sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Ministério da Fazenda não pretende cancelar IOF em operações na bolsa

O Ministro da Fazenda, Guido Mantega, não deve retirar a cobrança de 2% de IOF em operações realizadas por investidores estrangeiros com ativos de renda fixa e variável no Brasil. De acordo com a assessoria de imprensa do Ministério, contactada pela InfoMoney, Mantega deve tomar outras medidas para não inibir o investimento estrangeiro, mas não confirma o cancelamento da cobrança do imposto criado.

A declaração vem após notícia da Agência Estado dar conta que Mantega deve ceder aos pedidos do presidente da BM&F Bovespa, Edemir Pinto, em relação ao cancelamento do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) nas operações feitas por investidores estrangeiros em renda fixa e variável no Brasil.

HistóricoPreocupado com a possibilidade de criação de uma bolha nos ativos domésticos e a forte valorização do real, no dia 20 de outubro o governo taxou as operações financeiras de investidores estrangeiros. O IOF é cobrado na entrada de capital estrangeiro para aplicações em renda fixa e variável.

"Há um excesso de aplicações de estrangeiros e nós não queremos ver uma bolha se formando na bolsa", afirmou Mantega, em entrevista coletiva no prédio da Caixa Econômica Federal, em São Paulo, na ocasião.

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