Para especialistas, o PIB voltou a registrar queda entre janeiro e março, mas terá expansão neste trimestre ou no próximo
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O trabalho de acertar previsões econômicas com meses de antecedência é uma espécie de espionagem estatística. Grandes bancos e consultorias contratam equipes de economistas para coletar e antecipar centenas de informações. Reunidos e analisados com precisão, esses dados podem indicar o futuro desempenho de uma empresa, de um setor ou da economia como um todo.
A crise, no entanto, trouxe elementos novos e imponderáveis, alterou trajetórias que pareciam já traçadas e gerou fortes discrepâncias entre as previsões econômicas para o Brasil neste ano. Existe um abismo de quase 200 bilhões de reais entre a previsão de crescimento de 2% para o PIB feita pelo Ministério da Fazenda e a estimativa de retração de 4,5% divulgada pelo banco Morgan Stanley.
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