Para entender quem já investe na bolsa e quem quer começar a aplicar, a BM&F Bovespa encomendou uma pesquisa inédita ao instituto de pesquisa Plano CDE. Entre 12 de julho e 4 de agosto, 600 pessoas foram ouvidas em São Paulo e no Rio de Janeiro. O resultado revelou fatos interessantes sobre a expansão de 2004 a 2009, período em que o número de investidores pessoas físicas pulou de 85 500 para 598 000. Esse movimento foi capitaneado majoritariamente por homens (eles são 75% do total). Hoje o investidor médio brasileiro é casado (60%), está na parte de cima da pirâmide social (59% tem renda superior a 6 000 reais) e foi atraído pela possibilidade de ter uma rentabilidade maior (48%). A pesquisa também lançou luz sobre futuras tendências. Mais de 95% dos que já estão na bolsa dizem que continuarão a investir nos próximos 12 meses e 71% pensam em aumentar o valor investido.
A pesquisa também deixou claro que a bolsa terá, para atingir a meta de chegar a 5 milhões de aplicadores até 2015, que atrair um número maior investidores das classes B e C, famílias com renda entre 2 500 e 6 000 reais. Nesse grupo, 19% consideram investir nos próximos 12 meses (principalmente os homens – 85%) e metade diz ainda ter medo do mercado de ações. Esse público é o alvo da campanha de publicidade que a BM&F Bovespa lança nos próximos dias com a participação do Pelé. Você vai encontrar mais detalhes sobre o processo de popularização da bolsa na matéria de capa de EXAME que chega hoje às bancas.
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