trimestre. No ano, o faturamento subiu 5,9 por cento, para 12 bilhões de reais.
As vendas na área de concessão da CPFL no quarto trimestre cresceram 3,5 por cento em relação ao mesmo intervalo de 2009, totalizando 13,3 mil gigawatts-hora (GWh).
As vendas no último trimestre para o mercado cativo foram de 9,9 mil GWh, praticamente estáveis sobre um ano antes.
http://exame.abril.com.br/negocios/empresas/noticias/cpfl-energia-tem-queda-no-lucro-e-na-geracao-de-caixa-no-4o-tri
Entre outubro e dezembro do ano passado, a companhia teve lucro de 362 milhões de reais, queda de 33,5 por cento em relação ao mesmo período do ano anterior.
Enquanto a receita no quarto trimestre cresceu 6 por cento, o custo com energia elétrica subiu 10 por cento e as despesas operacionais avançaram 25 por cento na comparação com um ano antes.
O resultado ficou abaixo da média de cinco estimativas de analistas obtidas pela Reuters, de lucro de 402,1 milhões de reais.
No acumulado de 2010, o lucro da CPFL recuou 7,6 por cento, para quase 1,6 bilhão de reais.
O Ebitda (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, depreciação a amortização) foi de 812 milhões de reais no quarto trimestre, queda de 14,3 por cento na comparação anual. Analistas previam geração de caixa de 844,6 milhões de reais no período.
No ano, o Ebitda caiu 3 por cento, para quase 3,4 bilhões de reais.
A receita operacional líquida da companhia totalizou 3,2 bilhões de reais no último trimestre. No ano, o faturamento subiu 5,9 por cento, para 12 bilhões de reais.
As vendas na área de concessão da CPFL no quarto trimestre cresceram 3,5 por cento em relação ao mesmo intervalo de 2009, totalizando 13,3 mil gigawatts-hora (GWh).
As vendas no último trimestre para o mercado cativo foram de 9,9 mil GWh, praticamente estáveis sobre um ano antes.
http://exame.abril.com.br/negocios/empresas/noticias/cpfl-energia-tem-queda-no-lucro-e-na-geracao-de-caixa-no-4o-tri
Lucro líquido da Cyrela cai 60,3% no 4º trimestre
São Paulo - A Cyrela Brazil Realty registrou lucro líquido de R$ 82,5 milhões no quarto trimestre de 2010, queda de 60,3% na comparação com o mesmo período de 2009, no padrão contábil IFRS. No acumulado de 2010, o lucro alcançou R$ 600,2 milhões, 17,7% menor do que o registrado no ano anterior.
O Ebitda (sigla em inglês para o lucro antes de descontar as despesas financeiras, impostos, depreciação e amortizações) do quarto trimestre foi de R$ 141,9 milhões, valor 44,9% inferior ao registrado no mesmo período de 2009. A margem Ebitda ficou em 10,2%, o que representa redução de 11,4 pontos porcentuais quando comparada com os 21,6% obtidos no mesmo intervalo de 2009. No acumulado de 2010, o Ebitda somou R$ 808,3 milhões, valor 11,3% inferior ao obtido em 2009. A margem Ebitda neste período foi de 16,5%, 5,8 pontos porcentuais inferior à margem de 2009.
A receita operacional líquida foi de R$ 4,890 bilhões em 2010, alta de 19,62% sobre 2009.
http://exame.abril.com.br/negocios/empresas/noticias/lucro-liquido-da-cyrela-cai-60-3-no-4o-trimestre--2
O Ebitda (sigla em inglês para o lucro antes de descontar as despesas financeiras, impostos, depreciação e amortizações) do quarto trimestre foi de R$ 141,9 milhões, valor 44,9% inferior ao registrado no mesmo período de 2009. A margem Ebitda ficou em 10,2%, o que representa redução de 11,4 pontos porcentuais quando comparada com os 21,6% obtidos no mesmo intervalo de 2009. No acumulado de 2010, o Ebitda somou R$ 808,3 milhões, valor 11,3% inferior ao obtido em 2009. A margem Ebitda neste período foi de 16,5%, 5,8 pontos porcentuais inferior à margem de 2009.
A receita operacional líquida foi de R$ 4,890 bilhões em 2010, alta de 19,62% sobre 2009.
http://exame.abril.com.br/negocios/empresas/noticias/lucro-liquido-da-cyrela-cai-60-3-no-4o-trimestre--2
segunda-feira, 28 de março de 2011
Disputa pelo comando da Vale prejudica títulos da mineradora
Nova York/Rio de Janeiro - A investida do governo para destituir Roger Agnelli da presidência da Vale SA e ganhar influência sobre o comando da maior produtora mundial de minério de ferro está prejudicando a rentabilidade dos títulos da dívida da empresa.
Os papéis em dólar da Vale com vencimento em 2020 acumularam perda de 1 por cento na semana passada, enquanto títulos de empresas brasileiras tiveram ganho de 0,4 por cento, de acordo com o índice CEMBI do JPMorgan Chase & Co. Papéis de empresas de países emergentes em geral subiram 0,2 por cento.
Investidores temem que Agnelli -- que transformou a Vale na segunda maior empresa do País, com valor de mercado de US$ 163 bilhões -- seja substituído por alguém disposto a dar prioridade aos projetos preferidos pela Presidente Dilma Rousseff, disse Eduardo Suarez, estrategista de mercados emergentes da RBC Securities em Toronto.
“A Vale prosperou sob a liderança de Agnelli, então uma mudança representa risco”, Ernie Lalonde, diretor sênior de mineração para a agência de classificação de crédito DBRS Ltd, sediada em Toronto, disse em e-mail em 25 de março. “Vemos a Vale como uma empresa que toma decisões de negócios para maximizar o retorno para os acionistas e sempre mantém a parte financeira saudável. Agir por razões políticas enfraquece esse perfil empresarial.”
Dilma poderá substituir Agnelli, 51, com um executivo do próprio quadro da Vale, disse uma pessoa a par da situação, que pediu para não ser identificada porque as conversas não são públicas.
Política
“A decisão sobre a escolha do diretor-presidente da Vale compete exclusivamente aos acionistas controladores da empresa”, disse Agnelli em comunicado divulgado 25 de março. “Não tenho envolvimento com qualquer questão política relativa a este assunto”.
http://exame.abril.com.br/mercados/noticias/disputa-pelo-comando-da-vale-prejudica-titulos-da-mineradora
Os papéis em dólar da Vale com vencimento em 2020 acumularam perda de 1 por cento na semana passada, enquanto títulos de empresas brasileiras tiveram ganho de 0,4 por cento, de acordo com o índice CEMBI do JPMorgan Chase & Co. Papéis de empresas de países emergentes em geral subiram 0,2 por cento.
Investidores temem que Agnelli -- que transformou a Vale na segunda maior empresa do País, com valor de mercado de US$ 163 bilhões -- seja substituído por alguém disposto a dar prioridade aos projetos preferidos pela Presidente Dilma Rousseff, disse Eduardo Suarez, estrategista de mercados emergentes da RBC Securities em Toronto.
“A Vale prosperou sob a liderança de Agnelli, então uma mudança representa risco”, Ernie Lalonde, diretor sênior de mineração para a agência de classificação de crédito DBRS Ltd, sediada em Toronto, disse em e-mail em 25 de março. “Vemos a Vale como uma empresa que toma decisões de negócios para maximizar o retorno para os acionistas e sempre mantém a parte financeira saudável. Agir por razões políticas enfraquece esse perfil empresarial.”
Dilma poderá substituir Agnelli, 51, com um executivo do próprio quadro da Vale, disse uma pessoa a par da situação, que pediu para não ser identificada porque as conversas não são públicas.
Política
“A decisão sobre a escolha do diretor-presidente da Vale compete exclusivamente aos acionistas controladores da empresa”, disse Agnelli em comunicado divulgado 25 de março. “Não tenho envolvimento com qualquer questão política relativa a este assunto”.
http://exame.abril.com.br/mercados/noticias/disputa-pelo-comando-da-vale-prejudica-titulos-da-mineradora
Prejuízo líquido da OGX avança 22,7% e chega a R$ 123,5 mi ao final de 2010
SÃO PAULO - Ainda em fase pré-operacional, a OGX (OGXP3) fechou 2010 com prejuízo líquido de R$ 123,5 milhões, número 22,7% maior do que as perdas líquidas de 2009 (R$ 100,6 milhões), informou a companhia em balanço divulgado na noite desta sexta-feira (25).
Em relatório, a empresa diz que o resultado foi "impactado principalmente pela redução das receitas financeiras em relação ao exercício anterior". Os dados da controladora mostram que a receita financeira caiu de R$ 129,9 milhões para R$ 77,8 milhões - recuo de 40,1%. Já a receita consolidada da OGX mostra um declínio de 20,4% no ano, para R$ 694,4 milhões. Com isso, o prejuízo do exercício considerando os dados consolidados foi de R$ 135,525 milhões.
Apesar do impacto negativo do resultado financeiro, a companhia destaca que encerrou o exercício com "sólida posição de caixa", que ficou próxima de R$ 4,8 bilhões, equivalente a US$ 2,9 bilhões.
Mais exploração, mais despesas
Somado a isso, a petrolífera de Eike Batista também sentiu os efeitos das maiores despesas de exploração, que fecharam 2010 em R$ 97,8 milhões, reflexo da maior atividade exploratória da companhia durante o ano. "Finalizamos 2010 com um total de 18 poços perfurados na Bacia de Campos, todos com identificação de hidrocarbonetos, confirmando a taxa de sucesso de 100% nesta bacia", exalta a OGX.
Ainda sobre essas descobertas, a empresa destaca que 16 desses poços estão localizados em três blocos vizinhos um do outro (BM-C-41, BM-C-42 e BM-C-43), o que permitiu a companhia identificar diversas acumulações em diferentes idades geológicas, "reiterando a presença de uma vasta província petrolífera nestes blocos".
Já as despesas gerais e administrativas consolidadas somaram R$ 319 milhões, sendo que R$ 126,5 milhões desse valor vieram do plano de opções de compra das ações da empresa concedido pelo acionista controlador aos funcionários, informa a petrolífera.
Investimentos e aplicações financeiras
Durante 2010, a OGX investiu cerca de R$ 2,4 bilhões em sua "intensa e robusta campanha exploratória". Além disso, ela alocou R$ 74,7 milhões na execução da campanha sísmica, considerando as etapas de aquisição, processamento e interpretação dos dados da Bacia de Campos, Espírito Santo, Pará-Maranhão e do Parnaíba, destaca a empresa.
Por fim, a petrolífera informa que suas aplicações financeiras tiveram um rendimento líquido de R$ 74,9 milhões em 2010. O resultado é a diferença entre a rentabilidade positiva de R$ 585,4 milhões gerada pelos seus investimentos de caixa em ativos de renda fixa e as perdas líquidas de R$ 423,3 milhões em operações de hedge em moedas estrangeiras.
http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=2070243&path=/investimentos/
Em relatório, a empresa diz que o resultado foi "impactado principalmente pela redução das receitas financeiras em relação ao exercício anterior". Os dados da controladora mostram que a receita financeira caiu de R$ 129,9 milhões para R$ 77,8 milhões - recuo de 40,1%. Já a receita consolidada da OGX mostra um declínio de 20,4% no ano, para R$ 694,4 milhões. Com isso, o prejuízo do exercício considerando os dados consolidados foi de R$ 135,525 milhões.
Apesar do impacto negativo do resultado financeiro, a companhia destaca que encerrou o exercício com "sólida posição de caixa", que ficou próxima de R$ 4,8 bilhões, equivalente a US$ 2,9 bilhões.
Mais exploração, mais despesas
Somado a isso, a petrolífera de Eike Batista também sentiu os efeitos das maiores despesas de exploração, que fecharam 2010 em R$ 97,8 milhões, reflexo da maior atividade exploratória da companhia durante o ano. "Finalizamos 2010 com um total de 18 poços perfurados na Bacia de Campos, todos com identificação de hidrocarbonetos, confirmando a taxa de sucesso de 100% nesta bacia", exalta a OGX.
Ainda sobre essas descobertas, a empresa destaca que 16 desses poços estão localizados em três blocos vizinhos um do outro (BM-C-41, BM-C-42 e BM-C-43), o que permitiu a companhia identificar diversas acumulações em diferentes idades geológicas, "reiterando a presença de uma vasta província petrolífera nestes blocos".
Já as despesas gerais e administrativas consolidadas somaram R$ 319 milhões, sendo que R$ 126,5 milhões desse valor vieram do plano de opções de compra das ações da empresa concedido pelo acionista controlador aos funcionários, informa a petrolífera.
Investimentos e aplicações financeiras
Durante 2010, a OGX investiu cerca de R$ 2,4 bilhões em sua "intensa e robusta campanha exploratória". Além disso, ela alocou R$ 74,7 milhões na execução da campanha sísmica, considerando as etapas de aquisição, processamento e interpretação dos dados da Bacia de Campos, Espírito Santo, Pará-Maranhão e do Parnaíba, destaca a empresa.
Por fim, a petrolífera informa que suas aplicações financeiras tiveram um rendimento líquido de R$ 74,9 milhões em 2010. O resultado é a diferença entre a rentabilidade positiva de R$ 585,4 milhões gerada pelos seus investimentos de caixa em ativos de renda fixa e as perdas líquidas de R$ 423,3 milhões em operações de hedge em moedas estrangeiras.
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Índices de ações da Europa instáveis, com crise fiscal ainda em foco
SÃO PAULO - Os principais índices de ações europeus assumem trajetória instável nesta segunda-feira (28), com os investidores ainda atentos na crise fiscal europeia e também aos problemas no Japão, na Líbia e no Oriente Médio e norte da África.
No contexto da crise fiscal no velho continente, na última sexta-feira, a despeito dos problemas em Portugal e da reunião de líderes da região ter terminado sem produzir avanços significativos, os índices de ações europeus fecharam em alta.
Nesta segunda-feira, a agência de classificação de risco Standard & Poor’s anunciou mais cedo o rebaixamento do rating de vários bancos portugueses. Esse anúncio acontece após a mesma agência ter rebaixado o rating da dívida soberana de Portugal na última sexta-feira. O índice de ações PSI 20, da bolsa de Lisboa, registra leve alta de 0,02%.
Japão e Líbia
Os problemas no Japão e na Líbia continuam chamando a atenção do mercado. No país asiático, o temor quanto a um possível desastre nuclear continua, mas algumas empresas que estavam com suas atividades paralisadas começam a retomar a produção, com destaque para o setor automotivo. Nesta segunda-feira, o índice Nikkei, da bolsa de Tóquio, fechou com queda de 0,60%.
Na Líbia, os ataques da coalizão internacional contra tropas do governo não param, e a oposição do país controla diversas localidades. Enquanto isso, a produção de petróleo do país africano segue paralisada. Chamam a atenção também as manifestações populares em outros países do norte da África e Oriente Médio, como por exemplo na Síria e no Iêmen. O grande temor dos investidores é que as tensões políticas na região afetem a produção de petróleo na Arábia Saudita.
Montadoras em queda
Entre os destaques deste pregão, estão as ações de montadoras de automóveis, que marcam queda. Em Frankfurt, os papéis da Porsche recuam 2,99% após a empresa anunciar um aumento de capital via emissão de ações. Com trajetória semelhante, as ações da Daimler caem 2,26% e as da Volkswagen, 0,76%. Em Paris, as ações da Peugeot perdem 0,72% e as da Renault, 1,21%.
Para mais informações, acesse http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=2070256&path=/
No contexto da crise fiscal no velho continente, na última sexta-feira, a despeito dos problemas em Portugal e da reunião de líderes da região ter terminado sem produzir avanços significativos, os índices de ações europeus fecharam em alta.
Nesta segunda-feira, a agência de classificação de risco Standard & Poor’s anunciou mais cedo o rebaixamento do rating de vários bancos portugueses. Esse anúncio acontece após a mesma agência ter rebaixado o rating da dívida soberana de Portugal na última sexta-feira. O índice de ações PSI 20, da bolsa de Lisboa, registra leve alta de 0,02%.
Japão e Líbia
Os problemas no Japão e na Líbia continuam chamando a atenção do mercado. No país asiático, o temor quanto a um possível desastre nuclear continua, mas algumas empresas que estavam com suas atividades paralisadas começam a retomar a produção, com destaque para o setor automotivo. Nesta segunda-feira, o índice Nikkei, da bolsa de Tóquio, fechou com queda de 0,60%.
Na Líbia, os ataques da coalizão internacional contra tropas do governo não param, e a oposição do país controla diversas localidades. Enquanto isso, a produção de petróleo do país africano segue paralisada. Chamam a atenção também as manifestações populares em outros países do norte da África e Oriente Médio, como por exemplo na Síria e no Iêmen. O grande temor dos investidores é que as tensões políticas na região afetem a produção de petróleo na Arábia Saudita.
Montadoras em queda
Entre os destaques deste pregão, estão as ações de montadoras de automóveis, que marcam queda. Em Frankfurt, os papéis da Porsche recuam 2,99% após a empresa anunciar um aumento de capital via emissão de ações. Com trajetória semelhante, as ações da Daimler caem 2,26% e as da Volkswagen, 0,76%. Em Paris, as ações da Peugeot perdem 0,72% e as da Renault, 1,21%.
Para mais informações, acesse http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=2070256&path=/
Custo da construção acelera para 0,44% em março, diz FGV
SÃO PAULO - O brasileiro gastou 0,44% a mais para construir no mês de março, segundo informações do INCC-M (Índice Nacional de Custo da Construção) da FGV (Fundação Getulio Vargas), divulgado nesta segunda-feira (28).
A variação é 0,05 ponto percentual maior do que a registrada em fevereiro, quando ficou em 0,39%. Nos últimos 12 meses, o INCC-M, que é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês atual, tem variação acumulada de 7,45% e no acumulado do ano a taxa é de 1,21%.
Grupos
O grupo Materiais e Equipamentos e Serviços registrou variação de 0,60% este mês, resultado inferior ao apurado em fevereiro, de 0,65%.
Dois dos quatro subgrupos componentes apresentaram acréscimos em suas taxas de variação: materiais para estrutura (0,30% para 0,63%) e equipamentos para transporte de pessoas (0,16% para 0,29%).
No que diz respeito ao grupo Mão de Obra, a variação foi de 0,27% este mês, maior frente à taxa de 0,12% verificada no segundo mês do ano. Já Serviços, ficou em 0,46% contra 1,04% registrado no mês anterior.
Influências
No geral, as maiores influências positivas para o resultado apurado no mês de março foram as seguintes: vergalhões e arame de aço ao carbono (de 0,87% para 2,45%), ajudante especializado (de 0% para 0,43%), servente (de 0% para 0,32%), tijolo/telha cerâmica (de 0,70% para 0,92%), e tubos e conexões de PVC (de -0,16% para 1,53%).
Por outro lado, as maiores influências negativas foram dos tubos e conexões de ferro e aço (de 0,34% para -0,27%), compensados (de 0,49% para -0,26%), madeira para telhados (de 0,24% para -0,03%), areia lavada (de 1,26% para -0,03%), e gesseiro (repetiu a variação de 0%).
Para mais informações, acesse http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=2070277&path=/
A variação é 0,05 ponto percentual maior do que a registrada em fevereiro, quando ficou em 0,39%. Nos últimos 12 meses, o INCC-M, que é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês atual, tem variação acumulada de 7,45% e no acumulado do ano a taxa é de 1,21%.
Grupos
O grupo Materiais e Equipamentos e Serviços registrou variação de 0,60% este mês, resultado inferior ao apurado em fevereiro, de 0,65%.
Dois dos quatro subgrupos componentes apresentaram acréscimos em suas taxas de variação: materiais para estrutura (0,30% para 0,63%) e equipamentos para transporte de pessoas (0,16% para 0,29%).
No que diz respeito ao grupo Mão de Obra, a variação foi de 0,27% este mês, maior frente à taxa de 0,12% verificada no segundo mês do ano. Já Serviços, ficou em 0,46% contra 1,04% registrado no mês anterior.
Influências
No geral, as maiores influências positivas para o resultado apurado no mês de março foram as seguintes: vergalhões e arame de aço ao carbono (de 0,87% para 2,45%), ajudante especializado (de 0% para 0,43%), servente (de 0% para 0,32%), tijolo/telha cerâmica (de 0,70% para 0,92%), e tubos e conexões de PVC (de -0,16% para 1,53%).
Por outro lado, as maiores influências negativas foram dos tubos e conexões de ferro e aço (de 0,34% para -0,27%), compensados (de 0,49% para -0,26%), madeira para telhados (de 0,24% para -0,03%), areia lavada (de 1,26% para -0,03%), e gesseiro (repetiu a variação de 0%).
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sexta-feira, 25 de março de 2011
Ibovespa Futuro abre em alta, mesmo com agonia fiscal de Portugal
SÃO PAULO – O Ibovespa futuro inicia os negócios desta sexta-feira (25) em alta de 0,31% a 68.290 pontos, devolvendo parte das perdas da véspera. O mercado externo também atua no campo positivo, mas com ganhos moderados, a medida que os investidores vão avaliando novos desdobramentos da crise fiscal na Europa, com a perspectiva cada vez mais forte de que Portugal irá pedir auxílio econômico.
Nesse contexto, após a oposição portuguesa vencer o governo no parlamento por não aprovar um pacote de medidas de austeridade, as agências de classificação de risco Fitch e Standard & Poor’s rebaixaram o rating da dívida de Portugal.
Outro tema que segue na pauta do mercado nesta data é a crise política no norte da África e Oriente Médio, em especial na Líbia. Os ataques da coalizão internacional contra tropas do governo líbio continuam, e o futuro do país segue nebuloso. Segundo relatos da imprensa internacional, a coalizão estaria divergência quanto ao objetivo e a estratégia de saída que será usada para a missão.
Neste contexto, os futuros norte-americanos seguem com valorização, com o os contratos futuros do S&P 500, Nasdaq Composite e Dow Jones avançando 0,36%, 0,44% e 0,38% cada. No mesmo sentido, na Europa o FTSE 100 (Inglaterra), o DAX 30 (Alemanha) e o CAC 40 (França) avançando 0,23%, 0,16% e 0,17% respectivamente..
Brasil: inflação
Na agenda interna, destaque para os dados sobre os preços ao consumidor no País. O IPC-Fipe (Índice de Preços ao Consumidor) apontou nova queda da inflação ao registrar taxa de 0,37% na terceira quadrissemana deste mês. No mesmo período de fevereiro, o índice marcara variação de 0,70%, enquanto que na semana passada, a taxa apurada foi de 0,36%.
http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=2068237&path=/investimentos/
Nesse contexto, após a oposição portuguesa vencer o governo no parlamento por não aprovar um pacote de medidas de austeridade, as agências de classificação de risco Fitch e Standard & Poor’s rebaixaram o rating da dívida de Portugal.
Outro tema que segue na pauta do mercado nesta data é a crise política no norte da África e Oriente Médio, em especial na Líbia. Os ataques da coalizão internacional contra tropas do governo líbio continuam, e o futuro do país segue nebuloso. Segundo relatos da imprensa internacional, a coalizão estaria divergência quanto ao objetivo e a estratégia de saída que será usada para a missão.
Neste contexto, os futuros norte-americanos seguem com valorização, com o os contratos futuros do S&P 500, Nasdaq Composite e Dow Jones avançando 0,36%, 0,44% e 0,38% cada. No mesmo sentido, na Europa o FTSE 100 (Inglaterra), o DAX 30 (Alemanha) e o CAC 40 (França) avançando 0,23%, 0,16% e 0,17% respectivamente..
Brasil: inflação
Na agenda interna, destaque para os dados sobre os preços ao consumidor no País. O IPC-Fipe (Índice de Preços ao Consumidor) apontou nova queda da inflação ao registrar taxa de 0,37% na terceira quadrissemana deste mês. No mesmo período de fevereiro, o índice marcara variação de 0,70%, enquanto que na semana passada, a taxa apurada foi de 0,36%.
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Bolsas da Ásia sobem com expectativa de reconstrução do Japão
SÃO PAULO - Os trabalhos no Japão para evitar uma tragédia nuclear minimizaram os temores do mercado, permitindo aos investidores concentrar as atenções nas oportunidades geradas pela expectativa de reconstrução do país.
O setor de construção impulsionou os negócios na Bolsa de Tóquio nesta sexta-feira, levando o índice Nikkei 255 à valorização de 1,07%, com 9.536,13 pontos.
Já na China, o setor bancário foi o destaque desta sessão, depois que o Banco da China apresentou resultados acima das expectativas do mercado. Os índices Hang Seng, da Bolsa de Hong Kong, e Shanghai Composite, da Bolsa de Xangai, tiveram o mesmo desempenho, registrando alta de 1,06% e marcando 23.158,70 pontos e 2.977,81 pontos, respectivamente.
Em Taipé, o Taiwan Taiex avançou 0,40%, para 8.610,39 pontos e, em Seul, o índice Kospi contabilizou avanço de 0,94%, aos 4.397,80 pontos. Na Bolsa de Sydney, o S&P/ASX 200 subiu 0,91%, para 4.742,60 pontos, com as ações da Rio Tinto ganhando 0,51% e as da BHP Billiton, 0,11%.
http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/valor/2011/03/25/bolsas-da-asia-sobem-com-expectativa-de-reconstrucao-do-japao.jhtm
O setor de construção impulsionou os negócios na Bolsa de Tóquio nesta sexta-feira, levando o índice Nikkei 255 à valorização de 1,07%, com 9.536,13 pontos.
Já na China, o setor bancário foi o destaque desta sessão, depois que o Banco da China apresentou resultados acima das expectativas do mercado. Os índices Hang Seng, da Bolsa de Hong Kong, e Shanghai Composite, da Bolsa de Xangai, tiveram o mesmo desempenho, registrando alta de 1,06% e marcando 23.158,70 pontos e 2.977,81 pontos, respectivamente.
Em Taipé, o Taiwan Taiex avançou 0,40%, para 8.610,39 pontos e, em Seul, o índice Kospi contabilizou avanço de 0,94%, aos 4.397,80 pontos. Na Bolsa de Sydney, o S&P/ASX 200 subiu 0,91%, para 4.742,60 pontos, com as ações da Rio Tinto ganhando 0,51% e as da BHP Billiton, 0,11%.
http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/valor/2011/03/25/bolsas-da-asia-sobem-com-expectativa-de-reconstrucao-do-japao.jhtm
China planeja fim do domínio de Vale, Rio Tinto e BHP na produção de ferro
Xangai - A China espera aumentar sua produção de ferro para 1,5 bilhão de toneladas anuais em 2015 (em 2010 registrou 1,1 bilhão), o que pode pôr fim ao domínio de suas três maiores fornecedoras estrangeiras, a mineira brasileira Vale e as anglo-australianas Rio Tinto e BHP Billiton.
Segundo informou nesta sexta-feira o diário oficial "China Daily", embora as três companhias controlem dois terços da provisão mundial de ferro, a China irá reduzindo sua forte dependência com relação a elas à medida que vá aumentando sua produção própria e diversificando os destinos de suas importações, assinalou um especialista do setor, Wu Rongqing.
Para Wu, engenheiro-chefe do departamento de desenvolvimento industrial da Associação Mineira da China, o investimento injetado no setor nos últimos anos aumentará a produção mundial, o que ajudará a atenuar o domínio das três gigantes mineiras.
"O aumento dos preços do ferro desde 2003 (que em algumas ocasiões superou 70% de um ano para outro) atraiu uma enorme quantidade de investimento no setor", o que "em breve" levará ao fim desse domínio, assegurou Wu.
Na China, a demanda nacional por ferro disparou nos últimos anos, acelerada pelo rápido desenvolvimento econômico do país, o que gerou o aumento de sua dependência das importações das três gigantes mineradoras, com as quais tem de negociar todos os anos para evitar um grande encarecimento do ferro.
A China é assim a maior importadora de ferro do mundo e a maior produtora siderúrgica do planeta, e sua necessidade de pôr fim a esse domínio se tornou mais urgente depois que, desde o ano passado, Vale e Rio Tinto abandonaram o tradicional sistema de preços fixados para o ano completo, utilizado durante décadas, para renegociar a cada trimestre.
Embora as importações chinesas de ferro tenham caído 1,4% em 2010, a 619 milhões de toneladas, devido a este novo sistema de Vale e Rio Tinto o preço aumentou 61% durante o ano passado, a US$ 145 por tonelada.
Do 1,5 bilhão de toneladas que a China espera produzir em 2015, 760 milhões serão de minério de ferro finalizado, produto do qual o país necessitará 1,3 bilhão de toneladas anualmente.
Isto significará que a dependência da China com relação às importações de ferro finalizado registrará queda para 42% do total que consome anualmente, em lugar do índice de 63% de 2010.
Por outro lado, os direitos de extração mineira no exterior sob o controle de firmas chinesas devem aumentar para 200 milhões de toneladas anuais em 2015, mais que o dobro das 90 milhões de toneladas atuais.
http://exame.abril.com.br/economia/mundo/noticias/china-planeja-fim-do-monopolio-de-vale-rio-tinto-e-bhp-na-producao-de-ferro
Segundo informou nesta sexta-feira o diário oficial "China Daily", embora as três companhias controlem dois terços da provisão mundial de ferro, a China irá reduzindo sua forte dependência com relação a elas à medida que vá aumentando sua produção própria e diversificando os destinos de suas importações, assinalou um especialista do setor, Wu Rongqing.
Para Wu, engenheiro-chefe do departamento de desenvolvimento industrial da Associação Mineira da China, o investimento injetado no setor nos últimos anos aumentará a produção mundial, o que ajudará a atenuar o domínio das três gigantes mineiras.
"O aumento dos preços do ferro desde 2003 (que em algumas ocasiões superou 70% de um ano para outro) atraiu uma enorme quantidade de investimento no setor", o que "em breve" levará ao fim desse domínio, assegurou Wu.
Na China, a demanda nacional por ferro disparou nos últimos anos, acelerada pelo rápido desenvolvimento econômico do país, o que gerou o aumento de sua dependência das importações das três gigantes mineradoras, com as quais tem de negociar todos os anos para evitar um grande encarecimento do ferro.
A China é assim a maior importadora de ferro do mundo e a maior produtora siderúrgica do planeta, e sua necessidade de pôr fim a esse domínio se tornou mais urgente depois que, desde o ano passado, Vale e Rio Tinto abandonaram o tradicional sistema de preços fixados para o ano completo, utilizado durante décadas, para renegociar a cada trimestre.
Embora as importações chinesas de ferro tenham caído 1,4% em 2010, a 619 milhões de toneladas, devido a este novo sistema de Vale e Rio Tinto o preço aumentou 61% durante o ano passado, a US$ 145 por tonelada.
Do 1,5 bilhão de toneladas que a China espera produzir em 2015, 760 milhões serão de minério de ferro finalizado, produto do qual o país necessitará 1,3 bilhão de toneladas anualmente.
Isto significará que a dependência da China com relação às importações de ferro finalizado registrará queda para 42% do total que consome anualmente, em lugar do índice de 63% de 2010.
Por outro lado, os direitos de extração mineira no exterior sob o controle de firmas chinesas devem aumentar para 200 milhões de toneladas anuais em 2015, mais que o dobro das 90 milhões de toneladas atuais.
http://exame.abril.com.br/economia/mundo/noticias/china-planeja-fim-do-monopolio-de-vale-rio-tinto-e-bhp-na-producao-de-ferro
LLX encerra 2010 com prejuízo de R$25,4 milhões
São Paulo - A LLX Logística anunciou na madrugada desta sexta-feira que encerrou 2010 com prejuízo líquido de 25,38 milhões de reais, ante lucro de 46,19 milhões de reais no ano anterior.
"O resultado líquido consolidado apresentou prejuízo associado principalmente às despesas gerais e administrativas, que, em 2010, acumularam 96,4 milhões de reais (...) ante 63,2 milhões de reais no ano anterior", afirma a LLX no balanço.
A companhia, que está implantando o porto do Açu no Estado do Rio de Janeiro, encerrou 2010 com 118,8 milhões de reais em caixa. A empresa prevê investimentos de 787 milhões de reais no porto em 2011.
A LLX duplicou a capacidade do porto que está construindo para 350 milhões de toneladas por ano em 2010, "o que corresponde a cerca de 50 por cento do volume total de carga movimentada no Brasil no ano de 2009", afirma o presidente da empresa, Otavio Lazcano, no balanço.
Segundo a LLX, o complexo do Açu será um dos três maiores do mundo quando começar a operar no segundo semestre de 2012.
A companhia obteve um resultado financeiro positivo de 75,5 milhões de reais no ano passado, contra 153,5 milhões de reais em 2009.
http://exame.abril.com.br/negocios/empresas/noticias/llx-encerra-2010-com-prejuizo-de-r-25-4-milhoes
"O resultado líquido consolidado apresentou prejuízo associado principalmente às despesas gerais e administrativas, que, em 2010, acumularam 96,4 milhões de reais (...) ante 63,2 milhões de reais no ano anterior", afirma a LLX no balanço.
A companhia, que está implantando o porto do Açu no Estado do Rio de Janeiro, encerrou 2010 com 118,8 milhões de reais em caixa. A empresa prevê investimentos de 787 milhões de reais no porto em 2011.
A LLX duplicou a capacidade do porto que está construindo para 350 milhões de toneladas por ano em 2010, "o que corresponde a cerca de 50 por cento do volume total de carga movimentada no Brasil no ano de 2009", afirma o presidente da empresa, Otavio Lazcano, no balanço.
Segundo a LLX, o complexo do Açu será um dos três maiores do mundo quando começar a operar no segundo semestre de 2012.
A companhia obteve um resultado financeiro positivo de 75,5 milhões de reais no ano passado, contra 153,5 milhões de reais em 2009.
http://exame.abril.com.br/negocios/empresas/noticias/llx-encerra-2010-com-prejuizo-de-r-25-4-milhoes
MMX reverte resultado e lucra R$ 46,6 milhões em 2010
São Paulo - A MMX, a mineradora de Eike Batista, encerrou 2010 com lucro líquido consolidado de 46,6 milhões de reais. No ano retrasado, a companhia registrou um prejuízo de 185,138 milhões de reais.
A MMX também apresentou o primeiro ebitda (lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação) positivo desde que foi criada: 120,565 milhões de reais. Em 2009, o ebitda foi negativo em 463,711 milhões.
A receita líquida mais do que dobrou, passando de 313,883 milhões de reais para 724,975 milhões. Com isso, o lucro bruto passou de 149,100 milhões para 427,194 milhões.
Controle
A MMX também conseguiu controlar algumas despesas, como as gerais e administrativas, que baixaram de 119,574 milhões de reais, em 2009, para 82,980 milhões no ano passado. Com isso, o resultado operacional, que foi negativo em 127,953 milhões de reais no ano retrasado, ficou positivo em 113,401 milhões.
No relatório que acompanha as demonstrações financeiras, a MMX informa ainda que bateu dois recordes. O primeiro foi de produção: 7,7 milhões de toneladas de minério de ferro no ano passado. O segundo foi de vendas: 7,2 milhões de toneladas. Em 2009, a produção havia somado 5,178 milhões de toneladas, e as vendas foram de 4,683 milhões de toneladas.
http://exame.abril.com.br/negocios/empresas/noticias/mmx-reverte-resultado-e-lucra-r-46-6-milhoes-em-2010
A MMX também apresentou o primeiro ebitda (lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação) positivo desde que foi criada: 120,565 milhões de reais. Em 2009, o ebitda foi negativo em 463,711 milhões.
A receita líquida mais do que dobrou, passando de 313,883 milhões de reais para 724,975 milhões. Com isso, o lucro bruto passou de 149,100 milhões para 427,194 milhões.
Controle
A MMX também conseguiu controlar algumas despesas, como as gerais e administrativas, que baixaram de 119,574 milhões de reais, em 2009, para 82,980 milhões no ano passado. Com isso, o resultado operacional, que foi negativo em 127,953 milhões de reais no ano retrasado, ficou positivo em 113,401 milhões.
No relatório que acompanha as demonstrações financeiras, a MMX informa ainda que bateu dois recordes. O primeiro foi de produção: 7,7 milhões de toneladas de minério de ferro no ano passado. O segundo foi de vendas: 7,2 milhões de toneladas. Em 2009, a produção havia somado 5,178 milhões de toneladas, e as vendas foram de 4,683 milhões de toneladas.
http://exame.abril.com.br/negocios/empresas/noticias/mmx-reverte-resultado-e-lucra-r-46-6-milhoes-em-2010
quarta-feira, 23 de março de 2011
Capitalização sugere aquisição no radar da Gerdau, o que pode pressionar ações
SÃO PAULO – Após a Gerdau (GGBR4) anunciar uma capitalização de até R$ 4,2 bilhões através de um processo de emissão de ações, os rumores sobre um movimento de entrada no bloco de controle da Usiminas (USIM3, USIM5) através da compra da participação da Votorantim e da Camargo Corrêa se intensificaram.
“A Gerdau historicamente cresceu via fusões e aquisições, e dessa vez, nós acreditamos que a história poderá se repetir de novo”, escreveu Leonardo Correa, analista do Barclays, em relatório. Segundo Correa, a operação resultaria em sinergia em diversas áreas, como os canais de distribuição, poder de precificação, compartilhamento tecnológico, otimização da capacidade de rolagem entre as companhias e ganhos de escala e logística.
Os fatores envolvidos na oferta de ações – uma possível venda de papéis após a emissão as incertezas quanto aos próximos passos da companhia – provavelmente continuarão a pressionar os papéis da empresa no curto prazo, destaca o relatório.
Ganhos sob pressão no curto prazo
Ademais, o processo afetará os ganhos da empresa no curto prazo, sendo potencialmente positivo apenas no longo prazo. Assumindo um preço por ação em torno de R$ 37 a R$ 45 por ação ordinária, o lucro líquido da Gerdau poderá ser afetado de 7% a 11%, desconsiderando os ganhos com sinergias.
Este valor apresentado pelo Barclays representa um prêmio de 23% a 50% para as atuais ações, e foi baseado nas sinergias potenciais envolvidas e no histórico de transações no setor.
Por outro lado, as ações da Usiminas se valorizaram com base nos rumores da aquisição, e agora já estão adequadamente representando o cenário de consolidação, escreve Correa. Deste modo, com um cenário de ganhos fracos, com pressão por conta dos custos de matéria prima e somadas ao valuation elevado, a recomendação do analista no setor é para voltar os investimentos para a Vale (VALE3, VALE5), baseado nos fundamentos e no valuation da empresa. No entanto, para aqueles que realmente quiserem a exposição à Usiminas, a indicação é para o investimento em USIM5.
Sem necessidade de novas ações
De acordo com a publicação do relatório do Citi acerca da emissão de ações, Correa aponta que não há necessidade para o lançamento de novas ações se não houver a perspectiva de uma aquisição ou fusão. Segundo as estimativas do Barclays, a Gerdau possui uma dívida líquida sobre Ebitda (geração operacional de caixa) em 2011 de 2,2 vezes, valor considerado como gerenciável e que poderia ser expandido, uma vez que a empresa determina que a relação dívida bruta sobre Ebitda deve ser menor que 4 vezes.
Quanto aos fundamentos da empresa, o analista ressalta que ela está melhor posicionada que os seus pares para se aproveitar de uma recuperação do ciclo. “Concluindo, nós acreditamos que é possível que a companhia esteja preparando uma caixa de guerra para se consolidar na indústria doméstica de aço”, escreve Correa.
http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=2066419&path=/investimentos/
“A Gerdau historicamente cresceu via fusões e aquisições, e dessa vez, nós acreditamos que a história poderá se repetir de novo”, escreveu Leonardo Correa, analista do Barclays, em relatório. Segundo Correa, a operação resultaria em sinergia em diversas áreas, como os canais de distribuição, poder de precificação, compartilhamento tecnológico, otimização da capacidade de rolagem entre as companhias e ganhos de escala e logística.
Os fatores envolvidos na oferta de ações – uma possível venda de papéis após a emissão as incertezas quanto aos próximos passos da companhia – provavelmente continuarão a pressionar os papéis da empresa no curto prazo, destaca o relatório.
Ganhos sob pressão no curto prazo
Ademais, o processo afetará os ganhos da empresa no curto prazo, sendo potencialmente positivo apenas no longo prazo. Assumindo um preço por ação em torno de R$ 37 a R$ 45 por ação ordinária, o lucro líquido da Gerdau poderá ser afetado de 7% a 11%, desconsiderando os ganhos com sinergias.
Este valor apresentado pelo Barclays representa um prêmio de 23% a 50% para as atuais ações, e foi baseado nas sinergias potenciais envolvidas e no histórico de transações no setor.
Por outro lado, as ações da Usiminas se valorizaram com base nos rumores da aquisição, e agora já estão adequadamente representando o cenário de consolidação, escreve Correa. Deste modo, com um cenário de ganhos fracos, com pressão por conta dos custos de matéria prima e somadas ao valuation elevado, a recomendação do analista no setor é para voltar os investimentos para a Vale (VALE3, VALE5), baseado nos fundamentos e no valuation da empresa. No entanto, para aqueles que realmente quiserem a exposição à Usiminas, a indicação é para o investimento em USIM5.
Sem necessidade de novas ações
De acordo com a publicação do relatório do Citi acerca da emissão de ações, Correa aponta que não há necessidade para o lançamento de novas ações se não houver a perspectiva de uma aquisição ou fusão. Segundo as estimativas do Barclays, a Gerdau possui uma dívida líquida sobre Ebitda (geração operacional de caixa) em 2011 de 2,2 vezes, valor considerado como gerenciável e que poderia ser expandido, uma vez que a empresa determina que a relação dívida bruta sobre Ebitda deve ser menor que 4 vezes.
Quanto aos fundamentos da empresa, o analista ressalta que ela está melhor posicionada que os seus pares para se aproveitar de uma recuperação do ciclo. “Concluindo, nós acreditamos que é possível que a companhia esteja preparando uma caixa de guerra para se consolidar na indústria doméstica de aço”, escreve Correa.
http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=2066419&path=/investimentos/
Ação da OGX sobe 5,5% após nova descoberta em Campos; BB avalia o comunicado
SÃO PAULO - Repercutindo o anúncio da nova descoberta de hidrocarbonetos na Bacia de Campos, as ações da OGX (OGXP3) dispararam 5,49% nesta terça-feira (22) – a terceira maior alta dentre os ativos listados no Ibovespa –, fechando cotadas a R$ 19,58. O índice paulista, por sua vez, subiu 1,33% nesta sessão.
Avaliando o comunicado, o analista do BB Investimentos, Nelson Rodrigues de Matos, disse que a notícia é positiva para a empresa, visto que a descoberta foi realizada no poço de extensão da acumulação de pipeline, aumentando assim as chances de comercialidade da área. “A descoberta indica, mais uma vez, os bons resultados do modelo geológico desenvolvido pela empresa para a exploração de rochas carbonáticas da Bacia de Campos”, afirma Matos.
Matos destaca ainda a proximidade do poço 3-OGX-36D-RJS com outras descobertas já anunciadas pela empresa, tanto dentro do seu bloco (BM-C-41) quanto em blocos vizinhos (BM-C-37, 42 e 43), o que favorece para a formação de um cluster de produção, otimizando a infraestrutura e a logística a ser implantada, explica o analista.
Comercialização do prospecto
A empresa ainda realizará um teste de formação para verificar a produtividade da área descoberta, o que é fundamental para definir os níveis de comercialização do prospecto, já que a descoberta de indícios não garante a declaração de sua comercialização, explica Matos em relatório.
http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=2066909&path=/investimentos/
Avaliando o comunicado, o analista do BB Investimentos, Nelson Rodrigues de Matos, disse que a notícia é positiva para a empresa, visto que a descoberta foi realizada no poço de extensão da acumulação de pipeline, aumentando assim as chances de comercialidade da área. “A descoberta indica, mais uma vez, os bons resultados do modelo geológico desenvolvido pela empresa para a exploração de rochas carbonáticas da Bacia de Campos”, afirma Matos.
Matos destaca ainda a proximidade do poço 3-OGX-36D-RJS com outras descobertas já anunciadas pela empresa, tanto dentro do seu bloco (BM-C-41) quanto em blocos vizinhos (BM-C-37, 42 e 43), o que favorece para a formação de um cluster de produção, otimizando a infraestrutura e a logística a ser implantada, explica o analista.
Comercialização do prospecto
A empresa ainda realizará um teste de formação para verificar a produtividade da área descoberta, o que é fundamental para definir os níveis de comercialização do prospecto, já que a descoberta de indícios não garante a declaração de sua comercialização, explica Matos em relatório.
http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=2066909&path=/investimentos/
Gerdau precifica oferta de ações em 12 de abril
São Paulo - A Gerdau vai precificar sua oferta primária e secundária de ações, operação que pode movimentar cerca de 5 bilhões de reais, em 12 de abril, informou a companhia nesta quarta-feira.
A empresa anunciou na segunda-feira a oferta de ações, cuja parte primária será destinada para o programa de investimentos e para reforçar a estrutura de capital da maior produtora de aços longos das Américas.
Em comunicado desta quarta-feira, a Gerdau informa que fará oferta primária de 68.026.910 ações ordinárias e 134.830.100 ações preferenciais. Na oferta secundária, os acionistas Metalúrgica Gerdau e Gerdau BG Participações venderão 69 milhões de papeis preferenciais.
Na terça-feira, a ação preferencial da Gerdau fechou cotada a 20,14 reais e o papel ordinário a 15,99 reais. Com isso, a oferta primária movimentaria 3,8 bilhões de reais e a secundária, 1,4 bilhão de reais.
O período de reserva para as ofertas começa em 30 de março para varejo e se encerra em 1o de abril, no caso de pessoas vinculadas, e em 11 de abril para não vinculadas. O início das negociações dos papeis está previsto para 14 de abril.
http://exame.abril.com.br/mercados/noticias/gerdau-precifica-oferta-de-acoes-em-12-de-abril
A empresa anunciou na segunda-feira a oferta de ações, cuja parte primária será destinada para o programa de investimentos e para reforçar a estrutura de capital da maior produtora de aços longos das Américas.
Em comunicado desta quarta-feira, a Gerdau informa que fará oferta primária de 68.026.910 ações ordinárias e 134.830.100 ações preferenciais. Na oferta secundária, os acionistas Metalúrgica Gerdau e Gerdau BG Participações venderão 69 milhões de papeis preferenciais.
Na terça-feira, a ação preferencial da Gerdau fechou cotada a 20,14 reais e o papel ordinário a 15,99 reais. Com isso, a oferta primária movimentaria 3,8 bilhões de reais e a secundária, 1,4 bilhão de reais.
O período de reserva para as ofertas começa em 30 de março para varejo e se encerra em 1o de abril, no caso de pessoas vinculadas, e em 11 de abril para não vinculadas. O início das negociações dos papeis está previsto para 14 de abril.
http://exame.abril.com.br/mercados/noticias/gerdau-precifica-oferta-de-acoes-em-12-de-abril
terça-feira, 22 de março de 2011
OGX anuncia nova descoberta de hidrocarbonetos na Bacia de Campos
SÃO PAULO - A OGX Petróleo (OGXP3) anunciou nesta terça-feira (22) que foi identificada presença de hidrocarbonetos na seção albiana do poço 3-OGX-36D-RJS, localizado na Bacia de Campos.
O poço encontra-se no bloco BM-C-41, no qual a OGX detém 100% de participação, e que dista 77 km da costa fluminense, onde a lâmina d'água é de aproximadamente 128 metros.
Potencial
A coluna identificada de hidrocarbonetos possui cerca de 135 metros, com net pay de aproximadamente 60 metros, observados após a sonda Ocean Star ter iniciado trabalhos no dia 14 de fevereiro deste ano.
Segundo a companhia, "Este poço direcional, perfurado até uma profundidade de 3.612 metros, é o piloto para o poço horizontal que será perfurado a seguir, no qual se fará um teste de formação para verificar a produtividade desta área, assim como se procedeu na acumulação de Waimea, que apresentou excepcionais resultados", afirma o a OGX.
http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=2066018&path=/investimentos/
O poço encontra-se no bloco BM-C-41, no qual a OGX detém 100% de participação, e que dista 77 km da costa fluminense, onde a lâmina d'água é de aproximadamente 128 metros.
Potencial
A coluna identificada de hidrocarbonetos possui cerca de 135 metros, com net pay de aproximadamente 60 metros, observados após a sonda Ocean Star ter iniciado trabalhos no dia 14 de fevereiro deste ano.
Segundo a companhia, "Este poço direcional, perfurado até uma profundidade de 3.612 metros, é o piloto para o poço horizontal que será perfurado a seguir, no qual se fará um teste de formação para verificar a produtividade desta área, assim como se procedeu na acumulação de Waimea, que apresentou excepcionais resultados", afirma o a OGX.
http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=2066018&path=/investimentos/
Bolsas da Ásia sobem por progresso em usina no Japão
CINGAPURA, 22 de março (Reuters) - As bolsas de valores asiáticas fecharam em alta e o mercado japonês avançou mais de 4 por cento nesta terça-feira, com notícias de progresso na estabilização de uma usina nuclear danificada pelo terremoto no Japão, enquanto a alta do iene deixava operadores alertas para mais intervenções de bancos centrais.
O forte fechamento das bolsas dos Estados Unidos, após a proposta da AT&T para comprar uma unidade da Deutsche Telecom, também deu suporte às ações da Ásia.
"As ações estão se recuperando com a redução do temor nuclear no Japão, com as últimas notícias indicando progresso constante no conserto da usina nuclear", disse Kwak Joong-bo, analista de mercado da Samsung Securities, em Seul.
Em Tóquio, o índice Nikkei subiu 4,4 por cento, fechando perto da máxima do dia.
O Nikkei acumula perda de 6,3 por cento desde o fechamento de 11 de março, quando o nordeste do Japão foi abalado por um terremoto de 9,0 graus de magnitude e um tsunami de 10 metros de altura. O desastre deixou ao menos 21 mil pessoas mortas ou desaparecidas, e danificou uma usina nuclear.
Às 8h05 (horário de Brasília), o índice das ações da região Ásia-Pacífico exceto o Japão subia 0,74 por cento, impulsionado pela alta do Dow Jones e do S&P 500 em Nova York.
Os mercados asiáticos com exceção do Japão recuperaram todas as perdas registradas após o terremoto.
Em Hong Kong, o mercado subiu 0,76 por cento, a bolsa de Taiwan avançou 0,48 por cento e o índice referencial de Xangai ganhou 0,34 por cento. Cingapura encerrou em alta de 0,64 por cento, equanto Sydney fechou quase estável, com um leve ganho de 0,01 por cento.
Grandes bancos centrais do mundo gastaram mais de 30 bilhões de dólares para fazer o iene cair abaixo de 80 por dólar, a primeira intervenção coordenada desde 2000. Operadores disseram que o Banco do Japão pode intervir novamente se o dólar voltar a 80 ienes.
http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/reuters/2011/03/22/bolsas-da-asia-sobem-por-progresso-em-usina-no-japao.jhtm
O forte fechamento das bolsas dos Estados Unidos, após a proposta da AT&T para comprar uma unidade da Deutsche Telecom, também deu suporte às ações da Ásia.
"As ações estão se recuperando com a redução do temor nuclear no Japão, com as últimas notícias indicando progresso constante no conserto da usina nuclear", disse Kwak Joong-bo, analista de mercado da Samsung Securities, em Seul.
Em Tóquio, o índice Nikkei subiu 4,4 por cento, fechando perto da máxima do dia.
O Nikkei acumula perda de 6,3 por cento desde o fechamento de 11 de março, quando o nordeste do Japão foi abalado por um terremoto de 9,0 graus de magnitude e um tsunami de 10 metros de altura. O desastre deixou ao menos 21 mil pessoas mortas ou desaparecidas, e danificou uma usina nuclear.
Às 8h05 (horário de Brasília), o índice das ações da região Ásia-Pacífico exceto o Japão subia 0,74 por cento, impulsionado pela alta do Dow Jones e do S&P 500 em Nova York.
Os mercados asiáticos com exceção do Japão recuperaram todas as perdas registradas após o terremoto.
Em Hong Kong, o mercado subiu 0,76 por cento, a bolsa de Taiwan avançou 0,48 por cento e o índice referencial de Xangai ganhou 0,34 por cento. Cingapura encerrou em alta de 0,64 por cento, equanto Sydney fechou quase estável, com um leve ganho de 0,01 por cento.
Grandes bancos centrais do mundo gastaram mais de 30 bilhões de dólares para fazer o iene cair abaixo de 80 por dólar, a primeira intervenção coordenada desde 2000. Operadores disseram que o Banco do Japão pode intervir novamente se o dólar voltar a 80 ienes.
http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/reuters/2011/03/22/bolsas-da-asia-sobem-por-progresso-em-usina-no-japao.jhtm
segunda-feira, 21 de março de 2011
Bolsas da Europa têm valorização; agentes monitoram Deutsche Telekom
SÃO PAULO - As praças acionárias da Europa operam em alta nesta jornada. Os investidores acompanham o movimento dos papéis do setor de telecomunicações depois de a Deutsche Telekom acertar a venda de sua unidade T-Mobile USA.
Ontem, a AT&T e a Deutsche Telekom acertaram um acordo definitivo com relação à T-Mobile USA. A AT&T vai comprar a unidade da empresa alemã em uma transação em ações e dinheiro avaliada em US$ 39 bilhões. O conselho de diretores das duas companhias aprovou o acerto.
Também seguem no foco o caso nuclear do Japão e a turbulência na Líbia.
Há pouco, em Londres, o FTSE-100 avançava 1,26%, para 5.789,91 pontos. O CAC-40, de Paris, registrava valorização de 1,98% e estava em 3.885,49 pontos. O DAX, de Frankfurt, ganhava 2,03% e atingia 6.799,77 pontos.
http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/valor/2011/03/21/bolsas-da-europa-tem-valorizacao-agentes-monitoram-deutsche-telekom.jhtm
Ontem, a AT&T e a Deutsche Telekom acertaram um acordo definitivo com relação à T-Mobile USA. A AT&T vai comprar a unidade da empresa alemã em uma transação em ações e dinheiro avaliada em US$ 39 bilhões. O conselho de diretores das duas companhias aprovou o acerto.
Também seguem no foco o caso nuclear do Japão e a turbulência na Líbia.
Há pouco, em Londres, o FTSE-100 avançava 1,26%, para 5.789,91 pontos. O CAC-40, de Paris, registrava valorização de 1,98% e estava em 3.885,49 pontos. O DAX, de Frankfurt, ganhava 2,03% e atingia 6.799,77 pontos.
http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/valor/2011/03/21/bolsas-da-europa-tem-valorizacao-agentes-monitoram-deutsche-telekom.jhtm
Gerdau estima captar R$ 4 bi em nova emissão de ações
São Paulo – A Gerdau (GGBR3; GGBR4) e a Gerdau Metalúrgica (GOAU4) anunciaram hoje a intenção de emitir novas ações em uma oferta primária e secundária. Segundo o comunicado enviado à CVM (Comissão de Valores Mobiliários), as empresas estimam captar entre 3,8 e 4,2 bilhões de reais.
Serão vendidas novas ações ordinárias e preferenciais na oferta primária e, na secundária, novos papéis preferenciais. Os acionistas vendedores são a Metalúrgica Gerdau e a Gerdau BG Participações. A operação também contará com esforços de venda no exterior.
Os recursos a serem captados pela oferta primária serão destinados para o programa de investimentos da Gerdau para os próximos anos e para o reforço da estrutura de capital. Já o valor levantado pela oferta secundária será utilizado pelos acionistas controladores da Gerdau para exercer o direito de prioridade na oferta primária.
A empresa ainda não divulgou outros detalhes da operação, tais como o cronograma dos eventos da oferta ou os bancos contratados para a coordenação.
http://exame.abril.com.br/mercados/noticias/gerdau-espera-captar-r-4-bi-em-nova-emissao-de-acoes
Serão vendidas novas ações ordinárias e preferenciais na oferta primária e, na secundária, novos papéis preferenciais. Os acionistas vendedores são a Metalúrgica Gerdau e a Gerdau BG Participações. A operação também contará com esforços de venda no exterior.
Os recursos a serem captados pela oferta primária serão destinados para o programa de investimentos da Gerdau para os próximos anos e para o reforço da estrutura de capital. Já o valor levantado pela oferta secundária será utilizado pelos acionistas controladores da Gerdau para exercer o direito de prioridade na oferta primária.
A empresa ainda não divulgou outros detalhes da operação, tais como o cronograma dos eventos da oferta ou os bancos contratados para a coordenação.
http://exame.abril.com.br/mercados/noticias/gerdau-espera-captar-r-4-bi-em-nova-emissao-de-acoes
sexta-feira, 18 de março de 2011
Vale diz que vai manter sistema trimestral de preços de minério
A Vale (VALE5) não vai adotar um sistema mensal de preços de minério de ferro e vai manter o padrão atual de contratos trimestrais, informou o diretor global de marketing da mineradora, Pedro Gutemberg.
"A Vale está vendendo todos os volumes contratados a preços trimestrais. Está satisfeita com os preços trimestrais e não tem intenção neste momento em mudar para preços mensais", disse Gutemberg, à Reuters.
"Acreditamos que o período de três meses é um período bom o suficiente para evitar grandes diferenças em relação aos preços atuais de mercado e, por outro lado, reduzir a volatilidade do período mensal."
http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/reuters/2011/03/18/vale-diz-que-vai-manter-sistema-trimestral-de-precos-de-minerio.jhtm
"A Vale está vendendo todos os volumes contratados a preços trimestrais. Está satisfeita com os preços trimestrais e não tem intenção neste momento em mudar para preços mensais", disse Gutemberg, à Reuters.
"Acreditamos que o período de três meses é um período bom o suficiente para evitar grandes diferenças em relação aos preços atuais de mercado e, por outro lado, reduzir a volatilidade do período mensal."
http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/reuters/2011/03/18/vale-diz-que-vai-manter-sistema-trimestral-de-precos-de-minerio.jhtm
Governo do Rio cria tarifa social do gás para Minha Casa, Minha Vida
SÃO PAULO - Está publicado na edição desta sexta-feira (18) do Diário Oficial do Rio de Janeiro decreto do governador Sergio Cabral Filho, que torna mais barata a tarifa do gás para residências que participam do programa Minha Casa, Minha Vida.
De acordo com a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços, a medida, que cria a tarifa social do gás, fará com que o produto saia de R$ 3,43 para R$ 2,02, uma diferença de 41%.
“Com a economia mensal de 41%, o dinheiro pode ser usado, por exemplo, na compra de bens de primeira necessidade, como alimentos”, ressalta a subsecretária estadual de Energia, Logística e Desenvolvimento Industrial, Renata Cavalcanti.
Beneficiados
A tarifa social do gás irá beneficiar famílias com renda de até três salários mínimos, cerca de R$ 1.620, que estejam inscritas no programa habitacional Minha Casa, Minha Vida e sejam beneficiárias da tarifa social de energia elétrica.
Quem já mora em imóvel do programa poderá se inscrever para ter o desconto, mas antes será necessário verificar se a tubulação da unidade permite a instalação do gás, que será fornecido pelas concessionárias.
Segundo a subsecretária Renata Cavalcanti, o Rio de Janeiro é responsável por 45% da produção de gás natural no Brasil e possui o segundo maior mercado consumidor, inclusive de GNV.
http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=2063867&path=/suasfinancas/
De acordo com a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços, a medida, que cria a tarifa social do gás, fará com que o produto saia de R$ 3,43 para R$ 2,02, uma diferença de 41%.
“Com a economia mensal de 41%, o dinheiro pode ser usado, por exemplo, na compra de bens de primeira necessidade, como alimentos”, ressalta a subsecretária estadual de Energia, Logística e Desenvolvimento Industrial, Renata Cavalcanti.
Beneficiados
A tarifa social do gás irá beneficiar famílias com renda de até três salários mínimos, cerca de R$ 1.620, que estejam inscritas no programa habitacional Minha Casa, Minha Vida e sejam beneficiárias da tarifa social de energia elétrica.
Quem já mora em imóvel do programa poderá se inscrever para ter o desconto, mas antes será necessário verificar se a tubulação da unidade permite a instalação do gás, que será fornecido pelas concessionárias.
Segundo a subsecretária Renata Cavalcanti, o Rio de Janeiro é responsável por 45% da produção de gás natural no Brasil e possui o segundo maior mercado consumidor, inclusive de GNV.
http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=2063867&path=/suasfinancas/
quinta-feira, 17 de março de 2011
Vale espera iniciar mina de minério de ferro na China este mês
A mineradora Vale (VALE5) planeja iniciar a produção de seu projeto de minério de ferro na China, com uma capacidade anual de 1,2 milhão de toneladas, até o final de março.
O diretor global de vendas, Zhu Kai, falou durante uma conferência da indústria e seus comentários foram publicados no site do organizador do evento.
A Vale tem participação de 25% no projeto e a chinesa Anyang Steel detém o resto.
http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/reuters/2011/03/17/vale-espera-iniciar-mina-de-minerio-de-ferro-na-china-este-mes.jhtm
O diretor global de vendas, Zhu Kai, falou durante uma conferência da indústria e seus comentários foram publicados no site do organizador do evento.
A Vale tem participação de 25% no projeto e a chinesa Anyang Steel detém o resto.
http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/reuters/2011/03/17/vale-espera-iniciar-mina-de-minerio-de-ferro-na-china-este-mes.jhtm
G7 vai tentar acalmar mercados em meio à crise no Japão
Tóquio - Os líderes financeiros das maiores economias do mundo (G7) terão uma reunião na sexta-feira sobre formas de acalmar os mercados globais em meio à crise no Japão.
A ameaça de desastre nuclear após um terremoto e um tsunami atingirem o país abateu o humor nos mercados internacionais, derrubando ações e outros ativos de risco.
"Acho que a economia mundial vai direto para baixo e isso acontece em um momento em que os mercados financeiros ainda estão frágeis", disse uma autoridade de banco central do G7.
Os ministros das finanças e autoridades de BCs do grupo realizarão uma conferência telefônica por volta das 19h (horário de Brasília) desta quinta-feira, disse o ministro das Finanças do Japão, Yoshihiko Noda.
"Gostaríamos de ter apoio psicológico do G7", afirmou o ministro japonês da Economia, Kaoru Yosano, em entrevista à Reuters.
http://exame.abril.com.br/mercados/noticias/g7-vai-tentar-acalmar-mercados-em-meio-a-crise-no-japao
A ameaça de desastre nuclear após um terremoto e um tsunami atingirem o país abateu o humor nos mercados internacionais, derrubando ações e outros ativos de risco.
"Acho que a economia mundial vai direto para baixo e isso acontece em um momento em que os mercados financeiros ainda estão frágeis", disse uma autoridade de banco central do G7.
Os ministros das finanças e autoridades de BCs do grupo realizarão uma conferência telefônica por volta das 19h (horário de Brasília) desta quinta-feira, disse o ministro das Finanças do Japão, Yoshihiko Noda.
"Gostaríamos de ter apoio psicológico do G7", afirmou o ministro japonês da Economia, Kaoru Yosano, em entrevista à Reuters.
http://exame.abril.com.br/mercados/noticias/g7-vai-tentar-acalmar-mercados-em-meio-a-crise-no-japao
BC do Japão injeta mais US$ 63 bilhões para acalmar os mercados
São Paulo - O Banco Central do Japão (BOJ, na sigla em inglês) injetou há instantes 5 trilhões de ienes (US$ 63 bilhões) na economia em mais uma medida para proteger o sistema bancário do país, principalmente após a moeda local (iene) ter atingido seu maior nível frente ao dólar desde a Segunda Guerra Mundial, cotada a 76,25 ienes por cada unidade de dólar.
A valorização da moeda japonesa provocou forte queda no início das negociações desta quinta-feira (17) na Bolsa de Tóquio. O índice Nikkei 225, principal benchmark nipônico, chegou a perder mais de 4% na abertura do pregão, recuando posteriormente para 2,7%.
Este é o quarto dia consecutivo em que o BoJ atua para acalmar os mercados e ajudar os bancos e as instituições financeiras - principalmente aqueles que estão em áreas devastadas pelo terremoto que atingiu a costa noroeste do Japão na última sexta-feira (11) - a levantarem fundos. No total, 33 trilhões de ienes já foram injetados pela autoridade monetária apenas nesta semana.
"Os investidores estão monitorando de perto a variação do iene frente ao dólar. O rápido movimento da moeda está evitando de certa forma uma baixa mais brusca do Nikkei 225, mas ainda não é suficiente para conter a queda", afirmou Yumi Nishimura, analista de mercado da Daiwa Securities, em declaração à Reuters.
http://exame.abril.com.br/mercados/noticias/bc-do-japao-injeta-mais-us-63-bilhoes-para-acalmar-os-mercados
A valorização da moeda japonesa provocou forte queda no início das negociações desta quinta-feira (17) na Bolsa de Tóquio. O índice Nikkei 225, principal benchmark nipônico, chegou a perder mais de 4% na abertura do pregão, recuando posteriormente para 2,7%.
Este é o quarto dia consecutivo em que o BoJ atua para acalmar os mercados e ajudar os bancos e as instituições financeiras - principalmente aqueles que estão em áreas devastadas pelo terremoto que atingiu a costa noroeste do Japão na última sexta-feira (11) - a levantarem fundos. No total, 33 trilhões de ienes já foram injetados pela autoridade monetária apenas nesta semana.
"Os investidores estão monitorando de perto a variação do iene frente ao dólar. O rápido movimento da moeda está evitando de certa forma uma baixa mais brusca do Nikkei 225, mas ainda não é suficiente para conter a queda", afirmou Yumi Nishimura, analista de mercado da Daiwa Securities, em declaração à Reuters.
http://exame.abril.com.br/mercados/noticias/bc-do-japao-injeta-mais-us-63-bilhoes-para-acalmar-os-mercados
Bolsas da Europa buscam recuperação, à sombra de temores sobre Japão
SÃO PAULO - Os principais índices de ações da Europa registram alta no pregão desta quinta-feira (17), com o mercado recuperando parte das perdas dos últimos dias. A despeito dessa trajetória positiva, os temores em quanto à possibilidade de que o desastre natural japonês seja sucedido por um desastre nuclear persistem, e os índices das bolsas asiáticas fecharam em queda.
Na agenda de indicadores europeus desta data, o principal destaque fica por conta dos dados sobre o setor de construção na Zona do Euro, que serão divulgados mais tarde. Além disso, os investidores no velho continente deverão acompanhar também os dados sobre a economia norte-americana, em especial os números do mercado de trabalho e a inflação ao consumidor.
Portugal e a crise
Outro ponto que deve chamar a atenção do mercado nesta data é a crise fiscal na Europa. Depois da agência de classificação de risco Moody’s ter rebaixado o rating da dívida portuguesa na véspera, nesta quinta-feira os juros dos títulos de Portugal registram valorização. Para o vencimento com prazo de 5 anos, a taxa voltou a rondar o patamar de 8% ao ano. Enquanto isso, o principal índice da bolsa de Lisboa, o PSI-20, registra alta de 0,18%.
Mineradoras e montadoras avançam
Os setores de mineração e de automóveis registram expressiva valorização neste pregão e são destaques positivos. Começando pelo primeiro, em Londres, as ações da BHP Billiton sobem 1,78%, trajetória repetida pelos papéis da Rio Tinto, com alta de 1,39%, da Xstrata, ganhando 1,35%, e da Kazakhmys, com valorização de 1,92%.
Entre as montadoras de automóveis, também é registrado desempenho positivo das ações no pregão desta quinta-feira. Em Frankfurt, os papéis da Daimler sobem 1,04%, os da BMW, 2,15%, e os da Volkswagen, 2,10%. Ao mesmo tempo, em Paris, as ações da Peugeot avançam 1,69%, enquanto que as da Renault - que recentemente registraram pesada desvalorização motivada por sua ligação com a japonesa Nissan - marcam alta de 2,60%.
http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=2062939&path=/investimentos/
Na agenda de indicadores europeus desta data, o principal destaque fica por conta dos dados sobre o setor de construção na Zona do Euro, que serão divulgados mais tarde. Além disso, os investidores no velho continente deverão acompanhar também os dados sobre a economia norte-americana, em especial os números do mercado de trabalho e a inflação ao consumidor.
Portugal e a crise
Outro ponto que deve chamar a atenção do mercado nesta data é a crise fiscal na Europa. Depois da agência de classificação de risco Moody’s ter rebaixado o rating da dívida portuguesa na véspera, nesta quinta-feira os juros dos títulos de Portugal registram valorização. Para o vencimento com prazo de 5 anos, a taxa voltou a rondar o patamar de 8% ao ano. Enquanto isso, o principal índice da bolsa de Lisboa, o PSI-20, registra alta de 0,18%.
Mineradoras e montadoras avançam
Os setores de mineração e de automóveis registram expressiva valorização neste pregão e são destaques positivos. Começando pelo primeiro, em Londres, as ações da BHP Billiton sobem 1,78%, trajetória repetida pelos papéis da Rio Tinto, com alta de 1,39%, da Xstrata, ganhando 1,35%, e da Kazakhmys, com valorização de 1,92%.
Entre as montadoras de automóveis, também é registrado desempenho positivo das ações no pregão desta quinta-feira. Em Frankfurt, os papéis da Daimler sobem 1,04%, os da BMW, 2,15%, e os da Volkswagen, 2,10%. Ao mesmo tempo, em Paris, as ações da Peugeot avançam 1,69%, enquanto que as da Renault - que recentemente registraram pesada desvalorização motivada por sua ligação com a japonesa Nissan - marcam alta de 2,60%.
http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=2062939&path=/investimentos/
terça-feira, 15 de março de 2011
ADRs da Vale e Petrobras caem forte no pré-market, em meio a tensão nuclear
SÃO PAULO - Os ADRs (American Depositary Receipts) da Vale (VALE3, VALE5) e da Petrobras (PETR3, PETR4) têm forte queda no Pré-Market - modalidade que antecede a abertura dos negócios em Wall Street -, em meio às incertezas sobre a extensão do acidente nuclear no Japão, um dos principais consumidores de petróleo e minério de ferro.
Nesta terça-feira (15), os ADRs da Vale e da Petrobras caem 4,75% e 3,87%, respectivamente, cotados a US$ 30,90 e US$ 38,26, em uma sessão marcada pelo forte desempenho negativo dos mercados de ações na Ásia. O índice Nikkei despencou 10,55% , após a crise nuclear se intensificar no Japão depois de uma nova explosão em mais um reator na planta de Fukushima.
Consumidor
O país asiático é um dos maiores importadores do minério de ferro da mineradora brasileira, ficando atrás apenas da China e do mercado doméstico na lista dos maiores destinos da produção. Em 2010, 11,3% do faturamento da Vale veio das exportações para as siderúrgicas japonesas.
No entanto, a longo prazo, é possível que a mineradora lucre ao vender minério para outras siderúrgicas que precisarão produzir mais para bancar a reconstrução do país. Com a Petrobras o mesmo pode acontecer, já que os problemas nas usinas nucleares devem provocar falta de energia, refletindo no preço do petróleo, que já está pressionado devido os conflitos no Oriente Médio e no norte da África.
http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=2060991&path=/investimentos/
Nesta terça-feira (15), os ADRs da Vale e da Petrobras caem 4,75% e 3,87%, respectivamente, cotados a US$ 30,90 e US$ 38,26, em uma sessão marcada pelo forte desempenho negativo dos mercados de ações na Ásia. O índice Nikkei despencou 10,55% , após a crise nuclear se intensificar no Japão depois de uma nova explosão em mais um reator na planta de Fukushima.
Consumidor
O país asiático é um dos maiores importadores do minério de ferro da mineradora brasileira, ficando atrás apenas da China e do mercado doméstico na lista dos maiores destinos da produção. Em 2010, 11,3% do faturamento da Vale veio das exportações para as siderúrgicas japonesas.
No entanto, a longo prazo, é possível que a mineradora lucre ao vender minério para outras siderúrgicas que precisarão produzir mais para bancar a reconstrução do país. Com a Petrobras o mesmo pode acontecer, já que os problemas nas usinas nucleares devem provocar falta de energia, refletindo no preço do petróleo, que já está pressionado devido os conflitos no Oriente Médio e no norte da África.
http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=2060991&path=/investimentos/
Banco do Japão anuncia injeção de mais US$ 61 bi no mercado
Tóquio - O Banco do Japão (BOJ) anunciou nesta terça-feira (horário local) que injetará cinco trilhões de ienes (US$ 61,235 bilhões) adicionais no mercado para garantir a estabilidade financeira.
Segundo a agência "Kyodo", o banco central japonês continuará com a provisão de fundos de emergência até quarta-feira para enfrentar a crescente demanda de fundos de reserva entre as instituições financeiras.
A autoridade emissora já tinha fornecido na segunda-feira (horário local) uma injeção recorde de 15 trilhões de ienes.
O anúncio desta terça-feira aconteceu às 9h01 no horário local (21h01 de Brasília).
http://exame.abril.com.br/economia/mundo/noticias/banco-do-japao-anuncia-injecao-de-mais-us-61-bi-no-mercado
Segundo a agência "Kyodo", o banco central japonês continuará com a provisão de fundos de emergência até quarta-feira para enfrentar a crescente demanda de fundos de reserva entre as instituições financeiras.
A autoridade emissora já tinha fornecido na segunda-feira (horário local) uma injeção recorde de 15 trilhões de ienes.
O anúncio desta terça-feira aconteceu às 9h01 no horário local (21h01 de Brasília).
http://exame.abril.com.br/economia/mundo/noticias/banco-do-japao-anuncia-injecao-de-mais-us-61-bi-no-mercado
Catástrofe no Japão afetará venda de minério do Brasil
São Paulo - O reflexo no curtíssimo prazo na economia brasileira do terremoto que atingiu o Japão deve recair sobre a exportação de minério, insumo básico para siderurgia. Segundo maior produtor de aço do mundo e com problemas no fornecimento de energia e na infraestrutura, a fabricação de aço no país deve ficar comprometida, prevê o vice-presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), José Augusto de Castro.
"Nas próximas semanas, poderemos assistir ao adiamento ou cancelamento dos embarques brasileiros", diz Castro, ponderando que ainda é cedo para quantificar os impactos do terremoto do Japão. De toda forma, ele ressalta que, como os preços do minério de ferro são reajustados trimestralmente, alguma redução na cotação em razão da demanda japonesa momentaneamente mais fraca pode ocorrer no terceiro trimestre do ano, uma vez que hoje o preço da commodity está dado.
Das exportações totais brasileiras de US$ 7,140 bilhões feitas para o Japão no ano passado, o minério de ferro respondeu por 45,8%, ou US$ 3,271 bilhões, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Depois do minério, a carne de frango é o segundo maior item em termos de receita. No ano passado, o País exportou para o Japão US$ 906 milhões de carne de frango ou 12,6% da receita total.
No caso do frango, por ser um alimento básico, Castro acredita que as exportações brasileiras para o país não serão afetadas negativamente. Ao contrário, podem até crescer. Essa também é a avaliação do presidente da União Brasileira de Avicultura (Ubabef), Francisco Turra. "Em ocasiões como essa, a alimentação é prioridade", ressalta. Depois da Arábia Saudita, o Japão é o país que mais compra frango brasileiro no mundo e paga muito bem pelo produto, porque importa cortes específicos e de maior valor unitário. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
http://exame.abril.com.br/economia/brasil/noticias/catastrofe-no-japao-afetara-venda-de-minerio-do-brasil
"Nas próximas semanas, poderemos assistir ao adiamento ou cancelamento dos embarques brasileiros", diz Castro, ponderando que ainda é cedo para quantificar os impactos do terremoto do Japão. De toda forma, ele ressalta que, como os preços do minério de ferro são reajustados trimestralmente, alguma redução na cotação em razão da demanda japonesa momentaneamente mais fraca pode ocorrer no terceiro trimestre do ano, uma vez que hoje o preço da commodity está dado.
Das exportações totais brasileiras de US$ 7,140 bilhões feitas para o Japão no ano passado, o minério de ferro respondeu por 45,8%, ou US$ 3,271 bilhões, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Depois do minério, a carne de frango é o segundo maior item em termos de receita. No ano passado, o País exportou para o Japão US$ 906 milhões de carne de frango ou 12,6% da receita total.
No caso do frango, por ser um alimento básico, Castro acredita que as exportações brasileiras para o país não serão afetadas negativamente. Ao contrário, podem até crescer. Essa também é a avaliação do presidente da União Brasileira de Avicultura (Ubabef), Francisco Turra. "Em ocasiões como essa, a alimentação é prioridade", ressalta. Depois da Arábia Saudita, o Japão é o país que mais compra frango brasileiro no mundo e paga muito bem pelo produto, porque importa cortes específicos e de maior valor unitário. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
http://exame.abril.com.br/economia/brasil/noticias/catastrofe-no-japao-afetara-venda-de-minerio-do-brasil
Hypermarcas prevê redução do consumo neste ano
Com inflação em alta e perspectiva de desaceleração da economia, a Hypermarcas, maior empresa de bens de consumo do país, prevê redução no consumo neste ano, mas sem afetar os investimentos e planos da companhia.
"Esse será o ano da colheita. Fizemos muitas aquisições nos últimos dois, três anos. Agora é hora de colher os frutos das várias iniciativas, principalmente no ramo famarcêutico", disse nesta segunda-feira Claudio Bergamo, presidente da Hypermarcas, durante apresentação dos resultados da empresa.
No ano passado, a Hypermarcas fez nove aquisições, no valor de R$ 4 bilhões. Em 2010, a empresa registrou um lucro líquido de R$ 261,9 milhões ante R$ no ano anterior. No quarto trimestre de 2010, o lucro líquido foi de R$ 87,9 milhões, o que representa crescimento de 6% em comparação ao mesmo período do ano anterior.
"Estamos vivendo um momento de inversão de tendência. O aumento de inflação desde setembro e outubro foi muito grande e tem provocado a necessidade de o governo fazer aumento de juros e redução de gastos governamentais", disse Bergamo.
"Acreditamos que isso é efeito cíclico, em função da alta taxa de crescimento em 2010, que deverá acalmar-se a partir do segundo semestre de 2011. Devemos ter neste ano uma redução do poder aquisitivo dos nossos consumidores em função da inflação e um pequeno aumento da inadimplência dos consumidores. Também um aumento do custo do capital de giro e redução do nível de investimentos. Isso é necessário para controlar a inflação", completou.
Segundo Bergamo, esse cenário deve ter "pequeno impacto de demanda no curto prazo", aliado a possível redução de credito. Apesar disso, ele afirma que a empresa mantém seus planos de investimento.
"Temos projeto grande, que vem sendo executado, que é a consolidação de todas as operações em Anápolis e na fábrica da Mantecorp [Indústria Química e Farmacêutica SA], em Bragança Paulista. Estamos investindo na região e recentemente criamos o maior complexo farmacêutico da América Latina," disse.
No mercado de beleza e higiene pessoal, o executivo afirmou que o plano é continuar relançando marcas, como foi feito com Risque, Bozzano e Monange. "Só no primeiro trimestre já anunciamos o relançamento de marcas bastante conhecidas, como Biorene e Denorex, e teremos outras ao longo do ano."
http://www1.folha.uol.com.br/mercado/888705-hypermarcas-preve-reducao-do-consumo-neste-ano.shtml
"Esse será o ano da colheita. Fizemos muitas aquisições nos últimos dois, três anos. Agora é hora de colher os frutos das várias iniciativas, principalmente no ramo famarcêutico", disse nesta segunda-feira Claudio Bergamo, presidente da Hypermarcas, durante apresentação dos resultados da empresa.
No ano passado, a Hypermarcas fez nove aquisições, no valor de R$ 4 bilhões. Em 2010, a empresa registrou um lucro líquido de R$ 261,9 milhões ante R$ no ano anterior. No quarto trimestre de 2010, o lucro líquido foi de R$ 87,9 milhões, o que representa crescimento de 6% em comparação ao mesmo período do ano anterior.
"Estamos vivendo um momento de inversão de tendência. O aumento de inflação desde setembro e outubro foi muito grande e tem provocado a necessidade de o governo fazer aumento de juros e redução de gastos governamentais", disse Bergamo.
"Acreditamos que isso é efeito cíclico, em função da alta taxa de crescimento em 2010, que deverá acalmar-se a partir do segundo semestre de 2011. Devemos ter neste ano uma redução do poder aquisitivo dos nossos consumidores em função da inflação e um pequeno aumento da inadimplência dos consumidores. Também um aumento do custo do capital de giro e redução do nível de investimentos. Isso é necessário para controlar a inflação", completou.
Segundo Bergamo, esse cenário deve ter "pequeno impacto de demanda no curto prazo", aliado a possível redução de credito. Apesar disso, ele afirma que a empresa mantém seus planos de investimento.
"Temos projeto grande, que vem sendo executado, que é a consolidação de todas as operações em Anápolis e na fábrica da Mantecorp [Indústria Química e Farmacêutica SA], em Bragança Paulista. Estamos investindo na região e recentemente criamos o maior complexo farmacêutico da América Latina," disse.
No mercado de beleza e higiene pessoal, o executivo afirmou que o plano é continuar relançando marcas, como foi feito com Risque, Bozzano e Monange. "Só no primeiro trimestre já anunciamos o relançamento de marcas bastante conhecidas, como Biorene e Denorex, e teremos outras ao longo do ano."
http://www1.folha.uol.com.br/mercado/888705-hypermarcas-preve-reducao-do-consumo-neste-ano.shtml
Tragédia no Japão dispara onda de vendas nas Bolsas da Ásia
Ações e outros ativos de risco desde o dólar australianos até commodities como cobre e petróleo despencaram nesta terça-feira, enquanto ativos considerados mais seguros como títulos do Tesouro dispararam com a piora da crise nuclear do Japão.
O aumento nos níveis de radiação em uma usina no nordeste do país atingida pelo tremor gerou uma enorme venda de ações japonesas e criou efeitos de pânico com estocagem de alimentos e outros suprimentos em Tóquio.
Em um momento na sessão, os futuros do Nikkei tombaram 16% antes de reduzir as perdas para queda de 10%. Enquanto isso, o índice Nikkei fechou em baixa de 10,55%, a maior queda diária desde outubro de 2008.
O Nikkei perdeu cerca de 17% de seu valor desde o terremoto e tsunami que atingiram o Japão na sexta-feira (11), causando explosões em várias usinas nucleares e forçando milhares de fábricas a fechar as portas.
O índice que reúne mercados da região Ásia-Pacífico exibia forte queda de 3,12% às 7h28 (horário de Brasília). Enquanto isso, o índice de ações globais recuava 2,28%.
Em Sydney, a Bolsa fechou em baixa de 2,11%, com ações de mineradoras de urânio ampliando perdas enquanto alguns países indicaram que estão repensando planos para a energia nuclear após o desastre japonês.
"É como precificar um risco desconhecido. Os comentários do Japão levaram o mercado a uma situação crítica", disse Shane Oliver, diretor de estratégia de investimento da AMP Capital, em Sydney.
A Bolsa de Seul caiu 2,4%, liderada pela projetista de usinas nucleares Kepco Engineering & Construction, que encerrou em queda de 12,71%.
Em Xangai, a Bolsa recuou 1,41%. A Bolsa de Hong Kong se desvalorizou em 2,86% e Taiwan teve perda de 3,35%. O mercado em Cingapura encerrou em baixa de 2,8%.
"As pessoas estão com aversão ao risco, então os investidores estão liquidando ativos e posições incluindo petróleo e ouro", disse Tetsu Emori, gerente de fundos na Astmax, sediada em Tóquio.
http://www1.folha.uol.com.br/mercado/888792-tragedia-no-japao-dispara-onda-de-vendas-nas-bolsas-da-asia.shtml
O aumento nos níveis de radiação em uma usina no nordeste do país atingida pelo tremor gerou uma enorme venda de ações japonesas e criou efeitos de pânico com estocagem de alimentos e outros suprimentos em Tóquio.
Em um momento na sessão, os futuros do Nikkei tombaram 16% antes de reduzir as perdas para queda de 10%. Enquanto isso, o índice Nikkei fechou em baixa de 10,55%, a maior queda diária desde outubro de 2008.
O Nikkei perdeu cerca de 17% de seu valor desde o terremoto e tsunami que atingiram o Japão na sexta-feira (11), causando explosões em várias usinas nucleares e forçando milhares de fábricas a fechar as portas.
O índice que reúne mercados da região Ásia-Pacífico exibia forte queda de 3,12% às 7h28 (horário de Brasília). Enquanto isso, o índice de ações globais recuava 2,28%.
Em Sydney, a Bolsa fechou em baixa de 2,11%, com ações de mineradoras de urânio ampliando perdas enquanto alguns países indicaram que estão repensando planos para a energia nuclear após o desastre japonês.
"É como precificar um risco desconhecido. Os comentários do Japão levaram o mercado a uma situação crítica", disse Shane Oliver, diretor de estratégia de investimento da AMP Capital, em Sydney.
A Bolsa de Seul caiu 2,4%, liderada pela projetista de usinas nucleares Kepco Engineering & Construction, que encerrou em queda de 12,71%.
Em Xangai, a Bolsa recuou 1,41%. A Bolsa de Hong Kong se desvalorizou em 2,86% e Taiwan teve perda de 3,35%. O mercado em Cingapura encerrou em baixa de 2,8%.
"As pessoas estão com aversão ao risco, então os investidores estão liquidando ativos e posições incluindo petróleo e ouro", disse Tetsu Emori, gerente de fundos na Astmax, sediada em Tóquio.
http://www1.folha.uol.com.br/mercado/888792-tragedia-no-japao-dispara-onda-de-vendas-nas-bolsas-da-asia.shtml
Após tsunami, Bolsa do Japão tem queda de 10%
Ações e outros ativos de risco desde o dólar australianos até commodities como cobre e petróleo despencaram nesta terça-feira, enquanto ativos considerados mais seguros como Treasuries dispararam com a piora da crise nuclear do Japão.
O aumento nos níveis de radiação em uma usina no nordeste do país atingida pelo tremor gerou uma enorme venda de ações japonesas e criou efeitos de pânico com estocagem de alimentos e outros suprimentos em Tóquio.
Em um momento na sessão, os futuros do Nikkei tombaram 16% antes de reduzir as perdas para queda de 10%. Enquanto isso, o índice Nikkei fechou em baixa de 10,55%, a maior queda diária desde outubro de 2008.
O Nikkei perdeu cerca de 17% de seu valor desde o terremoto e tsunami que atingiram o Japão na sexta-feira, causando explosões em várias usinas nucleares e forçando milhares de fábricas a fechar as portas.
O índice que reúne mercados da região Ásia-Pacífico exibia forte queda de 3,12% às 7h28 (horário de Brasília). Enquanto isso, o índice de ações globais recuava 2,28%.
Em Sydney, a Bolsa fechou em baixa de 2,11%, com ações de mineradoras de urânio ampliando perdas enquanto alguns países indicaram que estão repensando planos para a energia nuclear após o desastre japonês.
"É como precificar um risco desconhecido. Os comentários do Japão levaram o mercado a uma situação crítica", disse Shane Oliver, diretor de estratégia de investimento da AMP Capital, em Sydney.
A Bolsa de Seul caiu 2,4%, liderada pela projetista de usinas nucleares Kepco Engineering & Construction, que encerrou em queda de 12,71%.
Em Xangai, a Bolsa recuou 1,41%. A Bolsa de Hong Kong se desvalorizou em 2,86% e Taiwan teve perda de 3,35%. O mercado em Cingapura encerrou em baixa de 2,8%.
"As pessoas estão com aversão ao risco, então os investidores estão liquidando ativos e posições incluindo petróleo e ouro", disse Tetsu Emori, gerente de fundos na Astmax, sediada em Tóquio.
http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/redacao/2011/03/15/apos-tsunami-bolsa-do-japao-tem-queda-de-10.jhtm
O aumento nos níveis de radiação em uma usina no nordeste do país atingida pelo tremor gerou uma enorme venda de ações japonesas e criou efeitos de pânico com estocagem de alimentos e outros suprimentos em Tóquio.
Em um momento na sessão, os futuros do Nikkei tombaram 16% antes de reduzir as perdas para queda de 10%. Enquanto isso, o índice Nikkei fechou em baixa de 10,55%, a maior queda diária desde outubro de 2008.
O Nikkei perdeu cerca de 17% de seu valor desde o terremoto e tsunami que atingiram o Japão na sexta-feira, causando explosões em várias usinas nucleares e forçando milhares de fábricas a fechar as portas.
O índice que reúne mercados da região Ásia-Pacífico exibia forte queda de 3,12% às 7h28 (horário de Brasília). Enquanto isso, o índice de ações globais recuava 2,28%.
Em Sydney, a Bolsa fechou em baixa de 2,11%, com ações de mineradoras de urânio ampliando perdas enquanto alguns países indicaram que estão repensando planos para a energia nuclear após o desastre japonês.
"É como precificar um risco desconhecido. Os comentários do Japão levaram o mercado a uma situação crítica", disse Shane Oliver, diretor de estratégia de investimento da AMP Capital, em Sydney.
A Bolsa de Seul caiu 2,4%, liderada pela projetista de usinas nucleares Kepco Engineering & Construction, que encerrou em queda de 12,71%.
Em Xangai, a Bolsa recuou 1,41%. A Bolsa de Hong Kong se desvalorizou em 2,86% e Taiwan teve perda de 3,35%. O mercado em Cingapura encerrou em baixa de 2,8%.
"As pessoas estão com aversão ao risco, então os investidores estão liquidando ativos e posições incluindo petróleo e ouro", disse Tetsu Emori, gerente de fundos na Astmax, sediada em Tóquio.
http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/redacao/2011/03/15/apos-tsunami-bolsa-do-japao-tem-queda-de-10.jhtm
Índices europeus perdem 3% por desastre no Japão
As Bolsas de Valores da Europa caíam mais de 3% nesta terça-feira, atingindo o menor patamar em 14 semanas após o Japão alertar sobre uma elevação considerável nos níveis de radiação decorrentes de explosões em uma das usinas nucleares afetadas pelo terremoto de sexta-feira.
A corretora Nomura disse que a continuidade das incertezas em relação aos esforços para estabilizar certas instalações nucleares manterá as ações sob pressão, mas que o mercado pode se recuperar rápido.
O apetite caía ainda mais por ativos de maior risco, como ações. O índice de volatilidade VDAX-NEW disparava 30%, para a máxima em mais de nove meses. A Bolsa do Japão despencou mais de 10%, com os dois últimos dias de queda tirando US$ 620 bilhões do mercado.
Às 7h48 (horário de Brasília), o índice das principais ações europeias FTSEurofirst 300 declinava pelo quinto pregão seguido, perdendo 3,22%, aos 1.073 pontos. Mais cedo, o índice caiu a 1.067 pontos, o menor patamar desde o início de dezembro.
"O mercado fará o melhor para precificar o pior cenário possível e nós iremos progredir a partir daí. Mas a situação é muito fluida e está mudando de hora em hora, e nós também temos de considerar os eventos no Oriente Médio", disse Keith Bowman, analista de ações da Hargreaves Lansdown.
"Os fundos japoneses têm uma considerável quantia de dívida estrangeira, e há preocupações de que os eventos possam fazê-los vender parte de suas dívidas e repatriar os fundos."
Com níveis baixos de radiação rumando para Tóquio, o primeiro-ministro japonês, Naoto Kan, pediu que as pessoas em um raio de 30 quilômetros da usina fiquem em casa.
As montadoras de veículos tinham o pior desempenho, com o índice do setor caindo 4,6% após fechamentos de usinas e preocupações sobre a oferta de autopeças. A BMW caía 4%, enquanto a Daimler AG se depreciava 5%.
O índice STOXX Europe 600 do setor de seguros caía 3,7%, com a AXA perdendo 3,2% e a Prudential recuando 3,83%.
http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/reuters/2011/03/15/indices-europeus-perdem-3-por-desastre-no-japao.jhtm
A corretora Nomura disse que a continuidade das incertezas em relação aos esforços para estabilizar certas instalações nucleares manterá as ações sob pressão, mas que o mercado pode se recuperar rápido.
O apetite caía ainda mais por ativos de maior risco, como ações. O índice de volatilidade VDAX-NEW disparava 30%, para a máxima em mais de nove meses. A Bolsa do Japão despencou mais de 10%, com os dois últimos dias de queda tirando US$ 620 bilhões do mercado.
Às 7h48 (horário de Brasília), o índice das principais ações europeias FTSEurofirst 300 declinava pelo quinto pregão seguido, perdendo 3,22%, aos 1.073 pontos. Mais cedo, o índice caiu a 1.067 pontos, o menor patamar desde o início de dezembro.
"O mercado fará o melhor para precificar o pior cenário possível e nós iremos progredir a partir daí. Mas a situação é muito fluida e está mudando de hora em hora, e nós também temos de considerar os eventos no Oriente Médio", disse Keith Bowman, analista de ações da Hargreaves Lansdown.
"Os fundos japoneses têm uma considerável quantia de dívida estrangeira, e há preocupações de que os eventos possam fazê-los vender parte de suas dívidas e repatriar os fundos."
Com níveis baixos de radiação rumando para Tóquio, o primeiro-ministro japonês, Naoto Kan, pediu que as pessoas em um raio de 30 quilômetros da usina fiquem em casa.
As montadoras de veículos tinham o pior desempenho, com o índice do setor caindo 4,6% após fechamentos de usinas e preocupações sobre a oferta de autopeças. A BMW caía 4%, enquanto a Daimler AG se depreciava 5%.
O índice STOXX Europe 600 do setor de seguros caía 3,7%, com a AXA perdendo 3,2% e a Prudential recuando 3,83%.
http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/reuters/2011/03/15/indices-europeus-perdem-3-por-desastre-no-japao.jhtm
Agência prevê leve alta da demanda mundial de petróleo
A AIE (Agência Internacional de Energia) revisou para cima a demanda mundial de petróleo em 2010 e 2011, advertindo em seu relatório mensal contra um "freio notável" da economia mundial caso o preço do barril se mantenha nos atuais níveis elevados.
A agência revisou em leve alta para 90 mil barris diários sua previsão de demanda para os anos 2010 e 2011.
O consumo foi de 87,9 milhões de barris diários (mdb) no ano passado (+3,4% em relação a 2009), e deve alcançar 89,4 mbd em 2010 (+1,6%).
"Se os preços se mantiverem nos níveis atuais ou continuarem subindo, a economia mundial poderia sofrer um freio notável", alertou a AIE.
Atualmente, com um barril de Brent a US$ 115, a cotação é 50% superior à de 2009-2010, lembra a AIE. E, se a situação se mantiver assim, o PIB mundial pode ficar entre 1 e 3,5 pontos abaixo da previsão de 4,3% do FMI (Fundo Monetário Internacional).
http://www1.folha.uol.com.br/mercado/888825-agencia-preve-leve-alta-da-demanda-mundial-de-petroleo.shtml
A agência revisou em leve alta para 90 mil barris diários sua previsão de demanda para os anos 2010 e 2011.
O consumo foi de 87,9 milhões de barris diários (mdb) no ano passado (+3,4% em relação a 2009), e deve alcançar 89,4 mbd em 2010 (+1,6%).
"Se os preços se mantiverem nos níveis atuais ou continuarem subindo, a economia mundial poderia sofrer um freio notável", alertou a AIE.
Atualmente, com um barril de Brent a US$ 115, a cotação é 50% superior à de 2009-2010, lembra a AIE. E, se a situação se mantiver assim, o PIB mundial pode ficar entre 1 e 3,5 pontos abaixo da previsão de 4,3% do FMI (Fundo Monetário Internacional).
http://www1.folha.uol.com.br/mercado/888825-agencia-preve-leve-alta-da-demanda-mundial-de-petroleo.shtml
segunda-feira, 14 de março de 2011
Gerdau e Japão levam ações ON da Usiminas a liderar altas novamente
SÃO PAULO – As ações ordinárias da Usiminas (USIM3, USIM5) são destaque de alta nesta segunda-feira (14), avançando 2,47% e cotadas a R$ 29,51, enquanto as preferenciais sobem 1,71%, para R$ 21,44, em meio a rumores sobre uma possível entrada da Gerdau (GGBR4) no grupo de controle da empresa.
Os ganhos acontecem em dia de queda do Ibovespa, que há pouco recuava 0,55%. Na última sexta-feira, a empresa também ficou entre os destaques, com seus papéis registrando ganhos acima de 4% cada.
Leia mais em http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=2060232&path=/investimentos/
Os ganhos acontecem em dia de queda do Ibovespa, que há pouco recuava 0,55%. Na última sexta-feira, a empresa também ficou entre os destaques, com seus papéis registrando ganhos acima de 4% cada.
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Itaú Unibanco e Lojas Americanas reveem FAI e assinam novo contrato
SÃO PAULO – O Itaú Unibanco (ITUB4) e a Lojas Americanas (LAME4) anunciaram nesta segunda-feira (14) a readequação da FAI (Financeira Americanas Itaú S.A.), parceria surgida em 2005 para a oferta exclusiva de produtos e serviços financeiros do Itaú Unibanco ou de suas afiliadas nos canais de distribuição da Lojas Americanas.
“De forma a padronizar e unificar as condições, todos os acordos relativos à associação foram consolidados em um único contrato com vencimento em 2026”, anunciaram as empresas. O novo contrato ocorreu devido “à nova realidade do mercado de crédito brasileiro”, indicaram as empresas em comunicado ao mercado.
R$ 10 milhões
O contrato prevê um pagamento de aproximadamente R$ 10 milhões à Lojas Americanas. Ademais, durante cinco anos, o Itaú Unibanco pagará compensações adicionais trimestrais à varejista caso as condições de rentabilidade mínima da FAI não sejam atingidas.
http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=2059941&path=/investimentos/
“De forma a padronizar e unificar as condições, todos os acordos relativos à associação foram consolidados em um único contrato com vencimento em 2026”, anunciaram as empresas. O novo contrato ocorreu devido “à nova realidade do mercado de crédito brasileiro”, indicaram as empresas em comunicado ao mercado.
R$ 10 milhões
O contrato prevê um pagamento de aproximadamente R$ 10 milhões à Lojas Americanas. Ademais, durante cinco anos, o Itaú Unibanco pagará compensações adicionais trimestrais à varejista caso as condições de rentabilidade mínima da FAI não sejam atingidas.
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Ações da Cyrela caem forte após redução do guidance para 2011 e 2012
SÃO PAULO – As ações da Cyrela (CYRE3) registram forte queda de 4,75% na manhã desta segunda-feira (11), aos R$ 15,43, próximo à mínima do dia, conforme cotação das 11h19 (horário de Brasília). Ressalta-se também que logo na abertura os papéis já acumulavam queda de 4,01%, sendo que chegou a atingir o pico de 5,06% às 11h10.
Redução do guidance
Após o fechamento do último pregão a empresa anunciou a revisão para baixo do guidance relativo a 2011 e 2012, sendo que a previsão de lançamentos em 2011 entre R$ 7,6 bilhões e R$ 8,5 bilhões, um decréscimo, quando contado do nível mais baixo ao nível mais baixo, de 8,43% em relação à estimativa anterior, que projetada valor entre R$ 8,3 bilhões e R$ 9,1 bilhões.
Para 2012, a empresa espera lançamentos entre R$ 8,7 bilhões e R$ 9,8 bilhões, novamente queda nas expectativas, desta vez de 17,14%, na mesma base de comparação.
Já as vendas projetadas para o ano de 2011 passaram de intervalo entre R$ 7,6 bilhões e R$ 8,4 bilhões para R$ 6,9 bilhões e R$ 7,7 bilhões, o que representa decréscimo de 9,2%. Para 2012, os R$ 9,7 bilhões antes esperados ficam agora entre R$ 8,0 bilhões e R$ 8,9 bilhões, queda de 17,52%.
Execução dos projetos
O Citi revelou que a redução dos números está relacionadas com a execução dos projetos, e não com a demanda. Entre os pontos abordados pelo Citi estão operações que possuem dimensões muito amplas, a grande dependência de parceria e a recente entrada desafiadora no mercado de baixa renda, que justificam o fato da empresa tentar consolidar seu crescimento entre um menor número de projetos, nos quais tem grande expectativa financeira.
http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=2060021&path=/investimentos/
Redução do guidance
Após o fechamento do último pregão a empresa anunciou a revisão para baixo do guidance relativo a 2011 e 2012, sendo que a previsão de lançamentos em 2011 entre R$ 7,6 bilhões e R$ 8,5 bilhões, um decréscimo, quando contado do nível mais baixo ao nível mais baixo, de 8,43% em relação à estimativa anterior, que projetada valor entre R$ 8,3 bilhões e R$ 9,1 bilhões.
Para 2012, a empresa espera lançamentos entre R$ 8,7 bilhões e R$ 9,8 bilhões, novamente queda nas expectativas, desta vez de 17,14%, na mesma base de comparação.
Já as vendas projetadas para o ano de 2011 passaram de intervalo entre R$ 7,6 bilhões e R$ 8,4 bilhões para R$ 6,9 bilhões e R$ 7,7 bilhões, o que representa decréscimo de 9,2%. Para 2012, os R$ 9,7 bilhões antes esperados ficam agora entre R$ 8,0 bilhões e R$ 8,9 bilhões, queda de 17,52%.
Execução dos projetos
O Citi revelou que a redução dos números está relacionadas com a execução dos projetos, e não com a demanda. Entre os pontos abordados pelo Citi estão operações que possuem dimensões muito amplas, a grande dependência de parceria e a recente entrada desafiadora no mercado de baixa renda, que justificam o fato da empresa tentar consolidar seu crescimento entre um menor número de projetos, nos quais tem grande expectativa financeira.
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sexta-feira, 11 de março de 2011
Queda do petróleo leva ações da GOL a subir, mas derruba papéis da OGX
SÃO PAULO – Repercutindo a queda nas cotações do petróleo desta sexta-feira (11), as ações da GOL (GOLL4) despontam entre as principais altas do Ibovespa, ao passo em que as ações da OGX (OGXP3) aparecem na ponta negativa do pregão.
No início da tarde, os papéis preferenciais da empresa aérea avançavam 1,74% cotados a R$ 21,08. Na ponta perdedora as ações da OGX também repercutem o movimento do petróleo, só que em sentido oposto ao da Gol. As ações da empresa caem 1,79%, cotadas a R$ 18,66.
Alta e baixa
Em Nova York, o barril de petróleo do tipo WTI segue baixa de 1,56% cotado a US$ 100,66. Já em Londres, o barril do produto tipo Brent recua 1,10% a US$ 113,74. A queda ocorre após o alívio dos temores quanto às manifestações populares marcadas para esta data na Arábia Saudita e o novo aumento das tensões na Líbia.
Vale destacar que o Ibovespa já reverteu a trajetória negativa observada no início das negociações desta sessão. Há pouco o índice apresentava ganhos, avançando 0,45% a 66.335 pontos.
http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=2058873&path=/investimentos/
No início da tarde, os papéis preferenciais da empresa aérea avançavam 1,74% cotados a R$ 21,08. Na ponta perdedora as ações da OGX também repercutem o movimento do petróleo, só que em sentido oposto ao da Gol. As ações da empresa caem 1,79%, cotadas a R$ 18,66.
Alta e baixa
Em Nova York, o barril de petróleo do tipo WTI segue baixa de 1,56% cotado a US$ 100,66. Já em Londres, o barril do produto tipo Brent recua 1,10% a US$ 113,74. A queda ocorre após o alívio dos temores quanto às manifestações populares marcadas para esta data na Arábia Saudita e o novo aumento das tensões na Líbia.
Vale destacar que o Ibovespa já reverteu a trajetória negativa observada no início das negociações desta sessão. Há pouco o índice apresentava ganhos, avançando 0,45% a 66.335 pontos.
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Refinaria da Petrobras no Japão não sofre com terremotos no país
SÃO PAULO – A Petrobras (PETR3, PETR4) informou nesta sexta-feira (11) que os abalos sísmicos sentidos no Japão não afetaram sua refinaria localizada na ilha de Okinawa, ressaltando que as operações estão ocorrendo normalmente.
No entanto, devido aos temores, o expediente de trabalho no escritório da estatal em Tóquio foi encerrado mais cedo. Não há registro de funcionários feridos.
Terremoto
A costa nordeste do Japão foi atingida nesta sexta-feira por um terremoto de 8,9 graus na escala Richter, o maior dos últimos 140 anos. De acordo com agências de notícias internacionais, o número de mortos já passa de 300. Milhares de casas estão sem energia e há diversos pontos de incêndio no país.
http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=2058935&path=/investimentos/
No entanto, devido aos temores, o expediente de trabalho no escritório da estatal em Tóquio foi encerrado mais cedo. Não há registro de funcionários feridos.
Terremoto
A costa nordeste do Japão foi atingida nesta sexta-feira por um terremoto de 8,9 graus na escala Richter, o maior dos últimos 140 anos. De acordo com agências de notícias internacionais, o número de mortos já passa de 300. Milhares de casas estão sem energia e há diversos pontos de incêndio no país.
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Tropas de Kadafi lançam ataque contra porto petrolífero líbio
Trípoli - Tropas leais ao líder líbio, Muammar Kadafi, estavam lutando para retomar o controle do porto petrolífero de Ras Lanuf nesta sexta-feira, intensificando a contraofensiva contra os insurgentes, que estão em desvantagem militar.
As forças do governo, com uma superioridade aérea e uma grande vantagem nos tanques, parecem ter retomado suas energias no conflito que já dura três semanas. Nesse ritmo, a pressão do governo líbio poderia superar os lentos esforços internacionais para impedir Gaddafi.
O som de explosões e armas de pequeno porte foi ouvido de Ras Lanuf nesta sexta-feira, enquanto fumaça emergia da cidade. Forças rebeldes disseram que ainda estavam dentro da área residencial da cidade petrolífera, e combatendo tanques de guerra do governo, além de tropas que chegaram de barco.
"Quatro barcos transportando 40 e 50 homens cada chegaram aqui. Estamos combatendo eles agora", disse um porta-voz rebelde Mohammed al-Mughrabi, sem dizer exatamente onde ele estava localizado.
O combatente rebelde Ibrahim al-Alwani disse que ele e seus colegas ainda estavam em Ras Lanuf e tinham visto tropas do governo no centro da cidade. "Eu vi talvez 150 homens em três tanques", disse. "Eu posso ouvir os confrontos."
Os insurgentes estavam indignados com a falta de ação internacional.
"Onde está o Ocidente? Como estão ajudando? O que estão fazendo?" gritava um combatente enfurecido.
http://exame.abril.com.br/economia/mundo/noticias/tropas-de-kadafi-lancam-ataque-contra-porto-petrolifero-libio
As forças do governo, com uma superioridade aérea e uma grande vantagem nos tanques, parecem ter retomado suas energias no conflito que já dura três semanas. Nesse ritmo, a pressão do governo líbio poderia superar os lentos esforços internacionais para impedir Gaddafi.
O som de explosões e armas de pequeno porte foi ouvido de Ras Lanuf nesta sexta-feira, enquanto fumaça emergia da cidade. Forças rebeldes disseram que ainda estavam dentro da área residencial da cidade petrolífera, e combatendo tanques de guerra do governo, além de tropas que chegaram de barco.
"Quatro barcos transportando 40 e 50 homens cada chegaram aqui. Estamos combatendo eles agora", disse um porta-voz rebelde Mohammed al-Mughrabi, sem dizer exatamente onde ele estava localizado.
O combatente rebelde Ibrahim al-Alwani disse que ele e seus colegas ainda estavam em Ras Lanuf e tinham visto tropas do governo no centro da cidade. "Eu vi talvez 150 homens em três tanques", disse. "Eu posso ouvir os confrontos."
Os insurgentes estavam indignados com a falta de ação internacional.
"Onde está o Ocidente? Como estão ajudando? O que estão fazendo?" gritava um combatente enfurecido.
http://exame.abril.com.br/economia/mundo/noticias/tropas-de-kadafi-lancam-ataque-contra-porto-petrolifero-libio
Cotações do petróleo caem forte, após insucesso de protesto na Arábia Saudita
SÃO PAULO - Nesta sexta-feira (11), a cotação do petróleo registra forte queda, com o barril do tipo Brent sendo cotado a US$ 112,51 (-2,92%) em Londres e o WTI cotado a US$ 99,93 (-2,77%) em Nova York. A queda ocorre após o alívio dos temores quanto às manifestações populares marcadas para está data na Arábia Saudita e o novo aumento das tensões na Líbia.
No entanto, a despeito da queda apresentada nesta sessão, a cotação da commodity energética segue com força nos mercados. O impulso recente para o petróleo advém das tensões políticas no norte da África e no Oriente Médio, em especial na Líbia, país que tem grande exportação do produto.
Manifestação na Arábia Saudita
A queda dos preços do petróleo ocorre após a manifestação popular - Dia de Fúria - que estava marcada para esta data em Riad, capital da Arábia Saudita, não ter obtido êxito, com presença relativamente reduzida. O mercado estava bastante atento ao desenrolar dos eventos na Arábia Saudita, país que conta com a maior produção e a maior reserva mundial de petróleo.
O principal temor dos investidores era de que as manifestações populares atingissem uma escala semelhante àquela registrada em outros países do norte da África e Oriente Médio, como por exemplo no Egito, no Bahrein e na Líbia.
Os protestos sauditas registrados até o momento acontecem principalmente entre a minoria xiita da população. Como reação às possíveis manifestações populares, o governo da Arábia Saudita liberou US$ 36 bilhões em benefícios para a população, além de a polícia de Riad ter ficado em prontidão nesta sexta-feira, relatam agências internacionais.
Tensão na Líbia aumenta
Já a situação na Líbia voltou a se agravar nas últimas horas. Forças do governo promoveram pesados ataques contra posições dos opositores em diversas localidades do país. Segundo relatos do governo líbio, suas forças teriam conseguido recuperar posições perdidas para os opositores.
http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=2058592&path=/investimentos/
No entanto, a despeito da queda apresentada nesta sessão, a cotação da commodity energética segue com força nos mercados. O impulso recente para o petróleo advém das tensões políticas no norte da África e no Oriente Médio, em especial na Líbia, país que tem grande exportação do produto.
Manifestação na Arábia Saudita
A queda dos preços do petróleo ocorre após a manifestação popular - Dia de Fúria - que estava marcada para esta data em Riad, capital da Arábia Saudita, não ter obtido êxito, com presença relativamente reduzida. O mercado estava bastante atento ao desenrolar dos eventos na Arábia Saudita, país que conta com a maior produção e a maior reserva mundial de petróleo.
O principal temor dos investidores era de que as manifestações populares atingissem uma escala semelhante àquela registrada em outros países do norte da África e Oriente Médio, como por exemplo no Egito, no Bahrein e na Líbia.
Os protestos sauditas registrados até o momento acontecem principalmente entre a minoria xiita da população. Como reação às possíveis manifestações populares, o governo da Arábia Saudita liberou US$ 36 bilhões em benefícios para a população, além de a polícia de Riad ter ficado em prontidão nesta sexta-feira, relatam agências internacionais.
Tensão na Líbia aumenta
Já a situação na Líbia voltou a se agravar nas últimas horas. Forças do governo promoveram pesados ataques contra posições dos opositores em diversas localidades do país. Segundo relatos do governo líbio, suas forças teriam conseguido recuperar posições perdidas para os opositores.
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Índices de ações europeus em queda, após forte terremoto no Japão
SÃO PAULO - Os principais índices de ações europeus registram queda nesta sexta-feira (11), com o mercado avaliando o forte terremoto que atingiu o Japão nesta madrugada e também o novo aumento das tensões na Líbia.
Pouco antes das 15h00 no horário japonês, um forte terremoto de magnitude 8,9 graus na escala richter atingiu o Japão. Além da destruição causada pelo tremor - que foi seguido por diversos abalos de menor intensidade -, a costa nordeste japonesa foi atingida por um tsunami gerado pelo abalo sísmico. Autoridades emitiram alerta de ondas gigantes em diversos outros países banhados pelo Oceano Pacífico.
Nas bolsas asiáticas, a repercussão do terremoto foi bastante negativa, pressionando os índices. Em Tóquio, o índice Nikkei recuou 1,72%, enquanto que em Hong Kong o índice Hang Seng marcou queda de 1,76%.
Líbia também chama atenção
Outro fator que tem bastante influência no humor do mercado nesta sexta-feira é o novo aumento das tensões na Líbia. Tropas do governo líbio promoveram pesados ataques contra opositores e teriam conseguido retomar o controle de algumas localidades. Por sua vez, a Cruz Vermelha já classifica a situação da Líbia - importante fornecedor de petróleo dos países europeus - como guerra civil.
Resseguradoras em queda após terremoto
Entre as ações, o destaque neste pregão fica por conta do desempenho das empresas resseguradoras - que garantem contratos de seguros para outras seguradoras e de ativos de maior porte - após o terremoto no Japão. Em Frankfurt, os papéis da Munich Re perdem 5,01% e os da Hannover Re, 4,74%. Em Zurique, a tendência é repetida: as ações da Zurich Re caem 5,32%.
Outro destaque fica por conta das ações dos bancos, que também apresentam trajetória negativa neste pregão, com exceção do Société Générale (+0,96%) e Crédit Agricole (+0,90%). Em Londres, as ações do Barclays caem 1,41% e as do RBS, 0,70%. Ao mesmo tempo, em Frankfurt, as ações do Deutsche Bank perdem 0,47%, enquanto que em Paris os papéis do BNP Paribas tem queda de 0,49%.
http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=2058506&path=/investimentos/
Pouco antes das 15h00 no horário japonês, um forte terremoto de magnitude 8,9 graus na escala richter atingiu o Japão. Além da destruição causada pelo tremor - que foi seguido por diversos abalos de menor intensidade -, a costa nordeste japonesa foi atingida por um tsunami gerado pelo abalo sísmico. Autoridades emitiram alerta de ondas gigantes em diversos outros países banhados pelo Oceano Pacífico.
Nas bolsas asiáticas, a repercussão do terremoto foi bastante negativa, pressionando os índices. Em Tóquio, o índice Nikkei recuou 1,72%, enquanto que em Hong Kong o índice Hang Seng marcou queda de 1,76%.
Líbia também chama atenção
Outro fator que tem bastante influência no humor do mercado nesta sexta-feira é o novo aumento das tensões na Líbia. Tropas do governo líbio promoveram pesados ataques contra opositores e teriam conseguido retomar o controle de algumas localidades. Por sua vez, a Cruz Vermelha já classifica a situação da Líbia - importante fornecedor de petróleo dos países europeus - como guerra civil.
Resseguradoras em queda após terremoto
Entre as ações, o destaque neste pregão fica por conta do desempenho das empresas resseguradoras - que garantem contratos de seguros para outras seguradoras e de ativos de maior porte - após o terremoto no Japão. Em Frankfurt, os papéis da Munich Re perdem 5,01% e os da Hannover Re, 4,74%. Em Zurique, a tendência é repetida: as ações da Zurich Re caem 5,32%.
Outro destaque fica por conta das ações dos bancos, que também apresentam trajetória negativa neste pregão, com exceção do Société Générale (+0,96%) e Crédit Agricole (+0,90%). Em Londres, as ações do Barclays caem 1,41% e as do RBS, 0,70%. Ao mesmo tempo, em Frankfurt, as ações do Deutsche Bank perdem 0,47%, enquanto que em Paris os papéis do BNP Paribas tem queda de 0,49%.
http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=2058506&path=/investimentos/
quinta-feira, 10 de março de 2011
Petrobras declara indícios de hidrocarbonetos em poço no Amazonas
SÃO PAULO – A Petrobras (PETR3, PETR4) enviou à ANP (Agência Nacional de Petróleo) a notificação de indícios de hidrocarbonetos no bloco BT-SOL-1, no Amazonas, segundo consta no site do órgão nesta quinta-feira (10).
Conforme dados enviados ao órgão responsável em 4 de março, os hidrocarbonetos presentes são gás e petróleo e encontram-se em terra.
Operado pela Petrobras
Vale lembrar que o poço, denominado por 1-BRSA-892-AM, é operado pela própria Petrobras. Além do mais, a última notificação da empresa havia sido realizada em 28 de fevereiro, no poço 3-BRSA-891-A-RJS, com indícios de petróleo localizado em água, no bloco BM-S-11.
http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=2057659&path=/investimentos/
Conforme dados enviados ao órgão responsável em 4 de março, os hidrocarbonetos presentes são gás e petróleo e encontram-se em terra.
Operado pela Petrobras
Vale lembrar que o poço, denominado por 1-BRSA-892-AM, é operado pela própria Petrobras. Além do mais, a última notificação da empresa havia sido realizada em 28 de fevereiro, no poço 3-BRSA-891-A-RJS, com indícios de petróleo localizado em água, no bloco BM-S-11.
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Ações da Vale encerram em forte baixa, com notícia sobre dívida de R$ 4 bilhões
SÃO PAULO - As ações da Vale (VALE3, VALE5) reagiram mal à notícia de que o governo deve cobrar R$ 4 bilhões em royalties pela exploração de minério de ferro e encerraram o dia com forte queda no pregão. A ação ordinária fechou o dia como a terceira maior baixa dentre os papéis que compõem o Ibovespa, recuando 3,64% cotada a R$ 53,62. Também pressionada, a ação PNA registrou queda de 2,89%, cotada a R$ 47,63, amargando a quarta colocação no campo das perdas.
De acordo com o jornal Folha de São Paulo, o DNPM (Departamento Nacional de Produção Mineral) exige que a mineradora pague R$ 900 milhões pela exploração de minério no Pará e outros R$ 3 bilhões pela mineração em Minas Gerais. Tanto a Vale quanto o DNPM foram contatados pela InfoMoney, no entanto não foi possível confirmar as informações.
Ajuda de Lobão
Após o anúncio da cobrança, Roger Agnelli, presidente da Vale, decidiu recorrer ao Ministro de Minas e Energias, Edison Lobão, para anular uma decisão que poderia fazer com que a companhia perdesse seus direitos sobre a exploração da mina de Carajás, localizada no Pará. Alegando irregularidade na base de cálculo usada pela mineradora para recolher os royalties de mineração, no dia 25 de fevereiro a superintendência do órgão no Pará abriu processo para cassar a concessão da Vale em Carajás.
O DNPM vê divergências na maneira como a empresa faz o cálculo dos royalties, o que faz com que a Vale recolha o valor sobre suas exportações por um preço abaixo do preço final. Por consequência deste fato, o órgão aplicou uma advertência e três multas à Vale, no intervalo de um ano, como revela despacho de 22 de fevereiro do DNPM, em que foi resolvida a intimação da empresa.
Segundo notícia do jornal, a interferência de Agnelli diretamente em Brasília fez com que a direção nacional do DNPM revogasse no dia 1 de março a abertura do processo, alegando que o “superintendente no Pará não tinha autonomia para a iniciativa”.
Bradespar também recua forte
A Bradespar (BRAP4), holding que detém parte do controle da mineradora Vale, também acompanhou as perdas e fechou o pregão acumulando o segundo pior desempenho do dia dentre os papéis do Ibovespa. As ações PN da empresa recuaram 3,67% e fecharam cotadas a R$ 41,70.
http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=2057636&path=/investimentos/
De acordo com o jornal Folha de São Paulo, o DNPM (Departamento Nacional de Produção Mineral) exige que a mineradora pague R$ 900 milhões pela exploração de minério no Pará e outros R$ 3 bilhões pela mineração em Minas Gerais. Tanto a Vale quanto o DNPM foram contatados pela InfoMoney, no entanto não foi possível confirmar as informações.
Ajuda de Lobão
Após o anúncio da cobrança, Roger Agnelli, presidente da Vale, decidiu recorrer ao Ministro de Minas e Energias, Edison Lobão, para anular uma decisão que poderia fazer com que a companhia perdesse seus direitos sobre a exploração da mina de Carajás, localizada no Pará. Alegando irregularidade na base de cálculo usada pela mineradora para recolher os royalties de mineração, no dia 25 de fevereiro a superintendência do órgão no Pará abriu processo para cassar a concessão da Vale em Carajás.
O DNPM vê divergências na maneira como a empresa faz o cálculo dos royalties, o que faz com que a Vale recolha o valor sobre suas exportações por um preço abaixo do preço final. Por consequência deste fato, o órgão aplicou uma advertência e três multas à Vale, no intervalo de um ano, como revela despacho de 22 de fevereiro do DNPM, em que foi resolvida a intimação da empresa.
Segundo notícia do jornal, a interferência de Agnelli diretamente em Brasília fez com que a direção nacional do DNPM revogasse no dia 1 de março a abertura do processo, alegando que o “superintendente no Pará não tinha autonomia para a iniciativa”.
Bradespar também recua forte
A Bradespar (BRAP4), holding que detém parte do controle da mineradora Vale, também acompanhou as perdas e fechou o pregão acumulando o segundo pior desempenho do dia dentre os papéis do Ibovespa. As ações PN da empresa recuaram 3,67% e fecharam cotadas a R$ 41,70.
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Alta do petróleo faz índices asiáticos fecharem em queda
SYDNEY (Reuters) - As bolsas de valores da Ásia fecharam em baixa nesta quinta-feira, com a intensificação dos conflitos na Líbia elevando os preços do petróleo e alimentando preocupações sobre os efeitos que a pressão inflacionária pode ter no crescimento mundial.
A crise de dívida soberana na zona do euro também é um risco ao crescimento econômico. Na quarta-feira, Portugal viu os rendimentos pagos nos bônus de dois anos atingirem o maior nível desde que o país entrou para a zona do euro, em 1999, fazendo ressurgir a possibilidade de um resgate internacional ao país.
Para tentar controlar a alta dos preços, a Coreia do Sul elevou a taxa básica de juros pela quarta vez em menos de um ano. A Nova Zelândia, por outro lado, reduziu as taxas para impulsionar a confiança após o terremoto do mês passado.
O petróleo Brent subia 0,5 por cento, para 116,50 dólares.
"Os investidores ainda estão preocupados sobre os acontecimentos no Oriente Médio, portanto os preços do petróleo podem decidir a direção do mercado durante o dia", disse Masumi Yamamoto, analista de mercado da Daiwa Securities Capital Markets.
Essa preocupação fez o índice acionário de TÓQUIO cair 1,1 por cento. As ações da região Ásia-Pacífico com exceção do Japão recuavam 1,37 por cento.
Em SEUL, o mercado perdeu 1,1 por cento. Em HONG KONG, a bolsa caiu 0,5 por cento, enquanto o índice referencial de XANGAI fechou em baixa de 0,8 por cento.
O setor de tecnologia foi pressionado após a gigante tecnológica Texas Instruments anunciar uma perspectiva fraca. A Samsung Electronics se depreciou 2,4 por cento.
Dados revisados mostraram que a economia do Japão, terceira maior do mundo, encolheu um pouco mais que o estimado inicialmente no quarto trimestre.
http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/reuters/2011/03/10/alta-do-petroleo-faz-indices-asiaticos-fecharem-em-queda.jhtm
A crise de dívida soberana na zona do euro também é um risco ao crescimento econômico. Na quarta-feira, Portugal viu os rendimentos pagos nos bônus de dois anos atingirem o maior nível desde que o país entrou para a zona do euro, em 1999, fazendo ressurgir a possibilidade de um resgate internacional ao país.
Para tentar controlar a alta dos preços, a Coreia do Sul elevou a taxa básica de juros pela quarta vez em menos de um ano. A Nova Zelândia, por outro lado, reduziu as taxas para impulsionar a confiança após o terremoto do mês passado.
O petróleo Brent subia 0,5 por cento, para 116,50 dólares.
"Os investidores ainda estão preocupados sobre os acontecimentos no Oriente Médio, portanto os preços do petróleo podem decidir a direção do mercado durante o dia", disse Masumi Yamamoto, analista de mercado da Daiwa Securities Capital Markets.
Essa preocupação fez o índice acionário de TÓQUIO cair 1,1 por cento. As ações da região Ásia-Pacífico com exceção do Japão recuavam 1,37 por cento.
Em SEUL, o mercado perdeu 1,1 por cento. Em HONG KONG, a bolsa caiu 0,5 por cento, enquanto o índice referencial de XANGAI fechou em baixa de 0,8 por cento.
O setor de tecnologia foi pressionado após a gigante tecnológica Texas Instruments anunciar uma perspectiva fraca. A Samsung Electronics se depreciou 2,4 por cento.
Dados revisados mostraram que a economia do Japão, terceira maior do mundo, encolheu um pouco mais que o estimado inicialmente no quarto trimestre.
http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/reuters/2011/03/10/alta-do-petroleo-faz-indices-asiaticos-fecharem-em-queda.jhtm
quarta-feira, 9 de março de 2011
Eike Batista vende 5% da LLX a gestora de fundos canadense
São Paulo – A LLX, braço de logística do Grupo EBX, de Eike Batista, vendeu 5% de suas ações para a gestora de fundos canadense Manulife Asset Management (MAM). O percentual corresponde a 34.772.230 ações da empresa, que não detalhou os motivos da negociação nem o valor em comunicado enviado ao mercado.
A MAM, com fundos sob gestão e aconselhamento de mais de 210 bilhões de dólares, atua entre as principais classes de ativos desde ações, renda fixa até investimentos alternativos como imobiliários, florestais e agrícolas.
A LLX está implantando o Complexo Industrial do Superporto do Açu, em São João da Barra (RJ), o maior empreendimento porto-indústria da América Latina. A previsão é que a operação do Superporto do Açu seja iniciada em 2012.
http://exame.abril.com.br/negocios/empresas/noticias/eike-batista-vende-5-da-llx-a-gestora-de-fundos-canadense
A MAM, com fundos sob gestão e aconselhamento de mais de 210 bilhões de dólares, atua entre as principais classes de ativos desde ações, renda fixa até investimentos alternativos como imobiliários, florestais e agrícolas.
A LLX está implantando o Complexo Industrial do Superporto do Açu, em São João da Barra (RJ), o maior empreendimento porto-indústria da América Latina. A previsão é que a operação do Superporto do Açu seja iniciada em 2012.
http://exame.abril.com.br/negocios/empresas/noticias/eike-batista-vende-5-da-llx-a-gestora-de-fundos-canadense
sexta-feira, 4 de março de 2011
Hering obtém lucro de R$ 212 milhões em 2010
São Paulo – A Hering, empresa que atua no varejo de vestuário, encerrou 2010 com lucro de R$ 212,01 milhões, informam balanços contábeis da companhia divulgados na noite desta quinta-feira (3).
O resultado é 54,2 % maior que o de 2009, quando a companhia embolsou R$ 137,52 milhões. Já a receita líquida subiu 40,6%, para R$ 1,01 bilhão, ante arrecadação de R$ 720,9 milhões durante o ano de 2009. O lucro bruto somou R$ 501,9 milhões de reais. A cifra representou uma alta de 47,3% sobre o ano anterior.
As despesas operacionais totalizaram R$ 248,5 milhões de reais, ante os R$ 206 milhões reais de 2009. Com isso, o lucro operacional foi de R$ 263,5 milhões de reais. A Hering encerrou dezembro com patrimônio líquido de R$ 369,4 milhões de reais. O montante representa um avanço de 16,8% sobre os R$ 316,4% reais com que fechou 2009.
http://exame.abril.com.br/negocios/empresas/noticias/hering-obtem-lucro-de-r-212-milhoes-em-2010
O resultado é 54,2 % maior que o de 2009, quando a companhia embolsou R$ 137,52 milhões. Já a receita líquida subiu 40,6%, para R$ 1,01 bilhão, ante arrecadação de R$ 720,9 milhões durante o ano de 2009. O lucro bruto somou R$ 501,9 milhões de reais. A cifra representou uma alta de 47,3% sobre o ano anterior.
As despesas operacionais totalizaram R$ 248,5 milhões de reais, ante os R$ 206 milhões reais de 2009. Com isso, o lucro operacional foi de R$ 263,5 milhões de reais. A Hering encerrou dezembro com patrimônio líquido de R$ 369,4 milhões de reais. O montante representa um avanço de 16,8% sobre os R$ 316,4% reais com que fechou 2009.
http://exame.abril.com.br/negocios/empresas/noticias/hering-obtem-lucro-de-r-212-milhoes-em-2010
Direto ao ponto: agenda dos Estados Unidos pode trazer otimismo ao pregão
SÃO PAULO - Ao fim de uma semana que trouxe tanto a melhora nas contratações privadas dos Estados Unidos em fevereiro, quanto a queda nos pedidos de auxílio-desemprego na última semana, a expectativa para o Relatório de Emprego norte-americano, a ser divulgado no pregão desta sexta-feira (4), não poderia ser melhor. A chance de uma forte recuperação no último mês faz com que este seja o principal motor para os ganhos do dia, repetindo o último pregão, enquanto a agenda doméstica segue agitada, com o IPCA (Índice Geral de Preços ao Consumidor Amplo).
Na véspera, os indicadores positivos sobre a economia norte-americana sustentaram tanto os mercados internacionais quanto o Ibovespa, que fechou em alta de 1,28%, atingindo os 68.145 pontos, maior pontuação desde 26 de janeiro.
Relatório de Emprego e IPCA em pauta
Para o diretor da iCash Investimentos, Salomão Santos, a perspectiva de dados "muito bons" sobre o emprego nos Estados Unidos tendem ofuscar o cenário de crise política na Líbia. "O indicador tende a confirmar que a economia dos Estados Unidos está realmente pegando ritmo, para nortear a sessão", diz.
Com as fortes nevascas de janeiro deixadas de lado, em fevereiro o mercado de trabalho norte-americano tende a surpreender. O consenso de mercado aponta para um aumento de vagas cinco vezes superior aos 36 mil postos privados mostrados no mês anterior, para 185 mil.
Por aqui, grande expectativa pela divulgação do IPCA de fevereiro. Os analistas esperam por um avanço de 0,85% na passagem, próximo do patamar visto em janeiro, ante a desaceleração por parte do segmento de alimentos e transporte.
Destaques setoriais
Sem resultados corporativos de peso e com um volume de negócios reduzido por conta do feriado que se aproxima, o mercado ainda segue atento ao movimento dos commodities. Segundo o diretor da iCash, o crescimento da economia chinesa e norte-americana tende a continuar pressionando os preços do setor. Já o petróleo tende a voltar a recuar levemente, a não ser pela chance de que o presidente da Líbia, Muammar Khadafi, deixar o poder, aponta Salomão Santos.
Além disso, ele acredita em um bom desempenho de papéis ligados ao setor financeiro e de construção civil, que mostraram perdas acentuadas recentemente e tendem a começar a recuperá-las. "Há também a chance de melhora no cenário para a siderurgia, principalmente após o resultado positivo da Gerdau (GGBR4)", diz o analista.
http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=2055722&path=/investimentos/
Na véspera, os indicadores positivos sobre a economia norte-americana sustentaram tanto os mercados internacionais quanto o Ibovespa, que fechou em alta de 1,28%, atingindo os 68.145 pontos, maior pontuação desde 26 de janeiro.
Relatório de Emprego e IPCA em pauta
Para o diretor da iCash Investimentos, Salomão Santos, a perspectiva de dados "muito bons" sobre o emprego nos Estados Unidos tendem ofuscar o cenário de crise política na Líbia. "O indicador tende a confirmar que a economia dos Estados Unidos está realmente pegando ritmo, para nortear a sessão", diz.
Com as fortes nevascas de janeiro deixadas de lado, em fevereiro o mercado de trabalho norte-americano tende a surpreender. O consenso de mercado aponta para um aumento de vagas cinco vezes superior aos 36 mil postos privados mostrados no mês anterior, para 185 mil.
Por aqui, grande expectativa pela divulgação do IPCA de fevereiro. Os analistas esperam por um avanço de 0,85% na passagem, próximo do patamar visto em janeiro, ante a desaceleração por parte do segmento de alimentos e transporte.
Destaques setoriais
Sem resultados corporativos de peso e com um volume de negócios reduzido por conta do feriado que se aproxima, o mercado ainda segue atento ao movimento dos commodities. Segundo o diretor da iCash, o crescimento da economia chinesa e norte-americana tende a continuar pressionando os preços do setor. Já o petróleo tende a voltar a recuar levemente, a não ser pela chance de que o presidente da Líbia, Muammar Khadafi, deixar o poder, aponta Salomão Santos.
Além disso, ele acredita em um bom desempenho de papéis ligados ao setor financeiro e de construção civil, que mostraram perdas acentuadas recentemente e tendem a começar a recuperá-las. "Há também a chance de melhora no cenário para a siderurgia, principalmente após o resultado positivo da Gerdau (GGBR4)", diz o analista.
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Venda de material de construção eleva atividade do comércio em fevereiro
SÃO PAULO – As vendas de materiais de construção novamente elevaram a atividade do comércio varejista em fevereiro, de acordo com o Indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio, divulgado nesta sexta-feira (4).
No mês passado, o comércio em geral registrou aumento de 10,4% nas vendas, frente ao mesmo mês do ano passado. Este resultado ficou acima dos 9,8% verificados em janeiro e abaixo dos 12,8% de dezembro.
Somente as comercializações do grupo Material de Construção apresentaram alta de 17% no período. Já as vendas de Móveis, Eletroeletrônicos e Informática cresceram 9,9% no período e também influenciaram no desempenho do índice anual.
De acordo com o indicador, em fevereiro, frente a janeiro deste ano, a atividade do comércio varejista registrou avanço de 0,7%.
Na avaliação dos economistas da Serasa Experian, a adoção das medidas macroprudenciais de restrição ao crédito e o início do processo de aumento da taxa básica de juros (taxa Selic) deverão fazer com que, em 2011, o varejo exiba crescimento positivo em sua atividade, porém em taxas mais moderadas do que as verificadas ao longo de 2010.
Comércio varejista frente a 2010
Em fevereiro, frente ao mesmo mês do ano passado, além dos grupos Material de Construção e Móveis, Eletroeletrônicos e Informática, outros grupos registraram aumentos nas vendas. É o caso do grupo Combustíveis e Lubrificantes, cuja alta ficou em 7,8%.
Já o grupo Veículos, Motos e Peças apresentou aumento de 6,8% nas vendas. Supermercados, Hipermercados e Alimentos e Bebidas, e Tecidos, Vestuário, Calçados e Acessórios mensuraram altas de 6,3% e 2,3%, respectivamente.
Análise mensal
Com o indicador registrando elevação frente a janeiro, todos os grupos apresentaram desempenho positivo nas vendas no período. É o caso de Veículos, Motos e Peças, cuja alta foi de 4,6%, a maior no período. Combustíveis e Lubrificantes registraram a segunda melhor marca, de 3,6%.
O grupo Material de Construção e o conjunto Tecidos, Vestuário, Calçados e Acessórios registraram avanços de 2,9% e 2,4% cada. Por fim, os grupos Supermercados, Hipermercados e Alimentos e Bebidas (0,8%), e Móveis, Eletroeletrônicos e Informática (0,3%) fecharam a lista de altas nas vendas.
Sobre o índice
O indicador da Serasa tem como base o banco de dados da Serasa Experian. A partir da metodologia de cálculo do PIB, apresentada pelo IBGE em 2007, na qual o comércio passou a ser, individualmente, o setor com maior participação na geração do valor adicionado da economia brasileira, respondendo por 11%, a entidade percebeu que é de fundamental importância dispor de mais indicadores, destinados a mensurar a evolução deste setor da atividade econômica do País.
http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=2055750&path=/
No mês passado, o comércio em geral registrou aumento de 10,4% nas vendas, frente ao mesmo mês do ano passado. Este resultado ficou acima dos 9,8% verificados em janeiro e abaixo dos 12,8% de dezembro.
Somente as comercializações do grupo Material de Construção apresentaram alta de 17% no período. Já as vendas de Móveis, Eletroeletrônicos e Informática cresceram 9,9% no período e também influenciaram no desempenho do índice anual.
De acordo com o indicador, em fevereiro, frente a janeiro deste ano, a atividade do comércio varejista registrou avanço de 0,7%.
Na avaliação dos economistas da Serasa Experian, a adoção das medidas macroprudenciais de restrição ao crédito e o início do processo de aumento da taxa básica de juros (taxa Selic) deverão fazer com que, em 2011, o varejo exiba crescimento positivo em sua atividade, porém em taxas mais moderadas do que as verificadas ao longo de 2010.
Comércio varejista frente a 2010
Em fevereiro, frente ao mesmo mês do ano passado, além dos grupos Material de Construção e Móveis, Eletroeletrônicos e Informática, outros grupos registraram aumentos nas vendas. É o caso do grupo Combustíveis e Lubrificantes, cuja alta ficou em 7,8%.
Já o grupo Veículos, Motos e Peças apresentou aumento de 6,8% nas vendas. Supermercados, Hipermercados e Alimentos e Bebidas, e Tecidos, Vestuário, Calçados e Acessórios mensuraram altas de 6,3% e 2,3%, respectivamente.
Análise mensal
Com o indicador registrando elevação frente a janeiro, todos os grupos apresentaram desempenho positivo nas vendas no período. É o caso de Veículos, Motos e Peças, cuja alta foi de 4,6%, a maior no período. Combustíveis e Lubrificantes registraram a segunda melhor marca, de 3,6%.
O grupo Material de Construção e o conjunto Tecidos, Vestuário, Calçados e Acessórios registraram avanços de 2,9% e 2,4% cada. Por fim, os grupos Supermercados, Hipermercados e Alimentos e Bebidas (0,8%), e Móveis, Eletroeletrônicos e Informática (0,3%) fecharam a lista de altas nas vendas.
Sobre o índice
O indicador da Serasa tem como base o banco de dados da Serasa Experian. A partir da metodologia de cálculo do PIB, apresentada pelo IBGE em 2007, na qual o comércio passou a ser, individualmente, o setor com maior participação na geração do valor adicionado da economia brasileira, respondendo por 11%, a entidade percebeu que é de fundamental importância dispor de mais indicadores, destinados a mensurar a evolução deste setor da atividade econômica do País.
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Índices acionários da Ásia fecham em alta após otimismo com EUA
SÃO PAULO – Impulsionados pela forte alta nas negociações norte-americanas da véspera, os principais índices acionários da Ásia encerraram a sessão desta sexta-feira (4) no campo positivo, também em espera por nova rodada favorável de indicadores econômicos na maior economia do mundo.
No pregão anterior, as bolsas nos EUA foram influenciadas por dados surpreendentes, com o recuo do número de pedidos de auxílio desemprego na semana até 26 de fevereiro ao menor patamar desde maio de 2008, além de indicar perspectivas positivas para a divulgação do Relatório de Emprego, que será divulgado nesta sexta-feira. Também melhor que o esperado foram os números da prévia da produtividade no mercado de trabalho norte-americano, excluindo o setor agropecuário, e do ISM Services.
Além disso, o iene se desvalorizou frente ao dólar, o que ajuda a criar um cenário melhor para as empresas com atuação no exterior. Deste modo, os papéis destas empresas avançaram nesta sexta-feira, como os da Nikon (+1,85%), Sony (+1,15), Toyota Motor (+1,20%), entre outros.
Gastos em defesa e bancos
Já na China, um membro do governo anunciou que há um planos para aumentar o orçamento da defesa em 12,5% neste ano, aos 601 bilhões de yuans, ante o incremento de 7,5% do ano passado. Este valor representa cerca de 6% dos gastos previstos para o país neste ano, afirmou Li Zhaoxing, porta-voz do congresso nacional, segundo agências de notícias oficiais. Além disso, as negociações cambiais dos bancos chineses marcaram um superávit de US$ 68,4 bilhões em janeiro, segundo dados do órgão de comércio exterior.
Entre os setores em alta, as ações do setor bancário registraram valorização nesta sexta-feira – alta de 1,35% para as do China Merchants Bank e de 1,16% para as do Industrial and Commercial Bank of China -, bem como as de imobiliárias, com avanço de 2,43% para as da Poly Real Estate e de 2,31% para as da Gemdale Corporation.
Veja mais informações em http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=2055731&path=/investimentos/
No pregão anterior, as bolsas nos EUA foram influenciadas por dados surpreendentes, com o recuo do número de pedidos de auxílio desemprego na semana até 26 de fevereiro ao menor patamar desde maio de 2008, além de indicar perspectivas positivas para a divulgação do Relatório de Emprego, que será divulgado nesta sexta-feira. Também melhor que o esperado foram os números da prévia da produtividade no mercado de trabalho norte-americano, excluindo o setor agropecuário, e do ISM Services.
Além disso, o iene se desvalorizou frente ao dólar, o que ajuda a criar um cenário melhor para as empresas com atuação no exterior. Deste modo, os papéis destas empresas avançaram nesta sexta-feira, como os da Nikon (+1,85%), Sony (+1,15), Toyota Motor (+1,20%), entre outros.
Gastos em defesa e bancos
Já na China, um membro do governo anunciou que há um planos para aumentar o orçamento da defesa em 12,5% neste ano, aos 601 bilhões de yuans, ante o incremento de 7,5% do ano passado. Este valor representa cerca de 6% dos gastos previstos para o país neste ano, afirmou Li Zhaoxing, porta-voz do congresso nacional, segundo agências de notícias oficiais. Além disso, as negociações cambiais dos bancos chineses marcaram um superávit de US$ 68,4 bilhões em janeiro, segundo dados do órgão de comércio exterior.
Entre os setores em alta, as ações do setor bancário registraram valorização nesta sexta-feira – alta de 1,35% para as do China Merchants Bank e de 1,16% para as do Industrial and Commercial Bank of China -, bem como as de imobiliárias, com avanço de 2,43% para as da Poly Real Estate e de 2,31% para as da Gemdale Corporation.
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quinta-feira, 3 de março de 2011
Petrobras assina acordos com a YPFB para avaliação de áreas na Bolívia
SÃO PAULO – A Petrobras (PETR3, PETR4) e a YPF Argentina assinaram seis acordos com a YPFB para estudos de prospecção na Bolívia, divulgou a companhia boliviana na última quarta-feira (2).
“O objetivo destes acordos é realizar estudos que permitam avaliar o potencial dos hidrocarbonetos e estabelecer as bases futuras para projetos destinados à exploração, desenvolvimento e produção de hidrocarbonetos nas áreas sobre a responsabilidade da YPFB”, destaca a empresa boliviana.
Deste modo, a YPF Argentina - subsidiária da Repsol - e a Petrobras serão responsáveis por três áreas cada uma, sendo que a brasileira conduzirá os estudos de avaliação do potencial de hidrocarbonetos nas áreas de Astillero, Sunchal e San Telmo, todas localizadas no departamento de Tarija. Os acordos terão um prazo de vigência entre seis meses e dois anos.
Investimentos
“A intenção da Petrobras é seguir realizando investimentos no país. Estamos fazendo fortes investimentos e vamos seguir reafirmando esse compromisso com este acordo de estudo nestas áreas exploratórias”, disse o representante da petrolífera brasileira, Claudio Castejón, segundo a própria YPFB.
http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=2054752&path=/investimentos/
“O objetivo destes acordos é realizar estudos que permitam avaliar o potencial dos hidrocarbonetos e estabelecer as bases futuras para projetos destinados à exploração, desenvolvimento e produção de hidrocarbonetos nas áreas sobre a responsabilidade da YPFB”, destaca a empresa boliviana.
Deste modo, a YPF Argentina - subsidiária da Repsol - e a Petrobras serão responsáveis por três áreas cada uma, sendo que a brasileira conduzirá os estudos de avaliação do potencial de hidrocarbonetos nas áreas de Astillero, Sunchal e San Telmo, todas localizadas no departamento de Tarija. Os acordos terão um prazo de vigência entre seis meses e dois anos.
Investimentos
“A intenção da Petrobras é seguir realizando investimentos no país. Estamos fazendo fortes investimentos e vamos seguir reafirmando esse compromisso com este acordo de estudo nestas áreas exploratórias”, disse o representante da petrolífera brasileira, Claudio Castejón, segundo a própria YPFB.
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Vendas maiores ajudam AmBev a lucrar R$ 2,6 bilhões no 4º trimestre
A AmBev (AMBV4) divulgou nesta quinta-feira lucro líquido consolidado de R$ 2,586 bilhões no quarto trimestre de 2010, montante 44,4% superior ao apurado em igual intervalo do ano anterior.
O resultado foi apoiado em um aumento orgânico de 12% na receita líquida, que somou R$ 7,455 bilhões no período, decorrente de maiores volumes vendidos, principalmente no Brasil, e aumento de preços.
Nos últimos três meses de 2010, o volume de vendas da companhia cresceu 2,1%, somando 48,038 milhões de hectolitros, impulsionado sobretudo pela alta de 3,6% no Brasil e de 2,6% na América do Sul. Por outro lado, as operações no Canadá sofreram queda de 5,3% no período.
Apesar do crescimento, o volume de vendas no último quarto de 2010 ficou abaixo do previsto pela própria companhia, que estimava um avanço superior a 3% no Brasil, o que resultaria em crescimento anual de mais de 10%.
"Esperamos crescer mais que 3% no quarto trimestre, terminando o ano acima de 10% (de alta no volume de vendas)", disse o vice-presidente financeiro da AmBev, Nelson Jamel, no início ode novembro, após a empresa divulgar salto de 12% nas vendas do terceiro trimestre de 2010.
Na ocasião, o volume de vendas acumulava incremento de 12,9% no Brasil até setembro, sendo a comercialização de cerveja responsável por uma alta de 14,1%.
"No Brasil, o forte crescimento da indústria observado nos trimestres anteriores desacelerou principalmente devido a uma base de comparação desafiadora contra o ano anterior e a aumentos de preços. O crescimento da indústria de refrigerantes e não-alcoólicos foi menor do que nos trimestres anteriores", afirma a AmBev no balanço divulgado nesta quinta-feira.
O Ebitda (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação) foi de R$ 3,755 bilhões entre outubro e dezembro, 24,4% maior na comparação anual. A margem Ebitda, por sua vez, cresceu de 44,5% para 50,4%.
A AmBev informou no balanço ter compensado o aumento de 5,3% no custo de produtos vendidos por hectolitro --decorrente de maiores custos de hedge de açúcar e de embalagens-- com ganhos nos hedges de alumínio e malte.
"Este ano iniciou com uma indústria mais lenta no Brasil impactada por chuvas fortes e pelos aumentos de preços do final de 2010, que devem trazer uma desaceleração no crescimento dos volumes particularmente no primeiro trimestre (de 2011)", afirma a empresa no demonstrativo de resultados.
Em todo o ano passado, o ganho líquido da fabricante de bebidas foi de R$ 7,56 bilhões, expansão de 26,3% sobre 2009.
Já a geração de caixa operacional, medida pelo Ebitda ficou em R$ 11,6 bilhões no fechado de 2010, 9,8% acima do visto um ano antes, com margem de 45,9%.
No ano passado, o volume de vendas da AmBev cresceu 6,7% em relação a 2009, totalizando 165,142 milhões de hectolitros.
Enquanto isso, o volume de cerveja cresceu 7,7% e o de RefrigeNanc (não-alcóolicos e não-carbonatados) aumentou 4,4%, levando a companhia a apurar receita líquida de R$ 25,2 bilhões em 2010, alta de 8,8% em 12 meses.
A AmBev informou ainda que prevê investimentos de até R$ 2,5 bilhões no Brasil em 2011, voltados à expansão da capacidade de produção. Em 2010, a companhia investiu um recorde de R$ 2,3 bilhões, segundo balanço da companhia.
O investimento, segundo a AmBev, será destinado à construção de novas fábricas e centros de distribuição, ampliação de unidades já existentes e melhorias operacionais.
http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/reuters/2011/03/03/vendas-maiores-ajudam-ambev-a-lucrar-r-26-bilhoes-no-4-trimestre.jhtm
O resultado foi apoiado em um aumento orgânico de 12% na receita líquida, que somou R$ 7,455 bilhões no período, decorrente de maiores volumes vendidos, principalmente no Brasil, e aumento de preços.
Nos últimos três meses de 2010, o volume de vendas da companhia cresceu 2,1%, somando 48,038 milhões de hectolitros, impulsionado sobretudo pela alta de 3,6% no Brasil e de 2,6% na América do Sul. Por outro lado, as operações no Canadá sofreram queda de 5,3% no período.
Apesar do crescimento, o volume de vendas no último quarto de 2010 ficou abaixo do previsto pela própria companhia, que estimava um avanço superior a 3% no Brasil, o que resultaria em crescimento anual de mais de 10%.
"Esperamos crescer mais que 3% no quarto trimestre, terminando o ano acima de 10% (de alta no volume de vendas)", disse o vice-presidente financeiro da AmBev, Nelson Jamel, no início ode novembro, após a empresa divulgar salto de 12% nas vendas do terceiro trimestre de 2010.
Na ocasião, o volume de vendas acumulava incremento de 12,9% no Brasil até setembro, sendo a comercialização de cerveja responsável por uma alta de 14,1%.
"No Brasil, o forte crescimento da indústria observado nos trimestres anteriores desacelerou principalmente devido a uma base de comparação desafiadora contra o ano anterior e a aumentos de preços. O crescimento da indústria de refrigerantes e não-alcoólicos foi menor do que nos trimestres anteriores", afirma a AmBev no balanço divulgado nesta quinta-feira.
O Ebitda (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação) foi de R$ 3,755 bilhões entre outubro e dezembro, 24,4% maior na comparação anual. A margem Ebitda, por sua vez, cresceu de 44,5% para 50,4%.
A AmBev informou no balanço ter compensado o aumento de 5,3% no custo de produtos vendidos por hectolitro --decorrente de maiores custos de hedge de açúcar e de embalagens-- com ganhos nos hedges de alumínio e malte.
"Este ano iniciou com uma indústria mais lenta no Brasil impactada por chuvas fortes e pelos aumentos de preços do final de 2010, que devem trazer uma desaceleração no crescimento dos volumes particularmente no primeiro trimestre (de 2011)", afirma a empresa no demonstrativo de resultados.
Em todo o ano passado, o ganho líquido da fabricante de bebidas foi de R$ 7,56 bilhões, expansão de 26,3% sobre 2009.
Já a geração de caixa operacional, medida pelo Ebitda ficou em R$ 11,6 bilhões no fechado de 2010, 9,8% acima do visto um ano antes, com margem de 45,9%.
No ano passado, o volume de vendas da AmBev cresceu 6,7% em relação a 2009, totalizando 165,142 milhões de hectolitros.
Enquanto isso, o volume de cerveja cresceu 7,7% e o de RefrigeNanc (não-alcóolicos e não-carbonatados) aumentou 4,4%, levando a companhia a apurar receita líquida de R$ 25,2 bilhões em 2010, alta de 8,8% em 12 meses.
A AmBev informou ainda que prevê investimentos de até R$ 2,5 bilhões no Brasil em 2011, voltados à expansão da capacidade de produção. Em 2010, a companhia investiu um recorde de R$ 2,3 bilhões, segundo balanço da companhia.
O investimento, segundo a AmBev, será destinado à construção de novas fábricas e centros de distribuição, ampliação de unidades já existentes e melhorias operacionais.
http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/reuters/2011/03/03/vendas-maiores-ajudam-ambev-a-lucrar-r-26-bilhoes-no-4-trimestre.jhtm
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