quarta-feira, 13 de agosto de 2008
Commodities puxam alta, mas Wall Street limita ganho do Ibovespa a 0,13%
O peso dos ativos atrelados ao segmento de commodities garantiu a quebra do recente ciclo negativo da Bolsa brasileira, que já acumulava quatro sessões de desvalorização. A recuperação de Vale, Petrobras e das siderúrgicas, porém, encontrou em novas referências preocupantes da economia norte-americana um fator adverso, limitando consideravelmente o movimento desta quarta-feira (13). Desta vez, metais básicos como cobre e níquel apresentaram alta e se aliaram à retomada mais expressiva do petróleo, que subiu mais de 3% em Nova York e recuperou o patamar dos US$ 116 por barril. Se por um lado este evento penaliza os mercados externos por ampliar as tensões inflacionárias, beneficia o Ibovespa, pelo impacto positivo nas blue chips. Mas a tímida valorização do mercado doméstico não encobre a continuidade das preocupações ao redor do mundo. Os analistas da Merrill Lynch alertaram para o fato da crise de crédito ainda figurar muito longe de seu final, o que pressionou os negócios em Wall Street. Não bastasse esta ocorrência, os fracos resultados trimestrais da fabricante de componentes agrícolas Deere e da varejista Macy's reforçaram o tom de incerteza sobre os investidores estrangeiros.
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