SÃO PAULO - Ao contrário do observado na terça-feira, a valorização no preço do petróleo não foi uma barreira às compras na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), que retomou a linha dos 67 pontos. Já no câmbio, o dólar voltou a perder para o real, que fechou na segunda menor cotação do ano. E no mercado de juros futuros, os contratos tiveram leve alta aguardando a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), que conforme o esperado subiu a Selic em 0,50 ponto percentual para 11,75% ao ano. No front externo, além do comportamento do petróleo, os agentes receberam dados sobre a economia americana e acompanharam mais um dia de audiência com o presidente do Federal Reserve (Fed), banco central americano, Ben Bernanke no Congresso.
Pela ordem, o barril de WTI voltou a subir mais de 2% e fechou valendo US$ 102,23, maior cotação desde setembro de 2008. Nos EUA, a ADP, empresa que processa folhas de pagamento, mostrou que o setor privado americano criou 217 mil vagas em fevereiro, resultado superior ao previsto. O Livro Bege do Fed indicou que a recuperação da atividade seguiu em marca entre janeiro e fevereiro. Já o próprio Bernanke, não descartou a possibilidade de fazer novos programas de estímulo caso a economia não mostre o desenvolvimento desejado. Acompanhando o noticiário, os índices americanos tiveram um pregão errático, mas o Dow Jones ainda subiu 0,07%, para 12.066 pontos. O S&P 500 teve acréscimo de 0,16%, a 1.308 pontos. E o Nasdaq se valorizou 0,39%, a 2.748 pontos. De volta ao mercado local, o Ibovespa garantiu alta de 1,57%, encerrando aos 67.281 pontos. O giro financeiro ficou em R$ 7,43 bilhões. Destaque para as ações da Petrobras e da OGX Petróleo, que acabaram acompanhando a cotação do petróleo no mercado internacional.
Confira mais informações em http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/valor/2011/03/03/alta-do-petroleo-nao-assustou-e-bolsas-subiram-na-quarta-feira.jhtm
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