30 de Abril de 2009 | 17:57
Abril foi um mês mais do que favorável à Bovespa. Nem mesmo o risco iminente de um alerta de pandemia pela Organização Mundial da Saúde por causa da gripe suína abateu o ânimo dos investidores em comprar ações. A Bovespa terminou com a maior alta mensal dos últimos anos e fechou oito semanas seguidas no azul. Hoje, voltou a pisar nos 48 mil pontos e ainda pela manhã, com a ajuda dos investidores estrangeiros e, claro, do clima favorável no exterior.
A Bovespa terminou a quinta-feira em alta de 0,13%, aos 47.289,53 pontos. Na mínima do dia, atingiu os 47.235 pontos (+0,02%) e, na máxima, os 48.126 pontos (+1,90%). Em todo o mês de abril, a Bolsa acumulou elevação de 15,55%, a mesma registrada em fevereiro de 2005 e a maior desde então. Também foi o segundo mês seguido no azul. Na semana, subiu 1,10% e, em 2009, acumula elevação de 25,94%. O giro financeiro totalizou R$ 5,409 bilhões.
A volta dos investidores estrangeiros foi fundamental para garantir tal desempenho às bolsas, e o retorno foi pautado na certeza de que a economia doméstica está mais bem preparada para passar por esta crise. Ao desavisado, o comportamento tão robusto para a Bovespa pode parecer que a desaceleração econômica mundial ficou para trás, mas não é bem assim. Tanto que muitos analistas avaliam que a Bovespa estaria "cara" e que uma realização de lucros não está descartada. Segundo alguns, a recuperação deste mês foi uma correção rápida ao tombo registrado no pior momento da crise, quando caiu abaixo dos 30 mil pontos.
domingo, 3 de maio de 2009
Bovespa tem 8 semanas de alta e ganha 15,5% em abril
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