O motivo é a classificação dos títulos da empresa como junk, ou alto risco
A estreia do bilionário Eike Batista no mercado internacional de dívida pode obrigar a OGX Petróleo & Gás Participações SA a pagar o dobro da taxa da estatal Petróleo Brasileiro SA numa captação externa. Os títulos da empresa de Eike foram classificados como junk, ou alto risco.
A OGX pretende captar US$ 2 bilhões em títulos denominados em dólar a um rendimento de 7,5 por cento, ou cerca de 500 pontos-base a mais do que papéis do Tesouro americano, segundo uma pessoa familiarizada com a operação, que pediu para não ser identificada porque os termos ainda não foram definidos. A dívida de prazo similar da Petrobras, que tem classificação de risco seis níveis superior, rende 200 pontos-base a mais do que as notas do governo americano. A taxa média para empresas com a mesma nota de crédito B1 da OGX é 6,86, segundo o Bank of America Corp.
Eike, 54 anos, vai realizar a captação externa após suas empresas terem levantado cerca de US$ 7,3 bilhões em ações nos últimos cinco anos para financiar investimentos em energia, mineração e transporte. Os investidores vão exigir um prêmio porque a OGX ainda não produz petróleo, disse Gianna Bern, presidente da consultoria de gestão de risco Brookshire Advisory and Research, de Chicago.
“O maior desafio para a OGX é ir a mercado sem um histórico estabelecido de produção”, Bern, que já foi diretora sênior da Fitch Ratings, disse em e-mail. “Essa empresa construída a partir de expectativas de reservas. O preço vai refletir esse nível de incerteza.”
Em nota enviada por e-mail, a assessoria de imprensa da OGX se recusou a fazer comentários para esta reportagem.
Planos de produção
A OGX será a primeira das seis empresas de capital aberto controladas por Eike a emitir títulos internacionais. A MMX Mineração & Metálicos SA emitiu R$ 96 milhões em debêntures no mercado doméstico em novembro de 2009.
O rendimento médio da dívida corporativa em dólar de companhias brasileiras com classificação B1, como a Marfrig Alimentos SA, é de 7,69 por cento, de acordo com dados compilados pela Bloomberg. Os títulos do governo com vencimento em 2019 rendem 3,72 por cento.
A OGX, que tem classificação B+ pela Fitch Ratings, planeja começar a produzir petróleo num poço de testes até outubro, adiando uma previsão anterior para iniciar a produção em agosto. No mês passado, a empresa sediada no Rio de Janeiro divulgou um aumento abaixo do esperado nos recursos de óleo e gás.
“A verdadeira pergunta é se eles podem executar a estratégia para conseguir o que querem e como vão chegar lá”, disse Dan Kastholm, chefe de classificação de risco corporativo para a América Latina da Fitch Ratings em Chicago, em entrevista por telefone. “Em nossa visão, claramente é um risco altamente especulativo. A empresa ainda não vendeu nada de petróleo.”
sexta-feira, 20 de maio de 2011
terça-feira, 17 de maio de 2011
Petrobras formaliza criação de empresa para construção de sondas para pré-sal
SÃO PAULO - A Petrobras (PETR3, PETR4) formalizou na última sexta-feira (13) a criação da Sete Brasil, empresa que assumirá o contrato para a construção de sete sondas de perfuração marítima que serão usadas no programa de perfuração de longo prazo da Petrobras nos poços no pré-sal.
De acordo com a estatal, a previsão de entrada em operação das novas sondas é 2015. A empresa conta com participação de Santander, Bradesco, BTG Pactual e Caixa Econômica Federal, além dos fundos de pensão Previ, Petros, Funcef, Valia e Lakeshore Financial Partners Participações. "A Petrobras terá menos de 10% de participação, e a governança na empresa será proporcional à participação de cada sócio", explica a empresa em nota.
O capital da empresa, que operará na construção das sondas em parceria com a Estaleiro Atlântico Sul, é provido pelo sócios, além de recursos do BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social). O banco "irá financiar a parcela correspondente ao conteúdo brasileiro de bens e serviços para construção de cada sonda, além de recursos provenientes das agências de fomento à exportação dos países que fornecerão o conteúdo a ser importado e dos bancos comerciais", diz nota.
No evento de lançamento da empresa, o presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, destacou "os grandes desafios e oporthttp://www.blogger.com/img/blank.gifunidades que serão enfrentados por esta nova empresa. Trata-se de uma empresa com enorme potencial devido não apenas às demandas da Petrobras, mas de todo o setor".
http://www.infomoney.com.br/petrobras/noticia/2111543-petrobras+formaliza+criacao+empresa+para+construcao+sondas+para+pre+sal
De acordo com a estatal, a previsão de entrada em operação das novas sondas é 2015. A empresa conta com participação de Santander, Bradesco, BTG Pactual e Caixa Econômica Federal, além dos fundos de pensão Previ, Petros, Funcef, Valia e Lakeshore Financial Partners Participações. "A Petrobras terá menos de 10% de participação, e a governança na empresa será proporcional à participação de cada sócio", explica a empresa em nota.
O capital da empresa, que operará na construção das sondas em parceria com a Estaleiro Atlântico Sul, é provido pelo sócios, além de recursos do BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social). O banco "irá financiar a parcela correspondente ao conteúdo brasileiro de bens e serviços para construção de cada sonda, além de recursos provenientes das agências de fomento à exportação dos países que fornecerão o conteúdo a ser importado e dos bancos comerciais", diz nota.
No evento de lançamento da empresa, o presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, destacou "os grandes desafios e oporthttp://www.blogger.com/img/blank.gifunidades que serão enfrentados por esta nova empresa. Trata-se de uma empresa com enorme potencial devido não apenas às demandas da Petrobras, mas de todo o setor".
http://www.infomoney.com.br/petrobras/noticia/2111543-petrobras+formaliza+criacao+empresa+para+construcao+sondas+para+pre+sal
Rossi se une a empresa no Nordeste para lançar R$2,8 bi até 2013
SÃO PAULO (Reuters) - A construtora e incorporadora Rossi Residencial pode realizar lançamentos da ordem de 2,8 bilhões de reais até 2013 por meio de fusão com a construtora Norcon, na região Nordeste do país.
A companhia anunciou na noite de segunda-feira a formação da empresa Norcon Rossi, dando continuidade à parceria que havia sido firmada em fevereiro passado.
A nova empresa terá 70 por cento de participação da Rossi, ficando o restante com a Norcon, que será responsável pela realização dos empreendimentos em Sergipe, Pernambuco, Alagoas e na Bahia.
Se considerados os projetos já lançados e parcialmente vendidos desde a assinatura da parceria, a participação da Rossi será de 80 por cento.
De acordo com comunicado ao mercado, o banco de terrenos da Norcon possui potencial para lançamentos com valor geral de vendas (VGV) de 13 bilhões de reais.
http://www.blogger.com/img/blank.gif
"A Rossi será responsável pela gestão financeira e operacional da Norcon Rossi... A parceria reforça a estratégia da Rossi de diversificar suas atividades para novas regiões que apresentam alto potencial de crescimento e continuar crescendo nos mercados onde já está presente", afirma a companhia no documento, acrescentando que a criação da nova empresa ainda depende da conclusão do processo de due dilligence.
Sediada em Aracajú (SE), a Norcon atua nos segmentos residencial e comercial há 52 anos.
http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/reuters/2011/05/17/rossi-se-une-a-empresa-no-nordeste-para-lancar-r28-bi-ate-2013.jhtm
A companhia anunciou na noite de segunda-feira a formação da empresa Norcon Rossi, dando continuidade à parceria que havia sido firmada em fevereiro passado.
A nova empresa terá 70 por cento de participação da Rossi, ficando o restante com a Norcon, que será responsável pela realização dos empreendimentos em Sergipe, Pernambuco, Alagoas e na Bahia.
Se considerados os projetos já lançados e parcialmente vendidos desde a assinatura da parceria, a participação da Rossi será de 80 por cento.
De acordo com comunicado ao mercado, o banco de terrenos da Norcon possui potencial para lançamentos com valor geral de vendas (VGV) de 13 bilhões de reais.
http://www.blogger.com/img/blank.gif
"A Rossi será responsável pela gestão financeira e operacional da Norcon Rossi... A parceria reforça a estratégia da Rossi de diversificar suas atividades para novas regiões que apresentam alto potencial de crescimento e continuar crescendo nos mercados onde já está presente", afirma a companhia no documento, acrescentando que a criação da nova empresa ainda depende da conclusão do processo de due dilligence.
Sediada em Aracajú (SE), a Norcon atua nos segmentos residencial e comercial há 52 anos.
http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/reuters/2011/05/17/rossi-se-une-a-empresa-no-nordeste-para-lancar-r28-bi-ate-2013.jhtm
Commodities pressionam e Bolsas da Ásia fecham estáveis
A maioria das Bolsas de Valores asiáticas fecharam quase estáveis nesta terça-feira, com sinais de uma desaceleração na retomada econômica dos Estados Unidos somados à queda do petróleo e à alta do dólar.
Em Tóquio, o índice Nikkei encerrou com leve alta de 0,09% e o índice mais amplo Topix recuou 0,08%.
O mercado do Japão perdeu mais de 3% nos últimos três pregões, seguindo a queda dos ativos mais arriscado, com investidores avaliando o esperado fim do programa de estímulos do Federal Reserve, em junho.
"Todos os olhos estão nas commodities", disse Takashi Ohba, estrategista da Okasan Securities. "Normalmente, a queda das commodities seria considerada positiva para a economia, mas nesses dias o mercado se tornou um barômetro de exposição a risco --as commodities estão em baixa, então todos estão em um humor de aversão a risco."
O índice de Seul caiu 0,08%, superando a pressão de venda de investidores estrangeiros e os declínios em ações de tecnológicas como a Samsung Electronics.
O setor de tecnologia tinha a maior perda do índice da região Ásia-Pacífico com exceção do Japão, que operava perto da estabilidade. As ações da Samsung caíram mais de 1%.
Alguns mercados da Ásia, como o de Cingapura, estavam fechados por feriado.
Em Hong Kong, o mercado perdeu 0,26% e a Bolsa de Taiwan retrocedeu 0,31%. Os índices de Xangai e Sydney fecharam em alta de 0,13% e 0,73%, respectivamente.
http://www1.folha.uol.com.br/mercado/916804-commodities-pressionam-e-bolsas-da-asia-fecham-estaveis.shtml
Em Tóquio, o índice Nikkei encerrou com leve alta de 0,09% e o índice mais amplo Topix recuou 0,08%.
O mercado do Japão perdeu mais de 3% nos últimos três pregões, seguindo a queda dos ativos mais arriscado, com investidores avaliando o esperado fim do programa de estímulos do Federal Reserve, em junho.
"Todos os olhos estão nas commodities", disse Takashi Ohba, estrategista da Okasan Securities. "Normalmente, a queda das commodities seria considerada positiva para a economia, mas nesses dias o mercado se tornou um barômetro de exposição a risco --as commodities estão em baixa, então todos estão em um humor de aversão a risco."
O índice de Seul caiu 0,08%, superando a pressão de venda de investidores estrangeiros e os declínios em ações de tecnológicas como a Samsung Electronics.
O setor de tecnologia tinha a maior perda do índice da região Ásia-Pacífico com exceção do Japão, que operava perto da estabilidade. As ações da Samsung caíram mais de 1%.
Alguns mercados da Ásia, como o de Cingapura, estavam fechados por feriado.
Em Hong Kong, o mercado perdeu 0,26% e a Bolsa de Taiwan retrocedeu 0,31%. Os índices de Xangai e Sydney fecharam em alta de 0,13% e 0,73%, respectivamente.
http://www1.folha.uol.com.br/mercado/916804-commodities-pressionam-e-bolsas-da-asia-fecham-estaveis.shtml
Plano de investimentos da Petrobras é crucial para o curto prazo
São Paulo – Apesar de as ações da Petrobras (PETR3; PETR4) terem subido após os resultados do primeiro trimestre, os investidores e analistas aguardam com apreensão a definição sobre o plano de investimentos da estatal de petróleo até 2015.
“O principal evento de curto prazo continua o anúncio da revisão do plano”, afirmam os analistas do Santander Christian Audi e Vicente Falanga Neto. O plano de 224 bilhões de dólares foi apresentado para o Conselho de Administração na sexta-feira (13), mas não foi aprovado. Segundo a Petrobras, foram solicitados estudos e análises adicionais.
Para os analistas do BTG Pactual, Gustavo Gattass e Rafael Fonseca, a postura do Conselho pode ser considerada uma grande mudança, caso a decisão seja não aumentá-lo. “Se o conselho da Petrobras se mostrar mais cauteloso com o fluxo de caixa futuro, pode aumentar a confiança na companhia”, explica o banco.
http://www.blogger.com/img/blank.gif
Sem mudanças?
O Itaú BBA considera que o valor pode chegar a 240 bilhões de dólares, o que representa um aumento de 7%. “Entretanto, o já anunciado plano apenas para o pré-sal era de 21 bilhões de dólares. Por sua vez, há um argumento para que o plano seja mantido estável porque o governo está tentando reduzir os gastos”, lembram os analistas do Itaú BBA, Paula Kovarsky e Diego Mendes.
“Achamos difícil o plano ficar inalterado, mas certamente receberíamos bem a notícia”, ressaltam Marcus Sequeira e Luiz Fonseca, do Deutsche Bank. A expectativa é de que o Conselho volte a se reunir na próxima sexta-feira (16). Mesmo com a alta dos papéis ontem, as ações da Petrobras ainda amargam uma queda de aproximadamente 10% no ano.
http://exame.abril.com.br/mercados/noticias/plano-de-investimentos-da-petrobras-e-crucial-para-o-curto-prazo
“O principal evento de curto prazo continua o anúncio da revisão do plano”, afirmam os analistas do Santander Christian Audi e Vicente Falanga Neto. O plano de 224 bilhões de dólares foi apresentado para o Conselho de Administração na sexta-feira (13), mas não foi aprovado. Segundo a Petrobras, foram solicitados estudos e análises adicionais.
Para os analistas do BTG Pactual, Gustavo Gattass e Rafael Fonseca, a postura do Conselho pode ser considerada uma grande mudança, caso a decisão seja não aumentá-lo. “Se o conselho da Petrobras se mostrar mais cauteloso com o fluxo de caixa futuro, pode aumentar a confiança na companhia”, explica o banco.
http://www.blogger.com/img/blank.gif
Sem mudanças?
O Itaú BBA considera que o valor pode chegar a 240 bilhões de dólares, o que representa um aumento de 7%. “Entretanto, o já anunciado plano apenas para o pré-sal era de 21 bilhões de dólares. Por sua vez, há um argumento para que o plano seja mantido estável porque o governo está tentando reduzir os gastos”, lembram os analistas do Itaú BBA, Paula Kovarsky e Diego Mendes.
“Achamos difícil o plano ficar inalterado, mas certamente receberíamos bem a notícia”, ressaltam Marcus Sequeira e Luiz Fonseca, do Deutsche Bank. A expectativa é de que o Conselho volte a se reunir na próxima sexta-feira (16). Mesmo com a alta dos papéis ontem, as ações da Petrobras ainda amargam uma queda de aproximadamente 10% no ano.
http://exame.abril.com.br/mercados/noticias/plano-de-investimentos-da-petrobras-e-crucial-para-o-curto-prazo
Lucro da Cemig tem leve alta puxado por indústria
São Paulo - A estatal mineira de energia Cemig encerrou o primeiro trimestre com alta ligeira no lucro líquido, apoiada em aumento da demanda industrial e dos negócios com transmissão de eletricidade.
A companhia teve lucro líquido de 526,2 milhões de reais, aumento de 1,2 por cento ante o ganho apurado em igual etapa do ano passado.
A empresa registrou uma geração de caixa medida pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) de 1,292 bilhão de reais, crescimento de 11 por cento sobre o obtido um ano antes.
Apesar disso, a margem recuou de 40,5 para 38,2 por cento, por conta de aumento de custos e despesas operacionais.
Segundo a Cemig, a quantidade de energia vendida para consumidores finais no segmento residencial subiu 20,5 por cento no período, a 2.831.408 megawatts/hora. Enquanto isso, a classe industrial registrou incremento de 12 por cento, a 6.257.236 MWh. O segmento de "comércio, serviços e outros" apurou alta de 22,9 por cento, a 1.809.749 MWh.
No total, a quantidade de energia vendida a consumidores finais no primeiro trimestre subiu 15,6 por cento sobre o mesmo período de 2010, para 12.414.948 MWh.
A receita de uso da rede apresentou um crescimento de 3,51 por cento, passando de 317.875 reais no primeiro trimestre de 2010 para 329.028 reais de janeiro a março deste ano.
"O aumento nesta receita em 2011 decorre principalmente da aquisição de participação na Taesa em maio de 2010 (...) o que impactou favoravelmente na consolidação dessas receitas no primeiro trimestre de 2011", afirmou a Cemig no balanço.
http://exame.abril.com.br/negocios/empresas/noticias/lucro-da-cemig-tem-leve-alta-puxado-por-industria
A companhia teve lucro líquido de 526,2 milhões de reais, aumento de 1,2 por cento ante o ganho apurado em igual etapa do ano passado.
A empresa registrou uma geração de caixa medida pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) de 1,292 bilhão de reais, crescimento de 11 por cento sobre o obtido um ano antes.
Apesar disso, a margem recuou de 40,5 para 38,2 por cento, por conta de aumento de custos e despesas operacionais.
Segundo a Cemig, a quantidade de energia vendida para consumidores finais no segmento residencial subiu 20,5 por cento no período, a 2.831.408 megawatts/hora. Enquanto isso, a classe industrial registrou incremento de 12 por cento, a 6.257.236 MWh. O segmento de "comércio, serviços e outros" apurou alta de 22,9 por cento, a 1.809.749 MWh.
No total, a quantidade de energia vendida a consumidores finais no primeiro trimestre subiu 15,6 por cento sobre o mesmo período de 2010, para 12.414.948 MWh.
A receita de uso da rede apresentou um crescimento de 3,51 por cento, passando de 317.875 reais no primeiro trimestre de 2010 para 329.028 reais de janeiro a março deste ano.
"O aumento nesta receita em 2011 decorre principalmente da aquisição de participação na Taesa em maio de 2010 (...) o que impactou favoravelmente na consolidação dessas receitas no primeiro trimestre de 2011", afirmou a Cemig no balanço.
http://exame.abril.com.br/negocios/empresas/noticias/lucro-da-cemig-tem-leve-alta-puxado-por-industria
Índices de ações da Europa sobem, liderados por ações de mineração
SÃO PAULO - Os principais índices de ações europeus operam preponderantemente em alta nesta terça-feira (17), com os investidores ainda de olho no desenrolar da crise fiscal que atinge o velho continente, com os problemas da Grécia na pauta. As ações do setor automobilístico caem, enquanto na ponta positiva aparecem os papéis de companhias mineradoras.
Entre as ações, destaque positivo para o setor de mineração. Em Londres, as ações da Rio Tinto sobem 0,82%, e são seguidas pelos papéis da Anglo American, com alta de 0,72%, da BHP Billiton, com alta de 0,61%, da Xstrata, com alta de 1,77%, e da Kazakhys, com alta de 0,64%.
Ainda na bolsa parisiense, os papéis do conglomerado Bouygues registram forte desvalorização de 3,93% após a companhia ter publicado seus resultados trimestrais. Já em Londres, as ações da Vodafone sobem 2,05% após a companhia reportar uma perspectiva melhor para 2011 e 2012.
Veja mais informações em http://www.infomoney.com.br/europa/noticia/2112114-indices+acoes+europa+sobem+liderados+por+acoes+mineracao
Entre as ações, destaque positivo para o setor de mineração. Em Londres, as ações da Rio Tinto sobem 0,82%, e são seguidas pelos papéis da Anglo American, com alta de 0,72%, da BHP Billiton, com alta de 0,61%, da Xstrata, com alta de 1,77%, e da Kazakhys, com alta de 0,64%.
Ainda na bolsa parisiense, os papéis do conglomerado Bouygues registram forte desvalorização de 3,93% após a companhia ter publicado seus resultados trimestrais. Já em Londres, as ações da Vodafone sobem 2,05% após a companhia reportar uma perspectiva melhor para 2011 e 2012.
Veja mais informações em http://www.infomoney.com.br/europa/noticia/2112114-indices+acoes+europa+sobem+liderados+por+acoes+mineracao
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Palocci multiplicou patrimônio por 20, diz jornal
São Paulo - Em quatro anos, o ministro-chefe da Casa Civil, Antônio Palocci, multiplicou seu patrimônio por 20, segundo reportagem publicada na edição deste domingo (15) da Folha de S. Paulo. O texto diz que a evolução no patrimônio do ministro aconteceu durante o período em que ele esteve na Câmara dos Deputados.
Em 2006, época em que Palocci se elegeu deputado federal, seu patrimônio declarado era de 375 mil reais. Este valor correspondia a uma casa, um terreno e três carros, além de outros bens. Três anos depois, o ministro comprou um escritório em São Paulo, pelo qual pagou 882 mil reais.
No fim de 2010, Palocci fez nova aquisição. Desta vez, um apartamento de luxo, também em São Paulo, por 6,6 milhões de reais. Segundo a Folha, o apartamento tem 502 metros quadrados de área, quatro suítes e cinco vagas na garagem.
Nos quatro anos em que exerceu mandato dhttp://www.blogger.com/img/blank.gife deputado, Palocci recebeu 974 mil reais brutos em salário. A quantia é insuficiente para pagar os imóveis adquiridos. Segundo documentos aos quais a reportagem da Folha teve acesso, ambos já foram quitados.
Procurado pelo jornal, o ministro disse que os dois imóveis estão registrados em nome da empresa Projeto Administração de Imóveis, da qual ele é dono. Palocci afirma que os bens foram comprados com recursos que a Projeto recebeu no período em que atuou como consultoria.
Em nota enviada por sua assessoria de imprensa, Palocci informou que declarou os bens adquiridos à Comissão de Ética Pública da Presidência da República. A nota diz ainda que a Projeto deixou de prestar serviços de consultoria e passou a ter como única atribuição a administração dos dois imóveis. O ministro afirmou também que, desde que passou a ocupar o cargo na Casa Civil, deixou de realizar atividades ligadas à empresa.
http://exame.abril.com.br/economia/politica/noticias/palocci-multiplicou-patrimonio-por-20-diz-jornal
Em 2006, época em que Palocci se elegeu deputado federal, seu patrimônio declarado era de 375 mil reais. Este valor correspondia a uma casa, um terreno e três carros, além de outros bens. Três anos depois, o ministro comprou um escritório em São Paulo, pelo qual pagou 882 mil reais.
No fim de 2010, Palocci fez nova aquisição. Desta vez, um apartamento de luxo, também em São Paulo, por 6,6 milhões de reais. Segundo a Folha, o apartamento tem 502 metros quadrados de área, quatro suítes e cinco vagas na garagem.
Nos quatro anos em que exerceu mandato dhttp://www.blogger.com/img/blank.gife deputado, Palocci recebeu 974 mil reais brutos em salário. A quantia é insuficiente para pagar os imóveis adquiridos. Segundo documentos aos quais a reportagem da Folha teve acesso, ambos já foram quitados.
Procurado pelo jornal, o ministro disse que os dois imóveis estão registrados em nome da empresa Projeto Administração de Imóveis, da qual ele é dono. Palocci afirma que os bens foram comprados com recursos que a Projeto recebeu no período em que atuou como consultoria.
Em nota enviada por sua assessoria de imprensa, Palocci informou que declarou os bens adquiridos à Comissão de Ética Pública da Presidência da República. A nota diz ainda que a Projeto deixou de prestar serviços de consultoria e passou a ter como única atribuição a administração dos dois imóveis. O ministro afirmou também que, desde que passou a ocupar o cargo na Casa Civil, deixou de realizar atividades ligadas à empresa.
http://exame.abril.com.br/economia/politica/noticias/palocci-multiplicou-patrimonio-por-20-diz-jornal
Analistas reduzem novamente expectativa de inflação
São Paulo - Os economistas do mercado financeiro deram um novo alívio nas projeções para a inflação oficial neste ano, reduzindo-as de 6,33% para 6,31%. O índice, no entanto, ainda está perto do teto da meta (6,50%).
A notícia é ótima para o Banco Central que também luta contra a matemática. A instituição já adotou medidas macroprudenciais no último trimestre do ano passado e promoveu três altas na taxa básica de juros no governo Dilma.
O IPCA de abril estourou o teto da meta no acumulado em 12 meses e os diretores do BC calculam que esse patamar será mantido até agosto.
Nas últimas 23 semanas, o boletim Focus do Banco Central, que colhe semanalmente as previsões de analistas de cerca de 100 instituições financeiras, registrou 20 altas nas estimativas de preços.http://www.blogger.com/img/blank.gif
No documento desta semana, o crescimento do PIB permaneceu em 4,00%, assim como a taxa básica de juros (12,50%). Já a expansão da produção industrial caiu de 3,78% para 3,73% (veja tabela com todas as previsões na próxima página).
http://exame.abril.com.br/economia/noticias/analistas-reduzem-novamente-expectativa-de-inflacao
A notícia é ótima para o Banco Central que também luta contra a matemática. A instituição já adotou medidas macroprudenciais no último trimestre do ano passado e promoveu três altas na taxa básica de juros no governo Dilma.
O IPCA de abril estourou o teto da meta no acumulado em 12 meses e os diretores do BC calculam que esse patamar será mantido até agosto.
Nas últimas 23 semanas, o boletim Focus do Banco Central, que colhe semanalmente as previsões de analistas de cerca de 100 instituições financeiras, registrou 20 altas nas estimativas de preços.http://www.blogger.com/img/blank.gif
No documento desta semana, o crescimento do PIB permaneceu em 4,00%, assim como a taxa básica de juros (12,50%). Já a expansão da produção industrial caiu de 3,78% para 3,73% (veja tabela com todas as previsões na próxima página).
http://exame.abril.com.br/economia/noticias/analistas-reduzem-novamente-expectativa-de-inflacao
Cyrela quer diminuir fatia do Minha Casa Minha Vida no Living e cortar despesas
SÃO PAULO – Depois de uma alta de 19,6% das despesas comerciais no primeiro trimestre, a Cyrela (CYRE3) quer reduzir esses gastos a “não mais que” 5% das vendas totais da companhia.
Em teleconferência com analistas sobre o balanço do primeiro trimestre, os executivos da imobiliária explicaram que a alta de quase 20% das despesas comerciais e de 6,7% dos gastos administrativos deve-se ao pesado volume de novos lançamentos.
“Devemos atingir 33% do guidance de lançamentos ainda esse semestre, muito superior a 2010”, disse Luis Largman, diretor de Relações com Investidores da empresa. “Precisamos de recursos para viabilizar os lançamentos – foram R$ 28,5 milhões de preparação nesses primeiros três meses para os lançamentos no segundo trimestre”.
A meta da Cyrela é que, até o final de 2012, a fatia das despesas administrativas nas vendas seja de 4,5% - no caso das comerciais, o ideal é que não ultrapasse 5%. Atualmente, as despesas gerais e administrativas representam 7,1% da receita líquida, e ,5% das vendas contratadas.
http://www.blogger.com/img/blank.gif
Living
Os executivos também comentaram a evolução do segmento de baixa renda, representado pela Living, no balanço da companhia. No último trimestre, a Living respondeu por 30% dos lançamentos da Cyrela, percentual semelhante à da alta renda.
A participação dos lançamentos da Living no Minha Casa, Minha Vida, contudo, ficou em 70%, um pouco acima do que a empresa quer. “Esperamos sempre ter metade no Minha Casa, Minha Vida – mas os preços foram reajustados. Então, ficou um pouco mais concentrado no programa no curto prazo”, disse Luis Largman. “A tendência – e o objetivo – é que fique com 50% no longo prazo”.
http://www.infomoney.com.br/cyrelarealty/noticia/2110035-cyrela+quer+diminuir+fatia+minha+casa+minha+vida+living+cortar
Em teleconferência com analistas sobre o balanço do primeiro trimestre, os executivos da imobiliária explicaram que a alta de quase 20% das despesas comerciais e de 6,7% dos gastos administrativos deve-se ao pesado volume de novos lançamentos.
“Devemos atingir 33% do guidance de lançamentos ainda esse semestre, muito superior a 2010”, disse Luis Largman, diretor de Relações com Investidores da empresa. “Precisamos de recursos para viabilizar os lançamentos – foram R$ 28,5 milhões de preparação nesses primeiros três meses para os lançamentos no segundo trimestre”.
A meta da Cyrela é que, até o final de 2012, a fatia das despesas administrativas nas vendas seja de 4,5% - no caso das comerciais, o ideal é que não ultrapasse 5%. Atualmente, as despesas gerais e administrativas representam 7,1% da receita líquida, e ,5% das vendas contratadas.
http://www.blogger.com/img/blank.gif
Living
Os executivos também comentaram a evolução do segmento de baixa renda, representado pela Living, no balanço da companhia. No último trimestre, a Living respondeu por 30% dos lançamentos da Cyrela, percentual semelhante à da alta renda.
A participação dos lançamentos da Living no Minha Casa, Minha Vida, contudo, ficou em 70%, um pouco acima do que a empresa quer. “Esperamos sempre ter metade no Minha Casa, Minha Vida – mas os preços foram reajustados. Então, ficou um pouco mais concentrado no programa no curto prazo”, disse Luis Largman. “A tendência – e o objetivo – é que fique com 50% no longo prazo”.
http://www.infomoney.com.br/cyrelarealty/noticia/2110035-cyrela+quer+diminuir+fatia+minha+casa+minha+vida+living+cortar
Lucro da Brasil Foods quintuplica na comparação anual e chega a R$ 383,5 mi
SÃO PAULO - A continuidade da demanda positiva de alimentos no ambiente doméstico e a contínua recuperação das economias externas levaram a Brasil Foods (BRFS3) a registrar um lucro líquido de R$ 383,5 milhões no primeiro trimestre de 2011, valor 527,4% superior ao mesmo período de 2010 e quase 67% acima das projeções da Ágora Corretora para o período.
"Estamos crescendo no mercado interno e externo com eficiência, ganhando escala e lucratividade e implementando nosso plano estratégico de longo prazo - o BRF 15", disse o diretor-presidente da companhia, José Antonio do Prado Fay, junto ao balanço da empresa.
Ebitda sobe 84%
Os principais quesitos do balanço mostraram crescimento. A receita líquida ficou em R$ 6 bilhões, representando um crescimento de 19,3% na comparação com o mesmo período do ano passado. Por sua vez, o Ebitda (geração operacional de caixa) atingiu R$ 816,4 milhões, alta de 84% em relação ao igual período de 2010, com margem Ebitda recorde de 13,6%, 4,8 pontos percentuais maior, mesmo com a pressão de custos do milho e da soja no período.
A geração operacional de caixa foi favorecida pela boa performance dos mercados de atuação da companhia, uma melhor gestão de custos e despesas operacionais e a continuidade de captação das sinergias nas áreas autorizadas de fusão entre a companhia e a Sadia. Além disso, ohttp://www.blogger.com/img/blank.gif presidente da companhia destaca a estratégia acertada de compra antecipada de insumos frente ao atual ambiente de alta de commodities.
"Estamos conduzindo o novo ciclo de crescimento da companhia dentro dos limites estabelecidos pelo acordo de preservação da reversibilidade da operação, aguardando a decisão final do Cade sobre a integração entre BRF e Sadia", escreve a administração.
Investimentos
No trimestre, os investimentos da Brasil Foods somaram R$ 278,1 milhões e foram destinados à projetos de melhoria, reposição e produtividade, principalmente nas unidades de Santa Catarina, Paraná, Rio de Grande do Sul e na região Centro Oeste.
http://www.infomoney.com.br/brasilfoods/noticia/2110577-lucro+brasil+foods+quintuplica+comparacao+anual+chega+383
"Estamos crescendo no mercado interno e externo com eficiência, ganhando escala e lucratividade e implementando nosso plano estratégico de longo prazo - o BRF 15", disse o diretor-presidente da companhia, José Antonio do Prado Fay, junto ao balanço da empresa.
Ebitda sobe 84%
Os principais quesitos do balanço mostraram crescimento. A receita líquida ficou em R$ 6 bilhões, representando um crescimento de 19,3% na comparação com o mesmo período do ano passado. Por sua vez, o Ebitda (geração operacional de caixa) atingiu R$ 816,4 milhões, alta de 84% em relação ao igual período de 2010, com margem Ebitda recorde de 13,6%, 4,8 pontos percentuais maior, mesmo com a pressão de custos do milho e da soja no período.
A geração operacional de caixa foi favorecida pela boa performance dos mercados de atuação da companhia, uma melhor gestão de custos e despesas operacionais e a continuidade de captação das sinergias nas áreas autorizadas de fusão entre a companhia e a Sadia. Além disso, ohttp://www.blogger.com/img/blank.gif presidente da companhia destaca a estratégia acertada de compra antecipada de insumos frente ao atual ambiente de alta de commodities.
"Estamos conduzindo o novo ciclo de crescimento da companhia dentro dos limites estabelecidos pelo acordo de preservação da reversibilidade da operação, aguardando a decisão final do Cade sobre a integração entre BRF e Sadia", escreve a administração.
Investimentos
No trimestre, os investimentos da Brasil Foods somaram R$ 278,1 milhões e foram destinados à projetos de melhoria, reposição e produtividade, principalmente nas unidades de Santa Catarina, Paraná, Rio de Grande do Sul e na região Centro Oeste.
http://www.infomoney.com.br/brasilfoods/noticia/2110577-lucro+brasil+foods+quintuplica+comparacao+anual+chega+383
Mercados iniciam semana em queda, com atenções para a crise fiscal da Europa
SÃO PAULO – Após fecharem em queda no último pregão, os mercados acionários estendem suas perdas nesta segunda-feira (16) diante da preocupação pelo desdobramento da reestruturação da dívida grega, agravada pela prisão do diretor-gerente do FMI (Fundo Monetário Internacional), Dominique Strauss-Kahn por assédio sexual.
Na madrugada de domingo, Strauss-Kahn foi detido em Nova York. Ele deverá prestar depoimento na manhã desta segunda no Tribunal Criminal de Manhattan. “Há o temor de que sua prisão atrase procedimentos ligados ao socorro financeiro da Grécia e Portugal. Strauss-Kahn era cotado para concorrer à presidência da França”, diz a consultoria LCA. O mercado acionário europeu repercute a notícia com as principais bolsas em queda.
Em Nova York, os contratos futuros dos principais índices acionários operam em queda, neste dia que traz na agenda sondagem do Fed de NY para o mês de maio, que de acordo com a LCA deve vir “bastante positivo”, e o índice NAHB de confiança do construtor, também referente a maio, que não deve ter mudança significativa, já que os construtores “seguem cautelosos em relação ao futuro, à medida que o patamar deprimido dos preços residenciais segue atraindo a reduzida parcela de potenciais compradores”, diz a LCA.
No Brasil, destaque para dados de inflação nesta segunda, com dados de estabilidade do IGP-10 e de aceleração do IPC-S. Os investidores devem repercutir neste pregão os resultados da Petrobras, divulgados após o fechamento da sessão de sexta, e também as expectativas do Boletim Focus, que mostraram queda na inflação pelo IPCA e estabilidade para Selic e PIB.
Europa rouba a cena no pregão
Os principais índices de ações europeus registram trajetória negativa, com o mercado repercutindo a prisão do presidente do FMI. As ações do setor financeiro puxam os principais índices acionários para baixo na sessão.
De acordo com a analista do Société Générale, Michala Marcussen, embora a instituição não veja que a prisão de Strauss-Kahn tenha algum impacto na crise fiscal na área do euro, isso traz incertezas acerca do assunto. O banco espera que os líderes da região aprovem nesta semana um programa de assistência no valor de € 78 bilhões para Portugal. “Os mercados vão olhar para uma mensagem mais clara de apoio para os países periféricos. Esperamos mais volatilidade no mercado e fraqueza para o euro”, diz ela.
Os investidores também ficam de olho nos indicadores econômicos. Segundo a Eurostat, em abril a taxa anual de inflação ao consumidor na Zona do Euro subiu 0,1 ponto percentual e atingiu 2,8%. Já a balança comercial da Zona do Euro teve um saldo positivo de € 2,8 bilhões no último mês de março. No mesmo período do ano passado, o saldo havia sido de € 2,7 bilhões, enquanto que em fevereiro deste ano, foi registrado um deficit de € 3,0 bilhões.
Brasil atento aos dados de inflação e Petrobras
Depois de fechar em queda o pregão da véspera, a bolsa brasileira deve repercutir nesta segunda dados de inflação, resultados da Petrobras e o Boletim Focus. Este último apontou que a expectativa é de uma inflação de 6,31% para o Brasil neste ano, acima do que havia sido projetado na semana anterior (6,33%). Já a expectativa para o PIB se manteve em 4% e, para a Selic, em 12,50% ao ano.
Em relação à inflação, a FGV (Fundação Getulio Vargas) divulgou o IGP-10, que registrou em maio variação de 0,55%. Em abril, a taxa foi de 0,56%. Já o IPC-S de 15 de maio apresentou variação de 1,09%, 0,04 ponto percentual acima da taxa registrada na última divulgação.
Os investidores ainda devem repercutir dados da Petrobras, empresa que registrou lucro líquido atribuível aos acionistas de R$ 10,985 bilhões no primeiro trimestre de 2011, montante 3,61% superior ao reportado no quarto trimestre e 42,18% acima do apurado nos primeiros três meses de 2010. O lucro líquido consolidado ficou em R$ 11,194 bilhões nesse trimestre, 43,57% maior do que foi visto no 1T10 e 5,25% maior do que em relação ao 4T10, superando assim o recorde pertencente aos últimos três meses do ano passado.
Em relação às commodities, os preços mostram queda de 1,74% em Nova York e de 0,84% em Londres, para US$ 97,92 e US$ 112,87, respectivamente.
Ásia fechou em queda
No Japão, o índice Nikkei fechou o pregão desta segunda no campo negativo, em uma sessão no qual a crise da dívida de países da Zona do Euro retornou ao foco dos investidores. O cenário interno japonês continua turbulento para os bancos, já que o governo continua com a sinalização de que só investirá na Tokyo Electric Power caso eles perdoem parte das dívidas da companhia.
Do mesmo modo, o índice Shanghai Composite, da bolsa de Xangai, China, revelou um pregão de perdas. No entanto, o foco recai sobre ações de empresas ligadas às commodities, já que as energéticas e algumas das metálicas registram um movimento negativo em suas cotações.
http://www.infomoney.com.br/mercados/noticia/2110636-mercados+iniciam+semana+queda+com+atencoes+para+crise+fiscal+europa
Na madrugada de domingo, Strauss-Kahn foi detido em Nova York. Ele deverá prestar depoimento na manhã desta segunda no Tribunal Criminal de Manhattan. “Há o temor de que sua prisão atrase procedimentos ligados ao socorro financeiro da Grécia e Portugal. Strauss-Kahn era cotado para concorrer à presidência da França”, diz a consultoria LCA. O mercado acionário europeu repercute a notícia com as principais bolsas em queda.
Em Nova York, os contratos futuros dos principais índices acionários operam em queda, neste dia que traz na agenda sondagem do Fed de NY para o mês de maio, que de acordo com a LCA deve vir “bastante positivo”, e o índice NAHB de confiança do construtor, também referente a maio, que não deve ter mudança significativa, já que os construtores “seguem cautelosos em relação ao futuro, à medida que o patamar deprimido dos preços residenciais segue atraindo a reduzida parcela de potenciais compradores”, diz a LCA.
No Brasil, destaque para dados de inflação nesta segunda, com dados de estabilidade do IGP-10 e de aceleração do IPC-S. Os investidores devem repercutir neste pregão os resultados da Petrobras, divulgados após o fechamento da sessão de sexta, e também as expectativas do Boletim Focus, que mostraram queda na inflação pelo IPCA e estabilidade para Selic e PIB.
Europa rouba a cena no pregão
Os principais índices de ações europeus registram trajetória negativa, com o mercado repercutindo a prisão do presidente do FMI. As ações do setor financeiro puxam os principais índices acionários para baixo na sessão.
De acordo com a analista do Société Générale, Michala Marcussen, embora a instituição não veja que a prisão de Strauss-Kahn tenha algum impacto na crise fiscal na área do euro, isso traz incertezas acerca do assunto. O banco espera que os líderes da região aprovem nesta semana um programa de assistência no valor de € 78 bilhões para Portugal. “Os mercados vão olhar para uma mensagem mais clara de apoio para os países periféricos. Esperamos mais volatilidade no mercado e fraqueza para o euro”, diz ela.
Os investidores também ficam de olho nos indicadores econômicos. Segundo a Eurostat, em abril a taxa anual de inflação ao consumidor na Zona do Euro subiu 0,1 ponto percentual e atingiu 2,8%. Já a balança comercial da Zona do Euro teve um saldo positivo de € 2,8 bilhões no último mês de março. No mesmo período do ano passado, o saldo havia sido de € 2,7 bilhões, enquanto que em fevereiro deste ano, foi registrado um deficit de € 3,0 bilhões.
Brasil atento aos dados de inflação e Petrobras
Depois de fechar em queda o pregão da véspera, a bolsa brasileira deve repercutir nesta segunda dados de inflação, resultados da Petrobras e o Boletim Focus. Este último apontou que a expectativa é de uma inflação de 6,31% para o Brasil neste ano, acima do que havia sido projetado na semana anterior (6,33%). Já a expectativa para o PIB se manteve em 4% e, para a Selic, em 12,50% ao ano.
Em relação à inflação, a FGV (Fundação Getulio Vargas) divulgou o IGP-10, que registrou em maio variação de 0,55%. Em abril, a taxa foi de 0,56%. Já o IPC-S de 15 de maio apresentou variação de 1,09%, 0,04 ponto percentual acima da taxa registrada na última divulgação.
Os investidores ainda devem repercutir dados da Petrobras, empresa que registrou lucro líquido atribuível aos acionistas de R$ 10,985 bilhões no primeiro trimestre de 2011, montante 3,61% superior ao reportado no quarto trimestre e 42,18% acima do apurado nos primeiros três meses de 2010. O lucro líquido consolidado ficou em R$ 11,194 bilhões nesse trimestre, 43,57% maior do que foi visto no 1T10 e 5,25% maior do que em relação ao 4T10, superando assim o recorde pertencente aos últimos três meses do ano passado.
Em relação às commodities, os preços mostram queda de 1,74% em Nova York e de 0,84% em Londres, para US$ 97,92 e US$ 112,87, respectivamente.
Ásia fechou em queda
No Japão, o índice Nikkei fechou o pregão desta segunda no campo negativo, em uma sessão no qual a crise da dívida de países da Zona do Euro retornou ao foco dos investidores. O cenário interno japonês continua turbulento para os bancos, já que o governo continua com a sinalização de que só investirá na Tokyo Electric Power caso eles perdoem parte das dívidas da companhia.
Do mesmo modo, o índice Shanghai Composite, da bolsa de Xangai, China, revelou um pregão de perdas. No entanto, o foco recai sobre ações de empresas ligadas às commodities, já que as energéticas e algumas das metálicas registram um movimento negativo em suas cotações.
http://www.infomoney.com.br/mercados/noticia/2110636-mercados+iniciam+semana+queda+com+atencoes+para+crise+fiscal+europa
Petrobras fecha 1º trimestre com lucro líquido recorde de R$ 10,985 bilhões
SÃO PAULO - A Petrobras (PETR3, PETR4) registrou lucro líquido atribuível aos acionistas de R$ 10,985 bilhões no primeiro trimestre de 2011, montante 3,61% superior ao reportado no quarto trimestre e 42,18% acima do apurado nos primeiros três meses de 2010.
O lucro líquido consolidado ficou em R$ 11,194 bilhões nesse trimestre, 43,57% maior do que foi visto no 1T10 e 5,25% maior do que em relação ao 4T10, superando assim o recorde pertecente aos últimos três meses do ano passado.
Segundo balanço patrimonial divulgado pela companhia nesta sexta-feira (13) após o fechamento do mercado, o Ebitda (lucro antes dos juros, impostos, depreciações e amortizações) do trimestre avançou 6,75% na comparação com o mesmo período de 2010, indo para R$ 16,093 bilhões. Já a receita de vendas somou R$ 54,8 bilhões entre janeiro e março deste ano, número superior ao que foi visto tanto no 1T10 (+8,70%) quanto no 4T10 (+0,57%).
As cifras apresentadas pela companhia divergiram das projeções compiladas pela InfoMoney. O lucro líquido atribuível aos acionistas no trimestre ficou 13,66% acima da média das estimativas do BB Investimentos e da Ágora Corretora. Já o Ebitda e a receita líquida do trimestre vieram 0,02% e 3,89%, respectivamente, abaixo do que foi projetado.
Veja mais informações em http://www.infomoney.com.br/petrobras/noticia/2110256-petrobras+fecha+trimestre+com+lucro+liquido+recorde+985+bilhoes
O lucro líquido consolidado ficou em R$ 11,194 bilhões nesse trimestre, 43,57% maior do que foi visto no 1T10 e 5,25% maior do que em relação ao 4T10, superando assim o recorde pertecente aos últimos três meses do ano passado.
Segundo balanço patrimonial divulgado pela companhia nesta sexta-feira (13) após o fechamento do mercado, o Ebitda (lucro antes dos juros, impostos, depreciações e amortizações) do trimestre avançou 6,75% na comparação com o mesmo período de 2010, indo para R$ 16,093 bilhões. Já a receita de vendas somou R$ 54,8 bilhões entre janeiro e março deste ano, número superior ao que foi visto tanto no 1T10 (+8,70%) quanto no 4T10 (+0,57%).
As cifras apresentadas pela companhia divergiram das projeções compiladas pela InfoMoney. O lucro líquido atribuível aos acionistas no trimestre ficou 13,66% acima da média das estimativas do BB Investimentos e da Ágora Corretora. Já o Ebitda e a receita líquida do trimestre vieram 0,02% e 3,89%, respectivamente, abaixo do que foi projetado.
Veja mais informações em http://www.infomoney.com.br/petrobras/noticia/2110256-petrobras+fecha+trimestre+com+lucro+liquido+recorde+985+bilhoes
Em trimestre com "grandes desafios", Gabrielli destaca melhora operacional da Petro
SÃO PAULO - "Um trimestre marcado por grandes desafios". Assim definiu o presidente da Petrobras (PETR3, PETR4), José Sergio Gabrielli, o primeiro quarto deste ano para a companhia, período no qual foi registrado um lucro líquido recorde de R$ 10,985 bilhões. De acordo com o executivo, foi possível notar bastante evolução no campo operacional nos três primeiros meses de 2011, especialmente no segmento de E&P (Exploração e Produção).
Parte desta melhora nas operações da petrolífera, segundo Gabrielli, deveu-se ao prosseguimento da estratégia da empresa de disponibilizar os equipamentos-chave para o desenvolvimento operacional, através da aprovação do afretamento de duas novas plataformas do tipo FPSO (unidade que produz, armazena e transfere petróleo e gás), destinadas aos projetos-piloto de Guará-Norte e do Campo de Cernambi, no pré-sal da Bacia de Santos.
Além disso, Gabrielli também destacou a aprovação do afretamento do primeiro lote de sete sondas a serem construídas no Brasil. "Este afretamento será realizado com a empresa Sete Brasil, que assumirá o contrato de construção com o Estaleiro Atlântico Sul (EAS), localizado em Pernambuco", explica o presidente da Petro.
O executivo mencionou ainda que este lote de sete sondas faz parte dos processos de licitações destinados à contratação de até 28 sondas. O início das operações na primeira sonda está previsto para 2015. "É importante frisar que a contratação dessas unidades segue criteriosamente o conceito de custos competitivos", completou Gabrielli.
Programa Exploratório
Os avanços apresentados pela Petrobras em seu programa exploratório no primeiro trimestre também fohttp://www.blogger.com/img/blank.gifram ressaltados por Gabrielli em nota. Ele chamou atenção para algumas descobertas "expressivas", como a da área de Carioca Nordeste e Macunaíma, no pré-sal da Bacia de Santos, onde dados preliminares mostram acumulação de petróleo com qualidade de 26º API.
Gabrielli comentou ainda o acordo entre a Petrobras e as empresas chinesas Sinochem Corporation e Sinopec visando uma cooperação tecnológica. De acordo com o presidente da estatal, "o desenvolvimento destas alianças estratégicas tem como objetivo uma cooperação entre as atividades das empresas tanto no Brasil quanto no exterior, em áreas de interesse comum da indústria de óleo e gás".
http://www.infomoney.com.br/petrobras/noticia/2110623-trimestre+com+grandes+desafios+gabrielli+destaca+melhora+operacional+petro
Parte desta melhora nas operações da petrolífera, segundo Gabrielli, deveu-se ao prosseguimento da estratégia da empresa de disponibilizar os equipamentos-chave para o desenvolvimento operacional, através da aprovação do afretamento de duas novas plataformas do tipo FPSO (unidade que produz, armazena e transfere petróleo e gás), destinadas aos projetos-piloto de Guará-Norte e do Campo de Cernambi, no pré-sal da Bacia de Santos.
Além disso, Gabrielli também destacou a aprovação do afretamento do primeiro lote de sete sondas a serem construídas no Brasil. "Este afretamento será realizado com a empresa Sete Brasil, que assumirá o contrato de construção com o Estaleiro Atlântico Sul (EAS), localizado em Pernambuco", explica o presidente da Petro.
O executivo mencionou ainda que este lote de sete sondas faz parte dos processos de licitações destinados à contratação de até 28 sondas. O início das operações na primeira sonda está previsto para 2015. "É importante frisar que a contratação dessas unidades segue criteriosamente o conceito de custos competitivos", completou Gabrielli.
Programa Exploratório
Os avanços apresentados pela Petrobras em seu programa exploratório no primeiro trimestre também fohttp://www.blogger.com/img/blank.gifram ressaltados por Gabrielli em nota. Ele chamou atenção para algumas descobertas "expressivas", como a da área de Carioca Nordeste e Macunaíma, no pré-sal da Bacia de Santos, onde dados preliminares mostram acumulação de petróleo com qualidade de 26º API.
Gabrielli comentou ainda o acordo entre a Petrobras e as empresas chinesas Sinochem Corporation e Sinopec visando uma cooperação tecnológica. De acordo com o presidente da estatal, "o desenvolvimento destas alianças estratégicas tem como objetivo uma cooperação entre as atividades das empresas tanto no Brasil quanto no exterior, em áreas de interesse comum da indústria de óleo e gás".
http://www.infomoney.com.br/petrobras/noticia/2110623-trimestre+com+grandes+desafios+gabrielli+destaca+melhora+operacional+petro
Gabrielli diz estar confiante que a Petrobras irá atingir metas do Plano de Negócios
SÃO PAULO - Comentando os resultados da Petrobras (PETR3, PETR4) no primeiro trimestre deste ano, o presidente da estatal, José Sergio Gabrielli, disse em nota que está confiante que a petrolífera irá conseguir atingir as metas previstas em seu Plano de Negócios. Para tanto, o executivo chamou atenção para a forte melhora operacional que a companhia teve entre janeiro e março deste ano, período no qual lucrou a cifra recorde de R$ 10,985 bilhões.
Outro vetor positivo do período, segundo Gabrielli, foi o fato de que a Petrobras promoveu a maior colocação de dívida por uma empresa brasileira no mercado internacional de capitais, com a emissão de títulos no valor de US$ 6 bilhões, com vencimentos em cinco, 10 e 30 anos. De acordo com o presidente da empresa, os recursos captados serão usados para o financiamento dos investimentos previstos no Plano de Negócios da petrolífera, "sendo mantidos a estrutura adequada de capital e o grau de alavancagem financeira em linha com as metas da companhia".
Cabe destacar que as metas de investimento da Petrobras para o período entre 2011 e 2015 ainda não são conhecidas, pois sua divulgação, que estava prevista para esta data, foi suspensa. Segundo a assessoria de imprensa da petrolífera, o conselho de administração se reuniu nesta sexta-feira em São Paulo e optou por não aprovar o plano de imediato, mantendo-o apenas sob avaliação.
http://www.infomoney.com.br/petrobras/noticia/2110625-gabrielli+diz+estar+confiante+que+petrobras+ira+atingir+metas+plano
Outro vetor positivo do período, segundo Gabrielli, foi o fato de que a Petrobras promoveu a maior colocação de dívida por uma empresa brasileira no mercado internacional de capitais, com a emissão de títulos no valor de US$ 6 bilhões, com vencimentos em cinco, 10 e 30 anos. De acordo com o presidente da empresa, os recursos captados serão usados para o financiamento dos investimentos previstos no Plano de Negócios da petrolífera, "sendo mantidos a estrutura adequada de capital e o grau de alavancagem financeira em linha com as metas da companhia".
Cabe destacar que as metas de investimento da Petrobras para o período entre 2011 e 2015 ainda não são conhecidas, pois sua divulgação, que estava prevista para esta data, foi suspensa. Segundo a assessoria de imprensa da petrolífera, o conselho de administração se reuniu nesta sexta-feira em São Paulo e optou por não aprovar o plano de imediato, mantendo-o apenas sob avaliação.
http://www.infomoney.com.br/petrobras/noticia/2110625-gabrielli+diz+estar+confiante+que+petrobras+ira+atingir+metas+plano
sexta-feira, 13 de maio de 2011
Lucro da Cyrela volta a cair no 1o tri, para R$74 mi
São Paulo - A construtora e incorporadora Cyrela Brazil Realty fechou o primeiro trimestre com lucro líquido de 74 milhões de reais, resultado 57,4 por cento abaixo do apurado um ano antes.
Na comparação com os três meses imediatamente anteriores, o ganho da companhia caiu 10,3 por cento.
Assim como no quarto trimestre de 2010, a empresa foi novamente afetada pela revisão orçamentária realizada no ano passado, além de baixo reconhecimento de projetos lançados nos últimos 12 meses e aumento de despesas comerciais.
Seis analistas consultados pela Reuters previam, em média, lucro trimestral de 113 milhões de reais para a companhia.
As despesas comerciais totalizaram 112,6 milhões de reais no período, aumento anual de 19,6 por cento, enquanto as despesas gerais e administrativas somaram 85,2 milhões, 6,7 por cento maiores ano a ano.
A geração de caixa da companhia, medida pelo Ebitda (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização), atingiu 139 milhões de reais de janeiro a março, queda de 38 por cento sobre os três primeiros meses de 2010.
A margem Ebitda, por sua vez, recuou de 19,8 para 11,6 por cento.
"A companhia está preparada para concentrar esforços na constante melhoria da eficiência operacional... Porém, todas as ações que estão sendo executadas desde o ano passado estão preparando a companhia para um novo período", afirma a Cyrela no balanço.
De janeiro a março, as vendas contratadas da companhia foram de 998,6 milhões de reais, 6,3 por cento abaixo do montante vendido no mesmo período do ano passado.
Segundo a Cyrela, a queda foi decorrente do estoque de lançamentos que se concentraram no final de 2010, levando a uma velocidade de vendas de 16,5 por cento no início deste ano ante 25,4 por cento no mesmo período de 2010.
http://exame.abril.com.br/negocios/empresas/noticias/lucro-da-cyrela-volta-a-cair-no-1o-tri-para-r-74-mi
Na comparação com os três meses imediatamente anteriores, o ganho da companhia caiu 10,3 por cento.
Assim como no quarto trimestre de 2010, a empresa foi novamente afetada pela revisão orçamentária realizada no ano passado, além de baixo reconhecimento de projetos lançados nos últimos 12 meses e aumento de despesas comerciais.
Seis analistas consultados pela Reuters previam, em média, lucro trimestral de 113 milhões de reais para a companhia.
As despesas comerciais totalizaram 112,6 milhões de reais no período, aumento anual de 19,6 por cento, enquanto as despesas gerais e administrativas somaram 85,2 milhões, 6,7 por cento maiores ano a ano.
A geração de caixa da companhia, medida pelo Ebitda (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização), atingiu 139 milhões de reais de janeiro a março, queda de 38 por cento sobre os três primeiros meses de 2010.
A margem Ebitda, por sua vez, recuou de 19,8 para 11,6 por cento.
"A companhia está preparada para concentrar esforços na constante melhoria da eficiência operacional... Porém, todas as ações que estão sendo executadas desde o ano passado estão preparando a companhia para um novo período", afirma a Cyrela no balanço.
De janeiro a março, as vendas contratadas da companhia foram de 998,6 milhões de reais, 6,3 por cento abaixo do montante vendido no mesmo período do ano passado.
Segundo a Cyrela, a queda foi decorrente do estoque de lançamentos que se concentraram no final de 2010, levando a uma velocidade de vendas de 16,5 por cento no início deste ano ante 25,4 por cento no mesmo período de 2010.
http://exame.abril.com.br/negocios/empresas/noticias/lucro-da-cyrela-volta-a-cair-no-1o-tri-para-r-74-mi
Hypermarcas negocia venda de Etti e Assolan, diz jornal
São Paulo - A Hypermarcas colocou à venda a Etti, marca de molhos e conservas, e a Assolan, marca de produtos de limpeza, segundo reportagem do jornal Valor Econômico nesta sexta-feira (13). De acordo com o texto, Cosan e a Bunge já foram consultadas para a compra da Etti. A Bombril também foi procurada pela Hypermarcas, mas decidiu não aceitar as ofertas.
Segundo o Valor, a estratégia da empresa agora é se concentrar no ramo de medicamentos sem prescrição e cuidados pessoais, que correspondem a 93% da receita da companhia.
Na última segunda-feira a Hypermarcas já havia decepcionado o mercado ao divulgar seus resultados trimestrais. O lucro apresentado pela empresa, de 32 milhões de reais, ficou abaixo do esperado pelo mercado e fez as ações da empresa caírem até 10% na Bovespa.
http://exame.abril.com.br/negocios/empresas/noticias/hypermarcas
Segundo o Valor, a estratégia da empresa agora é se concentrar no ramo de medicamentos sem prescrição e cuidados pessoais, que correspondem a 93% da receita da companhia.
Na última segunda-feira a Hypermarcas já havia decepcionado o mercado ao divulgar seus resultados trimestrais. O lucro apresentado pela empresa, de 32 milhões de reais, ficou abaixo do esperado pelo mercado e fez as ações da empresa caírem até 10% na Bovespa.
http://exame.abril.com.br/negocios/empresas/noticias/hypermarcas
Melhor resultado financeiro deve impulsionar lucro da Petrobras no 1º trimestre
SÃO PAULO - A Petrobras (PETR3, PETR4) vai divulgar seus resultados referentes ao primeiro trimestre de 2011 nesta sexta-feira (13) após o fechamento do mercado. No geral, o mercado espera que os números da petrolífera sejam impactados pelas maiores cotações do barril de petróleo na cena internacional, assim como por uma melhora no resultado financeiro.
Para o analista Luiz Otávio Broad, da Ágora Corretora, a receita líquida da estatal deverá apresentar crescimento de 12,8% nos três primeiros meses deste ano em comparação ao valor reportado entre janeiro e março de 2010. Esse avanço, segundo Broad, deverá ser puxado pelo aumento no preço médio dos produtos comercializados pela companhia no período.
Quem também vê os maiores preços do petróleo como ponto positivo aos resultados da Petro no primeiro trimestre é o analista Nelson Rodrigues, do BB Investimentos. Segundo ele, a receita da petrolífera deverá ser beneficiada pelo impacto da valorização de 20,6% da cotação média do petróleo Brent - negociado no mercado de Londres - nas exportações de óleo e derivados, nas vendas efetuadas no exterior, bem como na comercialização, no mercado doméstico, dos produtos que possuem parametrização com as cotações internacionais.
Câmbio
Contudo, o analista do BB alerta que o resultado positivo das cotações mais altas do petróleo sobre as vendas da companhia deverá ser parcialmente reduzido pela desvalorização média de 1,8% do dólar frente ao real.
Além do impacto do câmbio, as margens operacionais da Petrobras, segundo Rodrigues, deverão sofrer pressão por conta dos estoques formados em meses anteriores a preços mais elevados, além da manutenção dos preços domésticos do diesel, gasolina e gás LP abaixo dos internacionais.
Resultado Financeiro
As apostas da Ágora e do BB para o lucro líquido da estatal, porém, são de um expressivo avanço na comparação anual. Em média, as projeções de ambas casas de research apontam para uma cifrhttp://www.blogger.com/img/blank.gifa de R$ 9,665 bilhões de lucro líquido para a Petro entre janeiro e março deste ano, um aumento de 25% frente ao 1T10.
Tanto Rodrigues quanto Broad veem a melhora no resultado financeiro da empresa como o principal driver positivo para o avanço do lucro líquido na base anual. "Pelo lado do resultado financeiro, haverá impacto positivo por conta da taxa cambial de fechamento do 1T11, cuja desvalorização, em relação à observada no final do 4T10, foi de 2,3%. Esse resultado decorre do fato de que a Petrobras é devedora em moeda estrangeira no valor líquido de R$ 35,989 bilhões", disse o analista do BB.
Veja mais informações em http://www.infomoney.com.br/petrobras/noticia/2108727-melhor+resultado+financeiro+deve+impulsionar+lucro+petrobras+trimestre
Para o analista Luiz Otávio Broad, da Ágora Corretora, a receita líquida da estatal deverá apresentar crescimento de 12,8% nos três primeiros meses deste ano em comparação ao valor reportado entre janeiro e março de 2010. Esse avanço, segundo Broad, deverá ser puxado pelo aumento no preço médio dos produtos comercializados pela companhia no período.
Quem também vê os maiores preços do petróleo como ponto positivo aos resultados da Petro no primeiro trimestre é o analista Nelson Rodrigues, do BB Investimentos. Segundo ele, a receita da petrolífera deverá ser beneficiada pelo impacto da valorização de 20,6% da cotação média do petróleo Brent - negociado no mercado de Londres - nas exportações de óleo e derivados, nas vendas efetuadas no exterior, bem como na comercialização, no mercado doméstico, dos produtos que possuem parametrização com as cotações internacionais.
Câmbio
Contudo, o analista do BB alerta que o resultado positivo das cotações mais altas do petróleo sobre as vendas da companhia deverá ser parcialmente reduzido pela desvalorização média de 1,8% do dólar frente ao real.
Além do impacto do câmbio, as margens operacionais da Petrobras, segundo Rodrigues, deverão sofrer pressão por conta dos estoques formados em meses anteriores a preços mais elevados, além da manutenção dos preços domésticos do diesel, gasolina e gás LP abaixo dos internacionais.
Resultado Financeiro
As apostas da Ágora e do BB para o lucro líquido da estatal, porém, são de um expressivo avanço na comparação anual. Em média, as projeções de ambas casas de research apontam para uma cifrhttp://www.blogger.com/img/blank.gifa de R$ 9,665 bilhões de lucro líquido para a Petro entre janeiro e março deste ano, um aumento de 25% frente ao 1T10.
Tanto Rodrigues quanto Broad veem a melhora no resultado financeiro da empresa como o principal driver positivo para o avanço do lucro líquido na base anual. "Pelo lado do resultado financeiro, haverá impacto positivo por conta da taxa cambial de fechamento do 1T11, cuja desvalorização, em relação à observada no final do 4T10, foi de 2,3%. Esse resultado decorre do fato de que a Petrobras é devedora em moeda estrangeira no valor líquido de R$ 35,989 bilhões", disse o analista do BB.
Veja mais informações em http://www.infomoney.com.br/petrobras/noticia/2108727-melhor+resultado+financeiro+deve+impulsionar+lucro+petrobras+trimestre
Governo estuda cortar impostos para frear inflação
Brasília - A presidente Dilma Rousseff estuda cortar impostos de combustíveis e energia elétrica para tentar trazer a inflação para o centro da meta, disse uma pessoa do governo familiarizada com as discussões.
O governo pode reduzir a Contribuição de Intervenção de Domínio Econômico, conhecida como Cide, disse a pessoa, que pediu anonimato por não ser autorizada a falar publicamente sobre o assunto. Também está em estudo no Ministério da Fazenda a desoneração de impostos de energia elétrica, disse a pessoa. Segundo ela, a Companhia Nacional de Abastecimento também poderá fazer novos leilões de alimentos para ajudar na queda de preços.
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor ficou em 6,51 por cento nos 12 meses encerrados em abril, acima do teto da meta de inflação, que é de 6,50 por cento, pela primeira vez desde 2005. A meta definida pelo governo é de 4,5 por cento, mais ou menos dois pontos percentuais.
O governo está elevando juros, freando o crédito e cortando gastos em um esforço para conter a pressão dos preços. O presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, disse ontem no Rio de Janeiro que a instituição continuará ajustando “as condições monetárias” por período suficientemente prolongado para reduzir a inflação para o centro da meta no ano que vem.
Medidas pontuais e microeconômicas serão tomadas pelo governo de olho no controle da inflação, disse a pessoa. De acordo com ela, o Palácio do Planalto já admite que o IPCA ficará acima do teto da meta mais alguns meses este ano.
A redução de preços dos combustíveis em 6 por cento anunciada pela distribuidora da Petróleo Brasileiro SA é uma das decisões de governo para ajudar no combate à inflação, disse a fonte. Ainda de acordo com ela, a presidente Dilma pretende desindexar a economia dos contratos atrelados a índices de preços como o Índice Geral de Preços ao Mercado, o IGP-M. Estudos já estão sendo feitos dentro do governo, disse a pessoa.
http://exame.abril.com.br/economia/noticias/governo-estuda-cortar-impostos-para-frear-inflacao
O governo pode reduzir a Contribuição de Intervenção de Domínio Econômico, conhecida como Cide, disse a pessoa, que pediu anonimato por não ser autorizada a falar publicamente sobre o assunto. Também está em estudo no Ministério da Fazenda a desoneração de impostos de energia elétrica, disse a pessoa. Segundo ela, a Companhia Nacional de Abastecimento também poderá fazer novos leilões de alimentos para ajudar na queda de preços.
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor ficou em 6,51 por cento nos 12 meses encerrados em abril, acima do teto da meta de inflação, que é de 6,50 por cento, pela primeira vez desde 2005. A meta definida pelo governo é de 4,5 por cento, mais ou menos dois pontos percentuais.
O governo está elevando juros, freando o crédito e cortando gastos em um esforço para conter a pressão dos preços. O presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, disse ontem no Rio de Janeiro que a instituição continuará ajustando “as condições monetárias” por período suficientemente prolongado para reduzir a inflação para o centro da meta no ano que vem.
Medidas pontuais e microeconômicas serão tomadas pelo governo de olho no controle da inflação, disse a pessoa. De acordo com ela, o Palácio do Planalto já admite que o IPCA ficará acima do teto da meta mais alguns meses este ano.
A redução de preços dos combustíveis em 6 por cento anunciada pela distribuidora da Petróleo Brasileiro SA é uma das decisões de governo para ajudar no combate à inflação, disse a fonte. Ainda de acordo com ela, a presidente Dilma pretende desindexar a economia dos contratos atrelados a índices de preços como o Índice Geral de Preços ao Mercado, o IGP-M. Estudos já estão sendo feitos dentro do governo, disse a pessoa.
http://exame.abril.com.br/economia/noticias/governo-estuda-cortar-impostos-para-frear-inflacao
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Hypermarcas fecha 1o trimestre com lucro de R$33 mi
São Paulo - A Hypermarcas informou nesta segunda-feira que encerrou o primeiro trimestre com lucro líquido de 32,9 milhões de reais, comparado a ganho de 55,2 milhões apurado um ano antes.
O lucro líquido caixa, que inclui eventos não recorrentes, foi de 123,1 milhões de reais, caindo ante os 126 milhões de reais de um ano antes.
A média das estimativas obtidas pela Reuters com quatro analistas previa lucro de 124,6 milhões de reais para a companhia no período.
Nos três meses até março, a empresa de bens de consumo obteve Ebitda (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) de 214,7 milhões de reais, ante 169,1 milhões no mesmo intervalo em 2010. A margem passou de 26,1 para 25,4 por cento.
http://exame.abril.com.br/negocios/empresas/noticias/hypermarcas-fecha-1o-trimestre-com-lucro-de-r-33-mi
O lucro líquido caixa, que inclui eventos não recorrentes, foi de 123,1 milhões de reais, caindo ante os 126 milhões de reais de um ano antes.
A média das estimativas obtidas pela Reuters com quatro analistas previa lucro de 124,6 milhões de reais para a companhia no período.
Nos três meses até março, a empresa de bens de consumo obteve Ebitda (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) de 214,7 milhões de reais, ante 169,1 milhões no mesmo intervalo em 2010. A margem passou de 26,1 para 25,4 por cento.
http://exame.abril.com.br/negocios/empresas/noticias/hypermarcas-fecha-1o-trimestre-com-lucro-de-r-33-mi
Petróleo estende perdas e recua 2,63% em Nova York, com alta do dólar
SÃO PAULO - Os dados do mercado de trabalho norte-americano não foram suficientes para sustentar a recuperação dos contratos futuros de petróleo, que voltaram a fechar em queda nesta sexta-feira (6).
O relatório de emprego dos EUA eliminou parte dos temores de mercado acerca da demanda, já que com um mercado de trabalho mais aquecido, a procura por óleo deve seguir em um patamar elevado. Porém, as incertezas ainda são grandes, o que tem proporcionado uma recuperação nas cotações do óleo, que vinham em trajetória de forte alta. Nos últimos quatro dias, a commodity amargou desvalorização de 12%, o maior declínio desde dezembro de 2008.
O receio em relação à demanda se mostrava cada vez mais frequente, principalmente após o avanço dos estoques de petróleo, sinalizando que a demanda estava resfriada.
A cotação do barril do petróleo Brent, negociado no mercado de Londres, fechou a US$ 109,13 no pregão desta sexta-feira, baixa de 1,51% em relação ao último fechamento. O contrato com vencimento em junho, que apresenta maior liquidez no mercado de Nova York, fechou cotado a US$ 97,18 por barril, configurando uma baixa de 2,63% frente ao fechamento anterior.
Mercado de trabalho nos EUA
Na véspera o petróleo despencou mais de 8% após uma elevação acima das projeções para o número de pedidos de auxílio desemprego, deixando o mercado mais cético em relação ao Employment Report. Porém, parte da dúvida foi dissipada, já que houve abertura de 244 mil postos de trabalho em abril, acima dos 185 mil postos estimados. Já a taxa de desemprego subiu para 9,0%, ficando acima das expectativas do mercado, de 8,8%.
Dólar segura a recuperação
A recuperação do óleo foi bloqueada pelo dólar, que subiu na sessão frente às principais divisas. O ganho do dólar frente ao euro foi de 0,9%, chegando ao maior nível desde 19 de abril.
Após reunião do Banco Central Europeu, o mercado vê uma menor probabilidade de nova alta de juros na zona do euro no curto prazo, o que engatilhou uma correção no mercado de câmbio. O presidente do BCE (Banco Central Europeu), Jean-Claude Trichet, afirmou que os riscos de inflação na zona do euro serão observados atentamente, sinalizando que o BCE poderá esperar para aumentar os juros.
Hora de fazer hegde
O Danske acredita que o valor justo para o Brent seja US$ 110,00, uma vez que o prêmio pago pelo risco político e o componente especulativo começa a arrefecer, e já não está mais nos preços. "Não podemos descartar novas quedas nos próximos dias, mas esperamos que os preços se recuperem nas próximas semanas e retornem para o patamar de US$ 110,00", afirmam os analistas do banco.
Como resultado, o Danske recomenda aos clientes que não tem hedges ligados ao petróleo em 2012 a construção de posicionamento com o preço atual do petróleo, uma vez que a commodity está ligeiramente abaixo de seu preço justo e deve subir no próximo ano. Apesar disso, o banco aponta que ainda há risco de algumas turbulências no mercado internacional nos próximos trimestres.
http://www.infomoney.com.br/commodities/noticia/2103866-petroleo+estende+perdas+recua+nova+york+com+alta+dolar
O relatório de emprego dos EUA eliminou parte dos temores de mercado acerca da demanda, já que com um mercado de trabalho mais aquecido, a procura por óleo deve seguir em um patamar elevado. Porém, as incertezas ainda são grandes, o que tem proporcionado uma recuperação nas cotações do óleo, que vinham em trajetória de forte alta. Nos últimos quatro dias, a commodity amargou desvalorização de 12%, o maior declínio desde dezembro de 2008.
O receio em relação à demanda se mostrava cada vez mais frequente, principalmente após o avanço dos estoques de petróleo, sinalizando que a demanda estava resfriada.
A cotação do barril do petróleo Brent, negociado no mercado de Londres, fechou a US$ 109,13 no pregão desta sexta-feira, baixa de 1,51% em relação ao último fechamento. O contrato com vencimento em junho, que apresenta maior liquidez no mercado de Nova York, fechou cotado a US$ 97,18 por barril, configurando uma baixa de 2,63% frente ao fechamento anterior.
Mercado de trabalho nos EUA
Na véspera o petróleo despencou mais de 8% após uma elevação acima das projeções para o número de pedidos de auxílio desemprego, deixando o mercado mais cético em relação ao Employment Report. Porém, parte da dúvida foi dissipada, já que houve abertura de 244 mil postos de trabalho em abril, acima dos 185 mil postos estimados. Já a taxa de desemprego subiu para 9,0%, ficando acima das expectativas do mercado, de 8,8%.
Dólar segura a recuperação
A recuperação do óleo foi bloqueada pelo dólar, que subiu na sessão frente às principais divisas. O ganho do dólar frente ao euro foi de 0,9%, chegando ao maior nível desde 19 de abril.
Após reunião do Banco Central Europeu, o mercado vê uma menor probabilidade de nova alta de juros na zona do euro no curto prazo, o que engatilhou uma correção no mercado de câmbio. O presidente do BCE (Banco Central Europeu), Jean-Claude Trichet, afirmou que os riscos de inflação na zona do euro serão observados atentamente, sinalizando que o BCE poderá esperar para aumentar os juros.
Hora de fazer hegde
O Danske acredita que o valor justo para o Brent seja US$ 110,00, uma vez que o prêmio pago pelo risco político e o componente especulativo começa a arrefecer, e já não está mais nos preços. "Não podemos descartar novas quedas nos próximos dias, mas esperamos que os preços se recuperem nas próximas semanas e retornem para o patamar de US$ 110,00", afirmam os analistas do banco.
Como resultado, o Danske recomenda aos clientes que não tem hedges ligados ao petróleo em 2012 a construção de posicionamento com o preço atual do petróleo, uma vez que a commodity está ligeiramente abaixo de seu preço justo e deve subir no próximo ano. Apesar disso, o banco aponta que ainda há risco de algumas turbulências no mercado internacional nos próximos trimestres.
http://www.infomoney.com.br/commodities/noticia/2103866-petroleo+estende+perdas+recua+nova+york+com+alta+dolar
OGX segue pressionada e recua 12,97% na semana, maior queda do Ibovespa
SÃO PAULO - Embora alguns analistas vejam na queda acentuada das ações da OGX Petróleo (OGXP3) uma boa oportunidade de entrada, a pressão sobre elas continua. As ações ON da empresa encerraram mais uma semana com o pior desempenho do Ibovespa, acumulando perdas de 12,97% no entre os dias 2 e 6 de maio.
As ações chegaram a ensaiar uma reação no pregão desta sexta-feira (6), avançando 1,03% e cotadas a R$ 14,70 - o que não foi capaz, contudo, de reverter a tendência que já dura algum tempo.
A baixa também é amplificada pelo recuo das cotações de petróleo. A commodity segue pressionada pela incerteza que envolve a economia norte-americana, sobretudo com o temor de que a demanda não irá se manter em patamar elevado. A recuperação do dólar frente ao euro também estimulou o ajuste do óleo, caminhando para níveis mais baixos. Na véspera, a queda foi acima de 8% e neste pregão, o contrato de Nova York recuou 2,63%.
Estimativas não agradaram
O anúncio dos volumes de recursos líquidos em seus blocos nas bacias de Campos, Parnaíba e Colômbia teve uma repercussão amplamente negativa e no pregão imediatamente posterior ao anúncio, os papéis desabaram 17%. Os efeitos dessa leitura negativa ainda são sentidos, já que o papel vem em trajetória de queda.
A OGX comunicou a descoberta de indícios de hidrocarbonetos em poços de delimitação de Pipeline e Wakiki, o que foi visto como positivo e reduziu parte da pressão baixista em relação às suas ações. Porém as incertezas em relação aos investimentos da empresa continuam.
Revendo estimativas
O mercado também responde às decisões de alguns analistas, que optaram por uma revisão de estimativas para a companhia. O UBS, por exemplo, cortou o preço-alvo para as ações da OGX de R$ 27 para R$ 23 ao final deste ano, o que configura um potencial de valorização de 56,5% em relação ao último fechamento. A recomendação do banco para os papéis da companhia, porém, segue de compra.
A OGX prevê dar início à produção de petróleo no prospecto Waimea entre setembro e outubro, atingindo 40 mil boe (barris de óleo equivalente) diários no final de 2012, o que é menor do que as projeções anteriores, que davam conta do início da produção em agosto e com 60 mil boe diários produzidos no ano que vem. O conjunto dos fatos levou à redução no preço-alvo.
Essa decisão não foi isolada, já que outros bancos de investimento e corretoras se mostraram decepcionados com as estimativas de reserva e cortaram suas recomedações, fazendo com que investidores saíssem pesadamente do papel.
Mercado de Londres
Além disso, a semana trouxe a notícia de que Eike Batista deverá listar as ações de todas as empresas do grupo EBX na bolsa de Londres e a primeira a entrar no mercado londrino será a OGX.
Eike defende a operação como uma forma de expor melhor as ações. E esta melhor exposição ocorreria na bolsa britânica, já que as principais empresas ligadas ao setor de recursos naturais são negociadas por lá, tais como a BHP Billiton e a Rio Tinto.
Outras baixas
Em uma semana em que o Ibovespa caiu 2,59%, também tiveram uma performance ruim os papéis de Marfrig (MRFG3, R$ 14,35, -11,30%), Gerdau (GGBR4, R$ 17,12, -9,42%), Metalúrgica Gerdau (GOAU4, R$ 20,94, -8,68%), Usiminas (USIM3, R$ 23,82, -7,67%) e MMX Mineração (MMXM3, R$ 9,35, -7,61%).
http://www.infomonehttp://www.blogger.com/img/blank.gify.com.br/ogxpetroleo/noticia/2103829-ogx+segue+pressionada+recua+semana+maior+queda+ibovespa
As ações chegaram a ensaiar uma reação no pregão desta sexta-feira (6), avançando 1,03% e cotadas a R$ 14,70 - o que não foi capaz, contudo, de reverter a tendência que já dura algum tempo.
A baixa também é amplificada pelo recuo das cotações de petróleo. A commodity segue pressionada pela incerteza que envolve a economia norte-americana, sobretudo com o temor de que a demanda não irá se manter em patamar elevado. A recuperação do dólar frente ao euro também estimulou o ajuste do óleo, caminhando para níveis mais baixos. Na véspera, a queda foi acima de 8% e neste pregão, o contrato de Nova York recuou 2,63%.
Estimativas não agradaram
O anúncio dos volumes de recursos líquidos em seus blocos nas bacias de Campos, Parnaíba e Colômbia teve uma repercussão amplamente negativa e no pregão imediatamente posterior ao anúncio, os papéis desabaram 17%. Os efeitos dessa leitura negativa ainda são sentidos, já que o papel vem em trajetória de queda.
A OGX comunicou a descoberta de indícios de hidrocarbonetos em poços de delimitação de Pipeline e Wakiki, o que foi visto como positivo e reduziu parte da pressão baixista em relação às suas ações. Porém as incertezas em relação aos investimentos da empresa continuam.
Revendo estimativas
O mercado também responde às decisões de alguns analistas, que optaram por uma revisão de estimativas para a companhia. O UBS, por exemplo, cortou o preço-alvo para as ações da OGX de R$ 27 para R$ 23 ao final deste ano, o que configura um potencial de valorização de 56,5% em relação ao último fechamento. A recomendação do banco para os papéis da companhia, porém, segue de compra.
A OGX prevê dar início à produção de petróleo no prospecto Waimea entre setembro e outubro, atingindo 40 mil boe (barris de óleo equivalente) diários no final de 2012, o que é menor do que as projeções anteriores, que davam conta do início da produção em agosto e com 60 mil boe diários produzidos no ano que vem. O conjunto dos fatos levou à redução no preço-alvo.
Essa decisão não foi isolada, já que outros bancos de investimento e corretoras se mostraram decepcionados com as estimativas de reserva e cortaram suas recomedações, fazendo com que investidores saíssem pesadamente do papel.
Mercado de Londres
Além disso, a semana trouxe a notícia de que Eike Batista deverá listar as ações de todas as empresas do grupo EBX na bolsa de Londres e a primeira a entrar no mercado londrino será a OGX.
Eike defende a operação como uma forma de expor melhor as ações. E esta melhor exposição ocorreria na bolsa britânica, já que as principais empresas ligadas ao setor de recursos naturais são negociadas por lá, tais como a BHP Billiton e a Rio Tinto.
Outras baixas
Em uma semana em que o Ibovespa caiu 2,59%, também tiveram uma performance ruim os papéis de Marfrig (MRFG3, R$ 14,35, -11,30%), Gerdau (GGBR4, R$ 17,12, -9,42%), Metalúrgica Gerdau (GOAU4, R$ 20,94, -8,68%), Usiminas (USIM3, R$ 23,82, -7,67%) e MMX Mineração (MMXM3, R$ 9,35, -7,61%).
http://www.infomonehttp://www.blogger.com/img/blank.gify.com.br/ogxpetroleo/noticia/2103829-ogx+segue+pressionada+recua+semana+maior+queda+ibovespa
Com resultado trimestral, ação da Cielo sobe 13,8% na semana e lidera o Ibovespa
SÃO PAULO - Após terem registrado a segunda maior alta do Ibovespa na semana passada (+6,59%), as ações da Cielo (CIEL3) fecharam esta semana como principal destaque positivo dentre os papéis que compõem o índice, acumulando alta de 13,78%, cotadas a R$ 13,79 nesta sexta-feira (6). No mesmo período, o Ibovespa recuou 2,59%.
As ações das operadoras de cartões de crédito mais uma vez se destacaram por conta da divulgação de seus resultados trimestrais - na semana anterior, foi a Redecard (RDCD3) quem trouxe a público o balanço do primeiro trimestre, o que contribuiu para que suas ações liderassem os ganhos do Ibovespa naquela semana (+8,05%). Nesta semana, os papéis RDCD3 subiram 7,69%, ficando na quarta posição do índice.
Resultados melhores que os da sua concorrente
O resultado divulgado pela Cielo na última quarta-feira (4) foi visto como bom para os analistas, como Daniel Abut e Juan Arandia, do Citi, que ressaltaram a forte diferença entre o lucro líquido estimado por eles e o reportado pela empresa, reflexo das receitas de aluguel de POS (Point Of Sale, as famosas "maquininhas" de cartão) e de pré-pagamento mais fortes, bem como com a redução nos custos de transações.
É válido lembrar que sua concorrente na bolsa brasileira, a Redecard, já havia reportado resultados uma semana antes. Comparando os números, os analistas consideraram o resultado da Cielo como melhores que o da rival, já que, embora tenha perdido market share por mais um trimestre, a antiga VisaNet conseguiu compensar no controle de custos de transação, o que contribuiu para que ela apresentasse, mesmo que de forma pequena, uma evolução nas margens - o que a Redecard não fez.
http://www.blogger.com/img/blank.gif
Embora - ou justamente - as ações da empresa tenham apresentado bons resultados nesse período, os analistas são mais cautelosos em relação ao futuro, já que horizonte de curto e médio prazo do setor ainda mostra-se bastante incerto. "Acreditamos que uma postura cautelosa seja mais adequada em relação às ações das adquirintes", afirma Luciana Leocado, da Ativa Corretora.
Outros destaques
Outros papéis que também se destacaram positivamente foram Lojas Americanas (LAME4, R$ 15,20, +10,66%), Light (LIGT3, R$ 29,00, +9,43%), Redecard (RDCD3, R$ 24,50, +7,69%), Embraer (EMBR3, R$ 13,29, +7,52%) e B2W (BTOW3, R$ 23,10, +6,94%).
http://www.infomoney.com.br/cielo/noticia/2103925-com+resultado+trimestral+acao+cielo+sobe+semana+lidera+ibovespa
As ações das operadoras de cartões de crédito mais uma vez se destacaram por conta da divulgação de seus resultados trimestrais - na semana anterior, foi a Redecard (RDCD3) quem trouxe a público o balanço do primeiro trimestre, o que contribuiu para que suas ações liderassem os ganhos do Ibovespa naquela semana (+8,05%). Nesta semana, os papéis RDCD3 subiram 7,69%, ficando na quarta posição do índice.
Resultados melhores que os da sua concorrente
O resultado divulgado pela Cielo na última quarta-feira (4) foi visto como bom para os analistas, como Daniel Abut e Juan Arandia, do Citi, que ressaltaram a forte diferença entre o lucro líquido estimado por eles e o reportado pela empresa, reflexo das receitas de aluguel de POS (Point Of Sale, as famosas "maquininhas" de cartão) e de pré-pagamento mais fortes, bem como com a redução nos custos de transações.
É válido lembrar que sua concorrente na bolsa brasileira, a Redecard, já havia reportado resultados uma semana antes. Comparando os números, os analistas consideraram o resultado da Cielo como melhores que o da rival, já que, embora tenha perdido market share por mais um trimestre, a antiga VisaNet conseguiu compensar no controle de custos de transação, o que contribuiu para que ela apresentasse, mesmo que de forma pequena, uma evolução nas margens - o que a Redecard não fez.
http://www.blogger.com/img/blank.gif
Embora - ou justamente - as ações da empresa tenham apresentado bons resultados nesse período, os analistas são mais cautelosos em relação ao futuro, já que horizonte de curto e médio prazo do setor ainda mostra-se bastante incerto. "Acreditamos que uma postura cautelosa seja mais adequada em relação às ações das adquirintes", afirma Luciana Leocado, da Ativa Corretora.
Outros destaques
Outros papéis que também se destacaram positivamente foram Lojas Americanas (LAME4, R$ 15,20, +10,66%), Light (LIGT3, R$ 29,00, +9,43%), Redecard (RDCD3, R$ 24,50, +7,69%), Embraer (EMBR3, R$ 13,29, +7,52%) e B2W (BTOW3, R$ 23,10, +6,94%).
http://www.infomoney.com.br/cielo/noticia/2103925-com+resultado+trimestral+acao+cielo+sobe+semana+lidera+ibovespa
Com Grécia no radar, mercados operam instáveis nesta segunda
SÃO PAULO – Os mercados de ações operam instáveis nesta segunda-feira (9), com os contratos futuros das bolsas norte-americanas em alta, mas os principais mercados europeus em queda, ajustando-se à redução dos ganhos em Wall Street no fim do último pregão, além de incorporarem os novos temores sobre a crise fiscal na Grécia.
Em Nova York, o Nasdaq sobe 0,62%, enquanto que na Europa a queda mais forte é identificada na Espanha, no Ibex 35, de 1,80%.
Na Europa, as atenções nesta segunda se voltam para as notícias de que as autoridades europeias devem reformular o plano de resgate grego, entendendo que o país não será capaz de levantar dinheiro emprestado nos mercados no começo do próximo ano, como está previsto no pacote de socorro de € 110 bilhões no país.
Nos Estados Unidos, não há divulgações importantes para esta segunda-feira entre os indicadores econômicos, mas segundo Miriam Tavares, da AGK Corretora, ainda nesta semana os investidores devem acompanhar os índices de preços (PPI e CPI), além das vendas no varejo, que “tendem a reiterar o cenário de consumo moderado e inflação baixa”.
No Brasil, dados de inflação roubam a cena nesta sessão, bem como o boletim Focus, que mostrou queda na expectativa para a inflação medida pelo IPCA (Índice de preços ao consumidor - Amplo), mas manutenção da mediana das projeções para o crescimento da economia do país e para a taxa Selic anualizada.
Europa em queda com notícia da Grécia
Os principais índices de ações europeus repetem a trajetória negativa dos pregões recentes e registram queda, desta vez pressionados pelas preocupações com a situação da economia na Grécia.
O setor financeiro aparece como destaque de queda. Em Londres, as ações do Barclays recuam 1,28% após o banco ter anunciado que vai usar provisões de £ 1 bilhão para compensar clientes que adquiriram seguros indevidamente. Já em Paris, os papéis do BNP Paribas marcam desvalorização de 2,15% e são acompanhados pelas ações do Société Générale, com queda de 2,07%, e do Crédit Agricole, com queda de 1,99%.
O chefe do banco francês Société Générale, Frédéric Oudéa, disse à CNBC que o setor bancário europeu é capaz de absorver a reestruturação da dívida grega. De acordo com ele, o impacto está sendo superestimado, uma vez que é uma dívida relativamente pequena.
Brasil está de olho na inflação
No Brasil, o pregão fechou positivo na última sessão e, nesta segunda, deve repercutir dados sobre inflação. O IGP-DI (Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna) mostrou variação de 0,50%, em abril, taxa inferior à registrada em março, de 0,61%.
Já o IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor – Semanal) de 07 de maio apresentou variação de 1,05%, com aceleração de 0,10 ponto percentual da taxa registrada na última divulgação. Esta foi a maior taxa do IPC-S desde a primeira semana de fevereiro de 2011 (1,16%).
O boletim Focus, do Banco Central, também rouba as atenções nesta segunda. Ele mostrou que o mercado diminuiu a percepção de crescimento da inflação, esperando que o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) feche o ano em 6,33%, ante 6,37% aguardados na medição anterior.
Quanto ao PIB (Produto Interno Bruto), houve manutenção pela sexta vez seguida, com a expectativa de que ele cresça 4%. No caso da Selic, o que se espera é que ela feche o ano em 12,50% ao ano, a mesma expectativa da medição anterior.
Japão contraria outras bolsas asiáticas e fecha em queda
A perspectiva de uma possível crise energética, por conta da polêmica com o uso de energia nuclear, fez o índice Nikkei contrariar o movimento positivo observado nas principais bolsas da Ásia e fechar o pregão desta segunda em queda.
Os investidores foram influenciados pelo pedido por parte do primeiro-ministro Naoto Kan de paralisação da usina nuclear de Hamaoka, uma vez que estudos indicaram possibilidade de forte tremor de terra nos próximos 30 anos. As incertezas sobre o impacto desta medida nas empresas que possuem produção na região também levaram os papéis de diversas empresas para o campo negativo.
O pregão na China, por sua vez, foi impulsionado pelas negociações norte-americanas na sexta-feira, que marcaram valorização seguindo o anúncio do relatório mensal de emprego, o qual revelou números melhores que o esperado, com a criação de 244 mil postos de trabalho em abril.
http://www.infomoney.com.br/mercados/noticia/2103977-com+grecia+radar+mercados+operam+instaveis+nesta+segunda
Em Nova York, o Nasdaq sobe 0,62%, enquanto que na Europa a queda mais forte é identificada na Espanha, no Ibex 35, de 1,80%.
Na Europa, as atenções nesta segunda se voltam para as notícias de que as autoridades europeias devem reformular o plano de resgate grego, entendendo que o país não será capaz de levantar dinheiro emprestado nos mercados no começo do próximo ano, como está previsto no pacote de socorro de € 110 bilhões no país.
Nos Estados Unidos, não há divulgações importantes para esta segunda-feira entre os indicadores econômicos, mas segundo Miriam Tavares, da AGK Corretora, ainda nesta semana os investidores devem acompanhar os índices de preços (PPI e CPI), além das vendas no varejo, que “tendem a reiterar o cenário de consumo moderado e inflação baixa”.
No Brasil, dados de inflação roubam a cena nesta sessão, bem como o boletim Focus, que mostrou queda na expectativa para a inflação medida pelo IPCA (Índice de preços ao consumidor - Amplo), mas manutenção da mediana das projeções para o crescimento da economia do país e para a taxa Selic anualizada.
Europa em queda com notícia da Grécia
Os principais índices de ações europeus repetem a trajetória negativa dos pregões recentes e registram queda, desta vez pressionados pelas preocupações com a situação da economia na Grécia.
O setor financeiro aparece como destaque de queda. Em Londres, as ações do Barclays recuam 1,28% após o banco ter anunciado que vai usar provisões de £ 1 bilhão para compensar clientes que adquiriram seguros indevidamente. Já em Paris, os papéis do BNP Paribas marcam desvalorização de 2,15% e são acompanhados pelas ações do Société Générale, com queda de 2,07%, e do Crédit Agricole, com queda de 1,99%.
O chefe do banco francês Société Générale, Frédéric Oudéa, disse à CNBC que o setor bancário europeu é capaz de absorver a reestruturação da dívida grega. De acordo com ele, o impacto está sendo superestimado, uma vez que é uma dívida relativamente pequena.
Brasil está de olho na inflação
No Brasil, o pregão fechou positivo na última sessão e, nesta segunda, deve repercutir dados sobre inflação. O IGP-DI (Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna) mostrou variação de 0,50%, em abril, taxa inferior à registrada em março, de 0,61%.
Já o IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor – Semanal) de 07 de maio apresentou variação de 1,05%, com aceleração de 0,10 ponto percentual da taxa registrada na última divulgação. Esta foi a maior taxa do IPC-S desde a primeira semana de fevereiro de 2011 (1,16%).
O boletim Focus, do Banco Central, também rouba as atenções nesta segunda. Ele mostrou que o mercado diminuiu a percepção de crescimento da inflação, esperando que o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) feche o ano em 6,33%, ante 6,37% aguardados na medição anterior.
Quanto ao PIB (Produto Interno Bruto), houve manutenção pela sexta vez seguida, com a expectativa de que ele cresça 4%. No caso da Selic, o que se espera é que ela feche o ano em 12,50% ao ano, a mesma expectativa da medição anterior.
Japão contraria outras bolsas asiáticas e fecha em queda
A perspectiva de uma possível crise energética, por conta da polêmica com o uso de energia nuclear, fez o índice Nikkei contrariar o movimento positivo observado nas principais bolsas da Ásia e fechar o pregão desta segunda em queda.
Os investidores foram influenciados pelo pedido por parte do primeiro-ministro Naoto Kan de paralisação da usina nuclear de Hamaoka, uma vez que estudos indicaram possibilidade de forte tremor de terra nos próximos 30 anos. As incertezas sobre o impacto desta medida nas empresas que possuem produção na região também levaram os papéis de diversas empresas para o campo negativo.
O pregão na China, por sua vez, foi impulsionado pelas negociações norte-americanas na sexta-feira, que marcaram valorização seguindo o anúncio do relatório mensal de emprego, o qual revelou números melhores que o esperado, com a criação de 244 mil postos de trabalho em abril.
http://www.infomoney.com.br/mercados/noticia/2103977-com+grecia+radar+mercados+operam+instaveis+nesta+segunda
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Principais notícias: Gastos ambientais da Petrobras no Comperj poderá ser de R$ 1bi
SÃO PAULO – Segundo o secretário estadual do meio ambiente, Carlos Minc, a Petrobras (PETR3, PETR4) poderá ter que desembolsar aproximadamente R$ 1 bilhão em projetos de compensação socioambiental ligados à instalação do Comperj (Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro).
As maiores despesas estão ligadas a projetos de saneamento, abastecimento de água e preservação de áreas nos entornos do empreendimento, localizado na região metropolitana da capital fluminense.
A notícia é um dos principais destaques da imprensa nesta quinta-feira (5). Veja também as demais manchetes referentes a economia e finanças que são ou poderão ser assunto no mercado:
O Estado de São Paulo
B6 - Petrobras apóia ajuste em conteúdo nacional;
B6 - Estatal deve gastar R$ 1 bi para compensar instalação do Comperj;
B11 - Socorro a Portugal vai por país em recessão.
Valor Econômico
B6 - Lufthansa reduz perda no primeiro trimestre;
C8 - Moody’s deve subir rating do Brasil;http://www.blogger.com/img/blank.gif
D1 - BRF-Brasil Foods declara independência.
Folha de São Paulo
Mercados - Vale terá Murilo Ferreira no comando;
Mercados - Petrobras usará o gás para produzir eteno.
O Globo
Economia - Custos e despesas levam Cielo a ter queda de 3,4% no lucro.
http://www.infomoney.com.br/economia-e-politica/noticia/2101729-principais+noticias+gastos+ambientais+petrobras+comperj+podera+ser+1bi
As maiores despesas estão ligadas a projetos de saneamento, abastecimento de água e preservação de áreas nos entornos do empreendimento, localizado na região metropolitana da capital fluminense.
A notícia é um dos principais destaques da imprensa nesta quinta-feira (5). Veja também as demais manchetes referentes a economia e finanças que são ou poderão ser assunto no mercado:
O Estado de São Paulo
B6 - Petrobras apóia ajuste em conteúdo nacional;
B6 - Estatal deve gastar R$ 1 bi para compensar instalação do Comperj;
B11 - Socorro a Portugal vai por país em recessão.
Valor Econômico
B6 - Lufthansa reduz perda no primeiro trimestre;
C8 - Moody’s deve subir rating do Brasil;http://www.blogger.com/img/blank.gif
D1 - BRF-Brasil Foods declara independência.
Folha de São Paulo
Mercados - Vale terá Murilo Ferreira no comando;
Mercados - Petrobras usará o gás para produzir eteno.
O Globo
Economia - Custos e despesas levam Cielo a ter queda de 3,4% no lucro.
http://www.infomoney.com.br/economia-e-politica/noticia/2101729-principais+noticias+gastos+ambientais+petrobras+comperj+podera+ser+1bi
Petro e Vale encostam em suportes e cenário para estas ações é desafiador
SÃO PAULO - As ações da Petrobras (PETR4), Vale (VALE5), Marfrig (MRFG3), OGX (OGXP3) e MMX (MMXM3) são as blue chips que estão em destaque no Visão Técnica desta quinta-feira (5), que conta com as análises gráficas de Luiz Eduardo Borges, do Strategic Invest, e Mário Saldanha, do Invista com Valor e Cedro Finances.
Mais informações em http://www.infomoney.com.br/visao-tecnica/noticia/2101368-petro+vale+encostam+suportes+cenario+para+estas+acoes+desafiador
Mais informações em http://www.infomoney.com.br/visao-tecnica/noticia/2101368-petro+vale+encostam+suportes+cenario+para+estas+acoes+desafiador
CSN não comenta estratégia de possível aquisição da Usiminas
SÃO PAULO – Em teleconferência com analistas para comentar os resultados da CSN (CSNA3), a diretoria da empresa se negou a comentar sua estratégia ou próximos passos em relação à Usiminas (USIM3, USIM5).
Nas últimas semanas, os rumores de que a CSN estaria interessada em fazer parte do bloco de controle da Usiminas ganharam força, já que a empresa anunciou que sua participação nas ações ON da siderúrgica mineira ultrapassou os 10%. A Usiminas, contudo, segue indicando que não tem interesse em ter a CSN entre seus controladores.
“Tenho que me ater às coisas que já foram comunicadas ao mercado. A estratégia da empresa está dentro dos nossos comunicados ao mercado, e nada mais pode ser falado nesse momento”, afirmaram os diretores.
Riversdale
A diretoria da empresa comentou ainda sobre a venda da participação da CSN na Riversdale, que gerou um lucro que deve ser visto no segundo trimestre. A fatia, que foi comprada por US$ 400 milhões, foi vendida para a Rio Tinto por US$ 800 milhões.
De acordo com a companhia, a compra da participação na Riversdale foi feita para criar hedge em carvão metalúrgico, mas a CSN viu uma oportunidade de embolsar os lucros e poder “reciclar” o dinheiro em outros ativos de carvão no futuro, apesar de não haver nada certo.
Aquisição de fatia em grupo espanhol “bem avançada”
Ainda no movimento de fusões e aquisições, a CSN afirmou que a compra de uma fatia no grupo espanhol Alfonso Gallardo, anunciada no final de 2010, está “bem avançado”. O negócio visa a aquisição do controle da companhia, e tem valor estimado em € 352 milhões, com a possibilidade de acréscimo de mais € 30 milhões referente ao capital de giro.
Segundo a empresa, não há mais nenhum movimento internacional de fusões e aquisições em curso, mas a CSN "segue atenta a oportunidades".
http://www.infomoney.com.br/csn/noticia/2101035-csn+nao+comenta+estrategia+possivel+aquisicao+usiminas
Nas últimas semanas, os rumores de que a CSN estaria interessada em fazer parte do bloco de controle da Usiminas ganharam força, já que a empresa anunciou que sua participação nas ações ON da siderúrgica mineira ultrapassou os 10%. A Usiminas, contudo, segue indicando que não tem interesse em ter a CSN entre seus controladores.
“Tenho que me ater às coisas que já foram comunicadas ao mercado. A estratégia da empresa está dentro dos nossos comunicados ao mercado, e nada mais pode ser falado nesse momento”, afirmaram os diretores.
Riversdale
A diretoria da empresa comentou ainda sobre a venda da participação da CSN na Riversdale, que gerou um lucro que deve ser visto no segundo trimestre. A fatia, que foi comprada por US$ 400 milhões, foi vendida para a Rio Tinto por US$ 800 milhões.
De acordo com a companhia, a compra da participação na Riversdale foi feita para criar hedge em carvão metalúrgico, mas a CSN viu uma oportunidade de embolsar os lucros e poder “reciclar” o dinheiro em outros ativos de carvão no futuro, apesar de não haver nada certo.
Aquisição de fatia em grupo espanhol “bem avançada”
Ainda no movimento de fusões e aquisições, a CSN afirmou que a compra de uma fatia no grupo espanhol Alfonso Gallardo, anunciada no final de 2010, está “bem avançado”. O negócio visa a aquisição do controle da companhia, e tem valor estimado em € 352 milhões, com a possibilidade de acréscimo de mais € 30 milhões referente ao capital de giro.
Segundo a empresa, não há mais nenhum movimento internacional de fusões e aquisições em curso, mas a CSN "segue atenta a oportunidades".
http://www.infomoney.com.br/csn/noticia/2101035-csn+nao+comenta+estrategia+possivel+aquisicao+usiminas
Estoques de petróleo dos EUA avançaram 0,9% na última semana
SÃO PAULO - Os estoques de petróleo dos Estados Unidos avançaram 0,9%, ou 3,4 milhões de barris, no período de 23 a 29 de abril, atingindo o patamar de 366,5 milhões de barris. No mesmo período os estoques de gasolina recuaram em 1,0 milhão de barris, ou 0,5%.
Os dados anunciados nesta quarta-feira (4) pelo Departamento de Energia norte-americhttp://www.blogger.com/img/blank.gifano mostram ainda que as refinarias do país operaram com 82,8% de sua capacidade operacional total, frente aos 82,7% observados na última semana.
http://www.infomoney.com.br/commodities/noticia/2101083-estoques+petroleo+dos+eua+avancaram+ultima+semana
Os dados anunciados nesta quarta-feira (4) pelo Departamento de Energia norte-americhttp://www.blogger.com/img/blank.gifano mostram ainda que as refinarias do país operaram com 82,8% de sua capacidade operacional total, frente aos 82,7% observados na última semana.
http://www.infomoney.com.br/commodities/noticia/2101083-estoques+petroleo+dos+eua+avancaram+ultima+semana
Embraer anuncia cinco mudanças na composição da diretoria
SÃO PAULO - A Embraer (EMBR3) anunciou nesta quinta-feira (5) algumas trocas na composição de sua diretoria a partir deste mês. O executivo Luís Carlos Affonso comandará a divisão de Novos Programas.
Dessa forma, Affonso deixa a condução da frente de Aviação Executiva para Ernest Edwards, que até então era responsável por marketing e vendas na América do Norte e Caribe.
Já Mauro Kern assume a responsabilidade pela área de Engenharia e Tecnologia no lugar de Emílio Matsuo, que passar a responder pela recém criada posição de Engenheiro-Chefe. Por fim, na área de Operações, Hélio Bambinia foi escolhido para conduzir as Operações Industriais.
http://www.infomoney.com.br/embraer/noticia/2101759-embraer+anuncia+cinco+mudancas+composicao+diretoria
Dessa forma, Affonso deixa a condução da frente de Aviação Executiva para Ernest Edwards, que até então era responsável por marketing e vendas na América do Norte e Caribe.
Já Mauro Kern assume a responsabilidade pela área de Engenharia e Tecnologia no lugar de Emílio Matsuo, que passar a responder pela recém criada posição de Engenheiro-Chefe. Por fim, na área de Operações, Hélio Bambinia foi escolhido para conduzir as Operações Industriais.
http://www.infomoney.com.br/embraer/noticia/2101759-embraer+anuncia+cinco+mudancas+composicao+diretoria
quarta-feira, 4 de maio de 2011
10 notícias para lidar com os mercados nesta quarta-feira
São Paulo - Aqui está o que você precisa saber:
1 – Mercados: receio de alta de juro afeta China, Índia e Brasil. As bolsas asiáticas caíram e as commodities recuam com o receio de medidas contra a inflação na China. As ações tiveram a maior perda em dois meses na segunda maior economia do mundo. Na Índia, a bolsa caiu pelo oitavo dia com a aposta em novas altas de juros no país. O euro avança.
No Brasil, a bolsa caiu ontem ao menor nível em quase três meses com o receio de novas ações contra a inflação. O presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, disse que a instituição vai elevar juros por quanto tempo for necessário para trazer a inflação de volta ao centro da meta em 2012.
2 – Agenda: varejo no Europa e emprego nos EUA. Em dia sem divulgação de indicadores econômicos no Brasil, as atenções se voltam para o exterior. Nos Estados Unidos são divulgados estoques de petróleo e dados do mercado de trabalho. Na Europa, sai o índice de vendas no varejo da região do euro.
Temporada de resultados: no calendário corporativo brasileiro, a Cia de Bebidas das Américas divulga balanço antes da abertura do mercado e a Cielo, depois do fechamento. Na Europa, EDP Renováveis, ligada à EDP Energias de Portugal, e Brisa Auto-Estradas de Portugal apresentam seus números. Nos EUA, não está prevista a divulgação de balanços que possam influenciar o mercado.
3 – Buffett procura oportunidades de compras no Brasil e na China. A procura de Warren Buffett por negócios no Brasil e na China pode colocar empresas como Marcopolo, Odontoprev e Lonking Holdings em sua lista de desejos. O investidor bilionário de 80 anos, presidente do conselho de administração da Berkshire Hathaway, disse em uma entrevista coletiva em 1 de maio, após assembleia de acionistas, que as empresas brasileiras estão em seu “radar” e que ele ficaria “encantado em comprar negócios na China” assim como em Hong Kong.
4 – Qualicorp planeja oferta inicial de ações na BM&FBovespa. A administradora de planos de saúde Qualicorp e seus acionistas planejam realizar uma oferta inicial de ações no Brasil, segundo comunicado enviado na terça-feira (3) à Comissão de Valores Mobiliários (CVM). De acordo com prospecto preliminar da oferta, a companhia irá realizar a distribuição primária e secundária de ações, embora a quantidade de papéis em cada operação ainda não tenha sido definida.
5 – Lucro da AmBev apresenta alta de 27% no 1º trimestre. A AmBev apresentou nesta quarta-feira lucro líquido de 2,089 bilhões de reais para o primeiro trimestre do ano, um crescimento de 26,6% sobre o obtido um ano antes, apesar de uma queda de vendas no Brasil e Canadá. O volume vendido no primeiro trimestre foi de 40,8 milhões de hectolitros, contra 40,9 milhões de hectolitros no mesmo período do ano passado.
6 – Lucro da CSN sobe 38% no 1º trimestre e soma R$ 447 milhões. A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) registrou lucro líquido de 447 milhões de reais no primeiro trimestre de 2011, valor 38% maior que o do mesmo período do ano passado. Na comparação dos dois intervalos, a receita líquida da siderúrgica subiu 19%, para 3,185 bilhões de reais.
7 – Lucro da Marisa cresce 41,4% no 1º trimestre. O lucro das lojas Marisa cresceu 41,4% no primeiro trimestre de 2011 na comparação com o mesmo período do ano anterior. Os ganhos da varejista somaram 36 milhões de reais no período, segundo balanço divulgado pela companhia.
8 – Goldman corta ações de metais e mineração latinas para neutra. As ações de metais e mineração da América Latina tiveram sua recomendação rebaixada para neutra pelo Goldman Sachs, que citou os múltiplos altos e o fraco cenário de preços do aço. “Somos positivos com o minério de ferro mas cautelosos com o aço”, escreveram os analistas do Goldman Sachs, incluindo Marcelo Aguiar, em um relatório datado de 3 de maio.
9 – Presidente da Vivo, Roberto Lima, deixará Telefônica, diz jornal. O executivo Roberto Lima, atual presidente da Vivo, deixará o grupo após a combinação dos negócios com a Telesp, informa reportagem do Valor Econômico. A nova empresa resultante ficará sob o comando do espanhol Luis Miguel Gilpérez López, designado para cuidar da integração dos negócios da Telefônica no país.
10 – FGV: confiança do setor de serviços sobe 3% em abril. A satisfação com a demanda atual e uma boa perspectiva quanto ao futuro dos negócios nos próximos meses impulsionaram a confiança dos empresários do setor de serviços em abril, segundo dados divulgados hoje pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). O Índice de Confiança de Serviços (ICS) subiu 3% em abril ante o mês anterior. Em março, o indicador havia caído 1,9% em relação a fevereiro.
http://exame.abril.com.br/mercados/noticias/10-noticias-para-lidar-com-os-mercados-nesta-quarta-feira-27
1 – Mercados: receio de alta de juro afeta China, Índia e Brasil. As bolsas asiáticas caíram e as commodities recuam com o receio de medidas contra a inflação na China. As ações tiveram a maior perda em dois meses na segunda maior economia do mundo. Na Índia, a bolsa caiu pelo oitavo dia com a aposta em novas altas de juros no país. O euro avança.
No Brasil, a bolsa caiu ontem ao menor nível em quase três meses com o receio de novas ações contra a inflação. O presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, disse que a instituição vai elevar juros por quanto tempo for necessário para trazer a inflação de volta ao centro da meta em 2012.
2 – Agenda: varejo no Europa e emprego nos EUA. Em dia sem divulgação de indicadores econômicos no Brasil, as atenções se voltam para o exterior. Nos Estados Unidos são divulgados estoques de petróleo e dados do mercado de trabalho. Na Europa, sai o índice de vendas no varejo da região do euro.
Temporada de resultados: no calendário corporativo brasileiro, a Cia de Bebidas das Américas divulga balanço antes da abertura do mercado e a Cielo, depois do fechamento. Na Europa, EDP Renováveis, ligada à EDP Energias de Portugal, e Brisa Auto-Estradas de Portugal apresentam seus números. Nos EUA, não está prevista a divulgação de balanços que possam influenciar o mercado.
3 – Buffett procura oportunidades de compras no Brasil e na China. A procura de Warren Buffett por negócios no Brasil e na China pode colocar empresas como Marcopolo, Odontoprev e Lonking Holdings em sua lista de desejos. O investidor bilionário de 80 anos, presidente do conselho de administração da Berkshire Hathaway, disse em uma entrevista coletiva em 1 de maio, após assembleia de acionistas, que as empresas brasileiras estão em seu “radar” e que ele ficaria “encantado em comprar negócios na China” assim como em Hong Kong.
4 – Qualicorp planeja oferta inicial de ações na BM&FBovespa. A administradora de planos de saúde Qualicorp e seus acionistas planejam realizar uma oferta inicial de ações no Brasil, segundo comunicado enviado na terça-feira (3) à Comissão de Valores Mobiliários (CVM). De acordo com prospecto preliminar da oferta, a companhia irá realizar a distribuição primária e secundária de ações, embora a quantidade de papéis em cada operação ainda não tenha sido definida.
5 – Lucro da AmBev apresenta alta de 27% no 1º trimestre. A AmBev apresentou nesta quarta-feira lucro líquido de 2,089 bilhões de reais para o primeiro trimestre do ano, um crescimento de 26,6% sobre o obtido um ano antes, apesar de uma queda de vendas no Brasil e Canadá. O volume vendido no primeiro trimestre foi de 40,8 milhões de hectolitros, contra 40,9 milhões de hectolitros no mesmo período do ano passado.
6 – Lucro da CSN sobe 38% no 1º trimestre e soma R$ 447 milhões. A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) registrou lucro líquido de 447 milhões de reais no primeiro trimestre de 2011, valor 38% maior que o do mesmo período do ano passado. Na comparação dos dois intervalos, a receita líquida da siderúrgica subiu 19%, para 3,185 bilhões de reais.
7 – Lucro da Marisa cresce 41,4% no 1º trimestre. O lucro das lojas Marisa cresceu 41,4% no primeiro trimestre de 2011 na comparação com o mesmo período do ano anterior. Os ganhos da varejista somaram 36 milhões de reais no período, segundo balanço divulgado pela companhia.
8 – Goldman corta ações de metais e mineração latinas para neutra. As ações de metais e mineração da América Latina tiveram sua recomendação rebaixada para neutra pelo Goldman Sachs, que citou os múltiplos altos e o fraco cenário de preços do aço. “Somos positivos com o minério de ferro mas cautelosos com o aço”, escreveram os analistas do Goldman Sachs, incluindo Marcelo Aguiar, em um relatório datado de 3 de maio.
9 – Presidente da Vivo, Roberto Lima, deixará Telefônica, diz jornal. O executivo Roberto Lima, atual presidente da Vivo, deixará o grupo após a combinação dos negócios com a Telesp, informa reportagem do Valor Econômico. A nova empresa resultante ficará sob o comando do espanhol Luis Miguel Gilpérez López, designado para cuidar da integração dos negócios da Telefônica no país.
10 – FGV: confiança do setor de serviços sobe 3% em abril. A satisfação com a demanda atual e uma boa perspectiva quanto ao futuro dos negócios nos próximos meses impulsionaram a confiança dos empresários do setor de serviços em abril, segundo dados divulgados hoje pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). O Índice de Confiança de Serviços (ICS) subiu 3% em abril ante o mês anterior. Em março, o indicador havia caído 1,9% em relação a fevereiro.
http://exame.abril.com.br/mercados/noticias/10-noticias-para-lidar-com-os-mercados-nesta-quarta-feira-27
Principais notícias: Portugal receberá ajuda de US$ 116 bi do FMI e da União Europeia
SÃO PAULO – Na noite da última terça-feira (3) o governo português anunciou que receberá ajuda do FMI (Fundo Monetário Internacional) e da União Europeia da ordem de US$ 116 bilhões.
O valor será entregue ao país durante os próximos três anos e deverá cobrir o rombo em suas contas públicas. O primeiro-ministro de Portugal, José Sócrates, afirmou que o valor evitará que o país tenha que realizar novos cortes no orçamento em 2011.
A notícia é um dos principais destaques da imprensa nesta quarta-feira (4). Veja também as demais manchetes referentes a economia e finanças que são ou poderão ser assunto no mercado:
O Estado de São Paulo
B4 - Governo pressiona para promover encargo sobre energia elétrica;
B6 - Mantega muda discurso e admite que preço da gasolina pode subir;
B6 - Ministro nega ‘politização’ da Vale;
B12 - Portugal terá ajuda de US$ 116 bilhões em troca de cortes;
B12 - EUA processam banco em US$ 1 bi;
B18 - Telefônica muda estrutura de comando no Brasil.
Valor Econômico
B4 - Kraft pode investir mais no NE;
B6 - Aquisições entram no foco da Marisa;
B10 - Vale enfrenta desafio de reciclar pneus gigantes;
C3 - Portugal terá ajuda de até € 90 bilhões;
C8 - Governo americano aciona Deutsche em US$ 1 bilhão;
C8 - Alta do consumo impulsiona lucro da MasterCard;
D3 - Previ paga R$ 60 milhões por 2% do Magazine Luiza;
D9 - Embraer faz mudanças em áreas estratégicas;
D9 - Roberto Lima deixará o grupo Telefônica.
Folha de São Paulo
Mercados - Walmart vai investir em 2011 R$ 1 bi no Brasil;http://www.blogger.com/img/blank.gif
Mercados - Presidente da Vivo deve deixar empresa;
Mercados - Petrobras realiza nova importação de gasolina;
Mercados - Agnelli ignorou reclamações de Lula, afirma Mantega;
Mercados - EUA acionam Deutsche Bank por hipotecas.
O Globo
Economia - Walmart anuncia investimento de R$ 1,2 bilhão no Brasil;
Economia - Lobão: governo manterá preço da gasolina "até não aguentar mais".
http://www.infomoney.com.br/economia-e-politica/noticia/2100702-principais+noticias+portugal+recebera+ajuda+116+fmi+uniao+europeia
O valor será entregue ao país durante os próximos três anos e deverá cobrir o rombo em suas contas públicas. O primeiro-ministro de Portugal, José Sócrates, afirmou que o valor evitará que o país tenha que realizar novos cortes no orçamento em 2011.
A notícia é um dos principais destaques da imprensa nesta quarta-feira (4). Veja também as demais manchetes referentes a economia e finanças que são ou poderão ser assunto no mercado:
O Estado de São Paulo
B4 - Governo pressiona para promover encargo sobre energia elétrica;
B6 - Mantega muda discurso e admite que preço da gasolina pode subir;
B6 - Ministro nega ‘politização’ da Vale;
B12 - Portugal terá ajuda de US$ 116 bilhões em troca de cortes;
B12 - EUA processam banco em US$ 1 bi;
B18 - Telefônica muda estrutura de comando no Brasil.
Valor Econômico
B4 - Kraft pode investir mais no NE;
B6 - Aquisições entram no foco da Marisa;
B10 - Vale enfrenta desafio de reciclar pneus gigantes;
C3 - Portugal terá ajuda de até € 90 bilhões;
C8 - Governo americano aciona Deutsche em US$ 1 bilhão;
C8 - Alta do consumo impulsiona lucro da MasterCard;
D3 - Previ paga R$ 60 milhões por 2% do Magazine Luiza;
D9 - Embraer faz mudanças em áreas estratégicas;
D9 - Roberto Lima deixará o grupo Telefônica.
Folha de São Paulo
Mercados - Walmart vai investir em 2011 R$ 1 bi no Brasil;http://www.blogger.com/img/blank.gif
Mercados - Presidente da Vivo deve deixar empresa;
Mercados - Petrobras realiza nova importação de gasolina;
Mercados - Agnelli ignorou reclamações de Lula, afirma Mantega;
Mercados - EUA acionam Deutsche Bank por hipotecas.
O Globo
Economia - Walmart anuncia investimento de R$ 1,2 bilhão no Brasil;
Economia - Lobão: governo manterá preço da gasolina "até não aguentar mais".
http://www.infomoney.com.br/economia-e-politica/noticia/2100702-principais+noticias+portugal+recebera+ajuda+116+fmi+uniao+europeia
Lucro da AmBev sobe 27% no 1º trimestre
SÃO PAULO (Reuters) - A AmBev (AMBV4) anunciou nesta quarta-feira lucro líquido de R$ 2,089 bilhões para o primeiro trimestre do ano, um crescimento de 26,6% sobre o obtido um ano antes, apesar de uma queda de vendas no Brasil e Canadá.
O volume vendido no primeiro trimestre foi de 40,8 milhões de hectolitros, contra 40,9 milhões de hectolitros no mesmo período do ano passado. A queda ligeira de 0,3% no volume vendido foi pressionada por recuo de 1,1% no Brasil e de 7,0% nas operações canadenses da empresa.
"Nosso desempenho no Brasil no primeiro trimestre de 2011 teve expansão de margem tanto em cerveja como em refrigerantes e bebidas não alcoólicas, apesar dos volumes fracos devido às fortes chuvas em janeiro, com crescimento da receita vindo principalmente dos aumentos de preços", afirma a AmBev no balanço.
Excluindo receitas e despesas não recorrentes, o lucro líquido subiu 21,7% no primeiro trimestre na comparação anual.
O Ebitda (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação) da companhia ficou em R$ 3,098 bilhões de janeiro a março. Em igual intervalo de 2010, a geração de caixa operacional havia sido de R$ 2,774 bilhões. A margem passou de 45,3% para 47,2%.
"No geral, ficamos satisfeitos com nosso desempenho consolidado no primeiro trimestre de 2011, em que registramos crescimento de dois dígitos no Ebitda e expansão na margem Ebitda em quase todas as nossas operações", afirmou no balanço o diretor geral da AmBev, João Castro Neves.
O volume de cerveja comercializado pelo grupo subiu 0,3%, para 29,4 milhões de hectolitros, enquanto o de refrigerantes e bebidas não alcoólicas caiu 1,8%, para 11,3 milhões de hectolitros.
Com isso, a empresa apurou receita líquida de R$ 6,562 bilhões entre janeiro e março, alta anual de 7,2% impulsionada por aumentos de preços.http://www.blogger.com/img/blank.gif
A AmBev manteve a estimativa de investir até R$ 2,5 bilhões no Brasil em 2011, "pois vemos oportunidades relevantes de crescimento na indústria de cerveja no futuro e planejamos investir adequadamente para aproveitá-las no médio e longo prazo".
O investimento, segundo a companhia informou no início do ano, será destinado à construção de novas fábricas e centros de distribuição, ampliação de unidades já existentes e melhorias operacionais.
http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/reuters/2011/05/04/lucro-da-ambev-sobe-27-no-1o-trimestre.jhtm
O volume vendido no primeiro trimestre foi de 40,8 milhões de hectolitros, contra 40,9 milhões de hectolitros no mesmo período do ano passado. A queda ligeira de 0,3% no volume vendido foi pressionada por recuo de 1,1% no Brasil e de 7,0% nas operações canadenses da empresa.
"Nosso desempenho no Brasil no primeiro trimestre de 2011 teve expansão de margem tanto em cerveja como em refrigerantes e bebidas não alcoólicas, apesar dos volumes fracos devido às fortes chuvas em janeiro, com crescimento da receita vindo principalmente dos aumentos de preços", afirma a AmBev no balanço.
Excluindo receitas e despesas não recorrentes, o lucro líquido subiu 21,7% no primeiro trimestre na comparação anual.
O Ebitda (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação) da companhia ficou em R$ 3,098 bilhões de janeiro a março. Em igual intervalo de 2010, a geração de caixa operacional havia sido de R$ 2,774 bilhões. A margem passou de 45,3% para 47,2%.
"No geral, ficamos satisfeitos com nosso desempenho consolidado no primeiro trimestre de 2011, em que registramos crescimento de dois dígitos no Ebitda e expansão na margem Ebitda em quase todas as nossas operações", afirmou no balanço o diretor geral da AmBev, João Castro Neves.
O volume de cerveja comercializado pelo grupo subiu 0,3%, para 29,4 milhões de hectolitros, enquanto o de refrigerantes e bebidas não alcoólicas caiu 1,8%, para 11,3 milhões de hectolitros.
Com isso, a empresa apurou receita líquida de R$ 6,562 bilhões entre janeiro e março, alta anual de 7,2% impulsionada por aumentos de preços.http://www.blogger.com/img/blank.gif
A AmBev manteve a estimativa de investir até R$ 2,5 bilhões no Brasil em 2011, "pois vemos oportunidades relevantes de crescimento na indústria de cerveja no futuro e planejamos investir adequadamente para aproveitá-las no médio e longo prazo".
O investimento, segundo a companhia informou no início do ano, será destinado à construção de novas fábricas e centros de distribuição, ampliação de unidades já existentes e melhorias operacionais.
http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/reuters/2011/05/04/lucro-da-ambev-sobe-27-no-1o-trimestre.jhtm
Ações da Marfrig caem 3,54% e acumulam queda de 10,2% na semana
SÃO PAULO - As ações da Marfrig (MRFG3) terminaram em queda de 3,54% na sessão desta terça-feira (3), o que lhes garantiram o posto de terceira maior desvalorização do índice Ibovespa, com cotação final de R$ 14,45. O papel seguiu a trajetória do índice paulista, que recuou 1,75% nesse pregão.
Somando esse desempenho à forte queda de 7,40% vista na sessão anterior, os papéis do frigorífico acumulam perdas de 10,20% na semana, devolvendo boa parte dos ganhos em abril, quando as ações acumularam ganhos de 11,04%. De acordo com Cauê Pinheiro, da SLW Corretora, essa queda pode ser atrativa para os investidores, visto que os papéis não perderam os bons fundamentos que garantiram a forte alta do mês passado.
Fundamentos intactos e dados de exportação são positivos
Segundo Pinheiro, a empresa não sofreu alteração em nenhum de seus fundamentos e a desvalorização das ações acumulada nos últimos sete dias (-11,57%) é apenas uma realização mais forte dentro de um movimento meramente técnico do mercado.
Além disso, Pinheiro classificou como consideravelmente positivos os dados de exportação divulgados na última segunda-feira (2), especialmente na área de proteína de frango, no qual a Seara, controlada pela Marfrig, é um forte player.
A Ativa Corretora também avaliou esses dados como positivos, avaliando que isso pressionará as ações das empresas do setor para cima, destacando o avanço de avanço de 30,7% da exportação de suínos e os preços recordes para as toneladas de bovinos e frangos.
http://www.infomoney.com.br/marfrig/noticia/2100018-acoes+marfrig+caem+acumulam+queda+semana
Somando esse desempenho à forte queda de 7,40% vista na sessão anterior, os papéis do frigorífico acumulam perdas de 10,20% na semana, devolvendo boa parte dos ganhos em abril, quando as ações acumularam ganhos de 11,04%. De acordo com Cauê Pinheiro, da SLW Corretora, essa queda pode ser atrativa para os investidores, visto que os papéis não perderam os bons fundamentos que garantiram a forte alta do mês passado.
Fundamentos intactos e dados de exportação são positivos
Segundo Pinheiro, a empresa não sofreu alteração em nenhum de seus fundamentos e a desvalorização das ações acumulada nos últimos sete dias (-11,57%) é apenas uma realização mais forte dentro de um movimento meramente técnico do mercado.
Além disso, Pinheiro classificou como consideravelmente positivos os dados de exportação divulgados na última segunda-feira (2), especialmente na área de proteína de frango, no qual a Seara, controlada pela Marfrig, é um forte player.
A Ativa Corretora também avaliou esses dados como positivos, avaliando que isso pressionará as ações das empresas do setor para cima, destacando o avanço de avanço de 30,7% da exportação de suínos e os preços recordes para as toneladas de bovinos e frangos.
http://www.infomoney.com.br/marfrig/noticia/2100018-acoes+marfrig+caem+acumulam+queda+semana
Ações da Embraer disparam 6,35% após divulgação dos resultados trimestrais
SÃO PAULO - Contrariando a tendência negativa do Ibovespa - que mostrou significativa queda de 1,75% -, as ações da Embraer (EMBR3) avançaram 6,35% nesta terça-feira (3), liderando com folga os ganhos do índice paulista, fechando cotadas a R$13,24, um centavo abaixo da sua máxima obitda no intraday.
O movimento acompanhado pelas ações da companhia reflete a divulgação de seu resultado referente ao primeiro trimestre de 2011 na noite anterior, que surpreendeu as projeções do Citigroup.
Resultado positivo, guidance mantido
A empresa revelou um lucro líquido de R$ 174,3 milhões, aumento de 295,2% em comparação aos R$ 44,1 milhões do mesmo período de 2010 e superior ao projetado pelos analistas do Citi, que mesmo assim adotaram um tom de cautela e mantiveram a recomendação de venda para os ADRs (American Depositary Receipt) da empresa.
Da mesma forma, o Ebitda (geração operacional de caixa) cresceu 23,95%, aos R$ 259,8 milhões, enquanto a receita líquida marcou uma queda de 1,52%, a R$ 1,75 bilhão. Deste modo, a companhia classificou o resultado como positivo e manteve o guidance para o restante do ano.
http://www.infomoney.com.br/embraer/noticia/2099947-acoes+embraer+disparam+apos+divulgacao+dos+resultados+trimestrais
O movimento acompanhado pelas ações da companhia reflete a divulgação de seu resultado referente ao primeiro trimestre de 2011 na noite anterior, que surpreendeu as projeções do Citigroup.
Resultado positivo, guidance mantido
A empresa revelou um lucro líquido de R$ 174,3 milhões, aumento de 295,2% em comparação aos R$ 44,1 milhões do mesmo período de 2010 e superior ao projetado pelos analistas do Citi, que mesmo assim adotaram um tom de cautela e mantiveram a recomendação de venda para os ADRs (American Depositary Receipt) da empresa.
Da mesma forma, o Ebitda (geração operacional de caixa) cresceu 23,95%, aos R$ 259,8 milhões, enquanto a receita líquida marcou uma queda de 1,52%, a R$ 1,75 bilhão. Deste modo, a companhia classificou o resultado como positivo e manteve o guidance para o restante do ano.
http://www.infomoney.com.br/embraer/noticia/2099947-acoes+embraer+disparam+apos+divulgacao+dos+resultados+trimestrais
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Fibria eleva lucro e reduz dívida no 1o trimestre
SÃO PAULO (Reuters) - A venda dos ativos da Conpacel e da KSK para a concorrente Suzano elevaram o lucro líquido da Fibria no primeiro trimestre e ajudaram a reduzir ainda mais a dívida da maior produtora de celulose do mundo.
Entre os meses de janeiro e março, a companhia obteve lucro líquido de 389 milhões de reais, ante 9 milhões registrados no mesmo período do ano passado.
O lucro da Fibria ficou acima das expectativas de três analistas de mercado obtidas pela Reuters, de lucro líquido de 155 milhões de reais.
A dívida bruta da empresa, por sua vez, foi reduzida em 24 por cento entre o primeiro trimestre do ano passado e os primeiros três meses de 2011, chegando a 10,2 bilhões de reais. A dívida líquida caiu ainda mais --27 por cento--, totalizando 7,96 bilhões de reais.
A relação entre dívida líquida e Ebitda (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) foi reduzida de 5,6 vezes para 2,9 vezes, relação que ficou abaixo também das 3,6 vezes do quarto trimestre.
Em dezembro do ano passado, a Fibria anunciou a venda da sua metade no Consórcio Paulista de Papel e Celulose (Conpacel) para a Suzano, que detinha a outra metade, por 1,45 bilhão de reais. Além disso, a distribuidora de papéis KSR também foi negociada, por 50 milhões de reais.
A grande dívida da Fibria vem desde a sua criação, em 2009, visto que a Aracruz, que foi adquirida pela VCP e originou a companhia, registrou em 2008 uma grande perda com derivativos.
No primeiro trimestre desde ano, a Fibria registrou Ebitda pro-forma (excluindo-se Conpacel e KSR) de 607 milhões de reais, crescimento de 2 por cento ante o mesmo período do ano passado. A previsão do mercado era de uma geração de caixa de 642 milhões de reais.
"Em relação ao primeiro trimestre de 2010, o aumento de 2 por cento é explicado pelo maior preço médio líquido de celulose em reais", afirma a Fibria no balanço.
A receita líquida da companhia também cresceu 2 por cento na comparação anual, totalizando 1,548 bilhão de reais, abaixo da estimativa média dos analistas, que dava conta de um faturamento de 1,619 bilhão de reais.
http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/reuters/2011/05/02/fibria-eleva-lucro-e-reduz-divida-no-1o-trimestre.jhtm
Entre os meses de janeiro e março, a companhia obteve lucro líquido de 389 milhões de reais, ante 9 milhões registrados no mesmo período do ano passado.
O lucro da Fibria ficou acima das expectativas de três analistas de mercado obtidas pela Reuters, de lucro líquido de 155 milhões de reais.
A dívida bruta da empresa, por sua vez, foi reduzida em 24 por cento entre o primeiro trimestre do ano passado e os primeiros três meses de 2011, chegando a 10,2 bilhões de reais. A dívida líquida caiu ainda mais --27 por cento--, totalizando 7,96 bilhões de reais.
A relação entre dívida líquida e Ebitda (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) foi reduzida de 5,6 vezes para 2,9 vezes, relação que ficou abaixo também das 3,6 vezes do quarto trimestre.
Em dezembro do ano passado, a Fibria anunciou a venda da sua metade no Consórcio Paulista de Papel e Celulose (Conpacel) para a Suzano, que detinha a outra metade, por 1,45 bilhão de reais. Além disso, a distribuidora de papéis KSR também foi negociada, por 50 milhões de reais.
A grande dívida da Fibria vem desde a sua criação, em 2009, visto que a Aracruz, que foi adquirida pela VCP e originou a companhia, registrou em 2008 uma grande perda com derivativos.
No primeiro trimestre desde ano, a Fibria registrou Ebitda pro-forma (excluindo-se Conpacel e KSR) de 607 milhões de reais, crescimento de 2 por cento ante o mesmo período do ano passado. A previsão do mercado era de uma geração de caixa de 642 milhões de reais.
"Em relação ao primeiro trimestre de 2010, o aumento de 2 por cento é explicado pelo maior preço médio líquido de celulose em reais", afirma a Fibria no balanço.
A receita líquida da companhia também cresceu 2 por cento na comparação anual, totalizando 1,548 bilhão de reais, abaixo da estimativa média dos analistas, que dava conta de um faturamento de 1,619 bilhão de reais.
http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/reuters/2011/05/02/fibria-eleva-lucro-e-reduz-divida-no-1o-trimestre.jhtm
Petrobras prevê investir US$ 73 bi no pré-sal de Santos
Rio de Janeiro - A Petrobras informou na noite de sexta-feira que a previsão dos investimentos para o desenvolvimento dos projetos do pré-sal da bacia de Santos até 2015 serão de 73 bilhões de dólares, sendo que 74 por cento deste total serão aportados diretamente pela estatal.
De acordo com o comunicado, o sucesso da campanha do pré-sal de Santos e as reservas maiores que o esperado reduziram a necessidade dos investimentos para o desenvolvimento da área.
"Hoje estimada em 45 por cento com relação ao Plano Diretor original de 2008 e em cerca de 32 por cento com relação ao Plano Diretor do último ano", informou a empresa em comunicado.
A reavaliação do Plansal, plano instituído em 2008 para coordenar os investimentos nos reservatórios gigantes da bacia de Santos, foi feita em reunião do conselho de administração da estatal mais cedo na sexta-feira.
Segundo o novo plano, em 2015 a área do pré-sal de Santos estará produzindo 613 mil barris diários de petróleo, referente à fatia da Petrobras nos campos, volume que representa um acréscimo de 108 mil barris diários em relação ao plano anterior.
Desse total, cerca de 60 por cento são próprios e os demais 40 por cento pertencem aos parceiros. Em 2017, a meta de produção anteriormente divulgada de 1 milhão de barris diários de petróleo será ultrapassada.
A redução de custos se deveu principalmente pela maior produtividade dos poços --incremento médio em torno de 20 por cento-- e pelo melhor conhecimento das áreas potencialmente produtorashttp://www.blogger.com/img/blank.gif.
Adicionalmente, foi excedida a expectativa de volume recuperável potencial das áreas de Lula e Cernambi, ultrapassando os 8 bilhões de barris.
Também houve um significativo acréscimo considerando-se os 5 bilhões de barris de óleo equivalente recuperáveis (boer) recentemente
http://exame.abril.com.br/negocios/empresas/noticias/petrobras-preve-investir-us-73-bi-no-pre-sal-de-santos
De acordo com o comunicado, o sucesso da campanha do pré-sal de Santos e as reservas maiores que o esperado reduziram a necessidade dos investimentos para o desenvolvimento da área.
"Hoje estimada em 45 por cento com relação ao Plano Diretor original de 2008 e em cerca de 32 por cento com relação ao Plano Diretor do último ano", informou a empresa em comunicado.
A reavaliação do Plansal, plano instituído em 2008 para coordenar os investimentos nos reservatórios gigantes da bacia de Santos, foi feita em reunião do conselho de administração da estatal mais cedo na sexta-feira.
Segundo o novo plano, em 2015 a área do pré-sal de Santos estará produzindo 613 mil barris diários de petróleo, referente à fatia da Petrobras nos campos, volume que representa um acréscimo de 108 mil barris diários em relação ao plano anterior.
Desse total, cerca de 60 por cento são próprios e os demais 40 por cento pertencem aos parceiros. Em 2017, a meta de produção anteriormente divulgada de 1 milhão de barris diários de petróleo será ultrapassada.
A redução de custos se deveu principalmente pela maior produtividade dos poços --incremento médio em torno de 20 por cento-- e pelo melhor conhecimento das áreas potencialmente produtorashttp://www.blogger.com/img/blank.gif.
Adicionalmente, foi excedida a expectativa de volume recuperável potencial das áreas de Lula e Cernambi, ultrapassando os 8 bilhões de barris.
Também houve um significativo acréscimo considerando-se os 5 bilhões de barris de óleo equivalente recuperáveis (boer) recentemente
http://exame.abril.com.br/negocios/empresas/noticias/petrobras-preve-investir-us-73-bi-no-pre-sal-de-santos
Petrobras reduz projeção de investimentos necessários para desenvolver o pré-sal
SÃO PAULO - A Petrobras (PETR3, PETR4) informou na noite desta sexta-feira (29) que revisou o Plansal (Plano Diretor de Desenvolvimento Integrado do Polo Pré-sal da Bacia de Santos).
A nova versão do Plansal mostra uma redução de investimentos necessários para o desenvolvimento da área, atualmente estimada em 45% com relação ao Plano Diretor original de 2008 e em cerca de 32% com relação ao Plano Diretor do último ano.
Segundo a petrolífera, isso se deve à otimização alcançada na concepção dos projetos de produção, principalmente pela maior produtividade dos poços (incremento médio em torno de 20%) e pelo melhor conhecimento das áreas potencialmente produtoras. Vale ressaltar que o Plano Diretor é revisado anualmente.
Volume recuperável
A nova versão do Plansal também mostra que foi excedida a expectativa de volume recuperável potencial das áreas de Lula e Cernambi, ultrapassando os 8 bilhões de barris de petróleo. "Também houve um significativo acréscimo considerando-se os 5 bilhões de barris de óleo equivalente recuperáveis recentemente adquiridos na Cessão Onerosa, e que possibilitam o aproveitamento de grandes sinergias com os projetos das áreas licitadas", disse a petrolífera.
A projeção para os investimentos totais para o desenvolvimento dos projetos existentes no Pólo Pré-sal da Bacia de Santos também sofreu alteração. Até 2015 eles deverão atingir os US$ 73 bilhões, dos quais 74 % serão realizados diretamente pela Petrobras, informou a estatal. "Esses investimentos serão os responsáveis por permitir expressivo incremento de produção do pré-sal com relação à hoje, e pavimentar o crescimento constante de produção para o período posterior a 2015", afirmou a empresa em nota.
Assim, a petrolífera também espera que a contribuição das áreas em termos de produção total chegue aos 613 mil barris diários de petróleo em 2015, operados pela Petrobras, o que representa um acréscimo de 108 mil barris diários em relação ao plano anterior. Para 2017, a meta de produção da Petrobras anteriormente divulgada de 1 milhão de barris diários de petróleo será ultrapassada, revelou a companhia.
http://www.blogger.com/img/blank.gif
http://www.infomoney.com.br/petrobras/noticia/2097976-petrobras+reduz+projecao+investimentos+necessarios+para+desenvolver+pre+sal
A nova versão do Plansal mostra uma redução de investimentos necessários para o desenvolvimento da área, atualmente estimada em 45% com relação ao Plano Diretor original de 2008 e em cerca de 32% com relação ao Plano Diretor do último ano.
Segundo a petrolífera, isso se deve à otimização alcançada na concepção dos projetos de produção, principalmente pela maior produtividade dos poços (incremento médio em torno de 20%) e pelo melhor conhecimento das áreas potencialmente produtoras. Vale ressaltar que o Plano Diretor é revisado anualmente.
Volume recuperável
A nova versão do Plansal também mostra que foi excedida a expectativa de volume recuperável potencial das áreas de Lula e Cernambi, ultrapassando os 8 bilhões de barris de petróleo. "Também houve um significativo acréscimo considerando-se os 5 bilhões de barris de óleo equivalente recuperáveis recentemente adquiridos na Cessão Onerosa, e que possibilitam o aproveitamento de grandes sinergias com os projetos das áreas licitadas", disse a petrolífera.
A projeção para os investimentos totais para o desenvolvimento dos projetos existentes no Pólo Pré-sal da Bacia de Santos também sofreu alteração. Até 2015 eles deverão atingir os US$ 73 bilhões, dos quais 74 % serão realizados diretamente pela Petrobras, informou a estatal. "Esses investimentos serão os responsáveis por permitir expressivo incremento de produção do pré-sal com relação à hoje, e pavimentar o crescimento constante de produção para o período posterior a 2015", afirmou a empresa em nota.
Assim, a petrolífera também espera que a contribuição das áreas em termos de produção total chegue aos 613 mil barris diários de petróleo em 2015, operados pela Petrobras, o que representa um acréscimo de 108 mil barris diários em relação ao plano anterior. Para 2017, a meta de produção da Petrobras anteriormente divulgada de 1 milhão de barris diários de petróleo será ultrapassada, revelou a companhia.
http://www.blogger.com/img/blank.gif
http://www.infomoney.com.br/petrobras/noticia/2097976-petrobras+reduz+projecao+investimentos+necessarios+para+desenvolver+pre+sal
Vale inicia produção de pelotas no Omã, após investir US$ 1,3 bilhão
SÃO PAULO – A Vale (VALE3, VALE5) iniciou no último sábado (30) a produção de pelotas na primeira de suas duas plantas de pelotização no complexo industrial no Sultanato de Omã, em Sohar.
Com as duas unidades de pelotização, que possuem uma capacidade individual de 4,5 milhões de toneladas métricas anuais de pelotas de redução direta, a Vale adicionará uma capacidade para produzir mais 9 milhões de toneladas por ano. Como base de comparação, em 2010 a companhia atingiu a produção de 48,9 milhões de toneladas de pelotas.
Além disso, o complexo no Omã conta com um centro de distribuição, que tem a uma capacidade de movimentação anual de 40 milhões de toneladas métricas por ano.
O complexo recebeu investimentos de US$ 1,356 bilhão e terá como principal finalidade atender à demanda por minério de ferro no Oriente Médio, norte da África e Índia, informou a empresa durante o final de semana, a qual possui uma parceria com o governo local, jhttp://www.blogger.com/img/blank.gifá que vendeu 30% de participação do projeto à Oman Oil Company em maio de 2010.
Investimento estratégico
“A localização estratégica de Omã, com mares de águas profundas, e os pesados investimentos do país em infraestrutura, proporcionando vantagens logísticas, tecnologias avançadas para fornecimento de energia, além de instalações de classe mundial no Porto Industrial de Sohar, foram fundamentais para a decisão de estabelecer nossas operações no Sultanato,” disse o CEO da Vale, Roger Agnelli, segundo comunicado da mineradora.
http://www.infomoney.com.br/vale/noticia/2097988-vale+inicia+producao+pelotas+oma+apos+investir+bilhao
Com as duas unidades de pelotização, que possuem uma capacidade individual de 4,5 milhões de toneladas métricas anuais de pelotas de redução direta, a Vale adicionará uma capacidade para produzir mais 9 milhões de toneladas por ano. Como base de comparação, em 2010 a companhia atingiu a produção de 48,9 milhões de toneladas de pelotas.
Além disso, o complexo no Omã conta com um centro de distribuição, que tem a uma capacidade de movimentação anual de 40 milhões de toneladas métricas por ano.
O complexo recebeu investimentos de US$ 1,356 bilhão e terá como principal finalidade atender à demanda por minério de ferro no Oriente Médio, norte da África e Índia, informou a empresa durante o final de semana, a qual possui uma parceria com o governo local, jhttp://www.blogger.com/img/blank.gifá que vendeu 30% de participação do projeto à Oman Oil Company em maio de 2010.
Investimento estratégico
“A localização estratégica de Omã, com mares de águas profundas, e os pesados investimentos do país em infraestrutura, proporcionando vantagens logísticas, tecnologias avançadas para fornecimento de energia, além de instalações de classe mundial no Porto Industrial de Sohar, foram fundamentais para a decisão de estabelecer nossas operações no Sultanato,” disse o CEO da Vale, Roger Agnelli, segundo comunicado da mineradora.
http://www.infomoney.com.br/vale/noticia/2097988-vale+inicia+producao+pelotas+oma+apos+investir+bilhao
Bin Laden não estava no topo da "lista de riscos" do mercado, aponta analista
SÃO PAULO - Embora a morte de Osama bin Laden traga algum alívio, a estabilidade nos preços do ouro indica que o evento deverá ter impacto limitado sobre os mercados financeiros, apontou o analista-chefe do Danske Bank, Arne Lohmann Rasmussen, nesta segunda-feira (2).
Entretanto, se a euforia dos norte-americanos logo depois do anúncio fosse uma medida do sentimento dos mercados, certamente o dia seria marcado por uma forte alta nos preços de ações e uma queda abrupta nos indicadores de risco e nervosismo.
Reação inicial
Não foi isso que aconteceu. Logo após o pronunciamento de Barack Obama, os primeiros movimentos nos contratos futuros sobre os índices de ações de Wall Street indicavam uma abertura positiva, com os contratos para o S&P 500 indicando uma alta de 0,7%. Há pouco menos de 3 horas da abertura dos mercados, a alta apontada pelo índice futuro é menor, de 0,6%.
O movimento mais sensível é registrado pelo mercado de petróleo, cujo preço do barril WTI recua 2,2%, para US$ 111,42. Por sua vez, o preço do barril tipo brent recua 2,06%, atingindo US$ 123,30.
http://www.blogger.com/img/blank.gif
Impressão
"A reação do mercado para o fim do trauma nacional dos EUA de 10 anos foi de uma alívio modesto", afirmou Rasmussen, que também destacou o efeito positivo da notícia sobre a trajetória do índice Nikkei, da bolsa de Tóquio.
"Entretanto, a estabilidade dos preços de ouro indicam que a morte de bin Laden não está no topo da agenda de risco do mercado no momento", concluiu. Após uma leve queda, a onça do ouro volta a ser negociada a US$ 1557,20 - uma alta de 0,05%.
http://www.infomoney.com.br/mercados/noticia/2097983-bin+laden+nao+estava+topo+lista+riscos+mercado+aponta+analista
Entretanto, se a euforia dos norte-americanos logo depois do anúncio fosse uma medida do sentimento dos mercados, certamente o dia seria marcado por uma forte alta nos preços de ações e uma queda abrupta nos indicadores de risco e nervosismo.
Reação inicial
Não foi isso que aconteceu. Logo após o pronunciamento de Barack Obama, os primeiros movimentos nos contratos futuros sobre os índices de ações de Wall Street indicavam uma abertura positiva, com os contratos para o S&P 500 indicando uma alta de 0,7%. Há pouco menos de 3 horas da abertura dos mercados, a alta apontada pelo índice futuro é menor, de 0,6%.
O movimento mais sensível é registrado pelo mercado de petróleo, cujo preço do barril WTI recua 2,2%, para US$ 111,42. Por sua vez, o preço do barril tipo brent recua 2,06%, atingindo US$ 123,30.
http://www.blogger.com/img/blank.gif
Impressão
"A reação do mercado para o fim do trauma nacional dos EUA de 10 anos foi de uma alívio modesto", afirmou Rasmussen, que também destacou o efeito positivo da notícia sobre a trajetória do índice Nikkei, da bolsa de Tóquio.
"Entretanto, a estabilidade dos preços de ouro indicam que a morte de bin Laden não está no topo da agenda de risco do mercado no momento", concluiu. Após uma leve queda, a onça do ouro volta a ser negociada a US$ 1557,20 - uma alta de 0,05%.
http://www.infomoney.com.br/mercados/noticia/2097983-bin+laden+nao+estava+topo+lista+riscos+mercado+aponta+analista
Barack Obama confirma morte de Osama bin Laden no Paquistão
SÃO PAULO - O presidente dos EUA, Barack Obama, anunciou na madrugada desta segunda-feira (2) que Osama bin Laden foi morto durante uma operação conduzida por forças de segurança norte-americanas nas proximidades de Islamabad, no Paquistão.
Bin Laden tornou-se o rosto mais conhecido da organização terrorista Al-Qaeda, apontada como responsável pelos ataques terroristas de 11 de setembro de 2001.
Sua morte ou captura tornou-se uma das principais metas dos EUA desde o início das ofensivas contra países cujos governos foram acusados de praticar ou dar apoio a atos terroristas, como o Afeganistão.
Durante seu breve discurso diretamente da Casa Branca, o presidente Obama procurou ressaltar que a morte de bin Laden não significa o fim da luta de seu país contra organizações e redes terroristas, além de conclamar os EUA à unidade política vivenciada durante os atentados de 2001, em meio ao início de sua campanha para reeleição à presidência do país.
Reação
Tão logo as primeiras informações foram divulgadas pela mídia nos EUA, muitas pessoas saíram às ruas na capital Washington, tornando-se centenas tão logo o pronunciamento do presidente Obama foi feito.
Como se uma guerra tivesse chegado ao fim, uma multidão eufórica gritou "USA, USA" e entoou o hino nacional do país em uníssono nos portões da Casa Branca, mesmo já no início da madrugada da segunda-feira.
http://www.blogger.com/img/blank.gif
Manifestações também foram registradas em outras cidades do país, notoriamente em Nova York, onde muitos se reuniram no "marco zero" - como ficou conhecido o local dos atentados às torres gêmeas, do World Trade Center.
http://www.infomoney.com.br/economia-e-politica/noticia/2097980-barack+obama+confirma+morte+osama+bin+laden+paquistao
Bin Laden tornou-se o rosto mais conhecido da organização terrorista Al-Qaeda, apontada como responsável pelos ataques terroristas de 11 de setembro de 2001.
Sua morte ou captura tornou-se uma das principais metas dos EUA desde o início das ofensivas contra países cujos governos foram acusados de praticar ou dar apoio a atos terroristas, como o Afeganistão.
Durante seu breve discurso diretamente da Casa Branca, o presidente Obama procurou ressaltar que a morte de bin Laden não significa o fim da luta de seu país contra organizações e redes terroristas, além de conclamar os EUA à unidade política vivenciada durante os atentados de 2001, em meio ao início de sua campanha para reeleição à presidência do país.
Reação
Tão logo as primeiras informações foram divulgadas pela mídia nos EUA, muitas pessoas saíram às ruas na capital Washington, tornando-se centenas tão logo o pronunciamento do presidente Obama foi feito.
Como se uma guerra tivesse chegado ao fim, uma multidão eufórica gritou "USA, USA" e entoou o hino nacional do país em uníssono nos portões da Casa Branca, mesmo já no início da madrugada da segunda-feira.
http://www.blogger.com/img/blank.gif
Manifestações também foram registradas em outras cidades do país, notoriamente em Nova York, onde muitos se reuniram no "marco zero" - como ficou conhecido o local dos atentados às torres gêmeas, do World Trade Center.
http://www.infomoney.com.br/economia-e-politica/noticia/2097980-barack+obama+confirma+morte+osama+bin+laden+paquistao
Formado em administração, Bin Laden consolidou Al Qaeda
Brasília – De família rica, Osama Bin Laden, de 64 anos, nasceu em Riad, na Arábia Saudita, e era o 17º filho de um total de 50 do empresário Mohammad Bin Laden – empresário mais rico do ramo da construção civil da Arábia Saudita. Desde cedo, Bin Laden se envolveu com a guerrilha jihadista. O Serviço Secreto norte-americano suspeita também que Bin Laden se envolveu em vários atentatos não só nos Estados Unidos, mas também em vários locais no mundo.
As suspeitas contra o fundador e líder da Al Qaeda incluem ataques a embaixadas dos EUA no Quênia e na Tanzânia, em agosto de 1998. Depois, em 11 de setembro de 2001, ele é acusado de ter comandado a operação World Trade Center, em Nova York, e ao Pentágono, em Washington, que matou cerca de 3 mil pessoas.
A trajetória de Bin Laden se tornou pública nos anos 70. Logo depois da invasão soviética no Afeganistão, em 1979, ele liderou insurgentes que reagiram às forças da União Soviética. Entre agosto de 1988 e final de 1989, Bin Laden consolidou a rede terrorista conhecida como Al Qaeda (em árabe para significa base). Após a retirada soviética, em 1989, Bin Laden retornou à Arábia Saudita como um herói.
Desde então, o grupo financiou e organizou diversos ataques em todo o mundo, incluindo explosões de carros-bomba contra alvos americanos na Arábia Saudita em 1996, o assassinato de turistas no Egito em 1997 e os atentados simultâneos às embaixadas americanos, em Nairobi (Quênia) e em Dar es Salaam (Tanzânia) em 1998, que causou a morte de 224 pessoas e milhares de feridos.
Bin Laden se tornou uma figura cercada de mistérios e informações desencontradas inclusive de que estava morto. Porém, no ano passado, um dos responsáveis pela Al Qaeda e apontado como sucessor de Bin Laden, Al Zawahiri, negou a morte do líder.
Apesar de ter sido criado como muçulmano wahabita, cuja origem é a própria Arábia Saudita, Bin Laden frequentou uma escola laica destinada à elite. Ele se formou em Administração de Empresas na Universidade King Abdul Aziz. O pai dele morreu em um acidente de carro em 1968 e o império industrial dele – o Grupo Binladin – ficou para os filhos.
http://exame.abril.com.br/economia/mundo/noticias/formado-em-administracao-bin-laden-consolidou-al-qaeda
As suspeitas contra o fundador e líder da Al Qaeda incluem ataques a embaixadas dos EUA no Quênia e na Tanzânia, em agosto de 1998. Depois, em 11 de setembro de 2001, ele é acusado de ter comandado a operação World Trade Center, em Nova York, e ao Pentágono, em Washington, que matou cerca de 3 mil pessoas.
A trajetória de Bin Laden se tornou pública nos anos 70. Logo depois da invasão soviética no Afeganistão, em 1979, ele liderou insurgentes que reagiram às forças da União Soviética. Entre agosto de 1988 e final de 1989, Bin Laden consolidou a rede terrorista conhecida como Al Qaeda (em árabe para significa base). Após a retirada soviética, em 1989, Bin Laden retornou à Arábia Saudita como um herói.
Desde então, o grupo financiou e organizou diversos ataques em todo o mundo, incluindo explosões de carros-bomba contra alvos americanos na Arábia Saudita em 1996, o assassinato de turistas no Egito em 1997 e os atentados simultâneos às embaixadas americanos, em Nairobi (Quênia) e em Dar es Salaam (Tanzânia) em 1998, que causou a morte de 224 pessoas e milhares de feridos.
Bin Laden se tornou uma figura cercada de mistérios e informações desencontradas inclusive de que estava morto. Porém, no ano passado, um dos responsáveis pela Al Qaeda e apontado como sucessor de Bin Laden, Al Zawahiri, negou a morte do líder.
Apesar de ter sido criado como muçulmano wahabita, cuja origem é a própria Arábia Saudita, Bin Laden frequentou uma escola laica destinada à elite. Ele se formou em Administração de Empresas na Universidade King Abdul Aziz. O pai dele morreu em um acidente de carro em 1968 e o império industrial dele – o Grupo Binladin – ficou para os filhos.
http://exame.abril.com.br/economia/mundo/noticias/formado-em-administracao-bin-laden-consolidou-al-qaeda
Corpo de Bin Laden foi jogado ao mar, segundo imprensa dos EUA
Nova York - O corpo de Osama bin Laden foi jogado ao mar de acordo com a lei e tradição islâmicas, disseram à rede de televisão local "NBC" fontes oficiais americanas.
As práticas islâmicas requerem que o corpo seja enterrado nas 24 horas posteriores a seu falecimento e, segundo disseram também fontes oficiais ao canal "ABC", a decisão foi tomada porque encontrar um país disposto a sepultar o terrorista mais procurado do mundo parecia uma missão complicada demais.
"Os americanos tomaram o corpo de Bin Laden em custódia depois do tiroteio, o levaram ao Afeganistão em helicóptero e confirmaram sua identidade. Um funcionário dos EUA disse que foi jogado no mar às 2h, hora de Washington (3h em Brasília), de conformidade com a prática islâmica", assegurou a "ABC".
http://www.blogger.com/img/blank.gif
Outros meios de imprensa americanos como "The New York Times" também afirmaram que o corpo de Bin Laden foi "jogado ao mar", sem oferecer mais detalhes, ao mesmo tempo em que a "CNN", citando um funcionário da Administração dos EUA, explicou que o cadáver do líder da Al Qaeda foi sepultado "segundo a tradição islâmica".
"Um alto funcionário de segurança nacional acrescentou que se tinham várias confirmações de que o corpo era o de Bin Laden, incluindo imagens do corpo e do rosto", acrescentava a "CNN", embora o oficial não explicou se foram realizados teste de DNA.
http://exame.abril.com.br/economia/mundo/noticias/corpo-de-bin-laden-foi-jogado-ao-mar-segundo-imprensa-dos-eua
As práticas islâmicas requerem que o corpo seja enterrado nas 24 horas posteriores a seu falecimento e, segundo disseram também fontes oficiais ao canal "ABC", a decisão foi tomada porque encontrar um país disposto a sepultar o terrorista mais procurado do mundo parecia uma missão complicada demais.
"Os americanos tomaram o corpo de Bin Laden em custódia depois do tiroteio, o levaram ao Afeganistão em helicóptero e confirmaram sua identidade. Um funcionário dos EUA disse que foi jogado no mar às 2h, hora de Washington (3h em Brasília), de conformidade com a prática islâmica", assegurou a "ABC".
http://www.blogger.com/img/blank.gif
Outros meios de imprensa americanos como "The New York Times" também afirmaram que o corpo de Bin Laden foi "jogado ao mar", sem oferecer mais detalhes, ao mesmo tempo em que a "CNN", citando um funcionário da Administração dos EUA, explicou que o cadáver do líder da Al Qaeda foi sepultado "segundo a tradição islâmica".
"Um alto funcionário de segurança nacional acrescentou que se tinham várias confirmações de que o corpo era o de Bin Laden, incluindo imagens do corpo e do rosto", acrescentava a "CNN", embora o oficial não explicou se foram realizados teste de DNA.
http://exame.abril.com.br/economia/mundo/noticias/corpo-de-bin-laden-foi-jogado-ao-mar-segundo-imprensa-dos-eua
São Paulo - A informação de que o líder da Al Qaeda Osama bin Laden foi morto por forças norte-americanas no domingo repercutia nos mercados financeiros internacionais neste início de semana, com alta nas principais praças acionárias e forte queda do petróleo, embora especialistas alertassem para o efeito temporário da notícia.
Uma bateria de indicadores globais sobre atividade manufatureira também marcava o início de maio. A China abriu a agenda ainda no domingo com o índice oficial sobre o setor mostrando desaceleração, enquanto indicadores nesta segunda-feira na zona do euro, Alemanha e França mostraram aceleração. Ainda é aguardado o número nos Estados Unidos.
O índice dos gerentes de compras (PMI) da China apurado pela Federação de Logística e Compras da China (CFLP, na sigla em inglês) sobre a atividade manufatureira do país passou para 52,9 em abril ante 53,4 em março. Projeções apontavam 54. O componente de preços passou de 68,3 para 66,2.
Na zona do euro, a leitura preliminar de abril do índice Markit sobre a atividade manufatureira foi revisada de 57,7 para 58 na apuração final, o que representa uma aceleração no ritmo de crescimento do setor ante os 57,5 registrados em março. A expansão do setor manufatureiro alemão atingiu uma sequência de 19 meses em abril, com a divulgação final do indicador Markit ficando em 62. A atividade na França acelerou acima do previsto, com o índice Markit, encerrando o mês em 57,5.
O contrato futuro do norte-americano S&P-500 ganhava 0,49 por cento --6,70 pontos-- às 7h35, quando o europeu FSTEurofirst 300 subia 0,21 por cento. Novo feriado em Londres voltava a reduzir o volume das operações nos pregões europeus.
Na Ásia, o Nikkei subiu 1,57 por cento, enquanto o índice de Xangai não operou em razão de feriado.
O MSCI para ações globais aumentava 0,19 por cento e para emergentes, 0,26 por cento. O MSCI da região Ásia-Pacífico com exceção do Japão registrava acréscimo de 0,36 por cento.
Entre as commodities, o petróleo era transacionado a 111,85 por cento nas operações eletrônicas em Nova York, em baixa de 1,83 por cento.
No segmento cambial, o dólar chegou a cair, mas reagia, com o índice DXY --que mede o valor da divisa norte-americana ante uma cesta com as principais moedas globais-- avançando 0,11 por cento. O euro era cotado a 1,4841 dólar ante 1,4799 dólar na sexta-feira. Em relação ao iene, o dólar era negociado a 81,50 ienes ante 81,21 ienes na última sessão.
A pauta no mercado brasileiro incluía dados de fechamento de mês de inflação e comércio exterior, além da tradicional pesquisa Focus do Banco Central --que deve finalmente refletir realmente a expectativa de economistas sobre o rumo dos juros e dos preços após a decisão da autoridade monetária de elevar a Selic para 12% no último dia 20 de abril.
A cena corporativa doméstica também trazia uma pauta merecedora de atenção, com os resultados de Embraer, Fibria e TIM na agenda da safra de balanços e a estreia das ações de Magazine Luiza na bolsa brasileira.
http://exame.abril.com.br/mercados/noticias/mercados-repercutem-morte-de-osama-bin-laden
Uma bateria de indicadores globais sobre atividade manufatureira também marcava o início de maio. A China abriu a agenda ainda no domingo com o índice oficial sobre o setor mostrando desaceleração, enquanto indicadores nesta segunda-feira na zona do euro, Alemanha e França mostraram aceleração. Ainda é aguardado o número nos Estados Unidos.
O índice dos gerentes de compras (PMI) da China apurado pela Federação de Logística e Compras da China (CFLP, na sigla em inglês) sobre a atividade manufatureira do país passou para 52,9 em abril ante 53,4 em março. Projeções apontavam 54. O componente de preços passou de 68,3 para 66,2.
Na zona do euro, a leitura preliminar de abril do índice Markit sobre a atividade manufatureira foi revisada de 57,7 para 58 na apuração final, o que representa uma aceleração no ritmo de crescimento do setor ante os 57,5 registrados em março. A expansão do setor manufatureiro alemão atingiu uma sequência de 19 meses em abril, com a divulgação final do indicador Markit ficando em 62. A atividade na França acelerou acima do previsto, com o índice Markit, encerrando o mês em 57,5.
O contrato futuro do norte-americano S&P-500 ganhava 0,49 por cento --6,70 pontos-- às 7h35, quando o europeu FSTEurofirst 300 subia 0,21 por cento. Novo feriado em Londres voltava a reduzir o volume das operações nos pregões europeus.
Na Ásia, o Nikkei subiu 1,57 por cento, enquanto o índice de Xangai não operou em razão de feriado.
O MSCI para ações globais aumentava 0,19 por cento e para emergentes, 0,26 por cento. O MSCI da região Ásia-Pacífico com exceção do Japão registrava acréscimo de 0,36 por cento.
Entre as commodities, o petróleo era transacionado a 111,85 por cento nas operações eletrônicas em Nova York, em baixa de 1,83 por cento.
No segmento cambial, o dólar chegou a cair, mas reagia, com o índice DXY --que mede o valor da divisa norte-americana ante uma cesta com as principais moedas globais-- avançando 0,11 por cento. O euro era cotado a 1,4841 dólar ante 1,4799 dólar na sexta-feira. Em relação ao iene, o dólar era negociado a 81,50 ienes ante 81,21 ienes na última sessão.
A pauta no mercado brasileiro incluía dados de fechamento de mês de inflação e comércio exterior, além da tradicional pesquisa Focus do Banco Central --que deve finalmente refletir realmente a expectativa de economistas sobre o rumo dos juros e dos preços após a decisão da autoridade monetária de elevar a Selic para 12% no último dia 20 de abril.
A cena corporativa doméstica também trazia uma pauta merecedora de atenção, com os resultados de Embraer, Fibria e TIM na agenda da safra de balanços e a estreia das ações de Magazine Luiza na bolsa brasileira.
http://exame.abril.com.br/mercados/noticias/mercados-repercutem-morte-de-osama-bin-laden
Morte de Osama bin Laden reduz o risco nos mercados
São Paulo – A morte do terrorista Osama bin Laden, líder da organização Al-Qaeda, reduz a percepção de risco nos mercados financeiros, avaliam analistas.
O índice Nikkei 225, da bolsa de Tóquio, ampliou os ganhos depois de o presidente americano Barack Obama ter confirmado a notícia e, há instantes, operava com alta de 1,5%.
Os contratos futuros dos principais índices acionários americanos também passaram a subir com mais intensidade. O contrato com vencimento em junho do S&P 500 subia 0,8%, para 1.370 pontos.
http://www.blogger.com/img/blank.gif
“Isso reduz o risco no mercado”, afirmou David Goerz, da Highmark Capital Management, em entrevista à Bloomberg. “Bin Laden se manteve como uma ameaça apesar de ter se mantido quieto e, por isso, deve ser vista como uma notícia positiva”, diz.
Segundo análise da consultoria independente, Stratfor, ainda é difícil entender o que a notícia representa no momento, mas ela permite que Obama declare a vitória, ao menos em parte, sobre a Al-Qaeda.
“Isso também abre a porta para o início da retirada do Afeganistão, apesar do efeito prático da morte de Bin Laden”, mostra a análise. “Igualmente possível é o fato de que isso pode incentivar ações da Al-Qaeda em nome de Bin Laden”, pondera o texto.
Veja mais informações em http://exame.abril.com.br/mercados/noticias/morte-de-osama-bin-laden-reduz-o-risco-nos-mercados
O índice Nikkei 225, da bolsa de Tóquio, ampliou os ganhos depois de o presidente americano Barack Obama ter confirmado a notícia e, há instantes, operava com alta de 1,5%.
Os contratos futuros dos principais índices acionários americanos também passaram a subir com mais intensidade. O contrato com vencimento em junho do S&P 500 subia 0,8%, para 1.370 pontos.
http://www.blogger.com/img/blank.gif
“Isso reduz o risco no mercado”, afirmou David Goerz, da Highmark Capital Management, em entrevista à Bloomberg. “Bin Laden se manteve como uma ameaça apesar de ter se mantido quieto e, por isso, deve ser vista como uma notícia positiva”, diz.
Segundo análise da consultoria independente, Stratfor, ainda é difícil entender o que a notícia representa no momento, mas ela permite que Obama declare a vitória, ao menos em parte, sobre a Al-Qaeda.
“Isso também abre a porta para o início da retirada do Afeganistão, apesar do efeito prático da morte de Bin Laden”, mostra a análise. “Igualmente possível é o fato de que isso pode incentivar ações da Al-Qaeda em nome de Bin Laden”, pondera o texto.
Veja mais informações em http://exame.abril.com.br/mercados/noticias/morte-de-osama-bin-laden-reduz-o-risco-nos-mercados
Bolsas da Ásia fecham em alta após morte de Bin Laden
SYDNEY, 2 de maio (Reuters) - As bolsas de valores da Ásia fecharam em alta nesta segunda-feira, enquanto o dólar recuperava valor e o petróleo caía mais de 1 por cento após a notícia de que o líder da Al Qaeda, Osama bin Laden, fora morto pelos Estados Unidos.
O acontecimento parece ter dado razão para os investidores retirarem posições muito vendidas em ativos como o dólar, com a percepção de que os EUA enfrentam menos riscos de segurança. O presidente Barack Obama disse que Bin Laden fora morto em conflitos com forças norte-americanas.
Em Tóquio, o índice Nikkei avançou 1,57 por cento.
Muitos mercados asiáticos, incluindo China, Hong Kong, Cingapura e Tailândia estavam fechados para feriados públicos, deixando o índice acionário da região Ásia-Pacífico com exceção do Japão em alta de 0,36 por cento às 7h46 (horário de Brasília).
O índice de Seul subiu 1,67 por cento. Sydney fechou com um leve ganho de 0,04 por cento.
"Ao reduzir os riscos de segurança nacional em geral, isso deve impulsionar os mercados de ações e reduzir os preços dos títulos do Tesouro dos EUA", disse Mohamed El-Erian, diretor-executivo e vice-diretor de investimentos da PIMCO, que administra 1,2 trilhão de dólares em ativos.
"Os mercados de petróleo devem ficar mais voláteis, dada sua maior sensibilidade ao cabo de guerra entre o risco menor e a possibilidade de distúrbios isolados em partes do Oriente Médio e da Ásia central", disse ele.
http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/reuters/2011/05/02/bolsas-da-asia-fecham-em-alta-apos-morte-de-bin-laden.jhtm
O acontecimento parece ter dado razão para os investidores retirarem posições muito vendidas em ativos como o dólar, com a percepção de que os EUA enfrentam menos riscos de segurança. O presidente Barack Obama disse que Bin Laden fora morto em conflitos com forças norte-americanas.
Em Tóquio, o índice Nikkei avançou 1,57 por cento.
Muitos mercados asiáticos, incluindo China, Hong Kong, Cingapura e Tailândia estavam fechados para feriados públicos, deixando o índice acionário da região Ásia-Pacífico com exceção do Japão em alta de 0,36 por cento às 7h46 (horário de Brasília).
O índice de Seul subiu 1,67 por cento. Sydney fechou com um leve ganho de 0,04 por cento.
"Ao reduzir os riscos de segurança nacional em geral, isso deve impulsionar os mercados de ações e reduzir os preços dos títulos do Tesouro dos EUA", disse Mohamed El-Erian, diretor-executivo e vice-diretor de investimentos da PIMCO, que administra 1,2 trilhão de dólares em ativos.
"Os mercados de petróleo devem ficar mais voláteis, dada sua maior sensibilidade ao cabo de guerra entre o risco menor e a possibilidade de distúrbios isolados em partes do Oriente Médio e da Ásia central", disse ele.
http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/reuters/2011/05/02/bolsas-da-asia-fecham-em-alta-apos-morte-de-bin-laden.jhtm
Assinar:
Comentários (Atom)