A Sadia negocia com o BNDES um aporte de capital de até R$ 1 bilhão, segundo o Valor. A empresa confirma as conversas com o banco, mas desmente a informações sobre o total de recursos que poderiam ser injetados. A injeção de recursos ajudaria a empresa a aliviar a pressão sobre o caixa, já que suas dívidas de curto prazo são pesadas e caras: cerca de R$ 1 bilhão, com custo de 125% do CDI.
A corretora Brascan estima que a Sadia perdeu R$ 2,5 bilhões com os derivativos de câmbio. Já para a Ativa, além do aporte do BNDES, há três saídas para a empresa: venda de ativos, emissão de ações e o aporte de recursos de um sócio estratégico.
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