A Usiminas, maior produtora de aços planos do Brasil, anunciou nesta segunda-feira que vai vender sua participação de 14,25 por cento na Ternium, em meio a um processo de reorganização das atividades do grupo brasileiro.
A Usiminas venderá as ações por meio de uma oferta pública em que participarão a Ternium e sua controladora, Techint, segundo comunicado, ao se comprometerem em comprar um total de 250 milhões de dólares em ações da Ternium.
Calendário da transação ou preço dos papéis não foram informados.
A operação acontece no momento em que a Usiminas, a siderúrgica brasileira mais duramente atingida pela crise financeira internacional de 2008-2009, busca reestruturar-se para reduzir custos e ampliar margens de lucro.
No ano passado, a Usiminas nomeou Wilson Brumer como presidente executivo, realizou uma revisão de seus ativos em mineração e acertou alianças com mineradoras para adicionar valor a seus ativos.
As ações da Usiminas subiam 4,28 por cento nesta tarde, cotadas a 19,50 reais, enquanto o Ibovespa mostrava alta de 0,25 por cento.
Nos últimos 12 meses, as ações da Usiminas acumulam queda de 3,48 por cento, ante valorização de 5,5 por cento da rival Companhia Siderúrgica Nacional.
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Papéis do Panamericano disparam 9% com rumores de compra
Acordo com BTG Pactual seria anunciado hoje, mas continua indefinido; papéis sobem com boatos da negociação
As ações do Banco Panamericano (BPNM4) operam com forte alta nesta segunda-feira (31), estimuladas pelos rumores de que o empresário e apresentador de TV Silvio Santos teria concordado em vender a instituição financeira, com um rombo de R$ 4 bilhões, ao BTG Pactual.
Às 11h46, os papéis preferenciais do Panamericano registravam alta de 9,34%, negociados a R$ 4,80.
De acordo com os jornais Folha de São Paulo, O Estado de São Paulo e Valor Econômico, os boatos teriam surgidos durante o final de semana, enquanto o comprador e o FGC (Fundo Garantidor de Crédito) realizaram uma reunião sem sucesso.
Segundo os periódicos, os executivos não chegaram a um acordo por conta da indefinição quanto aos valores da operação. Os rumores apontam também que Silvio Santos não estaria satisfeito com o valor oferecido pelo banco de André Esteves.
As ações do Banco Panamericano (BPNM4) operam com forte alta nesta segunda-feira (31), estimuladas pelos rumores de que o empresário e apresentador de TV Silvio Santos teria concordado em vender a instituição financeira, com um rombo de R$ 4 bilhões, ao BTG Pactual.
Às 11h46, os papéis preferenciais do Panamericano registravam alta de 9,34%, negociados a R$ 4,80.
De acordo com os jornais Folha de São Paulo, O Estado de São Paulo e Valor Econômico, os boatos teriam surgidos durante o final de semana, enquanto o comprador e o FGC (Fundo Garantidor de Crédito) realizaram uma reunião sem sucesso.
Segundo os periódicos, os executivos não chegaram a um acordo por conta da indefinição quanto aos valores da operação. Os rumores apontam também que Silvio Santos não estaria satisfeito com o valor oferecido pelo banco de André Esteves.
Egito e dados corporativos pedem atenção no pregão
O clima negativo tomou conta do mercado na última sexta-feira (28), com a realização de lucros ganhando corpo nos Estados Unidos, após o PIB (Produto Interno Bruto) ter ficado pouco abaixo das estimativas e os resultados corporativos, como o da Ford, terem decepcionado. Assim, o Ibovespa, que já acumulava dois pregões de queda, encerrou a sessão em baixa de 1,99%, aos 66.697 pontos - menor pontuação desde 9 de setembro. Com esta performance, o benchmark brasileiro acumulou queda semanal de 3,52%, marcando sua segunda semana consecutiva de perdas.
Temor sobre Egito eleva petróleo e derruba Bolsas da Ásia
As Bolsas de Valores da Ásia fecharam em baixa nesta segunda-feira, pressionadas pela crise no Egito que impulsionou os futuros do petróleo tipo brent para perto dos US$ 100 o barril.
Mais de 100 pessoas morreram durante seis dias de protestos no Egito contra o presidente Hosni Mubarak.
Uma conflagração do conflito para uma área maior da região ameaça a produção de petróleo em um momento em que formuladores de políticas monetárias em mercados emergentes já se preocupam com preços em alta de alimentos e combustíveis.
"Conforme a instabilidade prossegue, a reação do investidor é provavelmente de impulsionar os preços do petróleo e dos Treasuries e sair de ações", disse Mohamed El-Erian, co-chefe de investimentos da gigante global Pimco.
A Bolsa de Tóquio fechou em queda de 1,2%, chegando a atingir mais cedo o menor nível desde o início de dezembro.
Enquanto isso, o índice MSCI que reúne Bolsas da região Ásia-Pacífico, exceto Japão, mostrava queda de 0,97% às 7h40 (horário de Brasília), a 471,55 pontos. As vendas se concentravam nos setores de varejo, indústria e matérias-primas.
Os mercados na Indonésia e Filipinas foram os mais atingidos pelo mau humor desta segunda-feira, recuando 2,1% e 2,6%, respectivamente. Estas praças ficaram entre os maiores ganhos na Ásia no ano passado e o aumento da aversão a risco tem incentivado os investidores a realizarem lucros.
A Bolsa de Xangai fechou em alta de 1,38%, a 2.790 pontos. Em Hong Kong, houve baixa de 0,72%, a 23.447 pontos.
"A Ásia vai começar a se descolar muito rapidamente e mesmo no Oriente Médio vai haver distinção entre países", disse Vijay Chander, estrategista de crédito no Standard Chartered Bank.
Em Seul, a Bolsa caiu 1,81%, Taiwan não operou. A Bolsa de Cingapura caiu 1,55% e Sydney teve perda de 0,44%.
Mais de 100 pessoas morreram durante seis dias de protestos no Egito contra o presidente Hosni Mubarak.
Uma conflagração do conflito para uma área maior da região ameaça a produção de petróleo em um momento em que formuladores de políticas monetárias em mercados emergentes já se preocupam com preços em alta de alimentos e combustíveis.
"Conforme a instabilidade prossegue, a reação do investidor é provavelmente de impulsionar os preços do petróleo e dos Treasuries e sair de ações", disse Mohamed El-Erian, co-chefe de investimentos da gigante global Pimco.
A Bolsa de Tóquio fechou em queda de 1,2%, chegando a atingir mais cedo o menor nível desde o início de dezembro.
Enquanto isso, o índice MSCI que reúne Bolsas da região Ásia-Pacífico, exceto Japão, mostrava queda de 0,97% às 7h40 (horário de Brasília), a 471,55 pontos. As vendas se concentravam nos setores de varejo, indústria e matérias-primas.
Os mercados na Indonésia e Filipinas foram os mais atingidos pelo mau humor desta segunda-feira, recuando 2,1% e 2,6%, respectivamente. Estas praças ficaram entre os maiores ganhos na Ásia no ano passado e o aumento da aversão a risco tem incentivado os investidores a realizarem lucros.
A Bolsa de Xangai fechou em alta de 1,38%, a 2.790 pontos. Em Hong Kong, houve baixa de 0,72%, a 23.447 pontos.
"A Ásia vai começar a se descolar muito rapidamente e mesmo no Oriente Médio vai haver distinção entre países", disse Vijay Chander, estrategista de crédito no Standard Chartered Bank.
Em Seul, a Bolsa caiu 1,81%, Taiwan não operou. A Bolsa de Cingapura caiu 1,55% e Sydney teve perda de 0,44%.
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Petrobras conclui captação de US$ 6 bi
Com uma demanda aproximada de 2,5 vezes superior ao volume final, a oferta contou com a participação de mais de 463 investidores pelo mundo.
A Petrobras concluiu nesta quinta-feira uma oferta de títulos nos mercados internacionais para captar US$ 6 bilhões, operação destinada a contribuir para o financiamento de seu ambicioso plano de investimentos, informou nesta quinta-feira a companhia.
A oferta no mercado de capitais internacional (Global Notes) foi realizada por meio da subsidiária Petrobras International Finance Company (PifCo) e foi iniciada no último 20, com bônus para 5, 10 e 30 anos.
Segundo a empresa, os títulos constituem obrigações não garantidas e não subordinadas da PifCo, com garantia da Petrobras. A nota indica que esta emissão foi a maior colocação de dívida por uma empresa brasileira no mercado internacional de capitais.
Com uma demanda aproximada de 2,5 vezes superior ao volume final, a oferta contou com a participação de mais de 463 investidores dos Estados Unidos, Europa, Ásia e América Latina, a maioria dedicados ao mercado de renda fixa de empresas com grau de investimento, apontou o comunicado.
De acordo com a companhia, os recursos captados serão utilizados para o financiamento dos investimentos previstos no Plano de Negócios 2010-2014, sendo mantida a estrutura adequada de capital e o grau de suporte financeiro em linha com as metas da companhia.
A operação - coordenada pelos bancos BTG Pactual, Citigroup, HSBC, Itaú BBA, JPMorgan e Santander - foi dividida em três etapas, com captações de US$ 2,5 bilhões em cada uma das duas primeiras e de US$ 1 bilhão na restante.
A Petrobras concluiu nesta quinta-feira uma oferta de títulos nos mercados internacionais para captar US$ 6 bilhões, operação destinada a contribuir para o financiamento de seu ambicioso plano de investimentos, informou nesta quinta-feira a companhia.
A oferta no mercado de capitais internacional (Global Notes) foi realizada por meio da subsidiária Petrobras International Finance Company (PifCo) e foi iniciada no último 20, com bônus para 5, 10 e 30 anos.
Segundo a empresa, os títulos constituem obrigações não garantidas e não subordinadas da PifCo, com garantia da Petrobras. A nota indica que esta emissão foi a maior colocação de dívida por uma empresa brasileira no mercado internacional de capitais.
Com uma demanda aproximada de 2,5 vezes superior ao volume final, a oferta contou com a participação de mais de 463 investidores dos Estados Unidos, Europa, Ásia e América Latina, a maioria dedicados ao mercado de renda fixa de empresas com grau de investimento, apontou o comunicado.
De acordo com a companhia, os recursos captados serão utilizados para o financiamento dos investimentos previstos no Plano de Negócios 2010-2014, sendo mantida a estrutura adequada de capital e o grau de suporte financeiro em linha com as metas da companhia.
A operação - coordenada pelos bancos BTG Pactual, Citigroup, HSBC, Itaú BBA, JPMorgan e Santander - foi dividida em três etapas, com captações de US$ 2,5 bilhões em cada uma das duas primeiras e de US$ 1 bilhão na restante.
Repercutindo noticiário positivo, Laep é destaque de alta desta sexta-feira
Com os investidores repercutindo a formação da LBR (Lácteos Brasil), os papéis da Laep (MILK11) tem expressiva alta e são destaque positivo da Bovespa no pregão desta sexta-feira (28). As units da empresa avançam 4,92%, cotadas a R$ 0,64.
Ainda de manhã, a Laep anunciou, por meio de sua subsidiária não-controlada Monticiano, que as condições para que o BNDESPar participe da sociedade LBR foram atingidas, tendo este realizado um aporte de R$ 700 milhões.
Desta forma, a LBR passa a ter como principais acionistas a Monticiano, com 40,55% do capital, a BNDESPar, com 30,28%, e a Bom Gosto, com 26,30%.
Ainda de manhã, a Laep anunciou, por meio de sua subsidiária não-controlada Monticiano, que as condições para que o BNDESPar participe da sociedade LBR foram atingidas, tendo este realizado um aporte de R$ 700 milhões.
Desta forma, a LBR passa a ter como principais acionistas a Monticiano, com 40,55% do capital, a BNDESPar, com 30,28%, e a Bom Gosto, com 26,30%.
Rombo no Panamericano chega a R$ 4 bilhões.
Segundo o jornal Folha de S. Paulo, o empresário e apresentador Silvio Santos está sendo pressionado para vender o Panamericano a um dos grandes bancos brasileiros.
O rombo no banco Panamericano, instituição financeira do grupo Silvio Santos, deve chegar a R$ 4 bilhões, R$ 1,5 bilhão a mais do que apontava o Banco Central, em novembro de 2010. A informação foi divulgada, nesta sexta-feira, pelo jornal Folha de S. Paulo.
“Auditores, economistas e advogados estão chocados com a bagunça que imperava na administração do banco”, diz a reportagem, que informa ter apurado as informações junto a técnicos que estão finalizando o balanço do Panamericano.
Segundo o texto, o balanço com o novo valor - fruto ainda das fraudes contábeis feitas pela antiga diretoria - deverá ser entregue à CVM (Comissão de Valores Mobiliários) na próxima segunda-feira.
A reportagem também informa que o empresário e apresentador Silvio Santos está sendo "pressionado" pelo FGC (Fundo Garantidor de Créditos) a vender o Panamericano por um preço menor para "um dos grandes bancos brasileiros".
Segundo reportagem do jornal Valor Econômico, publicada nesta sexta, o BTG Pactual, do banqueiro André Esteves, fez ontem uma proposta "firme" de compra do controle do Panamericano.
Na última quinta-feira, uma reportagem do jornal o Estado de S. Paulo afirmava que a nova diretoria do Panamericano já corria atrás de uma nova injeção de dinheiro. Entre as alternativas, está um novo empréstimo FGC, que salvou o primeiro rombo da instituição financeira.
O rombo no banco Panamericano, instituição financeira do grupo Silvio Santos, deve chegar a R$ 4 bilhões, R$ 1,5 bilhão a mais do que apontava o Banco Central, em novembro de 2010. A informação foi divulgada, nesta sexta-feira, pelo jornal Folha de S. Paulo.
“Auditores, economistas e advogados estão chocados com a bagunça que imperava na administração do banco”, diz a reportagem, que informa ter apurado as informações junto a técnicos que estão finalizando o balanço do Panamericano.
Segundo o texto, o balanço com o novo valor - fruto ainda das fraudes contábeis feitas pela antiga diretoria - deverá ser entregue à CVM (Comissão de Valores Mobiliários) na próxima segunda-feira.
A reportagem também informa que o empresário e apresentador Silvio Santos está sendo "pressionado" pelo FGC (Fundo Garantidor de Créditos) a vender o Panamericano por um preço menor para "um dos grandes bancos brasileiros".
Segundo reportagem do jornal Valor Econômico, publicada nesta sexta, o BTG Pactual, do banqueiro André Esteves, fez ontem uma proposta "firme" de compra do controle do Panamericano.
Na última quinta-feira, uma reportagem do jornal o Estado de S. Paulo afirmava que a nova diretoria do Panamericano já corria atrás de uma nova injeção de dinheiro. Entre as alternativas, está um novo empréstimo FGC, que salvou o primeiro rombo da instituição financeira.
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
MMX garante que Wisco não puniu funcionários por negócio
A MMX Mineração e Metálicos afirmou que não houve punição aos funcionários da mineradora chinesa Wisco por conta da compra, pela siderúrgica, de 21% da mineradora brasileira.
Em comunicado ao mercado, a MMX ressaltou que Peng Weike, presidente da Wisco Brasil e membro do conselho de administração da MMX, garantiu que é "enganosa" a afirmação de que a siderúrgica reduzirá em 2% os salários dos funcionários do grupo como punição pelo investimento na mineradora.
"Na verdade, nosso grupo aprovou uma proposta onde todos os funcionários receberão aumento de 8% este ano", diz o comunicado divulgado ao mercado pela MMX, citando diretamente Peng Weike.
A informação desmentida pela MMX foi divulgada pela revista Veja desta semana, que diz que os chineses duvidam da capacidade da mineradora de entregar, até 2030, 16 milhões de toneladas anuais de minério de ferro.
Em comunicado ao mercado, a MMX ressaltou que Peng Weike, presidente da Wisco Brasil e membro do conselho de administração da MMX, garantiu que é "enganosa" a afirmação de que a siderúrgica reduzirá em 2% os salários dos funcionários do grupo como punição pelo investimento na mineradora.
"Na verdade, nosso grupo aprovou uma proposta onde todos os funcionários receberão aumento de 8% este ano", diz o comunicado divulgado ao mercado pela MMX, citando diretamente Peng Weike.
A informação desmentida pela MMX foi divulgada pela revista Veja desta semana, que diz que os chineses duvidam da capacidade da mineradora de entregar, até 2030, 16 milhões de toneladas anuais de minério de ferro.
Perda de US$ 7,6 bi nos ativos de Eike não é problema para a EBX
Diretor de investimentos da EBX diz que existe uma "fila de banqueiros" dispostos a injetar os US$ 15 bilhões que a empresa precisa para se financiar
Eike Batista está inabalável após suas empresas perderem US$ 7,6 bilhões de valor de mercado em quatro meses e terem o maior fracasso entre as ofertas públicas iniciais do mercado brasileiro desde 2008, disse o diretor de investimento do bilionário.
“Não falta investidor e não falta banqueiro que venha aportar dinheiro com a gente”, disse Luiz Arthur, diretor de investimentos da EBX Group Ltd., controladora da maioria dos ativos do empresário, em entrevista por telefone. “Não é um problema.”
Batista, que disse precisar de US$ 15 bilhões para financiar de portos a plataformas de petróleo nos próximos dois anos, tem captado financiamento com bancos e investidores privados desde junho, enquanto fica fora dos mercados acionários. Ele engavetou os planos de abrir o capital da EBX depois da oferta de ações da OSX Brasil SA, em março, que resultou numa queda de 44 por cento dos papéis mesmo depois de Batista ter reduzido o preço da oferta inicial em até 40 por cento.
Em junho, a LLX Logística SA, desenvolvedora de portos do grupo, recebeu um empréstimo de R$ 1,21 bilhão do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, enquanto a construtora de embarcações OSX levantou US$ 420 milhões com um grupo de bancos liderados pelo DVB Bank SE, em setembro. Também naquele mesmo mês, a empresa SK Networks Co., da Coreia do Sul, acertou um investimento de US$ 700 milhões na mineradora MMX Mineração & Metálicos SA.
Batista encaminhou as questões a Arthur, gestor financeiro de suas companhias por 28 anos, segundo a assessoria de imprensa da EBX.
Eike Batista está inabalável após suas empresas perderem US$ 7,6 bilhões de valor de mercado em quatro meses e terem o maior fracasso entre as ofertas públicas iniciais do mercado brasileiro desde 2008, disse o diretor de investimento do bilionário.
“Não falta investidor e não falta banqueiro que venha aportar dinheiro com a gente”, disse Luiz Arthur, diretor de investimentos da EBX Group Ltd., controladora da maioria dos ativos do empresário, em entrevista por telefone. “Não é um problema.”
Batista, que disse precisar de US$ 15 bilhões para financiar de portos a plataformas de petróleo nos próximos dois anos, tem captado financiamento com bancos e investidores privados desde junho, enquanto fica fora dos mercados acionários. Ele engavetou os planos de abrir o capital da EBX depois da oferta de ações da OSX Brasil SA, em março, que resultou numa queda de 44 por cento dos papéis mesmo depois de Batista ter reduzido o preço da oferta inicial em até 40 por cento.
Em junho, a LLX Logística SA, desenvolvedora de portos do grupo, recebeu um empréstimo de R$ 1,21 bilhão do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, enquanto a construtora de embarcações OSX levantou US$ 420 milhões com um grupo de bancos liderados pelo DVB Bank SE, em setembro. Também naquele mesmo mês, a empresa SK Networks Co., da Coreia do Sul, acertou um investimento de US$ 700 milhões na mineradora MMX Mineração & Metálicos SA.
Batista encaminhou as questões a Arthur, gestor financeiro de suas companhias por 28 anos, segundo a assessoria de imprensa da EBX.
Rombo no Panamericano não é de R$ 2,5 bilhões, diz jornal
De acordo com reportagem publicada no Estado de S. Paulo, Panamericano pode conseguir um novo empréstimo do Fundo Garantidor de Crédito para cobrir novo rombo
A nova administração do banco Panamericano, instituição financeira controlada pelo grupo Silvio Santos, descobriu que o rombo deixado pela diretoria passada não é exatamente de R$ 2,5 bilhões, como apontava o Banco Central em setembro de 2010. É maior, de acordo com o jornal O Estado de S. Paulo.
Segundo reportagem publicada nesta quinta-feira, o Panamericano já corre atrás de uma nova injeção de dinheiro e, entre as alternativas, está um novo empréstimo do Fundo Garantidor de Crédito (FGC), que salvou o primeiro rombo.
A reportagem, no entanto, não informa qual o valor - nem mesmo aproximado - deste segundo prejuízo, dizendo apenas que ele deverá ser oficializado na próxima segunda-feira, quando o Panamericano apresentará os balanços do último trimestre de 2010.
Ainda de acordo com o jornal, a Caixa Econômica Federal, que possui 49% do capital votante da instituição financeira do grupo Silvio Santos, não fará nenhum aporte no Panamericano.
No último dia 11 de novembro, em entrevista ao mesmo jornal, a presidente da Caixa, Maria Fernanda Coelho, afirmou que o rombo descoberto no Panamericano em nada diferia dos números encontrados pelos técnicos do Banco Central. Na época, a nova diretoria da instituição financeira começava uma análise sobre os dados encontrados.
A nova administração do banco Panamericano, instituição financeira controlada pelo grupo Silvio Santos, descobriu que o rombo deixado pela diretoria passada não é exatamente de R$ 2,5 bilhões, como apontava o Banco Central em setembro de 2010. É maior, de acordo com o jornal O Estado de S. Paulo.
Segundo reportagem publicada nesta quinta-feira, o Panamericano já corre atrás de uma nova injeção de dinheiro e, entre as alternativas, está um novo empréstimo do Fundo Garantidor de Crédito (FGC), que salvou o primeiro rombo.
A reportagem, no entanto, não informa qual o valor - nem mesmo aproximado - deste segundo prejuízo, dizendo apenas que ele deverá ser oficializado na próxima segunda-feira, quando o Panamericano apresentará os balanços do último trimestre de 2010.
Ainda de acordo com o jornal, a Caixa Econômica Federal, que possui 49% do capital votante da instituição financeira do grupo Silvio Santos, não fará nenhum aporte no Panamericano.
No último dia 11 de novembro, em entrevista ao mesmo jornal, a presidente da Caixa, Maria Fernanda Coelho, afirmou que o rombo descoberto no Panamericano em nada diferia dos números encontrados pelos técnicos do Banco Central. Na época, a nova diretoria da instituição financeira começava uma análise sobre os dados encontrados.
Vale construirá complexo de minério de ferro na Malásia
Valor do investimento chega a 4,57 bilhões de dólares; complexo será o maior da Vale fora do Brasil.
A Vale International vai começar a construir um complexo de minério de ferro de 9 bilhões a 14 bilhões de ringits (2,95 bilhões a 4,57 bilhões de dólares) na Malásia em agosto ou julho, publicou o jornal The Star nesta sexta-feira.
Zambry Abdul Kadir, ministro-chefe do Estado indiano de Perak, onde o complexo será criado, informou que a maior produtora de minério de ferro do mundo vai desenvolver as instalações na cidade costeira de Lumut.
"Será o maior complexo da Vale fora do Brasil. Todas as aquisições necessárias foram feitas; é apenas questão de começar a fazer agora", disse Zambry, segundo o jornal.
O ministro comentou que o governo não tem participação no projeto, mas vai integrar operações portuárias e logísticas. Haverá também compartilhamento com companhias locais de atividades de refino e distribuição (downstream).
A Vale está construindo pontos de distribuição de minério em Omã e na Malásia para operar navios cargueiros Chinamax, que podem transportar 400 mil toneladas de minério e devem reduzir custos para a Vale e fretes para toda a indústria em um momento em que o mercado enfrenta excesso de oferta.
A Vale International vai começar a construir um complexo de minério de ferro de 9 bilhões a 14 bilhões de ringits (2,95 bilhões a 4,57 bilhões de dólares) na Malásia em agosto ou julho, publicou o jornal The Star nesta sexta-feira.
Zambry Abdul Kadir, ministro-chefe do Estado indiano de Perak, onde o complexo será criado, informou que a maior produtora de minério de ferro do mundo vai desenvolver as instalações na cidade costeira de Lumut.
"Será o maior complexo da Vale fora do Brasil. Todas as aquisições necessárias foram feitas; é apenas questão de começar a fazer agora", disse Zambry, segundo o jornal.
O ministro comentou que o governo não tem participação no projeto, mas vai integrar operações portuárias e logísticas. Haverá também compartilhamento com companhias locais de atividades de refino e distribuição (downstream).
A Vale está construindo pontos de distribuição de minério em Omã e na Malásia para operar navios cargueiros Chinamax, que podem transportar 400 mil toneladas de minério e devem reduzir custos para a Vale e fretes para toda a indústria em um momento em que o mercado enfrenta excesso de oferta.
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Petróleo fecha em alta após indicadores americanos
Os preços internacionais do petróleo fecharam em alta nesta quarta-feira, revertendo as perdas verificadas nas últimas sessões. Indicadores nos EUA estimularam as negociações.
Em Nova York, o WTI para março de 2011 ganhou US$ 1,14, para US$ 87,33. O vencimento de abril marcou US$ 89,35, avanço de US$ 1,47.
Em Londres, o Brent para o terceiro mês de 2011 apresentou alta de US$ 2,66, saindo a US$ 97,91. O contrato de abril ficou em US$ 97,97, acréscimo de US$ 2,68.
Os investidores prestaram atenção nos dados sobre o mercado imobiliário americano, que compensaram parcialmente as preocupações com a alta inesperada dos estoques de petróleo no país.
As vendas de casas novas nos Estados Unidos aumentaram 17,5% entre novembro e dezembro de 2010, para uma taxa anualizada ajustada de 329 mil unidades. As solicitações de empréstimos imobiliários no país, por sua vez, recuaram 12,9% na semana encerrada em 21 de janeiro, com ajuste sazonal.
Os investidores receberam ainda a notícia de que os estoques de petróleo cru no mercado americano aumentaram em 4,8 milhões de barris na semana passada, ante a retrasada, para 340,6 milhões de barris. Os níveis de gasolina subiram em 2,4 milhões de barris, somando 230 milhões de barris.
Também trouxe ânimo ao mercado a decisão do Comitê de Política Monetária do Federal Reserve (Fed, banco central americano) que, além de manter o juro básico da economia dos EUA perto de zero, o também decidiu ir em frente com o programa de recompra de títulos públicos, como forma de estimular a atividade no país.
Em Nova York, o WTI para março de 2011 ganhou US$ 1,14, para US$ 87,33. O vencimento de abril marcou US$ 89,35, avanço de US$ 1,47.
Em Londres, o Brent para o terceiro mês de 2011 apresentou alta de US$ 2,66, saindo a US$ 97,91. O contrato de abril ficou em US$ 97,97, acréscimo de US$ 2,68.
Os investidores prestaram atenção nos dados sobre o mercado imobiliário americano, que compensaram parcialmente as preocupações com a alta inesperada dos estoques de petróleo no país.
As vendas de casas novas nos Estados Unidos aumentaram 17,5% entre novembro e dezembro de 2010, para uma taxa anualizada ajustada de 329 mil unidades. As solicitações de empréstimos imobiliários no país, por sua vez, recuaram 12,9% na semana encerrada em 21 de janeiro, com ajuste sazonal.
Os investidores receberam ainda a notícia de que os estoques de petróleo cru no mercado americano aumentaram em 4,8 milhões de barris na semana passada, ante a retrasada, para 340,6 milhões de barris. Os níveis de gasolina subiram em 2,4 milhões de barris, somando 230 milhões de barris.
Também trouxe ânimo ao mercado a decisão do Comitê de Política Monetária do Federal Reserve (Fed, banco central americano) que, além de manter o juro básico da economia dos EUA perto de zero, o também decidiu ir em frente com o programa de recompra de títulos públicos, como forma de estimular a atividade no país.
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Com feriado em São Paulo trazendo baixo volume, dólar registra leve avanço
Com oscilações tímidas e pouca movimentação, o dólar comercial volta a operar em leve alta de 0,06% na tarde desta terça-feira (25), cotado a R$ 1,673 na venda. O dia une feriado municipal em São Paulo, números do setor externo brasileiro e divulgações de peso no mercado internacional.
Nesta manhã, o Banco Central divulgou a Nota do Setor Externo, mostrando um superávit de US$ 49,101 bilhões no balanço de pagamentos brasileiro em 2010. A conta de transações correntes ficou negativa em US$ 47,518 bilhões no período, enquanto a conta capital e financeira atingiu um superávit de US$ 100,102 bilhões. Essas cifras são comparáveis às reportadas em 2009, de déficit de US$ 24,302 bilhões e saldo positivo de US$ 71,301 bilhões, respectivamente.
Na coletiva sobre a Nota, o chefe do Departamento Econômico do Banco Central, Altamir Lopes, anunciou a estimativa de déficit nas transações correntes de US$ 5,5 bilhões em janeiro, informando que o IED (Investimento Estrangeiro Direto) já soma US$ 1,6 bilhão neste mês.
Ademais, Lopes adiantou que o fluxo cambial estava positivo em US$ 9,205 bilhões até o dia 21 de janeiro. Os dados oficiais serão divulgados na próxima quarta-feira (26).
Nesta manhã, o Banco Central divulgou a Nota do Setor Externo, mostrando um superávit de US$ 49,101 bilhões no balanço de pagamentos brasileiro em 2010. A conta de transações correntes ficou negativa em US$ 47,518 bilhões no período, enquanto a conta capital e financeira atingiu um superávit de US$ 100,102 bilhões. Essas cifras são comparáveis às reportadas em 2009, de déficit de US$ 24,302 bilhões e saldo positivo de US$ 71,301 bilhões, respectivamente.
Na coletiva sobre a Nota, o chefe do Departamento Econômico do Banco Central, Altamir Lopes, anunciou a estimativa de déficit nas transações correntes de US$ 5,5 bilhões em janeiro, informando que o IED (Investimento Estrangeiro Direto) já soma US$ 1,6 bilhão neste mês.
Ademais, Lopes adiantou que o fluxo cambial estava positivo em US$ 9,205 bilhões até o dia 21 de janeiro. Os dados oficiais serão divulgados na próxima quarta-feira (26).
Petrolífera chinesa puxa recorde de investimento estrangeiro
Uma operação no valor de US$ 7,1 bilhões envolvendo a petrolífera chinesa Sinopec respondeu pela maior parte do investimento estrangeiro recorde no Brasil em dezembro, que chegou a US$ 15 bilhões.
No final do ano passado, a empresa chinesa passou a ser sócia da sócia da Repsol no Brasil, com 40% dos seus ativos no país.
* Investimento estrangeiro soma US$ 48 bi e bate recorde em 2010
* Viagens, lucros e importações geram deficit nas contas externas
O negócio havia sido anunciado em outubro, mas a demora em se concretizar levou o Banco Central a estimar que essa operação só iria se refletir nas contas externas do Brasil em 2011.
Apesar de a empresa ser chinesa, o dinheiro foi registrado como investimento de empresa sediada no paraíso fiscal de Luxemburgo.
Mesmo se for descontada essa operação, o resultado de dezembro fica acima do esperado pelo BC, que estimava investimentos de US$ 5 bilhões no mês.
No ano, os investimentos diretos, aqueles destinados ao setor produtivo, bateram recorde em valores absolutos. Entraram no país US$ 48,5 bilhões, quase o dobro do verificado em 2009 (US$ 25,9 bilhões).
Em relação ao PIB (Produto Interno Bruto), o resultado subiu de 1,6% para 2,33% em 2010, mas está abaixo do verificado em 2007 (2,53%) e 2008 (2,73%), antes piora na crise internacional.
O chefe do Departamento Econômico do BC, Altamir Lopes, afirmou que, apesar da operação do setor de petróleo ter sido antecipada para dezembro, é possível que o resultado de 2011 chegue aos US$ 45 bilhões esperados pela instituição.
"Com esse ritmo que nós temos, pode ser que esses US$ 45 bilhões sejam até ultrapassados, considerando eventos como Copa, pré-sal, Olimpíadas, que demandam investimentos em infraestrutura", afirmou.
No final do ano passado, a empresa chinesa passou a ser sócia da sócia da Repsol no Brasil, com 40% dos seus ativos no país.
* Investimento estrangeiro soma US$ 48 bi e bate recorde em 2010
* Viagens, lucros e importações geram deficit nas contas externas
O negócio havia sido anunciado em outubro, mas a demora em se concretizar levou o Banco Central a estimar que essa operação só iria se refletir nas contas externas do Brasil em 2011.
Apesar de a empresa ser chinesa, o dinheiro foi registrado como investimento de empresa sediada no paraíso fiscal de Luxemburgo.
Mesmo se for descontada essa operação, o resultado de dezembro fica acima do esperado pelo BC, que estimava investimentos de US$ 5 bilhões no mês.
No ano, os investimentos diretos, aqueles destinados ao setor produtivo, bateram recorde em valores absolutos. Entraram no país US$ 48,5 bilhões, quase o dobro do verificado em 2009 (US$ 25,9 bilhões).
Em relação ao PIB (Produto Interno Bruto), o resultado subiu de 1,6% para 2,33% em 2010, mas está abaixo do verificado em 2007 (2,53%) e 2008 (2,73%), antes piora na crise internacional.
O chefe do Departamento Econômico do BC, Altamir Lopes, afirmou que, apesar da operação do setor de petróleo ter sido antecipada para dezembro, é possível que o resultado de 2011 chegue aos US$ 45 bilhões esperados pela instituição.
"Com esse ritmo que nós temos, pode ser que esses US$ 45 bilhões sejam até ultrapassados, considerando eventos como Copa, pré-sal, Olimpíadas, que demandam investimentos em infraestrutura", afirmou.
TAM prevê crescimento do mercado doméstico entre 15% e 18% este ano
A expansão da economia brasileira e o aumento de novos passageiros deve resultar em uma elevação da demanda do mercado doméstico entre 15% e 18% em 2011, estima a companhia aérea TAM. A projeção indica uma desaceleração em relação ao desempenho do setor em 2010, quando a procura por voos foi recorde. A demanda avançou 23,4% no mercado doméstico e 20,3% nas rotas internacionais, conforme dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).
Este ano, a companhia pretende aumentar a oferta interna de 10% a 14% por meio da ampliação da frota em 7 aeronaves - duas A330, duas A321 e três A319 -, entre outras práticas. No mercado internacional, a expectativa é elevar em até 10% a disponibilidade, com o lançamento de duas frequências ou destinos.
Com isso, a taxa de ocupação no mercado doméstico deve ficar entre 67,5% e 70% em 2011, com foco no aumento do volume de passageiros fora do horário de pico, principal estratégia do projeto de varejo da aérea, lançado no ano passado. No mercado internacional, a companhia espera uma ocupação média de 83%.
Com os planos de diluição dos custos fixos e esforços de redução de custos a serem colocados em prática durante este ano, a TAM pretende reduzir o custo unitário por assento oferecido (cask), excluindo custos com combustível, em 5%. As estimativas fazem parte de relatório divulgado hoje ao mercado.
Este ano, a companhia pretende aumentar a oferta interna de 10% a 14% por meio da ampliação da frota em 7 aeronaves - duas A330, duas A321 e três A319 -, entre outras práticas. No mercado internacional, a expectativa é elevar em até 10% a disponibilidade, com o lançamento de duas frequências ou destinos.
Com isso, a taxa de ocupação no mercado doméstico deve ficar entre 67,5% e 70% em 2011, com foco no aumento do volume de passageiros fora do horário de pico, principal estratégia do projeto de varejo da aérea, lançado no ano passado. No mercado internacional, a companhia espera uma ocupação média de 83%.
Com os planos de diluição dos custos fixos e esforços de redução de custos a serem colocados em prática durante este ano, a TAM pretende reduzir o custo unitário por assento oferecido (cask), excluindo custos com combustível, em 5%. As estimativas fazem parte de relatório divulgado hoje ao mercado.
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Contratos de petróleo voltam a fechar em alta em Londres e queda em Nova York
Os contratos de petróleo voltaram a fechar em alta em Londres e queda em NY. Em dia marcado por carência de indicadores econômicos, o mercado ainda repercutiu os dados divulgados na véspera pela China, que reacenderam o temor de que novas medidas de aperto monetário sejam implementadas por lá.
A cotação do barril do petróleo Brent, negociado no mercado de Londres, fechou a US$ 97,60 no pregão desta sexta-feira, alta de 1,06% em relação ao último fechamento. Já o contrato com vencimento em março, o de maior liquidez no mercado de Nova York neste pregão, fechou cotado a US$ 89,11 por barril, configurando uma baixa de 0,53% frente ao fechamento anterior.
Com a sequência de fechamentos positivos da commodity no mercado londrino e negativos em NY, a diferença entre os contratos chega a sua máxima em dois anos.
A cotação do barril do petróleo Brent, negociado no mercado de Londres, fechou a US$ 97,60 no pregão desta sexta-feira, alta de 1,06% em relação ao último fechamento. Já o contrato com vencimento em março, o de maior liquidez no mercado de Nova York neste pregão, fechou cotado a US$ 89,11 por barril, configurando uma baixa de 0,53% frente ao fechamento anterior.
Com a sequência de fechamentos positivos da commodity no mercado londrino e negativos em NY, a diferença entre os contratos chega a sua máxima em dois anos.
domingo, 23 de janeiro de 2011
Títulos da Petrobras despencam depois de oferta internacional
A emissão recorde de US$ 6 bilhões levou à maior desvalorização em 10 semanas nos títulos da Petrobras.
A emissão recorde da Petróleo Brasileiro SA de US$ 6 bilhões em dívida levou à maior desvalorização em 10 semanas nos títulos da estatal, depois de gerar um excesso de papéis no mercado.
Os títulos em dólar da Petrobras com vencimento em 2020 perderam 2,5 pontos do valor de face, elevando o rendimento em 34 pontos-base na última semana, de acordo com dados compilados pela Bloomberg. Nos cinco dias anteriores à venda de US$ 6 bilhões em bônus pela General Electric Capital Corp., em 4 de janeiro, o rendimento dos títulos da empresa americana com vencimento em 2015 caiu 25 pontos-base. As duas ofertas foram as maiores no mercado americano em 11 meses.
Jeremy Brewin, que ajuda a supervisionar ativos de renda fixa de mercados emergentes na Aviva Investors em Londres, disse que vendeu títulos da Petrobras na semana passada, em antecipação à oferta internacional desta semana, a maior até hoje por uma empresa brasileira. Também prejudicam os papéis as especulações de que a estatal, sediada no Rio de Janeiro, voltará aos mercados de dívida após a emissão de ontem para financiar seu plano de investimentos de US$ 224 bilhões em cinco anos, que é o maior da indústria petrolífera global.
“Eles estarão nos mercados de capitais com bastante frequência”, disse Lon Erickson, que ajuda a supervisionar US$ 9 bilhões em ativos de renda fixa na Thornburg Investment Management Inc. em Santa Fé, no estado americano do Novo México. “Boa parte dos planos dos próximos cinco anos será paga com dinheiro gerado internamente. Isso é ótimo. Mas o tamanho do programa deles ainda deixa muito a ser financiado pelos mercados de capitais”.
A emissão recorde da Petróleo Brasileiro SA de US$ 6 bilhões em dívida levou à maior desvalorização em 10 semanas nos títulos da estatal, depois de gerar um excesso de papéis no mercado.
Os títulos em dólar da Petrobras com vencimento em 2020 perderam 2,5 pontos do valor de face, elevando o rendimento em 34 pontos-base na última semana, de acordo com dados compilados pela Bloomberg. Nos cinco dias anteriores à venda de US$ 6 bilhões em bônus pela General Electric Capital Corp., em 4 de janeiro, o rendimento dos títulos da empresa americana com vencimento em 2015 caiu 25 pontos-base. As duas ofertas foram as maiores no mercado americano em 11 meses.
Jeremy Brewin, que ajuda a supervisionar ativos de renda fixa de mercados emergentes na Aviva Investors em Londres, disse que vendeu títulos da Petrobras na semana passada, em antecipação à oferta internacional desta semana, a maior até hoje por uma empresa brasileira. Também prejudicam os papéis as especulações de que a estatal, sediada no Rio de Janeiro, voltará aos mercados de dívida após a emissão de ontem para financiar seu plano de investimentos de US$ 224 bilhões em cinco anos, que é o maior da indústria petrolífera global.
“Eles estarão nos mercados de capitais com bastante frequência”, disse Lon Erickson, que ajuda a supervisionar US$ 9 bilhões em ativos de renda fixa na Thornburg Investment Management Inc. em Santa Fé, no estado americano do Novo México. “Boa parte dos planos dos próximos cinco anos será paga com dinheiro gerado internamente. Isso é ótimo. Mas o tamanho do programa deles ainda deixa muito a ser financiado pelos mercados de capitais”.
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Petrobras precifica emissão de US$ 6 bilhões em Global Notes
A Petrobras detalhou ontem à noite a precificação das Global Notes, no montante de US$ 6 bilhões, emitidas por sua subsidiária Petrobras International Finance Company, com vencimentos de 5, 10 e 30 anos. A oferta foi realizada em três tranches e registrada na Securities and Exchange Comission (SEC). A conclusão da operação está prevista para o dia 27.
A emissão com vencimento em 27 de janeiro de 2016 somou US$ 2,5 bilhões, com cupom de 3,875% e rendimento de 3,95%. Os papéis para 2021, no total de US$ 2,5 bilhões, pagarão cupom de 5,375%, o que representa um rendimento de 5,401%. A emissão com vencimento em 2041, de US$ 1 bilhão, foi precificada com cupom de cupom de 6,750%, com ganho de 6,806% ao investidor.
Segundo a Petrobras, os recursos captados serão utilizados para o financiamento dos investimentos previstos no Plano de Negócios 2010-2014. A operação foi conduzida pelo BTG Pactual, Citigroup, HSBC, Itau BBA, J.P. Morgan e Santander como coordenadores líderes, e contou com a participação do Credit Agricole e do Mitsubishi como co-managers.
A emissão com vencimento em 27 de janeiro de 2016 somou US$ 2,5 bilhões, com cupom de 3,875% e rendimento de 3,95%. Os papéis para 2021, no total de US$ 2,5 bilhões, pagarão cupom de 5,375%, o que representa um rendimento de 5,401%. A emissão com vencimento em 2041, de US$ 1 bilhão, foi precificada com cupom de cupom de 6,750%, com ganho de 6,806% ao investidor.
Segundo a Petrobras, os recursos captados serão utilizados para o financiamento dos investimentos previstos no Plano de Negócios 2010-2014. A operação foi conduzida pelo BTG Pactual, Citigroup, HSBC, Itau BBA, J.P. Morgan e Santander como coordenadores líderes, e contou com a participação do Credit Agricole e do Mitsubishi como co-managers.
Vale construirá complexo de minério de ferro na Malásia, diz jornal
A Vale International (VALE5) vai começar a construir um complexo de minério de ferro de 9 bilhões a 14 bilhões de ringits (US$ 2,95 bilhões a US$ 4,57 bilhões) na Malásia em agosto ou julho, publicou o jornal The Star nesta sexta-feira.
Zambry Abdul Kadir, ministro-chefe do Estado indiano de Perak, onde o complexo será criado, informou que a maior produtora de minério de ferro do mundo vai desenvolver as instalações na cidade costeira de Lumut.
"Será o maior complexo da Vale fora do Brasil. Todas as aquisições necessárias foram feitas; é apenas questão de começar a fazer agora", disse Zambry, segundo o jornal.
O ministro comentou que o governo não tem participação no projeto, mas vai integrar operações portuárias e logísticas. Haverá também compartilhamento com companhias locais de atividades de refino e distribuição (downstream).
A Vale está construindo pontos de distribuição de minério em Omã e na Malásia para operar navios cargueiros Chinamax, que podem transportar 400 mil toneladas de minério e devem reduzir custos para a Vale e fretes para toda a indústria em um momento em que o mercado enfrenta excesso de oferta.
(Por Royce Cheah)
Zambry Abdul Kadir, ministro-chefe do Estado indiano de Perak, onde o complexo será criado, informou que a maior produtora de minério de ferro do mundo vai desenvolver as instalações na cidade costeira de Lumut.
"Será o maior complexo da Vale fora do Brasil. Todas as aquisições necessárias foram feitas; é apenas questão de começar a fazer agora", disse Zambry, segundo o jornal.
O ministro comentou que o governo não tem participação no projeto, mas vai integrar operações portuárias e logísticas. Haverá também compartilhamento com companhias locais de atividades de refino e distribuição (downstream).
A Vale está construindo pontos de distribuição de minério em Omã e na Malásia para operar navios cargueiros Chinamax, que podem transportar 400 mil toneladas de minério e devem reduzir custos para a Vale e fretes para toda a indústria em um momento em que o mercado enfrenta excesso de oferta.
(Por Royce Cheah)
Importações pela China de minério do Brasil e Índia caem em 2010
As importações chinesas de minério de ferro do Brasil e da Índia caíram acentuadamente em 2010, enquanto os embarques da Austrália subiram levemente ao longo do ano, segundo dados divulgados nesta sexta-feira.
Os embarques de minério de ferro indiano para a China caíram 9,98%, para 96,59 milhões de toneladas em 2010. Enquanto isso, as entregas de minério do Brasil recuaram 9,09%, para 130,86 milhões de toneladas em comparação com um ano antes.
As importações de produto australiano somaram 265,33 milhões de toneladas, alta de 1,36% sobre 2009.
A China, incomodada com sua dependência dos três países dominantes no fornecimento global de minério de ferro, afirmou no ano passado que iria diversificar suas fontes da commodity.
Austrália, Brasil e Índia forneceram 79,7% das importações totais de minério de ferro da China em 2010, uma queda ante o nível de 81,5% em 2009. A maior parte da diferença foi atendida por envios de países como Irã, Ucrânia e Venezuela.
Mas analistas afirmam que o declínio deveria ser atribuído não à política chinesa, mas a uma proibição às exportações de minério de ferro decidida pelo Estado indiano de Karnataka e a problemas de fornecimento no Brasil.
As importações totais de minério de ferro da China em 2010 somaram 618,64 milhões de toneladas, 1,43% abaixo do volume de 2009.
Os embarques de minério de ferro indiano para a China caíram 9,98%, para 96,59 milhões de toneladas em 2010. Enquanto isso, as entregas de minério do Brasil recuaram 9,09%, para 130,86 milhões de toneladas em comparação com um ano antes.
As importações de produto australiano somaram 265,33 milhões de toneladas, alta de 1,36% sobre 2009.
A China, incomodada com sua dependência dos três países dominantes no fornecimento global de minério de ferro, afirmou no ano passado que iria diversificar suas fontes da commodity.
Austrália, Brasil e Índia forneceram 79,7% das importações totais de minério de ferro da China em 2010, uma queda ante o nível de 81,5% em 2009. A maior parte da diferença foi atendida por envios de países como Irã, Ucrânia e Venezuela.
Mas analistas afirmam que o declínio deveria ser atribuído não à política chinesa, mas a uma proibição às exportações de minério de ferro decidida pelo Estado indiano de Karnataka e a problemas de fornecimento no Brasil.
As importações totais de minério de ferro da China em 2010 somaram 618,64 milhões de toneladas, 1,43% abaixo do volume de 2009.
Chineses visitam Brasil visando aportes em elétricas, agronegócio e mineração
O Brasil recebe nesta sessão um grupo do China Development Bank (Banco de Desenvolvimento da China) para verificar oportunidades de investimentos nas áreas de geração e transmissão de energia elétrica, agronegócio e mineração. Além disso, também irão avaliar possíveis investimentos nos próximos eventos que o País irá sediar: Copa do Mundo de 2014 e Olimpíadas de 2016.
De acordo com as informações da Agência Brasil, na tarde desta sexta-feira (21), a Rede Nacional de Informações sobre o Investimento, da Secretaria de Desenvolvimento da Produção do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, receberá representantes do banco.
De acordo com as informações da Agência Brasil, na tarde desta sexta-feira (21), a Rede Nacional de Informações sobre o Investimento, da Secretaria de Desenvolvimento da Produção do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, receberá representantes do banco.
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
Após operação de compra e venda de ações, papéis da Cetip sobem mais de 4,5%
A BM&F Bovespa (BVMF3) comunicou ao mercado que a operação de compra e venda das ações ON da Cetip (CTIP3) movimentou R$ 373,2 milhões nesta quinta-feira (20).
Segundo a nota emitida pela bolsa brasileira, em 106 negócios concluídos, foram negociados 15.808.400 papéis ordinários da empresa, ao valor de R$ 23,61 cada. Vale mencionar que na última quarta-feira (19), os ativos da Cetip fecharam a R$ 22,85.
Segundo a nota emitida pela bolsa brasileira, em 106 negócios concluídos, foram negociados 15.808.400 papéis ordinários da empresa, ao valor de R$ 23,61 cada. Vale mencionar que na última quarta-feira (19), os ativos da Cetip fecharam a R$ 22,85.
Estoques de petróleo dos EUA contrariam projeções de recuo e sobem 0,8%
Os estoques de petróleo dos Estados Unidos avançaram 0,8%, ou 2,6 milhões de barris, no período de 8 a 14 de janeiro, atingindo o patamar de 335,7 milhões de barris. Os dados anunciados nesta quinta-feira (20) pelo Departamento de Energia do país contrariam as projeções de recuo em 500 mil barris, de acordo com compilação feita pela Bloomberg.
No período, as reservas de gasolina também marcaram alta, de 2%. Já as reservas de óleo para calefação recuaram em 800 mil barris no período - queda de 1,8%.
No período, as reservas de gasolina também marcaram alta, de 2%. Já as reservas de óleo para calefação recuaram em 800 mil barris no período - queda de 1,8%.
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Ações da TAM operam em forte alta após detalhes de fusão com a LAN
As ações da TAM (TAMM4) lideram as altas do Ibovespa na sessão desta quarta-feira (19), avançando 2,14%, negociadas na casa de R$ 41,59, após a companhia ter detalhado como será a relação de troca no processo de fusão com a LAN, além de diversas outras informações acerca da operação. O índice, por sua vez, opera próximo da estabilidade.
Há dois principais pontos antes da concretização do negócio: o primeiro é a consumação da oferta pública de permuta para cancelamento de registro de companhia aberta da TAM, envolvendo ações PN e ON em circulação (exceto as dos acionistas controladores). Os acionistas da brasileira receberão papéis de uma holding chilena que, ato contínuo, será incorporada pela LAN.
Assim, os acionistas receberão ações de emissão da LAN em forma de BDRs (Brazilian Depositary Receipts) ou ADRs (American Depositary Receipts), tornando-se acionistas da LAN. A relação de troca foi estabelecida em 0,90 ação/BDR/ADR da LAN por ação da TAM – a proporção é válida tanto para os controladores quanto para os demais acionistas. Segundo a TAM, acionistas representando no mínimo 95% de seu capital total devem aderir para que a oferta seja efetivada.
O outro ponto para a finalização da operação é o não exercício de direito de retirada por acionistas representantes de mais de 2,5% do capital social da LAN. A operação também está condicionada a aprovação dos órgãos regulatórios, como a Anac (Agência Nacional da Aviação Civil) e a CVM (Comissão de Valores Mobiliários).
Há dois principais pontos antes da concretização do negócio: o primeiro é a consumação da oferta pública de permuta para cancelamento de registro de companhia aberta da TAM, envolvendo ações PN e ON em circulação (exceto as dos acionistas controladores). Os acionistas da brasileira receberão papéis de uma holding chilena que, ato contínuo, será incorporada pela LAN.
Assim, os acionistas receberão ações de emissão da LAN em forma de BDRs (Brazilian Depositary Receipts) ou ADRs (American Depositary Receipts), tornando-se acionistas da LAN. A relação de troca foi estabelecida em 0,90 ação/BDR/ADR da LAN por ação da TAM – a proporção é válida tanto para os controladores quanto para os demais acionistas. Segundo a TAM, acionistas representando no mínimo 95% de seu capital total devem aderir para que a oferta seja efetivada.
O outro ponto para a finalização da operação é o não exercício de direito de retirada por acionistas representantes de mais de 2,5% do capital social da LAN. A operação também está condicionada a aprovação dos órgãos regulatórios, como a Anac (Agência Nacional da Aviação Civil) e a CVM (Comissão de Valores Mobiliários).
Empresa espanhola de automotivos quer abrir capital no Brasil
O grupo espanhol de componentes automotivos CIE Automotive anunciou nesta quarta-feira que sua filial brasileira Autometal iniciou processo para listar ações na BM&FBovespa.
A empresa vai oferecer ações novas equivalentes a 25% do capital da Autometal a uma faixa de preço de entre R$ 17 e R$ 21 o papel.
Em maio do ano passado, a Autometal, fabricante de componentes automotivos fundada em 1964 em Diadema (SP), protocolou pedido na CVM (Comissão de Valores Mobiliários) para fazer uma oferta inicial de ações (IPO, em inglês). A empresa é controlada desde 2003 pela CIE Automotive e em 2009 teve faturamento de R$ 1,27 bilhão.
A CIE Automotive afirmou que, considerando o valor médio da faixa de preço (R$ 19 por ação), a operação deve movimentar R$ 598 milhões.
A decisão da empresa ocorre depois que o licenciamento de veículos no Brasil em dezembro bateu recorde histórico e enquanto montadoras como a italiana Fiat anunciam novas fábricas no país.
A empresa vai oferecer ações novas equivalentes a 25% do capital da Autometal a uma faixa de preço de entre R$ 17 e R$ 21 o papel.
Em maio do ano passado, a Autometal, fabricante de componentes automotivos fundada em 1964 em Diadema (SP), protocolou pedido na CVM (Comissão de Valores Mobiliários) para fazer uma oferta inicial de ações (IPO, em inglês). A empresa é controlada desde 2003 pela CIE Automotive e em 2009 teve faturamento de R$ 1,27 bilhão.
A CIE Automotive afirmou que, considerando o valor médio da faixa de preço (R$ 19 por ação), a operação deve movimentar R$ 598 milhões.
A decisão da empresa ocorre depois que o licenciamento de veículos no Brasil em dezembro bateu recorde histórico e enquanto montadoras como a italiana Fiat anunciam novas fábricas no país.
Petrolífera da Queiroz Galvão pode levantar R$ 2,3 bi em abertura de capital
A QGEP (Queiroz Galvão Exploração e Produção), braço do grupo de infraestrutura Queiroz Galvão na área de petróleo e gás, pode levantar mais de R$ 2,3 bilhões em oferta pública inicial de ações (IPO, em inglês) na BM&FBovespa.
A companhia planeja emitir 69.340.017 ações em distribuição primária, cuja faixa de preço por papel estimada pelos coordenadores da oferta é de entre R$ 23 e R$ 29. Se considerado o teto da projeção, a operação pode resultar em cerca de R$ 2 bilhões.
A oferta pode incluir também um lote suplementar de 10.401.002 ações, o que elevaria o montante obtido a R$ 2,3 bilhões.
Em prospecto divulgado nesta quarta-feira, a QGEP informa que a operação pode ser acrescida de uma oferta secundária (venda de papéis detidos pelos atuais sócios) caso seja ofertado um lote adicional de ações. Neste caso, seriam emitidos 13.868.003 papéis, que podem resultar em pouco mais de R$ 402 milhões.
Entre 10% e 15% do total de ações serão destinadas a investidores de varejo, que podem realizar aporte de até R$ 300 mil. Os investimentos que superarem este valor serão enquadrados na oferta institucional.
O período de reserva das ações vai de 26 de janeiro a 4 de fevereiro. A fixação do preço ocorre em 7 de fevereiro e a estreia dos papéis da QGEP na Bovespa, sob o código QGEP3, está prevista para dois dias depois.
A oferta é coordenada pelos bancos Itaú BBA (líder), Bank of America Merrill Lynch e BTG Pactual.
A QGEP afirma ser a maior companhia de controle privado brasileiro no setor de petróleo e gás, em termos de produção diária em barris equivalentes de petróleo no país, segundo dados da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) em dezembro de 2009.
O grupo possui direitos de concessão sobre oito blocos exploratórios na costa brasileira, incluindo os reservatórios no pré-sal, localizados nas Bacias de Santos e em Jequitinhonha e Camamu, além de 45% de participação na concessão do Campo de Manati, localizado na Bacia de Camamu, na Bahia.
A companhia planeja emitir 69.340.017 ações em distribuição primária, cuja faixa de preço por papel estimada pelos coordenadores da oferta é de entre R$ 23 e R$ 29. Se considerado o teto da projeção, a operação pode resultar em cerca de R$ 2 bilhões.
A oferta pode incluir também um lote suplementar de 10.401.002 ações, o que elevaria o montante obtido a R$ 2,3 bilhões.
Em prospecto divulgado nesta quarta-feira, a QGEP informa que a operação pode ser acrescida de uma oferta secundária (venda de papéis detidos pelos atuais sócios) caso seja ofertado um lote adicional de ações. Neste caso, seriam emitidos 13.868.003 papéis, que podem resultar em pouco mais de R$ 402 milhões.
Entre 10% e 15% do total de ações serão destinadas a investidores de varejo, que podem realizar aporte de até R$ 300 mil. Os investimentos que superarem este valor serão enquadrados na oferta institucional.
O período de reserva das ações vai de 26 de janeiro a 4 de fevereiro. A fixação do preço ocorre em 7 de fevereiro e a estreia dos papéis da QGEP na Bovespa, sob o código QGEP3, está prevista para dois dias depois.
A oferta é coordenada pelos bancos Itaú BBA (líder), Bank of America Merrill Lynch e BTG Pactual.
A QGEP afirma ser a maior companhia de controle privado brasileiro no setor de petróleo e gás, em termos de produção diária em barris equivalentes de petróleo no país, segundo dados da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) em dezembro de 2009.
O grupo possui direitos de concessão sobre oito blocos exploratórios na costa brasileira, incluindo os reservatórios no pré-sal, localizados nas Bacias de Santos e em Jequitinhonha e Camamu, além de 45% de participação na concessão do Campo de Manati, localizado na Bacia de Camamu, na Bahia.
MRS transporta 12% mais em 2010
Empresa credita ao minério de ferro o crescimento em relação ao ano de 2009.
A MRS transportou aproximadamente 144 milhões de toneladas em 2010. A quantia representa um acréscimo de cerca de 12% no volume em comparação com 2009. A empresa creditou o crescimento ao minério de ferro, que cresceu 8,9% na comparação com o mesmo período do ano anterior.
Além do minério de ferro, o transporte de carga geral e produtos siderúrgicos também apresentou incremento, de 13%. A empresa também destacou a retomada da atividade econômica no Brasil como um elemento importante para a obtenção desse crescimento.
Em 2010, o país registrou um desempenho expressivo no volume exportado de minério de ferro e commodities agrícolas, segundo a empresa. “Além disso, o crescimento dos setores de construção civil, automotivo e linha branca também influenciaram na manutenção de patamares elevados na produção siderúrgica, que, mesmo diante dos desafios enfrentados ao longo do ano, registrou incremento nas vendas internas e refletiu no total transportado pela companhia”, informou a empresa, em comunicado ao mercado.
O crescimento é um indicativo de como está o setor de mineração e siderurgia, já que a empresa tem entre seus controladores a CSN (20%), a Vale (19,26%), a Usiminas (19,92%) e a Gerdau (2,37%). O resultado da empresa de logística foi superior ao dos seus patamares pré-crise.
A MRS transportou aproximadamente 144 milhões de toneladas em 2010. A quantia representa um acréscimo de cerca de 12% no volume em comparação com 2009. A empresa creditou o crescimento ao minério de ferro, que cresceu 8,9% na comparação com o mesmo período do ano anterior.
Além do minério de ferro, o transporte de carga geral e produtos siderúrgicos também apresentou incremento, de 13%. A empresa também destacou a retomada da atividade econômica no Brasil como um elemento importante para a obtenção desse crescimento.
Em 2010, o país registrou um desempenho expressivo no volume exportado de minério de ferro e commodities agrícolas, segundo a empresa. “Além disso, o crescimento dos setores de construção civil, automotivo e linha branca também influenciaram na manutenção de patamares elevados na produção siderúrgica, que, mesmo diante dos desafios enfrentados ao longo do ano, registrou incremento nas vendas internas e refletiu no total transportado pela companhia”, informou a empresa, em comunicado ao mercado.
O crescimento é um indicativo de como está o setor de mineração e siderurgia, já que a empresa tem entre seus controladores a CSN (20%), a Vale (19,26%), a Usiminas (19,92%) e a Gerdau (2,37%). O resultado da empresa de logística foi superior ao dos seus patamares pré-crise.
Com rali de ações ligadas à indústria e petróleo, bolsas dos EUA fecham em alta
O índice Dow Jones, que mede o desempenho das 30 principais blue chips norte-americanas, fechou em leve alta de 0,43% a 11.838 pontos. O Nasdaq Composite, que concentra as ações de tecnologia, encerrou o pregão em leve valorização de 0,38% atingindo 2.766 pontos, enquanto o S&P 500, que engloba as 500 principais empresas dos EUA, apresentou alta de 0,14% chegando a 1.295 pontos.
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Usiminas Mecânica anuncia novos contratos, no valor de R$ 286 milhões
A Usiminas (USIM3) anunciou nesta terça-feira (18) que sua unidade de negócios Usiminas Mecânica, empresa que atua nos setores de bens de capitais e serviços, começa 2011 com cinco novos importantes contratos em carteira, no valor conjunto de R$ 286 milhões.
A empresa prevê projetos nas áreas de siderurgia, energia eólica, infraestrutura e equipamentos industriais. Segundo comunicado assinado por Ronald Seckelmann, vice-presidente de Finanças e Relações com Investidores da Usiminas, “os novos negócios estão alinhados com a estratégia da empresa de atuar em segmentos de alto valor agregado e com grande potencial de crescimento”.
Entre os novos projetos, o principal é o edifício do novo laminador da Gerdau Açominas, com conclusão estimada para o segundo semestre de 2012. Em parceria com a Codeme, a empresa se responsabilizará pelo projeto básico, cálculo estrutural, fabricação de estruturas, jateamento e pintura, transporte e montagem, dentro outros.
O fornecimento de blanks à Gestamp Wind Steel Pernambuco para a construção de 180 torres eólicas no Complexo de Suape é um outro importante projeto que começará em fevereiro de 2011 e vai se estender por seis meses. O contrato estabelece ainda a fabricação de 30 torres por mês.
A empresa prevê projetos nas áreas de siderurgia, energia eólica, infraestrutura e equipamentos industriais. Segundo comunicado assinado por Ronald Seckelmann, vice-presidente de Finanças e Relações com Investidores da Usiminas, “os novos negócios estão alinhados com a estratégia da empresa de atuar em segmentos de alto valor agregado e com grande potencial de crescimento”.
Entre os novos projetos, o principal é o edifício do novo laminador da Gerdau Açominas, com conclusão estimada para o segundo semestre de 2012. Em parceria com a Codeme, a empresa se responsabilizará pelo projeto básico, cálculo estrutural, fabricação de estruturas, jateamento e pintura, transporte e montagem, dentro outros.
O fornecimento de blanks à Gestamp Wind Steel Pernambuco para a construção de 180 torres eólicas no Complexo de Suape é um outro importante projeto que começará em fevereiro de 2011 e vai se estender por seis meses. O contrato estabelece ainda a fabricação de 30 torres por mês.
Usiminas Mecânica fará novos projetos com Petrobras, Vale e Gerdau.
A Usiminas Mecânica, braço de bens de capital e serviços do grupo Usiminas, anunciou que já começa o ano com cinco novos contratos que somam 286 milhões de reais. Os projetos serão realizados nas áreas de siderurgia, energia eólica, infraestrutura e equipamentos industriais.
Vale vê alta de 50% em produção de minério até 2015
A Vale (VALE5) prevê que a produção total de minério de ferro aumentará 50% até 2015, disse o presidente da Vale Minerals China, Luiz Meriz.
O executivo, que falou durante um fórum financeiro em Hong Kong, acrescentou que a Vale está investindo uma grande quantia de capital para aumentar a produção de minério de ferro, para satisfazer a crescente demanda chinesa.
"Esperamos que a produção aumente 50% até o ano 2015, quando estaremos produzindo cerca de 450 milhões de toneladas de minério de ferro de alta qualidade", disse Meriz, acrescentando que basicamente toda a produção adicional deve provavelmente seguir para o mercado chinês.
A mineradora planeja reforçar seu perfil investidor na Ásia, depois de fazer sua estreia na Bolsa de Hong Kong em dezembro.
Meriz disse que como a maior parte das reservas da Vale estão distantes da Ásia, a companhia vai reforçar a logística.
"A Vale está construindo uma grande frota de mais de 20 navios com capacidade para até 400 mil toneladas e eles vão operar com escala regular do Brasil para a China", disse.
O executivo, que falou durante um fórum financeiro em Hong Kong, acrescentou que a Vale está investindo uma grande quantia de capital para aumentar a produção de minério de ferro, para satisfazer a crescente demanda chinesa.
"Esperamos que a produção aumente 50% até o ano 2015, quando estaremos produzindo cerca de 450 milhões de toneladas de minério de ferro de alta qualidade", disse Meriz, acrescentando que basicamente toda a produção adicional deve provavelmente seguir para o mercado chinês.
A mineradora planeja reforçar seu perfil investidor na Ásia, depois de fazer sua estreia na Bolsa de Hong Kong em dezembro.
Meriz disse que como a maior parte das reservas da Vale estão distantes da Ásia, a companhia vai reforçar a logística.
"A Vale está construindo uma grande frota de mais de 20 navios com capacidade para até 400 mil toneladas e eles vão operar com escala regular do Brasil para a China", disse.
Ações de mineradoras em alta após prévia operacional da Rio Tinto
Os números recordes da prévia operacional da Rio Tinto parecem animar os mercados internacionais junto a empresas de mineração nesta terça-feira (18).
Na bolsa de Londres, as ações da Rio Tinto avançam 1,28%, enquanto os ADRs (American Depositary Receipts) da BHP Billiton vão além no pré-market em Nova York, valorizando-se 1,86%.
Os ADRs da Vale seguem a mesma tendência, avançando 0,55%, cotados a US$ 36,35, no pré-market em Wall Street, enquanto as ações da Anglo American listadas em Londres operam em alta de 1,46%, com ações sendo negociadas a £ 3.337,50.
Na bolsa de Londres, as ações da Rio Tinto avançam 1,28%, enquanto os ADRs (American Depositary Receipts) da BHP Billiton vão além no pré-market em Nova York, valorizando-se 1,86%.
Os ADRs da Vale seguem a mesma tendência, avançando 0,55%, cotados a US$ 36,35, no pré-market em Wall Street, enquanto as ações da Anglo American listadas em Londres operam em alta de 1,46%, com ações sendo negociadas a £ 3.337,50.
Embraer termina o último ano com 246 jatos entregues, 92 só no quarto trimestre
Em relatório divulgado nessa segunda-feira (17), a Embraer (EMBR3) revelou que encerrou 2010 com 246 jatos entregues, sendo 92 jatos apenas no quarto trimestre do último ano, dos quais 30 para o mercado de aviação comercial, 61 para o de aviação executiva e um para o segmento de defesa.
Ao longo de 2010, o mercado de aviação comercial demonstrou sinais concretos de recuperação e retomou gradativamente a atividade e os negócios. Como conseqüência, a Embraer fechou contratos para a venda de 97 novos aviões, número muito próximo às 100 entregas do ano. A carteira de pedidos firmes a entregar (backlog) fechou o ano em US$ 15,6 bilhões, valor 2% superior ao registrado em 30 de setembro de 2010.
O último trimestre do ano foi marcado pela certificação e entrada em serviço de mais um jato executivo da Embraer. "O Legacy 650, da categoria large, é baseado na bem-sucedida plataforma do Legacy 600", disse a empresa. Foram entregues oito jatos Legacy 600 e Legacy 650 de outubro a dezembro.
Ao longo de 2010, o mercado de aviação comercial demonstrou sinais concretos de recuperação e retomou gradativamente a atividade e os negócios. Como conseqüência, a Embraer fechou contratos para a venda de 97 novos aviões, número muito próximo às 100 entregas do ano. A carteira de pedidos firmes a entregar (backlog) fechou o ano em US$ 15,6 bilhões, valor 2% superior ao registrado em 30 de setembro de 2010.
O último trimestre do ano foi marcado pela certificação e entrada em serviço de mais um jato executivo da Embraer. "O Legacy 650, da categoria large, é baseado na bem-sucedida plataforma do Legacy 600", disse a empresa. Foram entregues oito jatos Legacy 600 e Legacy 650 de outubro a dezembro.
Siderúrgicas iniciam bem o ano de 2011, após 2010 negativo para o setor
Após um 2010 digno de ser esquecido – com duas das três siderúrgicas listadas na bolsa tendo perdido quase um quarto de seu valor de mercado -, as ações do setor têm tido um ótimo começo de ano, com CSN (CSAN3, +11,92%), Gerdau Met (GOAU4, +7,84%), Gerdau (GGBR4, +6,75%) e Usiminas (USIM3, +8,9% e USIM5, +6,21%) acumulando ganhos bem acima do Ibovespa, que subiu 2,36% nas primeiras duas semanas de 2011.
Quem olhar apenas para o desempenho das ações pode supor que esse momentum favorável é apenas um movimento de correção às fortes perdas de 2010, hipótese que poderia ganhar ainda mais sustentação se olhássemos para as perspectivas nada animadoras dos analistas para o setor em 2011, esperando que os mesmo fatores que conturbaram os mercados no ano passado, tais como a valorização das commodities metálicas e o aumento da concorrência externa, deverão persistir nos próximos 12 meses.
Quem olhar apenas para o desempenho das ações pode supor que esse momentum favorável é apenas um movimento de correção às fortes perdas de 2010, hipótese que poderia ganhar ainda mais sustentação se olhássemos para as perspectivas nada animadoras dos analistas para o setor em 2011, esperando que os mesmo fatores que conturbaram os mercados no ano passado, tais como a valorização das commodities metálicas e o aumento da concorrência externa, deverão persistir nos próximos 12 meses.
Entre projeções da Opep e normalização em dutos nos EUA, petróleo recua
Os principais contratos de petróleo fecharam esta segunda-feira (17) em queda no mercado internacional, em dia sem referências norte-americanas, em virtude de feriado nacional por lá.
A cotação do barril do petróleo Brent, negociado no mercado de Londres, fechou a US$ 97,43 nesta segunda-feira, baixa de 1,26% em relação ao último fechamento. Nova York contou apenas com negociações na plataforma eletrônica e por lá o contrato com vencimento em fevereiro, que apresenta maior liquidez, ficou cotado a US$ 90,83 por barril, configurando uma baixa de 0,78% frente ao fechamento anterior.
A cotação do barril do petróleo Brent, negociado no mercado de Londres, fechou a US$ 97,43 nesta segunda-feira, baixa de 1,26% em relação ao último fechamento. Nova York contou apenas com negociações na plataforma eletrônica e por lá o contrato com vencimento em fevereiro, que apresenta maior liquidez, ficou cotado a US$ 90,83 por barril, configurando uma baixa de 0,78% frente ao fechamento anterior.
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Opep aumenta previsão de alta da demanda de petróleo
Segundo a organização, ano deve ver um aumento de 1,23 milhão de barris diários.
A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) revisou para cima nesta segunda-feira sua previsão de aumento da demanda mundial por petróleo para 2011, levando em conta o ritmo da recuperação econômica e o inverno no hemisfério norte.
A Opep estimou o possível crescimento da demanda de cru em 1,23 milhão de barris diários (1,43%), alcançando 87,32 milhões de barris por dia, contra o aumento de 1,37% anteriormente previsto.
"A magnitude e rapidez da recuperação terá um impacto notável na demanda mundial de petróleo este ano", segundo o último boletim mensal da organização.
A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) revisou para cima nesta segunda-feira sua previsão de aumento da demanda mundial por petróleo para 2011, levando em conta o ritmo da recuperação econômica e o inverno no hemisfério norte.
A Opep estimou o possível crescimento da demanda de cru em 1,23 milhão de barris diários (1,43%), alcançando 87,32 milhões de barris por dia, contra o aumento de 1,37% anteriormente previsto.
"A magnitude e rapidez da recuperação terá um impacto notável na demanda mundial de petróleo este ano", segundo o último boletim mensal da organização.
Após revés judicial, ações da TIM iniciam a semana registrando forte queda
As ações preferenciais da TIM (TCSL4) operam em queda de 2,28% nesta segunda-feira (17), negociadas a R$ 6,00, o que pode ser encarado como um ajuste do mercado à altas registrada pela operadora nos últimos pregões, bem como à decisão da Justiça Federal proibindo a comercialização de novas assinaturas.
Na última sexta-feira, após o encerramento do pregão, a Justiça Federal do Rio Grande do Norte proibiu a operadora de telefonia celular TIM de comercializar novas assinaturas, habilitar novas linhas ou fazer portabilidade de acesso de outras operadoras.
Alta acumulada
Nos últimos sete dias as ações da TIM acumulam valorização de 4,17%, enquanto no ano a alta acumulada é de 8,89%. Ao considerar os últimos 30 dias, o avanço dos ativos é ainda maior, 9,09%.
Já em um ano, os acionistas da empresa veem seus papéis registrarem valorização acumulada de 19,66%.
Na última sexta-feira, após o encerramento do pregão, a Justiça Federal do Rio Grande do Norte proibiu a operadora de telefonia celular TIM de comercializar novas assinaturas, habilitar novas linhas ou fazer portabilidade de acesso de outras operadoras.
Alta acumulada
Nos últimos sete dias as ações da TIM acumulam valorização de 4,17%, enquanto no ano a alta acumulada é de 8,89%. Ao considerar os últimos 30 dias, o avanço dos ativos é ainda maior, 9,09%.
Já em um ano, os acionistas da empresa veem seus papéis registrarem valorização acumulada de 19,66%.
Siderúrgicas iniciam bem o ano de 2011, após 2010 negativo para o setor
Após um 2010 digno de ser esquecido – com duas das três siderúrgicas listadas na bolsa tendo perdido quase um quarto de seu valor de mercado -, as ações do setor têm tido um ótimo começo de ano, com CSN (CSAN3, +11,92%), Gerdau Met (GOAU4, +7,84%), Gerdau (GGBR4, +6,75%) e Usiminas (USIM3, +8,9% e USIM5, +6,21%) acumulando ganhos bem acima do Ibovespa, que subiu 2,36% nas primeiras duas semanas de 2011.
Quem olhar apenas para o desempenho das ações pode supor que esse momentum favorável é apenas um movimento de correção às fortes perdas de 2010, hipótese que poderia ganhar ainda mais sustentação se olhássemos para as perspectivas nada animadoras dos analistas para o setor em 2011, esperando que os mesmo fatores que conturbaram os mercados no ano passado, tais como a valorização das commodities metálicas e o aumento da concorrência externa, deverão persistir nos próximos 12 meses.
Quem olhar apenas para o desempenho das ações pode supor que esse momentum favorável é apenas um movimento de correção às fortes perdas de 2010, hipótese que poderia ganhar ainda mais sustentação se olhássemos para as perspectivas nada animadoras dos analistas para o setor em 2011, esperando que os mesmo fatores que conturbaram os mercados no ano passado, tais como a valorização das commodities metálicas e o aumento da concorrência externa, deverão persistir nos próximos 12 meses.
Venezuela fará aporte para refinaria com Petrobras
Estatal venezuelana contribuirá com US$480 mi em Pernambuco.
A estatal petrolífera da Venezuela, a PDVSA, dará em breve a sua esperada contribuição para a parceria que tem com a Petrobras em uma refinaria em construção em Pernambuco, disse na noite de sábado o ministro de Energia venezuelano, Rafael Ramírez. O aporte inicial seria enviado ao Brasil antes de fevereiro, acrescentou ele em entrevista a jornalistas. "Está tramitando (o empréstimo do BNDES, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), e nós vamos fazer nosso aporte de 480 milhões de dólares, que é o aporte inicial", disse ele.
A declaração foi feita depois de o ministro de Minas e Energia do Brasil, Edison Lobão, afirmar no início do mês que a Petrobras poderia construir a refinaria Abreu Lima sozinha, caso a Venezuela não cumprisse sua parte do acordo.
A PDVSA tem 40 por cento de participação no projeto da refinaria, que deverá produzir 230 mil barris por dia. O custo total da refinaria estimado pela PDVSA é de 12 bilhões de dólares.
Ramírez anunciou também que a PDVSA aumentará seus investimentos para 2011 em 4,3 por cento, para 12 bilhões de dólares. Em 2010, a estatal investiu 11,5 bilhões de dólares, bem menos do que o previsto inicialmente (16,4 bilhões de dólares). "Estimamos manter o nosso ritmo de investimento...", disse.
A estatal petrolífera da Venezuela, a PDVSA, dará em breve a sua esperada contribuição para a parceria que tem com a Petrobras em uma refinaria em construção em Pernambuco, disse na noite de sábado o ministro de Energia venezuelano, Rafael Ramírez. O aporte inicial seria enviado ao Brasil antes de fevereiro, acrescentou ele em entrevista a jornalistas. "Está tramitando (o empréstimo do BNDES, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), e nós vamos fazer nosso aporte de 480 milhões de dólares, que é o aporte inicial", disse ele.
A declaração foi feita depois de o ministro de Minas e Energia do Brasil, Edison Lobão, afirmar no início do mês que a Petrobras poderia construir a refinaria Abreu Lima sozinha, caso a Venezuela não cumprisse sua parte do acordo.
A PDVSA tem 40 por cento de participação no projeto da refinaria, que deverá produzir 230 mil barris por dia. O custo total da refinaria estimado pela PDVSA é de 12 bilhões de dólares.
Ramírez anunciou também que a PDVSA aumentará seus investimentos para 2011 em 4,3 por cento, para 12 bilhões de dólares. Em 2010, a estatal investiu 11,5 bilhões de dólares, bem menos do que o previsto inicialmente (16,4 bilhões de dólares). "Estimamos manter o nosso ritmo de investimento...", disse.
Souza, Cescon abre o ano com 30 operações de fusão e aquisição
Escritório de advocacia liderou as operações no ano passado, com US$ 28,6 bilhões em negócios gerados.
Depois de participar, no ano passado, de 41 operações que movimentaram 28,6 bilhões de dólares, o escritório Souza, Cescon, Barrieu & Flesch não quer perder o passo em 2011. “Abrimos o ano com cerca de 30 operações em andamento”, afirma o sócio Luis Souza. “É um número expressivo para janeiro, e algumas negociações são substantivas”, diz.
Segundo o advogado, alguns setores que lideraram as fusões e aquisições, em 2010, continuarão aquecidos nos próximos meses. Em telecomunicações, por exemplo, espera-se a continuidade do processo de consolidação, que se estenderia também para os fornecedores da cadeia. Outro impulso é o mercado de banda larga, para o qual o governo estuda um ambicioso plano de popularização.
O setor de óleo e gás, que chamou a atenção no ano passado, também deve continuar em evidência. Além de empresas desejosas de adquirir fatias em campos já licitados, Souza enxerga também o movimento de companhias interessadas em novas licitações. Outra fonte de negócios será a consolidação dos fornecedores da cadeia, estimulada pelo bilionário plano de investimentos da Petrobras.
Depois de participar, no ano passado, de 41 operações que movimentaram 28,6 bilhões de dólares, o escritório Souza, Cescon, Barrieu & Flesch não quer perder o passo em 2011. “Abrimos o ano com cerca de 30 operações em andamento”, afirma o sócio Luis Souza. “É um número expressivo para janeiro, e algumas negociações são substantivas”, diz.
Segundo o advogado, alguns setores que lideraram as fusões e aquisições, em 2010, continuarão aquecidos nos próximos meses. Em telecomunicações, por exemplo, espera-se a continuidade do processo de consolidação, que se estenderia também para os fornecedores da cadeia. Outro impulso é o mercado de banda larga, para o qual o governo estuda um ambicioso plano de popularização.
O setor de óleo e gás, que chamou a atenção no ano passado, também deve continuar em evidência. Além de empresas desejosas de adquirir fatias em campos já licitados, Souza enxerga também o movimento de companhias interessadas em novas licitações. Outra fonte de negócios será a consolidação dos fornecedores da cadeia, estimulada pelo bilionário plano de investimentos da Petrobras.
Alta nas vendas da Hering terá impacto positivo sobre ações no curto prazo
A Cia. Hering (HGTX3) divulgou nessa sexta-feira (14) sua prévia referente ao desempenho de vendas no quarto trimestre de 2010, e a evolução do número de lojas.
Além disso, a Cia. Hering encerrou o ano de 2010 com 428 lojas no Brasil, 12 unidades acima das projeções da Fator. Em relação às vendas totais, elas tiveram uma expansão de 41,9% na comparação entre o último trimestre de 2009 e 2010, ao passo que as vendas no conceito mesmas lojas marcaram alta de 20,6% na mesma base.
Além disso, a Cia. Hering encerrou o ano de 2010 com 428 lojas no Brasil, 12 unidades acima das projeções da Fator. Em relação às vendas totais, elas tiveram uma expansão de 41,9% na comparação entre o último trimestre de 2009 e 2010, ao passo que as vendas no conceito mesmas lojas marcaram alta de 20,6% na mesma base.
AmBev recua 5,87% e é destaque de queda do Ibovespa na semana
As ações da AmBev (AMBV4) terminaram a segunda semana de janeiro como a principal baixa dentre os papéis que compõem o Ibovespa. Após ter marcado a segunda maior alta do ano em 2010, a empresa acumulou perdas de 5,87% na semana, encerrando cotada a R$ 46,83. No mesmo período, o Ibovespa avançou 1,27%, chegando aos 70.940 pontos.
A companhia enfrenta a perspectiva de um resultado abaixo do esperado pelo mercado no 4º trimestre de 2010, refletindo os volumes mais fracos da indústria. Além disso, 2011 traz um fluxo limitado de notícias positivas sobre a empresa.
A companhia enfrenta a perspectiva de um resultado abaixo do esperado pelo mercado no 4º trimestre de 2010, refletindo os volumes mais fracos da indústria. Além disso, 2011 traz um fluxo limitado de notícias positivas sobre a empresa.
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Panamericano promete divulgar balanço do 3º trimestre até dia 31
O Banco Panamericano informou à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) que pretende divulgar o balanço referente ao terceiro trimestre de 2010 até o dia 31 de janeiro.
Segundo o comunicado, a atual administração do banco "está envidando os seus melhores esforços para entregar as informações mencionadas".
O Panamericano sofreu um rombo de R$ 2,5 bilhões em suas contas, segundo apurou o Banco Central, o que obrigou seu controlador, o apresentador Silvio Santos, a recorrer ao Fundo Garantidor de Crédito (FGC).
Ele levantou um empréstimo emergencial para equilibrar o patrimônio da instituição e evitar a falência. A operação teve como garantia os bens do Grupo Silvio Santos.
O caso provocou a saída de toda a direção do Panamericano na época, entre eles, Wilson Roberto de Aro, diretor financeiro; e Rafael Palladino, superintendente e concunhado de Silvio Santos.
O anúncio da fraude veio a público em 9 de novembro de 2010, poucos dias antes do banco divulgar o balanço do terceiro trimestre. Diante dos fatos, a nova administração adiou a divulgação dos demonstrativos para que fosse feita uma auditoria detalhada nos números.
Segundo o comunicado, a atual administração do banco "está envidando os seus melhores esforços para entregar as informações mencionadas".
O Panamericano sofreu um rombo de R$ 2,5 bilhões em suas contas, segundo apurou o Banco Central, o que obrigou seu controlador, o apresentador Silvio Santos, a recorrer ao Fundo Garantidor de Crédito (FGC).
Ele levantou um empréstimo emergencial para equilibrar o patrimônio da instituição e evitar a falência. A operação teve como garantia os bens do Grupo Silvio Santos.
O caso provocou a saída de toda a direção do Panamericano na época, entre eles, Wilson Roberto de Aro, diretor financeiro; e Rafael Palladino, superintendente e concunhado de Silvio Santos.
O anúncio da fraude veio a público em 9 de novembro de 2010, poucos dias antes do banco divulgar o balanço do terceiro trimestre. Diante dos fatos, a nova administração adiou a divulgação dos demonstrativos para que fosse feita uma auditoria detalhada nos números.
Faturamento do Grupo Pão de Açúcar cresce, mas desacelera
O Grupo Pão de Açúcar encerrou o último trimestre de 2010 com 12,6 bilhões de reais em vendas brutas. O valor indica um crescimento de 50,7% em relação ao mesmo trimestre de 2009. O crescimento justifica-se pela consolidação de dois meses de resultados da Casas Bahia, segundo analistas, que também observaram desaceleração nos resultados da rede.
Consumo de gasolina começa forte em 2011, diz Petrobras
Apesar da alta demanda, empresa descarta importar o combustível neste momento.
O consumo de gasolina começou forte em 2011 no Brasil, depois de registrar um recorde no fim de 2010, mas por enquanto a Petrobras não cogita importar o combustível, afirmou à Reuters o diretor de Abastecimento da empresa, Paulo Roberto Costa.
"Entrou forte (o consumo) porque o preço do etanol em vários Estados não está competitivo com a gasolina", explicou o executivo à Reuters nesta sexta-feira.
"Nesse momento, não (vai precisar importar), a gente está com produção suficiente, processando o máximo possível, e todo dia a gente faz uma conta para ver o que é melhor produzir, se é gasolina, se é diesel", disse.
Entre março e abril do ano passado, a Petrobras importou 2,4 milhões de barris de gasolina motivada pelo aumento da demanda pelo produto, que em algumas épocas do ano tem preço mais competitivo do que o etanol por questões de safra ou climáticas.
Segundo dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), referentes à semana passada, a gasolina está mais cara do que o etanol em 21 Estados brasileiros.
Esta semana a Petrobras informou que bateu recorde de vendas do combustível em dezembro, assim como de querosene de aviação, e fechou o ano com vendas 17,8 e 16,6 por cento maiores, respectivamente.
Para Costa, em 2011 o crescimento das vendas dos dois combustíveis poderá ser mais tímido, já que geralmente acompanha de alguma forma o desempenho da economia.
Em 2010, no entanto, o movimento foi atípico, com as vendas de gasolina e QAV superando as previsões do PIB para o ano.
"Em 2010 o crescimento dos derivados foi maior do que o PIB, o que não é comum, pode ter mudado o perfil", disse Costa, lembrando que nos últimos anos a alta do poder aquisitivo provocou um boom no país de venda de automóveis e passagens de avião, entre outros itens.
Ele destacou os números divulgados pela Agência Nacional de Aviação (Anac) na quinta-feira, que mostraram crescimento de 23,5 por cento da demanda por vôos em 2010.
"Eu acho que isso já é um fato incorporado na economia (a entrada de novos consumidores)", avaliou.
Enquanto para 2010 as projeções oficiais apontam para alta entre 7,5 e 8 por cento do Produto Interno Bruto (PIB) , para 2011 as estimativas giram em torno de 4,5 e 5 por cento.
O consumo de gasolina começou forte em 2011 no Brasil, depois de registrar um recorde no fim de 2010, mas por enquanto a Petrobras não cogita importar o combustível, afirmou à Reuters o diretor de Abastecimento da empresa, Paulo Roberto Costa.
"Entrou forte (o consumo) porque o preço do etanol em vários Estados não está competitivo com a gasolina", explicou o executivo à Reuters nesta sexta-feira.
"Nesse momento, não (vai precisar importar), a gente está com produção suficiente, processando o máximo possível, e todo dia a gente faz uma conta para ver o que é melhor produzir, se é gasolina, se é diesel", disse.
Entre março e abril do ano passado, a Petrobras importou 2,4 milhões de barris de gasolina motivada pelo aumento da demanda pelo produto, que em algumas épocas do ano tem preço mais competitivo do que o etanol por questões de safra ou climáticas.
Segundo dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), referentes à semana passada, a gasolina está mais cara do que o etanol em 21 Estados brasileiros.
Esta semana a Petrobras informou que bateu recorde de vendas do combustível em dezembro, assim como de querosene de aviação, e fechou o ano com vendas 17,8 e 16,6 por cento maiores, respectivamente.
Para Costa, em 2011 o crescimento das vendas dos dois combustíveis poderá ser mais tímido, já que geralmente acompanha de alguma forma o desempenho da economia.
Em 2010, no entanto, o movimento foi atípico, com as vendas de gasolina e QAV superando as previsões do PIB para o ano.
"Em 2010 o crescimento dos derivados foi maior do que o PIB, o que não é comum, pode ter mudado o perfil", disse Costa, lembrando que nos últimos anos a alta do poder aquisitivo provocou um boom no país de venda de automóveis e passagens de avião, entre outros itens.
Ele destacou os números divulgados pela Agência Nacional de Aviação (Anac) na quinta-feira, que mostraram crescimento de 23,5 por cento da demanda por vôos em 2010.
"Eu acho que isso já é um fato incorporado na economia (a entrada de novos consumidores)", avaliou.
Enquanto para 2010 as projeções oficiais apontam para alta entre 7,5 e 8 por cento do Produto Interno Bruto (PIB) , para 2011 as estimativas giram em torno de 4,5 e 5 por cento.
Itaú BBA considera negativa descoberta de gás da OGX na Bacia de Campos
O anúncio pela OGX (OGXP3) da identificação da presença de hidrocarbonetos em um poço localizado na parte norte da Bacia de Campos é uma notícia negativa para a ação, segundo o Itaú BBA, uma vez que o acúmulo é composta majoritariamente por gás natural, em vez de petróleo.
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
Chevron vai expandir projeto Frade e explorar pré-sal
Exploração brasileira da empresa por enquanto se concentra em águas rasas, e precisou de um investimento de US$ 3 bilhões
A Chevron Corp., segunda maior petrolífera dos Estados Unidos, planeja expandir o projeto Frade, de US$ 3 bilhões, no litoral brasileiro, e fazer perfurações mais profundas, chegando à camada do pré-sal.
A empresa pode começar a exploração da camada do pré-sal no fim deste ano ou no início de 2012, disse Ali Moshiri, diretor de exploração e produção da companhia para a África e a América Latina. A Chevron, que já produz petróleo de camadas mais rasas em Frade, na Bacia de Campos, pode usar uma segunda plataforma no campo para desenvolver reservas maiores e mais profundas, disse o executivo.
“Frade tem sido uma boa surpresa até agora em termos de produção”, disse Moshiri em entrevista por telefone de Houston, nos Estados Unidos. “Nosso desejo é que a reserva seja grande suficiente para um projeto que se sustente.”
A Chevron quer reproduzir o sucesso da Petróleo Brasileiro SA nas descobertas de óleo abaixo de campos já conhecidos. Dois dos dez poços mais produtivos do Brasil foram descobertos no campo Jubarte, também na Bacia de Campos, depois que a Petrobras fez perfurações abaixo da camada de sal.
A produção em Frade pode superar 90.000 barris por dia este ano, contra 80.000 atualmente, disse Moshiri. A Chevron tem uma participação de 51,74 por cento no campo e é a operadora do projeto. Petrobras, Inpex Corp., Sojitz Corp. e Japan Oil, Gas and Metals National Corp. também detêm fatias na concessão.
A Chevron Corp., segunda maior petrolífera dos Estados Unidos, planeja expandir o projeto Frade, de US$ 3 bilhões, no litoral brasileiro, e fazer perfurações mais profundas, chegando à camada do pré-sal.
A empresa pode começar a exploração da camada do pré-sal no fim deste ano ou no início de 2012, disse Ali Moshiri, diretor de exploração e produção da companhia para a África e a América Latina. A Chevron, que já produz petróleo de camadas mais rasas em Frade, na Bacia de Campos, pode usar uma segunda plataforma no campo para desenvolver reservas maiores e mais profundas, disse o executivo.
“Frade tem sido uma boa surpresa até agora em termos de produção”, disse Moshiri em entrevista por telefone de Houston, nos Estados Unidos. “Nosso desejo é que a reserva seja grande suficiente para um projeto que se sustente.”
A Chevron quer reproduzir o sucesso da Petróleo Brasileiro SA nas descobertas de óleo abaixo de campos já conhecidos. Dois dos dez poços mais produtivos do Brasil foram descobertos no campo Jubarte, também na Bacia de Campos, depois que a Petrobras fez perfurações abaixo da camada de sal.
A produção em Frade pode superar 90.000 barris por dia este ano, contra 80.000 atualmente, disse Moshiri. A Chevron tem uma participação de 51,74 por cento no campo e é a operadora do projeto. Petrobras, Inpex Corp., Sojitz Corp. e Japan Oil, Gas and Metals National Corp. também detêm fatias na concessão.
Ações da Eletrobras avançam um dia antes do início do período de subscrição
As ações da Eletrobras (ELET3, ELET6) começam o dia na ponta positiva do Ibovespa, em seu segundo dia de negociações na forma “ex”. Há pouco, os ativos ON da elétrica avançavam 1,10%, enquanto os papéis preferenciais classe B subiam 0,76%. Já o Ibovespa opera em baixa de 0,23% nesta quinta-feira (13).
Os acionistas da companhia aprovaram, na última terça-feira (11), um aumento de capital no valor de R$ 5,1 bilhões via subscrição de ações, oriundo do AFAC (Adiantamentos para Futuro Aumento de Capital). O período de subscrição começa na próxima sessão e vai até 14 de fevereiro. Os acionistas detentores de ações ordinárias terão o direito de subscrever 0,19 nova ação ON para cada papel em sua posse e os acionistas detentores das ações PN terão direito de subscrever 0,17 nova ação para cada ação detida na data da AGE (Assembleia Geral Extraordinária).
Os acionistas da companhia aprovaram, na última terça-feira (11), um aumento de capital no valor de R$ 5,1 bilhões via subscrição de ações, oriundo do AFAC (Adiantamentos para Futuro Aumento de Capital). O período de subscrição começa na próxima sessão e vai até 14 de fevereiro. Os acionistas detentores de ações ordinárias terão o direito de subscrever 0,19 nova ação ON para cada papel em sua posse e os acionistas detentores das ações PN terão direito de subscrever 0,17 nova ação para cada ação detida na data da AGE (Assembleia Geral Extraordinária).
Telebras fecha este mês acordo para usar fibras óticas da Petrobras e Eletrobras
A Telebras deve fechar ainda este mês acordos com a Petrobras e a Eletrobras para usar a rede de fibras óticas das duas estatais no âmbito do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), que vai levar internet em alta velocidade para 1.173 cidades.
A informação foi dada pelo presidente da Telebras, Rogério Santanna, que reuniu-se na tarde de hoje (12) com o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo. “O ministro [Paulo Bernardo] já tratou com o ministro [de Minas e Energia, Edson] Lobão para apressar essas tratativas”, disse.
Na última sexta-feira (7), Paulo Bernardo disse que ainda está sendo estudada a forma pela qual a Telebras vai remunerar as estatais pelo uso das redes. Santanna, no entanto, não informou valores. A Telebras terá R$ 589 milhões para implantar o PNBL.
A informação foi dada pelo presidente da Telebras, Rogério Santanna, que reuniu-se na tarde de hoje (12) com o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo. “O ministro [Paulo Bernardo] já tratou com o ministro [de Minas e Energia, Edson] Lobão para apressar essas tratativas”, disse.
Na última sexta-feira (7), Paulo Bernardo disse que ainda está sendo estudada a forma pela qual a Telebras vai remunerar as estatais pelo uso das redes. Santanna, no entanto, não informou valores. A Telebras terá R$ 589 milhões para implantar o PNBL.
Com forte demanda, Espanha capta € 3 bi em emissão de dívida
O governo espanhol anunciou nesta quinta-feira (13) que captou € 3 bilhões em emissão de bônus com vencimento em cinco anos, cujo rendimento (yield) atingiu 4,542%, frente ao patamar de 3,576% registrado em operação de novembro do ano passado.
Assim, a Espanha pagou um preço mais elevado para emprestar do que a soma paga em seu último leilão. Entretanto, esperava-se que o salto nos rendimentos dos títulos fosse maior que o apresentado, em até 130 pontos base.
Vale destacar também que a demanda pelos títulos espanhóis esteve alta, sendo que a procura superou 2,01 vezes a oferta total apresentada. Em novembro, a taxa fora 1,6.
Assim, a Espanha pagou um preço mais elevado para emprestar do que a soma paga em seu último leilão. Entretanto, esperava-se que o salto nos rendimentos dos títulos fosse maior que o apresentado, em até 130 pontos base.
Vale destacar também que a demanda pelos títulos espanhóis esteve alta, sendo que a procura superou 2,01 vezes a oferta total apresentada. Em novembro, a taxa fora 1,6.
Petróleo fecha em alta, impulsionado pela melhora econômica nos EUA
Os principais contratos de petróleo fecharam esta quarta-feira (12) em alta, após Fed sinalizar que a economia norte-americana segue em recuperação e diante da retomada da atividade do oleoduto Trans-Alaska, que iniciou temporariamente suas operações a um ritmo mais baixo. Além disso, o Departamento de Energia dos Estados Unidos apresentou dados referentes aos estoques de petróleo, mostrando que eles caíram mais do que o esperado, um sinal de que o consumo pelo óleo aumentou.
Outro dado positivo nesta quarta-feira foi a elevação da produção industrial na zona do euro, que cresceu 1,2% em novembro de 2010, na comparação com outubro. De acordo com a agência de estatísticas da União Europeia, o avanço foi maior que o esperado pelos analistas.
A cotação do barril do petróleo Brent, negociado no mercado de Londres, fechou a US$ 98,12 no pregão desta quarta-feira, alta de 0,52% em relação ao último fechamento. O contrato com vencimento em fevereiro, que apresenta maior liquidez no mercado de Nova York, fechou cotado a US$ 91,86 por barril, configurando uma alta de 0,82% frente ao fechamento anterior e também o maior nível desde outubro de 2008.
Outro dado positivo nesta quarta-feira foi a elevação da produção industrial na zona do euro, que cresceu 1,2% em novembro de 2010, na comparação com outubro. De acordo com a agência de estatísticas da União Europeia, o avanço foi maior que o esperado pelos analistas.
A cotação do barril do petróleo Brent, negociado no mercado de Londres, fechou a US$ 98,12 no pregão desta quarta-feira, alta de 0,52% em relação ao último fechamento. O contrato com vencimento em fevereiro, que apresenta maior liquidez no mercado de Nova York, fechou cotado a US$ 91,86 por barril, configurando uma alta de 0,82% frente ao fechamento anterior e também o maior nível desde outubro de 2008.
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Ações da MMX operam em forte alta, seguindo avanço global no setor
As ações da MMX (MMXM3) operam em forte alta no pregão desta quarta-feira (12), avançando 3,65% na sessão, sendo negociadas a R$ 11,36, favorecidas pela melhora na avaliação sobre a economia global deste dia.
O setor de mineração como um todo demonstra estar contagiado pela visão favorável sobre a recuperação econômica, que tomou os mercados após a oferta de títulos em Portugal ter sido bem sucedida. O leilão desta manhã foi encarado com um bom sinal frente às recorrentes más notícias vindas dos combalidos PIIGS (Portugal, Irlanda, Itália e Grécia).
O setor de mineração como um todo demonstra estar contagiado pela visão favorável sobre a recuperação econômica, que tomou os mercados após a oferta de títulos em Portugal ter sido bem sucedida. O leilão desta manhã foi encarado com um bom sinal frente às recorrentes más notícias vindas dos combalidos PIIGS (Portugal, Irlanda, Itália e Grécia).
Petrobras anuncia recorde em vendas de gasolina e QAV em dezembro de 2010
A Petrobras (PETR3, PETR4) informou nesta quarta-feira (12) que no mês de dezembro de 2010 foram registrados novos recordes históricos de vendas de gasolina e de QAV (querosene de aviação).
No período, as vendas de gasolina da estatal totalizaram 1,966 milhão de metros cúbicos, ou 399 mil bpd (barris por dia). O número é superior às vendas de março de 2010, quando foi registrado o recorde anterior, em 50 mil metros cúbicos, quando o percentual de álcool anidro adicionado na gasolina estava reduzido de 25% para 20%.
Segundo a empresa, os fatores que contribuíram para esse resultado foram a sazonalidade típica do mês e a alta nos preços do etanol hidratado, o que fez com que os proprietários de veículos flex-fuel preferissem a gasolina ao álcool.
Para os próximos meses, a perspectiva é de que o aquecimento das vendas do combustível seja mantido "em função da maior frota de veículos leves incorporada ao longo de 2010 no mercado brasileiro e da entressafra da cana-de-açúcar".
No período, as vendas de gasolina da estatal totalizaram 1,966 milhão de metros cúbicos, ou 399 mil bpd (barris por dia). O número é superior às vendas de março de 2010, quando foi registrado o recorde anterior, em 50 mil metros cúbicos, quando o percentual de álcool anidro adicionado na gasolina estava reduzido de 25% para 20%.
Segundo a empresa, os fatores que contribuíram para esse resultado foram a sazonalidade típica do mês e a alta nos preços do etanol hidratado, o que fez com que os proprietários de veículos flex-fuel preferissem a gasolina ao álcool.
Para os próximos meses, a perspectiva é de que o aquecimento das vendas do combustível seja mantido "em função da maior frota de veículos leves incorporada ao longo de 2010 no mercado brasileiro e da entressafra da cana-de-açúcar".
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Alckmin diz que não há nada definido sobre venda da Cesp
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, afirmou que "não há nada definido" sobre uma possível privatização ou venda da Cesp para o governo federal.
"Primeiro vamos discutir a renovação da concessão", disse o tucano após entrevista coletiva em que anunciou medidas de combate às chuvas.
Reportagem publicada hoje pela "Folha de S.Paulo" afirma que Alckmin teria autorizado a negociação da venda da Cesp para o governo federal, mais especificamente para Furnas, empresa do sistema Eletrobrás.
A geradora de energia também já foi alvo de rumores de uma possível privatização. O governo tucano já tentou vender a companhia três vezes - a última tentativa foi durante a gestão de José Serra.
A principal barreira, hoje, para a venda é a renovação das concessões de usinas de Jupiá e Ilha Solteira, que vencem em 2015. O assunto está em discussão com o governo federal.
"Primeiro vamos discutir a renovação da concessão", disse o tucano após entrevista coletiva em que anunciou medidas de combate às chuvas.
Reportagem publicada hoje pela "Folha de S.Paulo" afirma que Alckmin teria autorizado a negociação da venda da Cesp para o governo federal, mais especificamente para Furnas, empresa do sistema Eletrobrás.
A geradora de energia também já foi alvo de rumores de uma possível privatização. O governo tucano já tentou vender a companhia três vezes - a última tentativa foi durante a gestão de José Serra.
A principal barreira, hoje, para a venda é a renovação das concessões de usinas de Jupiá e Ilha Solteira, que vencem em 2015. O assunto está em discussão com o governo federal.
Chance de federalização da Cesp eleva preço das ações
As ações da estatal paulista de energia Cesp voltavam a exibir valorização expressiva na Bovespa nesta terça-feira, repercutindo a possibilidade de que a estatal paulista seja vendida ao governo federal.
Às 13h37, os papéis preferenciais da Cesp avançavam 2,89 por cento, cotados a 29,95 reais, com a maior valorização entre as ações que integram a carteira teórica do Ibovespa, que subia 0,45 por cento no mesmo horário.
Neste ano até 10 de janeiro as ações da Cesp acumulam ganho de quase 8 por cento, contra variação positiva de 1,2 por cento do Ibovespa em igual intervalo, diante de expectativas de retomada do processo de venda da empresa pelo governo de São Paulo.
Às 13h37, os papéis preferenciais da Cesp avançavam 2,89 por cento, cotados a 29,95 reais, com a maior valorização entre as ações que integram a carteira teórica do Ibovespa, que subia 0,45 por cento no mesmo horário.
Neste ano até 10 de janeiro as ações da Cesp acumulam ganho de quase 8 por cento, contra variação positiva de 1,2 por cento do Ibovespa em igual intervalo, diante de expectativas de retomada do processo de venda da empresa pelo governo de São Paulo.
Inviabilidade comercial de poços da OGX pesa e papéis se destacam entre quedas
O fracasso da OGX (OGXP3) em encontrar comercialidade em poço localizado na Bacia de Santos repercutiu negativamente junto ao BB Investimentos e ao mercado como um todo, com as ações da empresa desvalorizando 1,16% na sessão desta terça-feira (11).
Contudo, os resultados obtidos na Bacia de Campos, que até agora não apresentou poços considerados não comerciais, contribuem para que a OGX ainda registre um índice de sucesso de 89% em suas perfurações.
Contudo, os resultados obtidos na Bacia de Campos, que até agora não apresentou poços considerados não comerciais, contribuem para que a OGX ainda registre um índice de sucesso de 89% em suas perfurações.
Dilma prepara mais medidas para conter queda do dólar
Depois de adotar medidas para reduzir o volume das operações dos bancos com câmbio, que ajudam a derrubar o dólar, o governo reforçou, ontem, seus instrumentos para tentar diminuir também o ganho dos investidores nessas especulações.
O Tesouro foi autorizado a comprar e vender dólar nos mercados futuros, usando o dinheiro do Fundo Soberano do Brasil, uma poupança do governo em reais.
Além disso, a Fazenda quer anunciar ainda nesta semana novas medidas para conter a alta do real, o que deve incluir a divulgação do quanto será bloqueado do Orçamento.
Segundo a Folha apurou, o anúncio depende da cotação do dólar na semana, e a estratégia é apresentar tudo antes da reunião do Copom, na próxima semana. Apesar de o Planalto já dar como certa uma elevação dos juros, quer evitar uma alta "draconiana" da Selic.
Na lista de possibilidades, está novo aumento do IOF para o investidor estrangeiro.
Já se discute um corte acima de R$ 40 bilhões no Orçamento, montante considerado alto por parte da equipe.
O Tesouro foi autorizado a comprar e vender dólar nos mercados futuros, usando o dinheiro do Fundo Soberano do Brasil, uma poupança do governo em reais.
Além disso, a Fazenda quer anunciar ainda nesta semana novas medidas para conter a alta do real, o que deve incluir a divulgação do quanto será bloqueado do Orçamento.
Segundo a Folha apurou, o anúncio depende da cotação do dólar na semana, e a estratégia é apresentar tudo antes da reunião do Copom, na próxima semana. Apesar de o Planalto já dar como certa uma elevação dos juros, quer evitar uma alta "draconiana" da Selic.
Na lista de possibilidades, está novo aumento do IOF para o investidor estrangeiro.
Já se discute um corte acima de R$ 40 bilhões no Orçamento, montante considerado alto por parte da equipe.
Siderúrgicas asiáticas enfrentam pressão de aumento de custos
Siderúrgicas do Japão e da Coreia do Sul devem divulgar resultados baixos para o trimestre encerrado em dezembro, pressionadas por demanda fraca e aumento nos custos com matérias-primas. Apesar disso, usinas na China e na Índia podem ter resultado melhor que o esperado, apoiadas em demanda doméstica elevada.
Uma recente redução em estoques na China e aumento global nos preços do aço nos últimos meses têm impulsionado preços na Ásia e as siderúrgicas devem acabar buscando novos aumentos durante o primeiro semestre deste ano para cobrir custos maiores com insumos.
As siderúrgicas na Ásia estão observando aumentos de custos após as inundações nas minas de carvão da Austrália, forçando produtores de aço a buscar novos fornecedores. Os preços do carvão coque devem subir em 20 por cento, para 300 dólares a tonelada, o maior nível em quase dois anos.
Uma recente redução em estoques na China e aumento global nos preços do aço nos últimos meses têm impulsionado preços na Ásia e as siderúrgicas devem acabar buscando novos aumentos durante o primeiro semestre deste ano para cobrir custos maiores com insumos.
As siderúrgicas na Ásia estão observando aumentos de custos após as inundações nas minas de carvão da Austrália, forçando produtores de aço a buscar novos fornecedores. Os preços do carvão coque devem subir em 20 por cento, para 300 dólares a tonelada, o maior nível em quase dois anos.
OGX conclui perfuração de poço em Santos sem indício de óleo comercial
Sem sucesso na descoberta de petróleo comercial, a OGX concluiu a perfuração do poço OGX-23, localizado na Bacia de Santos. A empresa do grupo EBX observou, em nota, que foram confirmados apenas indícios de hidrocarbonetos nos reservatórios, "mas não se revelaram comerciais".
O poço faz parte do bloco BM-S-58, em que a OGX detém 100% de participação. A perfuração do poço buscou testar reservatórios em estrutura adjacente às descobertas feitas no poço OGX-19A.
A sonda iniciou as atividades no poço em 25 de outubro do ano passado. A perfuração atingiu a profundidade total de 5.623 metros.
O poço faz parte do bloco BM-S-58, em que a OGX detém 100% de participação. A perfuração do poço buscou testar reservatórios em estrutura adjacente às descobertas feitas no poço OGX-19A.
A sonda iniciou as atividades no poço em 25 de outubro do ano passado. A perfuração atingiu a profundidade total de 5.623 metros.
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Petrobras antecipa projetos do pré-sal com afretamento de plataformas
A Petrobras (PETR3, PETR4) anunciou nesta sexta-feira (7) a antecipação da operação de projetos-piloto para as reservas da camada pré-sal, após ter aprovado o afretamento de duas novas plataformas do tipo FPSO.
Segundo a companhia, cada plataforma terá a capacidade de produzir até 150 mil barris de petróleo e 8 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia. Sua especificação - FPSO - indica a capacidade de produção, armazenagem e transferência dos hidrocarbonetos.
As áreas contempladas serão de Guará-Norte e o campo de Cernambi - antiga área de Iracema, cujo nome foi recentemente alterado após ter sua comercialidade declarada pela empresa, com reservas estimadas em 1,8 bilhão de boed (barris de óleo equivalente), com 30 graus API.
Segundo a companhia, cada plataforma terá a capacidade de produzir até 150 mil barris de petróleo e 8 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia. Sua especificação - FPSO - indica a capacidade de produção, armazenagem e transferência dos hidrocarbonetos.
As áreas contempladas serão de Guará-Norte e o campo de Cernambi - antiga área de Iracema, cujo nome foi recentemente alterado após ter sua comercialidade declarada pela empresa, com reservas estimadas em 1,8 bilhão de boed (barris de óleo equivalente), com 30 graus API.
Bons resultados do setor automobilístico têm reflexo positivo nas siderúrgicas
Como os bons números do setor refletem favoravelmente na indústria siderúrgica, em especial para aços planos, os papéis da Gerdau (GGBR4) se destacam, obtendo recomendação de compra.
A notícia também é positiva para os papéis da Tegma (TGMA3) que recebem a mesma recomendação. Outros papéis também indicados para compra são CSN (CSNA4) e Usiminas (USIM5).
Os números da indústria automobilística foram divulgados pela ANFAVEA (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), mostrado alta de 12,3% da produção de veículos na comparação entre os meses de dezembro de 2010 e do ano anterior.
Em relação ao acumulado do ano de 2010, foram produzidas 3,64 milhões de unidades e vendidas 3,52 milhões,14,3% e 11,9% a mais do que no ano anterior, nessa ordem.
A notícia também é positiva para os papéis da Tegma (TGMA3) que recebem a mesma recomendação. Outros papéis também indicados para compra são CSN (CSNA4) e Usiminas (USIM5).
Os números da indústria automobilística foram divulgados pela ANFAVEA (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), mostrado alta de 12,3% da produção de veículos na comparação entre os meses de dezembro de 2010 e do ano anterior.
Em relação ao acumulado do ano de 2010, foram produzidas 3,64 milhões de unidades e vendidas 3,52 milhões,14,3% e 11,9% a mais do que no ano anterior, nessa ordem.
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Atrasados com a CVM, Laep e Manguinhos esperam acertar pendências em breve
A CVM (Comissão de Valores Mobiliários) divulgou na última terça-feira (4) uma relação com 29 empresas cuja entrega de documentação está atrasada, na qual consta a Refinaria de Petróleo de Manguinhos (RPMG3, RPMG4), a BHG (BHGR3), a Estrela (ESTR4) e a Laep (MILK11).
A InfoMoney foi informada pela Manguinhos que a companhia deverá cumprir com suas obrigações junto à CVM até o final deste mês. A Laep também retornou o contato da InfoMoney e disse estar trabalhando na normalização de suas obrigações junto à autarquia, o que deve ocorrer "em breve".
A nota da BHG à InfoMoney diz: "Ao contrário do divulgado pela CVM, a BHG S.A. – Brazil Hospitality Group não está inadimplente com a documentação. Todas as informações foram enviadas dentro do prazo exigido e eventuais falhas no sistema já foram corrigidas".
Já com relação à Estrela, a InfoMoney não obteve resposta, até o momento, sobre a previsão de entrega.
Os documentos em pendência para a Manguinhos são o formulário de referência e o ITR. A autarquia adicionou à lista aquelas empresas que não enviaram à ela os documentos com base na data anterior a 4 de outubro.
Alerta aos investidores
Segundo o comunicado enviado pela CVM, a intenção da lista de empresas é alertar aos investidores e ao público em geral para considerarem tal fato nas relações com as devidas companhias abertas ou nas decisões de investimento.
A InfoMoney foi informada pela Manguinhos que a companhia deverá cumprir com suas obrigações junto à CVM até o final deste mês. A Laep também retornou o contato da InfoMoney e disse estar trabalhando na normalização de suas obrigações junto à autarquia, o que deve ocorrer "em breve".
A nota da BHG à InfoMoney diz: "Ao contrário do divulgado pela CVM, a BHG S.A. – Brazil Hospitality Group não está inadimplente com a documentação. Todas as informações foram enviadas dentro do prazo exigido e eventuais falhas no sistema já foram corrigidas".
Já com relação à Estrela, a InfoMoney não obteve resposta, até o momento, sobre a previsão de entrega.
Os documentos em pendência para a Manguinhos são o formulário de referência e o ITR. A autarquia adicionou à lista aquelas empresas que não enviaram à ela os documentos com base na data anterior a 4 de outubro.
Alerta aos investidores
Segundo o comunicado enviado pela CVM, a intenção da lista de empresas é alertar aos investidores e ao público em geral para considerarem tal fato nas relações com as devidas companhias abertas ou nas decisões de investimento.
Petrobras identifica indícios de hidrocarbonetos na bacia de Sergipe
A Petrobras (PETR3,PETR4) comunicou na última terça-feira (4) a ANP (Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocumbustíveis) ter identificado indícios de hidrocarbonetos em perfuração na Bacia de Sergipe.
Conforme reportado à agência, trata-se do poço 3-BRSA-900-SE, localizado no campo de Carmópolis. Os indícios foram identificados a 230 metros de profundidade, em um poço terrestre, após perfurações realizadas pela sonda BCH Energy 3.
Conforme reportado à agência, trata-se do poço 3-BRSA-900-SE, localizado no campo de Carmópolis. Os indícios foram identificados a 230 metros de profundidade, em um poço terrestre, após perfurações realizadas pela sonda BCH Energy 3.
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
JBS perde rentabilidade na renda-fixa com avanço sobre Sara Lee
Rentabilidade dos títulos da dívida externa da JBS está abaixo do ganho de outras empresas brasileiras, como da Marfrig, sua principal rival.
A rentabilidade dos títulos da dívida externa da JBS SA caiu e está abaixo de outras empresas brasileiras diante de especulações sobre uma potencial aquisição da americana Sara Lee Corp. A transação aumentaria o endividamento do frigorífico.
Os papéis da JBS com cupom de 8,25 por cento e vencimento em 2018 acumulam ganho de 0,1 por cento desde 20 de dezembro, contra uma alta de 1,2 por cento nos títulos da Marfrig Alimentos SA, segundo maior frigorífico da América Latina, de acordo com dados compilados pela Bloomberg. Os papéis corporativos brasileiros registram alta de 0,4 por cento no período, de acordo com o índice CEMBI do JPMorgan Chase & Co.
A Sara Lee, com sede em Downers Grove, Illinois, seria a décima quinta aquisição anunciada ou fechada pela JBS desde 2007. As compras até agora, num valor total de US$ 19,1 bilhões, elevaram a dívida da JBS para US$ 8,3 bilhões no terceiro trimestre de 2010, quase quatro vezes mais do que um ano antes, segundo documentos oficiais.
A oferta da JBS foi inferior ao preço máximo de US$ 17,62 atingido pela ação da Sara Lee durante o pregão de 17 de dezembro, quando o Wall Street Journal publicou que as duas empresas estavam em negociações, disseram duas pessoas com conhecimento do assunto no dia 20 de dezembro.
A rentabilidade dos títulos da dívida externa da JBS SA caiu e está abaixo de outras empresas brasileiras diante de especulações sobre uma potencial aquisição da americana Sara Lee Corp. A transação aumentaria o endividamento do frigorífico.
Os papéis da JBS com cupom de 8,25 por cento e vencimento em 2018 acumulam ganho de 0,1 por cento desde 20 de dezembro, contra uma alta de 1,2 por cento nos títulos da Marfrig Alimentos SA, segundo maior frigorífico da América Latina, de acordo com dados compilados pela Bloomberg. Os papéis corporativos brasileiros registram alta de 0,4 por cento no período, de acordo com o índice CEMBI do JPMorgan Chase & Co.
A Sara Lee, com sede em Downers Grove, Illinois, seria a décima quinta aquisição anunciada ou fechada pela JBS desde 2007. As compras até agora, num valor total de US$ 19,1 bilhões, elevaram a dívida da JBS para US$ 8,3 bilhões no terceiro trimestre de 2010, quase quatro vezes mais do que um ano antes, segundo documentos oficiais.
A oferta da JBS foi inferior ao preço máximo de US$ 17,62 atingido pela ação da Sara Lee durante o pregão de 17 de dezembro, quando o Wall Street Journal publicou que as duas empresas estavam em negociações, disseram duas pessoas com conhecimento do assunto no dia 20 de dezembro.
OGX anuncia identificação de hidrocarbonetos em poço na Bacia de Campos
A OGX (OGXP3) anunciou nesta quarta-feira (5) ter identificado a presença de hidrocarbonetos nas seções santoniana, albiana e aptiana do poço 1-MRK-3/4P-RJS, no bloco BM-C-37, localizados nas águas rasas da Bacia de Campos.
Foram identificados ainda hidrocarbonetos em reservatórios arenosos da seção santoniana, que totalizam 14 metros de net pay potencial e em reservatórios carbonáticos das seções albiana e aptiana, que por sua vez apresentam net pays potenciais de 43 metros e 12 metros, respectivamente.
O poço 1-MRK/4P-RJS, chamado de Carambola-A, é o primeiro de dois poços a serem perfurados no bloco BM-C-37 e sua perfuração foi concluída à profundidade de 3.400 metros abaixo do nível do mar.
Foram identificados ainda hidrocarbonetos em reservatórios arenosos da seção santoniana, que totalizam 14 metros de net pay potencial e em reservatórios carbonáticos das seções albiana e aptiana, que por sua vez apresentam net pays potenciais de 43 metros e 12 metros, respectivamente.
O poço 1-MRK/4P-RJS, chamado de Carambola-A, é o primeiro de dois poços a serem perfurados no bloco BM-C-37 e sua perfuração foi concluída à profundidade de 3.400 metros abaixo do nível do mar.
Rumores de privatização animam mercado e BofA vê cenário positivo para Cesp
A novela da privatização da Cesp (CESP6) voltou a chamar a atenção do mercado, após o novo secretário de Energia do Estado de São Paulo, José Aníbal, ter comentado sobre o assunto durante discurso de sua posse. De acordo com Aníbal, a eventual privatização da Companhia Energética de São Paulo só será discutida pelo governo estadual após a definição sobre o tema da renovação das concessões do setor elétrico, que vencem a partir de 2015. Tentativas anteriores de privatização falharam justamente pela indefinição das concessões.
Com a expectativa do mercado em torno de uma possível privatização, as ações da Cesp destacaram-se no pregão desta terça-feira (4), cotadas a R$ 28,50 e com alta de 6,18%.
Com a expectativa do mercado em torno de uma possível privatização, as ações da Cesp destacaram-se no pregão desta terça-feira (4), cotadas a R$ 28,50 e com alta de 6,18%.
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
Ações da GOL são destaque de alta após divulgação de guidance para 2011
Os papéis da GOL (GOLL4) operam em alta de 2,23% (a R$ 26,48), terceira maior alta do Ibovespa nesta terça-feira (4), conforme cotação das 12h00 (horário de Brasília), após a companhia anunciar o guidance para 2011.
Segundo a própria empresa, o crescimento da demanda (RPK) do setor aéreo deverá se situar entre 2,5 vezes e 3,0 vezes o PIB (Produto Interno Bruto) do País, que por sua vez deve ficar, segundo a companhia, entre 4% e 5%. Deste modo, o crescimento da demanda no mercado doméstico deverá ser de 15%, no melhor cenário, e 10% no pior cenário, aponta a companhia.
Segundo a própria empresa, o crescimento da demanda (RPK) do setor aéreo deverá se situar entre 2,5 vezes e 3,0 vezes o PIB (Produto Interno Bruto) do País, que por sua vez deve ficar, segundo a companhia, entre 4% e 5%. Deste modo, o crescimento da demanda no mercado doméstico deverá ser de 15%, no melhor cenário, e 10% no pior cenário, aponta a companhia.
Ações da Petro destacam-se entre perdas, após empresa confirmar interesse na Galp
As ações da Petrobras (PETR3, PETR4) são destaque de queda na sessão desta terça-feira (4), depois dos antigos rumores dando conta de uma aquisição de participação na petrolífera portuguesa Galp ganharem força e a empresa confirmar que estuda a aquisição.
As ações ordinárias da empresa são cotadas a R$ 29,80, queda de 1,65%, ao passo que as preferenciais seguem trajetória semelhante, cotadas a R$ 26,55, queda de 1,67%. Os ADR’s da empresa, negociados com o código PBR, operam em queda de 1,47% nas negociações que antecedem a abertura em Nova York.
As ações ordinárias da empresa são cotadas a R$ 29,80, queda de 1,65%, ao passo que as preferenciais seguem trajetória semelhante, cotadas a R$ 26,55, queda de 1,67%. Os ADR’s da empresa, negociados com o código PBR, operam em queda de 1,47% nas negociações que antecedem a abertura em Nova York.
Gol projeta expansão de 15% na demanda no mercado doméstico em 2011
A expansão da classe média brasileira deve resultar em um crescimento da demanda doméstica do setor aéreo de até 15% em 2011, prevê a Gol Linhas Aéreas.
A projeção indica uma desaceleração do ritmo de crescimento da aviação comercial brasileira já que, para se ter uma ideia, até novembro de 2010, a demanda doméstica acumulava alta recorde de 24,3% ante os 11 primeiros meses de 2009, segundo dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).
A Gol quer encerrar 2011 com crescimento de 14% de sua margem operacional, conforme boletim de perspectivas financeiras divulgado nesta terça-feira. A empresa espera ainda ampliar sua frota de 111 em 2010 para 115 aeronaves ao fim deste ano. O uso dos aparelhos será expandido para acima da média de 2010, de 13 horas-bloco por dia, com taxa de ocupação em torno de 70%, a mesma do ano passado.
Na avaliação da Gol, os preços das passagens aéreas não devem sofrer grandes mudanças neste ano, com yield médio (índice de rentabilidade que baliza reajustes de tarifas) estável em relação a 2010, entre 19,5 centavos de real e 21 centavos de real.
Em sua projeção, a companhia aérea leva em conta um avanço da economia brasileira de até 5% em 2011. A Gol acrescenta que suas estimativas financeiras serão revisadas trimestralmente.
A projeção indica uma desaceleração do ritmo de crescimento da aviação comercial brasileira já que, para se ter uma ideia, até novembro de 2010, a demanda doméstica acumulava alta recorde de 24,3% ante os 11 primeiros meses de 2009, segundo dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).
A Gol quer encerrar 2011 com crescimento de 14% de sua margem operacional, conforme boletim de perspectivas financeiras divulgado nesta terça-feira. A empresa espera ainda ampliar sua frota de 111 em 2010 para 115 aeronaves ao fim deste ano. O uso dos aparelhos será expandido para acima da média de 2010, de 13 horas-bloco por dia, com taxa de ocupação em torno de 70%, a mesma do ano passado.
Na avaliação da Gol, os preços das passagens aéreas não devem sofrer grandes mudanças neste ano, com yield médio (índice de rentabilidade que baliza reajustes de tarifas) estável em relação a 2010, entre 19,5 centavos de real e 21 centavos de real.
Em sua projeção, a companhia aérea leva em conta um avanço da economia brasileira de até 5% em 2011. A Gol acrescenta que suas estimativas financeiras serão revisadas trimestralmente.
Petrobras oferece US$ 4,7 bi por um terço da portuguesa Galp
A Petrobras apresentou oferta para adquirir a fatia de 33% da Eni na petrolífera portuguesa Galp por 3,5 bilhões de euros (US$ 4,7 bilhões), informou o "Diario Economico" nesta terça-feira, sem citar fontes.
Na semana passada, o jornal já havia afirmado que o grupo italiano de energia queria vender sua participação por 4,7 bilhões de euros, após acordo de exclusividade com a Amorim Energia e o banco português CGD ter terminado em 31 de dezembro.
Segundo a publicação, as negociações entre Petrobras e Eni estão progredindo, mas o acordo pode ser impedido pela petroleira estatal angolana Sonangol, que detém parte da Galp por meio da Amorim Energia e planeja possuir participação direta.
Galp e Petrobras são parceiras na exploração de petróleo no Brasil.
Na véspera, o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, disse que pretende conversar com o presidente-executivo da Petrobras, José Sergio Gabrielli, para chegar a uma decisão sobre o assunto.
Na semana passada, o jornal já havia afirmado que o grupo italiano de energia queria vender sua participação por 4,7 bilhões de euros, após acordo de exclusividade com a Amorim Energia e o banco português CGD ter terminado em 31 de dezembro.
Segundo a publicação, as negociações entre Petrobras e Eni estão progredindo, mas o acordo pode ser impedido pela petroleira estatal angolana Sonangol, que detém parte da Galp por meio da Amorim Energia e planeja possuir participação direta.
Galp e Petrobras são parceiras na exploração de petróleo no Brasil.
Na véspera, o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, disse que pretende conversar com o presidente-executivo da Petrobras, José Sergio Gabrielli, para chegar a uma decisão sobre o assunto.
Argentina ameaça romper com concessionária que tem participação da Petrobras
O governo argentino ameaçou ontem rescindir o contrato com a concessionária de energia elétrica Edesur, na qual a Petrobras tem participação de 27,3%.
O ministro de Planejamento do país, Julio De Vido, vem culpando a empresa por uma série de blecautes que atingiram bairros de Buenos Aires e da região metropolitana na última semana, quando o calor provocou uma demanda recorde para a companhia.
A falta de energia durante as festas de fim de ano geraram protestos e um desgaste político para o governo, que tenta transferir a responsabilidade para as concessionárias.
Segundo o ministro, não houve falhas na geração nem na transmissão de energia e não há justificativa para a dimensão dos blecautes, que causaram problemas em ao menos dez bairros da capital.
Em entrevista a uma rádio local, ele afirmou que haverá "uma revisão muito forte da relação contratual com a Edesur", e que "há risco de rescisão".
A empresa distribui energia em toda a zona sul de Buenos Aires e em parte dos municípios vizinhos, atendendo a mais de 2,3 milhões de clientes. O controle da companhia está nas mãos da italiana Enel.
O ministro de Planejamento do país, Julio De Vido, vem culpando a empresa por uma série de blecautes que atingiram bairros de Buenos Aires e da região metropolitana na última semana, quando o calor provocou uma demanda recorde para a companhia.
A falta de energia durante as festas de fim de ano geraram protestos e um desgaste político para o governo, que tenta transferir a responsabilidade para as concessionárias.
Segundo o ministro, não houve falhas na geração nem na transmissão de energia e não há justificativa para a dimensão dos blecautes, que causaram problemas em ao menos dez bairros da capital.
Em entrevista a uma rádio local, ele afirmou que haverá "uma revisão muito forte da relação contratual com a Edesur", e que "há risco de rescisão".
A empresa distribui energia em toda a zona sul de Buenos Aires e em parte dos municípios vizinhos, atendendo a mais de 2,3 milhões de clientes. O controle da companhia está nas mãos da italiana Enel.
Com novidades, PortX reitera entrada em operação do Superporto Sudeste em 2012
A PortX (PRTX3) - empresa resultante da cisão parcial da LLX Logística (LLXL3) - comunicou na noite da última segunda-feira (3) que o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) liberou recursos para aquisição de equipamentos e o Ministério do Planejamento aprovou o uso do espelho d’água junto ao Superporto Sudeste.
“Estes dois eventos recentes contribuem para a manutenção do ritmo acelerado das obras do Superporto Sudeste, garantindo o seu início de operação em 2012”, afirma a empresa em comunicado.
“Estes dois eventos recentes contribuem para a manutenção do ritmo acelerado das obras do Superporto Sudeste, garantindo o seu início de operação em 2012”, afirma a empresa em comunicado.
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
Petrobras investe US$ 500 mi em seu 1º terminal oceânico
A Petrobras vai investir US$ 500 milhões na construção do seu primeiro terminal oceânico, que terá por objetivo facilitar o transporte do óleo do pré-sal para as futuras refinarias do Nordeste e para o exterior.
Segundo a estatal, a UOTE (Unidade Offshore de Transferência e Exportação) entrará em operação em 2012 e terá capacidade para armanezar dois milhões de barris de petróleo.
"A estrutura contará com um navio fixo, de grande porte, instalado a 80 quilômetros de Macaé, no Norte Fluminense, que poderá ser abastecida simultaneamente por dois navios vindos de plataformas da bacia de Santos", explicou a estatal em seu site.
O novo terminal será instalado em local com profundidade de água de 70 metros e seu sistema de boias permitirá que os navios fiquem atracados à embarcação fixa para receber o óleo.
Segundo a estatal, a UOTE (Unidade Offshore de Transferência e Exportação) entrará em operação em 2012 e terá capacidade para armanezar dois milhões de barris de petróleo.
"A estrutura contará com um navio fixo, de grande porte, instalado a 80 quilômetros de Macaé, no Norte Fluminense, que poderá ser abastecida simultaneamente por dois navios vindos de plataformas da bacia de Santos", explicou a estatal em seu site.
O novo terminal será instalado em local com profundidade de água de 70 metros e seu sistema de boias permitirá que os navios fiquem atracados à embarcação fixa para receber o óleo.
Papéis da Vale sobem mais de 3% e puxam alta do Ibovespa
As ações da Vale (VALE3, VALE5) se destacam entre as altas do Ibovespa na tarde desta segunda-feira (3), refletindo a performance positiva dos preços das commodities no mercado internacional, bem como o noticiário da mineradora e o bom humor nos mercados acionários.
Pouco depois das 15h10, as ações PNA da Vale registravam valorização de 2,97%, cotadas a R$ 49,94 cada, enquanto os papéis ON da mineradora apresentavam variação positiva de 3,49%, valendo R$ 57,26 cada. Ao mesmo tempo, o Ibovespa operava em alta de 1,51%, na casa dos 70 mil pontos.
Pouco depois das 15h10, as ações PNA da Vale registravam valorização de 2,97%, cotadas a R$ 49,94 cada, enquanto os papéis ON da mineradora apresentavam variação positiva de 3,49%, valendo R$ 57,26 cada. Ao mesmo tempo, o Ibovespa operava em alta de 1,51%, na casa dos 70 mil pontos.
Mal chegou à Presidência, Dilma já vai privatizar aeroportos, diz jornal
Segundo o jornal Folha de S. Paulo, Dilma Rousseff pretende baixar medida provisória ainda neste mês; entre as medidas, está a abertura de capital da Infraero.
Com apenas três dias de empossada, a presidente Dilma Rousseff decidiu começar o processo de privatização dos aeroportos. Ela pretende baixar uma medida provisória ainda neste mês, entregando à iniciativa privada a construção e a operação dos novos terminais dos aeroportos de Guarulhos, em São Paulo, e Viracopos, em Campinas, dois dos mais importantes do País.
A informação foi divulgada em reportagem publicada nesta segunda-feira pelo jornal Folha de S. Paulo. Segundo a publicação, a medida é apenas uma parte do pacote que visa resolver o gargalo dos aeroportos nacionais por conta da Copa do Mundo de 2014.
Ainda segundo a reportagem, o pacote prevê também a abertura do capital da Infraero e criação de uma secretaria ligada à Presidência da República para cuidar da aviação civil.
O tempo de concessão para a operação nos terminais dos aeroportos de Guarulhos e Viracopos deve ser de 20 anos, segundo a Folha de S. Paulo. De acordo com a Infraero, os preparativos para a Copa de 2014, que já registram atrasos, preveem investimentos de R$ 5,6 bilhões em aeroportos.
A capacidade atual do aeroporto de Guarulhos é de 16,5 milhões de passageiros por ano, enquanto Viracopos pode receber 2 milhões de passageiros. Até novembro de 2010, 24.290.465 passaram por Guarulhos e 4.468.761por Viracopos.
Com apenas três dias de empossada, a presidente Dilma Rousseff decidiu começar o processo de privatização dos aeroportos. Ela pretende baixar uma medida provisória ainda neste mês, entregando à iniciativa privada a construção e a operação dos novos terminais dos aeroportos de Guarulhos, em São Paulo, e Viracopos, em Campinas, dois dos mais importantes do País.
A informação foi divulgada em reportagem publicada nesta segunda-feira pelo jornal Folha de S. Paulo. Segundo a publicação, a medida é apenas uma parte do pacote que visa resolver o gargalo dos aeroportos nacionais por conta da Copa do Mundo de 2014.
Ainda segundo a reportagem, o pacote prevê também a abertura do capital da Infraero e criação de uma secretaria ligada à Presidência da República para cuidar da aviação civil.
O tempo de concessão para a operação nos terminais dos aeroportos de Guarulhos e Viracopos deve ser de 20 anos, segundo a Folha de S. Paulo. De acordo com a Infraero, os preparativos para a Copa de 2014, que já registram atrasos, preveem investimentos de R$ 5,6 bilhões em aeroportos.
A capacidade atual do aeroporto de Guarulhos é de 16,5 milhões de passageiros por ano, enquanto Viracopos pode receber 2 milhões de passageiros. Até novembro de 2010, 24.290.465 passaram por Guarulhos e 4.468.761por Viracopos.
Ações ON da Hypermarcas passam a integrar nova carteira do Ibovespa
As ações ordinárias (com direito a voto) da Hypermarcas foram confirmadas na carteira teórica do Ibovespa, principal índice do mercado acionário brasileiro, que vai vigorar de 3 de janeiro a 29 de abril de 2011, com base no fechamento do último pregão de 2010. O novo portfólio contará com 69 ativos de 63 empresas.
Entre os papéis de maior peso sobre o Ibovespa, as ações OGX Petróleo ON passaram da quinta para a terceira posição, alternando posições com os papéis BM&FBovespa ON.
Em ordem, as ações de maior peso da carteira são Vale PNA (cuja participação passou de 10,748% no portfólio divulgado em setembro para 10,758% agora), Petrobras PN (9,709% para 10,460%), OGX Petróleo ON (3,750% a 4,806%), Itaú Unibanco PN (3,791% a 3,829%) e BMFBovespa ON (3,822% a 3,739%).
Os papéis ON da Hypermarcas terão peso de 0,986% no Ibovespa.
Entre os papéis de maior peso sobre o Ibovespa, as ações OGX Petróleo ON passaram da quinta para a terceira posição, alternando posições com os papéis BM&FBovespa ON.
Em ordem, as ações de maior peso da carteira são Vale PNA (cuja participação passou de 10,748% no portfólio divulgado em setembro para 10,758% agora), Petrobras PN (9,709% para 10,460%), OGX Petróleo ON (3,750% a 4,806%), Itaú Unibanco PN (3,791% a 3,829%) e BMFBovespa ON (3,822% a 3,739%).
Os papéis ON da Hypermarcas terão peso de 0,986% no Ibovespa.
Petrobras está atenta para compra de participação na portuguesa Galp.
O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, afirmou hoje que a Petrobras tem acompanhado as oportunidades que têm surgido para adquirir participação na companhia portuguesa Galp. O ministro informou que irá fazer um contato com o presidente da Petrobras para tratar do assunto.
"A Petrobras tem estado muito atenta a essas questões todas. Eu conversarei com o presidente Gabrielli, da Petrobras, e nós chegaremos a uma conclusão", afirmou o ministro, ao responder sobre o vencimento do pacto firmado entre os sócios da Galp (Amorim Energia e a ENI) que impedia venda de participação na empresa portuguesa.
"A Petrobras tem estado muito atenta a essas questões todas. Eu conversarei com o presidente Gabrielli, da Petrobras, e nós chegaremos a uma conclusão", afirmou o ministro, ao responder sobre o vencimento do pacto firmado entre os sócios da Galp (Amorim Energia e a ENI) que impedia venda de participação na empresa portuguesa.
Com margens impulsionadas por mineração, CSN se destaca entre pares
Conhecida por manter margens em níveis elevados, a CSN (CSNA3) tem sua posição destacada no momento em que atores do próprio setor siderúrgico esperam por queda na lucratividade. Parte da resposta está em sua exposição ao setor de mineração.
“Quanto mais a CSN mantém de cada centavo que arrecada com as receitas, mais dinheiro ela tem para investir em crescimento, financiar novos planos estratégicos, ou distribuir aos acionistas”, escreve o consultor Seth Jayson, da Motley Fool.
“Quanto mais a CSN mantém de cada centavo que arrecada com as receitas, mais dinheiro ela tem para investir em crescimento, financiar novos planos estratégicos, ou distribuir aos acionistas”, escreve o consultor Seth Jayson, da Motley Fool.
Ações da TAM e da GOL sobem forte, após rumor de privatização de aeroportos
Os papéis do setor aéreo se destacam nesta segunda-feira (3). Às 12h02 (horário de Brasília) os papéis da GOL (GOLL4) operavam em forte alta de 2,47% - chegou a atingir o pico de 3,50% no intraday - enquanto os da TAM (TAMM4) subiam 1,77%.
A construção e a operação dos novos terminais dos aeroportos de Guarulhos e de Viracopos serão privatizados, segundo matéria publicada nesta segunda-feira pela Folha de São Paulo, a qual afirma que a TAM e a GOL já manifestaram interesse. Em contato com a assessoria de imprensa, a Infraero não quis se manifestar sobre o assunto.
Copa do Mundo
A privatização dos novos terminais faz parte de um pacote de medidas elaboradas pela presidente Dilma Rousseff para o setor aéreo, a serem implantadas através de medida provisória, informou o jornal, o qual diz que o objetivo desta operação é aliviar o tráfego nos principais aeroportos brasileiros visando a Copa do Mundo de 2014.
A construção e a operação dos novos terminais dos aeroportos de Guarulhos e de Viracopos serão privatizados, segundo matéria publicada nesta segunda-feira pela Folha de São Paulo, a qual afirma que a TAM e a GOL já manifestaram interesse. Em contato com a assessoria de imprensa, a Infraero não quis se manifestar sobre o assunto.
Copa do Mundo
A privatização dos novos terminais faz parte de um pacote de medidas elaboradas pela presidente Dilma Rousseff para o setor aéreo, a serem implantadas através de medida provisória, informou o jornal, o qual diz que o objetivo desta operação é aliviar o tráfego nos principais aeroportos brasileiros visando a Copa do Mundo de 2014.
Prévia da produção da Petrobras em dezembro é bem recebida
A estatal informou que sua produção média de petróleo no Brasil, no mês anterior, deve ser de 2,12 milhões de barris por dia, valor que representa uma elevação de 4,4% na comparação com novembro.
Aumento de 6% no próximo ano
O aumento nos números é atribuído ao fim das paradas programadas para manutenção e também à entrada em operação de novos poços na Bacia de Campos e Santos.
Aumento de 6% no próximo ano
O aumento nos números é atribuído ao fim das paradas programadas para manutenção e também à entrada em operação de novos poços na Bacia de Campos e Santos.
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