segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Minha Casa, Minha Vida terá corte de R$ 5,1 bilhões neste ano

SÃO PAULO – O governo anunciou nesta segunda-feira (28) uma redução no orçamento previsto para o programa Minha Casa, Minha Vida neste ano.

Pela Lei Orçamentária Anual (LOA), aprovada pelo Congresso Nacional, o orçamento para o programa era de R$ 12,7 bilhões, mas agora ele está R$ 5,1 bilhões menor. Ainda assim, ele está R$ 1 bilhão superior ao de 2010.

De acordo com o que foi anunciado pela ministra do Planejamento, Miriam Belchior, o corte é justificado pelo fato de a segunda fase do programa estar prevista apenas para abril, o que significa, segundo a Agência Brasil, que ele não terá o ano cheio para execução dos gastos para 2011.

Corte de R$ 50 bilhões

A ministra, em conjunto com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, detalhou nesta segunda o corte de R$ 50 bilhões no orçamento do governo.

Entre os cortes anunciados, está o do seguro-desemprego. Segundo informou Miriam, o abono neste ano será reduzido em cerca de 10% - o que equivale a R$ 3 bilhões. “Isso não é impossível de ser feito”, disse a ministra.

Já os cortes previdenciários ficarão em cerca de R$ 2,5 bilhões, o que foi considerado "ridículo" por Mantega, frente ao total de R$ 250 bilhões de recursos da Previdência.


http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/infomoney/2011/02/28/minha-casa-minha-vida-tera-corte-de-r-51-bilhoes-neste-ano.jhtm

Ajustes no Minha Casa Minha Vida afeta Ministério das Cidades

BRASÍLIA, 28 de fevereiro (Reuters) - Ajustes no programa habitacional Minha Casa Minha Vida e em emendas parlamentares são as responsáveis pelo corte de 8,6 bilhões de reais imposto ao Orçamento do Ministério das Cidades para 2011, explicou nesta segunda-feira a jornalistas a ministra do Planejamento Miriam Belchior.

(Reportagem de Isabel Versiani e Alonso Soto)

http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/reuters/2011/02/28/ajustes-no-minha-casa-minha-vida-afeta-ministerio-das-cidades.jhtm

Vale conclui acordo com Norsk Hydro sobre ativos de alumínio

SÃO PAULO - A Vale (VALE3, VALE5) anunciou nesta segunda-feira (28) a conclusão da venda, divulgada em maio de 2010, de ativos de alumínio para a companhia norueguesa Norsk Hydro. O acordo prevê a transferência da participação total da mineradora na Albras (Alumínio Brasileiro), Alunorte (Alumina do Norte do Brasil) e CAP (Companhia de Alumina do Pará), além dos respectivos direitos de exclusividade, contratos comerciais e dívida líquida de US$ 655 milhões, por 22% das ações ordinárias em cirulação da Hydro e US$ 503 milhões em dinheiro.

Em comunicado enviado à CVM (Comissão de Valores Mobiliários), a Vale anunciou também a criação de uma nova empresa, a Mineração Paragominas, com a transferência de 60% da sua mina de bauxita de Paragominas. Como parte da operação, cedeu 60% de participação na nova empresa para a Hydro por US$ 578 milhões. Já os 40% remanescentes serão pagos em duas parcelas iguais em 2013 e 2015, de US$ 200 milhões cada.

Detalhes
De acordo com os termos do acordo, a Vale, através de suas subsidiárias integrais, transferiu para a Hydro 51% do capital total da Albras; 57% do capital total da Alunorte e 61% do capital total da CAP. A mineradora ainda venderá 60% do capital total da Paragominas e continuará com 40% até que seja integralmente vendida em 2015.

A Vale subscreveu 447.834.465 ações da Hydro, cerca de US$ 3,5 bilhões, conforme cotação de fechamento dos papéis da companhia norueguesa na última sexta-feira, apontou comunicado. O acordo determina ainda que a Vale não poderá vender as ações no período de dois anos, além de não poder aumentar sua participação na Hydro.

"A combinação dos ativos da Vale e da Hydro criará uma das maiores e mais competitivas companhias produtoras integradas de alumínio, com potencial de crescimento e acesso a grandes reservas de bauxita, energia com custos competitivos e know-how tecnológico", afirmou Guilherme Cavalcanti, diretor de relações com investidores da empresa.

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Petrobras tem meta de produção de 2,1 milhões de barris por dia em 2011

SÃO PAULO - O resultado recorde anunciado pela Petrobras (PETR3, PETR4) para o quarto trimestre e em 2010, com crescimento de 17% no lucro líquido acumulado no ano, tem várias justificativas, segundo o diretor financeiro da estatal, Almir Barbassa. Segundo o executivo, o fator mais importante foi o crescimento da produção, que alcançou um total de 2,58 bilhões de barris diários de óleo e gás, um avanço de 2% em relação ao ano anterior.

Este avanço ficou em linha com o crescimento da produção de 2% do petróleo, embora o gás, por causa da demanda aquecida com o nível de atividade econômica do País, tenha expandido seu resultado em 5% no último ano. De acordo com Barbassa, em teleconferência sobre o balanço da empresa com jornalistas, o óleo, por ter maior valor agregado, é mais importante. A estimativa de crescimento da produção de líquidos é de 2,5% em 2011, alcançando assim a marca de 2,1 bilhões de barris diários.

Além disso, a produção de 245 mil barris diários no exterior também foi destacada, pois, mesmo que a companhia não repasse a volatilidade de preços ao mercado interno, o petróleo vendido no exterior acompanha o movimento do barril internacionalmente, e no ano passado os preços subiram.

Contribuição do resultado financeiro
Além disso, o resultado financeiro, que aumentou 1.682% em relação a 2009, também deu sua contribuição. Nesta rubrica, foi relevante o rearranjo de ativos denominados em dólar da Petrobras, reduzidos substancialmente entre 2009 e 2010, pois perdiam valor quando a divisa norte-americana se desvalorizava em relação ao real. Além disso, a capitalização e a incorporação de US$ 26 bilhões renderam aproximadamente US$ 500 milhões no período.

O caixa da companhia, que atualmente é de R$ 55 bilhões, é essencial para que a situação de alavancagem da Petrobras seja mais confortável neste início de 2011. De acordo com Barbassa, com um ano de atividade operacional é possível pagar toda a dívida líquida da empresa, atualmente de R$ 62 bilhões.

A situação propiciaria a interrupção de captações caso a companhia planejasse parar operações ao final do ano, respondeu o executivo quando perguntado. Como não é este o caso, disse Barbassa, a Petrobras planeja levantar ainda nos próximos anos, até 2014, US$ 17 bilhões à mercado, além de rolar cerca de US$ 29 bilhões em dívidas já contratadas.

Investimentos em produção
Nenhuma capitalização, no entanto, está prevista, afirmou Barbassa. O montante será em parte destinado ao plano de investimentos da Petrobras, que para 2011 é de R$ 93 bilhões, dos quais a maior parte (42,9%) será destinada para a área de exploração e produção, seguido pela área de abastecimento (37,2%).

Em 2010, a companhia investiu R$ 76,4 bilhões, 8% a mais do que no ano anterior, com foco no aumento da capacidade de produção de petróleo e gás natural, na melhoria do parque de refino e na infraestrutura do gás natural.

De acordo com Barbassa, a Petrobras pretende acelerar o processo de exploração da Bacia de Santos, além de dar continuidade à contratação de unidades de produção e exploração e de plataformas. Como a capacidade instalada em 2010 não atingiu a plenitude, ainda há espaço para o aumento da produção mesmo sem adição de novas capacidades. Ainda assim, o projeto para 2011 é de perfuração de 60 novos poços.

A Petrobras também anunciou que vai pagar dividendos recordes em 2010, no montante de R$ 11,7 bilhões, o que corresponde a 35% do resultado do ano.

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sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Vale fecha 2010 com lucro de R$ 30 bilhões, o maior da história da mineração

SÃO PAULO - A Vale (VALE3, VALE5) reportou lucro líquido de R$ 10 bilhões no quarto trimestre do ano passado, confirmando o desempenho bastante positivo projetado pelo mercado, apesar de menor em relação ao apurado no trimestre anterior. No acumuladode 2010, a companhia auferiu ganhos de R$ 30 bilhões, "o maior da história na indústria de mineração", disse a companhia. Os números ganharam impulso das operações com cobre e níquel, apesar de menores preços do minério de ferro, principal negócio da empresa.

"É o nosso melhor resultado anual, caracterizado por recordes de receitas operacionais, lucro operacional, margem operacional, geração de caixa e lucro líquido. O lucro líquido em 2010 foi o maior da história na indústria de mineração. Ao mesmo tempo, fomos a empresa de mineração que alocou o maior volume de recursos para financiar a criação de novas plataformas de crescimento e criação de valor", diz a Vale em seu balanço.

A receita operacional liquida, por sua vez, atingiu R$ 26,958 bilhões no trimestre, avanço de 2,20% na base trimestral e mais que o dobro na comparação com igual período de 2009. O Ebitda (geração operacional de caixa) da companhia veio em R$ 14,636 bilhões, marcando uma alta expressiva de 293,8% frente ao número visto um ano antes, mas configurando uma baixa de 8,08% na comparação trimestral.

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Paralisação de produção na Líbia deve levar petróleo para a casa dos US$ 110

SÃO PAULO - A instabilidade política na Líbia afetou os ânimos do mercado, causando fortes oscilações nas cotações do petróleo. A onda de protestos parece não recuar, aumentando a incerteza do mercado quanto ao possível despecho da situação. Para o Goldman Sachs, esse cenário pode reduzir a capacidade de reserva da Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo), desestruturando a relação entre oferta e demanda e impulsionando o barril da commodity.

A Líbia desempenha um papel importante junto à Argélia e ao Irã no mercado. Os países são membros do cartel e produzem mais de 1,5 milhão de barris por dia. Segundo a análise do Goldman Sachs, o consumo dos três países supera metade da capacidade efeitva de reserva da Opep.

Interrupção da produção e seus efeitos
Para Michele della Vigna, Arjun N. Murti e Henry Morris, analistas do banco de investimento, o corte na produção de petróleo na Líbia, em sua totalidade, poderia reduzir a capacidade de reserva da Opep para 1 milhão de barris por dia, contra os atuais 3 milhões de barris por dia estimados pelo Goldman para este ano. Segundo os analistas, esse é o pior cenário possível, mas não é totalmente irrealista, dada a atual situação no país.

Mesmo com essa redução, a demanda global seria atendida sem maiores problemas e o recente nível de estoques poderia servir como um "colchão" para choques de curto prazo. Porém, os analistas ressaltam que esse nível de reserva em 1 milhão de barris por dia é exatamente o nível que preocupou o mercado em 2007 e 2008, impulsionando as cotações até US$ 150 por barril.

Sendo assim, embora a situação possa ser controlada no curto prazo, uma interrupção prolongada da produção da Líbia - o oitavo maior produto dentro da Opep - poderia trazer sérias consequências, dado que a capacidade de reposição é muito pequena. Esse cenário, a longo prazo, provocaria uma rápida necessidade para o racionamento de preços da demanda e uma queda forçada no consumo, o que os analistas estimavam para 2012.

Para os analistas, o agravamento da situação pode levar o petróleo aos US$ 110,00, em um cenário muito conservador. Por consequência, empresas do setor alavancadas no preço da commodity, e com pequena exposição ao norte da África, poderiam tirar alguma vantagem do movimento de alta no curto prazo. Porém, em uma análise mais detalhista do longo prazo, esse rápido aumento do óleo poderia causar uma reação negativa na demanda, o que seria potencialmente prejudicial para o setor, aumentando ainda mais a volatilidade e o custo de capital.

Sete chaves para o setor
Por fim, os analistas separaram sete temas que devem colocar o setor de energia em posição de outperform (desempenho acima da média do mercado).

Segundo eles, a elevação no preço do petróleo, as novas descobertas de bacias, a subvalorizada exploração de alto impacto, o desenvolvimento de recursos para exploração, o aperto da capacidade dos serviços, os spreads que devem beneficiar refinarias de alta complexidade e a sustentabilidade de retornos para as grandes empresas são os principais pontos para analisar nesse segmento.

Dentre as brasileiras bem listadas que oferecem grande exposição a esse cenário, aparecem a OGX (OGXP3) e a Petrobras (PETR3;PETR4).

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Mercado asiático se recupera após forte declínio da semana

HONG KONG, 25 de fevereiro (Reuters) - As bolsas de valores da Ásia recuperaram-se e fecharam em alta nesta sexta-feira, após os fortes declínios da semana, por esperanças de que a disparada dos preços do petróleo possa ter sido exagerada, embora operadores tenham dito que a situação geral ainda não possibilita apostas agressivas.

Em TÓQUIO, o índice Nikkei encerrou com avanço de 0,71 por cento, subindo pela primeira vez em quatro dias, enquanto a bolsa de HONG KONG ganhou 1,82 por cento, ajudada por resultados fortes da seguradora AIA e pela recuperação das ações de companhias aéreas.

Às 8h06 (horário de Brasília), o índice MSCI da região Ásia-Pacífico exceto o Japão subia 1,17 por cento, embora tenha caído quase 3 por cento nesta semana.

O tom geral de cautela continuou, porém, com a preocupação de que os preços elevados de petróleo possam prejudicar Orçamentos de governos, tendo em vista os amplos subsídios a combustíveis na região, além do impacto negativo da alta da commodity sobre a inflação, o crescimento e a balança comercial de países.

O petróleo subia cerca de 2 dólares, para mais de 113 dólares o barril, por uma nova onda de preocupação com o impacto dos conflitos na Líbia sobre o fornecimento de energia.

Em SYDNEY, o índice S&P/ASX 200 subiu 0,57 por cento. Em SEUL, o KOSPI avançou 0,69 por cento. A bolsa de XANGAI ficou estável.

http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/reuters/2011/02/25/mercado-asiatico-se-recupera-apos-forte-declinio-da-semana.jhtm

Bolsas da Europa sobem, com alívio em temores sobre petróleo e Líbia

SÃO PAULO - Os principais índices de ações europeus operam em alta nesta sexta-feira (25), em movimento de recuperação após as fortes perdas favorecido pelo alívio dos temores referente à situação na Líbia e em outros países do norte da África e Oriente Médio. Ademais, a bolsa de Londres informou que as negociações foram suspensas por conta de problemas técnicos.

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quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Grupo Pão de Açúcar obtém lucro líquido de 722,4 milhões de reais em 2010

São Paulo – O lucro líquido do grupo Pão de Açúcar (sem a Globex) foi de 819,2 milhões de reais em 2010. O resultado é 25,2% superior aos 654,0 milhões de reais obtidos em 2009. Com a Globex o lucro líquido passou para 722,4 milhões de reais em 2010.

As despesas operacionais totais também aumentaram entre os anos. Em 2010 foram 4,2 bilhões de reais em 2010. O número representa um aumento de 12,2% em relação às despesas operacionais de 2009, que foram de 3,76 bilhões de reais. Com a Globex, as despesas foram de 5,78 em 2010.

A receita líquida ficou em 32 bilhões de reais no consolidado de 2010. Sem a Globex a receita foi de cerca de 23,5 bilhões de reais, o que representa um aumento de 13,1% em relação aos cerca de 20,8 bilhões de reais obtidos em 2009.

O Grupo encerrou o ano com ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) de 1,72 bilhões de reais sem a Globex, 12,2% superior ao de 2009. Com a Globex o resultado foi para 2,06 bilhões de reais em 2010.

http://exame.abril.com.br/negocios/empresas/noticias/grupo-pao-de-acucar-obtem-lucro-liquido-de-722-4-milhoes-de-reais-em-2010

Petróleo bate US$ 100 em Nova York e impulsiona ações do setor

SÃO PAULO - A contação do Petróleo no mercado internacional segue avançando na manhã desta quinta-feira (24), frente ao acirramento dos conflitos políticos na Líbia e incertezas quanto ao desenrolar das turbulências políticas no norte da África e Oriente Médio.

O barril WTI, que tem contratos com vencimento em abril de 2011 e apresenta maior liquidez no mercado de Nova York, opera a US$ 100,71 por barril, configurando alta de 2,66% frente ao fechamento anterior.

Petrolíferas acompanham valorização
Frente à valorização do petróleo, ações de diversas petrolíferas operam em alta no pré-market norte-americano. O destaque fica por conta de Chevron (+0,52%), ExxonMobil (+0,55%) e Conoco Phillips (+0,87%). Vale ressaltar que os papéis de todas essas companhias já haviam fechado a última sessão em alta superior a 1,90%

Os ADRs (American Depositary Receipts) de petrolíferas listadas na bolsa de Nova York também seguem a mesma tendência, com Petrobras (+0,94%), BP (+0,25%), Total (+2,25%), Repsol (+0,09%) e Shell (+1,27%).

Brent
Enquanto isso, o barril do petróleo tipo brent, negociado no mercado de Londres, atinge US$ 115,14 até o momento, alta de 3,50% em relação ao último fechamento.

Com o desempenho positivo dessa sessão, o petróleo brent acumula forte alta no ano, +20,57%, já que a commodity encerrou o ano passado cotada a US$ 95,50 por barril em Londres.

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Vivo registra lucro líquido recorde na história e resultado supera projeções

SÃO PAULO – A Vivo Participações (VIVO4) divulgou na manhã desta quinta-feira (24) os números referentes ao seu resultado trimestral, no qual anunciou o maior nível de crescimento em receitas e Ebitda (geração operacional de caixa) no ano e um lucro líquido recorde, além de superar em grande escala as estimativas dos analistas (calculado pela média das projeções entre Barclays, Citi e Ágora).

Com ganhos de R$ 864,2 milhões no quarto trimestre de 2010, o avanço foi de 325,1% frente ao mesmo período de 2009, ao passo que no acumulado do ano o lucro líquido atingiu o patamar de R$ 1,89 bilhão, 115,7% superior ao resultado de 2009.

Já o Ebitda saltou 20,9% na comparação com os três últimos meses do ano anterior, a R$ 1,68 bilhão, enquanto o valor acumulado em 2010 foi de R$ 5,83 bilhões, um avanço de 11,6%.

Enquanto isso, a receita operacional líquida, de R$ 4,86 bilhões no trimestre, registrou uma alta de 10,1% sobre o reportado entre os meses de outubro a dezembro de 2009, com destaque para a receita líquida dos serviços, cujo avanço foi de 12,5% e alcançou os R$ 4,56 bilhões.

“Essa variação decorre, principalmente, da aceleração no aumento da receita de voz e da manutenção de um alto crescimento na receita de dados e SVAs, impulsionados pelo incremento da base de clientes, maior atividade em termos de consumo de minutos e, particularmente, pela intensificação na adesão a planos de internet”, ressaltou a Vivo no comunicado ao mercado.

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Lucro líquido do Pão de Açúcar cresce 81% no último trimestre de 2010

SÃO PAULO - O Pão de Açúcar (PCAR5) anunciou seus resultados referentes ao quarto trimestre de 2010 nesta quinta-feira (24), com destaque para a expansão de 81% do lucro líquido na comparação frente ao dados consolidados do mesmo período em 2009.

Ao longo do ano, o grupo buscou concluir a associação com a Casas Bahia, celebrado ainda no fim do ano passado. "Continuamos sendo predominantemente uma empresa distribuidora de alimentos, mas garantimos um equilíbrio significativo nesse mix", ressaltou Enéas Pestana, presidente do Pão de Açúcar.

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MMX protocola pedido de OPA por ações da PortX e oferece troca de ações ou dinheiro

SÃO PAULO - A MMX (MMXM3) informou nesta quarta-feira (23) que submeteu à CVM (Comissão de Valores Mobiliários) a documentação completa para que seja dada a entrada no pedido de registro da OPA (Oferta Pública de Aquisição) voluntária, através de permuta, das ações da PortX (PRTX3).

À época da criação da PortX, empresa resultante de uma cisão parcial da LLX (LLXL3), a MMX já havia manifestado seu interesse em realizar uma OPA pelas ações da empresa portuária. Com o anúncio desta noite, as empresas dão um passo importante rumo ao andamento da operação.

O Conselho de Administração da mineradora do grupo EBX decidiu oferecer duas alternativas aos acionistas da PortX interessados em aderir à oferta pública voluntária de aquisição destas ações:

* Permuta de uma ação da PortX por um título de remuneração variável baseada em royalties de emissão da MMX e mais uma quantia ainda não determinada de ações da mineradora ao preço de emissão de R$ 13,963 por cada ação, ou;
* Permuta de uma ação da PortX por este mesmo título de remuneração variável e mais o pagamento à vista de um valor equivalente a aproximadamente US$ 0,44 por ação, a ser convertido em moeda corrente nacional.

Para aqueles acionistas que optarem pela segunda proposta, a conversão do dólar em reais terá base na taxa PTAX-800 divulgada pelo Banco Central um dia útil antes da publicação do edital da oferta.

A mineradora lembrou ainda que estes títulos a serem oferecidos na OPA devem totalizar US$ 1,796 bilhão, e o valor conjunto das ações da MMX ou moeda corrente nacional a serem oferecidos irá perfazer o montante de US$ 441 milhões. Estas informações já haviam sido previamente divulgadas ao mercado.

"A MMX aproveita para informar que já está mapeando alternativas viáveis para implementar estrutura de negociação internacional dos títulos, caso constate que existe demanda significativa nesse sentido", declarou no comunicado publicado nesta noite, fazendo menção aos títulos que serão oferecidos aos acionistas da PortX no âmbito da OPA.

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quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Usiminas registra lucro líquido de R$ 413 milhões no último trimestre de 2010

SÃO PAULO - A Usiminas (USIM3, USIM5) divulgou nesta quarta-feira (23) seus resultados no último trimestre do ano passado, quando a empresa registrou lucro líquido de R$ 413 milhões, 38% menor que o apurado no mesmo período de 2009. No acumulado do ano passado, o lucro líquido foi de R$ 12,962 bilhões, valor 19% superior ao do ano anterior.

Ademais, a receita líquida e o Ebitda (geração operacional de caixa) da Usiminas apresentaram trajetórias distintas na comparação anual. O primeiro totalizou R$ 3,092 bilhões, alta de 4% em relação ao quarto trimestre de 2009. Já o segundo teve queda de 60%, passando de R$ 824 milhões para R$ 332 milhões.

Por sua vez, em relação ao desempenho acumulado do ano passado, a empresa teve receita líquida no total de R$ 12,962 bilhões e Ebitda de R$ 2,650 bilhões. Os valores representam uma variação de 19% e 54% na comparação com 2009, respectivamente.

Produção
Segundo a Usiminas, no ano passado, a produção de aço bruto foi de 7,3 milhões de toneladas, o que representa um crescimento de 29% na comparação com o produzido em 2009. Ao mesmo tempo, foram produzidas 7,0 milhões de toneladas de aço laminado, patamar 24% superior ao do ano anterior.

Já produção de minério alcançou 6,8 milhões de toneladas no ano passado, volume 25% superior em comparação com o de 2009. Nesse ponto, a empresa destaca a parceria firmada com a japonesa Sumitomo Corporation, "que adquiriu 30% do capital da Mineração Usiminas com aporte de US$ 1,9 bilhão, o que possibilita novos investimentos no setor".

Vendas
Outro destaque do resultado apresentado pela Usiminas foram as vendas. Embora no último trimestre do ano passado as vendas (R$ 1,579 bilhão) tenham caído 7% na comparação com o mesmo período de 2009 (R$ 1,703 bilhão), no acumulado do ano (R$ 6,565 bilhões) foi registrado um avanço de 17%.

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Gol tem lucro de R$132,2 milhões no 4o trimestre

SÃO PAULO (Reuters) - A companhia aérea Gol anunciou nesta terça-feira que encerrou o quarto trimestre de 2010 com lucro líquido de 132,2 milhões de reais, queda de 66,8 por cento em relação ao mesmo período de 2009.

O lucro antes de juros, impostos, depreciação, amortização e leasing de aeronaves (Ebitdar) da segunda maior empresa aérea do país nos três últimos meses de 2010 somou 475 milhões de reais, avanço de 63,8 por cento. A margem no período passou de 17,9 para 25,4 por cento.

No ano, a companhia teve lucro líquido de 214,2 milhões de reais ante 890,83 milhões de reais em 2009. O Ebitdar somou 1,53 bilhão após 1,2 bilhão de reais no ano anterior.

A receita líquida da empresa aérea cresceu 15,6 por cento no quarto trimestre, na comparação anual, para 1,87 bilhão de reais. Os custos e despesas operacionais, enquanto isso, somaram 1,61 bilhão de reais, 7,3 por cento acima do registrado um ano antes.

O caixa da Gol no final de dezembro era de 1,956 bilhão de reais, crescimento de 41,5 por cento sobre o total do quarto trimestre de 2009.

Em janeiro, a empresa divulgou que espera uma desaceleração na demanda brasileira por transporte aéreo neste ano e estabilidade no preço médio de passagens na comparação com 2010. A empresa estimou alta de 10 a 15 por cento na demanda depois de crescimento a taxas acima de 20 por cento no ano passado.

http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/reuters/2011/02/23/gol-tem-lucro-de-r1322-milhoes-no-4o-trimestre.jhtm

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Fibria ganha da Suzano na renda fixa depois da venda de ativos

Nova York e São Paulo - A Fibria Celulose SA, maior produtora mundial de celulose, está superando a Suzano Papel & Celulose SA no mercado de renda fixa, apesar da concorrente ter classificação de risco superior. O avanço dos bônus da Fibria vem na esteira da venda de R$ 1,5 bilhão em ativos, que reduziu a dívida da empresa em 19 por cento.


O rendimento dos títulos da Fibria de cupom 7,5 por cento subiu 10 pontos-base nos últimos 30 dias. A alta se compara a um salto de 33 pontos-base nos títulos de 10 anos da Suzano, segundo dados compilados pela Bloomberg.

Os títulos da Fibria estão disparando após a empresa ter vendido 50 por cento do Consórcio Paulista de Papel e Celulose - Conpacel à Suzano e anunciar planos de se desfazer da fábrica de papel em Piracicaba e de ativos florestais para reduzir seu endividamento.

“A Fibria está numa parte diferente do ciclo, ainda está se desalavancando, e a direção realmente colocou ênfase na obtenção do grau de investimento”, disse Autumn Graham, analista de dívida do Barclays Plc em Nova York, numa entrevista por telefone. A Suzano “já começou a investir e ainda tem muito bom crédito, mas tem consideráveis expectativas de investimento nos próximos anos”.

O rendimento dos títulos da Fibria pode continuar se estreitando se a companhia continuar vendendo ativos, disse Graham. Os recursos obtidos com a venda do Conpacel, por US$ 1,5 bilhão, serão usados para pagar dívidas, disse Carlos Aguiar, presidente da empresa, em uma teleconferência em 16 de fevereiro. Os ativos de Piracicaba têm valor total de R$ 1 bilhão, de acordo com um relatório do analista do Banco Santander SA, Felipe Reis, datado de 21 de janeiro.

Confira a reportagem completa em http://exame.abril.com.br/mercados/noticias/fibria-ganha-da-suzano-na-renda-fixa-depois-da-venda-de-ativos

Bolsas asiáticas têm forte queda por temor sobre Líbia

CINGAPURA (Reuters) - As bolsas de valores da Ásia fecharam em queda nesta terça-feira, com o mercado temendo as consequência dos conflitos na Líbia e migrando para investimentos mais seguros.

Os futuros do petróleo atingiram a máxima em dois anos e meio devido a preocupações de que a violência na Líbia reduza ainda mais a produção do membro da Opep, história que pode se repetir em outros importantes países produtores de petróleo no norte da África e no Oriente Médio.

O índice Nikkei 225, de Tóquio, fechou em baixa de 1,8 por cento, e o índice MSCI da região Ásia-Pacífico exceto o Japão perdia cerca de 2 por cento às 8h18 (horário de Brasília).

As ações de companhias aéreas asiáticas retrocederam com a alta do petróleo. A Korean Air Line liderou os declínios, caindo mais de 9 por cento. A Cathay Pacific Airways, de Hong Kong, caiu mais de 4 por cento, para a mínima em seis meses.

Grandes construtoras sul-coreanas também perderam com a paralisação dos projetos na Líbia. A ação da Hyundai E&C tombou mais de 9 por cento, enquanto a Daewoo Engineering & Construction recuou 6,3 por cento.

A agência de classificação de risco Moody's mudou de estável para negativa a perspectiva da nota de crédito "Aa2" do Japão, alertando que as políticas do governo podem não ser suficientes para controlar a dívida pública.

Em Xangai, o índice caiu 2,62 por cento. Em Taiwan, a queda foi de 1,87 por cento, enquanto o mercado de Hong Kong se depreciou 2,11 por cento e a bolsa de Seul caiu 1,76 por cento. Em Sydney, o índice referencial recuou 0,88 por cento.

http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/reuters/2011/02/22/bolsas-asiaticas-tem-forte-queda-por-temor-sobre-libia.jhtm

Itaú Unibanco tem lucro de mais de R$ 13 bilhões em 2010

SÃO PAULO - O Itaú Unibanco encerrou o quarto trimestre de 2010 com lucro líquido consolidado de R$ 3,890 bilhões, o que implica aumento de 21% os R$ 3,213 bilhões somados em mesmo intervalo de um ano antes. No calendário completo, a instituição obteve lucro líquido de R$ 13,323 bilhões, uma alta de 32,3% perante os R$ 10,067 bilhões registrados em 2009.

O lucro líquido recorrente foi de R$ 3,4 bilhões nos três últimos meses de 2010 e de R$ 13,023 bilhões no conjunto do ano. Em mesmos períodos de 2009, o lucro tinha sido de R$ 2,813 bilhões e R$ 10,491 bilhões.

A carteira de crédito, incluindo operações de avais e fianças, alcançou R$ 335,476 bilhões ao fim de dezembro de 2010, com evolução de 20,5% em 12 meses. No segmento de pessoa física, a carteira de crédito alcançou R$ 127,128 bilhões, elevação de 18,3% em 12 meses. Em pessoa jurídica, as operações com crédito ficaram em R$ 193,951 bilhões, um crescimento de 21,8% em 12 meses.

O índice de inadimplência total, considerando o saldo das operações em atraso há mais de 90 dias, alcançou 4,2% em dezembro de 2010, apresentando melhora de 1,4 ponto percentual em relação a dezembro de 2009 (5,6%).

O Itaú Unibanco informou ainda que o ativo total atingiu R$ 755,1 bilhões ao fim de dezembro do ano passado, o que significa avanço de 24,1% sobre 2009.

http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/valor/2011/02/22/itau-unibanco-tem-lucro-de-mais-de-r-13-bilhoes-em-2010.jhtm

Preço da cesta de petróleo da Opep supera US$ 100

O preço da cesta de 12 tipos de petróleo utilizada como referência pela Opep (Organização de Países Exportadores de Petróleo) superou US$ 100 pela primeira vez em mais de dois anos, a US$ 100,59 dólares, informou o cartel nesta terça-feira.

Este valor de referência é uma compilação dos preços constatados na segunda-feira, quando aumentou a tensão na Líbia, um dos principais exportadores da Opep. Na sexta-feira o preço chegou a US$ 99,08.

Esta é a primeira vez que o preço de referência da Opep supera a barreira de US$ 100 desde setembro de 2008. Em 4 de julho daquele ano chegou ao preço recorde de US$ 140,73.

A cesta considera os preços dos tipos de petróleo produzidos pelos membros da organização: Saharan Blend (Argélia), Girassol (Angola), Oriente (Equador), Iran Heavy (Irã), Basra Light (Iraque), Kuwait Export (Kuwait), Es Sider (Líbia), Bonny Light (Nigéria), Catar Marine (Catar), Arab Light (Arábia Saudita), Murban (Emirados Árabes Unidos) e Merey (Venezuela).

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/879173-preco-da-cesta-de-petroleo-da-opep-supera-us-100.shtml

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Produção de aço no Brasil sobe 4% em janeiro sobre um ano antes

São Paulo (Reuters) - A produção de aço bruto do Brasil cresceu 3,8 por cento em janeiro em relação ao mesmo período do ano passado e aumentou 16,2 por cento na comparação com dezembro, segundo dados do setor.

A produção somou 2,8 milhões de toneladas, contra 2,69 milhões de toneladas em janeiro de 2010 e 2,41 milhões de toneladas em dezembro.

Em vendas, o setor vendeu 1,7 milhão de toneladas no mercado interno, expansão de 4,5 por cento na comparação anual e alta de 11,4 por cento sobre dezembro.

Ao mercado externo, as vendas somaram 1,1 milhão de toneladas, salto de 60 por cento sobre janeiro de 2010, mas queda de 1 por cento em relação ao total de dezembro.

O setor importou 343,6 mil toneladas de aço em janeiro, volume menor sobre as 384,3 mil toneladas compradas um ano antes e na comparação com as 432,1 mil toneladas de dezembro.

http://exame.abril.com.br/economia/brasil/noticias/producao-de-aco-no-brasil-sobe-4-em-janeiro-sobre-um-ano-antes

Protestos na Líbia entram em foco, derrubando bolsas em dia de feriado nos EUA

SÃO PAULO – Com a redução dos temores em torno do Egito, as atenções neste início de semana voltam-se para outro país africano que, após seis dias de protestos, está à beira de uma guerra civil: a Líbia. Ao mesmo tempo, os investidores observam com atenção as notícias vindas da Europa e da China, com os respectivos PMIs (Purchasing Managers Index) em foco.

Mas mesmo com a crescente importância dos demais países na economia global, o grosso da liquidez do mercado acionário ainda vem dos investidores norte-americanos. Com o feriado do Dia do Presidente mantendo as bolsas fechadas por lá, esta segunda-feira (21) deve trazer um giro reduzido nas demais praças financeiras.

Para mais informações, acesse http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=2046881&path=/investimentos/

Tensões políticas na Líbia levam petróleo a subir forte nesta sessão

SÃO PAULO - A tensão em diversos países do Oriente Médio e norte da África tem se refletido num aumento do preço do barril do petróleo tipo brent, que nesta segunda-feira (21) é negociado a US$ 104,25 em Londres, alta de 1,69%.

A alta decorre da violência entre manifestantes e forças dos governos de Líbia e Bahrein, ampliando preocupações a respeito dos Estados árabes produtores. Há uma semana, o principal foco de preocupação era o Egito, com temores de que o país poderia interromper o surpimento de petróleo através do estratégico Canal de Suez, por meio do qual diversas empresas internacionais enviam suas cargas.

Protestos
Após a crise no Egito, que culminou na renúncia de Hosni Mubarak, os protestos contrários ao governo estabelecido espalharam-se por outros países como Líbia, Bahrein, Djibouti e Iêmen, assentados sobre uma região rica em petróleo.

Na Líbia, mais de 200 pessoas morreram nas manifestações contra o governo de Muammar Gaddafi, segundo observadores internacionais. O filho do líder líbio, Seif Al-Islami, alertou da possibilidade de uma guerra civil se a violência continuar no país. Ele culpou vários grupos, incluindo estrangeiros, pela turbulência e prometeu uma conferência sobre reformas constitucionais dentro de dois dias.

O país produziu 1,574 milhão de barris de petróleo por dia em janeiro, segundo dados da Opep (Organização dos países exportadores de petróleo), sendo o nono maior produtor dentro da organização. A maior - Arábia Saudita -, produziu 8,433 milhões de barris diários.

http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=2046902&path=/investimentos/

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Rossi Residencial firma parceria com construtora no Nordeste

SÃO PAULO (Reuters) - A construtora e incorporadora Rossi Residencial anunciou na noite de quinta-feira que firmou parceria com a construtora Norcon para atuação na região Nordeste do país, em um negócio com potencial para Valor Geral de Vendas (VGV) de 300 milhões de reais.

Por meio da parceria, a Rossi atuará em Sergipe, Pernambuco, Alagoas e na Bahia com empreendimentos no segmento econômico.

Do VGV previsto para este ano, 194 milhões de reais caberão à Rossi, sendo o restante destinado aos parceiros no desenvolvimento dos projetos imobiliários.

Sediada em Aracajú (SE), a Norcon atua nos segmentos residencial e comercial há 52 anos.

http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/reuters/2011/02/18/rossi-residencial-firma-parceria-com-construtora-no-nordeste.jhtm

Paranapanema aprova proposta para investir R$ 630 milhões até 2013

SÃO PAULO - O conselho de Administração da Paranapanema (PMAM3) aprovou por unanimidade a proposta referente ao plano de investimentos da companhia para o período entre 2011 e 2013 no valor de R$ 630 milhões, informou a mineradora via comunicado ao mercado na noite desta quinta-feira (17).

O plano de investimento pretende preparar a empresa para tirar proveito da tendência de alta nos preços de seus produtos e também pela expectativa de fortes investimentos do governo em diversos setores ligados à infraestrutura, por conta dos eventos esportivos que ocorrerão no País - Copa do Mundo em 2014 e Olimpíadas do Rio de Janeiro em 2016 - e pelo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).

"Caso verificadas tais premissas, espera-se que a companhia tenha um incremento considerável na sua lucratividade e na sua geração de caixa", diz a Paranapanema em seu comunicado.

Projetos

Dentre os projetos integrantes do plano, está a expansão de cobre refinado, a ser implementado na Unidade de Dias D'Ávila, na Bahia, inciado nesse começo de ano e com previsão de finalização na primeira metade de 2012, com investimentos na ordem de R$ 290 milhões. Além desse, a companhia também pretende instalar uma planta de refino de metais preciosos na unidade de Caraíba, na Bahia, sendo o investimento total no valor de R$ 28 milhões.

A empresa também pretende trabalhar na expansão e melhoria tecnológica da laminação a frio, cuja instalação será definida em uma das unidades de produção da marca Eluma, "cuja capacidade de produção de laminados passará de 28 mil toneladas por ano para 55 mil toneladas por ano, a partir de um investimento de R$ 142 milhões.

Para suprir esse crescimento, a Paranapanema irá ampliar de 60 mil toneladas/ano para 200 mil toneladas/ano a capacidade instalada de laminação a quente, utilizando R$ 170 milhões para aplicar em melhorias tecnológicas, informa a companhia.

Por fim, ela pretende ainda utilizar um adicional de R$ 72 milhões para implementar o projeto de ampliação da fabrica de tubos, duplicando a capacidade instalada para 36 mil toneladas/ano.

Recursos próprios e financiamento

Para o investimento de R$ 630 milhões somados aos adicionais de projetos de tubos de cobre no valor de R$ 72 milhões, serão utilizados os recursos próprios e de terceiros, concedidos por linhas de financiamento junto a instituições financeiras, informa a companhia.

http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=2045813&path=/investimentos/

À espera de novo capex da Petrobras, mercado teme mais gastos no downstream

SÃO PAULO – Enquanto a Petrobras (PETR3, PETR4) atualiza o plano de investimentos para o período entre 2011 e 2015, conforme anunciado pela própria empresa, o mercado especula sobre a possível elevação dos investimentos.

O atual plano de negócios da companhia prevê um capex no valor de US$ 224,1 bilhões, mas os temores do mercado é que tal montante poderá ser revisto para cima, o que poderia ocasionar em novas necessidades de financiamento. A divulgação do novo plano ainda é incerta: está prevista para o final do primeiro trimestre deste ano e início do segundo.

Temor

A tendência para o capex é apontada por analistas como ponto de pressão. "É nosso tópico negativo para o trimestre", reforçou o Citi. Nas palavras do analista Pedro Medeiros, "após completar a oferta de ações, nós esperamos que a Petrobras aponte crescimento dos gastos. Nosso temor é que a maior parte deste incremento flu em direção ao downstream, a fim de completar os projetos de curto prazo".

Segundo o plano atual, a companhia tem como limite uma alavancagem de 35% e espera se financiar em US$ 96 bilhões no período, através de contração de dívida e emissão de ações. Vale lembrar que, em 2010, a companhia realizou uma de aproximadamente R$ 120,2 bilhões no mercado de ações.

http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=2045962&path=/investimentos/

Controladores da Usiminas anunciam novo acordo de acionistas

SÃO PAULO - A Usiminas (USIM3, USIM5) divulgou nesta sexta-feira (18) um fato relevante informando que os acionistas integrantes de seu bloco de controle celebraram um novo acordo de acionistas da empresa, em meio a especulações sobre a possível entrada da CSN no grupo.

O bloco de controle, composto pelos grupos Nippon Steel, Votorantim e Camargo Corrêa, notificou nesta data a CEU (Caixa dos Empregados da Usiminas) sobre a intenção de cancelar o atual acordo no seu décimo aniversário.

Sem mudanças

A Usiminas alerta que o novo acordo não acontece por conta de uma possível alienação de controle da empresa, além de afirmar que não há mudanças significativas de sua atual estrutura de controle. Os acionistas controladores também mantiveram os respectivos percentuais de participação.

Ainda segundo a empresa, o novo acordo assinado entre os acionistas integrantes do bloco de controle da empresa “vigorará até 2031”. Recentemente, o aumento de participação da CSN (CSNA3) na empresa levantou especulações sobre uma possível entrada da companhia no bloco de controle da Usiminas. Isto poderia ocorrer por meio da aquisição da fatia de alguma das empresas do bloco.

http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=2045971&path=/investimentos/

Produção na plataforma Cherne 2 será retomada, afirma Petrobras

SÃO PAULO - A Petrobras (PETR3, PETR4) informou na noite desta quinta-feira (17) que já foram tomadas todas as providências para o retorno à operação da plataforma Cherne 2 (PCH2), instalada na Bacia de Campos, a qual foi autorizada a retomar a produção nesta data.

Segundo a estatal, a autorização foi concedida com a expedição de laudo, baseado na vistoria realizada no último dia 14 por fiscais da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego do Rio de Janeiro (SRTE/RJ), o qual mostrou que não existe mais “o risco grave e iminente no ambiente laboral”, possibilitando suspensão parcial da interdição.

A petrolífera informou ainda que a plataforma voltará a operar nas próximas horas, com produção parcial, nos mesmos níveis anteriores à paralisação. Contudo, para a retomada da produção será utilizado o sistema auxiliar de transferência de óleo, uma vez que o sistema principal continua interditado. Assim, a capacidade total da unidade será atingida apenas após a parada para manutenção, programada ainda para este mês.

Paralisação

As operações da plataforma Cherne II foram paralisadas após incêndio ocorrido no último dia 19 de janeiro no módulo de bombas de transferência de óleo. Na ocasião, a empresa enviou comunicado ao mercado dizendo que o incêndio não deixou nenhum ferido nem provocou qualquer dano ao meio ambiente. A produção da plataforma Cherne II é de 9.300 barris de óleo por dia, número que corresponde a 0,5% do total da produção da empresa.

http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=2045814&path=/investimentos/

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Lucro do Banco do Brasil cresce 15,3% em 2010, para R$ 11,7 bi

O Banco do Brasil, maior instituição financeira do país, registrou lucro líquido de R$ 11,7 bilhões em 2010, resultado 15,3% maior do que o apurado em 2009. O balanço do BB foi comunicado ao mercado nesta quinta-feira.

Dos balanços de bancos divulgados até o momento, o BB é o que reportou o maior lucro. O Bradesco foi o primeiro grande banco a divulgar os resultados, em 31 de janeiro. Em 2010, o banco apurou um lucro líquido contábil de R$ 10,02 bilhões, com um incremento de 25,1% na comparação com 2009 (de R$ 8,012 bilhões). O Santander anunciou no dia 3 de fevereiro que fechou 2010 com lucro líquido de R$ 7,382 bilhões, ante os R$ 5,508 bilhões de 2009. A Caixa Econômica Federal, apoiada no crédito habitacional fechou 2010 com lucro líquido de R$ 3,8 bilhões, alta de 25,5% ante o ano anterior.

Com o resultado, o BB alcançou R$ 881,2 bilhões em dezembro, 1,8% acima dos R$ 796,8 bilhões de setembro. Em relação ao mesmo período de 2009, a evolução foi de 14,5%, consolidando-se como o maior banco da América Latina em ativos totais.

O retorno de patrimônio líquido (anualizado) foi de 27%, com resultado recorrente de R$ 10,7 bilhões, evolução de 25,4% sobre 2009.

Para mais informações, acesse http://www1.folha.uol.com.br/mercado/876947-lucro-do-banco-do-brasil-cresce-153-em-2010-para-r-117-bi.shtml

Para comércio, novo salário mínimo estimula vendas; economista minimiza impacto

SÃO PAULO – O salário mínimo a R$ 545, aprovado na quarta-feira (16) pela Câmara dos Deputados, é benéfico e deve injetar R$ 1,1 bilhão na economia todo mês, avalia a Fecomercio-SP (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo).

“Isto é significativo na elevação da capacidade de consumo das famílias de baixa renda”, afirmou em nota o presidente da federação, Abram Szajman. Para ele, a iniciativa privada pratica salários acima do piso aprovado pelo Congresso.

O reajuste deve aumentar em R$ 8,5 bilhões por ano o gasto público, gerando impactos nas contas da Previdência. Para Szajman, contudo, não se pode esquecer que o aumento do salário mínimo aumenta também a arrecadação e o consumo. “O valor arrecadado não cobre o valor gasto, mas o aquecimento da economia interna é um fator que precisa ser considerado”, avalia.

Para mais informações, acesse http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/infomoney/2011/02/17/para-comercio-minimo-a-r-545-impactara-consumo-para-economista-impacto-e-fraco.jhtm

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Petrobras anuncia nova descoberta de petróleo na região do pré-sal

SÃO PAULO - A Petrobras (PETR3, PETR4) comunicou na noite desta terça-feira (15) a descoberta de mais um poço nos reservatórios do pré-sal, localizado na Bacia de Santos. Segundo a estatal, foi encontrado petróleo de boa qualidade no poço 4-BRSA-818, informalmente denominado Macunaíma.

O poço encontra-se a 2.134 metros de profundidade e a 244 quilômetros da costa do estado do Rio de Janeiro, informou a Petrobras, que detém 65% do consórcio para exploração do bloco BM-S-10. O restante da participação é dividida entre a BG Group (25% de participação) e a Partex Brasil (10%).

http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=2043989&path=/investimentos/

Após recuo da Cosan, sucroalcooleiras reportam lucro no 4º tri

Os grupos sucroenergéticos Guarani/Tereos e São Martinho -- que estão entre os cinco maiores produtores de açúcar e etanol do Brasil -- registraram aumento no lucro líquido de, respectivamente, 921,4% e 132%, de outubro a dezembro em relação ao mesmo período de 2009.

Na semana passada, a Cosan -- maior produtora de açúcar e etanol do país -- anunciou queda no lucro líquido de 83,3% no período, fechando a R$ 27,9 milhões. Uma das causas foi a perda de produtividade com a estiagem, além de ajustes financeiros em relação a 2009.

O volume obtido pela Guarani/Tereos alcançou R$ 143 milhões, ante os R$ 14 milhões do exercício anterior. A São Martinho, por sua vez, obteve lucro líquido de R$ 53,8 milhões. No acumulado do ano, o valor é de R$ 123,4 milhões, um aumento de 70,7% em relação a 2009.

O aumento da Guarani/Tereos ocorreu, segundo o CEO da empresa, Alexis Duval, por causa das três novas aquisições de usinas (Vertente, Mandu e Quartier Français, no Oceano Índico) e da alta no preço brasileiro do açúcar e o consequente aumento da produção.

No caso da São Martinho, o aumento de 19,5% nas vendas de açúcar e alta nos preços de etanol e açúcar impulsionaram o crescimento. "Não fomos afetados pela estiagem, e isso contribuiu para a produtividade", disse o gerente financeiro da empresa, Felipe Vicchiato.

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/876395-apos-recuo-da-cosan-sucroalcooleiras-reportam-lucro-no-4-tri.shtml

MMX: ação cai forte e abre ponto de entrada, destacam analistas

São Paulo – As ações da MMX (MMXM3), mineradora do grupo EBX controlado pelo empresário bilionário Eike Batista, caiu muito este ano e nos últimos meses em relação ao Ibovespa – principal índice de ações da bolsa brasileira – e agora oferece um bom momento de entrada no papel, sugerem os analistas do Barclays e do Santander, em relatórios enviados recentemente. Os papéis recuaram 12% este ano, enquanto o Ibovespa caiu 4,28%.

O Santander alterou a recomendação das ações para cima, de underperform (abaixo da média do mercado) para buy (comprar). O preço-alvo para as ações ordinárias da MMX (MMXM3) passou de 7,85 dólares para 7,75 dólares (12 reais), refletindo o impacto da apreciação do câmbio brasileiro, segundo o banco. Já o Barclays não promoveu mudanças na recomendação (overweight, alocação acima da média) e nem no preço-alvo (R$ 16,50), mas considera que a correção “foi muito profunda”.

Os analistas do banco britânico explicam que, durante os últimos três meses, as ações da MMX ficaram abaixo da média do mercado em 28%. Em comparação à Vale, a queda é de 37% e diante das suas pares australianas, o recuo é de 49%. Além disso, eles lembram que a performance das ações da MMX sempre esteve fortemente correlacionada com o preço do minério de ferro no mercado à vista. No entanto, ultimamente a correlação está perdendo força.

Apesar disso, Leonardo Correa e Renato Antunes, que assinam a análise, concordam com o argumento de que a MMX deve seguir a perspectiva de longo prazo para os preços do minérios de ferro, mas alertam que os investidores estão muito conservadores com as projeções ao temerem a sustentabilidade do ciclo de alta das commodities.

Em conversas com as empresas do setor, o Barclays percebeu que a indústria trabalha com uma projeção de preço de 100 dólares por tonelada para o longo prazo, enquanto os investidores têm precificado 70 dólares.

Está aí o problema, argumentam os analistas. Os investidores não deveriam ser tão conservadores. Os cálculos do banco projetam que, caso a projeção dos investidores aumentasse em 10 dólares, por exemplo, o valor presente líquido por ação da MMX cresceria em 28%.

Projetos

Os analistas ressaltam ainda a importância dos novos projetos da MMX. O Santander vê um potencial de ganho nas ações da MMX por conta da consolidação do projeto Serra Azul, além de outros três: a expansão do Porto Sudeste (11% de valorização), o projeto de minério de ferro no Chile (8%), e a exploração da mina de Pau de Vinho (13%).

Juntos, os projetos podem adicionar até 3,80 reais no preço-alvo estabelecido, o que representa um potencial de alta de 32% nos papéis da companhia. Enquanto isso não ocorre, o Santander desconsiderou os projetos e não os precificou, já que todos estão em estágios iniciais de desenvolvimento e licenciamento.

“Enquanto nós reconhecemos as preocupações dos investidores (principalmente com a execução dos projetos, aumento do plano de investimentos e o potencial de reservas), acreditamos que a correção recente das ações chegou ao fim”, conclui o Barclays.

http://exame.abril.com.br/mercados/noticias/mmx-acao-cai-forte-e-abre-ponto-de-entrada-destacam-analistas

PanAmericano confirma rombo de R$ 4,3 bi e prejuízo de R$ 133 mi em dezembro

SÃO PAULO – Confirmando o rombo total de R$ 4,3 bilhões, o Banco PanAmericano (BPNM4) anunciou a instituição de um novo balanço de abertura nesta quarta-feira (16), revelando um prejuízo líquido de R$ 133,6 milhões em dezembro de 2010.

Sobre os indícios de fraude, a companhia informou que R$ 1,6 bilhão é referente à carteira de crédito insubsistente, R$ 1,7 bilhão a passivos não registrados de operações de cessão liquidados/referenciados, R$ 0,5 bilhão quanto a irregularidades na constituição de provisões para perdas de crédito. Outros R$ 300 milhões referem-se a ajustes de marcação a mercado, enquanto os R$ 200 milhões restante referem-se a outros ajustes.

Deste total, o grupo Sílvio Santos, controlador do Banco PanAmericano até meados de janeiro, aportou R$ 3,8 bilhões no banco. Vale lembrar que em 31 de janeiro o BTG Pactual comprou a totalidade da participação da companhia no Banco PanAmericano.

Para mais informações, acesse http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=2044040&path=/investimentos/

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Lucro da Duratex cresce 25% no quarto trimestre

SÃO PAULO - A Duratex, fabricante de pisos e revestimentos da Itaúsa, registrou lucro líquido de R$ 143,4 milhões no quarto trimestre do ano passado, montante 25% superior aos R$ 114,7 milhões registrados do mesmo período do ano passado. Os dados já foram ajustados de acordo com as normas contábeis internacionais do IRFS.

A receita líquida da companhia avançou 16%, alcançando R$ 719,6 milhões, enquanto o resultado operacional medido pelo Ebitda (sigla em inglês para lucro antes de juros impostos, depreciação e amortização) cresceu 41%, para R$ 255 milhões. Em um ano, a margem Ebitda passou de 29,1% para 35,4%.

De acordo com a empresa, a melhor base de preços e um mix de venda de maior valor agregado conseguiram manter um bom nível das vendas durante o quarto trimestre, apesar do fim de ano ser sazonalmente mais fraco para o segmento.
No período, a companhia também beneficiou-se pela compensação de valores referentes a descontos de PIS, o que resultou num crédito equivalente a R$ 23,8 milhões no lucro líquido da companhia no trimestre.

A Duratex encerrou 2010, com lucro líquido de R$ 467,2 milhões, bem superior aos R$ 181 milhões apurados no ano anterior, quando o resultado foi comprometido por efeitos decorrentes da associação com a Satipel.

A receita avançou 42% na comparação anual, totalizando R$ 2,74 bilhões. O Ebitda mais que dobrou, chegando a R$ 893 milhões, enquanto a margem Ebitda saltou de 20,6% para 32,6%.

Para 2011, ano em que completa 60 anos, a Duratex prevê um plano de investimentos de R$ 400 milhões. Uma parcela de R$ 80 milhões foi destinada recentemente à compra da fabricante de pisos e louças Elizabeth, localizada no Nordeste. Outros R$ 160 milhões serão destinados à ampliação da capacidade do segmento de metais sanitários.

http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/valor/2011/02/15/lucro-da-duratex-cresce-25-no-quarto-trimestre.jhtm

Ações da MMX sobem forte, após ofertas de empréstimo no valor de US$ 800 milhões

SÃO PAULO – As ações da MMX (MMXM3) disparam 3,09% nesta manhã, aos R$ 9,66, conforme cotação das 12h11 (horário de Brasília), após o presidente da companhia, Roger Downey afirmar ter recebido três ofertas de empréstimo no valor total de US$ 800 milhões, de modo a financiar o projeto de Serra Azul.

A instituição está em fase final na escolha de bancos para captar até US$ 1,5 bilhão no mercado. Sem citar nomes, já que nenhum acordo foi efetivamente concluído até o momento, o presidente da MMX disse que os bancos ofereceram empréstimos de dez anos com taxas muito competitivas, entre 200 e 300 pontos base acima do oferecido pela taxa Libor.

Além disso, Downey afirmou que, caso a companhia aceite esta oferta de US$ 800 milhões, conselheiros financeiros ajudarão a captar os US$ 700 milhões, de modo a completar os US$ 1,5 bilhões.

Ações baratas
Além disso, analistas do Barclays produziram um relatório apontando que as ações da companhia apresentam um ponto de entrada interessante, devido às desvalorizações exageradas observadas recentemente.

http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=2043349&path=/investimentos/

Vale: ação sobe acima do mercado, e pode continuar assim

São Paulo – “Eu não posso desistir de você, baby”. É desta forma carinhosa que os analistas Felipe Reis, Alex Sciacio e Victoria Santaella do Santander intitulam o relatório em que elevam suas expectativas para as ações preferenciais de classe A (VALE5) da mineradora brasileira Vale. A companhia segue como a preferida deles no setor de mineração e metalurgia na América Latina.

No documento enviado aos clientes, o preço-alvo para os papéis preferenciais da Vale foi elevado em dólares, de 37 dólares (74 reais) para 40 dólares (62 reais, levando em conta as mudanças no câmbio) até o final de 2011. A recomendação para a gigante de mineração foi reiterada em comprar.

A equipe de pesquisa do Santander avalia que, apesar da recente boa performance das ações – que estão acima da média do mercado -, há potencial de valorização para os papéis da companhia por conta da combinação dos seguintes fatores: fortes estimativas de aumento nos resultados da empresa, demanda favorável para o fornecimento de minério de ferro e um crescimento orgânico sustentável.

Até o fechamento do mercado na última segunda-feira, os papéis (VALE5) já tinham subido 4,95%, enquanto o Ibovespa – principal índice da bolsa brasileira – havia recuado 3,96%.

Commodities em alta

O novo preço-alvo das ações preferenciais da Vale é justificado também pelo avanço nos preços das commodities no mercado internacional. A equipe do Santander considera que o preço da ação hoje leva em conta o valor de 59 dólares por tonelada a partir do início de 2012 para frente. Ainda segundo o banco, a ação está atrasada em relação ao aumento do preço do minério no mercado à vista.

O Santander estima que a mineradora deverá apresentar um Ebitda (lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) de 40,4 bilhões de dólares em 2011, o que representará um aumento de 58% em comparação ao visto no acumulado de 2010. A cifra é superior frente aos 33 bilhões de dólares previstos anteriormente e a maior na história da mineradora. Para o ano de 2012, a estimativa é que o Ebitda da Vale sofra uma pequena queda na comparação com o resultado deste ano, para 37,5 bilhões de dólares.

Executivos

A equipe do Santander considera uma probabilidade de 10% para que o CEO da Vale, Roger Agnelli, seja substituído por algum outro executivo com influência maior e direta com o governo brasileiro. Eles reiteram que, caso isso ocorra, haverá uma correção nos preços das ações da mineradora. Segundo Felipe Reis, Alex Sciacio e Victoria Santaella, há 60% de probabilidade de que uma alteração no alto comando da Vale aconteça com outro executivo que seja bem recebido pelo mercado. Por outro lado, há 30% de chance de que nenhuma alteração ocorra. As duas trariam um efeito positivo para os papéis.

Outro fator que está precificado no novo preço-alvo estipulado para a Vale é o aumento dos royalties de 2% para 7% até 2013.

Riscos

Como efeitos negativos, os analistas do Santander destacam o risco político e um aumento maior do que o esperado dos royalties no Brasil, além de um declínio nos preços do minério de ferro e do níquel. Um crescimento menor que o previsto nas economias da Ásia e uma apreciação no câmbio também preocupam.

http://exame.abril.com.br/mercados/noticias/vale-acao-sobe-acima-do-mercado-e-pode-continuar-assim

Comércio cresce 10,9% em 2010, a maior alta da década

São Paulo - As vendas do comércio varejista brasileiro cresceram 10,9% no ano passado, o maior índice desde 2001, quando foi iniciada a série histórica do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Dados com ajuste sazonal divulgados nesta terça-feira (15) mostram que, após sete meses consecutivos de alta, o setor registrou estabilidade (0,0%) em dezembro na comparação com novembro, e expansão de 10,1% ante o mesmo período de 2009.

Para mais informações, acesse http://exame.abril.com.br/economia/brasil/noticias/comercio-cresce-10-9-em-2010-a-maior-alta-da-decada

Petróleo cai a menor nível desde novembro com renúncia

Nova York - Os preços dos contratos futuros do petróleo fecharam em queda, reagindo à renúncia do presidente do Egito, Hosni Mubarak, após 18 dias de protestos contra seu governo. A notícia tranquilizou investidores que estavam preocupados com a possibilidade de um agravamento nas tensões bloquear o tráfego de navios petroleiros no Canal de Suez e também o fluxo do oleoduto de Sumed. Juntas, as duas estruturas escoam diariamente mais de 3 milhões de barris por dia da commodity e de seus derivados para a Europa e outros mercados.

"Se tivessem se tornado violentos, os protestos poderiam ter elevado o potencial de interrupção no fornecimento. As chances de isso acontecer agora diminuíram, pelo menos hoje", disse Dominick Chirichella, analista de petróleo do Energy Management Institute.

O contrato do petróleo para março negociado na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex, na sigla em inglês) caiu US$ 1,15, ou 1,32%, para US$ 85,58 por barril - o menor preço de fechamento desde novembro. Na plataforma ICE, o contrato do petróleo tipo Brent subiu US$ 0,56, ou 0,55%, para US$ 101,43 por barril.

Os preços do barril do petróleo Brent subiram 4,5% desde que os protestos começaram, no final de janeiro, indicado que os participantes do mercado ainda acreditam na possibilidade de uma eventual interrupção no fornecimento de petróleo para a Europa. Já os barris negociados na Nymex superaram US$ 92 por barril no mês passado, mas devolveram todos os ganhos, em parte porque o nível dos estoques de petróleo em Cushing - ponto de entrega física dos contratos negociados na Nymex - estão muito elevados.

"Não estamos fora de perigo ainda", disse Rich Ilczyszyn, operador da Lind-Waldock. "O negócio do contágio é algo que ainda pode acontecer", acrescentou, fazendo referência ao receio de que mais protestos contra o governo surjam em outros países do Norte da África e do Oriente Médio, causando instabilidade política numa região com grande volume de exportação de petróleo. "Eu não ficaria vendido em petróleo de forma alguma", afirmou.

"Nós nos livramos do problema que conhecíamos, agora podemos ter problemas que não conhecemos", disse Stephen Schork, diretor da consultoria Schork Group. "O mercado não sabe o que fazer". As informações são da Dow Jones.

http://exame.abril.com.br/mercados/noticias/petroleo-cai-a-menor-nivel-desde-novembro-com-renuncia--2

Caixa financiou R$ 3 bilhões para setor de petróleo e gás

Rio de Janeiro - Um ano após ser criada, a Superintendência de Petróleo e Gás da Caixa Econômica Federal apresentou um balanço positivo, que inclui a concessão de R$ 200 milhões em crédito somente a pequenas e médias empresas da cadeia de fornecedores da Petrobras. Considerando as grandes empresas, os financiamentos concedidos pela nova superintendência passaram de R$ 3 bilhões no primeiro ano de funcionamento, revelou hoje (14) à Agência Brasil o superintendente Edalmo Porto Rangel.

“O balanço é positivo porque a Caixa sempre foi um banco de varejo e não tinha uma identidade com esse setor de petróleo e gás”. No ano passado, a instituição investiu no posicionamento da marca Caixa junto ao segmento de petróleo e gás. “Porque o grande objetivo dessa superintendência é facilitar o acesso às pequenas e médias empresas, principalmente, aos serviços bancários, em especial crédito para capital de giro e para investimento. Então, esse primeiro ano foi de abertura de rede de relacionamento e de posicionamento da marca”, disse o superintendente.

Edalmo Rangel já visitou 23 das 78 superintendências regionais da Caixa espalhadas pelo país, sempre reunindo empresários, em parceria com o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e federações estaduais da indústria, para oferecer soluções à cadeia produtiva de petróleo e gás.

O superintendente salientou que a Caixa não pretende atuar nesse setor apenas como um banco típico. “A gente também está entrando com soluções sociais. Quer dizer, financiamento de moradias para os funcionários das empresas, dos estaleiros”. Em Recife, por exemplo, a Caixa contratou a construção de 1,3 mil casas para os empregados do Estaleiro Atlântico Sul, com prestações entre R$ 300 e R$ 350 mensais, “menor do que um aluguel”.

Rangel considerou factível a nova superintendência atingir, em 2011, um volume de crédito de R$ 20 bilhões para a cadeia de fornecedores da Petrobras, incluindo financiamento a moradias. Ele confirmou a possibilidade de a Caixa investir no segmento de petróleo e gás, até 2014, o mesmo volume de recursos direcionados à construção civil. No ano passado, a Caixa bateu o recorde de R$ 77,8 bilhões em financiamentos à área da habitação.

Rangel assegurou que a Caixa dispõe de recursos para atender à demanda do setor. Disse que os recursos virão de múltiplas fontes, não rotineiras, como os fundos de investimento e participação. “Os bancos todos já estão criando mecanismos de captação para poder fazer face a esse volume monstruoso de investimentos”. Segundo destacou, a Caixa tem conversado com vários bancos, públicos e privados porque o volume de investimentos que se abre no país com a exploração de petróleo na camada do pré-sal é tão grande “que nenhum banco sozinho vai aguentar”. A expectativa é que o setor atraia nos próximos anos investimentos superiores a US$ 200 bilhões só para a exploração do pré-sal.

http://exame.abril.com.br/negocios/empresas/noticias/caixa-financiou-r-3-bilhoes-para-setor-de-petroleo-e-gas

Bolsas avaliam fusão que criará a maior operadora do mundo

A Deutsche Boerse e a Nyse Euronext devem anunciar um acordo para criar a maior operadora de Bolsa de Valores do mundo ainda nesta terça-feira, deixando de lado questões políticas que ameaçam uma conclusão bem sucedida.

As companhias baseadas em Frankfurt e Nova York estão no centro de um palco de fusões montado na semana passada e esquentado na segunda-feira depois que a BMF&Bovespa afirmou que está atenta a oportunidades e que tem particular interesse no continente asiático. A Bolsa brasileira é a quarta maior do mundo em capitalização de mercado e já mantém aliança com o norte-americano CME Group.

Ressaltando como preocupações políticas estão pesando na onda de consolidação que varre o setor, a Singapore Exchange alterou sua proposta de US$ 7,9 bilhões pela rival ASX para permitir mais diretores australianos em um conselho de administração combinado entre as Bolsas. A Singapore tenta ganhar apoio de parlamentares australianos, preocupados em ceder o controle da Bolsa de Valores do país.

O nacionalismo é um dos principais obstáculos para fusões na indústria uma vez que Bolsas de Valores ao redor do mundo são consideradas como símbolos de orgulho nacional e importantes para a atração de negócios e capitais. As transações, inclundo oferta da London Stock Exchange pelo TMX Group, controlador da Bolsa de Valores de Toronto, enfrentam intensa análise por reguladores e políticos ao redor do mundo.

Uma série de detalhes importantes na fusão da Deutsche Boerse com a Nyse Euronext foram concluídos, afirmaram fontes. Um acordo definitivo é esperado para ser anunciado nesta terça-feira, informou uma fonte.

Mas vários obstáculos difíceis precisam ainda ser endereçados, o que provavelmente vai adicionar preocupações crescentes em ambos os lados do Atlântico.

Políticos também são considerados como a força por trás da revisão do plano da SGX que dá um número igual de lugares no conselho da nova entidade combinada a diretores da Austrália e de Cingapura. Anteriormente, o número de assentos disponibilizado para os australianos era menos que a metade.

As Bolsas informaram em comunicado conjunto nesta terça-feira que haverá três diretores "internacionais" também, mas eles inicialmente virão do conselho da SGX. O tamanho do conselho será reduzido de 15 para 13.

"Toda a resistência para um acordo tem sido política. Os passos tomados hoje devem resolver algumas das questões políticas", afirmou Mark Nathan, gerente de portfólio na Arnhem Investments. "Ele claramente mantém alguma soberania para a Austrália e deve haver muito menos resistência para um acordo sob este novo formato."

Obstáculos políticos e regulatórios semelhantes podem ameaçar a aliança da Deutsche Boerse com a Nyse Euronext.

"A grande pergunta em geral é obviamente o cenário político e regulatório europeu que virá depois disso", disse uma fonte.

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/875783-bolsas-avaliam-fusao-que-criara-a-maior-operadora-do-mundo.shtml

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Empresa de Eike Batista vai operar mina da Usiminas por 30 anos

A MMX (MMXM3), mineradora do Grupo EBX, do empresário Eike Batista, vai operar por 30 anos a Mina Pau de Vinho, que pertence à Mineração Usiminas (USIM3).

A Mina Pau de Vinho está localizada em área adjacente às operações da MMX na região de Serra Azul, Quadrilátero Ferrífero de Minas Gerais.

A companhia informou nesta segunda-feira (14/2) ao mercado e a seus acionistas que, em parceria com a LLX (LLXL3), empresa de logística também de Eike, assinou contrato definitivo com a Usiminas.

O acordo prevê também a contratação de serviços portuários para o embarque de 39 milhões de toneladas de minério de ferro no Superporto Sudeste durante cinco anos, a partir de 2012.

O desenvolvimento da lavra da Pau de Vinho será feito pela MMX, que vai aportar todo o investimento necessário para o licenciamento e a operação da mina. O volume produzido será dividido trimestralmente na proporção de 86,5% para a MMX e 13,5% para Usiminas.

Estudos da Usiminas apontam que a Mina Pau de Vinho tem recursos minerais suficientes para produzir 8 milhões de toneladas de minério de ferro por ano.

A MMX adquiriu o direito de explorar a Mina Pau de Vinho por 30 anos, a partir da obtenção da averbação no Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM).

Na avaliação do diretor-presidente da MMX, Roger Downey, esse acordo é positivo para todos os lados.

"A Serra Azul deve ser vista como um único recurso. MMX e Usiminas entendem isso. Os primeiros estudos apontam que a Mina Pau de Vinho poderá agregar mais 8 milhões de toneladas de minério de ferro por ano em nossa produção na Serra Azul", afirmou.
Operações portuárias

O Superporto Sudeste, que está sendo adquirido pela MMX, vai embarcar minério de ferro da Mineração Usiminas, a partir de 2012.

O Superporto Sudeste está sendo construído no município de Itaguaí, localizado no litoral norte do Estado do Rio de Janeiro e tem início da operação prevista para o 1º semestre do ano que vem.

A Mineração Usiminas pagará US$ 12,63 por tonelada embarcada. O volume contratado é de 39 milhões de toneladas de minério de ferro, dividido da seguinte forma: em 2012, serão 3 milhões de toneladas; no ano de 2013, 4 milhões de toneladas; em 2014, o volume passa para 8 milhões de toneladas; e em 2015 e 2016 a mineradora embarcará no Superporto Sudeste 12 milhões de toneladas por ano.

Ao final do contrato, a Usiminas terá a opção de renová-lo por um a cinco anos.
Como é a MMX

A MMX foi criada em 2005 e atualmente possui capacidade instalada de produção anual de 10,8 milhões de toneladas de minério de ferro. A empresa possui dois sistemas em operação: Sistema Sudeste e o Sistema Corumbá.

Em 2010, a MMX fechou parceria com dois parceiros estratégicos: o grupo chinês Wuhan Iron and Steel Corporation (Wisco) que aportou US$ 400 milhões na companhia no primeiro semestre e empresa sul-coreana SK Networks que, em outubro passado, investiu US$ 700 milhões na empresa.

Atualmente, a Wisco detém 17% da mineradora e a SK Networks 15%.

O Sistema Sudeste é formado pelas Unidades Serra Azul e Unidade Bom Sucesso. Na Região de Serra Azul –Quadrilátero Ferrífero de Minas Gerais–, a MMX tem a capacidade instalada para produzir anualmente 8,7 milhões de toneladas de minério de ferro.

Em Bom Sucesso, no Centro-Oeste mineiro, o empreendimento está na fase de pesquisas geológicas. Até 2016, a MMX trabalha para que a Unidade Bom Sucesso esteja produzindo 10 milhões de toneladas por ano.

A MMX também possui o Sistema Corumbá, no Mato Grosso do Sul, em operação desde 2006. Nesse sistema, a capacidade instalada de produção anual é de 2,1 milhões de toneladas.

No Chile, a MMX opera por meio da subsidiária Minera MMX de Chile. A empresa detém direitos de extração de ferro na região do deserto de Atacama. A MMX prevê que produzirá 10 milhões de toneladas de minério de ferro por ano até 2016.

Eike Batista fecha acordo para comprar a canadense Ventan

Empresário brasileiro que fortalecer sua presenna na área de mineração na Colômbia; proposta aceita pelos canadenses avalia a empresa em US$ 1,52 bilhão.

O bilionário Eike Batista chegou a um acordo versão para comprar a mineradora canadense de ouro Ventana Gold Corp., depois de elevar a proposta inicial que avaliava a companhia em 1,5 bilhão de dólares canadenses (US$ 1,52 bilhão).

A AUX Canada Aquisition Inc., empresa de Eike, vai comprar as ações que ainda não tem na Ventana por 13,06 dólares canadenses cada, de acordo com comunicado da mineradora. A oferta representa um prêmio de 34 por cento sobre a média do preço das ações da Ventana nos 20 dias até 16 de novembro, data anterior à primeira proposta de Eike, que foi de 12,63 dólares canadenses.

A aquisição dará a Eike acesso a reservas de ouro, prata e cobre na Colômbia. O empresário, que planeja emitir ações de uma mineradora de carvão na Colômbia, segue o caminho da Anglo American Plc, da BHP Billiton Ltd. e da Xstrata Plc, que buscaram reservas de ouro no país num momento de recordes nas cotações.

Carlos Slim, o homem mais rico do mundo de acordo com a revista Forbes, disse na semana passada que quer aumentar os investimentos na Colômbia por causa da política de abrir o mercado do país para o setor de commodities.

A Ventana é dona da mina de La Bodega, que fica a 400 quilômetros a nordeste de Bogotá e tem recursos de cerca de 3,5 milhões de onças de ouro, 19,2 milhões de onças de prata e 84,6 milhões de onças de cobre, segundo o website da companhia. O projeto tem potencial para produzir 301.000 onças de ouro por ano nos primeiros seis anos de atividade.

A AUX e a Ventana vão fechar um acordo antes do vencimento da oferta anterior, segundo o comunicado distribuído hoje.

Egito e Japão promovem altas nas bolsas da Ásia

SÃO PAULO - A renúncia do presidente do Egito, Hosni Mubarak, na última sexta-feira, e os dados referentes ao desempenho da economia do Japão no último trimestre de 2010, divulgados nesta segunda-feira, garantiram resultados positivos às bolsas da Ásia.

O índice Nikkei 225, da bolsa de Tóquio, avançou 1,13%, para 10.725,50 pontos, após o governo japonês informar que o Produto Interno Bruto (PIB) do país encolheu menos que o previsto no final do ano passado. A depreciação do iene frente ao dólar também contribuiu para o resultado deste pregão, impulsionando as ações do setor exportador. Os papéis da Toyota subiram 2,52% e os da Nissan, 1,38%.

Em Hong Kong, o índice Hang Seng ganhou 1,28%, marcando 23.121,10 pontos, enquanto em Xangai, o Shanghai Composite teve alta de 2,54%, aos 2.899,13 pontos. O mercado recebeu bem os números que apontam aumento nas exportações e importações chinesas.
O Taiwan Taiex, da bolsa de Taipé, subiu 0,88%, para 8.685,47 pontos e, em Seul, o índice Kospi teve valorização de 1,89%, aos 2.014,59 pontos.

Em Sydney, o S&P/ASX 200 ganhou 1,12%, aos 4.935,80 pontos, com banco e mineradoras em alta. As ações da BHP Billiton subiram 1,94%, enquanto as da Rio Tinto tiveram valorização de 1,40%. Dentre os papéis do setor financeiro, os do ANZ Banking Group avançaram 2,97% e os do National Australia Bank, 2,37%.

http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/valor/2011/02/14/egito-e-japao-promovem-altas-nas-bolsas-da-asia.jhtm

Bolsa de Valores do Egito será reaberta só na 4ª feira

São Paulo - A Bolsa de Valores do Egito será reaberta na quarta-feira (16), três dias depois do planejado, de acordo com comunicado emitido hoje pela instituição. A bolsa foi forçada a fechar no dia 27 de janeiro, em meio à tensão política no país.

Originalmente, a Bolsa do Egito seria reaberta hoje, mas os novos planos são usar o domingo e a segunda-feira para concluir todos os procedimentos técnicos para reiniciar as operações. A bolsa também quer tempo para retomar negociações com empresas de ativos financeiros sobre os procedimentos que serão implementados quando as operações forem reiniciadas.

A bolsa afirmou ainda que quer dar uma chance para as empresas de capital aberto publicarem qualquer informação sobre suas posições financeiras e operacionais, o que permitirá que os investidores tomem as decisões de investimento apropriadas.

O mercado de ações egípcio foi suspenso depois de apresentar uma queda de 16% en um período de três dias, à medida que as manifestações contra o governo se intensificaram. Na sexta-feira o então presidente Hosni Mubarak acabou renunciando ao cargo, dando fim a um regime que durou 30 anos. As informações são da Dow Jones.

http://exame.abril.com.br/mercados/noticias/bolsa-de-valores-do-egito-sera-reaberta-so-na-4a-feira

China supera Japão como 2ª potência econômica mundial

Tóquio - A China superou o Japão como segunda potência econômica mundial em 2010, com um Produto Interno Bruto (PIB) superior ao nipônico para o conjunto do ano, anunciou o governo de Tóquio.

O PIB do Japão chegou a 5,4742 trilhões de dólares, segundo os dados divulgados em Tóquio, e o governo destacou que o da China alcançou a 5,8786 trilhões de dólares.

A economia chinesa superou em 2010 a do país vizinho, ficando atrás apenas do resultado dos Estados Unidos, posição que a economia nipônica ocupava desde 1968.

"Como nação vizinha, saudamos a rápida progressão da economia chinesa", declarou Kaoru Yosano, ministro japonês de Política Econômica e Orçamentária.

"Isto pode ser o sustento de um desenvolvimento da economia regional, ou seja, a Ásia oriental e do sudeste", completou, antes de afirmar que deseja melhorar as relações entre Japão e China no campo econômico".

A China registra há vários anos um índice de crescimento próximo ou superior a 10%. O PIB aumentou 10,3% em 2010.

O PIB chinês superava o do Japão desde o segundo trimestre, mas a economia nipônica registrou uma vantagem sólida no primeiro e, portanto, não era certo que a China teria capacidade de superar o vizinho no conjunto de 2010, antes do anúncio desta segunda-feira.

A economia do Japão, profundamente afetada pela recessão econômica mundial em 2008 e 2009, se recuperou em 2010, com um crescimento de 3,9%, mas o resultado não permitiu manter a segunda posição diante de uma China em pleno auge.

A economia nipônica viu-se estimulada durante os nove primeiros meses do ano pelas exportações aos países emergentes, sobretudo para a China, e por subsídios governamentais temporários para a compra de carros "ecológicos" e eletrodoméstidos de baixo consumo de energia.

A valorização do iene desde o verão (hemisfério norte, inverno no Brasil) de 2010 prejudicou no decorrer do ano as empresas japonesas que trabalham com o mercado externo. Além disso, as autoridades suspenderam ou reduziram os programas de apoio ao consumo, provocando um encolhimento do PIB no fim do ano.

http://exame.abril.com.br/economia/mundo/noticias/china-supera-japao-como-2a-potencia-economica-mundial

Proposta de Eike por Ventana faz concorrentes parecerem baratas

Vancouver - A oferta de 1 bilhão de dólares canadenses (US$ 1 bilhão) feita pelo bilionário Eike Batista pela Ventana Gold Corp. faz com que outras mineradoras de ouro da América do Norte pareçam baratas.

A proposta de Eike pela Ventana equivale a cerca de US$ 434 milhões por cada uma das 3,5 milhões de onças de ouro estimadas para o projeto La Bodega da empresa, na Colômbia. Esse é segundo maior valor entre 68 empresas americanas e canadenses que exploram ouro e que são acompanhadas pelo RBC Capital Markets. A oferta representa 8,3 vezes o valor dos ativos da Ventana, o que seria o negócio mais caro em dinheiro, acima de US$ 1 bilhão, no setor de ouro da última década, segundo dados compilados pela Bloomberg.

Eike está apostando que a qualidade da reserva de La Bodega irá diferenciá-la de seus concorrentes. A disparada do ouro para um valor recorde levou as aquisições no setor para o nível mais alto desde pelo menos 1998. A Osisko Mining Corp., que desenvolve uma mina em Quebec, e Detour Gold Corp., que tem um projeto em Ontario, estão sendo negociadas até 81 por cento abaixo do valor da Ventana por onça de ouro e 67 por cento a menos que o valor de seus ativos totais, de acordo com dados do RBC e da Bloomberg.

“Quase toda empresa de ouro com que temos uma relação está pensando em fusões e aquisições”, disse Jason Neal, co-diretor para mineração e metais da BMO Capital Markets em Toronto, que deu consultoria em negócios de US$ 27 bilhões no setor de mineração de outro nos últimos 12 meses. “Há um alto nível de avaliações em andamento”.

‘Terceiras partes’

Eike, 53 anos, que comprou sua primeira mina de ouro aos 24, já controla cerca de 20 por cento da Ventana. A sua empresa AUX Canada Acquisition Inc. ofereceu 12,63 dólares canadenses pelo restante da empresa em 17 de novembro. A Ventana rejeitou a proposta em 23 de dezembro, dizendo que era “inadequada e oportunista e não reconhecia o valor total da Ventana”. A empresa canadense disse em 8 de fevereiro que estava em conversas com “terceiras partes” para encontrar uma oferta maior.

A proposta vence hoje às 20:00, hora de Toronto.

A 12,63 dólares canadenses, a oferta representa um ágio de 32 por cento sobre o preço nos 20 dias anteriores, segundo dados compilados pela Bloomberg. Isso é menos do que a média de 39 por cento para aquisições concluídas ou pendentes no setor de ouro, com valor de mais de US$ 1 bilhão na última década, e está em linha com o prêmio de 33 por cento para negócios cancelados, mostram os dados.

As ações da Ventana subiram 7 centavos para 12,28 dólares canadenses na bolsa de Toronto em 11 de fevereiro, o que aumentou o ganho nos últimos 12 meses para 42 por cento. Isso é mais do dobro da alta de 20 por cento do índice S&P/TSX Composite, da bolsa canadense. A proposta feita por Eike está 2.9 por cento acima do preço atual da Ventana, de acordo com dados compilados pela Bloomberg.

http://exame.abril.com.br/negocios/empresas/noticias/proposta-de-eike-por-ventana-faz-concorrentes-parecerem-baratas

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Petrobras se diz ‘surpreendida’ por laudo sobre Cherne II

São Paulo - A Petróleo Brasileiro SA disse que foi “surpreendida” pelo laudo da Superintendência Regional do Trabalho do Rio de Janeiro que exige a interdição da plataforma Cherne II, na Bacia de Campos.

Segundo comunicado enviado por e-mail, a Petrobras diz que a plataforma “encontra-se em condições operacionais seguras para a integridade dos trabalhadores” e que a Marinha do Brasil vistoriou e liberou as operações em Cherne II no dia 1º de fevereiro. A empresa disse que vai cumprir o determinado pelo laudo e já iniciou a paralização da plataforma.

Cherne II foi danificada por um incêndio no dia 19 de janeiro e retomou a produção em 2 de fevereiro.

http://exame.abril.com.br/negocios/noticias/petrobras-se-diz-surpreendida-por-laudo-sobre-cherne-ii

China elevou compulsório de alguns bancos, diz jornal

Xangai - A China pediu que alguns bancos pequenos e médios depositem mais reservas no banco central, para controlar a inflação e o agressivo crescimento econômico, informou o China Securities Journal, citando fontes. A reportagem diz que o aumento da taxa do compulsório, que entrou em vigência no começo desta semana, teve como alvo principalmente os bancos regionais.

Segundo o jornal, como as pressões inflacionárias permanecem, a China provavelmente vai manter uma posição dura em relação ao aperto monetário no primeiro trimestre deste ano. O Banco do Povo da China (PBOC, o banco central do país) vai continuar usando taxas de compulsório bancário diferenciadas para administrar o crescimento do crédito em bancos individuais.

Os bancos chineses geralmente aumentam os empréstimos no começo de cada ano, para manter ou expandir sua participação no mercado de crédito do país. O jornal afirmou que os bancos chineses forneceram mais de 1,2 trilhão de yuans (US$ 182,2 bilhões) em novos empréstimos em janeiro. No mesmo mês do ano passado, os novos empréstimos totalizaram 1,4 trilhão de yuans.

No mês passado, o China Securities Journal afirmou que o governo chinês planeja cortar os novos empréstimos em yuan em cerca de 10% neste ano. O governo também teria ordenado os bancos a limitarem o crédito em janeiro para 12% da meta para todo o ano, que é uma faixa entre 7,2 trilhões de yuans e 7,5 trilhões de yuans. Nos dois últimos anos, os bancos chineses forneceram 17 55 trilhões de yuans em empréstimos para dar suporte aos estímulos econômicos do governo.

Reduzir o crédito é uma das ferramentas do governo chinês para tentar combater a inflação. O índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) da China subiu 4,6% em dezembro, depois de ter crescido 5,1% em novembro - a taxa de inflação mais alta em mais de dois anos. O governo deve anunciar a inflação de janeiro em torno do dia 15 deste mês. Economistas acreditam que a taxa ficará acima de 5%. As informações são da Dow Jones.

http://exame.abril.com.br/economia/mundo/noticias/china-elevou-compulsorio-de-alguns-bancos-diz-jornal

Tombini cobrou dos banqueiros solução para PanAmericano

São Paulo - O presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini, teve de cobrar dos principais banqueiros do país uma solução para o caso do PanAmericano. Segundo o jornal Folha de S. Paulo, Tombini procurou “uma solução de mercado” para o rombo extra de R$ 1,3 bilhão da instituição financeira.

De acordo com a reportagem, publicada nesta sexta, os banqueiros sentiram-se “enganados” pelo empresário e apresentador Silvio Santos e não queriam mais cobrir o rombo extra do PanAmericano. Os presidentes do Santander, do Bradesco e do Itaú Unibanco, além dos representantes do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), queriam até mesmo “tomar algum patrimônio” de Silvio Santos e processá-lo, iniciando também uma administração especial no PanAmericano.

Ainda de acordo com o jornal, Tombini voltou do Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, e argumentou que, se o BC interviesse no rombo do PanAmericano, suspeitas poderiam ser levantadas sobre a saúde financeira de outros bancos.

Segundo o jornal, o presidente do Banco Central também convenceu os banqueiros de que a liquidação do PanAmericano mergulharia o governo Dilma em uma crise e secaria as linhas de crédito internacionais - o PanAmericano pegou emprestado R$ 950 milhões de bancos dos EUA.

http://exame.abril.com.br/negocios/empresas/noticias/tombini-cobrou-dos-banqueiros-solucao-para-panamericano

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Lucro da Cosan encolhe quase 6 vezes no 3o tri fiscal

São Paulo - A Cosan, maior grupo de açúcar e etanol do Brasil, fechou trimestre passado com lucro líquido de 27,9 milhões de reais, queda de 83,3 por cento em relação ao mesmo período do ano anterior, conforme dados divulgados na noite de quarta-feira.

A companhia atribuiu a forte queda nos resultados, principalmente, ao aumento de custos "pelos reflexos advindos da quebra de safra verificada e pelos reflexos cumulativos do preço do ATR, além de maior originação de açúcar para revenda, com menores margens de contribuição unitária".

No acumulado do ano fiscal, correspondente à safra 2010/2011 no Centro-Sul do país, o grupo sucroalcooleiro contabiliza ganho líquido de 476,3 milhões de reais, volume 29,7 por cento menor na comparação anual.

Já o Ebitda (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) da empresa totalizou 410,5 milhões de reais no terceiro trimestre fiscal, encerrado em 31 de dezembro, 16,3 por cento inferior ao registrado em igual intervalo do ano anterior. No ano, o Ebitda acumulado é de 1,57 bilhão de reais.

A Cosan já havia informado no final de janeiro que a receita líquida no terceiro trimestre fiscal havia atingido 4,74 bilhões de reais, crescimento anual de 25 por cento.

As vendas de açúcar da companhia somaram 931,9 milhões de reais no período, contra 735,6 milhões de reais em igual intervalo do ano anterior.

Enquanto isso, as vendas de etanol atingiram 647,7 milhões de reais, quase o dobro dos 338,3 milhões de reais obtidos no terceiro trimestre fiscal de um ano antes.

A empresa informou ainda que encerrou dezembro com dívida líquida de 5,3 bilhões de reais, sendo que os recursos em caixa somavam 1,1 bilhão de reais.

http://exame.abril.com.br/negocios/empresas/noticias/lucro-da-cosan-encolhe-quase-6-vezes-no-3o-tri-fiscal

Dólar sobe, em dia de aversão ao risco nos mercados

SÃO PAULO - O dólar opera em alta nesta manhã de quinta-feira, acompanhando a valorização da moeda americana ante as principais divisas rivais no exterior. O cenário é de maior aversão ao risco e busca por ativos considerados mais seguros.
Por volta das 10h20, o dólar comercial tinha alta de 0,36%, cotado a R$ 1,665 na compra e a R$ 1,667 na venda.

No mercado futuro, o contrato de março negociado na BM&F subia 0,38%, cotado a R$ 1,673.

No mercado de câmbio externo, o euro registrava desvalorização de 0,63% ante o dólar, cotado a US$ 1,3641.

Nas bolsas, em Wall Street, os índices futuros operavam em queda. Na Europa, o londrino FTSE-100 recuava 1%, enquanto o CAC-40, de Paris, tinha perda de 0,91%. Por fim, o DAX, de Frankfurt, recuava 0,48%.

Na Ásia, as dúvidas quanto à força da recuperação econômica mundial pesaram sobre os negócios, depois que a China elevou, na última terça-feira, os juros para conter o avanço da inflação e a maior parte das bolsas de valores fechou no vermelho.

Em Tóquio, o índice Nikkei 225 recuou 0,11%, enquanto em Hong Kong, a queda foi bem mais acentuada. O índice Hang Seng fechou com desvalorização de 1,97%. Os investidores mostram preocupação com a alta de preços em todo o mundo, o que pode resultar em desaceleração no crescimento econômico.

Há pouco, os investidores souberam que o comitê de política monetária do Banco da Inglaterra manteve a taxa de juro da região em 0,5% e decidiu conservar o programa de compra de ativos em 200 bilhões de libras.

http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/valor/2011/02/10/dolar-sobe-em-dia-de-aversao-ao-risco-nos-mercados.jhtm

AIE: crise no Egito tem impacto no preço do petróleo

Paris - A crise no Egito teve um forte impacto nos preços do petróleo no final de janeiro, e o Brent alcançou os US$ 100 por barril por medo de que o transporte pelo Canal de Suez seja afetado, constatou nesta quinta-feira a Agência Internacional de Energia (AIE).

Embora a pressão sobre os preços do petróleo tenha diminuído desde então, a AIE lembrou que os de futuro do Brent seguem ao redor dos US$ 100 e os do WTI alcançam os US$ 87,2 por barril.

No entanto, a agência revisou para cima suas previsões para o conjunto de 2011, ano no qual espera que os preços se situem ao redor dos US$ 90, cerca de US$ 9 a mais do que havia previsto em seus relatórios anteriores.

A AIE afirma que, antes da crise no Egito, havia sido detectada uma pressão sobre as tarifas devido ao aumento da demanda procedente da China, mas estima que os próprios produtores excluem que os altos níveis de preços se mantenham em 2011.

Concretamente, cita declarações do ministro do Petróleo da Arábia Saudita, Ali al-Naimi, no dia 24 de janeiro, quando considerou que o nível deste ano estaria melhor entre os US$ 70 e US$ 80 por barril.

Isto sugere, segundo a AIE, que "os produtores não consideram sustentáveis as recentes altas" do petróleo.

Em seu relatório mensal sobre o mercado mundial do petróleo, a AIE confirma que a demanda do produto em 2010 subiu mais que o previsto, até alcançar um total de 87,8 milhões de barris diários, cerca de 400 mil a mais que o indicado em dezembro.

A demanda mundial em 2010 cresceu em 2,8 milhões de barris diários, informou a AIE.

http://exame.abril.com.br/economia/mundo/noticias/aie-crise-no-egito-tem-impacto-no-preco-do-petroleo

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Petrobras assina contrato para construção de serviços de interligação na Refap

SÃO PAULO - A Petrobras (PETR3,PETR4) anunciou nesta quarta-feira (9) que celebrou um contrato com a UTC Engenharia para obras dos off-sites (serviços de interligação) das unidades de hidrotratamento de diesel e de geração de hidrogênio da Refap (Refinaria Alberto Pasqualini).

A obra faz parte da construção da unidade de hidrotratamento de diesel da Refap, que tem como objetivo a produção de diesel S-10, um combustível de baixo teor de enxofre, o que, segundo a empresa, reforça o compromisso de oferecer ao mercado produtos de alta qualidade, bem como atender à legislação.

Prazo de 930 dias
Segundo o comunicado da Petrobras, o prazo para conclusão é de 930 dias e a obra possui índice de nacionalização superior a 70% do valor contratual. O acordo prevê a execução dos serviços de suprimento, engenharia, construção, montagem eletromecânica, testes, condicionamento, assistência à pré-operação e à partida.

Ademais, estao previstas novas instalações de unidades de processos auxiliares e de utilidades, ampliação e adequações em unidades existentes na Refinaria.

http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=2039549&path=/investimentos/

Eike Batista cria nova empresa na Colômbia e vai abrir capital

RIO - O grupo de Eike Batista vai criar mais uma empresa e abrir seu capital. Os ativos de carvão da MPX na Colômbia serão separados da companhia. A nova empresa deverá se chamar CCX e, antes de abrir o capital - o que deve acontecer até o final do ano ou início de 2012 - vai receber um novo parceiro.

A ideia inicial é abrir o capital da empresa no Brasil, mas também nas bolsas de Londres e de Bogotá. De acordo com Eike, os ativos têm importância e qualidade muito grandes.

"Descobrimos o Carajás do carvão (em comparação com importante mina de minério de ferro no Brasil, da Vale)", disse ele, em teleconferência com analistas.

A empresa tem mais de 1 bi de toneladas de potencial de recursos lavráveis. Já foram investidos mais de US$ 100 milhões em estudos de viabilidade. Inicialmente, será explorado apenas carvão térmico. A exploração será iniciada no ano que vem.

"A qualidade do carvão da Colômbia é ótima e o mundo todo quer um pedaço desse ativo. Encontramos a presença de carvão metalúrgico. São ativos únicos, de classe mundial. Por exemplo, os americanos precisam de carvão metalúrgico para misturar com seu carvão. Têm complexos gigantes que irão abastecer o mundo com carvão térmico", disse.

O executivo afirmou ainda que, do ponto de vista técnico, a operação é financiável, antes da abertura de capital. "Estou indo para um país que tem um histórico e é conhecido pela mineração de carvão. Vamos vender uma pequena parte para os investidores. A gente vai colocar o termo para satisfazer o mercado", disse.

Eike Batista lembrou ainda que os atuais acionistas da MPX receberão ações equivalentes da nova empresa, a CCX.

http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/valor/2011/02/09/eike-batista-cria-nova-empresa-na-colombia-e-vai-abrir-capital.jhtm

Petrobras estuda implantação de complexo gás-químico no Espírito Santo

Rio de Janeiro - A Petrobras estuda a possibilidade de implantar um complexo gás-químico no município de Linhares, no Espírito Santo. A intenção é produzir fertilizantes nitrogenados, como ureia e amônia, além de metanol, ácido acético, ácido fórmico e melamina.

Com isso, aumentaria a oferta interna de produtos gás-químicos, reduzindo a necessidade de importação. Hoje (8), a empresa assinou protocolo de intenções com o governo do Espírito Santo para avaliar as condições necessárias que viabilizarão o complexo.

A expectativa é que o complexo atraia a instalação de uma série de outras empresas da cadeia de fertilizantes, ligadas ao setor agrícola e também da cadeia de produtos químicos, bem como empresas fornecedoras de serviços de manutenção de equipamentos, locação de máquinas, entre outras.

O protocolo assinado prevê que a Petrobras buscará, na esfera federal, com apoio do estado do Espírito Santo e do município de Linhares, enquadramento do empreendimento no Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento da Infraestrutura da Indústria Petrolífera nas Regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste (Repenec).

Os governos estadual e municipal se propuseram a empenhar-se na disponibilização do terreno já selecionado pela Petrobras para o empreendimento. “Para viabilização do complexo, entre outras ações, o estado se propõe a empenhar-se na concessão de incentivos fiscais e o município de Linhares, na concessão de tratamento tributário especial para as fases de implantação, ampliação, modernização e diversificação do complexo”, informou a estatal em nota.

http://exame.abril.com.br/negocios/noticias/petrobras-estuda-implatacao-de-complexo-gas-quimico-no-espirito-santo

Justiça bloqueia contas de empresas de ex-presidente do PanAmericano

São Paulo - O cerco parece estar se fechando para Rafael Palladino, ex-presidente do Banco PanAmericano. As contas de suas quatro empresas, que já tiveram seus sigilos fiscais e bancários quebrados, foram bloqueadas no mês de janeiro pela Justiça Federal. A informação foi divulgada somente nesta segunda-feira pelo jornal O Estado de S. Paulo.

Segundo a reportagem, o bloqueio, decretado pelo juiz Fausto de Sanctis, foi tomado a partir de um relatório da Polícia Federal, que afirma serem fictícias as empresas de Rafael Palladino. No endereço das empresas, funcionam uma clínica de psicologia e fonoaudiologia.

O documento alega também que o ex-presidente do PanAmericano teria firmado contratos entre suas empresas e as do Grupo Silvio Santos. Este, segundo o relatório obtido pelo jornal, seria um meio para “propiciar o desvio de recursos da instituição financeira que geriam”.

As empresas de Palladino que tiveram suas contas bloqueadas são: Max Control Evento e Promoção Ltda, Max América Participações Ltda, Max América Negócios Imobiliários Ltda e a RCF Administração e Participações Ltda.

Para a Polícia Federal, ainda de acordo com a reportagem, o bloqueio é necessário para garantir o ressarcimento às pessoas físicas e jurídicas lesadas no rombo do PanAmericano, além da reparação ao sistema financeiro pelo dano causado. Ao jornal, a assessoria de imprensa de Palladino afirmou que os valores recebidos por suas empresas referem-se à prestação de serviços de assessoria e consultoria, realizados para as empresas do Grupo Silvio Santos, em atividades diferentes das do PanAmericano.

http://exame.abril.com.br/negocios/empresas/noticias/cerco-se-fecha-para

Alta de juro na China derruba bolsas da Ásia

CINGAPURA (Reuters) - As bolsas de valores da Ásia tiveram queda nesta quarta-feira, abatidas pelo aumento do juro anunciado pela China na véspera, após o fechamento dos mercados.

A China aumentou o juro em 0,25 ponto percentual na terça-feira, a segunda alta em apenas seis semanas. O momento da elevação, no último dia do Ano Novo Lunar, foi uma surpresa, mas os investidores já vinham prevendo um aperto em meio à aceleração da inflação.

"O aumento de juro chinês vinha sendo esperado há algum tempo... No entanto, os investidores estão reagindo a ele se desfazendo de ações mais sensíveis a oscilações cambiais e à demanda chinesa", disse Lee Sun-yeb, analista do Shinhan Investment Corp em Seul.

A bolsa da China caiu 0,89 por cento, para 2.774 pontos. Em Hong Kong, o recuo foi de 1,36 por cento, a 23.164 pontos.

Em Tóquio, o Nikkei perdeu 0,17 por cento, a 10.617 pontos, depois de atingir pico em nove meses. Os bancos lideraram a queda, em meio a uma realização de lucros.

O índice MSCI que reúne bolsas da região Ásia-Pacífico com exceção do Japão recuava 1,28 por cento, para 472,83 pontos, pela manhã.

Taiwan caiu 1,15 por cento; Seul perdeu 1,17 por cento; e Cingapura encerrou em baixa de 1,09 por cento.

Na Austrália, por outro lado, a bolsa de Sydney subiu 0,29 por cento, a 4.904 pontos.

http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/reuters/2011/02/09/alta-de-juro-na-china-derruba-bolsas-da-asia.jhtm

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

China eleva juros novamente para combater inflação

O banco central da China elevou a taxa básica de juros nesta terça-feira, o segundo acréscimo em pouco mais de um mês, intensificando a luta contra a inflação.

O momento da alta, no último dia do feriado do ano-novo chinês, foi uma surpresa, mas os investidores esperavam um aperto monetário maior há muito tempo, enquanto Pequim enfrenta dificuldades para conter as pressões inflacionárias e afastar uma bolha no mercado imobiliário.

As taxas de depósito serão elevadas em 0,25 ponto percentual, para 3%, e as taxas de financiamento também serão elevadas em 0,25 ponto, para 6,06%. As mudanças entram em vigor em 9 de fevereiro.

Embora tenha desacelerado para 4,6% em dezembro, a inflação deve voltar a subir em janeiro, com a alta dos preços de alimentos.

É a terceira elevação de juros desde que a China começou o ciclo de aperto, em outubro.

"Eu não achava que isso (a alta dos juros) aconteceria hoje, mas não importa o que você acha que acontecerá hoje ou amanhã. Você sabe que as taxas de juros subirão", disse Mike Lenhoff, estrategista-chefe da Brewer Dolphin, em Londres.

A retórica anti-inflacionária do BC chinês nos últimos meses preparou os investidores para mais ações de aperto monetário e, mesmo com a última medida, muitos acreditam que haverá ainda mais.

Uma pesquisa da Reuters em dezembro mostrou que economistas esperam uma alta para 3,25% nas taxas de depósito até junho.

Mesmo que a política mais apertada possa limitar o crescimento da China e prejudicar o mercado de ações do país, muitos analistas acreditam que a desaceleração econômica será moderada.

A China também está elevando juros no momento em que as taxas dos Estados Unidos e da zona do euro estão em mínimas recordes, uma marca de confiança de que a economia chinesa, a segunda maior do mundo, está em terreno sólido.

http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/reuters/2011/02/08/china-eleva-juros-novamente-para-combater-inflacao.jhtm