As perspectivas de desaceleração da economia global vêm derrubando as projeções para o mercado de minério de ferro. As estimativas para a ação da Vale, conseqüentemente, sofrem o impacto. Apostando em uma correção de 25% nos preços da matéria-prima em 2009, os analistas do Santander cortaram o preço-alvo das ações da mineradora brasileira em pouco mais de 50%.
Para justificar a agressiva redução no preço-alvo, o banco citou o cenário desafiador para o mercado de commodities, que tende a passar por período de extremo desaquecimento. Mas apesar do corte significativo no preço-alvo para 2009 - que agora figura em R$ 38 por ação - a visão da instituição passa certo otimismo quanto à empresa.
A recomendação aos papéis foi mantida em compra. O Santander vê a Vale preparada para enfrentar o desafio da crise, graças à sua sólida posição de caixa e estratégia de investimentos. Ao final do terceiro trimestre, a Vale possuía US$ 15 bilhões em caixa, dezenove vezes as obrigações com vencimento previsto para os próximos doze meses.
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